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Itália – Espanha – Liga das Nações da UEFA – 1/2 finais
Itália – Gianluigi Donnarumma, Giovanni Di Lorenzo, Leonardo Bonucci, Alessandro Bastoni, Emerson dos Santos, Nicolò Barella (72m – Davide Calabria), Jorge Frello Filho “Jorginho” (64m – Lorenzo Pellegrini), Marco Verratti (58m – Manuel Locatelli), Federico Chiesa, Lorenzo Insigne (58m – Moise Kean) e Federico Bernardeschi (45m – Giorgio Chiellini)
Espanha – Unai Simón, César Azpilicueta, Aymeric Laporte, Pau Torres, Marcos Alonso, Jorge Merodio “Koke” (75m – Mikel Merino), Sergio Busquets, Pablo Gavira “Gavi” (84m – Sergi Roberto), Pablo Sarabia (75m – Bryan Gil), Mikel Oyarzabal e Ferran Torres (49m – Yéremi Pino)
0-1 – Ferran Torres – 17m
0-2 – Ferran Torres – 45m
1-2 – Lorenzo Pellegrini – 83m
Cartões amarelos – Leonardo Bonucci (30m) e Manuel Locatelli (82m); César Azpilicueta (45m), Pablo Sarabia (65m), Yéremi Pino (71m) e Mikel Oyarzabal (89m)
Cartão vermelho – Leonardo Bonucci (42m)
Árbitro – Sergei Karasev (Rússia)
Stadio Giuseppe Meazza (San Siro), Milão
Na desforra da eliminação (no desempate da marca de grande penalidade) nas meias-finais do “EURO 2020”, a Espanha impôs-se categoricamente frente aos Campeões da Europa, em pleno San Siro, evidenciando ampla supremacia – mesmo antes de os italianos terem ficado em inferioridade numérica.
Depois de ter chegado ao intervalo a vencer por 2-0, a selecção espanhola dominou, por completo, o jogo durante praticamente toda a segunda parte. Não obstante, não virando a cara à luta, a Itália conseguiria reduzir a desvantagem e repor a incerteza sobre o desfecho, nos minutos finais da partida.
Muito personalizada, a equipa de Espanha, controlando a posse de bola, não concederia veleidades ao adversário, que vê assim interrompida uma fantástica série de 37 jogos consecutivos sem derrota, desde que, a 10 de Setembro de 2018, tinha sido desfeiteada por… Portugal!
Liga Conferência Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Alashkert – HJK Helsinki – 2-4
LASK Linz – Maccabi Tel-Aviv – 1-1
1º Maccabi Tel-Aviv e LASK Linz, 4; 3º HJK Helsinki, 3; 4º Alashkert, 0
Grupo B
Partizan – Flora Tallinn – 2-0
Gent – Anorthosis – 2-0
1º Partizan e Gent, 6; 3.º Flora Tallinn e Anorthosis, 0
Grupo C
CSKA-Sofia – Bodø/Glimt – 0-0
Zorya Luhansk – Roma – 0-3
1º Roma, 6; 2º Bodø/Glimt, 4; 3º CSKA-Sofia, 1; 4º Zorya Luhansk, 0
Grupo D
CFR Cluj – Randers – 1-1
AZ Alkmaar – Jablonec – 1-0
1º AZ Alkmaar, 4; 2º Jablonec, 3; 3º Randers, 2; 4º CFR Cluj, 1
Grupo E
Feyenoord – Slavia Praha – 2-1
Union Berlin – Maccabi Haifa – 3-0
1º Feyenoord, 4; 2º Slavia Praha e Union Berlin, 3; 4º Maccabi Haifa, 1
Grupo F
København – Lincoln Red Imps – 3-1
PAOK – Slovan Bratislava – 1-1
1º København, 6; 2º PAOK, 4; 3º Slovan Bratislava, 1; 4º Lincoln Red Imps, 0
Grupo G
Vitesse – Rennes – 1-2
Tottenham – Mura Murska – 5-1
1º Tottenham e Rennes, 4; 3º Vitesse, 3; 4º Mura Murska, 0
Grupo H
Basel – Kairat Almaty – 4-2
Omonia – Qarabağ – 1-4
1º Qarabağ e Basel, 4; 3º Kairat Almaty e Omonia, 1
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Sparta Praha – Rangers – 1-0
O. Lyon – Brøndby – 3-0
1º O. Lyon, 6; 2º Sparta Praha, 4; 3º Brøndby, 1; 4º Rangers, 0
Grupo B
Sturm Graz – PSV – 1-4
Real Sociedad – Monaco – 1-1
1º PSV e Monaco, 4; 3º Real Sociedad, 2; 4º Sturm Graz, 0
Grupo C
Napoli – Spartak Moskva – 2-3
Legia Warsaw – Leicester – 1-0
1º Legia Warsaw, 6; 2º Spartak Moskva, 3; 3º Napoli e Leicester, 1
Grupo D
Antwerp – E. Frankfurt – 0-1
Fenerbahçe – Olympiakos – 0-3
1º Olympiakos, 6; 2º E. Frankfurt, 4; 3º Fenerbahçe, 1; 4º Antwerp, 0
Grupo E
Lazio – Lokomotiv Moskva – 2-0
O. Marseille – Galatasaray – 0-0
1º Galatasaray, 4; 2º Lazio, 3; 3º O. Marseille, 2; 4º Lokomotiv Moskva, 1
Grupo F
Sp. Braga – Midtjylland – 3-1
Ludogorets – Crvena zvezda – 0-1
1º Crvena zvezda, 6; 2º Sp. Braga, 3; 3º Ludogorets e Midtjylland, 1
Grupo G
Ferencváros – Betis – 1-3
Celtic – B. Leverkusen – 0-4
1º B. Leverkusen e Betis, 6; 3º Ferencváros e Celtic, 0
Grupo H
West Ham – Rapid Wien – 2-0
Genk – D. Zagreb – 0-3
1º West Ham, 6; 2º D. Zagreb e Genk, 3; 4º Rapid Wien, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris Saint-Germain – Manchester City – 2-0
RB Leipzig – Brugge – 1-2
1º Paris Saint-Germain e Brugge, 4; 3º Manchester City, 3; 4º RB Leipzig, 0
Grupo B
FC Porto – Liverpool – 1-5
AC Milan – Atlético Madrid – 1-2
1º Liverpool, 6; 2º Atlético Madrid, 4; 3º FC Porto, 1; 4.º AC Milan, 0
Grupo C
Ajax – Beşiktaş – 2-0
Borussia Dortmund – Sporting – 1-0
1º Ajax e Borussia Dortmund, 6; 3º Beşiktaş e Sporting, 0
Grupo D
Shakhtar Donetsk – Inter – 0-0
Real Madrid – Sheriff Tiraspol – 1-2
1º Sheriff Tiraspol, 6; 2º Real Madrid, 3; 3º Inter e Shakhtar Donetsk, 1
Grupo E
Benfica – Barcelona – 3-0
Bayern München – Dynamo Kyiv – 5-0
1º Bayern München, 6; 2º Benfica, 4; 3º Dynamo Kyiv, 1; 4º Barcelona, 0
Grupo F
Manchester United – Villarreal – 2-1
Atalanta – Young Boys – 1-0
1º Atalanta, 4; 2º Manchester United e Young Boys, 3; 4º Villarreal, 1
Grupo G
Salzburg – Lille – 2-1
Wolfsburg – Sevilla – 1-1
1º Salzburg, 4; 2º Sevilla e Wolfsburg, 2; 4º Lille, 1
Grupo H
Zenit – Malmö – 4-0
Juventus – Chelsea – 1-0
1º Juventus, 6; 2º Zenit e Chelsea, 3; 4º Malmö, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Benfica – Barcelona
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Lucas Veríssimo, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Valentino Lazaro (45m – Gilberto Moraes), Julian Weigl, João Mário, Alejandro “Álex” Grimaldo (75m – André Almeida), Rafael “Rafa” Silva (86m – Luís Fernandes “Pizzi”), Darwin Núñez (86m – Gonçalo Ramos) e Roman Yaremchuk (75m – Adel Taarabt)
Barcelona – Marc-André ter Stegen, Eric García, Gerard Piqué (33m – Pablo Gavira “Gavi”), Ronald Araújo, Sergi Roberto (89m – Óscar Mingueza), Frenkie de Jong, Sergio Busquets (68m – Nicolás “Nico” González), Pedro “Pedri” González (68m – Philippe Coutinho), Sergiño Dest, Luuk de Jong (68m – Anssumane “Ansu” Fati) e Memphis Depay
1-0 – Darwin Núñez – 3m
2-0 – Rafael “Rafa” Silva – 69m
3-0 – Darwin Núñez (pen.) – 79m
Cartões amarelos – Nicolás Otamendi (33m), Rafael “Rafa” Silva (56m), Alejandro “Álex” Grimaldo (62m) e Julian Weigl (72m); Gerard Piqué (12m), Eric García (54m), Sergiño Dest (78m) e Nicolás “Nico” González (86m)
Cartão vermelho – Eric García (87m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
Era preciso já recuar alguns anos para encontrar uma vitória do Benfica sobre um gigante do futebol europeu: 1-0 ao Borussia Dortmund em Fevereiro de 2017 (numa eliminatória da “Champions” que, na 2.ª mão, não deixou boas memórias); 2-1 no Vicente Calderón, frente ao At. Madrid, há precisamente seis anos (a 30 de Setembro); 2-1 à Juventus em Abril de 2014, nas meias-finais da Liga Europa.
Para encontrar uma vitória por três (ou mais) golos ante um desses colossos é necessário recuar ainda muito mais: 5-1 ao Feyenoord em Março de 1972; ou, igualmente, 5-1 ao Real Madrid em Fevereiro de 1965. Para encontrar uma (a única, até à data) vitória face ao Barcelona, teremos de regressar no tempo, até 31 de Maio de 1961 (há mais de 60 anos!), à final de Berna, na qual o Benfica se sagrou Campeão Europeu pela primeira vez.
Só isto já permitirá bem dar uma noção da grandeza do feito alcançado pelo Benfica esta noite. É verdade que foi obtido ante uma equipa do Barcelona a atravessar uma enorme crise, desfalcada de Messi, e, porventura ainda mais importante que isso, forçada, por motivos financeiros, a reestruturar o seu plantel, recorrendo à sua formação. Mas o Benfica teve o grande mérito de, em mais uma gloriosa noite europeia, materializar – de forma categórica – o seu “favoritismo” (de que muitos desconfiámos) para este jogo.
As coisas não poderiam ter começado melhor (para o Benfica), nem pior (para um Barcelona, por estes dias, a duvidar imenso de si próprio): estavam apenas completos os dois minutos iniciais quando Darwin, no seu jeito muito “em força”, rompeu a defesa contrária, descaído sobre o lado esquerdo, ultrapassando um frágil Eric García, antes de se internar ligeiramente e rematar junto ao poste mais próximo, sem hipótese de defesa para Ter Stegen. O Benfica entrava a ganhar e adquiria, desde logo, um fantástico suplemento anímico, a reforçar a sua confiança.
Não obstante, no imediato, o Barcelona não se descompôs, assumindo até o controlo da posse de bola, evidenciando a qualidade individual dos seus jogadores, em especial Frenkie de Jong e, sobretudo, Pedri, fazendo a equipa portuguesa sofrer durante bastantes largos minutos. A turma catalã criou, pelo menos, três soberanas ocasiões para marcar, mas a desinspiração de Luuk de Jong, a par da grande concentração de Lucas Veríssimo, proporcionaram que a baliza benfiquista se mantivesse inviolada. Um período em que o Benfica foi feliz, com a sorte do jogo pelo seu lado.
Entretanto Piqué, já a começar a acusar alguma natural veterania, vira, logo aos 12 minutos, um cartão amarelo, tendo beneficiado do indulto do árbitro, que lhe poupou, ainda antes da meia hora de jogo, o segundo amarelo e consequente expulsão. Koeman, avisado, retirou-o de campo logo aos 33 minutos, optando por fazer baixar Frenkie de Jong para o eixo da defesa. Tal revelar-se-ia um fulcral erro estratégico.
Privado da influência do neerlandês na condução da manobra da equipa na zona nevrálgica do meio-campo, o Barcelona possibilitaria então ao Benfica começar a “ter bola”, com a dupla Weigl-João Mário em destaque, procurando explorar a potência física de Darwin, no ataque à profundidade, assim como a velocidade de Rafa, a baralhar a defesa contrária. Numa saída intempestiva de Ter Stegen da baliza, o uruguaio contornou o guardião, mas, de bastante longe e com ângulo apertado, mais não conseguiu que rematar à base do poste.
Koeman voltaria a ser infeliz quando, precisamente a meio da segunda parte, optou por fazer uma tripla substituição, em simultâneo, fazendo sair de campo um já muito desgastado Pedri. Os três substitutos não tinham entrado há mais de um minuto, portanto, procurando ainda posicionar-se no terreno, quando o Benfica ampliou a vantagem: João Mário, à entrada da área, contemporizou, tabelando no momento preciso com Yaremchuk, que lhe devolveu a bola de imediato; João Mário rematou, mas Ter Stegen fez a mancha, rechaçando a bola para a zona central, onde, muito oportuno, Rafa, de primeira, não perdoou, desferindo um míssil teleguiado para o fundo da baliza. O Barcelona estava derrotado.
Dez minutos volvidos, um subtil contacto de Dest com o braço na bola foi sancionado com grande penalidade, que Darwin, imperturbável, converteu no terceiro tento benfiquista. Estava consumada a goleada. A finalizar mais uma noite terrível, a formação da Catalunha ficaria reduzida a dez elementos, mas já não havia tempo para mais.
O Benfica, que teve, esta noite, a possibilidade de exponenciar as suas maiores qualidades – e beneficiando da inconsistência exibicional do adversário -, vencia de forma incontestável, por números expressivos, ante um Barcelona, com jogadores de indiscutível qualidade, mas que – repleto de equívocos tácticos, apresentando-se de forma desorganizada e em enorme crise de confiança – necessitará de muito trabalho para se poder constituir numa efectiva equipa.
Liga Conferência Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Maccabi Tel-Aviv – Alashkert – 4-1
HJK Helsinki – LASK Linz – 0-2
1º Maccabi Tel-Aviv e LASK Linz, 3; 3º HJK Helsinki e Alashkert, 0
Grupo B
Anorthosis – Partizan – 0-2
Flora Tallinn – Gent – 0-1
1º Partizan e Gent, 3; 3.º Flora Tallinn e Anorthosis, 0
Grupo C
Roma – CSKA-Sofia – 5-1
Bodø/Glimt – Zorya Luhansk – 3-1
1º Roma e Bodø/Glimt, 3; 3º Zorya Luhansk e CSKA-Sofia, 0
Grupo D
Jablonec – CFR Cluj – 1-0
Randers – AZ Alkmaar – 2-2
1º Jablonec, 3; 2º AZ Alkmaar e Randers, 1; 4º CFR Cluj, 0
Grupo E
Maccabi Haifa – Feyenoord – 0-0
Slavia Praha – Union Berlin – 3-1
1º Slavia Praha, 3; 2º Feyenoord e Maccabi Haifa, 1; 4º Union Berlin, 0
Grupo F
Slovan Bratislava – København – 1-3
Lincoln Red Imps – PAOK – 0-2
1º København e PAOK, 3; 3º Slovan Bratislava e Lincoln Red Imps, 0
Grupo G
Mura Murska – Vitesse – 0-2
Rennes – Tottenham – 2-2
1º Vitesse, 3; 2º Rennes e Tottenham, 1; 4º Mura Murska, 0
Grupo H
Qarabağ – Basel – 0-0
Kairat Almaty – Omonia – 0-0
1º Basel, Kairat Almaty, Omonia e Qarabağ, 1
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Brøndby – Sparta Praha – 0-0
Rangers – O. Lyon – 0-2
1º O. Lyon, 3; 2º Brøndby e Sparta Praha, 1; 4º Rangers, 0
Grupo B
Monaco – Sturm Graz – 1-0
PSV – Real Sociedad – 2-2
1º Monaco, 3; 2º PSV e Real Sociedad, 1; 4º Sturm Graz, 0
Grupo C
Leicester – Napoli – 2-2
Spartak Moskva – Legia Warsaw – 0-1
1º Legia Warsaw, 3; 2º Leicester e Napoli, 1; 4º Spartak Moskva, 0
Grupo D
Olympiakos – Antwerp – 2-1
E. Frankfurt – Fenerbahçe – 1-1
1º Olympiakos, 3; 2º E. Frankfurt e Fenerbahçe, 1; 4º Antwerp, 0
Grupo E
Galatasaray – Lazio – 1-0
Lokomotiv Moskva – O. Marseille – 1-1
1º Galatasaray, 3; Lokomotiv Moskva e O. Marseille, 1; 4º Lazio, 0
Grupo F
Crvena zvezda – Sp. Braga – 2-1
Midtjylland – Ludogorets – 1-1
1º Crvena zvezda, 3; 2º Ludogorets e Midtjylland, 1; 4º Sp. Braga, 0
Grupo G
B. Leverkusen – Ferencváros – 2-1
Betis – Celtic – 4-3
1º Betis e B. Leverkusen, 3; 3º Celtic e Ferencváros, 0
Grupo H
D. Zagreb – West Ham – 0-2
Rapid Wien – Genk – 0-1
1º West Ham e Genk, 3; 3º Rapid Wien e D. Zagreb, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Brugge – Paris Saint-Germain – 1-1
Manchester City – RB Leipzig – 6-3
1º Manchester City, 3; 2º Brugge e Paris Saint-Germain, 1; 4º RB Leipzig, 0
Grupo B
Atlético Madrid – FC Porto – 0-0
Liverpool – AC Milan – 3-2
1º Liverpool, 3; 2º Atlético Madrid e FC Porto, 1; 4.º AC Milan, 0
Grupo C
Sporting – Ajax – 1-5
Beşiktaş – Borussia Dortmund – 1-2
1º Ajax e Borussia Dortmund, 3; 3º Beşiktaş e Sporting, 0
Grupo D
Sheriff Tiraspol – Shakhtar Donetsk – 2-0
Inter – Real Madrid – 0-1
1º Sheriff Tiraspol e Real Madrid, 3; 3º Inter e Shakhtar Donetsk, 0
Grupo E
Dynamo Kyiv – Benfica – 0-0
Barcelona – Bayern München – 0-3
1º Bayern München, 3; 2º Benfica e Dynamo Kyiv, 1; 4º Barcelona, 0
Grupo F
Young Boys – Manchester United – 2-1
Villarreal – Atalanta – 2-2
1º Young Boys, 3; 2º Atalanta e Villarreal, 1; 4º Manchester United, 0
Grupo G
Sevilla – Salzburg – 1-1
Lille – Wolfsburg – 0-0
1º Salzburg, Sevilla, Lille e Wolfsburg, 1
Grupo H
Chelsea – Zenit – 1-0
Malmö – Juventus – 0-3
1º Juventus e Chelsea, 3; 3º Zenit e Malmö, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – D. Kyiv – Benfica
D. Kyiv – Denys Boyko, Tomasz Kędziora, Illia Zabarnyi, Oleksandr Syrota, Vitaliy Mykolenko, Viktor Tsyhankov (76m – Oleksandr Karavaev), Serhiy Sydorchuk, Mykola Shaparenko, Carlos de Peña (76m – Benjamin Verbič), Vitaliy Buyalskiy e Ilya Shkurin (59m – Denys Harmash)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Felipe Silva “Morato”, Gilberto Moraes (59m – Valentino Lazaro), João Mário (85m – Adel Taarabt), Julian Weigl, Alejandro “Álex” Grimaldo, Rafael “Rafa” Silva (90m – Luís Fernandes “Pizzi”), Everton Soares (59m – Nemanja Radonjić) e Roman Yaremchuk (59m – Darwin Núñez)
Cartões amarelos – Serhiy Sydorchuk (52m), Illia Zabarnyi (73m) e Denys Harmash (82m); Rafael “Rafa” Silva (21m), Roman Yaremchuk (44m) e Julian Weigl (71m)
Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)
No regresso à Liga dos Campeões, num grupo com dois “tubarões”, o Benfica tinha em Kiev um primeiro confronto com um rival “directo”, do qual era fundamental sair com um resultado positivo.
E a verdade é que a equipa benfiquista – confirmando a sua superioridade sobre o adversário – evidenciou uma boa atitude, assumindo a iniciativa, tendo sido sempre quem mais procurou o golo… e a vitória.
Mas também é verdade que, neste caso concreto, nem sequer se poderá falar de falta de eficácia; simplesmente, a formação portuguesa – pese embora os números avassaladores em termos de posse de bola, a rondar os 70% (!) – praticamente não conseguiu criar efectivas oportunidades de golo, perante um opositor que abdicou de jogar o jogo pelo jogo, remetendo-se à sua zona defensiva, procurando apostar na possibilidade de transições rápidas.
Com liberdade de acção logo a partir da zona intermediária do meio-terreno contrário, mas falho de velocidade, o ataque benfiquista esbarrava sistematicamente no bloqueio defensivo ucraniano. Rafa ia procurando alternativas, criando alguns desequilíbrios, mas nunca encontrou a solução, voltando a pecar na definição.
No final da primeira metade um único remate à baliza a registar, por Yaremchuk, com o guardião contrário com intervenção a dois tempos. Logo na fase inicial, na sequência de um livre, o D. Kiev tivera também a sua única ocasião de perigo, para defesa atenta de Vlachodimos.
Após o reatar da partida, novo duelo entre Yaremchuk e Boyko, infrutífero para as cores benfiquistas. Decidindo mexer na equipa, relativamente cedo (ainda antes da hora de jogo), com uma tripla substituição, Jesus procurava dar maior intensidade à sua frente de ataque, mas a aposta saiu claramente falhada, perante a ausência de espaço decorrente da concentração de elementos da turma ucraniana nas imediações da linha de grande área.
Já algo conformado com o resultado, o Benfica passaria por dois grandes sustos, já em período de compensação: primeiro, com uma bola a embater na trave da baliza de Vlachodimos (e que ressaltaria ainda para o poste, pese embora na sua face externa); logo depois, Shaparenko, a conseguir isolar-se e a fazer mesmo a bola ultrapassar o risco fatal… valeu a intervenção do “VAR” a chamar a atenção para uma situação de fora-de-jogo, do homem que fez o cruzamento para tal remate.
Estes minutos derradeiros acabariam por deixar uma imagem algo errónea do que fora quase todo o resto do encontro. A exibição da equipa portuguesa foi positiva durante a maior parte do tempo; o resultado não foi o pretendido, ficando a ideia – perante a larga supremacia exercida a nível de controlo de jogo – que se desperdiçou boa oportunidade de somar uma primeira preciosa vitória, mas, do “mal o menos”…
Azerbaijão – Portugal (Mundial 2022 – Qualif.)
Estádio Olímpico de Baku
Azerbaijão – Shakhrudin Magomedaliyev, Elvin Badalov, Hojjat Hahgverdi, Azer Salahlı (76m – Rahim Sadikhov), Abbas Hüseynov, Emin Makhmudov, Gara Garayev (45m – Anatolii Nuriiev), Tamkin Khalilzade (45m – Ali Ghorbani), Namik Alaskarov, Filip Ozobić (62m – Vugar Mustafayev) e Mahir Emreli (62m – Tural Bayramov)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Rúben Dias, Pepe, Raphaël Guerreiro (71m – Nuno Mendes), João Moutinho (78m – João Mário), João Palhinha (45m – Rúben Neves), Bruno Fernandes, Bernardo Silva (78m – Otávio), Diogo Jota (78m – Gonçalo Guedes) e André Silva
0-1 – Bernardo Silva – 26m
0-2 – André Silva – 31m
0-3 – Diogo Jota – 75m
Cartões amarelos – Namik Alaskarov (16m), Ali Ghorbani (61m) e Hojjat Hahgverdi (77m); João Palhinha (15m) e Nuno Mendes (90m)
Árbitro – Marco Guida (Itália)
Já muito foi debatido o impacto que Cristiano Ronaldo tem na selecção portuguesa – como, por exemplo, ficou bem patenteado há apenas seis dias, quando conseguiu, “in-extremis”, transformar uma inconcebível derrota com a Irlanda numa vitória (muito sofrida, mas vitória…). Mais do que a questão se Cristiano “deve” ou não jogar, o fulcro está no modelo de jogo idealizado pelo treinador, que se tem revelado incapaz de fazer a “quadratura do círculo”, de compatibilizar no mesmo “onze” Ronaldo, Bernardo Silva, Diogo Jota e Bruno Fernandes.
Mas não terá sido por coincidência que a forçada ausência de Cristiano (sancionado com cartão amarelo pelos festejos do segundo golo frente à Irlanda, ao retirar a camisola) acabou por proporcionar uma das melhores exibições da selecção nacional nos últimos tempos, esta noite, no Azerbaijão.
Dominando por completo de início a fim, Portugal foi excessivamente perdulário, triunfando por magros 3-0, quando poderia ter alcançado uma goleada histórica.
A equipa mostrou-se fluida, com os seus elementos mais tecnicistas a protagonizarem momentos de génio, como foi o caso do primeiro golo, com Bruno Fernandes em especial evidência e João Cancelo qual “furacão”, verdadeiramente demolidor para o sector defensivo contrário. O centro do terreno ficou bem entregue à dupla João Moutinho / João Palhinha, a permitirem libertar os criativos da frente de ataque portuguesa.
Depois de uma entrada forte, o ritmo até decaíra um pouco, quando Portugal chegou ao golo, que fez com que o Azerbaijão de alguma forma se “descompusesse” defensivamente, com a velocidade de Cancelo e a mobilidade de Diogo Jota e André Silva a suscitarem o erro do adversário, que, paradoxalmente, insistia em procurar sair a jogar… assim colocando a nu as suas insuficiências.
O segundo golo, obtido logo de seguida, pouco passava da meia-hora de jogo, foi o da tranquilidade e garantia de que os três pontos não escapariam. André Silva podia ter bisado ainda na primeira parte, mas foi sobretudo na segunda metade que se multiplicaram as ocasiões perdidas.
Digo Jota parecia em “noite não” em termos de finalização, até que conseguiria mesmo quebrar a malapata, fazendo o 3-0 já à entrada do quarto de hora final. A partir daí, com o resultado “feito”, já pouco de relevante haveria a assinalar.
Desta ronda fica também o empate da Sérvia na Irlanda (tendo deixado fugir o triunfo), o que, para já, confere à selecção portuguesa a liderança isolada do grupo de apuramento, mas com tudo ainda por decidir, possivelmente até ao derradeiro dia, do confronto luso-sérvio.
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Portugal 5 4 1 - 11 - 4 13 2º Sérvia 5 3 2 - 12 - 7 11 3º Luxemburgo 4 2 - 2 5 - 8 6 4º Irlanda 5 - 2 3 5 - 8 2 5º Azerbaijão 5 - 1 4 3 - 9 1
6ª jornada
07.09.2021 – Azerbaijão – Portugal – 0-3
07.09.2021 – Irlanda – Sérvia – 1-1
(mais…)



