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CHELSEA E BARCELONA NO YOUTUBE
O Chelsea e o Barcelona são os clubes precursores de uma nova tendência: a da criação de um “canal” específico do clube, via YouTube (http://www.youtube.com/chelseafc e http://www.youtube.com/fcbarcelona), ao mesmo tempo que promovem os respectivos canais televisivos: ChelseaTV e BarçaTV.
TAÇA UEFA – 1/4 FINAL
AZ Alkmaar – Werder Bremen – 0-0
Bayer Leverkusen – Osasuna – 0-3
Sevilla – Tottenham – 2-1
Espanyol – Benfica – 3-2


L’Espanyol ho tenia tot fet (3-0) però va deixar sortir viu el Benfica i s’haurà de guanyar la classicació a Lisboa i sense Tamudo.
La plantilla de l’Espanyol es va despertar ahir amb la sensació d’haver deixat escapar una ocasió històrica per enfonsar el Benfica. Un minut, concretament 90 segons que van del minuts 63 al 65, va ser fatídic per a la moral blanc-i-blava, ja que els gols de Nuno Gomes i Simão van deixar oberta l’eliminatòria.
(Jornal El 9 – Esportiu de Catalunya, de 7 de Abril de 2007)

Passaram já alguns dias, mas a sensação que perdura da partida a que assisti no Estádio Olímpico de Barcelona (bem composto, com perto de 5 000 adeptos benfiquistas) é a mesma: a de que, num jogo atípico, o Benfica, completamente perdido e “atordoado” pelo contra-ataque do Espanyol (com uma atitude que mais parecia ser a de uma equipa a jogar “fora de casa”), teve a eliminatória perdida. Depois, num assomo de orgulho – perante uma equipa que lhe é claramente inferior -, teve ainda a felicidade de, no espaço de dois minutos, reentrar na disputa da eliminatória, não tendo contudo sabido aproveitar então o “desnorte” dos catalães para empatar o jogo e sair de Barcelona já com vantagem (também penalizado pelo árbitro, que “não viu” uma grande penalidade a favor da equipa portuguesa).
Uma equipa que denota estar “no limite”, com um plantel escasso, sem a confiança do treinador, apostando praticamente sempre no mesmo “onze-base”, com alguns reforços que não têm “90 minutos nas pernas”, casos de Rui Costa ou Mantorras e com Derlei a continuar a “passar ao lado dos jogos”. E com uma defesa intranquila, com a juventude de David Luiz e a insegurança de Anderson. Com Nélson bastante irregular e com Nuno Gomes claramente fora de forma. Subsiste a maestria de Rui Costa, a impulsividade de Miccoli e o esforço de Simão, que continua a “carregar a equipa às costas”, com uma exibição coroada com um golo na sequência de uma excelente iniciativa individual, “de raiva”.
Já depois de amanhã, no Estádio da Luz, a decisão da eliminatória: ao Benfica bastará um golo; julgo que o conseguirá; necessita contudo ter maior concentração defensiva, em ordem a neutralizar o contra-ataque do Espanyol.
Espanyol – Gorka Iraizoz, Zabaleta (69m – Lacruz), Torrejón, Jarque, Chica, Moisés, De la Peña, Rufete (80m – Ito), Luis Garcia, Riera e Tamudo (53m – Pandiani)
Benfica – Quim, Nélson, Anderson, David Luiz, Léo, Petit, Karagounis, João Coimbra (36m – Rui Costa), Derlei (57m – Miccoli), Simão Sabrosa e Nuno Gomes
1-0 – Tamudo – 15m
2-0 – Riera – 33m
3-0 – Pandiani – 58m
3-1 – Nuno Gomes – 63m
3-2 – Simão Sabrosa – 65m
Cartões amarelos – Zabaleta (26m) e Riera (64m); Anderson (3m) e Simão Sabrosa (37m)
Árbitro – Eric Braamhaar (Holanda)
LIGA DOS CAMPEÕES – 1/4 FINAL (ACT.)
AC Milan – Bayern – 2-2
PSV Eindhoven – Liverpool – 0-3
Roma – Manchester United – 2-1
Chelsea – Valencia – 1-1
Depois da vitória do Liverpool, ontem em Eindhoven, e do empate do Bayern em Milão, nas partidas hoje disputadas, as equipas inglesas não conseguiram obter a vitória. Não obstante a intensa pressão, em particular nos últimos minutos (com Miguel a evitar um golo “certo”, opondo o corpo à trajectória da bola), o Chelsea mais não alcançou que um empate, depois de o Valencia se ter adiantado no marcador; por seu lado, o Manchester United, derrotado em Roma, necessitará vencer na 2ª mão, para poder prosseguir para as 1/2 Finais da prova.
Nos jogos de hoje da 1ª mão dos 1/4 Final da Liga dos Campeões, destaque para a vitória do Liverpool em Eindhoven por claro 3-0, conferindo-lhe praticamente o apuramento para as 1/2 Finais, em que defrontará o vencedor da eliminatória entre Chelsea e Valencia. O AC Milan acabaria por conceder um comprometedor empate a 2 golos ante o Bayern (com o 2º golo da equipa alemã a ser alcançado no 3º minuto do tempo de compensação), partindo em posição desvantajosa para a 2ª mão, a disputar em Munique.
LIGA DOS CAMPEÕES – 1/4 FINAL
AC Milan – Bayern – 2-2
PSV Eindhoven – Liverpool – 0-3
Roma – Manchester United (4/4)
Chelsea – Valencia (4/4)
Nos jogos de hoje da 1ª mão dos 1/4 Final da Liga dos Campeões, destaque para a vitória do Liverpool em Eindhoven por claro 3-0, conferindo-lhe praticamente o apuramento para as 1/2 Finais, em que defrontará o vencedor da eliminatória entre Chelsea e Valencia. O AC Milan acabaria por conceder um comprometedor empate a 2 golos ante o Bayern (com o 2º golo da equipa alemã a ser alcançado no 3º minuto do tempo de compensação), partindo em posição desvantajosa para a 2ª mão, a disputar em Munique.
BENFICA, 1 – FC PORTO, 1
Melhor – O FC Porto na primeira parte, impondo a vantagem em termos de compleição física dos seus jogadores, jogando compacto, de forma agressiva (nos limites da virilidade e da dureza… ou para além deles – nomeadamente com Bruno Alves com uma entrada intimidatória sobre Simão Sabrosa, logo aos 3 minutos, que lhe valeria o primeiro de vários cartões amarelos), com um meio-campo dominante, controlando o jogo, manietando um Benfica “desligado”, que nunca teve a capacidade de jogar como conjunto, com os sectores muito afastados e com o meio-campo a não conseguir “pegar no jogo”.
Indigno – O anti-jogo do FC Porto durante a segunda parte, impróprio de uma equipa que é campeã e que luta por revalidar o título. Depois de um golo feliz – a finalizar a primeira parte – na sequência de um lance de bola parada, com Pepe a surgir sozinho ao segundo poste, para empurrar facilmente, de cabeça, para a baliza, o FC Porto da segunda metade da partida não só abdicou de jogar o jogo pelo jogo, como tudo procurou fazer para evitar que o Benfica pudesse jogar; sucessivas simulações de lesões; múltiplas paragens para quebrar o ritmo da partida; um espectáculo muito pobre.
Magia – A forma como Rui Costa, entrando para a segunda metade do encontro, pautou, como verdadeiro “maestro” o futebol de ataque do Benfica, fazendo sucessivas aberturas, solicitando a desmarcação dos seus colegas, fazendo-os correr, dando dinâmica ao futebol do Benfica. O golo do empate – na sequência de uma jogada algo confusa, com David Luiz a rematar e a bola ainda a embater em Lucho antes de entrar na baliza – acabaria por ser magro pecúlio para a qualidade do futebol enleante do Benfica, com sucessivas subidas pelos flancos, ora por Nélson, ora por Léo, com Simão Sabrosa a chegar claramente tarde ao flanco esquerdo (depois de ter andado perdido no meio do terreno durante toda a primeira parte); no último quarto de hora, o FC Porto passou por sérios apuros, sem conseguir suster a dinâmica benfiquista.
Ausente – Quaresma praticamente não tocou na bola, sempre bem marcado por Nélson, que procurou levar o jogo para áreas mais avançadas, a que Quaresma não recuava (não gosta de defender…), pelo que o criativo do FC Porto acabou por andar quase sempre afastado do “centro das operações”, numa partida em que “passou ao lado” do jogo.
Impossível – A defesa de Helton, já em período de descontos, a evitar o golo da vitória do Benfica, na sequência de um cabeceamento subtil de Mantorras. Teria ainda tempo para nova excelente defesa, a remate forte de Derlei.
Empate – Um resultado que serve melhor as ambições do FC Porto, mantendo um ponto de vantagem na classificação, quando restam agora 7 jogos até final do campeonato… que continua, em aberto, possivelmente numa disputa a três, se o Sporting vencer amanhã. Neste encontro, só uma equipa procurou a vitória: essa, foi o Benfica.
EURO-2008 (QUALIF.) – SÉRVIA – PORTUGAL

1-1
Com o regresso de Simão Sabrosa, a equipa portuguesa surgia com uma alteração em relação ao jogo com a Bélgica: ficava no banco aquele que havia sido o melhor em campo, Quaresma.
Logo aos 4 minutos, Nuno Gomes em cima da linha de área atrasou para Tiago que, com uma óptima perspectiva, antevendo o ligeiro adiantamento do guarda-redes sérvio, rematou de longe, ligeiramente em arco, com a bola a passar por cima de Stojkovic e a anichar-se junto ao canto da baliza. Estava feito o que parecia ser o mais difícil: Portugal inaugurava o marcador, adquirindo uma preciosa vantagem.
Nos minutos imediatos, com uma forte reacção, a Sérvia ameaçou a baliza portuguesa, com sucessivas jogadas de perigo, com Ricardo a ser chamado a intervir amiúde.
Só por volta dos 20 minutos Portugal conseguiu reequilibrar o jogo, começando a procurar explorar o contra-ataque. E, aos 27 minutos, na sequência de um pontapé de canto apontado por Simão, numa jogada de combinação, surgiu João Moutinho a rematar do “meio da rua”, bastante forte, obrigando Stojkovic a uma defesa “apertada”.
Para, pouco depois, Ricardo falhar a intercepção, perante a antecipação de cabeça de Vidic, com a bola a não entrar na baliza de Portugal… por acaso. Golo que surgiria aos 37 minutos, após um pontapé de canto, com Ricardo a ficar a “meio da viagem”, surgindo Jankovic, também de cabeça, a empatar o jogo.
No minuto seguinte, Portugal poderia ter reposto a vantagem, com Nuno Gomes a desperdiçar a oportunidade.
Aos 51 minutos, num remate quase à “queima-roupa”, Stojkovic defendia praticamente por “instinto”, impedindo o que parecia inevitável: o que seria o segundo golo de Portugal. Para, no minuto imediato, em mais uma “meia-distância” de João Moutinho, Stojkovic ser novamente chamado a intervir.
Aos 63 minutos, Tiago repetia o remate forte… e Stojkovic correspondia com nova excelente defesa. Portugal justificava amplamente a vantagem!
… Que não chegaria, até porque, na fase final da partida, ambas as equipas pareciam mais preocupadas em manter o resultado do que em tentar a vitória.
Portugal (que já jogou fora na Polónia, Sérvia e Finlândia, principais adversários na disputa da qualificação) ascende ao 2º lugar – posição que conferirá, no final, o apuramento para o “EURO 2008” -, não obstante empatado pontualmente com a Sérvia e a Finlândia.
– Stojkovic, Duljaj, Tosic (84m – Lazovic), Vidic, Dragutinovic, Krstajic, Jankovic (68m – Koroman), Kovacevic, Krasic, Stankovic (78m – Markovic) e Pantelic
– Ricardo; Miguel (72m – Marco Caneira), Ricardo Carvalho, Jorge Andrade e Paulo Ferreira; Petit, Tiago, Cristiano Ronaldo, João Moutinho (77m – Raúl Meireles) e Simão Sabrosa; Nuno Gomes (82m – Quaresma)
0-1 – Tiago – 4m
1-1 – Jankovic – 37m
Cartões amarelos – Cristiano Ronaldo (36m), Paulo Ferreira (50m) e Ricardo Carvalho (60m); Stankovic (6m), Pantelic (34m), Jankovic (38m) e Dragutinovic (62m)
Árbitro – Bertrand Layec (França)
Na jornada de hoje da Fase de Qualificação para o “EURO 2008″, destaque para as surpreendentes vitórias do Liechtenstein sobre a Letónia e do Azerbaijão sobre a Finlândia, para além do empate da Albânia na Bulgária; a Irlanda do Norte bateu a Suécia, enquanto a Holanda venceu na Eslovénia; os campeões europeus em título (Grécia) apenas de grande penalidade conseguiram quebrar a resistência da selecção de Malta.
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Polónia7 5 1 1 12-5 16 2º Portugal
6 3 2 1 13-4 11 3º Sérvia
6 3 2 1 8-4 11 4º Finlândia
6 3 2 1 7-3 11 5º Bélgica
6 2 1 3 4-6 7 6º Cazaquistão
6 1 2 3 3-8 5 7º Azerbaijão
6 1 1 4 2-13 4 8º Arménia
5 - 1 4 0-6 1
7ª jornada
28.03.07 – Azerbaijão – Finlândia – 1-0
28.03.07 – Polónia – Arménia – 1-0
28.03.07 – Sérvia – Portugal – 1-1
EURO-2008 (QUALIF.) – PORTUGAL – BÉLGICA

4-0
A equipa portuguesa (privada de Deco, por lesão; e de Simão Sabrosa, a cumprir um jogo de suspensão) entrou em campo com boa atitude, procurando construir jogo ofensivo, com os belgas – desde início… tal como “prometido” – a recorrer com insistência à falta, de alguma forma procurando “intimidar” os mais criativos jogadores portugueses, com destaque para o dinamismo de Quaresma.
Apenas cerca dos 20 minutos de jogo, a Bélgica surgiria, pela primeira vez, com algum perigo, à área da equipa nacional. Entretanto, Portugal continuava a atacar, ao mesmo tempo que, por algumas vezes, ia tentando rematar de longe.
Passada a meia hora de jogo, notava-se alguma dificuldade nas transições ofensivas, com João Moutinho a jogar algo recuado; e, inversamente, Nuno Gomes isolado na frente. Os belgas apenas procuravam manter o nulo no marcador, quando, a finalizar o primeiro tempo, ficou por assinalar uma grande penalidade a favor de Portugal, com Cristiano Ronaldo a ver o cartão amarelo por reclamar.
Logo no início da segunda parte, Portugal criava duas oportunidades de golo, mas não conseguia converter. Mas, apenas com 7 minutos, com João Moutinho a subir no terreno, provocando desequilíbrios, Nuno Gomes não teve dificuldade em empurrar a bola para a baliza, inaugurando o marcador.
Para, logo de seguir, numa excelente iniciativa de Quaresma, o guarda-redes belga a não chegar à bola, surgindo nas costas Cristiano Ronaldo, a cabecear para a baliza deserta, fazendo o 2-0.
Procurando reagir, na Bélgica entrou Sterchele… que, na sua primeira jogada, desperdiçou escandalosamente o golo, completamente isolado e já com Ricardo fora do lance.
Mas o melhor momento da noite estava ainda para chegar! Aos 69 minutos, num lance de magia, Quaresma, descaído sobre o lado direito (ainda fora da área) rematou “de trivela”, em arco, cruzado para o poste mais distante, com a bola a sobrevoar o guarda-redes belga e a anichar-se no fundo da baliza; como primeiro golo na selecção, uma jogada para recordar para sempre!
No duelo “particular” entre Cristiano Ronaldo e Stijnen, o português cirandou à entrada da área, driblando os adversários, rodando o pé sobre a bola, acabando por rematar, com o guarda-redes belga a consentir o quarto golo português.
Stijnen viria ainda, já no último minuto, a negar (por duas vezes!) o que teria sido o quinto golo português…
Portugal dava – dentro do campo – a melhor resposta às polémicas que rodearam este jogo, criadas pelo comportamento dos belgas (primeiro com Stijnen a “ameaçar” Ronaldo, e, à chegada ao aeroporto de Lisboa, com escaramuças com oso jornalistas portugueses). Uma categórica vitória, com uma goleada, relançando as suas hipóteses de apuramento, ao mesmo tempo que praticamente afasta a Bélgica dessa luta.
Já depois do termo do jogo, um gesto bonito: o abraço entre Ronaldo e Stijnen!
– Ricardo; Miguel, Ricardo Carvalho, Jorge Andrade e Paulo Ferreira; Petit (76m – Fernando Meira), Tiago, Quaresma (70m – Nani), João Moutinho e Cristiano Ronaldo (78m – Hugo Viana); Nuno Gomes
– Stijnen, Hoefkens (64m – Sterchele), Clement, Van Buyten, Van der Heyden, Fellaini, Mudingayi, De Man, Defour, Martens (56m – Chatelle) e Mbo Mpenza (80m – Van Damme)
1-0 – Nuno Gomes – 52m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 55m
3-0 – Quaresma – 69m
4-0 – Cristiano Ronaldo – 75m
Cartões amarelos – Cristiano Ronaldo (45m); Hoefkens (15m), De Man (38m), Fellaini (58m), Van Damme (88m)
Árbitro – Kyros Vassaras (Grécia)
Na jornada de hoje da Fase de Qualificação para o “EURO 2008”, destaque para a grande surpresa da derrota da Sérvia no Cazaquistão (a primeira vitória de sempre desta selecção em jogos do Campeonato Europeu), e para a “humilhante” goleada sofrida pela Grécia, em casa, frente ao seu grande rival, Turquia (1-4) – numa partida em que os gregos começaram por ganhar vantagem, logo aos 5 minutos; a Alemanha conseguiu uma excelente vitória (2-1) na R. Checa; a Inglaterra não conseguiu desfazer o nulo em Israel; a Noruega foi derrotada em casa (1-2) pela Bósnia-Herzegovina; noutro jogo entre equipas candidatas ao apuramento, a Roménia conseguiu empatar a zero na Holanda.
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Polónia6 4 1 1 11-5 13 2º Finlândia
5 3 2 - 7-2 11 3º Portugal
5 3 1 1 12-3 10 4º Sérvia
5 3 1 1 7-3 10 5º Bélgica
6 2 1 3 4-6 7 6º Cazaquistão
6 1 2 3 3-8 5 7º Arménia
4 - 1 3 0-5 1 8º Azerbaijão
5 - 1 4 1-13 1
6ª jornada
24.03.07 – Polónia – Azerbaijão – 5-0
24.03.07 – Cazaquistão – Sérvia – 2-1
24.03.07 – Portugal – Bélgica – 4-0
SORTEIO DAS PROVAS EUROPEIAS – 1/4 FINAL
O sorteio dos 1/4 Final da Taça UEFA, hoje realizado em Glasgow (cidade na qual será realizada a Final da prova, no próximo dia 16 de Maio), ditou os seguintes confrontos, a disputar a 5 e 12 de Abril:
AZ Alkmaar – Werder Bremen
Bayer Leverkusen – Osasuna
Sevilla – Tottenham
Espanyol – Benfica
Nas 1/2 Finais, o vencedor do confronto Espanyol-Benfica defrontará o vencedor da eliminatória entre Az Alkmaar e Werder Bremen; por seu lado, a equipa que vencer a eliminatória entre Bayer Leverkusen e Osasuna irá jogar com o vencedor do Sevilla-Tottenham.
Fora já realizado, na passada semana, o sorteio dos 1/4 Final da Liga dos Campeões Europeus (cuja Final será disputada a 23 de Maio, em Atenas):
03.04.07 – AC Milan – Bayern
03.04.07 – PSV – Liverpool
04.04.07 – Roma – Manchester United
04.04.07 – Chelsea – Valencia
Nas 1/2 Finais, o vencedor da eliminatória entre AC Milan e Bayern defrontará o vencedor do confronto entre Roma e Manchester United; por seu lado, a equipa vitoriosa do PSV – Liverpool jogará com o vencedor da eliminatória entre Chelsea e Valencia.
TAÇA UEFA – 1/8 FINAL (ACT.)
AZ Alkmaar – Newcastle – 2-0 / 2-4 (4-4)
Espanyol – Macabbi Haifa – 4-0 / 0-0 (4-0)
Osasuna – Glasgow Rangers – 1-0 / 1-1 (2-1)
Tottenham – Braga – 3-2 / 3-2 (6-4)
Shakhtar Donetsk – Sevilla – 2-3 (a.p.) / 2-2 (4-5)
B. Leverkusen – Lens – 3-0 / 1-2 (4-2)
Benfica – P. St.-Germain – 3-1 / 1-2 (4-3)
Werder Bremen – Celta de Vigo – 2-0 / 1-0 (3-0)


No jogo da 2ª mão, com um Estádio da Luz repleto, o Benfica entrou decidido a resolver cedo a eliminatória. Com uma toada ofensiva que quase “sufocou” a equipa francesa, rapidamente chegaria ao golo, por intermédio de Simão Sabrosa, colocando-se novamente em vantagem no conjunto das duas mãos.
As coisas pareciam fáceis, quando – logo aos 26 minutos – o Benfica, numa excelente execução de Petit (a fazer um “chapéu” a Landreau), ampliava a vantagem para 2-0.
Como que deslumbrado com as facilidades – num momento de desconcentração da equipa do Benfica -, Pauleta, com instinto goleador, antecipou-se à defesa benfiquista, cabeceando para o fundo da baliza, com Moretto a deixar passar a bola sob o corpo. A eliminatória voltava a estar igualada.
E, de imediato, nos minutos seguintes, pairou a “sombra” dos últimos 10 minutos da primeira parte em Paris, com o Benfica a passar mais uma vez por apuros, particularmente quando Pauleta rematou novamente com perigo, desta feita com Moretto a evitar o golo.
Na segunda parte, a sensação foi a de que a equipa francesa foi procurando “adormecer” o jogo, o que ia conseguindo; praticamente até ao quarto de hora final, o Benfica não criaria grandes oportunidades de perigo.
Nos minutos finais, o Benfica procurou decidir a eliminatória no tempo regulamentar, mas parecia que não viria a ser feliz… até que, a 3 minutos do final da partida, Mulumbu derrubou Léo na grande-área. Na conversão da grande penalidade, Simão Sabrosa, com frieza e segurança, marcava pela terceira vez ao Paris St.-Germain, apurando o Benfica para os 1/4 Final da Taça UEFA.
Prova em que subsistem também 3 equipas espanholas (o detentor do troféu, Sevilla – hoje salvo da eliminação com um golo do seu guarda-redes, na sequência de um pontapé de canto, na última jogada do tempo regulamentar, aos 94 minutos! -, Espanyol e Osasuna); 2 alemãs (Bayer Leverkusen e Werder Bremen); uma inglesa (Tottenham); e uma holandesa (Az Alkmaar).
Benfica – Moretto; Nélson, David Luiz, Anderson, Léo; Petit, Katsouranis, Karagounis (45m – João Coimbra), Simão Sabrosa; Nuno Gomes (90m – Paulo Jorge) e Miccoli (77m – Derlei)
Paris St.-Germain – Landreau, Mabiala (75m – Mendy), Rozehnal, Traoré, Drame, Mulumbu, Diané, Gallardo (70m – Kalou), Rothen, Pauleta e Luyindula (70m – Ngog)
1-0 – Simão Sabrosa – 12m
2-0 – Petit – 27m
2-1 – Pauleta – 32m
3-1 – Simão Sabrosa – 89m
Cartões amarelos – Katsouranis (22m) e Nuno Gomes (90m); Mulumbu (2m), Rothen (61m) e Traoré (90m)
Cartão vermelho – Mulumbu (88m)
Árbitro – Florian Meyer (Alemanha)
Depois da derrota em casa, o Braga partia para a 2ª mão, disputada hoje em Londres, sem grandes expectativas, para além de procurar dignificar o nome do clube e do país que representa. O próprio treinador – Jorge Costa – havia dado o mote, referindo que pretendia evitar que a sua equipa sofresse uma “humilhação”…
E, desde início, o Tottenham, exercendo intensa pressão, empurrou o Braga para o seu meio-campo defensivo, criando jogadas de relativo perigo.
Conseguindo resistir e passar incólume aos primeiros 20 minutos de ofensiva inglesa, o Braga acabaria por – na sequência de um lance de “bola parada”, com um cruzamento tenso para a área – beneficiar de um auto-golo de um adversário, desviando involuntariamente a bola para a sua baliza.
Estavam decorridos 24 minutos e, surpreendentemente, o Braga voltava a “reentrar” na discussão da eliminatória (tal como sucedera já no Minho)… mas, por pouco tempo, pois passados menos de cinco minutos, Berbatov empataria o jogo.
Voltando a “carregar no acelerador”, continuando a atacar com intensidade, o Tottenham chegaria, com naturalidade – ainda antes do intervalo – ao segundo golo, com Berbatov a bisar.
Na segunda parte, o ritmo foi mais moderado, permitindo ao Braga respirar melhor, não obstante sem criar claras ocasiões de golo.
Até que, à passagem dos 60 minutos, na conversão de um livre directo, superiormente apontado por Andrade, com um potente remate, o Braga empatava o jogo… e regressava (uma vez mais) à discussão da eliminatória!
Nos minutos imediatos, empolgada pelo golo e acreditando em si própria, a equipa do Braga partiu decididamente à procura do golo que (pelo menos…) forçaria o prolongamento.
Porém, aos 75 minutos, terminava o sonho bracarense; Malbranque (que já marcara na 1ª mão), sentenciava – desta vez, definitivamente… – a eliminatória. Repetia-se o resultado do primeiro jogo. O Braga concluía, com dignidade, a sua participação na Taça UEFA desta época.
TAÇA UEFA – 1/8 FINAL
AZ Alkmaar – Newcastle – 15/3 / 2-4 (2-4)
Espanyol – Macabbi Haifa – 15/3 / 0-0 (0-0)
Osasuna – Glasgow Rangers – 1-0 / 1-1 (2-1)
Tottenham – Braga – 3-2 / 3-2 (6-4)
Shakhtar Donetsk – Sevilla – 15/3 / 2-2 (2-2)
B. Leverkusen – Lens – 3-0 / 1-2 (4-2)
Benfica – P. St.-Germain – 15/3 / 1-2 (1-2)
Werder Bremen – Celta de Vigo – 2-0 / 1-0 (3-0)
Depois da derrota em casa, o Braga partia para a 2ª mão, disputada hoje em Londres, sem grandes expectativas, para além de procurar dignificar o nome do clube e do país que representa. O próprio treinador – Jorge Costa – havia dado o mote, referindo que pretendia evitar que a sua equipa sofresse uma “humilhação”…
E, desde início, o Tottenham, exercendo intensa pressão, empurrou o Braga para o seu meio-campo defensivo, criando jogadas de relativo perigo.
Conseguindo resistir e passar incólume aos primeiros 20 minutos de ofensiva inglesa, o Braga acabaria por – na sequência de um lance de “bola parada”, com um cruzamento tenso para a área – beneficiar de um auto-golo de um adversário, desviando involuntariamente a bola para a sua baliza.
Estavam decorridos 24 minutos e, surpreendentemente, o Braga voltava a “reentrar” na discussão da eliminatória (tal como sucedera já no Minho)… mas, por pouco tempo, pois passados menos de cinco minutos, Berbatov empataria o jogo.
Voltando a “carregar no acelerador”, continuando a atacar com intensidade, o Tottenham chegaria, com naturalidade – ainda antes do intervalo – ao segundo golo, com Berbatov a bisar.
Na segunda parte, o ritmo foi mais moderado, permitindo ao Braga respirar melhor, não obstante sem criar claras ocasiões de golo.
Até que, à passagem dos 60 minutos, na conversão de um livre directo, superiormente apontado por Andrade, com um potente remate, o Braga empatava o jogo… e regressava (uma vez mais) à discussão da eliminatória!
Nos minutos imediatos, empolgada pelo golo e acreditando em si própria, a equipa do Braga partiu decididamente à procura do golo que (pelo menos…) forçaria o prolongamento.
Porém, aos 75 minutos, terminava o sonho bracarense; Malbranque (que já marcara na 1ª mão), sentenciava – desta vez, definitivamente… – a eliminatória. Repetia-se o resultado do primeiro jogo. O Braga concluía, com dignidade, a sua participação na Taça UEFA desta época.



