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Sorteio dos “play-off” – Mundial 2010

Realizou-se hoje o sorteio dos jogos de “play-off” de apuramento para a Fase Final do Campeonato de Futebol de 2010, a realizar na África do Sul, compreendendo os seguintes alinhamentos (partidas a disputar em duas mãos, a 14 e 18 de Novembro):

Irlanda – França
Portugal – Bósnia-Herzegovina
Grécia – Ucrânia
Rússia – Eslovénia

O adversário de Portugal, a Bósnia-Herzegovina, classificou-se em 2º lugar no seu Grupo de apuramento, após a Espanha (vitoriosa em todos os 10 jogos disputados), tendo obtido os seguintes resultados (6 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, somando – tal como a selecção portuguesa – 19 pontos, com 25-13 em termos de golos marcados e sofridos):

  • vitórias frente à Bélgica (2-1 em casa e 4-2 na Bélgica!), Estónia (7-0 em casa e 2-0 na Estónia) e Arménia (4-1 em casa e 2-0 na Arménia);
  • empate com a Turquia em casa (1-1);
  • derrotas na Turquia (1-2) e nos dois encontros com a Espanha (0-1 em Espanha e, na derradeira partida em casa, já com o play-off garantido, 2-5… com os seus dois golos a serem marcados já em período de descontos!).

19 Outubro, 2009 at 11:30 pm Deixe um comentário

Fase de Qualificação para o Mundial 2010 – Zona Europeia – Classificações Finais



14 Outubro, 2009 at 9:36 pm Deixe um comentário

Portugal – Malta (Mundial 2010 – Qualif.)

Num jogo em que só um resultado era possível – a vitória! – Portugal teve o grande mérito de não se deixar possuir pela ansiedade, não complicando o que seria naturalmente fácil.

Assim, numa partida de “sentido único”, a equipa portuguesa começou a “carimbar” a passagem ao play-off logo no primeiro quarto de hora, com um golo de Nani, culminando uma excelente execução técnica.

A selecção de Malta porfiou e conseguiria resistir ainda com o resultado na margem mínima até ao derradeiro minuto da primeira parte, momento em que Simão Sabrosa tranquilizou definitivamente a grande massa adepta portuguesa que marcou presença em Guimarães nesta noite.

Quando, pouco depois do recomeço, Miguel Veloso ampliou para 3-0, pensou-se que o resultado iria naturalmente continuar a dilatar-se. Curiosamente o encontro entraria então numa toada quezilenta, com alguns cartões amarelos a serem exibidos (depois de Carlos Queirós ter já salvaguardado os jogadores em risco de exclusão para o play-off, precisamente Raul Meireles, Liedson e Nani, substituídos “a tempo”) e o marcador acabaria por apenas se alterar, tal como na etapa inicial da partida – numa demora também fruto de duas boas intervenções do guarda-redes de Malta -, no último minuto, repetindo-se o 4-0 da primeira volta.

Está assim concluída a primeira fase desta difícil empreitada, com o apuramento para o decisivo play-off “arrancado a ferros”, para cujo sorteio Portugal deverá partir em posição de cabeça-de-série, em conjunto com a França, Rússia e Grécia, enfrentando portanto uma das seguintes selecções: Eslovénia; Bósnia-Herzegovina, Ucrânia ou Irlanda.

Estão já apuradas para a Fase Final do “Mundial 2010” as selecções vencedoras de cada um dos nove Grupos de qualificação: Dinamarca, Suíça, Eslováquia, Alemanha, Espanha (com o Campeão da Europa a fazer o pleno, com dez vitórias em dez jogos!), Inglaterra, Sérvia, Itália e Holanda.

Entre os 36 países da zona europeia que hoje se despediram da principal competição mundial, contam-se alguns com tradições no futebol, como são os casos nomeadamente da Suécia, Hungria, R. Checa, Polónia, Turquia, Bélgica, Croácia, Áustria, Roménia, Bulgária, Noruega e Escócia.

Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Pepe e Miguel Veloso; Pedro Mendes, Simão Sabrosa, Deco e Raul Meireles (62m – Nuno Assis); Nani (73m – João Moutinho) e Liedson (62m – Edinho)

Malta – Andrew Hogg, Emanuel Muscat, Ian Azzopardi, Brian Said, John Hutchenson, Shaun Bajada (73m – Ryan Fenech), Roderick Briffa (88m – Kevin Sammut), Michael Mifsud, Andrew Cohen (23m – Clayton Failla), Kenneth Scicluna e Jamie Pace

1-0 – Nani – 14m
2-0 – Simão Sabrosa – 45m
3-0 – Miguel Veloso – 52m
4-0 – Edinho – 90m

Cartões amarelos – Bosingwa (78m) e Pepe (84m); Kenneth Scicluna (43m) e Clayton Failla (75m)

Árbitro – Alan Kelly (Irlanda)

GRUPO 1

                   Jg    V    E    D       G      Pt
1º Dinamarca       10    6    3    1    16 - 5    21
2º Portugal        10    5    4    1    17 - 5    19
3º Suécia          10    5    3    2    13 - 5    18
4º Hungria         10    5    1    4    10 - 8    16
5º Albânia         10    1    4    5     6 - 13    7
6º Malta           10    -    1    9     0 - 26    1

11ª jornada

14.10.09 – Dinamarca – Hungria- 0-1
14.10.09 – Portugal – Malta – 3-0
14.10.09 – Suécia – Albânia – 4-1

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14 Outubro, 2009 at 9:35 pm Deixe um comentário

Portugal – Hungria (Mundial 2010 – Qualif.)

O jogo desta noite no Estádio da Luz – que abre à equipa de Portugal, “de par em par”, as portas de acesso ao play-off – espelha de forma cabal o que tem sido o percurso da selecção nacional nesta fase de Qualificação para o Mundial.

Sabendo, imediatamente após o início da partida, o resultado do Dinamarca-Suécia, com os dinamarqueses a garantirem desde já, com a vitória, o primeiro lugar do Grupo e consequente apuramento para a Fase Final, Portugal e Hungria passavam a depender de si próprios para alcançar a segunda posição.

Paradoxalmente, ou talvez não, a equipa portuguesa denotou – logo de entrada – uma grande ansiedade, procurando de forma algo precipitada chegar à baliza adversária, não conseguindo organizar o seu jogo, exibindo-se de forma algo desgarrada, sem ligação entre os sectores, com primazia do individual (nomeadamente Cristiano Ronaldo e Simão Sabrosa) em detrimento do colectivo.

Frente a uma selecção húngara, com algumas limitações técnicas, mas com forte presença física – uma equipa “chata”, qual “carraça”, com marcações impiedosas, não dando espaços, e que, aqui e ali, procurava ameaçar, chegando mesmo a dar alguns sinais de aviso (teria, já em desvantagem por 1-0, uma bola na trave da baliza de Eduardo, prestes a findar a primeira parte) – Portugal ia revelando alguma intranquilidade.

Até que, numa iniciativa de Cristiano Ronaldo – que, lesionado no lance, sairia pouco depois, sendo substituído por Nani -, obrigando o guarda-redes húngaro a uma defesa apertada, soltando a bola para a frente, surgiria Simão Sabrosa, muito oportuno, a inaugurar o marcador.

Pensava-se que, estando o mais difícil atingido, o conjunto português se poderia tranquilizar, assentando o jogo, e explanando a sua superior qualidade técnica. O que, todavia, não aconteceria, nem até final do primeiro tempo, nem nos vinte minutos iniciais da segunda metade, com a bola a ser jogada muitas vezes pelo ar (com vantagem para a Hungria), ao invés de ser jogada rente à relva; em lugar de imprimir a necessária velocidade, o jogo da equipa nacional era lento e denunciado, facilitando o papel da equipa adversária, a qual, nem assim, se mostraria mais afoita…

Só a partir dos 65 minutos a selecção portuguesa pareceu despertar de alguma letargia, com um conjunto de iniciativas e vários cantos ganhos (quase sempre inconsequentes, esbarrando na altura da defesa adversária), até que, finalmente, conseguiria, no espaço de cinco minutos, ampliar a vantagem para uns confortáveis 3 golos: primeiro, com Liedson a dar a melhor sequência a um bom centro; depois, novamente Simão Sabrosa, de primeira, a “encher o pé”, rematando para o fundo da baliza.

Conseguia assim, por fim, reconciliar-se com os espectadores, que acorreram em bom número (50 000), ávidos de ver a sua selecção jogar bem… e ganhar, procurando manifestar o seu apoio, mas com a equipa apenas a conseguir gerar essa vaga de apoio – de dentro para fora do relvado – quando dela já não necessitava…

A primeira fase desta difícil empreitada deverá ser concretizada na próxima quarta-feira, se a normalidade da vitória portuguesa imperar. A que se seguirá, em Novembro, o decisivo play-off, para cujo sorteio se espera que Portugal parta em posição de cabeça-de-série, provavelmente em conjunto com a França, Grécia (se confirmar a segunda posição no seu Grupo) e Rússia, enfrentando possivelmente uma das seguintes selecções: Eslováquia, Eslovénia ou R. Checa; Bósnia-Herzegovina, Ucrânia e Irlanda. Apenas assim não seria se a Ucrânia viesse a perder o segundo lugar para a Croácia, caso em que Portugal deixaria de constar na lista de “cabeças-de-série”.

Depois da jornada desta noite, estão já apuradas para a Fase Final as selecções da Dinamarca, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Sérvia, Itália e Holanda. Subsistem por apurar apenas dois vencedores de Grupo: Suíça ou Grécia (Grupo 2); e Eslováquia ou Eslovénia (Grupo 3). Com presença certa no play-off estão já: Rússia, Bósnia-Herzegovina, França e Irlanda.

Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pedro Mendes, Simão Sabrosa (80m – Miguel Veloso), Deco e Raul Meireles; Cristiano Ronaldo (27m – Nani) e Liedson (83m – Nuno Gomes)

Hungria – Gábor Babos, Lászlo Bodnár, Gábor Gyepes, Roland Juhász, Vilmos Vanczák, Balázs Tóth, Krisztián Vadócz (56m – Tamas Priskin), Zoltán Gera, Balazs Dzsudzsák (84m – József Varga), Szabolcs Huszti (67m – Akos Buzsaky) e Sándor Torghell

1-0 – Simão Sabrosa – 18m
2-0 – Liedson – 74m
3-0 – Simão Sabrosa – 79m

Cartões amarelos – Não houve

Árbitro – Alain Hamer (Luxemburgo)

GRUPO 1

                   Jg    V    E    D       G      Pt
1º Dinamarca        9    6    3    -    16 - 4    21
2º Portugal         9    4    4    1    13 - 5    16
3º Suécia           9    4    3    2     9 - 4    15
4º Hungria          9    4    1    4     9 - 8    13
5º Albânia          9    1    4    4     5 - 9     7
6º Malta            9    -    1    8     0 - 22    1

10ª jornada

10.10.09 – Dinamarca – Suécia – 1-0
10.10.09 – Portugal – Hungria – 3-0

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10 Outubro, 2009 at 11:15 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2ª Jornada

A.E.K. – Diego Sebastian Saja, Nikos Georgeas, Daniel Majstorovic, Nicolas Bianchi Arce, Juanfran, Sanel Jahic, Youssouf Hersi (78m – Leonardo), Pantelis Kafes (69m – Savvas Gentzoglou), Manduca, Ignacio Martin Scocco (89m – Nikos Karabelas) e Ismael Blanco

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira (59m – Fábio Coentrão), Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Aimar (80m – Nuno Gomes), Saviola (59m – Weldon), Di María e Cardozo

1-0 – Majstorovic – 43m

Cartões amarelos – Georgeas (9m), Jahic (66m) e Gentzoglou (87m); Maxi Pereira (48m), Ramires (74m) e Cardozo (87m)

Cartão vermelho – Georgeas (86m)

Árbitro – Stefan Johannesson (Suécia)

Perante uma equipa a atravessar um período de alguma quebra de confiança e descrença (duas derrotas consecutivas em casa, frente aos grandes rivais Olympiakos e Panathinaikos – a par da goleada sofrida em Liverpool, frente ao Everton, na jornada inaugural desta competição), o Benfica não quis ou não soube aproveitar a retracção inicial do A.E.K., algo receoso do poder ofensivo demonstrado no Benfica nesta fase de arranque da época.

Ao longo da primeira parte, a maior ocasião do Benfica seria o remate ao poste de Di María. Em paralelo, o A.E.K. foi-se soltando, subindo no terreno, começando a empurrar a equipa portuguesa para a sua zona defensiva, ameaçando uma, duas, três vezes, até que, peranta a apatia adversária, acabaria mesmo por chegar ao golo, já prestes a findar o primeiro tempo.

No início da etapa complementar, o Benfica parecia denotar uma nova atitude, obrigando o guarda-redes Saja – num intervalo de apenas dois minutos – a duas extraordinárias intervenções, a evitar o golo, na sequência de remates de Di María e Saviola.

Contudo, o A.E.K. recompôs-se, e voltaria a sair do seu meio-campo, com algum perigo, numa fase em que a partida se apresentou mais dividida, com Saja a nova defesa de elevado grau de dificuldade, à passagem dos 65 minutos, numa altura em que Jorge Jesus pretendera já transmitir um claro sinal de inconformismo, fazendo entrar Fábio Coentrão e Weldon.

Nos derradeiros minutos do encontro, encontro cartões amarelos e vermelho, e substituições, pouco se jogou efectivamente. O Benfica acabaria por não dispor de novas oportunidades para evitar a derrota, numa das suas mais cinzentas exibições da temporada.

Grupo D
Ventspils – Heerenveen – 0-0
Sporting – Hertha Berlin – 1-0

1º Sporting, 6; 2º Ventspils, 2; 3º Heerenveen e Hertha Berlin, 1

Grupo I
BATE Borisov – Everton – 1-2
AEK Athens – Benfica – 1-0

1º Everton, 6; 2º AEK Athens e Benfica, 3; 4º BATE Borisov, 0

Grupo L
Austria Wien – Nacional – 1-1
Werder Bremen – Athletic Bilbao – 3-1

1º Werder Bremen, 6; 2º Athletic Bilbao, 3; 3º Nacional e Austria Wien, 1

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1 Outubro, 2009 at 7:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada

Grupo A
Bordeaux – Maccabi Haifa – 1-0
Bayern München – Juventus – 0-0

1º Bayern München e Bordeaux, 4; 3º Juventus, 2; 4º Maccabi Haifa, 0

Grupo B
CSKA Moscovo – Beşiktaş – 2-1
Manchester United – Wolfsburg – 2-1

1º Manchester United, 6; 2º Wolfsburg e CSKA Moscovo, 3; 4º Beşiktaş, 0

Grupo C
Real Madrid – Olympique de Marseille – 3-0
AC Milan – Zürich – 0-1

1º Real Madrid, 6; 2º AC Milan e Zürich, 3; 4º Olympique de Marseille, 0

Grupo D
FC Porto – Atlético Madrid – 2-0
APOEL – Chelsea – 0-1

1º Chelsea, 6; 2º FC Porto, 3; 3º Atlético Madrid e APOEL, 1

Grupo E
Debreceni – Olympique Lyonnais – 0-4
Fiorentina – Liverpool – 2-0

1º Olympique Lyonnais, 6; 2º Fiorentina e Liverpool, 3; 4º Debreceni, 0

Grupo F
Barcelona – Dynamo Kyiv – 2-0
Rubin Kazan – Inter – 1-1

1º Barcelona, 4; 2º Dynamo Kyiv, 3; 3º Inter, 2; 4º Rubin Kazan, 1

Grupo G
Glasgow Rangers – Sevilla – 1-4
Unirea Urziceni – Stuttgart – 1-1

1º Sevilla, 6; 2º Stuttgart, 2; 3º Unirea Urziceni e Glasgow Rangers, 1

Grupo H
AZ Alkmaar – Standard Liège – 1-1
Arsenal – Olympiakos – 2-0

1º Arsenal, 6; 2º Olympiakos, 3; 3º Standard Liège e AZ Alkmaar, 1

30 Setembro, 2009 at 10:34 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1ª Jornada

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Di María (77m – Ruben Amorim), Felipe Menezes (59m – Fábio Coentrão), Cardozo e Nuno Gomes (65m – Saviola)

BATE Borisov – Veremko, Yurevich, Rzhevski, Sosnovski, Bordachov, Likhtarovich (63m – Volodko), Pavlov, Krivets, Rodionov (81m – Alumona), Nekhaychik e Skavysh (55m – Goaryan)

1-0 – Nuno Gomes – 36m
2-0 – Óscar Cardozo – 41m

Cartões amarelos – Yurevich (32m) e Volodko (90m)

Árbitro – Knut Kircher (Alemanha)

Na estreia da Fase Grupos da nova Liga Europa, o Benfica recebia o BATE Borisov, prestes a sagrar-se tetra-campeão da Bielorússia, e que, na época passada, somara três empates na Liga dos Campeões (dois com a Juventus e em S. Petersburgo, frente ao Zenit)

Não obstante uma primeira meia hora de jogo em que a equipa bielorrussa menteve o nulo, sem que tivessem sido criadas efectivas ocasiões de perigo junto à grande área, o Benfica conseguiria tranquilizar-se, obtendo dois golos em apenas 5 minutos, expondo as fragilidades do adversário.

Na segunda parte, o Benfica, mantendo o controlo do jogo, optaria por uma toada de contenção, fazendo a “gestão de esforço”, poupando alguns jogadores. Não obstante, Nuno Gomes desperdiçaria ainda uma clara oportunidade para ampliar o marcador, enquanto a equipa adversária apenas cerca dos 70 minutos, por duas vezes, chegou à área defensiva do Benfica com maior acuidade, porém sem constituir uma real ameaça.

Grupo D
Hertha Berlin – Ventspils – 1-1
Heerenveen – Sporting – 2-3

1º Sporting, 3; 2º Hertha Berlin e Ventspils, 1; 4º Heerenveen, 0

Grupo I
Benfica – BATE Borisov – 2-0
Everton – AEK Athens – 4-0

1º Everton e Benfica, 3; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 0

Grupo L
Athletic Bilbao – Austria Wien – 3-0
Nacional – Werder Bremen – 2-3

1º Athletic Bilbao e Werder Bremen, 3; 3º Nacional e Austria Wien, 0

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17 Setembro, 2009 at 10:15 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª Jornada

Grupo A
Juventus – Bordeaux – 1-1
Maccabi Haifa – Bayern München – 0-3

1º Bayern München, 3; 2º Juventus e Bordeaux, 1; 4º Maccabi Haifa, 0

Grupo B
Wolfsburg – CSKA Moscovo – 3-1
Beşiktaş – Manchester United – 0-1

1º Wolfsburg e Manchester United, 3; 3º Beşiktaş e CSKA Moscovo, 0

Grupo C
Zürich – Real Madrid – 2-5
Olympique de Marseille – AC Milan – 1-2

1º Real Madrid e AC Milan, 3; 3º Olympique de Marseille e Zürich, 0

Grupo D
Chelsea – FC Porto – 1-0
Atlético Madrid – APOEL –  0-0

1º Chelsea, 3; 2º Atlético Madrid e APOEL, 1; 4º FC Porto, 0

Grupo E
Liverpool – Debreceni – 1-0
Olympique Lyonnais – Fiorentina – 1-0

1º Liverpool e Olympique Lyonnais, 3; 3º Debreceni e Fiorentina, 0

Grupo F
Inter – Barcelona – 0-0
Dynamo Kyiv – Rubin Kazan – 3-1

1º Dynamo Kyiv, 3; 2º Inter e Barcelona, 1; 4º Rubin Kazan, 0

Grupo G
Stuttgart – Glasgow Rangers – 1-1
Sevilla – Unirea Urziceni – 2-0

1º Sevilla, 3; 2º Stuttgart e Glasgow Rangers, 1; 4º Unirea Urziceni, 0

Grupo H
Olympiakos – AZ Alkmaar – 1-0
Standard Liège – Arsenal – 2-3

1º Arsenal e Olympiakos, 3; 3º Standard Liège e AZ Alkmaar, 0

16 Setembro, 2009 at 9:35 pm Deixe um comentário

Hungria – Portugal (Mundial 2010 – Qualif.)

Conhecendo já – aquando do início do encontro – o resultado do jogo hoje disputado em Malta, com vitória da Suécia, às selecções de Portugal e da Hungria apenas a vitória interessava nesta crucial partida.

Não obstante, frente a uma equipa húngara que se apresentou com uma atitude de contenção, na expectativa, revelando aqui e ali alguma dureza, o jogo seria bastante disputado na zona central do terreno, com a selecção nacional a não conseguir evidenciar a fluidez e o domínio que exercera em Copenhaga, frente à Dinamarca… com a significativa diferença de ter marcado cedo, no primeiro lance ofensivo que criou.

O mais difícil parecia estar feito. Porém, tal não libertaria a equipa portuguesa da tensão a que se encontra sujeita, com os jogadores a denotarem alguma tendência para o individualismo. Até final da primeira parte, apenas Cristiano Ronaldo, à passagem da meia hora de jogo, disporia de nova ocasião de perigo.

O tempo parecia decorrer placidamente, sem que Portugal e Hungria revelassem capacidade para alterar o marcador, sem qualquer incidência particular até à entrada do último de quarto de hora da partida. A equipa portuguesa desperdiçaria então uma nova oportunidade, estavam decorridos 75 minutos, enquanto os húngaros davam dois sérios avisos, aos 74 e 77 minutos.

Até ao minuto 94, Portugal teria ainda que sofrer bastante para evitar que algum ressalto traiçoeiro lhe retirasse a vitória… fundamental para que a equipa prossiga na senda da qualificação para a fase final a disputar na África do Sul.

Outras boas notícias da jornada: o empate da Dinamarca na Albânia, que faz com que o 1º lugar continue em aberto, com um duplo confronto da maior importância agendado para o próximo dia 10 de Outubro (antes da derradeira ronda), entre Dinamarca-Suécia e Portugal-Hungria; a derrota da Escócia frente à Holanda, que deverá garantir que os 2º classificados dos restantes 8 grupos disputarão o play-off.

Nas classificações de outros grupos, destaque para a Espanha e Inglaterra, que se juntam à Holanda como países já com o apuramento confirmado, assim como para a Eslováquia, que – tal como a Alemanha, Rússia, Sérvia e Itália – garantiram já, pelo menos, a presença no play-off.

Hungria – Gabor Babos, Laszlo Bodnar, Gabor Gyepes, Roland Juhasz, Balazs Toth (83m – Akos Buzsaky), Peter Halmosi, Balazs Dzsudzsa, Pal Dardai (65m – Tamas Priskin), Sandor Torghell, Krisztian Vadocz e Szabolcs Huszti (65m – Tamas Hajnal)

Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles, Tiago (90m – Rolando) e Deco (48m – Simão Sabrosa); Cristiano Ronaldo e Liedson (82m – Nani)

0-1 – Pepe – 9m

Cartões amarelos – Balazs Toth (50m); Pepe (69m) e Duda (77m)

Árbitro – Stephane Lannoy (França)

GRUPO 1

                   Jg    V    E    D       G      Pt
1º Dinamarca        8    5    3    -    15 - 4    18
2º Suécia           8    4    3    1     9 - 3    15
3º Portugal         8    3    4    1    10 - 5    13
4º Hungria          8    4    1    3     9 - 5    13
5º Albânia          9    1    4    4     5 - 9     7
6º Malta            9    -    1    8     0 - 22    1

9ª jornada

09.09.09 – Malta – Suécia – 0-1
09.09.09 – Albânia – Dinamarca – 1-1
09.09.09 – Hungria – Portugal – 0-1

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9 Setembro, 2009 at 9:40 pm Deixe um comentário

Dinamarca – Portugal (Mundial 2010 – Qualif.)

Numa partida em que a vitória poderia ser crucial para a obtenção do apuramento para a Fase Final do Campeonato do Mundo, a equipa portuguesa entrou em campo sem qualquer avançado, apostando no controlo do meio-campo, que lhe permitiria, ao longo de cerca de meia hora – entre os 10 e os 40 minutos – um notório domínio do encontro, contudo sem materialização em golos.

Depois de uma fase inicial, nos primeiros 5 minutos, em que os jogadores da selecção nacional tiveram dificuldade em “encaixar-se” na forma como a equipa dinamarquesa se movimentava, fazendo circular a bola, com duas ou três acções de desequilíbrio no flanco direito do ataque, Portugal “pegou na bola”, avançando no terreno, empurrando os adversários para as imediações da sua área de baliza.

Teve, nesse período, pelo menos três oportunidades de golo, com Cristiano Ronaldo e Simão Sabrosa (por duas vezes) a não conseguirem ser eficazes. Procurando, muito a espaços, o contra-ataque, a Dinamarca apenas disporia de uma ocasião de perigo.

Porém, prestes a findar a primeira parte, sem que o guarda-redes português tivesse efectuado qualquer defesa, no primeiro remate à baliza, a Dinamarca inaugurou o marcador.

No início da segunda parte, com a entrada de Liedson para o lugar de Tiago, a equipa nacional alterou o seu esquema táctico em campo, o que acabaria por permitir à Dinamarca recuperar o controlo do jogo, sem que Portugal tivesse conseguido construído qualquer jogada ofensiva no primeiro quarto de hora.

Depois de, num lance algo fortuito, com o guarda-redes dinamarquês  a não segurar a bola, ter desperdiçado mais uma soberana oportunidade de golo, o jogo como que ficou “partido”, jogando-se aos repelões e de forma algo precipitada. Não obstante, Portugal criaria ainda nova ocasião de perigo antes de, a quatro minutos do fim, Liedson conseguir finalmente o golo – no seu jogo de estreia na selecção nacional -, empatando o jogo.

Até final, a equipa portuguesa empurrou novamente a Dinamarca para a defesa, com Nuno Gomes e Liedson, já em período de descontos, a obrigarem Andersen a intervir para salvaguardar a sua baliza, mas o resultado não se alteraria.

Continuamos de “calculadora na mão”…

Dinamarca – Stephan Andersen, Christian Poulsen, Simon Kjaer, Anders Moller-Christensen, Michael Silberbauer (66m – William Kvist), Lars Jacobsen, Jakob Poulsen (90m – Jesper Gronkjaer), Dennis Rommedahl, Jon Dahl Tomasson, Martin Jorgensen (61m – Hjalte Norregaard) e Nicklas Bendtner

Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles (81m – Nuno Gomes), Tiago (45m – Liedson) e Deco; Cristiano Ronaldo e Simão Sabrosa (71m – Nani)

1-0 – Nicklas Bendtner – 43m
1-1 – Liedson – 86m

Cartões amarelos – Simon Kjaer (60m) e Stephan Andersen (87m); Liedson (48m)

Árbitro – Massimo Busacca (Suíça)

GRUPO 1

                   Jg    V    E    D       G      Pt
1º Dinamarca        7    5    2    -    14 - 3    17
2º Hungria          7    4    1    2     9 - 4    13
3º Suécia           7    3    3    1     8 - 3    12
4º Portugal         7    2    4    1     9 - 5    10
5º Albânia          8    1    3    4     4 - 8     6
6º Malta            8    -    1    7     0 - 21    1

8ª jornada

05.09.09 – Dinamarca – Portugal – 1-1
05.09.09 – Hungria – Suécia – 1-2

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5 Setembro, 2009 at 8:53 pm Deixe um comentário

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