Posts tagged ‘Benfica’

Liga Europa – Final – Benfica – Chelsea

Amsterdam Arena, Amesterdão – Holanda

BenficaBenfica –Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay (78m – Jardel), Melgarejo (66m – Ola John), Nemanja Matić, Eduardo Salvio, Enzo Peréz, Nico Gaitán,  Rodrigo (66m – Lima) e Óscar Cardozo

ChelseaChelsea – Petr Čech, César Azpilicueta, Branislav Ivanović, Gary Cahill, Ashley Cole, Ramires, David Luiz, Frank Lampard, Oscar, Juan Mata e Fernando Torres

0-1 – Fernando Torres – 60m
1-1 – Óscar Cardozo (pen.) – 68m
1-2 – Branislav Ivanović – 90m

Cartões amarelos – Oscar (14m); Ezequiel Garay (45m) e Luisão (61m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

Contrariando o favoritismo atribuído ao ainda Campeão Europeu em título, Chelsea, o Benfica entrou melhor nesta Final, com uma dinâmica ofensiva apreciável: logo aos dez minutos, só a excessiva cerimónia de Melgarejo – que, frente a Petr Čech, hesitou no remate, acabando  por soltar para Cardozo, o qual não conseguiria também alvejar a baliza – evitou a possibilidade de concretização de uma boa oportunidade de golo; no minuto imediato, nova jogada de ataque benfiquista, a ameaçar a baliza da equipa inglesa, mas com Gaitán a rematar por alto; aos 15 minutos, um lance muito confuso na área do Chelsea, com vários ressaltos de bola… que não quis levar a direcção certa…

A partir do quarto de hora, o Chelsea começaria a equilibrar, passando o controlo do jogo a ser repartido, sem que uma das equipas se superiorizasse à outra em termos de domínio. Só próximo da meia hora o Benfica voltaria a acercar-se da baliza do Chelsea, mas sem perigo. Aos 33 minutos, em mais uma boa iniciativa do ataque do Benfica, Gaitán ensaiaria um remate em habilidade, mas a bola sairia ligeiramente ao lado.

Até que, aos 38 minutos, de forma inesperada, num contra-ataque rápido, com um remate traiçoeiro de Lampard, o Chelsea obrigou Artur a defesa apertada, no lance mais perigoso da partida até então. Aos 42 minutos, num bom cruzamento para a área, Cardozo surgiu a tentar rematar de cabeça, mas a deixar-se antecipar pela defesa contrária.

Num balanço sintético da primeira metade do encontro, o Chelsea não denotou nunca capacidade de “pegar no jogo”, cuja iniciativa concedeu, praticamente na íntegra, à equipa portuguesa; curiosamente, por seu lado, o Benfica parecia não acreditar na facilidade como se conseguiu superiorizar ao adversário, sempre muito receoso de rematar à baliza, e com uma flagrante falta de objectividade. Excelente nota artística, mas com o pejo da falta de tradução dessa qualidade de jogo em algo de tangível.

No segundo tempo, o Benfica surgiu, de entrada, com o mesmo espírito e atitude, assumindo o controlo do jogo e a iniciativa do ataque. Logo ao quinto minuto, um lance perigoso, com Rodrigo com oportunidade de criar perigo junto à baliza adversária, mas a deixar-se antecipar pela defesa adversária. De imediato, na sequência do canto, a bola seria mesmo introduzida na baliza do Chelsea por Cardozo, mas o lance estava já interrompido, por posição de fora-de-jogo.

Porém, a partir dos dez minutos, subitamente, o Chelsea – que até aí parecia ter estado “ausente” da Final – começou finalmente a jogar, imprimindo velocidade, aumentando significativamente o ritmo e desequilibrando a estrutura defensiva do Benfica, que até aí com tanta tranquilidade controlara o jogo.

E bastaram cinco minutos de alguma desorientação benfiquista, enquanto tentava acertar novamente as marcações, para o Chelsea, num lance de futebol directo (lançamento em profundidade do guarda-redes), com Fernando Torres a surgir isolado frente a Artur e, com muita frieza, a conseguir tirá-lo do lance, inaugurar o marcador.

Jorge Jesus compreendeu que era necessário mexer na equipa, procurando a reacção ao tento adversário, e trocou Rodrigo por Lima, fazendo entrar também Ola John para o lugar de Melgarejo. E o Benfica seria então feliz, arrancando, apenas dois minutos volvidos, uma grande penalidade, por mão na bola, oportunidade que Cardozo, seguro, não desperdiçaria, empatando esta empolgante Final.

Aos 81 minutos, Óscar Cardozo rematou de meia distância, obrigando Petr Čech a difícil estirada, para socar a bola por cima da trave, para canto, do qual não resultaria maior perigo. Perdia-se uma boa oportunidade para ganhar a Final.

O Benfica voltaria a ter felicidade quando, aos 88 minutos, Lampard, com um potente remate, acertou com estrondo na trave da baliza de Artur.

Só que, tal como há quatro dias no Estádio do Dragão, acabaria por ser extremamente infeliz, aos 92 minutos, na sequência de um canto, com Ivanović a antecipar-se de cabeça a toda a defesa benfiquista, e a bater inapelavelmente o guardião brasileiro. Incrivelmente, haveria ainda tempo para nova infelicidade do Benfica, ao minuto 93, quando Cardozo, na pequena área do Chelsea, bastante apertado, não conseguiu desviar a bola para o golo… que teria permitido restabelecer de novo a igualdade.

O Benfica perdia, de forma injusta, esta sua nona Final europeia, de que sai de cabeça bem erguida, numa partida em que foi sempre, praticamente, a única equipa a procurar a vitória.

15 Maio, 2013 at 8:43 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão) – Benfica – Fenerbahçe

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, André Almeida, Nemanja Matić, Enzo Peréz, Eduardo Salvio, Nico Gaitán (90m – Roderick),  Lima e Óscar Cardozo (87m – Urretavizcaya)

Fenerbahçe – Volkan Demirel, Gökhan Gönül (61m – Bekir İrtegün), Joseph Yobo (75m – Miroslav Stoch), Egemen Korkmaz, Reto Ziegler, Selçuk Şahin (45m  – Mehmet Topuz), Caner Erkin, Cristian Baroni, Dirk Kuyt, Salih Uçan e Moussa Sow

1-0 – Nico Gaitán – 9m
1-1 – Dirk Kuyt (pen.) – 23m
2-1 – Óscar Cardozo – 35m
3-1 – Óscar Cardozo – 66m

Cartões amarelos – Maxi Pereira (29m) e Enzo Peréz (33m); Cristian Baroni (31m) e Caner Erkin (85m)

Árbitro – Stéphane Lannoy (França)

Com grande tranquilidade e, de alguma forma, surpreendente naturalidade, o Benfica garantiu hoje o apuramento para a nona Final das competições europeias do seu historial, 23 anos depois da última presença, regressando assim a Amesterdão, precisamente no dia em que se completam 51 anos sobre a conquista da sua segunda Taça dos Campeões Europeus, obtida nesta cidade holandesa ante o Real Madrid.

Esta foi uma noite (quase) perfeita, com os três (diria mesmo os quatro…) golos a surgirem nos momentos ideais: a abertura do marcador logo aos 9 minutos; o tento do empate do Fenerbahçe, disponibilizando ainda cerca de 70 minutos para a recuperação benfiquista (o que não deixa de ser de crucial importância para a evolução do jogo e da eliminatória, quando necessitava, adicionalmente, de marcar dois golos); o segundo golo do Benfica menos de um quarto de hora decorrido; e, depois de uma intensa primeira parte, quando as coisas pareciam começar a arrefecer e se podia temer algum eventual esmorecimento, o terceiro golo benfiquista, ainda antes da metade do segundo tempo, a colocar a equipa portuguesa, pela primeira vez, em vantagem na eliminatória.

Tudo isto como corolário lógico da clara superioridade evidenciada pelo Benfica ao longo de todo o encontro, não apenas controlando, mas também dominando sempre o jogo, em todas as suas vertentes, apenas tendo sido surpreendido por um lance fortuito, que originou uma grande penalidade.

Uma exibição segura, de uma equipa confiante nas suas capacidades, que sabe que, em condições normais, marca golos – numa noite em que ultrapassou os 600 golos nas provas europeias -, que, entrando em campo com um forte ritmo, não revelou nunca ansiedade, nem se perturbou, mesmo com o golo sofrido. Que, depois do 2-1, confiou que o terceiro golo acabaria por surgir, mais tarde ou mais cedo, como viria a acontecer, mesmo que tivesse havido uma natural baixa de intensidade.

E, depois de se ter colocado em posição de vantagem na eliminatória, conseguindo um bom equilíbrio entre a procura do golo – que, compreensivelmente, viria a refrear à medida que o tempo ia avançando – e a necessidade de manter a segurança defensiva, sem que a equipa turca, objectivamente, tenha beneficiado de qualquer ocasião de perigo, junto da baliza benfiquista.

O Fenerbahçe apenas se poderá queixar de algum infortúnio a nível de lesões e sanções disciplinares, que haviam já retirado desta 2.ª mão três elementos (Raul Meireles, Mehmet Topal e Pierre Webó); tendo hoje, adicionalmente, perdido, também por lesão, Selçuk Şahin e Gökhan Gönül.

Consequência ou não destas faltas de alguns elementos-chave no seu conjunto, a verdade é que a equipa turca se apresentou esta noite a larga distância da formação ofensiva que se exibira na partida disputada em casa, sempre algo tolhida de movimentos, parecendo nunca ter efectivamente acreditado na possibilidade de apuramento.

E isso terá também de ser creditado à forma assertiva como o Benfica “pegou no jogo”, afirmando categoricamente a sua superioridade, sublimada pelo excelente golo de Gaitán, em mais uma “obra de arte”, com Cardozo, que desde início revelara grandes “ganas”, a marcar dois golos decisivos, que permitem o regresso do Benfica aos maiores palcos do futebol europeu, para defrontar o Campeão Europeu em título, Chelsea, numa possibilidade de “desforra” relativamente à eliminatória da temporada anterior.

2 Maio, 2013 at 9:00 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (1ª mão) – Fenerbahçe – Benfica

Fenerbahçe – Volkan Demirel, Gökhan Gönül, Joseph Yobo, Egemen Korkmaz, Reto Ziegler, Raul Meireles (64m – Salih Uçan), Mehmet Topal, Dirk Kuyt, Cristian Baroni (86m – Selçuk Şahin), Moussa Sow (87m – Miloš Krasić) e Pierre Webó

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Jardel, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić, Ola John (64m – Rodrigo), André Gomes (81m – Carlos Martins), Pablo Aimar (45m – Nico Gaitán), Eduardo Salvio e Óscar Cardozo

1-0 – Egemen Korkmaz – 72m

Cartões amarelos – André Gomes (31m), Pablo Aimar (37m), Maxi Pereira (41m) e Ola John (45m); Cristian Baroni (38m), Mehmet Topal (50m) e Pierre Webó (90m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Tal como na eliminatória anterior, o Benfica estava perfeitamente avisado do ambiente que iria encontrar em Istambul, e da intensa pressão que a equipa turca iria exercer.

Não obstante, Jesus, continuando dividido entre “dois amores” – com uma partida na Madeira, que pode ser decisiva para o campeonato, agendada já para segunda-feira –, optou por arriscar, mantendo Gaitán, Lima e Rodrigo no banco, lançando no encontro a surpresa Pablo Aimar.

No final, num jogo sempre dominado pelo Fenerbahçe, o Benfica não se pode queixar do resultado: três bolas no poste – uma delas na sequência da conversão de uma grande penalidade, mesmo no termo da primeira parte, por Cristian Baroni – e um punhado de grandes defesas de Artur, dão uma ideia das aflições e sustos a que a equipa se sujeitou…

A seu favor, apenas um lance de destaque, com Gaitán, pouco depois de ter entrado em campo, a rematar a bola em arco, que viria também a embater no poste.

Mesmo já em posição de desvantagem, o Benfica (o seu treinador) pareceu dar indícios de estar satisfeito com o resultado – a primeira derrota na competição esta época -, confiante de que terá capacidade para operar uma reviravolta na segunda mão, o que ficou expresso em mais uma opção táctica, com a entrada de Carlos Martins, para “segurar” o meio-campo, e sem que Lima tivesse saído do banco.

Um resultado de alto risco – devido ao facto de não ter marcado qualquer golo – que obriga o Benfica a vencer por dois golos de diferença na segunda mão (se quiser evitar uma decisão por via de desempate da marca de grande penalidade), ao mesmo tempo que terá de demonstrar grande concentração e rigor, para manter a sua baliza inviolada.

25 Abril, 2013 at 8:59 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (2ª mão) – Newcastle – Benfica

Newcastle – Tim Krul, Danny Simpson, Mike Williamson, Mapou Yanga-Mbiwa, Massadio Haïdara (67m – Sylvain Marveaux), Moussa Sissoko, Vurnon Anita (63m – Hatem Ben Arfa), Gaël Bigirimana (45m – Shola Ameobi), Jonas Gutiérrez, Yohan Cabaye e Papiss Cissé

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić, Ola John (76m – Rodrigo), Eduardo Salvio (90m – Jardel), Enzo Peréz, Nico Gaitán e Lima (72m – Óscar Cardozo)

1-0 – Papiss Cissé – 71m
1-1 – Eduardo Salvio – 90m

Cartões amarelos – Papiss Cissé (67m), Yohan Cabaye (70m), Mapou Yanga-Mbiwa (81m) e Mike Williamson (87m); Enzo Peréz (31m), Artur (31m) e André Almeida (49m)

Árbitro – Ivan Bebek (Croácia)

O treinador da equipa inglesa já tinha “avisado”: o Newcastle não se ia precipitar na busca do(s) golo(s) de que necessitava para inverter a tendência da eliminatória; esperava marcar um golo até aos 70 minutos, para, depois, até final, ir em busca do outro golo que lhe faltaria.

“Avisado” estava também o Benfica de que um golo marcado em Inglaterra lhe garantiria praticamente o apuramento.

E, neste contexto, acabou por não surpreender que fosse a equipa portuguesa a entrar mais determinada no jogo, tendo criado mesmo, na primeira parte, as melhores oportunidades de marcar (depois de uma primeira tentativa, logo aos três minutos, por Lima), numa delas com um cruzamento remate de Melgarejo, a obrigar Tim Krul a defesa de recurso; o mesmo Krul que, depois, num falha a sair da baliza, junto à parte lateral da grande área, quase comprometia a sua equipa, tendo valido Haïdara, a substituir o seu guardião sobre a linha de golo, a deter o remate de Gaitán; e, depois, aos 36 minutos, Salvio a não conseguir acertar na baliza.

Na parte final do primeiro tempo, o Benfica baixou um pouco a intensidade do jogo, o que permitiu ao Newcastle começar a procurar subir no terreno, mas sem efectivos lances de perigo para a baliza de Artur.

Na segunda parte, o Newcastle intensificou, naturalmente, a sua pressão, e, já depois de dois lances invalidados por fora-de-jogo de Cissé, a equipa inglesa chegaria mesmo ao golo, numa jogada de grande passividade na zona defensiva do Benfica… aos 71 minutos, precisamente por intermédio de Cissé!

Uma autêntica vitamina para o Newcastle, que, nos minutos imediatos, com uma alta pressão, obrigaria o Benfica a momentos de grande sufoco, e algum desnorte, com a equipa a não conseguir acertar com as marcações, com os elementos da defesa a parecerem perdidos no terreno.

Só aos 82 minutos, o Benfica conseguiria respirar um pouco, tendo beneficiado de um livre em zona perigosa, mas sem efeitos práticos, com Garay a falhar o alvo. E, novamente, aos 85 minutos, com Gaitán a obrigar Krul a mostrar concentração; e, uma outra vez, ainda Gaitán, aos 89 minutos, muito cerimonioso, a rematar à figura do guardião adversário…

Para, no lance imediato, ser Ben Arfa a rematar por alto, numa grande ocasião de decidir a favor da sua equipa a eliminatória. E, logo de seguida, num livre contra o Benfica, seria Artur a evitar o golo.

Já em período de descontos, num excelente lance de Rodrigo, a descair pelo flanco esquerdo, com um cruzamento perfeito, a que Salvio deu a melhor sequência, surgia finalmente o golo do Benfica, assim garantindo – depois de um desnecessário período de grande sofrimento – a qualificação para as 1/2 Finais.

11 Abril, 2013 at 8:59 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão) – Benfica – Newcastle

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić, Ola John, André Gomes (61m – Enzo Peréz), Nico Gaitán, Rodrigo (61m – Lima) e Óscar Cardozo (77m – Maxi Pereira)

Newcastle – Tim Krul, Danny Simpson (83m – Dan Gosling), Ryan Taylor, Mapou Yanga-Mbiwa, Davide Santon, Jonas Gutiérrez, James Perch (62m – Vurnon Anita), Moussa Sissoko, Yohan Cabaye, Sylvain Marveaux (81m – Shola Ameobi) e Papiss Cissé

0-1 – Papiss Cissé – 12m
1-1 – Rodrigo – 25m
2-1 – Lima – 65m
3-1 – Óscar Cardozo (pen.) – 71m

Cartões amarelos – Rodrigo (28m) e Enzo Peréz (73m); James Perch (20m) e Shola Ameobi (87m)

Árbitro – Antony Gautier (França)

Entrando mal no jogo, o Benfica viu-se surpreendido pela forma acutilante como a equipa inglesa assumiu a iniciativa, obrigando Artur a duas intervenções logo nos primeiros três minutos. E, depois do(s) aviso(s), aos 12 minutos, o Newcastle chegaria mesmo ao golo, que era a sequência lógica da forma determinada como encarou este jogo logo desde o seu início.

Com o Benfica algo atordoado, primeiro pela forte pressão sofrida, e, de imediato, pelo golo sofrido, demorou algum tempo até que a equipa, algo ansiosa, conseguisse começar a assentar o seu jogo.

Valeu, nessa fase inicial da partida, alguma felicidade, para – depois de uma bola no poste da baliza de Artur Moraes -, numa das primeiras investidas, chegar ao empate, com Rodrigo, muito oportuno, a aproveitar a recarga a um remate de um companheiro, de meia distância.

Depois de mais uns minutos de domínio repartido, só nos derradeiros dez minutos do primeiro tempo o Benfica conseguiria então imprimir uma toada de ataque continuado, começando a ganhar cantos atrás de cantos.

Na segunda parte, o Benfica, mais confiante nas suas capacidades, assumiu as despesas do jogo, partindo decididamente em busca da vitória.

E, uma vez mais, seria feliz, com a obtenção de dois golos num intervalo de seis minutos, primeiro numa excelente execução de Lima, pleno de oportunidade, muito concentrado, a aproveitar da melhor forma um mau atraso de um defesa do Newcastle para o seu guarda-redes, interceptado pelo avançado benfiquista; depois, num lance escusado, um claro lance de braço na bola, a cortar um cruzamento na área, originando uma grande penalidade que Cardozo teve de converter… duas vezes (à primeira, o árbitro mandaria repetir, por entrada de vários elementos na área).

Com o triunfo garantido, o Benfica optou então por resguardar-se, visando preservar a sua baliza, e evitar um eventual segundo golo, que poderia tornar o resultado muito perigoso para a 2ª mão; o que o Newcastle tentaria, com bolas em profundidade e por alto, mas já sem muita convicção.

No final de um desafio em que a vitória do Benfica – não obstante não ter conseguido controlar o jogo da forma que esperaria – não oferece contestação, situação bem expressa na contagem final de pontapés de canto (12-0!), partindo assim com uma vantagem de dois golos, a chave da eliminatória passará por um golo benfiquista em Inglaterra.

4 Abril, 2013 at 8:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão) – Bordeaux – Benfica

Bordeaux – Cédric Carrasso, Mariano (72m – Fahid Ben Khalfallah), Ludovic Sané, Henrique, Benoît Trémoulinas, Jaroslav Plašil, Grégory Sertic (68m – André Poko), Ludovic Obraniak, Henri Saivet, Nicolas Maurice-Belay (78m – Hadi Sacko) e Cheick Diabaté

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Jardel, Roderick, Melgarejo, Nemanja Matić, Nico Gaitán, Enzo Pérez, Eduardo Salvio (88m – Maxi Pereira), Ola John (84m – Carlos Martins) e Rodrigo (66m – Óscar Cardozo)

0-1 – Jardel – 30m
1-1 – Cheick Diabaté – 74m
1-2 – Óscar Cardozo – 75m
2-2 – Jardel (p.b.) – 90m
2-3 – Óscar Cardozo – 90m

Cartões amarelos – Henrique (10m), Ludovic Obraniak (31m) e Fahid Ben Khalfallah (77m); Roderick (52m), Ola John (83m) e Maxi Pereira (90m)

Árbitro – Ovidiu Alin Hategan (Roménia)

Depois da má exibição da primeira mão, o Benfica terá tido esta noite em Bordéus um dos seus jogos mais “descansados” da época. De início, na expectativa, parecendo querer ir deixando correr o tempo, concedendo a iniciativa aos franceses – e não obstante jogasse com uma dupla de defesas centrais “improvisada” (dadas as ausências, por lesão, de Luisão e Garay) -, o Benfica teve em Artur Moraes o garante da confiança.

Quando, à passagem da meia hora, Jardel, na sequência de um pontapé de canto, antecipando-se ao guardião adversário, inaugurou o marcador, o desfecho da eliminatória ficou sentenciado.

A equipa do Bordéus continuaria a procurar ripostar conforme podia, em tímidas ofensivas, mas sem conseguir um domínio efectivo do jogo, com o meio-campo benfiquista sempre a conseguir, de forma tranquila, manter o controlo do jogo.

Nem o golo do empate do Bordéus assustaria o Benfica, que, no minuto imediato – curiosamente, de novo à meia hora, mas do segundo tempo – se recolocaria em vantagem.

Já em fase de descompressão, em que se aguardava o final da partida, em período de compensação, também na sequência de um canto, numa situação de atrapalhação na defesa benfiquista, Jardel (que inaugurara o marcador), de forma precipitada, virado para a sua baliza, numa precipitada tentativa de afastar a bola, marcaria o segundo golo da noite, mas, desta vez, na baliza errada…

E, numa rara coincidência, tal como acontecera após o primeiro golo dos franceses, o Benfica, novamente no minuto imediato, obteria mais um golo, assim selando a sua vitória na partida. Quanto à eliminatória – perante um frágil opositor, com evidente superioridade da equipa portuguesa, sem ter tido sequer a necessidade de se “empregar a fundo”, em ambos os jogos – essa já há muito havia sido ganha.

14 Março, 2013 at 9:56 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão) – Benfica – Bordeaux

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Roderick, Nico Gaitán, Carlos Martins (64m – Enzo Pérez), Rodrigo, Ola John (74m – Lima) e Óscar Cardozo (63m – Eduardo Salvio)

Bordeaux – Cédric Carrasso, Mariano, Ludovic Sané, Henrique, Benoît Trémoulinas, Julien Faubert (43m – Abdou Traoré), Jaroslav Plašil, Grégory Sertic, Ludovic Obraniak, Nicolas Maurice-Belay (79m – Fahid Ben Khalfallah) e Diego Rolán (66m – David Bellion)

1-0 – Rodrigo (atribuído pela UEFA a Cédric Carrasso – p.b.) – 21m

Cartões amarelos – Carlos Martins (50m) e Rodrigo (53m)

Árbitro – Alon Yefet (Israel)

Muito pouco há a dizer sobre este jogo…

O Benfica entrou em campo algo adormecido, concedendo a iniciativa ao adversário, que não se fez rogado, aproveitando para se instalar no meio-terreno contrário.

Contra a chamada “corrente do jogo”, num potente remate de Rodrigo, à entrada da área, a “encher o pé”, a bola embateu na trave e, na queda, acabaria por tabelar nas costas do guarda-redes girondino, que confirmou o que viria a ser o único golo da partida.

E justifica-se que assim tenha acontecido: em noventa minutos de futebol, escassas foram as ocasiões de perigo e ainda menos as efectivas oportunidades de golo.

Se a primeira parte fora jogada a ritmo lento, sem interesse, o segundo tempo acabaria por ser verdadeiramente entediante.

Continuando a fazer a sua gestão de equipa, com constantes rotações e alternâncias – tendo passado do “8” para o “80” (ou seja, de jogar sempre o mesmo “11”, como sucedeu nas duas épocas anteriores, para um carrossel constante) – Jorge Jesus, assumindo definitivamente a óbvia opção pelo campeonato, em detrimento das restantes provas, é o responsável pela medíocre exibição do Benfica esta noite – inevitavelmente, sem as famosas “rotinas de jogo” –, frente a um adversário que, neste encontro, não evidenciou a qualidade apregoada pelo treinador benfiquista (e que somou, à série de quatro derrotas consecutivas averbadas no campeonato francês, mais um desaire…).

Uma eliminatória que o Benfica podia e devia ter resolvido já hoje, transita em aberto para a segunda mão, em Bordéus, onde a equipa portuguesa deverá confirmar o apuramento para os 1/4 Final… desde que “apareça em campo”!

7 Março, 2013 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão) – Benfica – Bayer Leverkusen

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Garay, Melgarejo, Carlos Martins (53m – Eduardo Salvio), Enzo Pérez, Nemanja Matić, Nico Gaitán, Ola John (90m – Jardel) e Óscar Cardozo (64m – Lima)

Bayer LeverkusenBayer Leverkusen – Bernd Leno, Daniel Carvajal, Philipp Wollscheid, Omer Toprak, Sebastian Boenisch, Gonzalo Castro, Stefan Reinartz (74m – Arkadiusz Milik), Simon Rolfes, Lars Bender (57m – Jens Hegeler), André Schürrle e Stefan Kiessling

1-0 – Ola John – 60m
1-1 – André Schürrle – 75m
2-1 – Nemanja Matić – 77m

Cartões amarelos – Enzo Pérez (54m), Ola John (61m) e Nemanja Matić (90m); Bender (28m) e Carvajal (45m)

Árbitro – Pavel Kralovec (R. Checa)

Num arriscado exercício de equilibrismo, visando a gestão da equipa, com legítimas ambições em várias competições, mas com ênfase particular no campeonato nacional (para além da Taça de Portugal e da Taça da Liga, em que, em ambos os casos, marca presença nas 1/2 finais), o Benfica jogou forte e ganhou.

Para tal teve de começar por sofrer, com a forte equipa alemã a entrar melhor no jogo, de forma pressionante, criando uma ou outra ocasião de perigo.

O Benfica ia concedendo a iniciativa ao adversário, nem sempre conseguindo controlar da melhor forma o jogo, mas, pacientemente, procurou, no segundo tempo, crescer no terreno – depois de passar por mais alguns calafrios, com o Bayer Leverkusen a poder ter inaugurado o marcador, o que foi também soberbamente impedido por duas excelentes intervenções de Artur Moraes -, acabando por ver as suas iniciativas de contra-ataque coroadas de êxito com um golo de excelente execução de Ola John.

Poderia pensar-se que a eliminatória estaria decidida, mas o resultado continuava a ser muito perigoso. Bastaria um golo dos alemães, para relançar a disputa do apuramento. E o golo surgiria mesmo, numa falha da defesa benfiquista.

O momento determinante da partida surgiria, para felicidade do Benfica, apenas dois minutos decorridos, em mais um lance rápido, com Matić a conseguir surgir desmarcado frente à baliza e a não desperdiçar a soberana ocasião de golo que se lhe proporcionou.

Com a formação alemã a tentar arriscar ainda uma última cartada, seria o Benfica a dispor então de algumas oportunidades para ampliar o marcador.

Uma equipa realista e concentrada, premiada pelo seu esforço e eficácia, justifica plenamente – tendo triunfado em ambos os jogos, das duas mãos – o apuramento para a eliminatória seguinte, frente a uma equipa muito consistente e poderosa (que ocupa o 3º lugar do campeonato alemão, a um escasso ponto do Campeão em título  Borussia Dortmund), que nunca abdicou de discutir a eliminatória, assim valorizando o sucesso benfiquista.

Pela terceira vez consecutiva (depois das épocas 2009-10 e 2010-11), o Benfica cruza-se no seu caminho, nos 1/8 Final desta competição, com equipas francesas: depois de Marseille e Paris St.-Germain, será agora a vez do Bordeaux. Só podemos desejar que o desfecho se repita.

21 Fevereiro, 2013 at 10:01 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão) – Bayer Leverkusen – Benfica

Bayer LeverkusenBayer Leverkusen – Bernd Leno, Hajime Hosogai (82m – Sebastian Boenisch), Philipp Wollscheid, Daniel Schwaab, Michal Kadlec, Lars Bender, Simon Rolfes, Jens Hegeler, Gonzalo Castro (70m – Arkadiusz Milik), André Schürrle (45m – Sidney Sam) e Stefan Kiessling

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Garay, Melgarejo, Urretavizcaya (57m – Eduardo Salvio), Nico Gaitán, Nemanja Matić, André Gomes (42m – Enzo Pérez), Ola John e Óscar Cardozo (72m – Lima)

0-1 – Óscar Cardozo – 61m

Cartões amarelos – Bender (53m), Kiessling (76m) e Milik (81m); Melgarejo (45m) e Nico Gaitán (73m)

Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)

Num terreno sob a suave queda de neve, bastante apoiado pelos seus adeptos, o Benfica obteve, nesta primeira mão dos 1/16 Final da Liga Europa, uma excelente vitória (a segunda da sua história, em território germânico), que lhe pode abrir o caminho para a fase seguinte, assim a equipa consiga confirmar a boa atitude e desempenho hoje alcançados.

Numa primeira parte repartida, sem notórias oportunidades de golo para nenhum dos contendores, a primeira ocasião de golo surgiria logo a abrir o segundo tempo, com Kadlec a não conseguir aproveitar da melhor forma uma falha da defesa benfiquista.

Já depois de a equipa portuguesa ter ameaçado, por Urretavizcaya, na sequência de um livre, o Benfica chegaria mesmo ao golo, numa excelente execução técnica de Cardozo, a dar a melhor sequência a uma boa abertura de André Almeida, como que “picando” ligeiramente a bola sobre o guardião adversário, isto depois de já ter deixado fora do lance um defesa contrário.

Em situação de desvantagem, a equipa alemã procuraria intensificar as iniciativas atacantes, mas, em duas ocasiões em que foi chamado a intervir, Artur Moraes mostraria concentração. E, por outro lado, seria ainda Ola John a dispor de oportunidade para ampliar o marcador.

Já em período de compensação, o golo esteve iminente na baliza benfiquista, com Melgarejo, em esforço, a conseguir evitar – sobre a linha de golo, em arrojado golpe de cabeça, impelindo a bola por cima da barra – que o Bayer Leverkusen chegasse à igualdade, depois de o guarda-redes do Benfica se ter deixado antecipar.

14 Fevereiro, 2013 at 8:50 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Barcelona – Benfica

Barcelona – José Manuel Pinto, Martín Montoya, Carles Puyol, Adriano (67m – Gerard Piqué), Carles Planas, Alex Song, Thiago Alcântara, Sergi Roberto, Cristian Tello (78m – Gerard Deulofeu), Rafinha (58m – Lionel Messi) e David Villa

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić, André Gomes, Ola John, Rodrigo (75m – André Almeida), Nolito (63m – Bruno César) e Lima (74m – Óscar Cardozo)

Cartões amarelos – Rafinha (49m) e Adriano (60m); Nolito (43m), Ezequiel Garay (56m), Luisão (59m) e Nemanja Matić (78m)

Árbitro – Svein Oddvar Moen (Noruega)

Entrando em Camp Nou para defrontar uma equipa reservista do Barcelona (na qual, dos habituais titulares, apenas Puyol e David Villa alinharam de início), o Benfica denotou, desde cedo, uma atitude assertiva, assumindo o controlo do jogo e espreitando amiúde o ataque, fosse em jogadas organizadas ou em lances rápidos, a desmarcar os seus avançados.

Aos 11 minutos, disporia de uma primeira soberana ocasião de golo, com Rodrigo, a surgir isolado, acompanhado por Nolito, mas, em vez de fazer o passe para o companheiro, que seria decerto fatal, de forma individualista tentou o remate à baliza, com a bola a sair ligeiramente ao lado.

Para, à passagem dos 20 minutos, nova boa oportunidade para a equipa portuguesa, com Nolito, algo desenquadrado com a baliza, não obstante dela muito próximo, a não conseguir dar a melhor direcção no remate de cabeça.

Entretanto, aos 21 minutos, o Celtic marcava o primeiro golo desta noite europeia e passava a estar em posição de vantagem face ao Benfica, na disputa da qualificação para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.

O Barcelona só aos 23 minutos daria o primeiro aviso, conseguindo ultrapassar a defesa benfiquista, mas a bola perder-se-ia pela linha de fundo. Para, no minuto seguinte, Garay ter de cortar, em cima da linha de golo, um perigoso remate de cabeça da equipa catalã.

Tendo chegado a uma incrível marca de 7-0 em cantos a favor do Benfica, na primeira meia hora de jogo, aos 32 minutos, culminando excelente iniciativa, Lima surgiu novamente isolado frente a Pinto, rematando ao poste mais distante, mas o guardião do Barcelona conseguiu, com uma difícil e atenta estirada, desviar a bola… para o poste.

Ainda uma outra oportunidade, aos 35 minutos, com Ola John, descaído do lado direito, também a isolar-se, a rematar para nova defesa apertada de Pinto, para canto… o oitavo a favor Benfica!

Inesperadamente, o Barcelona via-se obrigado a jogar “de aflitos”, na sua zona defensiva, de que era exemplo o lance de Puyol a despachar de qualquer forma, aliviando a bola pelo ar, para fora da área.

Aos 40 minutos, o Spartak de Moscovo empatava em Glasgow, recolocando o Benfica em posição de apuramento…

Ao intervalo, com um absolutamente fantástico registo de 8-0 em cantos, e três a quatro soberanas ocasiões de golo desaproveitadas, pressentia-se que o Benfica podia estar a desperdiçar uma oportunidade única para ganhar em Barcelona…

Logo a abrir o segundo tempo, a equipa portuguesa perderia ainda outro lance de perigo, perante uma defesa catalã que não conseguia acertar as marcações aos rápidos dianteiros benfiquistas.

Contudo, a partir dos 50 minutos, a tendência do jogo parecia começar a inverter-se, com o Barcelona a soltar-se, e a chegar com mais frequência às imediações da área do Benfica, principalmente na sequência de iniciativas de Tello, numa delas a obrigar a apertada intervenção de Artur Moraes. Urgia fazer alterações na equipa… Mas, quem começaria por a fazer, seria Tito Vilanova, fazendo entrar Messi em campo, estavam decorridos 58 minutos.

À passagem da hora de jogo, o Benfica tentava parar a ofensiva catalã, agora com lances de ataque mais esporádicos, num deles, com Luisão a cabecear, fraco, para uma defesa fácil de Pinto. Aos 64 minutos, a equipa portuguesa ampliava a contagem de cantos para 9-0 (finalizaria o encontro com uma marca de 10-2)!

À entrada para os derradeiros 20 minutos, a formação benfiquista começava a perder, por completo, o controlo do jogo, apenas com dificuldade conseguindo sair do seu meio-campo; as investidas do Barcelona sucediam-se, cada vez mais ameaçadoras. Era necessário apelar à capacidade de união e sofrimento.

Os treinadores mexiam nas equipas: Vilanova retirava os elementos já com cartão amarelo; Jorge Jesus tentava refrescar a equipa, fazendo sair os jogadores mais desgastados.

Só que, a 8 minutos do final, chegavam más notícias de Glasgow: o Celtic voltava a colocar-se em vantagem no jogo e na classificação, face ao Benfica.

Haveria ainda tempo para uma extraordinária dupla intervenção de Artur Moraes, primeiro, arrojando-se aos pés de Messi, a roubar-lhe a bola, e, de imediato, na recarga, já em esforço, de parte a parte, com Messi a tentar o chapéu, mas o guarda-redes benfiquista conseguiria ir ainda resgatar a bola. Estavam decorridos 87 minutos, e, na sequência do lance (no choque com Artur), Messi sofreria uma lesão, tendo de sair de campo, ficando a equipa catalã reduzida a 10 unidades.

Jesus arriscava tudo: dava instruções a Luisão para subir no terreno. Mas, mesmo com cinco minutos de tempo de compensação, era tarde, e os jogadores não tinham já reservas físicas, nem disponibilidade mental para fazer a bola chegar lá à frente, de forma pensada. No último lance da partida, Cardozo não teve a serenidade para rematar à baliza, a bola sobrou ainda para Maxi Pereira, que remataria muito por alto. O Benfica caía de pé… por culpa própria.

5 Dezembro, 2012 at 9:35 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Maio 2026
S T Q Q S S D
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.