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I Liga – 2014-15 – Classificação final
Equipa J V E D GM GS P 1.º Benfica 34 27 4 3 86 - 16 85 2.º FC Porto 34 25 7 2 74 - 13 82 3.º Sporting 34 22 10 2 67 - 29 76 4.º Sp. Braga 34 17 7 10 55 - 28 58 5.º V. Guimarães 34 15 10 9 50 - 35 55 6.º Belenenses 34 12 12 10 34 - 35 48 7.º Nacional 34 13 8 13 45 - 46 47 8.º Paços Ferreira 34 12 11 11 40 - 45 47 9.º Marítimo 34 12 8 14 46 - 45 44 10.º Rio Ave 34 10 13 11 38 - 42 43 11.º Moreirense 34 11 10 13 33 - 42 43 12.º Estoril 34 9 13 12 38 - 56 40 13.º Boavista 34 9 7 18 27 - 50 34 14.º V. Setúbal 34 7 8 19 24 - 56 29 15.º Académica 34 4 17 13 26 - 46 29 16.º Arouca 34 7 7 20 26 - 50 28 17.º Gil Vicente 34 4 11 19 25 - 60 23 18.º Penafiel 34 5 7 22 29 - 69 22
Campeão – Benfica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
3º classificado – Sporting – “Play-off” de acesso à Fase Grupos Liga dos Campeões
4º classificado – Sp. Braga – Entrada directa na Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – V. Guimarães – 3ª elimin. de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
6º classificado – Belenenses – 3ª elimin. de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
Despromovidos – Gil Vicente e Penafiel
Promovidos – Tondela e U. Madeira
Melhores marcadores:
1. Jackson Martínez – FC Porto – 21
2. Jonas – Benfica – 20
3. Lima – Benfica – 19
Benfica Bi-Campeão

Palmarés – Campeões:
Benfica (34) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10; 2013-14; 2014-15
FC Porto (27) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12; 2012-13
Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – Bayer Leverkusen
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Lisandro López, César, Loris Benito, Bryan Cristante, Tiago “Bebé” (87m – João Teixeira), Pizzi, Ola John, Lima (62m – Anderson Talisca) e Derley (76m – Nélson Oliveira)
Bayer Leverkusen – Bernd Leno, Roberto Hilbert, Ömer Toprak, Emir Spahic, Sebastian Boenisch, Gonzalo Castro, Simon Rolfes (83m – Stefan Kiessling), Karim Bellarabi, Hakan Çalhanoglu, Robbie Kruse (45m – Julian Brandt) e Josip Drmić (71m – Son Heung-Min)
Cartões amarelos – Bryan Cristante (36m); Sebastian Boenisch (26m) e Ömer Toprak (32m)
Cartão vermelho – Ömer Toprak (90m)
Árbitro – Aleksei Kulbakov (Bielorrússia)
Já sem objectivos nas competições europeias desta temporada, o Benfica fez alinhar nesta sua despedida uma equipa de “reserva”, que, não obstante, evidenciou nesta partida a atitude que faltou noutros jogos, podendo inclusivamente ter sido mais feliz, se tivesse tido maior discernimento e tranquilidade no momento de concretizar alguns lances de perigo que conseguiu criar.
Habitualmente pouco utilizados na generalidade, os jogadores a que Jesus hoje recorreu – em “poupança” para o FC Porto-Benfica de Domingo, para o campeonato – não comprometeram, denotando motivação e concentração, e até, estarem mais “rotinados” do que o que se poderia supor-se, acabando mesmo por retirar o 1.º lugar ao Bayer Leverkusen, posição conquistada pelo Monaco, de Leonardo Jardim (de forma sensacional, a defesa menos batida, com apenas um golo sofrido, curiosamente marcado pelo Benfica!).
Infelizmente, o balanço desta participação do Benfica na Liga dos Campeões, quedando-se pelo último lugar do seu Grupo, com apenas cinco pontos (uma vitória – frente ao vencedor do grupo – e dois empates), e somente dois golos marcados (só o APOEL, com um único golo, fez pior…) tem de qualificar-se como medíocre, nem sequer tendo conseguido alcançar a “consolação” da passagem para a Liga Europa, de que foi finalista nas duas épocas anteriores.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Zenit – Benfica
Zenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin, Aleksandr Anyukov, Ezequiel Garay, Nicolas Lombaerts (23m – Luís Neto), Domenico Criscito, Javi García (58m – Viktor Fayzulin), Axel Witsel, Hulk, Aleksandr Ryazantsev (65m – Oleg Shatov), Danny e José Rondón
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, André Almeida, Andreas Samaris (82m – Ola John), Enzo Pérez, Eduardo Salvio, Anderson Talisca (70m – Derley), Nico Gaitán e Lima
1-0 – Danny – 79m
Cartões amarelos – Luís Neto (30m), Hulk (36m) e Domenico Criscito (44m); Jardel (11m), Andreas Samaris (21m) e Luisão (36m)
Cartão vermelho – Luisão (90m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
O Benfica enfrentava esta partida com o condicionamento – que poderia ter efeito positivo, de alguma forma “espicaçando” a equipa – de saber que não poderia perder, sob pena de, não apenas ser eliminado da Liga dos Campeões, como inclusivamente, correndo o risco de se ver prematuramente afastado das competições europeias, o que sucederia caso a equipa do Monaco derrotasse o Bayer Leverkusen.
Porém, como foi regra em praticamente todas as partidas desta fase de grupos da presente edição da Liga dos Campeões, a equipa portuguesa entrou em campo algo desligada, não conseguindo pegar no jogo, consentindo a iniciativa ao adversário.
Sem que houvessem significativas ocasiões de perigo junto de qualquer das balizas, o empate ia perdurando. Tal como se pode caracterizar esta participação benfiquista na prova, também neste jogo a equipa foi de menos a “mais”, atravessando o seu melhor (curto) período já no segundo tempo, sensivelmente entre os 55 e os 70 minutos.
Por coincidência ou não, a opção táctica, de substituir Talisca por Derley não frutificaria; antes pelo contrário, corresponderia a um período em que o Zenit voltou a assumir maior predomínio, acabando por justificar o golo obtido.
Faltavam então pouco mais de dez minutos para o termo do encontro, e o Benfica não mais daria a sensação de poder reagir de forma afirmativa, como que conformado com a derrota.
Ficava então em suspenso do resultado do jogo entre Bayer Leverkusen e Monaco, no qual, contrariamente ao que seriam as expectativas generalizadas, a equipa monegasca acabaria mesmo por, mercê de um solitário golo, triunfar, liquidando qualquer esperança que o Benfica pudesse ainda acalentar de transitar para a Liga Europa.
Para o Benfica, esta melancólica época europeia – em que nunca evidenciou uma atitude competitiva compatível com as exigências de uma prova a este nível – terminará, já, no próximo dia 9 de Dezembro, num jogo apenas para “cumprir calendário”, recebendo o Bayer Leverkusen.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Monaco
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, André Almeida, Andreas Samaris (62m – Lima), Eduardo Salvio, Enzo Pérez, Anderson Talisca, Nico Gaitán (90m – Tiago “Bebé”) e Derley (86m – Bryan Cristante)
Monaco – Danijel Subašić, Fabinho, Andrea Raggi, Ricardo Carvalho, Layvin Kurzawa, Jérémy Toulalan, João Moutinho, Geoffrey Kondogbia (86m – Valère Germain), Lucas Ocampos (63m – Nabil Dirar), Yannick Ferreira-Carrasco e Lacina Traoré (72m – Anthony Martial)
1-0 – Talisca – 82m
Cartões amarelos – Andreas Samaris (29m) e Enzo Pérez (38m); Lacina Traoré (26m), Ricardo Carvalho (39m), Jérémy Toulalan (56m), João Moutinho (74m) e Layvin Kurzawa (86m)
Árbitro – David Fernández Borbalán (Espanha)
A principal diferença neste desafio, face aos anteriores do Benfica na presente edição da Liga dos Campeões, esteve na atitude com que os jogadores abordaram o jogo. Sabendo da sua importância praticamente decisiva para continuar a alimentar eventuais aspirações, a equipa portuguesa estava “proibida” de perder pontos, e, mesmo o empate, seria um mau resultado…
De resto, as habituais falhas de concentração defensiva, uma entrada difícil em acção, concedendo muitos espaços, permitindo à formação monegasca, por algumas vezes, acercar-se da baliza benfiquista com bastante perigo, com Júlio César a revelar estar atento.
Só que, paralelamente, o Benfica não desistiu nunca – isso, de certo modo, já tinha sucedido também na ronda inaugural, com o Zenit, embora então, a equipa revelasse notória impotência para inverter o rumo dos acontecimentos – de procurar a sorte que tão arredada tem andado da equipa nesta competição, porfiando sempre, acabando por ser feliz, mas, também, ao mesmo tempo, ter o merecido prémio, com o golo obtido por Talisca já na fase derradeira da partida.
Uma vitória que poderá ser crucial, no pior dos cenários, para evitar uma eliminação prematura das provas europeias desta temporada. A qualificação para os 1/8 de final da Liga dos Campeões continua a ser, de alguma forma, uma quimera, mas há que continuar a acreditar, elevar os níveis de confiança e concentração… e jogar melhor.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Monaco – Benfica
Monaco – Danijel Subašić, Fabinho, Andrea Raggi, Ricardo Carvalho, Layvin Kurzawa, Jérémy Toulalan, Nabil Dirar, João Moutinho (82m – Bernardo Silva), Geoffrey Kondogbia, Lucas Ocampos (62m – Yannick Ferreira-Carrasco) e Dimitar Berbatov (34m – Anthony Martial)
Benfica – Artur, Maxi Pereira, Luisão, Lisandro López, Eliseu, André Almeida, Eduardo Salvio, Enzo Pérez (88m – Andreas Samaris), Anderson Talisca (68m – Tiago “Bebé”), Nico Gaitán (79m – César) e Lima
Cartões amarelos – Ricardo Carvalho (71m), Layvin Kurzawa (78m) e Yannick Ferreira-Carrasco (90m); Eliseu (8m), Lisandro López (26m) e Eduardo Salvio (36m)
Cartão vermelho – Lisandro López (76m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
Depois de alguma infelicidade no primeiro jogo – pagando caro as falhas de desconcentração cometidas – e da péssima apresentação em Leverkusen, o Benfica abordava este terceiro desafio da Liga dos Campeões já em posição delicada, condicionado pela necessidade imperiosa de não poder perder a partida.
Mas, uma vez mais, começaria mal, demorando a “entrar no jogo”, concedendo espaços e a iniciativa ao adversário – o que só não resultou em golo logo nos minutos iniciais devido a uma inacreditável deficiente execução de Ocampos, com a baliza escancarada à sua mercê -, denotando um complexo dificilmente compreensível (e aceitável) face à que é, indubitavelmente, a equipa menos forte do grupo, e, uma vez mais, uma indisfarçável falta de ambição.
Tal foi ainda mais flagrante quando, no segundo tempo, depois de a equipa ter conseguido enfim serenar, ter “pegado no jogo”, e levar o perigo até próximo da área monegasca, nunca se resolvendo contudo a correr maiores riscos, retardando as substituições – e, mesmo, independentemente disso -, a fazer alterações no sistema de jogo, que pudessem conferir maior dinâmica e provocar desequilíbrios na estrutura defensiva do adversário.
É verdade que, nessa fase do jogo, o Benfica dispôs também de ocasiões de perigo e, pelo menos, de uma soberana oportunidade de golo. Mas, uma vez mais, a imagem que transpareceu foi a de que o Benfica se contentaria com o empate.
Tal percepção reforçar-se-ia, inevitavelmente, a partir do minuto 76, com a equipa em inferioridade numérica, acabando os últimos vinte minutos (incluindo tempo de compensação) por ter de sofrer, recuar as linhas, em busca de preservar o pontinho, que, veremos mais adiante, se poderá ter servido de algo.
Para já, com a configuração que o grupo apresenta, a continuidade na Liga dos Campeões, para a fase de eliminatórias, parece à distância de um milagre, que corresponderia a uma segunda volta quase perfeita (no mínimo, 7 pontos, de duas vitórias e um empate, esperando uma conjugação favorável de resultados nos jogos entre os outros três concorrentes); mas, mais preocupante, a própria continuidade nas provas europeias (por via da transição para a Liga Europa) encontra-se seriamente ameaçada, e, previsivelmente, dependente de um indispensável triunfo, já no próximo jogo, perante este mesmo opositor.
Mas, para tal, o Benfica vai ter de jogar muito mais…
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Bayer Leverkusen – Benfica
Bayer Leverkusen – Bernd Leno, Roberto Hilbert, Ömer Toprak, Emir Spahić, Wendell, Karim Bellarabi (70m – Levin Öztunalı), Stefan Reinartz, Lars Bender (82m – Giulio Donati), Son Heung-Min, Hakan Çalhanoğlu e Stefan Kiessling (76m – Josip Drmić)
Benfica – Júlio César, André Almeida, Luisão, Jardel, Eliseu, Enzo Pérez (77m – Andreas Samaris), Bryan Cristante (45m – Maxi Pereira), Eduardo Salvio, Anderson Talisca (45m – Lima), Nico Gaitán e Derley
1-0 – Kiessling – 25m
2-0 – Son Heung-Min – 34m
2-1 – Eduardo Salvio – 62m
3-1 – Hakan Çalhanoğlu (pen.) – 63m
Cartões amarelos – Roberto Hilbert (60m) e Levin Öztunalı (90m); Nico Gaitán (22m), Enzo Pérez (54m), Luisão (58m), Eduardo Salvio (70m) e Andreas Samaris (88m)
Árbitro – Martin Atkinson (Inglaterra)
Uma coisa é um desafio em que uma equipa, entrando mal no encontro, sofrendo um golo de início, e, por vicissitudes do próprio jogo, se vê numa posição de tal forma adversa que, por mais que lute, até ao final, dificilmente conseguirá reverter a tendência. Foi, de forma muito resumida, o que se passou na partida com o Zenit.
Outra coisa, bem diversa, é uma equipa entrar em campo, mas, de facto, “não estar”presente, manter-se alheada, completamente à deriva e à mercê do seu adversário, que, só por falta de eficácia, não ampliou o marcador a um nível que seria escandaloso. Foi o que aconteceu em Leverkusen.
Uma péssima exibição (?) do Benfica, que nunca demonstrou – nem quando Salvio reduziu a desvantagem para a diferença mínima, aliás logo reposta no minuto imediato… – capacidade para competir com o Bayer Leverkusen. E tal não será certamente justificável por um poderio “extraordinário” da equipa alemã, que não o tem na realidade – pese embora o valor que necessariamente se reconhece ao 4.º classificado do campeonato da Alemanha da época transacta -, mas sim por uma paupérrima actuação dos jogadores do Benfica, numa estrutura desconexa, que não funcionou minimamente bem em qualquer dos sectores, seja na defesa, seja no meio-campo, e, ainda menos, no ataque.
Dois jogos distintos na Liga dos Campeões, mas uma imagem comum transmitida, quer na vertente da falta de ambição, em primeira análise, quer, depois, no concreto, na falta de organização, coordenação, “fio de jogo”, que permitissem disputar, de “igual para igual” com os adversários, o resultado.
Uma tendência que urge inverter.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Zenit
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Eliseu, Enzo Pérez, Andreas Samaris (74m – André Almeida), Eduardo Salvio, Anderson Talisca (20m – Paulo Lopes), Nico Gaitán e Lima (74m – Derley)
Zenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin, Igor Smolnikov (45m – Aleksandr Anyukov), Nicolas Lombaerts, Ezequiel Garay, Domenico Criscito, Javi García, Axel Witsel, Hulk (85m – Andrey Arshavin), Oleg Shatov, Danny e José Rondón (76m – Pavel Mogilevets)
0-1 – Hulk – 5m
0-2 – Axel Witsel – 22m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (60m); Javi García (65m)
Cartão vermelho – Artur Moraes (18m)
Árbitro – Svein Oddvar Moen (Noruega)
O que dizer de um jogo em que se entra a perder, com pouco de mais de um quarto de hora se tem o guarda-redes expulso, e, pouco depois dos 20 minutos, praticamente no primeiro lance em que interveio, ainda “a frio”, o guardião suplente, se sofre o segundo golo?
Que a equipa entrou desconcentrada em campo, denotando dificuldades em compreender o posicionamento táctico do adversário e as rápidas desmarcações, com falhas defensivas que foram severamente penalizadas.
Depois, quando se poderia temer que o marcador se continuasse a avolumar, até atingir números pouco dignificantes, o Benfica teve o mérito de, não apenas estabilizar, recompondo-se a nível defensivo, como, inclusivamente, procurar reagir, indo á procura do golo, que, aliás, poderia ter alcançado, por mais de uma ocasião, num dia em que, contudo, “nada saiu bem”.
No segundo tempo, com o Zenit mais apostado em jogar pelo seguro, e em conservar a vantagem, o esforço e a atitude competitiva do grupo benfiquista seriam bem reconhecidos e merecidamente aplaudidos e incentivados com os incessantes cânticos de apoio, durante largos minutos, na fase final do jogo, com que os adeptos se despediram dos jogadores do seu clube, momento que, pela sua invulgaridade, dadas as circunstâncias, em particular o resultado adverso, nesta abertura da competição, ainda por cima jogando em casa, perdurará na memória, como um sinal de que futuras conquistas estarão à espreita.
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Épocas (Vencedor / Finalista) Benfica 25 10 1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55; 1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64; 1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86; 1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04; 2013-14 1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71; 1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97; 2004-05; 2012-13 FC Porto 16 12 1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77; 1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94; 1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03; 2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11 1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64; 1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08 Sporting 15 11 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48; 1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73; 1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95; 2001-02; 2006-07; 2007-08 1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70; 1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94; 1995-96; 1999-00; 2011-12 Boavista 5 1 1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92; 1996-97/ 1992-93 V. Setúbal 3 7 1964-65; 1966-67; 2004-05 1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66 1967-68; 1972-73; 2005-06 Belenenses 3 5 1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40 1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07 Académica 2 3 1938-39; 2011-12 1950-51; 1966-67; 1968-69 V. Guimarães 1 5 2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76; 1987-88; 2010-11 Braga 1 3 1965-66/ 1976-77; 1981-82; 1997-98 Leixões 1 1 1960-61/ 2001-02 Beira-Mar 1 1 1998-99/ 1990-91 E. Amadora 1 - 1989-90 Atlético - 2 1945-46; 1948-49 Marítimo - 2 1994-95; 2000-01 Rio Ave - 2 1983-84; 2013-14 Estoril - 1 1943-44 Olhanense - 1 1944-45 Torreense - 1 1955-56 Covilhã - 1 1956-57 Farense - 1 1989-90 Campomaiorense - 1 1998-99 U. Leiria - 1 2002-03 Paços Ferreira - 1 2008-09 Chaves - 1 2009-10
Finais da Taça de Portugal
Edição Época Vencedor Finalista LXXIV 2013-2014 Benfica Rio Ave 1-0 LXXIII 2012-2013 V. Guimarães Benfica 2-1 LXXII 2011-2012 Académica Sporting 1-0 LXXI 2010-2011 FC Porto V. Guimarães 6-2 LXX 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 LXIX 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 LXVIII 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 LXVII 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 LXVI 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 LXV 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 LXIV 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 LXIII 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 LXII 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 LXI 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 LX 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 LIX 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 LVIII 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 LVII 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 LVI 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 LV 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 LIV 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 LIII 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 LII 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 LI 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 L 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 XLIX 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 XLVIII 1987-1988 FC Porto V. Guimarães 1-0 XLVII 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 XLVI 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 XLV 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 XLIV 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 XLIII 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 XLII 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 XLI 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 XL 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 XXXIX 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 XXXVIII 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 XXXVII 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 XXXVI 1975-1976 Boavista V. Guimarães 2-1 XXXV 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 XXXIV 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 XXXIII 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 XXXII 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 XXXI 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 XXX 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 XXIX 1968-1969 Benfica Académica 2-1 XXVIII 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 XXVII 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 XXVI 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 XXV 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 XXIV 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 XXIII 1962-1963 Sporting V. Guimarães 4-0 XXII 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 XXI 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 XX 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 XIX 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 XVIII 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 XVII 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 XVI 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 XV 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 XIV 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 XIII 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 XII 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 XI 1950-1951 Benfica Académica 5-1 X 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 IX 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 VIII 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 VII 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 VI 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 V 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 IV 1941-1942 Belenenses V. Guimarães 2-0 III 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 II 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 I 1938-1939 Académica Benfica 4-3



