Posts tagged ‘Futebol’

Liga Europa – Benfica – Vorskla Poltava

Vorskla Poltava – Benfica – 2-1

27.08.2009 – Liga Europa – Play-off (2ª mão)

Vorskla PoltavaVorskla Poltava – Serhiy Dolganskyy, Filip Despotvski, Armend Dallku, Oleg Krasnoporov, Jovan Markoski (88m – Volodymyr Chesnakov), Denys Kulakov, Vasyl Sachko (72m – Olexiy Chychykov), Debatik Curri, Gennadiy Medvediev, Grigoriy Yarmash (45m – Roman Bezus) e D. Esin

BenficaBenfica – Moreira, Luís Filipe, Luisão, Sidnei, David Luiz, Javi García, Fábio Coentrão (63m – Angel Di María), Keirrison, César Peixoto, Ramires (71m – Ruben Amorim) e Nuno Gomes (45m – Javier Saviola)

1-0 – Vasyl Sachko – 48m
1-1 – Javier Saviola – 59m
2-1 – Dmitry Esin – 74m

Cartões amarelos – Grigoriy Yarmash (22m), Debatik Curri (47m) e Roman Bezus (86m); Nuno Gomes (10m), Javier Saviola (68m) e Javi García (75m)

Árbitro – Claudio Circhetta (Suíça)

Com a eliminatória praticamente resolvida a seu favor, o Benfica aproveitou para fazer rodar alguns elementos com menos tempo de jogo.

Conforme referiu o treinador, um “risco calculado”, mas em que a derrota poderia ter sido naturalmente evitada, não fora a fragilidade defensiva evidenciada, frente a uma equipa que nunca revelou capacidade para assumir um claro domínio do jogo, nem, por maioria de razão, para buscar a anulação da desvantagem da 1ª mão.

De facto, após o tento do Vorskla Poltava, a abrir a segunda parte, o golo de Saviola, rapidamente repondo o empate, anulou qualquer veleidade nesse sentido, o que fez com que o Benfica “desligasse” por completo do jogo, acabando por, já em fase de alguma desconcentração, conceder novo golo, que resultaria no triunfo do adversário.

Até final da partida, nem uma nem outra equipa demonstraram capacidade anímica ou de reacção para alterar o marcador.


Benfica – Vorskla Poltava – 4-0

20.08.2009 – Liga Europa – Play-off (1ª mão)

BenficaBenfica – Quim, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, Shaffer, Javi García, Angel Di María, Pablo Aimar, Fábio Coentrão (62m – Ramires), Javier Saviola (80m – César Peixoto) e Óscar Cardozo (75m – Weldon)

Vorskla PoltavaVorskla Poltava – Serhiy Dolganskyy, Filip Despotvski, Armend Dallku, Oleg Krasnoporov, Jovan Markoski (87m – Olexiy Chychykov), Denys Kulakov, Vasyl Sachko (45m – Ahmed Januzi), Debatik Curri, Gennadiy Medvediev, Grigoriy Yarmash (60m – Roman Bezus) e Dmitry Esin

1-0 – Angel Di María – 31m
2-0 – Óscar Cardozo – 55m (pen.)
3-0 – Javier Saviola – 57m
4-0 – Weldon – 77m

Cartões amarelos – Shaffer (30m) e Ramires(84m); Grigoriy Yarmash (37m), Denys Kulakov (44m), Armend Dallku (51m) e Ahmed Januzi (74m)

Árbitro – Darko Ceferin (Eslovénia)

Embalada pelos bons resultados da pré-época, em que, agora sob o comando de Jorge Jesus, a equipa do Benfica se viu restituída da (auto-)confiança que lhe tem faltado noutras ocasiões, e frente a uma equipa jovem, inexperiente a nível de provas europeias – não obstante, vencedora da Taça da Ucrânia, superando clubes conceituados como o D. Kiev ou o Shakhtar Donetsk – a vitória no jogo da 1ª mão, praticamente definindo o desfecho da eliminatória, acabou por surgir com naturalidade.

Quebrando a resistência ucraniana à passagem da meia hora de jogo, o Benfica confirmaria o triunfo com dois golos no espaço de dois minutos, rapidamente dilatando a vantagem para um inequívoco 3-0, que viria a ser ainda ampliada no quarto de hora fnal da partida.

27 Agosto, 2009 at 11:32 pm Deixe um comentário

A (não) descentralização do futebol português-2

Num ano em que o Distrito de Santarém perdera já um representante nos Campeonatos Nacionais de futebol (com a desistência do Abrantes do Campeonato da II Divisão), e em que Cartaxo e Torres Novas foram despromovidos da III Divisão para os Distritais, a aplicação de uma regra geral a uma situação específica, especial e de cariz algo excepcional como a da renúncia do Riachense à promoção aos Nacionais, faz com que a região passe a dispor de um único representante no Campeonato Nacional da III Divisão, o Rio Maior…

Sim, esse mesmo clube que viu todos os seus jogadores seniores rescindir o contrato por atrasos salariais de vários meses, e que – recorrendo aos juniores para as três últimas jornadas da prova, de forma a evitar a desclassificação – se viu mimoseado com desfechos de 16-1 (em casa, frente ao Sintrense) e 17-0 (com o Portosantense)!

Ou seja, a Associação de Futebol de Santarém – é verdade que, essencialmente, por responsabilidades imputáveis a clubes (os dirigentes do Rio Maior, em ultimato que fizeram aos jogadores imediatamente antes das rescisões fizera saber que, se as mesmas se concretizassem, o clube abandonaria a prática do futebol senior)  – corre o risco de na próxima época, de 2009-10, não ter qualquer representação no Campeonato Nacional da III Divisão… situação curiosa para uma prova que se denomina “Nacional”!

A aplicação de uma regra como a que está em causa, que privilegia as associações distritais mais poderosas, mais não faz que contribuir para o acentuar e mesmo perpetuar as já vincadas assimetrias entre litoral e interior do país. Estou convicto de que será de entendimento generalizado que tal não será o caminho mais adequado para o desenvolvimento harmonioso das regiões, nas suas várias componentes, económica, sócio-cultural, e, no caso concreto, desportiva.

Não sendo especialista em Direito, sei, não obstante, que as leis devem ter um carácter genérico e abstracto. Mas quando a interpretação da lei é cega a tal ponto que se proporciona a aplicações indevidas e injustas, não será altura de questionar tal aplicação?

17 Junho, 2009 at 10:22 pm Deixe um comentário

A (não) descentralização do futebol português

A história conta-se em poucas palavras: tudo começou no passado dia 3 de Junho quando o Riachense (Campeão Distrital da Associação de Futebol de Santarém) declarou (nomeadamente por razões financeiras) renunciar ao direito a ser promovido à III Divisão Nacional; com naturalidade, a A. F. Santarém contactou o clube vice-campeão distrital (União de Tomar) para inquirir sobre a sua disponibilidade para uma eventual promoção, em substituição do Riachense, a que os responsáveis da equipa de Tomar – depois de avaliarem os riscos inerentes a tal opção, nomeadamente de índole económico-financeira – se mostraram receptivos.

A partir desse momento a decisão deste caso estava “nas mãos” da Federação Portuguesa de Futebol. Quanto me foi possível apurar, tratar-se-á de uma situação não especificamente regulamentada, pelo que se recorrerá ao critério geral de preenchimento de vagas: em lugar do Campeão distrital de Santarém será promovido o 2º classificado do campeonato da associação com mais clubes inscritos (sendo as principais a de Braga, Porto e Lisboa…).

Uma lógica que não deixa de ter subjacente algo de contraditório com o desenvolvimento do país em geral, na medida em que privilegia as associações mais poderosas.

Subsiste uma questão, que por esta via endereço aos responsáveis da Federação Portuguesa de Futebol e da Associação de Futebol de Santarém: O que acontecerá no final da época 2009-10 caso o Riachense (ou outro qualquer clube) se sagre Campeão Distrital e renuncie (novamente…) à promoção à III Divisão Nacional?

17 Junho, 2009 at 2:14 pm Deixe um comentário

Albânia – Portugal (Mundial 2010 – Qualif.)

Num ambiente adverso, frente a uma equipa albanesa que não teve pejo em usar, desde início do jogo, alguma agressividade, Portugal não cumpriu o que Carlos Queirós, num exercício de tentativa de motivação dos seus jogadores, antecipara: o de alcançar uma vitória “fácil” e/ou categórica.

Efectivamente, foi necessário sofrer muito para – “a ferros” – conseguir alcançar os 3 pontos, esta noite em Tirana; apenas no antepenúltimo dos cinco minutos de tempo de compensação, quando os jogadores albaneses já haviam abdicado de disputar o jogo, recolhendo-se às imediações da sua área, num lance típico de bola lançada em profundidade, surgiu Bruno Alves, nas costas da defesa, a antecipar-se e desviar de cabeça para o golo.

Até aí – e, portanto, ao longo de todo o encontro – Portugal denotara uma falta de ideias e de dinâmica, sem oportunidades de perigo dignas de realce, à excepção do lance do primeiro golo, com uma descida de Bosingwa pelo corredor lateral direito, cruzando com “conta, peso e medida” para a cabeça de Hugo Almeida, que não se fez rogado, inaugurando o marcador.

E, quando se pensaria que o mais difícil – quebrar a muralha defensiva albanesa – estava feito, praticamente no minuto imediato, num lance de desconcentração da defesa portuguesa, a deixar-se antecipar, a Albânia empatava o jogo.

Com uma equipa algo saturada física e psicologicamente, Portugal não conseguiria imprimir mudanças de ritmo, nem acelerar o jogo, com as substituições operadas por Carlos Queirós a não resultar em mais do que um ou dois fogachos da parte de Nani. Seria, consequentemente, já em desespero, que Portugal conseguiria manter a esperança do apuramento, que teria ficado bastante comprometido em caso de empate.

De qualquer forma, após a vitória da Dinamarca hoje na Suécia, as contas para o primeiro lugar parecem irremediavelmente afastadas – dificilmente os dinamarqueses deixarão escapar a vitória no Grupo e a qualificação directa (recebendo, no seu terreno, os três adversários ainda na disputa do acesso à Fase Final do Mundial) -, com a equipa portuguesa a ver-se praticamente compelida a recentrar os seus objectivos no segundo lugar e eventual apuramento via play-off.

No pressuposto de que Portugal venceria todas as 4 partidas que tem ainda a disputar – sendo a próxima, daqui a 3 meses… na Dinamarca, seguindo-se, quatro dias depois, a visita à Hungria -, alcançaria um total de 21 pontos, sendo que, nesse cenário, o máximo de pontos que a Hungria poderia atingir seria de 19, o que a afastaria da qualificação. Com a Suécia a ter ainda de se deslocar à Dinamarca, só a vitória (em todos os 5 jogos) lhe permitiria também atingir os 21 pontos.

Realizaram-se hoje diversos outros jogos de qualificação, um pouco por todo o mundo, com Japão, Austrália, Coreia do Sul e Holanda a serem os primeiros a garantir um lugar na Fase Final do Campeonato Mundial, a disputar no próximo ano na África do Sul.

Albânia – Islli Hidi, Elvin Beqiri, Kristi Vangjeli, Lorik Cana, Debatik Curri, Endri Vrapi, Amsi Agolli, Ervin Bulku, Klodian Duro (87m – Besart Berisha), Ervin Skela (90m – Dorian Bylykbasi) e Erion Bogdani (65m – Hamdi Salihi)

Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho (76m – Nani), Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles e Deco; Cristiano Ronaldo, Hugo Almeida (70m – Edinho) e Boa Morte (45m – Simão Sabrosa)

0-1 – Hugo Almeida – 27m
1-1 – Erion Bogdani – 29m
1-2 – Bruno Alves – 90m

Cartões amarelos – Kristi Vangjeli (9m), Debatik Curri (21m), Amsi Agolli (54m) e Islli Hidi; Raul Meireles (54m) e Pepe (80m)

Árbitro – Florian Meyer (Alemanha)

GRUPO 1

                   Jg    V    E    D       G      Pt 
1º Dinamarca        6    5    1    -    13 - 2    16 
2º Hungria          6    4    1    1     8 - 2    13 
3º Portugal         6    2    3    1     8 - 4     9 
4º Suécia           6    2    3    1     6 - 2     9 
5º Albânia          8    1    3    4     4 - 8     6 
6º Malta            8    -    1    7     0 - 21    1

7ª jornada

06.06.09 – Suécia – Dinamarca – 0-1
06.06.09 – Albânia – Portugal – 1-2
10.06.09 – Suécia – Malta – 4-0

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6 Junho, 2009 at 9:45 pm Deixe um comentário

Bordeaux e Unirea Urziceni Campeões / FC Porto vence Taça

BordeauxO Girondins de Bordeaux sagrou-se ontem Campeão de França, conquistando o 6º título do seu historial, 10 anos depois do último triunfo, colocando termo a um reinado de 7 anos do Olympique de Lyon.

Unirea UrziceniDe forma surpreendente – beneficiando da derrota caseira do D. Bucuresti – um sensacional Unirea Urziceni, vencendo em Timisoara, sagrou-se, já nesta jornada, e pela primeira vez na sua história, Campeão da Roménia!

Em Portugal, o FC Porto, vencendo por 1-0 o P. Ferreira na Final da Taça de Portugal, hoje disputada no Estádio do Jamor, conquistou pela 14ª vez a Taça de Portugal, em 26 Finais disputadas (ver Palmarés e lista de finais – antes da Final de hoje).

Entretanto, começa a definir-se a composição da Liga dos Campeões da próxima época; com lugar assegurado na Fase de Grupos (8 Grupos de 4 equipas) encontram-se já as seguintes 22 equipas: Manchester United, Liverpool e Chelsea (Inglaterra), Barcelona, Real Madrid e Sevilla (Espanha), Inter, Juventus e AC Milan (Itália), Bordeaux e Marseille (França), Wolfsburg e Bayern (Alemanha), Rubin Kazan e Spartak Moskva (Rússia), Unirea Urziceni (Roménia), FC Porto (Portugal), AZ (Holanda), Glasgow Rangers (Escócia), Beşiktaş (Turquia), D. Kiev (Ucrânia) e Standard Liège (Bélgica).

Arsenal, At. Madrid, Fiorentina, Lyon e Stuttgart perfilam-se também na “ante-câmara” da qualificação, já que participarão no play-off final de apuramento, defrontando os 5 vencedores da eliminatória da “Fase de Qualificação de Não Campeões”, na qual participarão: Sporting (Portugal), Celtic (Escócia), Shakhtar Donetsk (Ucrânia), Anderlecht (Bélgica), Panathinaikos (Grécia), – “cabeças-de-série” -, Sparta Praha (R. Checa), D. Moskva (Rússia), Timişoara (Roménia), Twente (Holanda) e Sivasspor (Turquia).

Os Campeões nacionais de 39 países (incluindo o Olympiakos, da Grécia, e o Slavia Praha, da R. Checa) apurarão entre si, por via de sucessivas eliminatórias, os restantes 5 participantes na Fase de Grupos da Liga dos Campeões.

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31 Maio, 2009 at 7:00 pm Deixe um comentário

Barcelona Campeão Europeu

BarcelonaCom uma exibição segura, o Barcelona, vencendo em Roma a equipa do Manchester United por 2-0 – culminando uma perfeita época de estreia de Guardiola como treinador, depois da conquista do título de Campeão de Espanha e da vitória na Taça do Rei -, sagrou-se Campeão Europeu pela terceira vez no seu historial (10º troféu nas provas europeias), depois das vitórias de 1992 e 2006, igualando o seu rival de hoje… que desapossou do título.

Na partida desta noite, o Manchester United parecia ter entrado de forma mais fulgurante, aproximando-se com perigo da baliza da equipa catalã por três vezes nos minutos iniciais.

Até que, ao 10º minuto de jogo, Samuel Eto’o, na primeira jogada ofensiva do Barcelona, marcava o golo que pautaria o tempo restante desta final: uma equipa confiante, com um grande domínio / posse de bola, num excelente jogo colectivo – tendo por esteios principais Xavi e Iniesta, a par do trio ofensivo formado por Messi, Eto’o e Henry -, que praticamente não concedeu veleidades ao adversário.

O golo de Messi, aos 70 minutos, determinaria, ainda relativamente cedo, o desfecho desta Final, em que Cristiano Ronaldo, algo desacompanhado e “sem bola” – e não obstante o esforço desenvolvido -, não brilharia, depois de ter dado sinais de querer evidenciar-se na fase inicial do encontro.

Clicar abaixo para ver o palmarés completo (1955-2009):

27 Maio, 2009 at 10:06 pm Deixe um comentário

Wolfsburg Campeão da Alemanha

WolfsburgO Wolfsburg (equipa da Volkswagen, na qual militaram esta época os portugueses Ricardo Costa e Alex) entrou ontem na história do futebol alemão ao sagrar-se pela primeira vez Campeão da Alemanha, encerrando a prova com uma concludente vitória, por 5-1, sobre o Werder Bremen.

Em França, à entrada para a derradeira jornada, o Bordeaux mantém uma vantagem de 3 pontos sobre o Marseille, necessitando apenas de 1 empate em Caen (que luta ainda pela manutenção), isto caso os marselheses vençam frente ao Rennes.

Por fim, na Roménia, um sensacional Unirea Urziceni, vencendo o anterior líder D. Bucareste, assumiu o comando isolado da prova, com um ponto de vantagem, quando faltam apenas 2 jornadas… e precisamente antes de visitar, na próxima ronda, o terceiro candidato ao título, Poli Timişoara, a 5 pontos do primeiro lugar, sendo que esta equipa foi penalizada no início da prova com a dedução de 6 pontos!

24 Maio, 2009 at 8:33 pm Deixe um comentário

Classificação Final – Campeonato Nacional Futebol 2008-09

Equipa            J     V     E     D    GM   GS     P
FC Porto         30    21     7     2    61 - 18    70
Sporting         30    20     6     4    45 - 20    66
Benfica          30    17     8     5    54 - 32    59
Nacional         30    15     7     8    47 - 32    52
Sp. Braga        30    13    11     6    38 - 21    50
Leixões          30    12     9     9    30 - 31    45
Académica        30    10     9    11    28 - 32    39
V. Guimarães     30    10     8    12    32 - 36    38
Marítimo         30     9    10    11    35 - 36    37
Paços Ferreira   30     9     7    14    37 - 42    34
E. Amadora       30     8    10    12    26 - 38    31 *
Rio Ave          30     8     6    16    20 - 35    30
Naval            30     7     8    15    25 - 39    29
V. Setúbal       30     7     5    18    21 - 46    26
Belenenses       30     5     9    16    28 - 52    24
Trofense         30     5     8    17    25 - 42    23

* E. Amadora penalizado em 3 pontos, por deliberação de 20 de Maio de 2009, por não ter efectuado pagamento à Liga no prazo regulamentar

Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Sporting – Fase “Qualificação Não Campeões” p/ Liga Campeões
3º classificado – Benfica – “Play-off” final de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
4º classificado – Nacional – “Play-off” final de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – Braga – 3ª eliminatória de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
Finalista Taça – P. Ferreira – 2ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Europa

Vencedor Taça – FC Porto

Despromovidos – E. Amadora (devido a incumprimento financeiro) e Trofense
Promovidos – Olhanense e U. Leiria

Palmarés – Campeões:

Benfica (31) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05

FC Porto (24) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09

Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02

Belenenses (1) – 1945-46

Boavista (1) – 2000-01

24 Maio, 2009 at 8:00 pm Deixe um comentário

Taça UEFA – Final

Com a realização da 51ª Final da competição, hoje disputada em Istambul, entre Werder Bremen e Shakhtar Donetsk, com vitória da equipa ucraniana, por 2-1, no prolongamento, conclui-se a existência da Taça UEFA (precedida, até 1970-71, pela denominada Taça das Cidades com Feiras), a partir da próxima época substituída pela nova “Liga Europa”.

Clicar abaixo para ver o palmarés completo (1955-2009):

(mais…)

20 Maio, 2009 at 10:22 pm Deixe um comentário

Cem anos do futebol em Torres Novas

A pretexto da primeira demonstração de futebol realizada em Torres Novas de que há registo histórico – a 15 de Abril de 1909 – João Carlos Lopes escreveu um livro (“Cem anos do futebol em Torres Novas”), pequeno em dimensão, mas que vale bem a pena ser lido e estudado, dada a dimensão sociológica e sócio-política com que é abordada a génese e desenvolvimento dos diversos clubes locais nos primórdios deste complexo fenómeno de massas em que se tornou o futebol, evoluindo – no que constitui um interessante traço da história do futebol português e da sua afirmação – a partir de um início elitista para um cariz popular… ou, no caso concreto, desde os militares (associados à Escola de Cavalaria), até aos operários.

Nele são afloradas questões pertinentes, de que é exemplo o declínio dos clubes representativos de grandes concentrações operárias (Setúbal, Barreiro), ou de cidades industriais do centro e sul do país, de mais pequena escala (Marinha Grande, Tomar, Olhão e Tramagal), no período pós-revolução – curiosamente, e de forma algo excepcional, uma tendência estrutural ontem mesmo “contrariada” pelo Olhanense, conseguindo, 34 anos depois, o regresso ao principal escalão do futebol português.

Ou vicissitudes tão comezinhas como a falta de um espaço para a prática da modalidade, que originou que não houvesse futebol de competição oficial em Torres Novas ao longo de mais de 10 anos, de 1934 a 1945.

Com curiosidades históricas dignas de menção, como a saga da (não) autorização para o corte de (uns poucos) eucaliptos, que levaria à mencionada suspensão da prática futebolística, ou a alteração das cores aquando da refundação do Clube Desportivo de Torres Novas, que, por motivos relacionados com a apropriação política pelo regime, obrigou à mudança do vermelho (cor do clube originário, Torres Novas Futebol Clube) para o amarelo…

E, também, necessariamente, com espaço para as inevitáveis rivalidades regionais, primeiro com o Tramagal, logo de seguida com o Sporting e União de Tomar – com cerca de uma centena de derbies disputados entre os 2 clubes neste período de 100 anos -, e também com os clubes da capital do distrito, Santarém.

Ou, ainda, para os maiores ídolos locais: Carlos Torres e José Torres, o “Bom Gigante”; assim como a referência a um Presidente cujo nome se confunde com a história do clube, cujos destinos dirigiu num período que cruza três décadas, desde 1945 a 1966, emprestando mesmo a actual identidade ao Estádio de Torres Novas: Dr. António Alves Vieira.

Uma iniciativa que constitui um exemplo a seguir, contribuindo para a indispensável preservação e enriquecimento da nossa memória colectiva.

Aguarda-se com expectativa o segundo volume, que cobrirá o período a partir do início da segunda metade do século passado.

18 Maio, 2009 at 8:18 am 2 comentários

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