Archive for Novembro, 2006
COLÓQUIO “CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL”
Numa organização da Reitoria da Universidade de Coimbra e do Instituto de Estudos Jornalísticos, decorre nos próximos dois dias o 4º Colóquio de Outono da Universidade de Coimbra, a realizar no Auditório da Reitoria, este ano subordinado ao tema “Cultura e Comunicação Social”, pretendendo “constituir um debate estimulante acerca da atenção actualmente dispensada à cultura pela comunicação social portuguesa (rádio, televisão e jornais, incluindo a imprensa regional)”.
Do programa fazem parte nomeadamente:
– Conferência de abertura, pelo Ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, dia 21, pelas 10h30, tendo por tema “As responsabilidades culturais do serviço público de comunicação social”;
– “Mesa-redonda” sobre “A cultura vista do lado dos agentes da comunicação social”, com a participação de Ana Sousa Dias (RTP), Carlos Vaz Marques (TSF), Torcato Sepúlveda (“Diário de Notícias”) e Lídia Pereira (Diário “As Beiras”) e a moderação de Isabel Ferin Cunha (Instituto de Estudos Jornalísticos), também amanhã, pelas 15 horas;
– No dia 22, pelas 10 horas, “Mesa-redonda” sobre “A intervenção dos agentes culturais na comunicação social”, com a participação de Francisco José Viegas (Casa Fernando Pessoa), José Carlos Vasconcelos (JL, Visão), José Manuel Paquete de Oliveira (Provedor do Telespectador) e João Luís Campos (“Diário de Coimbra”) e a moderação de Isabel Vargues (Instituto de Estudos Jornalísticos);
– Conferência de encerramento, pelas 15 horas: “A comunicação da cultura e a cultura da comunicação”, por Manuel Maria Carrilho.
BLOGOSFERA EM 2006 (I)
O ano de 2006 inicia-se com a revelação do que pareciam ser mais algumas demonstrações da inesgotável capacidade de renovação da blogosfera:
– a 3 de Janeiro surgia O Espectro, pela mão de Constança Cunha e Sá. Ainda antes do termo do seu primeiro mês de actividade, a 29, seria palco da chegada de Vasco Pulido Valente à blogosfera; não obstante, o blogue acabaria por ter uma existência limitada (pouco mais de dois meses), tendo sido suspenso a 10 de Março, por alegada “falta de tempo”;
– a 6, em paralelo com o termo do Afixe, dava-se o simultâneo início do De Vagares; porém, também neste caso, o novo blogue – sentindo a falta de “pujança” do seu predecessor – acabaria por não perdurar por muito tempo, suspendendo a publicação em Setembro (“Requiem”, a 3; “Fim de emissão?”, a 17);
– os regressos de Pedro Boucherie Mendes (a 13), um dos “históricos” da grande “explosão da blogosfera”, há já 3 anos e meio (então com o Guerra e Pas), agora Aos 35; e
– a 16 de Janeiro, de Daniel Oliveira (integrando – também por pouco tempo… – a equipa do Aspirina B).
MEMÓRIA VIRTUAL (ACT.)
Dada a actual dificuldade em publicar entradas na presente plataforma (weblog.com.pt), o MEMÓRIA VIRTUAL passa a estar disponível aqui.

BLOGOSFERA EM 2006
Pelo quarto ano consecutivo – depois das notas relativas a alguns dos principais aspectos relacionados com a “blogosfera” em 2003, 2004 e 2005 – chega agora a oportunidade de “passar em revista” mais um ano, o de 2006.
A partir da próxima segunda-feira, diariamente, terei o gosto de ir recordando alguns dos principais momentos da blogosfera em 2006, numa retrospectiva que se traduz em mais um esboço desta “memória virtual” que vou cultivando.
Entretanto, pode consultar uma síntese das notas relativas aos anos de 2003 a 2005 (“O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal”), na página “Pulsar” do Memória Virtual.
RELATÓRIO “DESENVOLVIMENTO HUMANO" (X)
Procurando finalizar retomando uma vertente positiva, concluo hoje uma breve resenha de alguns dos principais aspectos relatados no Relatório de Desenvolvimento Humano da ONU, com mais uma comparação de indicadores, desta vez, a nível dos diversos continentes, com indicação dos países com melhor desempenho a nível “regional”.
Os indicadores que seleccionei são: o Nº de médicos por cada 100 000 habitantes; Casos de Tuberculose por 100 000 habitantes; Esperança de vida à nascença; Taxa de mortalidade infantil (por 1 000); Taxa de escolarização primária; PIB per capita em USD (p.p.c.); % Crescimento anual do PIB 1990-2004; Telefones por 1 000 habitantes:
EUROPA
(1) Noruega: 313/ 2/79,6/ 4/ 99 /38 454/2,5/669
(2) Islândia: 362/ 2/80,9/ 2/ 99 /33 051/2,0/652
(4) Irlanda: 279/ 9/77,9/ 5/ 96 /38 827/7,3/496
(5) Suécia: 328/ 3/80,3/ 3/ 99 /29 541/1,8/708
(9) Suíça: 361/ 6/80,7/ 5/ 94 /33 040/0,2/710
...
(28)Portugal: 342/35/77,5/ 4/ 99 /19 629/2,1/404
OCEÂNIA
(3) Austrália: 247/ 6/80,5/ 5/ 96 /30 331/2,5/541
(20) N. Zelândia: 237/11/79,3/ 5/ 99 /23 413/2,1/443
(55) Tonga: 34/42/72,4/20/ 96/ 7 870/2,1/ nd
(75) Samoa: 70/43/70,5/25/ 90/ 5 613/4,9/ nd
(90) I. Fiji: 34/41/68,0/16/ 96/ 6 066/1,4/ nd
AMÉRICA DO NORTE
(6) Canadá: 214/ 4/80,2/ 5/ 99 /31 263/2,1/ nd
(8) EUA: 256/ 4/77,5/ 7/ 92 /39 676/1,9/606
(31) Barbados: 121/12/75,3/10/ 97 /15 720/ nd/505
(48) Costa Rica: 132/15/78,3/11/ nd / 9 481/2,5/316
(50) Cuba: 591/12/77,6/ 6/ 96 / nd/ nd/ 68
ÁSIA
(7) Japão: 198/39/82,2/ 3/100 /29 251/0,8/460
(22) Hong-Kong: nd/77/81,8/nd/ 93 /30 822/2,0/549
(23) Israel: 382/ 7/80,0/ 5/ 98 /24 382/1,6/441
(25) Singapura: 140/41/78,9/ 3/ nd /28 077/3,8/440
(26) Coreia do Sul:157/125/77,3/ 5/100 /20 499/4,5/542
AMÉRICA DO SUL
(36) Argentina: 301/53/74,6/16/ 99 /13 298/1,3/227
(38) Chile: 109/16/78,1/ 8/ nd /10 874/3,7/206
(43) Uruguai: 365/33/75,6/15/ nd / 9 421/0,8/291
(69) Brasil: 115/77/70,8/32/ 93 / 8 195/1,2/230
(70) Colômbia: 135/75/72,6/18/ 83 / 7 256/0,5/195
ÁFRICA
(47) I. Seychelles: 151/83/72,7/12/ 96 /16 652/2,1/253
(63) I. Maurícias: 106/135/72,4/14/ 95 /12 027/3,9/287
(64) Líbia: 129/20/73,8/18/ nd / 7 570/ nd/ nd
(87) Tunísia: 134/24/73,5/21/ 97 / 7 768/3,2/121
(102) Argélia: 113/54/71,4/35/ 97 / 6 603/0,9/ 71
...
(106) Cabo Verde: 49/314/70,7/27/ 92 / 5 727/3,5/148
RELATÓRIO “DESENVOLVIMENTO HUMANO" (IX)
A encerrar estas breves referências ao desempenho de países de expressão portuguesa e dos países de menor desenvolvimento, aqui ficam os resultados apurados relativamente aos seguintes indicadores: Taxa de escolarização primária; PIB per capita (USD ppc); % Crescimento anual do PIB 1990-2004; Taxa de inflação média anual 1990-2004; e, por fim, Telefones por 1 000 habitantes:
- (1) Noruega: 99 /38 454 / 2,5 / 2,2 / 669
- (28) Portugal: 99 /19 629 / 2,1 / 3,9 / 404
- (69) Brasil: 93 / 8 195 / 1,2 /98,3 / 230
- (106) Cabo Verde: 92 / 5 727 / 3,5 / 4,2 / 156
- (127) S. Tomé e Príncipe:98 / 1 231 / nd / nd / nd
- (142) Timor-Leste: nd / nd / nd / nd / nd
- (161) Angola: nd / 2 180 / -1,2 / 446 / 6
- (168) Moçambique: 71 / 1 237 / 4,2 /23,4 / nd
- (169) Burundi: 57 / 677 / -2,5 /13,9 / nd
- (170) Etiópia: 46 / 756 / 1,5 / 4,0 / nd
- (171) Tchad: 57 / 2 090 / 2,1 / 5,6 / 1
- (172) R. Centro Africana:nd / 1 094 / -0,6 / 4,1 / 3
- (173) Guiné-Bissau: 45 / 722 / -2,6 /22,1 / nd
- (174) Burkina Faso: 40 / 1 169 / 1,3 / 4,3 / 6
- (175) Mali: 46 / 998 / 2,5 / 4,0 / 6
- (176) Serra Leoa: nd / 561 / -5,5 /20,9 / 5
- (177) Níger: 39 / 779 / -0,7 / 4,6 / 2
Subsistem bastantes números “chocantes”, começando desde logo pelas taxas de escolarização básica, muito abaixo dos 50 %, e, sobretudo, pelo PIB per capita, com países a produzirem uma riqueza média diária por pessoa, inferior a 2 dólares (em termos de poder de paridade de compra – uma vez que, em valor absoluto, chegam a ser inferiores a 1 dólar), passando pelas taxas de crescimento anual médias negativas no decurso dos últimos 14 anos e por situações de hiper-inflação mais que “galopante” (Angola e… Brasil).
RELATÓRIO “DESENVOLVIMENTO HUMANO" (VIII)
Infelizmente, nem só de “grandes desempenhos” vive o mundo; repetindo-me, continuo a achar que valerá (muito) a pena debruçar-nos um pouco sobre os indicadores apresentados pelos países menos desenvolvidos e reflectir sobre estas situações de grande pobreza e subdesenvolvimento, num mundo que necessita criar condições para um desenvolvimento global mais harmonioso e sustentado.
Um total de 18 países, em que vivem cerca de 460 milhões de pessoas, apresentam indicadores inferiores aos registados há 15 anos!
Mais de 1 000 milhões (!) de pessoas sobrevivem com menos de 1 dólar por dia.
Em cada ano, há ainda mais de 10 milhões de crianças que não atingem o 5º aniversário. Anualmente, a SIDA custa a vida a 3 milhões de pessoas – tendo provocado a redução da esperança média de vida do Botswana de 67 anos para apenas 36 anos!
Num mundo onde subsistem enormes desigualdades, as 500 pessoas mais ricas têm um rendimento conjunto superior ao rendimento das 400 milhões de pessoas mais pobres…
Mas – para além das responsabilidades dos países desenvolvidos – será também necessário procurar a causa para a pobreza extrema nos países por ela afectada; países beneficiando de importantes riquezas naturais (pedras preciosas no Afeganistão; petróleo e diamantes em Angola; madeira no Cambodja; petróleo no Congo; gás natural em Aceh, na Indonésia; madeira, diamantes, café e cacau na Libéria; diamantes na Serra Leoa; petróleo no Sudão) desbaratam esses recursos como forma de financiar guerras fratricidas, enquanto que os apoios internacionais são absorvidos por práticas de corrupção há muito instaladas.
E, infelizmente, dos países menos desenvolvidos fazem parte os de expressão portuguesa (com Cabo Verde a alcançar, não obstante, a 6ª posição de entre os países africanos), cujos principais indicadores resumirei também hoje e amanhã, a par dos países com prestações inferiores.
Começando com indicadores relacionados com a saúde e sobrevivência, desde o Nº de médicos por cada 100 000 habitantes; % de adultos infectados pelo vírus da SIDA; Casos de Tuberculose por 100 000 habitantes; Esperança de vida à nascença; terminando com a Taxa de mortalidade infantil (por 1 000):
- (1) Noruega: 313 / 0,1 / 4 / 79,6 / 4 - (28) Portugal: 342 / 0,4 / 35 / 77,5 / 5 - (69) Brasil: 115 / 0,5 / 77 / 70,8 / 32 - (106) Cabo Verde: 49 / nd / 314 / 70,7 / 27 - (127) S. Tomé e Príncipe: 49 / nd / 253 / 63,2 / 75 - (142) Timor-Leste: 10 / 0,1 / 692 / 56,0 / 64 - (161) Angola: 8 / 3,7 / 310 / 41,0 / 154 - (168) Moçambique: 3 /16,1 / 635 / 41,6 / 104 - (169) Burundi: 3 / 3,3 / 564 / 44,0 / 114 - (170) Etiópia: 3 / 2,2 / 533 / 47,8 / 110 - (171) Tchad: 4 / 3,5 / 566 / 43,7 / 117 - (172) R. C. Africana: 8 /10,7 / 549 / 39,1 / 115 - (173) Guiné-Bissau: 12 / 3,8 / 306 / 44,8 / 126 - (174) Burkina Faso: 6 / 2,0 / 365 / 47,9 / 97 - (175) Mali: 8 / 1,7 / 578 / 48,1 / 121 - (176) Serra Leoa: 3 / 1,6 / 847 / 41,0 / 165 - (177) Níger: 3 1,1 / 288 / 44,6 / 152
Números “assustadores”, em particular na taxa de infectados com o vírus da Sida em Moçambique e na R. Centro Africana, a reduzidíssima esperança de vida na R. C. Africana (menos de 40 anos!), Angola Serra Leoa e Moçambique, terminando nas enormes taxas de mortalidade infantil (mais de 10 %!) em Moçambique, Burundi, Etiópia, Tchad, R. C. Africana, Guiné-Bissau, Mali e, com Angola, Níger e Serra Leoa (com valores absolutamente “inaceitáveis”, acima de 15 %).
RELATÓRIO “DESENVOLVIMENTO HUMANO” (VII)
Por fim, no que respeita aos factores “Desempenho económico” / “Difusão tecnológica”, destacam-se os seguintes indicadores, respectivamente, PIB per capita em USD (PPC); % Crescimento anual do PIB 1990-2004; Taxa de inflação média anual 1990-2004; Telefones por 1 000 habitantes; Telemóveis por 1 000 habitantes; Utilizadores de Internet por 1 000 habitantes:
- Noruega: 38 454 / 2,5 / 2,2 / 669 / 861 / 390 - Islândia: 33 051 / 2,0 / 3,2 / 652 / 998 / 772 - Austrália: 30 331 / 2,5 / 2,4 / 541 / 818 / 646 - Irlanda: 38 827 / 7,3 / 2,8 / 496 / 929 / 265 - Suécia: 29 541 / 1,8 / 1,7 / 708 / 1034 / 756 - Canadá: 31 263 / 2,1 / 1,9 / nd / 469 / 626 - Japão: 29 251 / 0,8 / 0,3 / 460 / 716 / 587 - EUA: 39 676 / 1,9 / 2,6 / 606 / 617 / 630 - Suíça: 33 040 / 0,2 / 1,3 / 710 / 849 / 474 - Holanda: 31 789 / 2,1 / 2,6 / 483 / 910 / 614 ... - Portugal: 19 629 / 2,1 / 3,9 / 404 / 981 / 281
Relativamente aos aspectos económicos, Portugal terá ainda que recuperar de forma significativa, particularmente o valor de PIB per capita (cerca de metade do registado pelos países mais “ricos”), assim como necessita reduzir a taxa média de inflação.
Destaque para o número de telemóveis por 1 000 habitantes, que continua a aumentar (uma particularidade portuguesa, que terá provocado inclusivamente a redução do número de telefones fixos), quase “competindo” ao nível dos maiores utilizadores mundiais (nomeadamente os países nórdicos: Suécia, Islândia, Finlândia e Noruega; para além de Hong Kong, Itália, Israel, R. Checa e Reino Unido – todos acima de 1 000 –, não se encontrando disponíveis dados actualizados relativamente ao “recordista mundial” no estudo anterior, o Luxemburgo, com 1 194!).
Finalmente, a nível de utilizadores de Internet, continua a haver ainda um longo caminho a percorrer para uma aproximação aos países do topo mundial.
EURO-2008 (QUALIF.) – PORTUGAL – CAZAQUISTÃO

3-0
Fazendo o “mais difícil” (inaugurar o marcador) cedo na partida, Portugal começou desde logo a tornar fácil este compromisso, perante um opositor condicionado pela sua reduzida expressão competitiva a nível europeu.
O que seria confirmado à passagem da meia-hora de jogo, com o segundo golo, numa excelente execução de Cristiano Ronaldo, a marcar já pela 15ª vez pela principal selecção de Portugal.
Podia esperar-se que, a partir daí – com naturalidade -, o resultado se fosse avolumando, mas, à semelhança do que tem acontecido, até ao momento, em toda a fase de apuramento, a selecção portuguesa parece não querer ir além dos “serviços mínimos”, não obstante algumas oportunidades desperdiçadas, tendo proporcionado até o ensejo para duas ou três investidas do Cazaquistão no meio-campo da equipa nacional.
Já nos últimos cinco minutos, haveria ainda tempo para o “arredondar” do marcador, com Simão Sabrosa a “bisar”, alcançando assim o seu 12º golo pela selecção de Portugal.
– Ricardo; Miguel, Ricardo Carvalho, Tonel (77m – Jorge Andrade) e Paulo Ferreira; Raul Meireles, Tiago, Deco (63m – Carlos Martins), Cristiano Ronaldo (58m – Quaresma) e Simão Sabrosa; Nuno Gomes
– Loria, Kuchma, Zhalmagambetov, Smakov, Azovskiy, Travin, Sergienko (74m – Larin), Khokhlov, Byakov, Baltiev e Zhumaskaliyev
1-0 – Simão Sabrosa – 8m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 30m
3-0 – Simão Sabrosa – 85m
Cartões amarelos – Simão Sabrosa (51m); Travin (65m)
Árbitro – René Rogalla (Suíça)
Na jornada de hoje da Fase de Qualificação para o “EURO 2008″, destaque para o empate que o Chipre impôs à Alemanha, e para as vitórias da Polónia (na Bélgica) – que vem “complicar” as nossas contas – e da Croácia (em Israel, por 4-3).
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Finlândia5 3 2 - 7-2 11 2º Sérvia
4 3 1 - 6-1 10 3º Polónia
5 3 1 1 6-5 10 4º Portugal
4 2 1 1 8-3 7 5º Bélgica
5 2 1 2 4-2 7 6º Cazaquistão
5 - 2 3 1-7 2 7º Arménia
4 - 1 3 0-5 1 8º Azerbaijão
4 - 1 3 1-8 1
5ª jornada
15.11.06 – Finlândia – Arménia – 1-0
15.11.06 – Bélgica – Polónia – 0-1
15.11.06 – Portugal – Cazaquistão – 3-0
4ª jornada
11.10.06 – Sérvia – Arménia – 3-0
11.10.06 – Polónia – Portugal – 2-1
11.10.06 – Bélgica – Azerbaijão – 3-0
11.10.06 – Cazaquistão – Finlândia – 0-2
3ª jornada
07.10.06 – Sérvia – Bélgica – 1-0
07.10.06 – Arménia – Finlândia – 0-0
07.10.06 – Cazaquistão – Polónia – 0-1
07.10.06 – Portugal – Azerbaijão – 3-0
2ª jornada
06.09.06 – Azerbaijão – Cazaquistão – 1-1
06.09.06 – Finlândia – Portugal – 1-1
06.09.06 – Polónia – Sérvia – 1-1
06.09.06 – Arménia – Bélgica – 0-1
1ª jornada
16.08.06 – Bélgica – Cazaquistão – 0-0
02.09.06 – Sérvia – Azerbaijão – 1-0
02.09.06 – Polónia – Finlândia – 1-3
RELATÓRIO “DESENVOLVIMENTO HUMANO" (VI)
No que respeita a outro dos factores determinantes nesta classificação – “Gastos Públicos com Educação” / “Literacia” – destacam-se os seguintes indicadores, respectivamente, Gastos Públicos com Educação (% do PIB); Taxa de escolarização primária; Taxa de escolarização secundária:
- Noruega: 7,7 / 99 / 96
- Islândia: 8,0 / 99 / 86
- Austrália: 4,8 / 96 / 85
- Irlanda: 4,3 / 96 / 87
- Suécia: 7,0 / 99 / 98
- Canadá: 5,2 / 99 / 94
- Japão: 3,7 / 100 / 100
- EUA: 5,9 / 92 / 90
- Suíça: 5,4 / 94 / 83
- Holanda: 5,3 / 99 / 89
...
- Portugal: 5,9 / 99 / 82
Realce positivo para a recuperação conseguida por Portugal ao nível da taxa de escolarização primária, que se espera esteja a caminho dos 100 %.
A percentagem de estudantes no ensino secundário (incidindo sobre a totalidade da população em idade de frequentar esse grau de escolaridade) será um dos aspectos ainda a melhorar, isto apesar de outros países evidenciarem também opções que não apontam exclusivamente para esta orientação (casos da Islândia, Austrália, Irlanda e até a Suíça, por exemplo).



