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Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Olympiakos
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Nemanja Matić, Enzo Pérez (82m – Ruben Amorim), Nico Gaitán (82m – Rodrigo), Ola John (45m – Ivan Cavaleiro), Lima e Óscar Cardozo
Olympiakos – Roberto Jiménez; Leandro Salino, Kostas Manolas, Dimitris Siovas, José Holebas, David Fuster (69m – Sambou Yatabaré), Giannis Maniatis, Alejandro Domínguez (88m – Carl Medjani), Andreas Samaris, Vladimir Weiss (56m – Delvin N’Dinga) e Kostas Mitroglou
0-1 – Alejandro Domínguez – 29m
1-1 – Óscar Cardozo – 83m
Cartões amarelos – Enzo Pérez (55m) e Nico Gaitán (62m); David Fuster (36m), Vladimir Weiss (42m) e Kostas Mitroglou (59m)
Árbitro – Alberto Undiano Mallenco (Espanha)
No primeiro de dois duelos luso-helénicos que se antecipa possam vir a ser determinantes para a definição do segundo clube qualificado neste grupo, a equipa do Benfica entrou em campo “a todo o gás”: aos quatro minutos já registava três cantos a seu favor, Cardozo, na conversão de um livre, com um potente remate, obrigara Roberto, o bem conhecido guarda-redes espanhol, agora ao serviço do Olympiakos, a uma excelente defesa, a revelar grande concentração, e Luisão desperdiçara uma outra flagrante oportunidade de marcar.
Porém, o “gás” rapidamente se evaporaria, com a formação benfiquista, gradualmente, a perder ritmo de jogo, e, pior, a perder também o controlo de jogo a meio-campo, perante um opositor que, durante a primeira parte, seria sempre mais rápido, criando algumas situações de apuro – tinha tido também o golo iminente, a seu favor, logo aos cinco minutos -, até acabar mesmo por chegar ao golo.
Para o segundo tempo, com o Benfica em desvantagem no marcador, o treinador Jorge Jesus optaria por trocar Ola John por Ivan Cavaleiro, que fazia a sua estreia em jogos das competições europeias (depois de se ter estreado na equipa principal no sábado, em partida da Taça de Portugal), um jogador de características mais “explosivas”.
Mas Jesus não deve ter consultado o boletim meteorológico… a chuva que caía sobre o Estádio da Luz transformar-se-ia em dilúvio, inundando o relvado, que, até cerca de um quarto de hora do fim do encontro, esteve verdadeiramente impraticável, com a bola a parar, sistematicamente retida a cada poça de água. Durante cerca de meia hora foi impossível jogar futebol, com o jogo a transformar-se em autêntica “lotaria”, com uma imprevisibilidade constante sobre qual seria a trajectória da bola a cada chuto, e onde (ou se) se deteria na água.
O que, naturalmente, facilitava a tarefa de quem defendia, com os jogadores do Benfica, a necessitarem de construir jogadas ofensivas, numa tenaz mas inglória luta contra… a água.
Quando, enfim, nos últimos dez minutos, com a chuva, já não tão inclemente, enfim a dar alguma trégua, o relvado conseguira assegurar uma drenagem mínima para que a bola voltasse a rolar e se pudesse voltar a jogar futebol, o Benfica acabaria por ser feliz: Jesus mal tinha acabado de fazer uma dupla substituição, fazendo entrar Ruben Amorim e Rodrigo para os lugares dos dois jogadores “amarelados”, quando, na sequência de um canto (mal assinalado pelo árbitro, que, aliás teve uma arbitragem bastante contestada, com pelo menos uma grande penalidade por assinalar a favor do Benfica), o guardião Roberto teve uma das suas recorrentes saídas em falso, deixando espaço à entrada de Óscar Cardozo, que não desperdiçaria o ensejo de empatar.
Jogar-se-iam ainda mais cerca de dez minutos (incluindo o tempo de compensação), mas, com o Olympiakos então apostado em manter, no mínimo, a igualdade, a turma benfiquista já não teria engenho e arte para completar a reviravolta no marcador, deixando tudo em aberto para daqui a quinze dias, em Atenas, onde as equipas se voltarão a encontrar. E onde o Benfica terá de jogar bem mais ( e melhor) do que fez hoje, em particular no primeiro tempo.
Com o empate final – que acabou por ser porventura o mais ajustado ao que as duas equipas exibiram, no conjunto dos 90 minutos – quebraram-se duas séries: o Benfica registava sete vitórias sucessivas no Estádio da Luz em jogos nas provas europeias; por seu lado, o Olympiakos somava já 27 desafios consecutivos em competições europeias sem empate!
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Paris St.-Germain – Benfica
Paris St.-Germain – Salvatore Sirigu, Gregory Van der Wiel, Alex (78m – Zoumana Camara), Marquinhos, Maxwell, Thiago Motta, Marco Verratti (70m – Adrien Rabiot), Blaise Matuidi, Edinson Cavani, Ezequiel Lavezzi (70m – Lucas) e Zlatan Ibrahimović
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Ljubomir Fejsa (29m – André Gomes), Nemanja Matić, Enzo Pérez, Filip Đuričić (45m – Lazar Marković), Nico Gaitán (66m – Miralem Sulejmani) e Óscar Cardozo
1-0 – Zlatan Ibrahimović – 5m
2-0 – Marquinhos – 25m
3-0 – Zlatan Ibrahimović – 30m
Cartões amarelos – Van der Wiel (36m) e Alex (47m); Nico Gaitán (32m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
No regresso a Paris, dois anos e meio depois – mas para defrontar uma formação parisiense que é hoje radicalmente diferente – num encontro em que, logo à partida, as equipas se apresentavam com um importante desnível, começando pelo valor dos respectivos orçamentos – e como perfeito reverso do que sucedera na ronda inaugural -, o pior que podia acontecer a um Benfica algo falho de confiança era sofrer um golo logo aos cinco minutos.
Acusando o toque – na verdade, a equipa nunca deu indicações de que pudesse operar qualquer tipo de inversão na tendência do jogo, ou seja, de que fosse possível evitar a derrota -, a formação benfiquista desuniu-se, com os seus jogadores muito “longe” uns dos outros.
Quando, no espaço de cinco minutos, entre os 25 e os 30 minutos, o marcador se elevou para 3-0, temeu-se que o Benfica pudesse ter hoje uma noite negra.
Valeu que, na segunda parte, a equipa de alguma forma se conseguiu recompor a nível defensivo, assim como a baixa de intensidade de jogo por parte do conjunto francês.
Numa das piores exibições dos últimos tempos em competições europeias, o Benfica escapou à goleada, mas impõe-se uma séria reflexão – que terá de ser realizada a breve prazo, dados os dois jogos que se seguem com o Olympiakos, que serão decisivos para determinar quem deverá acompanhar o Paris St.-Germain nos 1/8 Final da Liga dos Campeões – sobre as opções tácticas, a nível de escolha de jogadores titulares e coerência de substituições, assim como sobre a condição física (e agora também psicológica) em que a equipa se apresenta neste início de temporada.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Anderlecht
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Nemanja Matić, Enzo Peréz (69m – Ola John), Ljubomir Fejsa, Filip Đuričić (75m – Maxi Pereira), Lazar Marković e Óscar Cardozo (87m – Lima)
Anderlecht – Silvio Proto, Guillaume Gillet, Cheikhou Kouyaté, Chancel Mbemba, Fabrice N’Sakala, Massimo Bruno (79m – Dennis Praet), Demy De Zeeuw (45m – Acheampong), Luka Milivojević, Sacha Kljestan, Matías Suárez e Aleksandar Mitrović (76m – Cyriac)
1-0 – Filip Đuričić – 4m
2-0 – Luisão – 30m
Cartões amarelos – Enzo Pérez (27m); Massimo Bruno (21m), Demy De Zeeuw (34m), Aleksandar Mitrović (70m), Chancel Mbemba (76m) e Matías Suárez (89m)
Árbitro – Manuel Gräfe (Alemanha)
No arranque de uma época muito especial – com a particularidade de a longa caminhada da Liga dos Campeões culminar no Estádio da Luz, a 24 de Maio de 2014, com a disputa da Final – o Benfica não poderia ter tido melhor início do que colocar-se, nesta jornada inaugural, logo aos 4 minutos, em posição de vantagem, com um excelente golo de Đuričić, pleno de concentração e oportunidade, a aproveitar da melhor forma uma possibilidade de recarga que uma defesa incompleta do guardião adversário, largando a bola para a frente, proporcionou.
Animado com a vantagem, a equipa benfiquista assumiu o controlo do jogo, sem que a formação belga provocasse alguma inquietação a Artur Moraes.
Prosseguindo a sua toada ofensiva, denotando evidente superioridade, não surpreenderia que Luisão, numa magnífica execução técnica, dominando no peito e rematando de primeira, após se ter conseguido desmarcar dentro da área adversária (!), ampliasse a marca a favor do Benfica. Isto depois de Cardozo ter já ameaçado por duas vezes, primeiro, num raro momento de perícia técnica, a driblar dois adversários, depois, com um remate a propiciar uma defesa aparatosa a Proto.
No segundo tempo, o Benfica, afrouxando um pouco a intensidade do jogo, permitiria ao Anderlecht não só repartir o controlo do jogo, como, inclusivamente, já na parte final, ameaçar então a baliza benfiquista. Não obstante, a melhor oportunidade seria ainda desperdiçada por Óscar Cardozo que, liberto na grande área, não conseguiu contudo dominar a bola da melhor forma, resultando num remate já em queda, sem força nem colocação.
Obtendo um triunfo sem contestação, pela primeira vez nesta temporada – ao fim de mais de uma dúzia de partidas – o Benfica conseguiu enfim chegar ao termo do encontro mantendo a sua baliza inviolada. Um bom começo!
Benfica Campeão Europeu de Hóquei em Patins

No termo de uma empolgante e inédita Final da “Liga Europeia” de Hóquei em Patins – entre duas equipas portuguesas –, hoje disputada no Pavilhão do FC Porto, depois de 5-5 no tempo regulamentar, o Benfica, vencendo o FC Porto por 6-5 (“golo de ouro”, no segundo minuto do prolongamento), sagrou-se Campeão Europeu de Hóquei em Patins, troféu que conquista pela primeira vez na sua história, e que junta às Taças CERS conquistadas em 1990-91 e 2010-11 e à Supertaça Europeia.
Para chegar a esta Final, o Benfica eliminara ontem, na partida das 1/2 Finais, o Barcelona, no desempate da marca de grande penalidade (2-1), depois de 4-4 no final do tempo regulamentar e do prolongamento.
Antes, nos 1/4 Final tinha já eliminado o Noia, também de Espanha, com 3-3 na Catalunha e 7-0 no Pavilhão da Luz, depois de ter ganho o seu Grupo de apuramento, à frente do Reus (Espanha – 7-1 e 3-4), Viareggio (Itália – 4-4 e 5-2) e Cronenberg (Alemanha – 12-3 e 5-3).
O Benfica quebrou assim, finalmente, uma série de 5 Finais perdidas na Taça dos Campeões Europeus da modalidade (em 1968-69, 1972-73, 1979-80, 1992-93 e 1994-95). No que respeita ao FC Porto, para além dos 2 títulos conquistados, perdeu já por 9 vezes a Final.
Os heróis que conquistaram esta taça foram: Pedro Henriques, Ricardo Silva, Valter Neves, Diogo Rafael, Cláudio Filho “Cacau”, Esteban Ábalos, Marc Coy, João Rodrigues, Carlos Lopez e Luís Viana, sob a orientação técnica de Luís Sénica.
Esta foi a quinta vez que a competição foi conquistada por equipas portuguesas, o que não acontecia já há 22 anos.

(foto via Record)
Palmarés da prova:
- Barcelona (19) – 1972-73, 1973-74, 1977-78, 1978-79, 1979-80, 1980-81, 1981-82, 1982-83, 1983-84, 1984-85, 1996-97, 1999-00, 2000-01, 2001-02, 2003-04, 2004-05, 2006-07, 2007-08 e 2009-10
- Reus (7) – 1966-67, 1967-68, 1968-69, 1969-70, 1970-71, 1971-72 e 2008-09
- Igualada (6) – 1992-93, 1993-94, 1994-95, 1995-96, 1997-98 e 1998-99
- Liceo Coruña (6) – 1986-87, 1987-88, 1991-92, 2002-03, 2010-11 e 2011-12
- Voltregà (3) – 1965-66, 1974-75 e 1975-76
- FC Porto (2) – 1985-86 e 1989-90
- Sporting (1) – 1976-77
- Noia (1) – 1988-89
- Barcelos (1) – 1990-91
- Follonica (1) – 2005-06
- Benfica (1) – 2012-13
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Épocas (Vencedor / Finalista) Benfica 24 10 1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55; 1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64; 1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86; 1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04 1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71; 1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97; 2004-05; 2012-13 FC Porto 16 12 1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77; 1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94; 1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03; 2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11 1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64; 1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08 Sporting 15 11 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48; 1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73; 1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95; 2001-02; 2006-07; 2007-08 1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70; 1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94; 1995-96; 1999-00; 2011-12 Boavista 5 1 1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92; 1996-97/ 1992-93 V. Setúbal 3 7 1964-65; 1966-67; 2004-05 1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66 1967-68; 1972-73; 2005-06 Belenenses 3 5 1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40 1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07 Académica 2 3 1938-39; 2011-12 1950-51; 1966-67; 1968-69 V. Guimarães 1 5 2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76; 1987-88; 2010-11 Braga 1 3 1965-66/ 1976-77; 1981-82; 1997-98 Leixões 1 1 1960-61/ 2001-02 Beira-Mar 1 1 1998-99/ 1990-91 E. Amadora 1 - 1989-90 Atlético - 2 1945-46; 1948-49 Marítimo - 2 1994-95; 2000-01 Estoril - 1 1943-44 Olhanense - 1 1944-45 Torreense - 1 1955-56 Covilhã - 1 1956-57 Rio Ave - 1 1983-84 Farense - 1 1989-90 Campomaiorense - 1 1998-99 U. Leiria - 1 2002-03 Paços Ferreira - 1 2008-09 Chaves - 1 2009-10
Finais da Taça de Portugal
Edição Época Vencedor Finalista LXXIII 2012-2013 V. Guimarães Benfica 2-1 LXXII 2011-2012 Académica Sporting 1-0 LXXI 2010-2011 FC Porto V. Guimarães 6-2 LXX 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 LXIX 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 LXVIII 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 LXVII 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 LXVI 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 LXV 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 LXIV 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 LXIII 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 LXII 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 LXI 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 LX 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 LIX 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 LVIII 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 LVII 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 LVI 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 LV 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 LIV 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 LIII 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 LII 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 LI 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 L 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 XLIX 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 XLVIII 1987-1988 FC Porto V. Guimarães 1-0 XLVII 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 XLVI 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 XLV 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 XLIV 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 XLIII 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 XLII 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 XLI 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 XL 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 XXXIX 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 XXXVIII 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 XXXVII 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 XXXVI 1975-1976 Boavista V. Guimarães 2-1 XXXV 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 XXXIV 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 XXXIII 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 XXXII 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 XXXI 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 XXX 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 XXIX 1968-1969 Benfica Académica 2-1 XXVIII 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 XXVII 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 XXVI 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 XXV 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 XXIV 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 XXIII 1962-1963 Sporting V. Guimarães 4-0 XXII 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 XXI 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 XX 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 XIX 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 XVIII 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 XVII 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 XVI 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 XV 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 XIV 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 XIII 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 XII 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 XI 1950-1951 Benfica Académica 5-1 X 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 IX 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 VIII 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 VII 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 VI 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 V 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 IV 1941-1942 Belenenses V. Guimarães 2-0 III 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 II 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 I 1938-1939 Académica Benfica 4-3
I Liga / I Divisão – Historial de lugares de honra
Época Campeão 2º 3º 4º 2012-13 FC Porto Benfica P. Ferreira Sp. Braga 2011-12 FC Porto Benfica Sp. Braga Sporting 2010-11 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2009-10 Benfica Sp. Braga FC Porto Sporting 2008-09 FC Porto Sporting Benfica Nacional 2007-08 FC Porto Sporting V. Guimarães Benfica 2006-07 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2005-06 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2004-05 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2003-04 FC Porto Benfica Sporting Nacional 2002-03 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 2001-02 Sporting Boavista FC Porto Benfica 2000-01 Boavista FC Porto Sporting Sp. Braga 1999-00 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1998-99 FC Porto Boavista Benfica Sporting 1997-98 FC Porto Benfica V. Guimarães Sporting 1996-97 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 1995-96 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1994-95 FC Porto Sporting Benfica V. Guimarães 1993-94 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1992-93 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1991-92 FC Porto Benfica Boavista Sporting 1990-91 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1989-90 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1988-89 Benfica FC Porto Boavista Sporting 1987-88 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1986-87 Benfica FC Porto V. Guimarães Sporting 1985-86 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1984-85 FC Porto Sporting Benfica Boavista 1983-84 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 1982-83 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1981-82 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1980-81 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1979-80 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1978-79 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1977-78 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1976-77 Benfica Sporting FC Porto Boavista 1975-76 Benfica Boavista Belenenses FC Porto 1974-75 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1973-74 Sporting Benfica V. Setúbal FC Porto 1972-73 Benfica Belenenses V. Setúbal FC Porto 1971-72 Benfica V. Setúbal Sporting CUF 1970-71 Benfica Sporting FC Porto V. Setúbal 1969-70 Sporting Benfica V. Setúbal Barreirense 1968-69 Benfica FC Porto V. Guimarães V. Setúbal 1967-68 Benfica Sporting FC Porto Académica 1966-67 Benfica Académica FC Porto Sporting 1965-66 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1964-65 Benfica FC Porto CUF Académica 1963-64 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1962-63 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1961-62 Sporting FC Porto Benfica CUF 1960-61 Benfica Sporting FC Porto V. Guimarães 1959-60 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1958-59 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1957-58 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1956-57 Benfica FC Porto Belenenses Sporting 1955-56 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1954-55 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1953-54 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1952-53 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1951-52 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1950-51 Sporting FC Porto Benfica Atlético 1949-50 Benfica Sporting Atlético Belenenses 1948-49 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1947-48 Sporting Benfica Belenenses Estoril 1946-47 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1945-46 Belenenses Benfica Sporting Olhanense 1944-45 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1943-44 Sporting Benfica Atlético FC Porto 1942-43 Benfica Sporting Belenenses Unidos Lisboa 1941-42 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1940-41 Sporting FC Porto Belenenses Benfica 1939-40 FC Porto Sporting Belenenses Benfica 1938-39 FC Porto Sporting Benfica Belenenses 1937-38 Benfica FC Porto Sporting Carcavelinhos 1936-37 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1935-36 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1934-35 FC Porto Sporting Benfica Belenenses
Resumo:
– Benfica – 32 vezes Campeão / 27 vezes 2º / 15 vezes 3º / 4 vezes 4º classificado
– FC Porto – 27 vezes Campeão / 24 vezes 2º / 11 vezes 3º / 11 vezes 4º classificado
– Sporting – 18 vezes Campeão / 19 vezes 2º / 25 vezes 3º / 12 vezes 4º classificado
– Belenenses – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 14 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
– Boavista – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 2 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– V. Setúbal – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 2 vezes 4º classificado
– Sp. Braga – 1 vez 2º / 1 vez 3º / 10 vezes 4º classificado
– Académica – 1 vez 2º / 2 vezes 4º classificado
– V. Guimarães – 4 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
– Atlético – 2 vezes 3º / 1 vez 4º classificado
– CUF – 1 vez 3º / 2 vezes 4º classificado
– P. Ferreira – 1 vez 3º classificado
– Nacional – 2 vezes 4º classificado
– Barreirense – 1 vez 4º classificado
– Estoril – 1 vez 4º classificado
– Olhanense – 1 vez 4º classificado
– Unidos Lisboa – 1 vez 4º classificado
– Carcavelinhos – 1 vez 4º classificado
I Liga 2012-13 – Classificação Final
J V E D GM GS P 1º FC Porto 30 24 6 - 70 - 14 78 2º Benfica 30 24 5 1 77 - 20 77 3º Paços Ferreira 30 14 12 4 42 - 29 54 4º Sp. Braga 30 16 4 10 60 - 44 52 5º Estoril 30 13 6 11 47 - 37 45 6º Rio Ave 30 12 6 12 35 - 42 42 7º Sporting 30 11 9 10 36 - 36 42 8º Nacional 30 11 7 12 45 - 51 40 9º V. Guimarães 30 11 7 12 36 - 47 40 10º Marítimo 30 9 11 10 34 - 45 38 11º Académica 30 6 10 14 33 - 45 28 12º V. Setúbal 30 7 5 18 30 - 55 26 13º Gil Vicente 30 6 7 17 31 - 54 25 14º Olhanense 30 5 10 15 26 - 42 25 15º Moreirense 30 5 9 16 30 - 51 24 16º Beira-Mar 30 5 8 17 35 - 55 23
Apurados para a fase de Grupos da Liga dos Campeões – FC Porto e Benfica
“Play-off” de apuramento para a Liga dos Campeões – Paços Ferreira
Apurados para a Liga Europa – V. Guimarães, Sp. Braga e Estoril
Despromovidos – Moreirense e Beira-Mar
Promovidos à I Liga – Belenenses e Arouca
«Dor»
Eu prometo que vou ficar bom. Não se preocupem com os meus suspiros, com os meus silêncios, com a minha falta de sentido de humor. Perdoem-me se demorar mais do que o costume a responder, a falar. Não achem estranho que o meu olhar agora se perca tantas vezes. Por favor, não me digam que isto é só futebol, porque Shankly já explicou que o futebol não é uma questão de vida ou morte, é muito mais do que isso. Sempre me fascinou a tristeza poética que terá trespassado o coração dos adeptos do Bayern quando o Manchester United virou aquela final da Champions. Sempre imaginei que tivesse faltado uma batida ao coração de todo o Brasil quando o Uruguai lhes tirou um campeonato do mundo em casa. Agora essa tristeza é toda minha e dos meus. Como em todos os desgostos amorosos, o segredo é o tempo. Passará esta dor toda, e, com o tempo, recuperarei o sentido de humor e o prazer de ler no metro. Mas, até lá, dêem-me um bocadinho de tempo e um bocadinho de espaço. Preciso de tempo. Cá dentro só há estilhaços, como se tivesse explodido uma granada. Se o Benfica fosse uma mulher, ia para os copos com os amigos. Mas é o meu clube, e tenho de lá estar na Luz no domingo, mesmo todo moído por dentro.
Dói-me tudo.



