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Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão) – Benfica – PAOK
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Rúben Amorim, Eduardo Salvio (60m – Lazar Marković), Filip Đjuričić (79m – Rodrigo), Nico Gaitán, André Gomes e Óscar Cardozo (60m – Lima)
PAOK – Panagiotis Glykos, Stelios Kitsiou, Kostas Katsouranis, Juan Insaurralde, Lino, Ergys Kaçe, Hedwiges Maduro, Lucas Martínez (74m – Zvonimir Vukić), Costin Lazăr, Sekou Oliseh (45m – Miroslav Stoch) (83m – Sotiris Ninis) e Stefanos Athanasiadis
1-0 – Nico Gaitán – 70m
2-0 – Lima (pen.) – 78m
3-0 – Lazar Marković – 79m
Cartões amarelos – Stelios Kitsiou (40m); Sílvio (76m)
Cartão vermelho – Kostas Katsouranis (69m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
Uma vitória por margem folgada do Benfica, que não traduz as dificuldades que a equipa portuguesa experimentou, sem grandes oportunidades de golo ao longo de toda a primeira parte (apenas um potente remate de Cardozo, a que o guardião contrário correspondeu de forma espectacular), e tendo então passado por um susto, quando Artur, numa deficiente intervenção, apenas à segunda conseguiu deter a marcha da bola, evitando, praticamente em cima da linha de golo, que os gregos se tivessem adiantado.
No segundo tempo, a toada de jogo não se alterou muito, com o Benfica a assumir sempre as “despesas”, controlando o jogo, e procurando construir lances ofensivos.
Mas a incerteza no desfecho do resultado, e, por consequência da eliminatória – apesar de tudo “presa” por um fio algo ténue, de um único golo de vantagem, alcançada na Grécia – prolongar-se-ia, até aos 70 minutos. Só nos derradeiros vinte minutos, jogando contra dez, o Benfica construiria então a tal vantagem folgada, de três golos.
Tudo começou com a falta grosseira de Katsouranis, praticamente em cima da área, na zona frontal, que lhe custou a expulsão por cartão vermelho directo. Na sequência do correspondente livre directo, Nico Gaitán, com uma execução perfeita – uma espécie de “Panenka”, num remate em “folha seca”, a fazer a bola passar por sobre a barreira -, abria o activo e conferia à equipa portuguesa a (definitiva) tranquilidade que há tanto tempo buscava.
Poucos minutos depois, uma mão na bola em plena área, originaria uma grande penalidade, que Lima, com segurança, converteu no segundo golo. E, no minuto imediato, aproveitando mais uma falha da equipa grega, Marković, obteria mais um golo de belo efeito, selando uma goleada (4-0 no conjunto das duas mãos).
Uma bela homenagem ao “velho Capitão”, Senhor Mário Coluna, anteontem desaparecido.
O “segredo” desta eliminatória acabou por estar na solidez defensiva do Benfica, que praticamente não concedeu qualquer oportunidade de golo ao adversário.
Um aspecto a preservar, no contexto da difícil concorrência que o clube defrontará na próxima eliminatória, a equipa inglesa do Tottenham.
Adeus, “Capitão”
Obrigado, “Senhor Coluna”!
Ao longo de 16 épocas (de 1954 a 1970), Mário Coluna disputou 525 jogos aos serviço do Benfica, tendo marcado 127 golos. Foi capitão de equipa, de 1963 a 1070. Conquistou 19 títulos (jogador com mais conquistas ao serviço do clube): 2 vezes Campeão Europeu (1960-61 e 1961-62); 10 vezes Campeão Nacional (1954-55, 1956-57, 1959-60, 1960-61, 1962-63, 1963-64, 1964-65, 1966-67, 1967-68, 1968-69); 7 Taças de Portugal.
Foi internacional pela “Selecção A” de Portugal – que capitaneou no “Mundial de 1966”, em Inglaterra, obtendo o 3.º lugar – por 57 vezes, tendo marcado 8 golos.
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão) – PAOK – Benfica
PAOK – Panagiotis Glykos, Stelios Kitsiou, Kostas Katsouranis, Juan Insaurralde, Lino, Ergys Kaçe, Hedwiges Maduro, Sotiris Ninis (63m – Lucas Martínez), Costin Lazăr (82m – Dimitris Salpingidis), Sekou Oliseh (76m – Miroslav Stoch) e Stefanos Athanasiadis
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Sílvio, Rúben Amorim, Filip Đjuričić, André Gomes (66m – Lazar Marković), Enzo Pérez (63m – Ljubomir Fejsa), Miralem Sulejmani (76m – Eduardo Salvio) e Lima
0-1 – Lima – 59m
Cartões amarelos – Ergys Kaçe (5m), Costin Lazăr (27m); Hedwiges Maduro (54m) e Miroslav Stoch (85m); André Gomes (45m)
Árbitro – Wolfgang Stark (Alemanha)
Colocando em marcha um plano de “rotatividade” nos antípodas do que praticara em anos anteriores, o treinador benfiquista, Jorge Jesus, terá pensado sobretudo em preservar a segurança defensiva, visando trazer a definição do desfecho da eliminatória para a 2.ª mão, no Estádio da Luz.
Embora sem que a equipa tivesse assumido, de forma decidida, uma toada ofensiva, o Benfica evidenciaria a sua superioridade, acabando por vencer mesmo em Salónica, vantagem importante para a definição do apuramento, mas que não é de modo a permitir quebras de concentração. A jogar em casa, a equipa portuguesa terá de enfrentar a partida da 2.ª mão com o fito de obter nova vitória, forma mais segura de garantir o precioso avanço alcançado na Grécia.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – Paris St.-Germain
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Ljubomir Fejsa, Nemanja Matić, Enzo Pérez (90m – André Gomes), Lazar Marković (69m – Ivan Cavaleiro), Nico Gaitán (77m – Miralem Sulejmani) e Lima
Paris St.-Germain – Salvatore Sirigu, Kalifa Traoré, Marquinhos, Zoumana Camara, Lucas Digne, Thiago Motta (61m – Blaise Matuidi), Adrien Rabiot, Lucas, Javier Pastore, Jérémy Ménez e Edinson Cavani (61m – Ezequiel Lavezzi)
0-1 – Edinson Cavani – 37m
1-1 – Lima (pen.) – 45m
2-1 – Nico Gaitán – 58m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (30m) e Sílvio (87m); Thiago Motta (50m), Jérémy Ménez (70m) e Adrien Rabiot (77m)
Árbitro – Mark Clattenburg (Inglaterra)
Denotando uma atitude mental, competitiva e física que não tem tido a constância desejada, superando-se a esses vários níveis, a equipa do Benfica realizou esta noite uma excelente exibição, aproveitando também a menor aplicação de um adversário já qualificado e com algumas “poupanças” de jogadores, como foi o caso mais notável de Ibrahimovic, obtendo uma tão justa quão insuficiente vitória.
Insuficiente nos números – à semelhança do que se passara em Atenas, na partida contra o Olympiakos, os dianteiros benfiquistas desperdiçaram inúmeras ocasiões de perigo, tanto procurando colocar a bola, subtraindo-a ao alcance do guardião contrário (depois de uma primeira defesa “afirmativa”), que ela acabava por sair invariavelmente ao lado, mesmo que muito próximo da baliza – e também amargamente insuficiente para o objectivo de apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões, numa edição tão mais especial dado o simbolismo de a Final ser disputada no Estádio da Luz.
De facto, procurando ignorar que o seu destino dependia do que o Olympiakos fizesse, o Benfica entrou determinado a fazer a sua parte do contrato, ou seja, garantir a vitória. Com grande intensidade, assumindo o jogo, correndo riscos, ostensivamente remetendo os parisienses à sua defesa, a equipa benfiquista acabaria por vir a ser penalizada num dos raros momentos de desconcentração, com Cavani, muito oportuno, a não desaproveitar a oportunidade que se lhe deparou para inaugurar o marcador.
As notícias que chegavam de Atenas também não eram nada animadoras – o Olympiakos já ganhava por 1-0 – mas nem assim o Benfica se desuniu, mantendo a sua toada de jogo, que seria recompensada, mesmo ao cair do pano do primeiro tempo, com o golo do empate, obtido por Lima, na conversão irrepreensível de uma grande penalidade, a sancionar uma falta grosseira (e perigosa, dado ter-se tratado de uma cabeçada no jogador português) cometida sobre Sílvio, após uma magnífica simulação, a procurar tirar o adversário do seu caminho.
Entretanto, o Anderlecht empatara o jogo em Atenas; porém, logo a abrir a segunda parte, ficava em desvantagem numérica, reduzido a dez elementos, por expulsão. Até que, aos 58 minutos, Saviola, que, depois de ter inaugurado o marcador, falhara já uma grande penalidade, recolocava o Olympiakos em vantagem.
Com a dificuldade acrescida de ter de “jogar simultaneamente em dois campos”, com os “pés” na Luz e a “cabeça” em Atenas, a equipa portuguesa, muito motivada e altamente envolvida no jogo, prosseguia a sua bela exibição, com elementos a atingir elevada craveira, como os casos particulares de Matić, Enzo Pérez ou Gaitán. E, praticamente ao mesmo tempo do segundo golo dos gregos, o Benfica replicava o resultado, fazendo também o 2-1 a seu favor.
Até final, a tendência do jogo não se alteraria significativamente (o Paris St.-Germain teria uma flagrante ocasião de golo, com a bola a cruzar toda a linha de baliza, e a sair rente ao poste mais distante, num grande calafrio), mas foi sempre o Benfica a dar sinal mais.
Entretanto, num jogo completamente atípico, em Atenas, o Olympiakos beneficiava – e desperdiçava – de uma segunda grande penalidade (aos 71 minutos). Já depois de uma fase de grande pressão do Anderlecht, com os gregos remetidos à defesa… e ao contra-ataque, aos 88 minutos, o Olympiakos ficaria a jogar contra nove, assim sentenciando as aspirações dos belgas (e dos portugueses). Mas a história não ficaria por aqui: já em período de descontos, e com as substituições já esgotadas, surgiria a terceira grande penalidade a favor da equipa grega, e a terceira expulsão, desta vez com o guarda-redes do Anderlecht (que defendera as duas anteriores), a ser substituído por um improvisado guardião, que não conseguiria evitar o 3-1 para o Olympiakos.
No Estádio da Luz, o Benfica despedia-se ingloriamente da Liga dos Campeões, severamente penalizado pela fraca exibição no jogo em casa com esta formação da Grécia, e pela infelicidade e falta de eficácia manifestadas em Atenas; numa cruel ironia, os seus antigos jogadores Roberto (em particular nesse jogo Olympiakos-Benfica) e Saviola (com os dois golos hoje apontados) teriam acção determinante nesta eliminação benfiquista, que, uma vez mais, terá de procurar alguma consolo na Liga Europa.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Anderlecht – Benfica
Anderlecht – Silvio Proto, Anthony Vanden Borre, Chancel Mbemba, Bram Nuytinck (73m – Ronald Vargas), Olivier Deschacht (55m – Frank Acheampong), Cheikhou Kouyaté, Massimo Bruno, Guillaume Gillet, Dennis Praet, Fabrice N’Sakala e Aleksandar Mitrović
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, André Almeida, Nemanja Matić, Enzo Peréz (87m – Rodrigo), Lazar Marković (89m – Ivan Cavaleiro), Ljubomir Fejsa, Nico Gaitán (72m – Miralem Sulejmani) e Lima
1-0 – Chancel Mbemba – 18m
1-1 – Nemanja Matić – 34m
1-2 – Chancel Mbemba (p.b.) – 52m
2-2 – Massimo Bruno – 77m
2-3 – Rodrigo – 90m
Cartões amarelos – Massimo Bruno (29m), Bram Nuytinck (49m) e Aleksandar Mitrović (88m); André Almeida (78m) e Artur (90m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
Procurando remediar os danos do desaire sofrido em Atenas, o Benfica entrava neste jogo de “2 em 1” (a vitória podia valer a continuidade das aspirações à passagem à fase seguinte da Liga dos Campeões, sendo que, pelo menos o empate, garantia desde logo, no pior cenário, a passagem para a Liga Europa) sabendo que tinha – perante o actual potencial do adversário – a melhor oportunidade de sempre para vencer em Bruxelas.
Porém, denotando falta de clarividência no seu jogo, não só não conseguiria impor-se logo desde início, vindo, inclusivamente, num lance infeliz, na sequência de uma “carambola” entre o central do Anderlecht, Mbemba, e Luisão, a sofrer o primeiro golo. O Benfica reagiu então de forma positiva a este revés, não se descontrolando, mantendo a toada de jogo, necessariamente agora mais claramente estimulado pela necessidade de marcar.
E o golo do empate surgiria pouco depois, como corolário de uma melhor fase da equipa benfiquista. Já no segundo tempo, aproveitando a fragilidade do opositor, o Benfica chegaria, com alguma naturalidade, à vantagem. Durante um bom período, de cerca de vinte minutos, a equipa portuguesa deu a sensação de controlar o jogo, e de o triunfo não lhe escaparia.
Porém, quando se esperava que fosse o Benfica a explorar alguma situação de contra-ataque, aproveitando o adiantamento dos belgas, o Anderlecht restabeleceria o empate. A situação complicava-se bastante: já na fase derradeira do encontro – e tendo em consideração que o Olympiakos ia empatando também em Paris, a um golo -, até ao minuto noventa, o Benfica estava virtualmente afastado da Liga dos Campeões. E tinha de manter-se atento para que a própria eventual passagem para a Liga Europa não viesse a ficar também comprometida.
Depois de uma aparentemente estranha substituição, com a saída de Gaitán, Jorge Jesus, apostaria então na entrada em campo, já mesmo em cima do final do tempo de jogo, de Rodrigo e Ivan Cavaleiro, alterações que pareciam ser feitas já em “desespero de causa”, e, sobretudo, demasiado tarde. Mas chegava então o momento de o Benfica ser feliz: aproveitando a velocidade de Rodrigo, muito bem desmarcado, a equipa portuguesa chegava, já no minuto noventa, ao terceiro golo, que lhe proporcionava enfim – sem que, contudo, tivesse feito uma exibição memorável – a primeira vitória no terreno do outrora bem poderoso Anderlecht (a Final da Taça UEFA de há trinta anos ainda perdura na memória…), uma equipa abnegada, lutadora, mas bem abaixo da qualidade que patenteou na Europa nas décadas de 70 e 80 do século passado.
Em paralelo, ligeiramente depois do golo benfiquista, o Paris St.-Germain marcava o segundo golo, que resultava na derrota do Olympiakos. No espaço de um minuto, um golo em Bruxelas e outro em Paris provocava uma reviravolta (parcial) na tendência pontual do Grupo: o Benfica passava de uma situação de eliminação, para uma posição de poder continuar ainda a agarrar-se ao “sonho” de prosseguir na Liga dos Campeões (embora bastante condicionado, uma vez que implica a necessidade de, na derradeira ronda, fazer melhor resultado ante o Paris St.-Germain do que o que o Olympiakos averbar frente ao Anderlecht…).
A continuidade na Europa ficou, não obstante, já garantida, quanto mais não seja via Liga Europa. Dada a impossibilidade de jogar em dois campos ao mesmo tempo (Lisboa e Atenas), ao Benfica só resta uma opção: a de tentar ganhar na última ronda, na recepção aos parisienses…
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Olympiakos – Benfica
Olympiakos – Roberto Jiménez; Leandro Salino, Kostas Manolas, Dimitris Siovas, José Holebas, Giannis Maniatis, Andreas Samaris, Sambou Yatabaré (56m – Delvin N’Dinga), Javier Saviola (45m – Alejandro Domínguez), David Fuster (74m – Bong) e Kostas Mitroglou
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Nemanja Matić, Enzo Pérez, Lazar Marković (74m – Filip Đjuričić), Ruben Amorim (78m – Ivan Cavaleiro), Nico Gaitán e Óscar Cardozo (71m – Lima)
1-0 – Kostas Manolas – 13m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (33m), Nemanja Matić (37m) e Ruben Amorim (42m); Sambou Yatabaré (38m), Roberto (85m), Delvin N’Dinga (89m) e Alejandro Domínguez (90m)
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
Num grande paradoxo em que o futebol é por vezes fértil, o Benfica, com uma excelente exibição, em que denotou flagrante superioridade face ao seu adversário, acabando por perder o jogo, vê praticamente esfumarem-se as suas possibilidades de apuramento para os 1/8 Final da competição.
A equipa benfiquista, sabendo do cariz determinante desta partida, bastante personalizada, teve muito boa entrada neste jogo, com duas ocasiões de perigo, logo aos cinco e aos sete minutos, respectivamente por Cardozo e Marković, a obrigarem Roberto a duas defesas apertadas, em que revelou grande concentração. Só que, na primeira investida do Olympiakos, aos 13 minutos, na sequência de um canto, Manolas surgiu completamente liberto de marcação, fulgurante, numa entrada de rompante, a cabecear para o fundo da baliza.
Depois, aos 27 minutos, também na marcação de um canto, Luisão procurou dar a melhor resposta, de cabeça, mas falhou por pouco a baliza adversária.
Na segunda parte o domínio benfiquista intensificou-se, tendo chegado a ser avassalador. Logo no primeiro minuto deste segundo tempo, Roberto faria uma “defesa impossível”, ao estilo de guarda-redes de andebol, a remate quase “à queima roupa” de Marković.
E, novamente aos 54 minutos, Roberto a estirar-se todo para evitar o golo, a remate cruzado de Sílvio. Aos 58 minutos, foi Enzo Pérez a colocar o guardião espanhol uma vez mais à prova.
À medida que o tempo avançava, o Benfica ia perdendo serenidade, tendo deixado de criar tantas situações de perigo. Só já na parte derradeira, aos 89 minutos, voltaria a criar outra flagrante situação de golo, com Đjuričić, na cara de Roberto, mas pressionado pelo defesa, que o desequilibrou, a acabar por atrapalhar-se, não conseguindo desviar a bola do alcance do guarda-redes.
O Olympiakos, que foi mero espectador durante todo o jogo, só no 93º minuto teria nova oportunidade, com Leandro Salino a surgir isolado, mas a atrapalhar-se também, acabando por perder a bola para a defesa contrária.
O Benfica acaba por ser penalizado pela sua desconcentração defensiva, e, também, pela falta de eficácia na concretização, possibilitando a Roberto, com uma magnífica exibição, redimir-se do jogo da primeira volta.
Agora só um “milagre” poderia ainda permitir ao Benfica apurar-se: necessita vencer os dois jogos (em Bruxelas, com o Anderlecht, e, em casa, com o Paris St.-Germain) e esperar que o Olympiakos não consiga melhor que o empate nos dois jogos finais, com esses mesmos adversários; ou, em alternativa, se o Benfica somar quatro pontos (uma vitória e um empate), os gregos teriam de perder esses dois desafios.























