Posts tagged ‘Liga Campeões’

Liga dos Campeões – 1/2 Finais (1ª mão)

Manchester City – Real Madrid – 0-0
At. Madrid – Bayern – 1-0

27 Abril, 2016 at 8:35 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio das 1/2 Finais

Manchester  City – Real Madrid
At. Madrid – Bayern

Os jogos da primeira mão serão disputados nos próximos dias 26 e 27 de Abril de 2016. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 3 e 4 de Maio.

15 Abril, 2016 at 9:54 am Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final (2ª mão)

                                 2ª mão      1ª mão       Total
Real Madrid - Wolfsburg            3-0         0-2         3-2
Benfica – Bayern                   2-2         0-1         2-3
At. Madrid - Barcelona             2-0         1-2         3-2
Manchester City - P. St.-Germain   1-0         2-2         3-2

Sinal notório do grande equilíbrio dos confrontos destes 1/4 de final: todas as quatro eliminatórias decididas por tangencial margem de 3-2 no agregado das duas mãos.

13 Abril, 2016 at 8:37 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final (2ª mão) – Benfica – Bayern

BenficaBenfica – Ederson Moraes, André Almeida, Jardel, Victor Lindelöf, Eliseu (88m – Luka Jović), Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Eduardo Salvio (68m – Anderson Talisca), Mehdi Carcela-González, Pizzi (58m – Gonçalo Guedes) e Raúl Jiménez

BayernBayern München – Manuel Neuer, Philipp Lahm, Joshua Kimmich, Javi Martínez, David Alaba, Thiago Alcântara, Xabi Alonso (90m – Juan Bernat), Arturo Vidal, Douglas Costa, Thomas Müller (84m – Robert Lewandowski) e Franck Ribéry (90m – Mario Götze)

1-0 – Raúl Jiménez – 27m
1-1 – Arturo Vidal – 38m
1-2 – Thomas Müller – 52m
2-2 – Anderson Talisca – 76m

Cartões amarelos – Mehdi Carcela-González (70m) e André Almeida (90m); Javi Martínez (74m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

Numa conclusão sumária, confirmou-se que a “missão era impossível”.

E, todavia – mesmo privado do concurso de Jonas (castigado), Nico Gaitán, Mitroglou (para além de Júlio César ou Luisão), por lesão -, o Benfica até começou por conseguir o que parecia mais difícil, ao colocar-se em vantagem no marcador, numa excelente antecipação, em voo, de Raúl Jiménez, a aproveitar uma saída em falso de Neuer, a cabecear sem hipóteses para o guardião bávaro, igualando assim a eliminatória.

Mas, efectivamente – e pese embora nova boa exibição do guarda-redes Ederson -, o mais difícil era mesmo manter a baliza benfiquista inviolada, tal a expressão de posse de bola da equipa alemã (a aproximar-se, no final da partida, dos 70%), e a pressão imposta sobre o meio campo e zona defensiva contrária, qual “rolo compressor”.

Poderiam as coisas ter sido diferentes, em termos de desfecho da eliminatória? Quem sabe, se o Benfica tivesse concretizado a soberana oportunidade de que dispôs para ampliar o resultado para 2-0 (negada por Neuer), apenas quatro minutos volvidos após o primeiro tento… talvez pudesse prolongar o sonho.

Como se receava, o golo do Bayern – novamente por Vidal, numa recarga de “baliza aberta”, após um deficiente desvio de Ederson, para a frente, e para a zona central -, empatando o jogo, poucos minutos antes do intervalo, praticamente sentenciou tal desfecho.

Depois, com a obtenção do segundo tento pelos alemães, num lance estudado de bola parada (canto), chegou a poder recear-se que algum desânimo se apoderasse da equipa portuguesa, que veria ainda uma bola embater no poste da baliza de Ederson.

Mas não, o grupo soube reagir da melhor forma à desilusão, não virando a cara à luta, enfrentando o adversário “olhos nos olhos”, conseguindo, na sequência de uma soberba execução de Talisca, na conversão de um livre, marcar novamente, restabelecendo a igualdade.

E o mesmo Talisca teria ainda nos pés, também na marcação de um outro livre, a cinco minutos do final, a possibilidade de dar a vitória ao clube português, com a bola, contudo, a sair ligeiramente ao lado da baliza. Até final, seria o conjunto benfiquista a procurar com mais insistência chegar ainda ao golo.

No conjunto das duas mãos, o tangencial diferencial de 2-3, espelha bem a oposição que o Benfica ofereceu ao amplamente favorito Bayern, dispondo de meios e recursos largamente superiores.

Não aconteceu a desejada “noite mágica” no Estádio da Luz, mas foi de forma honrosa que a equipa portuguesa se despediu da Liga dos Campeões, concluindo uma bela campanha nesta temporada.

Uma palavra, para definir a atitude e o comportamento do Benfica nestes dois jogos: Dignidade!

13 Abril, 2016 at 8:35 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão)

Wolfsburg – Real Madrid – 2-0
Bayern – Benfica – 1-0
Barcelona – At. Madrid – 2-1
Paris St.-Germain – Manchester City – 2-2

6 Abril, 2016 at 8:41 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão) – Bayern – Benfica

BayernBayern München – Manuel Neuer,  Philipp Lahm, Joshua Kimmich (60m – Javi Martínez), David Alaba, Juan Bernat, Thiago Alcântara, Arturo Vidal, Douglas Costa (70m – Kingsley Coman), Thomas Müller (85m – Mario Götze), Franck Ribéry e Robert Lewandowski

BenficaBenfica – Ederson Moraes, André Almeida, Jardel, Victor Lindelöf, Eliseu, Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (90m – Andreas Samaris), Nico Gaitán, Jonas (83m – Eduardo Salvio) e Konstantinos Mitroglou (70m – Raúl Jiménez)

1-0 – Arturo Vidal – 2m

Cartões amarelos – Franck Ribéry (22m) e Juan Bernat (42m); Jonas (58m) e Victor Lindelöf (62m)

Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)

Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo e já o Bayern “dizia” ao que vinha, dando largura ao seu jogo ofensivo, ameaçando, desde logo, a baliza benfiquista.De imediato, a equipa portuguesa procuraria ainda ripostar, numa primeira jogada ofensiva, como que a querer dar “prova de vida”.

Contudo, ainda antes de completado o segundo minuto, uma falha defensiva da equipa portuguesa, deixando caminho aberto no flanco esquerdo do ataque bávaro, proporcionando o cruzamento, a que Arturo Vidal daria a melhor sequência para as suas cores, colocando o Bayern, desde logo, em vantagem no marcador.

Imprimindo grande intensidade ao seu jogo, a equipa alemã forçou o Benfica a acantonar-se na sua zona defensiva, submetida a enorme pressão, com muita dificuldade em ter bola, e, ainda mais, em esboçar qualquer lance de ataque. Uma fase, de cerca de vinte minutos, em que se receou o pior. Valeria a concentração do guarda-redes Ederson, a opor-se com eficácia às investidas contrárias.

Ainda antes do final do primeiro tempo, a formação portuguesa, passando a acertar as marcações, conseguiria refrear a intensidade do Bayern, começando a conseguir pegar no jogo, faltando-lhe apenas um pouco mais de confiança para ser mais consequente nas saídas para o meio-campo contrário.

O que não obstaria a que, numa dessas saídas, quando Gaitán tentava cruzar para a área, a trajectória da bola tivesse sido interrompida pelo contacto com o braço do defesa alemão, Lahm, em queda, num lance passível de grande penalidade, que o critério do árbitro entendeu não sancionar.

Na segunda parte, ao invés do que sucedera na fase inicial da partida, seria o Bayern a ver-se surpreendido pela personalidade evidenciada pelo Benfica, a ganhar, gradualmente, a tal confiança, colocando um “pauzinho” na engrenagem alemã, que – não obstante ter criado mais alguns lances de perigo – não só não conseguiria manter o ritmo que impusera na fase inicial do encontro, como denotava então dificuldades para desenvolver uma toada atacante.

Mais, seria o Benfica a beneficiar inclusivamente de algumas soberanas oportunidades para marcar, não tendo contudo Jonas conseguido ultrapassar Manuel Neuer, num primeiro lance, enquanto, noutra ocasião, seria Javi Martínez a evitar o golo benfiquista.

Depois de ter colocado como que “em sentido” o adversário, a turma encarnada teria ainda de suportar o assédio final do Bayern, em busca do ampliar de uma (inesperadamente) magra vantagem. E o Benfica continuaria a ser competente, acabando os alemães por se conformar, pensando certamente que seria preferível não sofrer o golo do empate, do que arriscar na procura do segundo tento.

Um resultado tangencial que deixa tudo em aberto para a 2.ª mão, premiando a dignidade e a entrega do Benfica, e a forma concentrada como soube resistir nos períodos de maior dificuldade. Enfrentando uma grande desproporção de meios, a equipa portuguesa terá consciência de que será necessário fazer ainda melhor, superar-se, se quiser continuar a sonhar.

Perante o poderio do adversário, parece difícil perspectivar que o mesmo possa ser contido, de forma a manter a baliza benfiquista inviolada – um golo do Bayern em Lisboa praticamente definiria o desfecho da eliminatória -, em paralelo com a imperiosa necessidade de correr riscos acrescidos, que possam proporcionar o(s) indispensável(is) golo(s) do Benfica… mas sabemos que não há vencedores antecipados, e que o futebol tem uma magia única…

5 Abril, 2016 at 8:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 Final

Wolfsburg – Real Madrid
Bayern – Benfica
Barcelona – At. Madrid
Paris St.-Germain – Manchester  City

Os jogos da primeira mão serão disputados nos próximos dias 5 e 6 de Abril de 2016. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 12 e 13 de Abril.

18 Março, 2016 at 11:13 am Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)

                           2ª mão         1ª mão          Total
Wolfsburg - Gent             1-0            3-2            4-2
Real Madrid – Roma           2-0            2-0            4-0
Chelsea - Paris St.-Germain  1-2            1-2            2-4
Barcelona - Arsenal          3-1            2-0            5-1
Bayern - Juventus            2-2 (4-2 a.p.) 2-2            6-4
At. Madrid - PSV             0-0            0-0   (8-7 gp) 0-0
Zenit - Benfica              1-2            0-1            1-3
Manchester City - D. Kyiv    0-0            3-1            3-1

16 Março, 2016 at 10:15 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Zenit – Benfica

Zenit S. PetersburgoZenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin, Aleksandr Anyukov (58m – Igor Smolnikov), Nicolas Lombaerts, Luís Neto, Yuri Zhirkov, Axel Witsel, Maurício (82m – Artur Yusupov), Hulk, Danny, Aleksandr Kokorin (58m – Oleg Shatov) e Artem Dzyuba

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Victor Lindelöf, Andreas Samaris, Eliseu, Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (73m – Salvio), Nico Gaitán, Jonas (90m – Anderson Talisca) e Konstantinos Mitroglou (67m – Raúl Jiménez)

1-0 – Hulk – 69m
1-1 – Nico Gaitán – 85m
1-2 – Anderson Talisca – 90m

Cartões amarelos – Konstantinos Mitroglou (36m) e Pizzi (49m); Hulk (90m)

Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)

Chegando à Rússia com uma tão preciosa quão magra vantagem de um único golo, da primeira mão, o Benfica visava replicar o desfecho da eliminatória – em análoga fase da competição – que opôs ambas as equipas há quatro anos (e, assim reverter, a imagem que ficara dos dois desaires da temporada anterior, então ainda na “Fase de Grupos”).

Enfrentando este jogo da 2.ª mão com serenidade, a equipa portuguesa procurou posicionar-se de forma a jogar em todo o campo, encarando o Zenit sem excessivas cautelas defensivas – actuando com uma dupla de centrais improvisada, com o recuo do grego Samaris -, consciente da importância de marcar neste desafio.

Ainda no primeiro quarto de hora já Jonas testara, por duas vezes, o guardião contrário, Lodygin,tendo também a formação russa ameaçado a baliza benfiquista, numa fase em que Samaris se adaptava ainda à nova posição. Até final do primeiro tempo, apenas num livre de Hulk, os visitados conseguiriam criar nova situação de perigo.

Com o decorrer do tempo, e a manutenção do nulo, o Benfica começava a tornar-se mais conservador, ao mesmo tempo que, paralelamente, o Zenit arriscava mais, pressionando sobre o meio-campo português.

À passagem do quarto de hora da segunda metade, a turma benfiquista perdera o controlo do jogo, com os russos então bastante ameaçadores, por duas ou três ocasiões. Pouco depois de Jonas ter desperdiçado uma oportunidade perante Lodygin, Hulk chegaria mesmo ao golo, na sequência de um lance algo controverso, em que o defesa Nélson Semedo foi “abalroado” por um adversário.

Reagindo bem, o Benfica acabaria por ser premiado, já na fase derradeira da partida, com o ambicionado tento, que, praticamente, selava o desfecho da eliminatória, com Nico Gaitán, muito concentrado, a empurrar para a baliza uma bola devolvida pela trave, após excelente remate de Raúl Jiménez.

Tal como no Estádio da Luz, o conjunto português voltaria a ser feliz, chegando mesmo, já em período de compensação, ao golo da vitória. Um resultado que confirma a superioridade benfiquista no conjunto das duas mãos, voltando assim, quatro anos depois, a marcar presença nos 1/4 de final da “Liga dos Campeões”.

9 Março, 2016 at 6:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)

17.02.2016 – Gent – Wolfsburg – 2-3
17.02.2016 – Roma – Real Madrid – 0-2
16.02.2016 – Paris St.-Germain – Chelsea – 2-1
23.02.2016 – Arsenal – Barcelona – 0-2
23.02.2016 – Juventus – Bayern – 2-2
24.02.2016 – PSV – At. Madrid – 0-0
16.02.2016 – Benfica – Zenit – 1-0
24.02.2016 – D. Kyiv – Manchester City – 1-3

24 Fevereiro, 2016 at 9:38 pm Deixe um comentário

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