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Portugal – Suécia (Mundial-2014 – Play-off – 1ª mão)
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Pepe, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Raul Meireles (78m – Josué), Nani, João Moutinho, Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (66m – Hugo Almeida)
Suécia – Andreas Isaksson, Mikael Lustig, Per Nilsson, Mikael Antonsson, Martin Olsson, Sebastian Larsson, Rasmus Elm (72m – Pontus Wernbloom), Kim Kallstrom (77m – Anders Svensson), Alexander Kacaniklic, Johan Elmander (88m – Alexander Gerndt) e Zlatan Ibrahimovic
1-0 – Cristiano Ronaldo – 83m
Cartões amarelos – João Pereira (42m) e Cristiano Ronaldo (76m); Sebastian Larsson (71m); Johan Elmander (76m – Anders Svensson)
Árbitro – Nicola Rizolli (Itália)
Numa partida que se antevia equilibrada, decidida por detalhes, Portugal entraria em campo com excelente atitude, a todo o “gás”, com o primeiro lance de perigo a surgir logo aos cinco minutos, com João Moutinho a contornar o guarda-redes, mas alargando a trajectória, acabaria por perder o ângulo, rematando à malha lateral. Porém, no lance imediato, Elmander conseguiu soltar-se na zona de perigo da área portuguesa, rematando ligeiramente ao lado, provocando um susto à equipa portuguesa que, de imediato, como que se retrairia.
Seria então a Suécia a criar mais perigo: aos 20 minutos, Rui Patrício seria colocado à prova, respondendo de forma concentrada e segura, depois de Ibrahimovic ter iludido a defesa portuguesa, abrindo espaço para o remate de Larsson. Logo de seguida, os suecos provocariam “frisson” de novo, num livre directo, por Kallstrom, com a bola a sair junto ao poste.
Aos 24 minutos, seria a vez do guardião Isaksson revelar também atenção, saindo a defender a soco, uma bola lançada para a área, à espera da entrada de Ronaldo…
Mas, efectivamente, numa primeira parte que acabaria por ser de fraco nível, dado a intensidade de jogo ter baixado muito depois dos minutos iniciais, o primeiro remate da selecção portuguesa à baliza contrária só surgiria aos 45 minutos, por Pepe.
Já no segundo tempo, logo aos 48 minutos, seria Hélder Postiga a rematar, mas por cima da baliza. Apenas dois minutos depois, num lance em que Pepe surgiu isolado frente ao guarda-redes adversário, ligeiramente descaído sobre o lado direito, haveria uma espécie de carambola, com vários ressaltos, sem que ninguém conseguisse impelir a bola para dentro da baliza, acabando por sobrar para Cristiano Ronaldo, que remataria, de primeira, muito por alto.
Aos 62 minutos, a principal ocasião de golo esteve nos pés de João Moutinho, também descaído na direita, mas não conseguiria rematar para o fundo da baliza; na sequência do canto, um remate forte de Hélder Postiga levou também perigo, mas saiu por cima. No melhor período de Portugal no jogo, Nani, aos 69 minutos, conseguiu um drible, rematando com algum perigo, mas à figura do guardião sueco.
Até que, aos 82 minutos, dando perfeita sequência a um excelente cruzamento de Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo, numa espécie de “salto de peixe”, de cabeça, a desviar a bola do alcance de Isaksson, marcaria enfim o tão ansiado golo. E, apenas, três minutos decorridos, Cristiano Ronaldo cabecearia de novo, com muito perigo, com a bola a embater na trave.
O jogo chegava ao fim, com um importante triunfo de Portugal, com a vantagem de não ter sofrido golos, o que lhe deixa boas opções para a 2.º mão, mas num desafio em que terá de aplicar-se a fundo para garantir o apuramento para o Mundial.
Nos outros jogos da 1.ª mão do play-off, a Islândia empatou a zero, em casa, com a Croácia; a Grécia venceu a Roménia por 3-1; e a Ucrânia bateu a França por 2-0.
Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Valencia, Ludogorets, Salzburg, Esbjerg, Rubin Kazan, Fiorentina, Dnipro e Tottenham são as primeiras oito equipas que garantiram já o apuramento para os 1/16 Final da Liga Europa.
Grupo E
Dnipro – Paços Ferreira – 2-0
Pandurii – Fiorentina – 1-2
1º Fiorentina, 12; 2º Dnipro, 9; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 1
Grupo H
Sevilla – Slovan Liberec – 1-1
Estoril – Freiburg – 0-0
1º Sevilla, 8; 2º Slovan Liberec, 6; 3º Freiburg, 3; 4º Estoril, 2
Grupo I
Rijeka – Lyon – 1-1
Guimarães – Betis – 0-1
1º Betis, 8; 2º Lyon, 6; 3º Guimarães, 4; 4º Rijeka, 2
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Real Sociedad – Manchester United – 0-0
Shakhtar Donetsk – Bayer Leverkusen – 0-0
1º Manchester United, 8; 2º Bayer Leverkusen, 7; 3º Shakhtar Donetsk, 5; 4º Real Sociedad, 1
Grupo B
København – Galatasaray – 1-0
Juventus – Real Madrid – 2-2
1º Real Madrid, 10; 2º Galatasaray e København, 4; 4º Juventus, 3
Grupo C
Olympiakos – Benfica – 1-0
Paris St.-Germain – Anderlecht – 1-1
1º Paris St.-Germain, 10, 2º Olympiakos, 7; 3º Benfica, 4; 4º Anderlecht, 1
Grupo D
Viktoria Plzeň – Bayern – 0-1
Manchester City – CSKA Moskva – 5-2
1º Bayern, 12; 2º Manchester City, 9; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Chelsea – Schalke 04 – 3-0
Basel – Steaua – 1-1
1º Chelsea, 9; 2º Schalke 04, 6; 3º Basel, 5; 4º Steaua, 2
Grupo F
Napoli – Marseille – 3-2
B. Dortmund – Arsenal – 0-1
1º Arsenal e Napoli, 9; 3º B. Dortmund, 6; 4º Marseille, 0
Grupo G
At. Madrid – Austria Wien – 4-0
Zenit – FC Porto – 1-1
1º At. Madrid, 12; 2º Zenit, 5; 3º FC Porto, 4; 4º Austria Wien, 1
Grupo H
Barcelona – AC Milan – 3-1
Ajax – Celtic – 1-0
1º Barcelona, 10; 2º AC Milan, 5; 3º Ajax, 4; 4º Celtic, 3
Bayern (actual detentor do título), Manchester City, Atlético de Madrid e Barcelona são as primeiras quatro equipas que garantiram já o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Olympiakos – Benfica
Olympiakos – Roberto Jiménez; Leandro Salino, Kostas Manolas, Dimitris Siovas, José Holebas, Giannis Maniatis, Andreas Samaris, Sambou Yatabaré (56m – Delvin N’Dinga), Javier Saviola (45m – Alejandro Domínguez), David Fuster (74m – Bong) e Kostas Mitroglou
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Nemanja Matić, Enzo Pérez, Lazar Marković (74m – Filip Đjuričić), Ruben Amorim (78m – Ivan Cavaleiro), Nico Gaitán e Óscar Cardozo (71m – Lima)
1-0 – Kostas Manolas – 13m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (33m), Nemanja Matić (37m) e Ruben Amorim (42m); Sambou Yatabaré (38m), Roberto (85m), Delvin N’Dinga (89m) e Alejandro Domínguez (90m)
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
Num grande paradoxo em que o futebol é por vezes fértil, o Benfica, com uma excelente exibição, em que denotou flagrante superioridade face ao seu adversário, acabando por perder o jogo, vê praticamente esfumarem-se as suas possibilidades de apuramento para os 1/8 Final da competição.
A equipa benfiquista, sabendo do cariz determinante desta partida, bastante personalizada, teve muito boa entrada neste jogo, com duas ocasiões de perigo, logo aos cinco e aos sete minutos, respectivamente por Cardozo e Marković, a obrigarem Roberto a duas defesas apertadas, em que revelou grande concentração. Só que, na primeira investida do Olympiakos, aos 13 minutos, na sequência de um canto, Manolas surgiu completamente liberto de marcação, fulgurante, numa entrada de rompante, a cabecear para o fundo da baliza.
Depois, aos 27 minutos, também na marcação de um canto, Luisão procurou dar a melhor resposta, de cabeça, mas falhou por pouco a baliza adversária.
Na segunda parte o domínio benfiquista intensificou-se, tendo chegado a ser avassalador. Logo no primeiro minuto deste segundo tempo, Roberto faria uma “defesa impossível”, ao estilo de guarda-redes de andebol, a remate quase “à queima roupa” de Marković.
E, novamente aos 54 minutos, Roberto a estirar-se todo para evitar o golo, a remate cruzado de Sílvio. Aos 58 minutos, foi Enzo Pérez a colocar o guardião espanhol uma vez mais à prova.
À medida que o tempo avançava, o Benfica ia perdendo serenidade, tendo deixado de criar tantas situações de perigo. Só já na parte derradeira, aos 89 minutos, voltaria a criar outra flagrante situação de golo, com Đjuričić, na cara de Roberto, mas pressionado pelo defesa, que o desequilibrou, a acabar por atrapalhar-se, não conseguindo desviar a bola do alcance do guarda-redes.
O Olympiakos, que foi mero espectador durante todo o jogo, só no 93º minuto teria nova oportunidade, com Leandro Salino a surgir isolado, mas a atrapalhar-se também, acabando por perder a bola para a defesa contrária.
O Benfica acaba por ser penalizado pela sua desconcentração defensiva, e, também, pela falta de eficácia na concretização, possibilitando a Roberto, com uma magnífica exibição, redimir-se do jogo da primeira volta.
Agora só um “milagre” poderia ainda permitir ao Benfica apurar-se: necessita vencer os dois jogos (em Bruxelas, com o Anderlecht, e, em casa, com o Paris St.-Germain) e esperar que o Olympiakos não consiga melhor que o empate nos dois jogos finais, com esses mesmos adversários; ou, em alternativa, se o Benfica somar quatro pontos (uma vitória e um empate), os gregos teriam de perder esses dois desafios.
150 anos da FA (“Football Association”)
Comemoram-se hoje os 150 anos da instituição da FA (“Football Association”) em Inglaterra, a mais antiga associação de futebol do Mundo, constituída numa histórica reunião, realizada em Londres, na “Freemasons’ Tavern”, na Great Queen Street, entre os representantes de 12 clubes (11 dos quais viriam a ser os fundadores), da cidade de Londres e arredores, tendo por objectivo o estabelecimento de um código de regras para a regulação do futebol (até então praticado sob diferentes versões, de clube para clube):
- Barnes FC
- War Office (actual Civil Service FC, o único clube sobrevivente dos 11 fundadores que participaram na reunião inaugural de 1863, tendo celebrado também o seu 150.º aniversário em 2013)
- Crusaders
- Forest (de Leytonstone – posteriormente denominado Wanderers)
- No Names (de Kilburn)
- Crystal Palace (clube distinto do actualmente existente com a mesma denominação, que disputa esta época a “Premier League” inglesa)
- Blackheath
- Kensington School
- Perceval House (de Blackheath)
- Surbiton
- Blackheath Proprietory School
- Charterhouse (clube que, tendo sido representado na reunião, pelo seu capitão, declinaria a adesão à FA).
A FA instituiria, a “FA Cup” (comummente conhecida como Taça de Inglaterra – mais antiga competição de futebol do mundo) oito anos depois, a 20 de Julho de 1871, com a primeira final da competição a ser disputada a 16 de Março de 1872, com vitória dos Wanderers sobre os Royal Engineers por 1-0. Seria necessário esperar ainda mais 16 anos, para, em 1888, ter início a edição inaugural da Liga inglesa de futebol.
A propósito, celebraram-se também, precisamente anteontem, os 156 anos da fundação do mais antigo clube de futebol do Mundo, o Sheffield Foot-Ball Club.
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Paços Ferreira – Dnipro – 0-2
Fiorentina – Pandurii – 3-0
1º Fiorentina, 9; 2º Dnipro, 6; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 1
Grupo H
Slovan Liberec – Sevilla – 1-1
Freiburg – Estoril – 1-1
1º Sevilla, 7; 2º Slovan Liberec, 5; 3º Freiburg, 2; 4º Estoril, 1
Grupo I
Lyon – Rijeka – 1-0
Betis – Guimarães – 1-0
1º Betis e Lyon, 5; 3º Guimarães, 4; 4º Rijeka, 1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Olympiakos
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Nemanja Matić, Enzo Pérez (82m – Ruben Amorim), Nico Gaitán (82m – Rodrigo), Ola John (45m – Ivan Cavaleiro), Lima e Óscar Cardozo
Olympiakos – Roberto Jiménez; Leandro Salino, Kostas Manolas, Dimitris Siovas, José Holebas, David Fuster (69m – Sambou Yatabaré), Giannis Maniatis, Alejandro Domínguez (88m – Carl Medjani), Andreas Samaris, Vladimir Weiss (56m – Delvin N’Dinga) e Kostas Mitroglou
0-1 – Alejandro Domínguez – 29m
1-1 – Óscar Cardozo – 83m
Cartões amarelos – Enzo Pérez (55m) e Nico Gaitán (62m); David Fuster (36m), Vladimir Weiss (42m) e Kostas Mitroglou (59m)
Árbitro – Alberto Undiano Mallenco (Espanha)
No primeiro de dois duelos luso-helénicos que se antecipa possam vir a ser determinantes para a definição do segundo clube qualificado neste grupo, a equipa do Benfica entrou em campo “a todo o gás”: aos quatro minutos já registava três cantos a seu favor, Cardozo, na conversão de um livre, com um potente remate, obrigara Roberto, o bem conhecido guarda-redes espanhol, agora ao serviço do Olympiakos, a uma excelente defesa, a revelar grande concentração, e Luisão desperdiçara uma outra flagrante oportunidade de marcar.
Porém, o “gás” rapidamente se evaporaria, com a formação benfiquista, gradualmente, a perder ritmo de jogo, e, pior, a perder também o controlo de jogo a meio-campo, perante um opositor que, durante a primeira parte, seria sempre mais rápido, criando algumas situações de apuro – tinha tido também o golo iminente, a seu favor, logo aos cinco minutos -, até acabar mesmo por chegar ao golo.
Para o segundo tempo, com o Benfica em desvantagem no marcador, o treinador Jorge Jesus optaria por trocar Ola John por Ivan Cavaleiro, que fazia a sua estreia em jogos das competições europeias (depois de se ter estreado na equipa principal no sábado, em partida da Taça de Portugal), um jogador de características mais “explosivas”.
Mas Jesus não deve ter consultado o boletim meteorológico… a chuva que caía sobre o Estádio da Luz transformar-se-ia em dilúvio, inundando o relvado, que, até cerca de um quarto de hora do fim do encontro, esteve verdadeiramente impraticável, com a bola a parar, sistematicamente retida a cada poça de água. Durante cerca de meia hora foi impossível jogar futebol, com o jogo a transformar-se em autêntica “lotaria”, com uma imprevisibilidade constante sobre qual seria a trajectória da bola a cada chuto, e onde (ou se) se deteria na água.
O que, naturalmente, facilitava a tarefa de quem defendia, com os jogadores do Benfica, a necessitarem de construir jogadas ofensivas, numa tenaz mas inglória luta contra… a água.
Quando, enfim, nos últimos dez minutos, com a chuva, já não tão inclemente, enfim a dar alguma trégua, o relvado conseguira assegurar uma drenagem mínima para que a bola voltasse a rolar e se pudesse voltar a jogar futebol, o Benfica acabaria por ser feliz: Jesus mal tinha acabado de fazer uma dupla substituição, fazendo entrar Ruben Amorim e Rodrigo para os lugares dos dois jogadores “amarelados”, quando, na sequência de um canto (mal assinalado pelo árbitro, que, aliás teve uma arbitragem bastante contestada, com pelo menos uma grande penalidade por assinalar a favor do Benfica), o guardião Roberto teve uma das suas recorrentes saídas em falso, deixando espaço à entrada de Óscar Cardozo, que não desperdiçaria o ensejo de empatar.
Jogar-se-iam ainda mais cerca de dez minutos (incluindo o tempo de compensação), mas, com o Olympiakos então apostado em manter, no mínimo, a igualdade, a turma benfiquista já não teria engenho e arte para completar a reviravolta no marcador, deixando tudo em aberto para daqui a quinze dias, em Atenas, onde as equipas se voltarão a encontrar. E onde o Benfica terá de jogar bem mais ( e melhor) do que fez hoje, em particular no primeiro tempo.
Com o empate final – que acabou por ser porventura o mais ajustado ao que as duas equipas exibiram, no conjunto dos 90 minutos – quebraram-se duas séries: o Benfica registava sete vitórias sucessivas no Estádio da Luz em jogos nas provas europeias; por seu lado, o Olympiakos somava já 27 desafios consecutivos em competições europeias sem empate!
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Manchester United – Real Sociedad – 1-0
Bayer Leverkusen – Shakhtar Donetsk – 4-0
1º Manchester United, 7; 2º Bayer Leverkusen, 6; 3º Shakhtar Donetsk, 4; 4º Real Sociedad, 0
Grupo B
Galatasaray – København – 3-1
Real Madrid – Juventus – 2-1
1º Real Madrid, 9; 2º Galatasaray, 4; 3º Juventus, 2; 4º København, 1
Grupo C
Benfica – Olympiakos – 1-1
Anderlecht – Paris St.-Germain – 0-5
1º Paris St.-Germain, 9, 2º Olympiakos e Benfica, 4; 4º Anderlecht, 0
Grupo D
Bayern – Viktoria Plzeň – 5-0
CSKA Moskva – Manchester City – 1-2
1º Bayern, 9; 2º Manchester City, 6; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Schalke 04 – Chelsea – 0-3
Steaua – Basel – 1-1
1º Chelsea e Schalke 04, 6; 3º Basel, 4; 4º Steaua, 1
Grupo F
Marseille – Napoli – 1-2
Arsenal – B. Dortmund – 1-2
1º Arsenal, B. Dortmund e Napoli, 6; 4º Marseille, 0
Grupo G
Austria Wien – At. Madrid – 0-3
FC Porto – Zenit – 0-1
1º At. Madrid, 9; 2º Zenit, 4; 3º FC Porto, 3; 4º Austria Wien, 1
Grupo H
AC Milan – Barcelona – 1-1
Celtic – Ajax – 2-1
1º Barcelona, 7; 2º AC Milan, 5; 3º Celtic, 3; 4º Ajax, 1
Sorteio do “Play-off” de apuramento para o Mundial 2014
Acaba de realizar-se o sorteio do “play-off” de apuramento para o Mundial 2014, em futebol, no que respeita à Zona Europeia, tendo ditado os seguintes alinhamentos:
- Portugal – Suécia
- Ucrânia – França
- Grécia – Roménia
- Islândia – Croácia
Os jogos serão realizados, a duas mãos, nos próximos dias 15 e 19 de Novembro.




