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Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Malmö – Paris St.-Germain – 0-5
Shakhtar Donetsk – Real Madrid – 3-4
1º Real Madrid, 13; 2º Paris St.-Germain, 10; 3º Shakhtar Donestsk e Malmö, 3
Grupo B
CSKA Moskva – Wolfsburg – 0-2
Manchester United – PSV – 0-0
1º Wolfsburg, 9; 2º Manchester United, 8; 2º PSV, 7; 4º CSKA Moskva, 4
Grupo C
At. Madrid – Galatasaray – 2-0
Astana – Benfica – 2-2
1º At. Madrid e Benfica, 10; 3º Galatasaray, 4; 4º Astana, 3
Grupo D
Juventus – Manchester City – 1-0
Borussia M’gladbach – Sevilla – 4-2
1º Juventus, 11; 2º Manchester City, 9; 3º Borussia M’gladbach, 5; 4º Sevilla, 3
Grupo E
BATE Borisov – Bayer Leverkusen – 1-1
Barcelona – Roma – 6-1
1º Barcelona, 13; 2º Roma e Bayer Leverkusen, 5; 4º BATE Borisov, 4
Grupo F
Arsenal – D. Zagreb – 3-0
Bayern – Olympiakos – 4-0
1º Bayern, 12; 2º Olympiakos, 9; 3º Arsenal, 6; 4º D. Zagreb, 3
Grupo G
FC Porto – D. Kyiv – 0-2
Maccabi Tel-Aviv – Chelsea – 0-4
1º Chelsea e FC Porto, 10; 3º D. Kyiv, 8; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0
Grupo H
Zenit – Valencia – 2-0
Lyon – Gent – 1-2
1º Zenit, 15; 2º Gent, 7; 3º Valencia, 6; 4º Lyon, 1
A uma jornada do termo desta fase de grupos, garantiram já o apuramento para os 1/8 de final as seguintes nove equipas: Real Madrid, Manchester City, Zenit, Barcelona, Bayern, Paris St.-Germain, At. Madrid, Benfica e Juventus.
As sete vagas remanescentes serão disputadas entre: Wolfsburg, Manchester United e PSV (apurar-se-ão dois destes clubes); Roma, Bayer Leverkusen ou BATE Borisov; Olympiakos ou Arsenal; Chelsea, FC e D. Kyiv (também serão apuradas duas destas três equipas); e Gent ou Valencia.
O FC Porto, que tinha a qualificação muito bem encaminhada, pode ter deitado tudo a perder com o inesperado desaire caseiro ante o D. Kyiv; caso os ucranianos vençam, na derradeira ronda, o Maccabi de Tel-Aviv, o FC Porto necessitará vencer em Londres, frente ao Chelsea.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Astana – Benfica
Astana – Nenad Erić, Branko Ilic, Evgeni Postnikov, Marin Anicic, Dmitri Shomko, Patrick Twumasi (90m – Denys Dedechko), Roger Cañas, Nemanja Maksimovic, Foxi Kéthévoama (87m – Georgi Zhukov), Junior Kabananga (84m – Aleksei Schetkin) e Serikzhan Muzhikov
Benfica – Júlio César, Sílvio (65m – André Almeida), Lisandro López, Jardel, Eliseu, Renato Sanches, Andreas Samaris (65m – Anderson Talisca), Gonçalo Guedes, Pizzi, Jonas (80m – Bryan Cristante) e Raúl Jiménez
1-0 – Patrick Twumasi – 19m
2-0 – Marin Anicic – 31m
2-1 – Raúl Jiménez – 40m
2-2 – Raúl Jiménez – 72m
Cartões amarelos – Roger Cañas (50m) e Aleksei Schetkin (90m); Raúl Jiménez (23m) e Lisandro López (44m) e Jonas (48m)
Árbitro – Ruddy Buquet (França)
Na mais longa deslocação das história das competições europeias, até à capital do Cazaquistão (quase 6.200 km), o Benfica conhecia, à partida, os riscos e dificuldades que se lhe ofereciam, num terreno em que nem o Galatasarary, nem sequer o At. Madrid, haviam conseguido melhor que o empate.
O que não invalida que tivesse constituído surpresa, ver-se em posição desfavorável no marcador ainda antes dos vinte minutos, e pouco depois de ter sido já antes ameaçada a baliza portuguesa. E, ainda mais, como resultado de um mau desempenho defensivo, com várias desconcentrações, que o Astana tivesse chegado ao 2-0, à passagem da meia hora. Era mau demais!
Valeu então, para que a equipa portuguesa se conseguisse recompor, o golo de Raúl Jiménez, obtido ainda antes do termo do primeiro momento, crucial para que os benfiquistas pudessem serenar e voltar a entrar no jogo.
Na segunda parte, a tendência do jogo foi bastante distinta; o Astana já não era tão ameaçador, e, à medida que o tempo decorria, era o Benfica que ia forçando, na tentativa de chegar ao empate.
O que viria a alcançar, novamente pelo mexicano Jiménez, ainda com cerca de vinte minutos por jogar. Não obstante, até final, depois de restabelecida a igualdade, concretizando uma boa recuperação, depois do “choque” inicial, a equipa portuguesa como que se terá considerado satisfeita, preferindo jogar pelo seguro.
Era um desfecho que constituía como que “meio caminho andado” para o apuramento para os 1/8 de final – no caso de uma expectável vitória do At. Madrid na recepção ao Galatasaray, o que se viria a confirmar poucas horas depois -, ao mesmo tempo que garantia ao Benfica chegar à última jornada no 1.º lugar do grupo.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Shakhtar Donetsk – Malmö – 4-0
Real Madrid – Paris St.-Germain – 1-0
1º Real Madrid, 10; 2º Paris St.-Germain, 7; 3º Shakhtar Donestsk e Malmö, 3
Grupo B
Manchester United – CSKA Moskva – 1-0
PSV – Wolfsburg – 2-0
1º Manchester United, 7; 2º PSV e Wolfsburg, 6; 4º CSKA Moskva, 4
Grupo C
Astana – At. Madrid – 0-0
Benfica – Galatasaray – 2-1
1º Benfica, 9; 2º At. Madrid, 7; 3º Galatasaray, 4; 4º Astana, 2
Grupo D
Borussia M’gladbach – Juventus – 1-1
Sevilla – Manchester City – 1-3
1º Manchester City, 9; 2º Juventus, 8; 3º Sevilla, 3; 4º Borussia M’gladbach, 2
Grupo E
Barcelona – BATE Borisov – 3-0
Roma – Bayer Leverkusen – 3-2
1º Barcelona, 10; 2º Roma, 5; 3º Bayer Leverkusen, 4; 4º BATE Borisov, 3
Grupo F
Bayern – Arsenal – 5-1
Olympiakos – D. Zagreb – 2-1
1º Bayern e Olympiakos, 9; 3º Arsenal e D. Zagreb, 3
Grupo G
Maccabi Tel-Aviv – FC Porto – 1-3
Chelsea – D. Kyiv – 2-1
1º FC Porto, 10; 2º Chelsea, 7; 3º D. Kyiv, 5; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0
Grupo H
Lyon – Zenit – 0-2
Gent – Valencia – 1-0
1º Zenit, 12; 2º Valencia, 6; 3º Gent, 4; 4º Lyon, 1
Ainda com duas rondas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/8 de final as seguintes três equipas: Real Madrid, Manchester City e Zenit. Por seu lado, Barcelona, Bayern, FC Porto e Benfica estão muito próximos de alcançar também tal objectivo.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Galatasaray
Benfica – Júlio César, Sílvio, Jardel, Luisão, Eliseu, Gonçalo Guedes (73m – Mehdi Carcela-González), André Almeida, Talisca (90m – Bryan Cristante), Nico Gaitán, Raúl Jiménez e Jonas (81m – Pizzi)
Galatasaray – Fernando Muslera, Jason Denayer (74m – Emre Çolak), Aurélien Chedjou, Hakan Balta, Olcan Adın, Sabri Sarıoğlu, Selçuk İnan, Bilal Kisa (69m – Yasin Öztekin), Lukas Podolski, Wesley Sneijder e Burak Yılmaz (74m – Umut Bulut)
1-0 – Jonas – 52m
1-1 – Lukas Podolski – 58m
2-1 – Luisão – 67m
Cartões amarelos – André Almeida (31m), Gonçalo Guedes (43m), Nico Gaitán (44m) e Sílvio (56m); Burak Yılmaz (41m), Selçuk İnan (55m) e Olcan Adın (90m)
Cartão vermelho – Nico Gaitán (85m)
Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)
Depois do desaire sofrido em Istambul, a equipa do Benfica tinha plena consciência de que este era o “jogo-chave” da qualificação, que lhe permitiria “rentabilizar” o excelente triunfo alcançado em Madrid, face ao favorito At. Madrid.
Pretendendo assumir a iniciativa do jogo, a equipa portuguesa revelar-se-ia contudo falha de velocidade e intensidade, com reduzida dinâmica, facilitando a tarefa defensiva da formação turca.
Já no segundo tempo, e logo na sua fase inicial, o Benfica conseguiria desbloquear a situação, inaugurando o marcador, colocando-se em importante posição de vantagem.
Todavia, tal posição seria de muito curta duração; em mais uma falha defensiva, o oportuno Lukas Podolski não perdoaria, voltando a marcar, como fizera já em Istambul, restabelecendo a igualdade.
Receou-se que a equipa portuguesa pudesse acusar o tento sofrido e passar por fase de alguma intranquilidade. Valeria então a decisão de Luisão, de forma determinada, a dar novamente preciosa vantagem ao Benfica.
Que, então, a equipa benfiquista conseguiria preservar, de forma mais concentrada, não permitindo grandes veleidades ao Galatasaray.
Um desfecho que deixa caminho aberto para o apuramento, podendo chegar, para consumar tal objectivo, um empate no Cazaquistão.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Galatasaray – Benfica
Galatasaray – Fernando Muslera, Sabri Sarıoğlu, Aurélien Chedjou, Hakan Balta, Lionel Carole, Bilal Kisa (90m – José Rodríguez), Selçuk İnan, Lukas Podolski, Wesley Sneijder, Yasin Öztekin (59m – Olcan Adın) e Umut Bulut (78m – Burak Yılmaz)
Benfica – Júlio César, Sílvio (82m – Konstantinos Mitroglou), Luisão, Jardel, Eliseu (66m – Pizzi), Nico Gaitán, André Almeida, Andreas Samaris, Gonçalo Guedes (75m – Victor Andrade), Raúl Jiménez e Jonas
0-1 – Nico Gaitán – 2m
1-1 – Selçuk İnan (pen.) – 19m
2-1 – Lukas Podolski – 33m
Cartões amarelos – Bilal Kisa (32m), Selçuk İnan (63m), Hakan Balta (70m) e Burak Yılmaz (90m); André Almeida (18m), Andreas Samaris (73m), Victor Andrade (78m) e Luisão (87m)
Árbitro – William Collum (Escócia)
Aspirando a um inédito arranque de três triunfos na primeira volta da fase de Grupos da Liga dos Campeões, o Benfica dificilmente poderia desejar melhor começo do que teve nesta noite em Istambul, com Nico Gaitán, num lance de génio, a tirar um adversário do caminho e a ludibriar o guarda-redes, com um toque subtil, de grande classe, inaugurando o marcador estava apenas decorrido um minuto de jogo!
Porém, ao contrário do que seria expectável, tal vantagem não motivou o Benfica para uma boa exibição, pelo contrário experimentando dificuldades para suster a reacção da equipa turca, denotando alguma inconsistência defensiva, com falhas pelas quais foi severamente penalizada, primeiro com uma grande penalidade a sancionar um contacto com a mão em plena grande área, a permitir ao Galatasaray o tento do empate, ainda numa fase relativamente inicial do desafio; e, não muito depois, completando a reviravolta, com o segundo tento, com pouco mais de meia hora de tempo decorrido.
No segundo tempo, a toada de jogo manteve-se, com a formação da casa a colocar à prova Júlio César, a rematar ao poste, causando alguns sustos à turma portuguesa.
Que, curiosamente, apenas na meia hora final conseguiria enfim ripostar, assumindo então as rédeas do jogo, dispondo de algumas ocasiões para, pelo menos evitar a derrota, o que, contudo, não conseguiria concretizar
Num encontro em que a exibição dos benfiquistas foi inconstante, e em que a defesa não mostrou a segurança necessária, fica a sensação de um resultado algo amargo, num desafio em que o Benfica poderia ter feito mais, mas em que, paralelamente, saiu vencido, mas não “convencido”.
Mantendo a liderança do grupo, agora partilhada com o Atlético de Madrid, terá, ainda assim, nova oportunidade, na recepção a esta mesma equipa do Galatasaray, para confirmar a sua superioridade, numa partida que assume agora contornos determinantes para o apuramento para os 1/8 de final da competição.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Malmö – Shakhtar Donetsk – 1-0
Paris St.-Germain – Real Madrid – 0-0
1º Real Madrid e Paris St.-Germain, 7; 3º Malmö, 3; 4º Shakhtar Donestsk, 0
Grupo B
CSKA Moskva – Manchester United – 1-1
Wolfsburg – PSV – 2-0
1º Wolfsburg, 6; 2º CSKA Moskva e Manchester United, 4; 4º PSV, 3
Grupo C
At. Madrid – Astana – 4-0
Galatasaray – Benfica – 2-1
1º At. Madrid e Benfica, 6; 2º Galatasaray, 4; 4º Astana, 1
Grupo D
Juventus – Borussia M’gladbach – 0-0
Manchester City – Sevilla – 2-1
1º Juventus, 7; 2º Manchester City, 6; 3º Sevilla, 3; 4º Borussia M’gladbach, 1
Grupo E
BATE Borisov – Barcelona – 0-2
Bayer Leverkusen – Roma – 4-4
1º Barcelona, 7; 2º Bayer Leverkusen, 4; 3º BATE Borisov, 3; 4º Roma, 2
Grupo F
Arsenal – Bayern – 2-0
D. Zagreb – Olympiakos – 0-1
1º Bayern e Olympiakos, 6; 3º Arsenal e D. Zagreb, 3
Grupo G
FC Porto – Maccabi Tel-Aviv – 2-0
D. Kyiv – Chelsea – 0-0
1º FC Porto, 7; 2º D. Kyiv, 5; 3º Chelsea, 4; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0
Grupo H
Zenit – Lyon – 3-1
Valencia – Gent – 2-1
1º Zenit, 9; 2º Valencia, 6; 3º Gent e Lyon, 1
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – At. Madrid – Benfica
At. Madrid – Jan Oblak, Juanfran, José María Giménez, Diego Godín, Filipe Luís, Gabi, Óliver Torres (63m – Saúl Ñíguez), Tiago, Ángel Correa (77m – Fernando Torres), Antoine Griezmann (71m – Luciano Vietto) e Jackson Martínez
Benfica – Júlio César, Nélson Semedo, Luisão, Jardel, Eliseu, Andreas Samaris (73m – Lubjomir Fejsa), Gonçalo Guedes, André Almeida, Nico Gaitán, Raúl Jiménez (72m – Kostas Mitroglou) e Jonas (80m – Pizzi)
1-0 – Correa – 23m
1-1 – Nico Gaitán – 36m
1-2 – Gonçalo Guedes – 51m
Cartões amarelos – Jackson Martínez (40m) e Óliver Torres (55m); Eliseu (25m), Luisão (28m), Andreas Samaris (40m) e Jardel (82m)
Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)
No regresso do Benfica às “grandes noites europeias”, fica o registo de uma excelente vitória, no terreno de um dos finalistas da competição há dois anos (em que deixou então escapar o troféu, já em período de compensação, ao consentir a igualdade ao Real Madrid, vindo a perder no prolongamento).
Uma noite fundada na solidariedade e entreajuda, denotando forte espírito colectivo, com capacidade para reagir, não apenas à intensa pressão a que a equipa foi sujeita por parte do adversário, mas também à adversidade de um golo surgido ainda numa fase relativamente inicial do desafio.
O que, necessariamente, provocaria alguma intranquilidade, até que o grupo conseguisse voltar a acalmar, no que teria um auxílio determinante no tento do empate, num lance em que o conjunto mostrou o seu entrosamento, e em que a individualidade – Nico Gaitán, que, curiosamente, até começara o encontro algo “apagado” – sobressairia, evidenciando a sua classe superior.
Mais confiante nas suas capacidades, o início do segundo tempo seria coroado com mais um magnífico golo, na sequência de um rápido contra-ataque, com o jovem Gonçalo Guedes, com muita personalidade, a surgir a rematar quase sem ângulo, junto ao poste, com um remate cruzado para o poste mais distante, enganando o antigo guardião benfiquista, o esloveno Jan Oblak.
No imediato, os “colchoneros” procuraram inverter a tendência do marcador, intensificando a pressão, a que o Benfica conseguiu responder com serenidade, contando também com a magnífica concentração do guarda-redes Júlio César.
A equipa encarnada – a alinhar de camisola branca, e calções vermelhos – beneficiaria ainda do período de substituições (cinco, entre os 70 e os 80 minutos, praticamente “suspendendo” o jogo nessa fase crucial) para quebrar o ímpeto do opositor, que, em boa verdade, à medida que a partida se encaminhava para o seu termo, foi perdendo discernimento, acabando, nessa fase, por não criar efectivas situações de perigo.
Um triunfo alcançado com a indispensável dose de fortuna, mas, paralelamente, um justo prémio à aplicação de toda a equipa, a funcionar como um todo, não obstante proporcionando também espaço às individualidades (com realce para Júlio César, Nico Gaitán, Jonas e Gonçalo Guedes) para brilhar ao mais alto nível, num grande palco do futebol europeu.
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Shakhtar Donetsk – Paris St.-Germain – 0-3
Malmö – Real Madrid – 0-2
1º Real Madrid e Paris St.-Germain, 6; 3º Malmö e Shakhtar Donestsk, 0
Grupo B
Manchester United – Wolfsburg – 2-1
CSKA Moskva – PSV – 3-2
1º PSV, CSKA Moskva, Manchester United e Wolfsburg, 3
Grupo C
Astana – Galatasaray – 2-2
At. Madrid – Benfica – 1-2
1º Benfica, 6; 2º At. Madrid, 3; 3º Astana e Galatasaray, 1
Grupo D
Borussia M’gladbach – Manchester City – 1-2
Juventus – Sevilla – 2-0
1º Juventus, 6; 2º Sevilla e Manchester City, 3; 4º Borussia M’gladbach, 0
Grupo E
Barcelona – Bayer Leverkusen – 2-1
BATE Borisov – Roma – 3-2
1º Barcelona, 4; 2º Bayer Leverkusen e BATE Borisov, 3; 4º Roma, 1
Grupo F
Bayern – D. Zagreb – 5-0
Arsenal – Olympiakos – 2-3
1º Bayern, 6; 2º Olympiakos e D. Zagreb, 3; 4º Arsenal, 0
Grupo G
Maccabi Tel-Aviv – D. Kyiv – 0-2
FC Porto – Chelsea – 2-1
1º D. Kyiv e FC Porto, 4; 3º Chelsea, 3; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0
Grupo H
Lyon – Valencia – 0-1
Zenit – Gent – 2-1
1º Zenit, 6; 2º Valencia, 3; 3º Gent e Lyon, 1
Da 2.ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, o principal destaque vai para os excelentes triunfos obtidos pelas equipas portuguesas, frente a At. Madrid e Chelsea. Mas, para além de Rui Vitória, houve outros treinadores portugueses em noite vitoriosa: desde logo, Marco Silva, com o Olympiakos, a ganhar em Londres, face ao Arsenal; Nuno Espírito Santo, com o Valencia, a triunfar em Lyon; e André Villas-Boas, com o Zenit a derrotar o Gent.
Mas esta ronda fica também indelevelmente assinalada pelo 500.º golo da carreira de Cristiano Ronaldo (o primeiro que marcou em Malmoe), tendo, com o segundo tento apontado, igualado Raúl como melhor marcador de sempre da história do Real Madrid (com um total de 323 golos)!
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris St.-Germain – Malmö – 2-0
Real Madrid – Shakhtar Donetsk – 4-0
1º Real Madrid e Paris St.-Germain, 3; 3º Malmö e Shakhtar Donestsk, 0
Grupo B
Wolfsburg – CSKA Moskva – 1-0
PSV – Manchester United – 2-1
1º PSV e Wolfsburg, 3; 3º Manchester United e CSKA Moskva, 0
Grupo C
Galatasaray – At. Madrid – 0-2
Benfica – Astana – 2-0
1º At. Madrid e Benfica, 3; 3º Astana e Galatasaray, 0
Grupo D
Manchester City – Juventus – 1-2
Sevilla – Borussia M’gladbach – 3-0
1º Sevilla e Juventus, 3; 3º Manchester City e Borussia M’gladbach, 0
Grupo E
Bayer Leverkusen – BATE Borisov – 4-1
Roma – Barcelona – 1-1
1º Bayer Leverkusen, 3; 2º Barcelona e Roma, 1; 4º BATE Borisov, 0
Grupo F
D. Zagreb – Arsenal – 2-1
Olympiakos – Bayern – 0-3
1º Bayern e D. Zagreb, 3; 3º Arsenal e Olympiakos, 0
Grupo G
D. Kyiv – FC Porto – 2-2
Chelsea – Maccabi Tel-Aviv – 4-0
1º Chelsea, 3; 2º D. Kyiv e FC Porto, 1; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0
Grupo H
Valencia – Zenit – 2-3
Gent – Lyon – 1-1
1º Zenit, 3; 2º Gent e Lyon, 1; 4º Valencia, 0
Os principais destaques desta ronda inaugural da fase de grupos da Liga dos Campeões vão para as goleadas do Real Madrid (com um hat-trick de Cristiano Ronaldo, a afirmar-se como melhor marcador de sempre da Liga dos Campeões Europeus, atingindo a fantástica marca de 80 golos) e Chelsea, assim como para os triunfos fora de portas da Juventus (em Manchester), do At. Madrid (em Istambul), do Bayern (em Atenas) e do Zenit (em Valencia).
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Astana
Benfica – Júlio César, Nélson Semedo, Luisão, Jardel, Eliseu, Andreas Samaris (85m – Ljubomir Fejsa), Gonçalo Guedes, Anderson Talisca (77m – Raúl Jiménez), Nico Gaitán, Kostas Mitroglou e Jonas (72m – Pizzi)
Astana – Nenad Eric, Branko Ilic (90m – Denys Dedechko), Evgeni Postnikov, Marin Anicic, Dmitri Shomko, Baurzhan Dzholchiyev (81m – Abzal Beysebekov), Roger Cañas, Georgi Zhukov, Nemanja Maksimovic, Foxi Kéthévoama e Junior Kabananga
1-0 – Nico Gaitán – 51m
2-0 – Kostas Mitroglou – 62m
Cartões amarelos – Andreas Samaris (40m), Gonçalo Guedes (45m) e Jardel (83m); Marin Anicic (21m) e Baurzhan Dzholchiyev (24m)
Árbitro – Tasos Sidiropoulos (Grécia)
À semelhança do que tem sido regra neste início de época – a única excepção vem precisamente do jogo anterior para o campeonato, ante o Belenenses – o Benfica ficou mais uma vez em branco no primeiro tempo.
Um nulo que reflecte bem o que se passou dentro de campo nesses 45 minutos iniciais, com um jogo de toada lenta, denunciado, muito afunilado, sem rasgo nem chama.
Perante uma equipa de estatuto bem inferior, estreante nesta fase da competição, o Benfica, tendo necessariamente a responsabilidade de assumir a iniciativa e procurar a vitória – pese embora até tenha começado por passar por um grande susto, logo no minuto inicial após o recomeço, com a bola a embater no poste da baliza, com Júlio César a fazer a mancha, dificultando o remate do adversário – regressou para a segunda metade com outra atitude, muito mais dinâmica, tendo sobressaído nessa fase a acção do irrequieto Nico Gaitán, a puxar pelos seus companheiros, apontando o caminho, culminando mesmo com a obtenção do tento que consumava a abertura no marcador.
Até ao tento da confirmação, por Mitroglou, decorreram apenas mais cerca de 10 minutos. A partir daí, até final, o pensamento terá estado mais em gerir o resultado que em procurar ampliá-lo, até em função do confronto agendado para domingo, no Estádio do Dragão, frente ao FC Porto, pelo que não houve mais eventos de relevo a assinalar.
Perante uma equipa que, após ter conseguido quebrar a resistência e a barreira defensiva, não colocou grandes problemas, acabou por ser um triunfo tranquilo do Benfica, a lançar positivamente esta campanha, que poderá beneficiar também do resultado da outra partida da ronda, com o Galatasaray a ser derrotado em casa pelo Atlético de Madrid.



