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Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Benfica – Celtic

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić (78m – Maxi Pereira), Ola John, Enzo Peréz, Eduardo Salvio (90m – Jardel), Lima (75m – Nicolas Gaitán) e Óscar Cardozo

CelticCeltic – Fraser Forster, Mikael Lustig, Kelvin Wilson, Efe Ambrose, Adam Matthews, Joe Ledley (80m – Tony Watt), Victor Wanyama, Scott Brown (64m – Kris Commons), Charlie Mulgrew (45m – Beram Kayal), Georgios Samaras e Gary Hooper

1-0 – Ola John – 7m
1-1 – Georgios Samaras – 32m
2-1 – Ezequiel Garay – 71m

Cartões amarelos – Melgarejo (77m) e André Almeida (90m); Georgios Samaras (38m), Joe Ledley (48m) e Victor Wanyama (85m)

Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)

Entrando em campo conhecendo já o resultado do Barcelona em Moscovo, que garantia à equipa catalã o apuramento para os 1/8 Final, o Benfica via reforçado, para o seu jogo desta noite, o cariz decisivo, em que só a vitória lhe interessava, uma vez que, não só lhe garantia, desde já, a continuidade nas provas europeias, por via da Liga Europa, como, ao invés, não sendo obtida, tal significaria automaticamente a eliminação da Liga dos Campeões.

Em função destes factores, a equipa benfiquista denotou, desde o minuto inicial, uma óbvia predisposição atacante, mas que era prejudicada pela excessiva ansiedade revelada, pela urgência que os jogadores pareciam ter em marcar, para se colocar em vantagem.

Curiosamente, o golo acabaria mesmo por surgir numa fase bastante prematura da partida, na sequência de uma bela iniciativa de Ola John. Pensar-se-ia então que, uma vez em vantagem, a equipa serenaria, podendo explanar de forma mais pensada o seu futebol, criando bases para o que seria natural esperar deste jogo, o dilatar do marcador.

Mas, à medida que o tempo ia passando, não só o Benfica não conseguiu assentar o jogo, como, ao invés, o Celtic começou a organizar-se na sua zona intermediária. E, na primeira vez que desceu até à área contrária – pouco depois de Cardozo ter finalizado mal um lance que poderia ter resultado no 2-0 -, obteve um canto… do qual resultou, por falha de marcação, que permitiu a Samaras surgir isolado, a cabecear à vomtade, o golo do empate.

Uma adversidade que foi muito sentida pela equipa benfiquista, que, ao contrário do que se esperaria, se via subitamente mais intranquila, demorando a reagir e a retomar o controlo do jogo.

Na segunda parte, o Benfica, sabendo que nada tinha a perder, voltou a ir, ainda mais decididamente, para o ataque, mas sempre com dificuldades a nível de controlo de bola, com muitos passes transviados, despropositadas tentativas de remate à baliza, que, invariavelmente, saíam ao lado (o estado do terreno, com a intensa chuva que caía, a bola pesada e a relva escorregadia, também não ajudavam…).

Começava a atingir-se o limite do lapso de tempo a partir do qual a equipa, necessariamente, acabaria por entrar em desespero, quando, com alguma felicidade, o Benfica chegou novamente ao golo, num lance com a intervenção dos dois centrais, com Luisão a assistir, de cabeça, Garay, que concluiu da melhor forma.

Consciente da importância do resultado, a equipa benfiquista, sempre algo tensa, acabaria por passar ainda por um ou outro calafrio, na fase derradeira, quando o Celtic, finalmente, se libertou da atitude de barreira defensiva que adoptara durante larga fase do jogo, com Artur a garantir o triunfo, respondendo com segurança a dois remates perigosos.

Colocando-se em vantagem no confronto directo com o Celtic, o Benfica parte para a jornada decisiva no 2º lugar, necessitando apenas obter, em Barcelona, o mesmo resultado que os escoceses alcançarem frente ao Spartak de Moscovo… Uma tarefa árdua.

20 Novembro, 2012 at 10:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Spartak Moscovo

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira (82m – André Gomes), Jardel, Ezequiel Garay, Melgarejo, André Almeida, Ola John, Enzo Peréz, Eduardo Salvio, Rodrigo (45m – Óscar Cardozo) e Lima (74m – Bruno César)

Spartak MoscovoSpartak Moscovo – Artem Rebrov, Kirill Kombarov (62m – Jano Ananidze), Nicolás Pareja, Juan Manuel Insaurralde, Evgeni Makeev, Rafael Carioca, Kim Källström (71m – Artem Dzyuba), Diniyar Bilyaletdinov (79m – Marek Suchý), José Manuel Jurado, Dmitri Kombarov e Ari

1-0 – Óscar Cardozo – 55m
2-0 – Óscar Cardozo – 69m

Cartões amarelos – André Almeida (29m); Artem Rebrov (32m), Evgeni Makeev (33m) e Nicolás Pareja (38m) e José Manuel Jurado (82m)

Cartão vermelho – Nicolás Pareja (76m)

Árbitro – Florian Meyer (Alemanha)

Estando perfeitamente conhecedor do que tinha (e tem) a fazer, para manter aspirações ao apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões, o que passa(va) necessariamente por vencer os jogos em casa frente ao Spartak Moscovo e ao Celtic (esperando que, por seu lado, o Barcelona cumprisse também o seu “papel”, de vencer os mesmos adversários), a equipa do Benfica abordou porém o jogo desta noite sem grande convicção, com uma toada lenta, de jogadas denunciadas, permitindo à equipa russa uma primeira parte relativamente tranquila.

Depois de dar “uma parte de avanço” ao adversário, a formação benfiquista pareceu despertar no segundo tempo, por coincidência ou não, com a entrada de Óscar Cardozo, que acabaria por ser o marcador dos dois tentos da vitória, desperdiçando ainda, por outro lado, de forma incrível, outras três soberanas oportunidades, a última delas rematando à trave na conversão de uma grande penalidade.

Pelo que jogou na segunda parte, o Benfica, claramente superior ao adversário, dominando a toda a linha, perante um – pelo menos esta noite – aparentemente inofensivo opositor, justificou plenamente a vitória, mantendo-se na disputa da qualificação, a qual, todavia, poderá ter ficado algo comprometida com o surpreendente triunfo do Celtic face ao Barcelona.

Em síntese, após a vitória de hoje, a tarefa apresenta-se, paradoxalmente, mais complexa: para além da imperiosa necessidade de vencer o Celtic na próxima jornada, terá, na última ronda, de, no mínimo, obter em Barcelona o mesmo resultado que os escoceses alcançarem na recepção ao Spartak de Moscovo… e isto, contando que a equipa russa não complique ainda mais coisas com um eventual resultado positivo frente à formação da Catalunha.

7 Novembro, 2012 at 9:40 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Spartak Moscovo – Benfica

Spartak MoscovoSpartak Moscovo – Artem Rebrov, Evgeni Makeev, Nicolás Pareja, Marek Suchý, Dmitri Kombarov, Rafael Carioca, Kim Källström (79m – Sergei Bryzgalov), José Manuel Jurado, Jano Ananidze (58m – Kirill Kombarov), Diniyar Bilyaletdinov (73m – Welliton) e Ari

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Jardel, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić (89m – Ola John), Eduardo Salvio, Enzo Peréz, Bruno César (65m – Nico Gaitán), Rodrigo (65m – Óscar Cardozo) e Lima

1-0 – Rafael Carioca – 3m
1-1 – Lima – 33m
2-1 – Jardel (p.b.) – 43m

Cartões amarelos – Suchý (45m), Welliton (90m) e Ari (90m);  Óscar Cardozo (72m) e Nemanja Matić (75m)

Árbitro – Mark Clattenburg (Inglaterra)

Um sério aviso logo no primeiro minuto do jogo, e um golo sofrido ao terceiro minuto traduzem a forma desastrada como o Benfica entrou neste jogo…

E o desacerto na zona defensiva e de meio-campo prosseguiria nessa fase inicial da partida (o Spartak remataria ainda à trave, numa oportunidade de “golo feito”, inacreditavelmente desperdiçada), até que, ainda sem ter feito muito por isso, Lima, sempre oportuno, conseguisse alcançar o empate.

O Benfica pareceu então acalmar, e começar a construir jogo, mas, em mais uma desconcentração, permitindo a um homem do Spartak estar perfeitamente preparado para receber a bola, vindo de um cruzamento, para concretizar, Jardel, em último recurso, procurando antecipar-se, seria infeliz, introduzido a bola na sua própria baliza.

Na segunda parte, o Benfica continuaria, durante largo tempo, alheado do jogo; apenas no último quarto de hora conseguiria, embora já com “pouca cabeça”, empurrar a equipa russa para a sua área, conseguindo uma sucessão de cantos a seu favor, mas sem conseguir obter pelo menos o golo do empate.

As contas continuam mais ou menos “na mesma” (isto é, difíceis), agora ainda mais claramente definidas: necessidade imperiosa de vencer as duas partidas em casa, frente ao Spartak e ao Celtic, portanto, sem qualquer margem de erro, e dependência de terceiros, isto é, que o Barcelona vença todos os seus jogos…

23 Outubro, 2012 at 6:58 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Benfica – Barcelona

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Jardel, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić, Eduardo Salvio, Enzo Peréz (60m – Pablo Aimar), Bruno César (45m – Carlos Martins), Nico Gaitán (75m – Nolito) e Lima

Barcelona – Victor Valdés, Daniel Alves, Carles Puyol (78m – Alex Song), Javier Mascherano, Jordi Alba, Sergio Busquets, Xavi Hernández, Pedro Rodríguez (82m – David Villa), Alexis Sánchez, Cesc Fàbregas (72m – Andrés Iniesta) e Lionel Messi

0-1 – Alexis Sánchez – 6m
0-2 – Cesc Fàbregas – 55m

Cartões amarelos – Cesc Fàbregas (19m) e Pedro Rodríguez (28m); Bruno César (38m), Carlos Martins (84m), Nemanja Matić (86m) e Jardel (89m)

Cartão vermelho – Sergio Busquets (88m)

Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)

Entrando em campo com um posicionamento porventura mais ousado do que o que se poderia antecipar, tendo em consideração o poderio e a fama do adversário, o Benfica surgiu desinibido, a procurar jogar o jogo pelo jogo.

Porém, a envolvente da partida ficaria desde muito cedo condicionada pelo golo madrugador obtido pelo Barcelona, com Alexis Sánchez, muito oportuno, a antecipar-se à defesa benfiquista, na zona da pequena área, a dar a melhor conclusão a um bom cruzamento de Messi, do lado esquerdo. Bastara uma desconcentração, para a equipa catalã, com eficácia extraordinária, se colocar desde logo em vantagem.

Não acusando o golo sofrido, com uma muito boa reacção, a equipa benfiquista construiria pouco depois os seus dois lances de maior perigo, a rondar os 10 minutos, primeiro por Bruno César, depois através de Lima, em ambos os casos, a não conseguir concretizar as oportunidades de que desfrutaram.

Num jogo repartido – pese embora a inevitável tradicional superioridade do Barcelona a nível de posse de bola (no termo da partida cifrar-se-ia em 75%!) – os catalães teriam, aos 21 minutos, a melhor ocasião de golo, com Artur, com uma soberba intervenção, a evitar que o marcador se desnivelasse mais.

Até final da primeira parte, o Benfica continuou a explanar um bom futebol, não abdicando de procurar a sorte. De que poderia ter ficado mais próximo, caso o árbitro não tivesse perdoado, apenas com 40 minutos decorridos, o segundo cartão amarelo e consequente expulsão a Cesc Fàbregas, na sequência de uma entrada faltosa, a justificar maior rigor disciplinar (o mesmo acontecera aliás, dois minutos antes, com outro jogador da equipa espanhola).

Logo no segundo minuto após o recomeço, nova desconcentração na defesa benfiquista deu espaço a Alexis Sánchez, que, face a Artur Moraes, embora descaído sobre a esquerda, desperdiçou o que poderia ter sido o segundo golo, com a bola a sair ligeiramente ao lado do poste mais distante.

Aos 55 minutos, numa fase em que o Barcelona, com o domínio completo da bola durante um bom período de tempo, tinha adormecido o Benfica, subitamente imprimindo velocidade ao seu jogo, num rápido contra-ataque, com Messi a conduzir a bola, rompendo pela defesa benfiquista, levando-a até Fàbregas, que não teria dificuldade em ampliar o marcador.

Com o jogo anunciadamente perdido, o Benfica não se entregou, e, num gesto de inconformismo, Salvio teria, quase de pronto, um excelente remate, de longe, a obrigar Valdés (que minutos antes tivera uma desconcentração que podia ter sido comprometedora) a boa intervenção.

Na fase final da partida, a equipa benfiquista – acumulando já grande fadiga de tanto correr em busca da bola – de alguma forma perdeu o norte, desuniu-se, e não mais foi capaz de construir jogo ofensivo, podendo o Barcelona ter aproveitado para dilatar o marcador.

Contudo, também a equipa catalã ficou desconcentrada, com a cabeça ausente do jogo, a partir do momento em que o seu capitão, Carles Puyol – caindo mal na sequência de um lance em que tinha subido à grande área do Benfica, e após se ter elevado perigosamente para tentar cabecear a bola, devendo ter fracturado o braço -, teve de abandonar o relvado.

O jogo acabaria por ficar ainda manchado, mesmo nos derradeiros minutos, por uma sucessão de cartões amarelos, e um vermelho a Busquets, por atitudes de indisciplina, tendo o Benfica acabado por ver o árbitro perdoar também o vermelho a Matić, já em período de descontos…

2 Outubro, 2012 at 9:38 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Celtic – Benfica

CelticCeltic – Fraser Forster, Adam Matthews, Kelvin Wilson, Charlie Mulgrew, Mikael Lustig (63m – Thomas Rogne), Kris Commons, Victor Wanyama, Scott Brown, Emilio Izaguirre (66m – Gary Hooper), James Forrest e Miku Fedor

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Ezequiel Garay, Jardel, Melgarejo, Nemanja Matić, Pablo Aimar (63m – Óscar Cardozo), Enzo Peréz, Nico Gaitán (83m – Nolito), Eduardo Salvio e Rodrigo (70m – Bruno César)

Cartões amarelos – Victor Wanyama (21m), Emilio Izaguirre (34m) e Scott Brown (89m); Nemanja Matić (47m), Pablo Aimar (57m) e Bruno César (90m)

Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)

Com uma verdadeira “revolução” no onze escalado para iniciar esta partida em Glasgow (na sequência da venda dos passes de Javi García e Witsel e dos castigos de Maxi Pereira e Luisão), e ainda com um lateral esquerdo tentativo, o Benfica começou por enfrentar um determinado e agressivo Celtic, demorando a conseguir encaixar no estilo de jogo adoptado pelos escoceses, que criaram, desde logo, alguns desequilíbrios, obtendo dois pontapés de canto nos minutos iniciais.

A partir do quarto de hora, o Benfica começou, gradualmente, a equilibrar o jogo, por via de um melhor controlo da posse de bola. Faltar-lhe-ia contudo, à medida que o tempo ia avançando, a confiança necessária para assumir o risco de procurar ganhar.

No segundo tempo, o jogo foi bastante mais animado, com sucessivas alternâncias de pendor ofensivo, ora com o Celtic na mó de cima, ora com o Benfica a responder afirmativamente, numa partida aberta, como o traduz o elevado número de cantos, repartidos praticamente de forma equitativa (10-9, para o Benfica).

Porém, ambas as equipas continuariam a ser bastante inconsequentes, não conseguindo criar efectivas ocasiões de golo. O nulo no marcador final acaba por ser o resultado mais ajustado, num encontro em que o Benfica – a disputar o seu 200º jogo na competição (Taça / Liga dos Campeões Europeus) – deveria ter sido mais ousado.

19 Setembro, 2012 at 9:35 pm Deixe um comentário

Taça de Portugal – Palmarés

              Vencedor  Finalista
Benfica           24          9
FC Porto          16         12
Sporting          15         11
Boavista           5          1
Setúbal            3          7
Belenenses         3          5
Académica          2          3
Braga              1          3
Leixões            1          1
Beira-Mar          1          1
E. Amadora         1          -
Guimarães          -          5
Marítimo           -          2
Atlético           -          2
U. Leiria          -          1
Campomaiorense     -          1
Farense            -          1
Rio Ave            -          1
Covilhã            -          1
Torreense          -          1
Olhanense          -          1
Estoril            -          1
Paços Ferreira     -          1
Chaves             -          1

20 Maio, 2012 at 11:05 pm Deixe um comentário

Finais da Taça de Portugal

   Época    Vencedor     Finalista
2011-2012   Académica    Sporting        1-0
2010-2011   FC Porto     Guimarães       6-2
2009-2010   FC Porto     Chaves          2-1
2008-2009   FC Porto     Paços Ferreira  1-0
2007-2008   Sporting     FC Porto        2-0
2006-2007   Sporting     Belenenses      1-0
2005-2006   FC Porto     Setúbal         1-0
2004-2005   Setúbal      Benfica         2-1
2003-2004   Benfica      FC Porto        2-1
2002-2003   FC Porto     U. Leiria       1-0
2001-2002   Sporting     Leixões         1-0
2000-2001   FC Porto     Marítimo        2-0
1999-2000   FC Porto     Sporting        1-1   2-0
1998-1999   Beira-Mar    Campomaiorense  1-0
1997-1998   FC Porto     Sp. Braga       3-1
1996-1997   Boavista     Benfica         3-2
1995-1996   Benfica      Sporting        3-1
1994-1995   Sporting     Marítimo        2-0
1993-1994   FC Porto     Sporting        0-0   2-1
1992-1993   Benfica      Boavista        5-2
1991-1992   Boavista     FC Porto        2-1
1990-1991   FC Porto     Beira-Mar       3-1
1989-1990   E. Amadora   Farense         1-1   2-0
1988-1989   Belenenses   Benfica         2-1
1987-1988   FC Porto     Guimarães       1-0
1986-1987   Benfica      Sporting        2-1
1985-1986   Benfica      Belenenses      2-0
1984-1985   Benfica      FC Porto        3-1
1983-1984   FC Porto     Rio Ave         4-1
1982-1983   Benfica      FC Porto        1-0
1981-1982   Sporting     Sp. Braga       4-0
1980-1981   Benfica      FC Porto        3-1
1979-1980   Benfica      FC Porto        1-0
1978-1979   Boavista     Sporting        1-1   1-0
1977-1978   Sporting     FC Porto        1-1   2-1
1976-1977   FC Porto     Sp. Braga       1-0
1975-1976   Boavista     Guimarães       2-1
1974-1975   Boavista     Benfica         2-1
1973-1974   Sporting     Benfica         2-1
1972-1973   Sporting     V. Setúbal      3-2
1971-1972   Benfica      Sporting        3-2
1970-1971   Sporting     Benfica         4-1
1969-1970   Benfica      Sporting        3-1
1968-1969   Benfica      Académica       2-1
1967-1968   FC Porto     V. Setúbal      2-1
1966-1967   V. Setúbal   Académica       3-2
1965-1966   Sp. Braga    V. Setúbal      1-0
1964-1965   V. Setúbal   Benfica         3-1
1963-1964   Benfica      FC Porto        6-2
1962-1963   Sporting     Guimarães       4-0
1961-1962   Benfica      V. Setúbal      3-0
1960-1961   Leixões      FC Porto        2-0
1959-1960   Belenenses   Sporting        2-1
1958-1959   Benfica      FC Porto        1-0
1957-1958   FC Porto     Benfica         1-0
1956-1957   Benfica      Sp. Covilhã     3-1
1955-1956   FC Porto     Torreense       2-0
1954-1955   Benfica      Sporting        2-1
1953-1954   Sporting     V. Setúbal      3-2
1952-1953   Benfica      FC Porto        5-0
1951-1952   Benfica      Sporting        5-4
1950-1951   Benfica      Académica       5-1
1948-1949   Benfica      Atlético        2-1
1947-1948   Sporting     Belenenses      3-1
1945-1946   Sporting     Atlético        4-2
1944-1945   Sporting     Olhanense       1-0
1943-1944   Benfica      Estoril         8-0
1942-1943   Benfica      V. Setúbal      5-1
1941-1942   Belenenses   Guimarães       2-0
1940-1941   Sporting     Belenenses      4-1
1939-1940   Benfica      Belenenses      3-1
1938-1939   Académica    Benfica         4-3

20 Maio, 2012 at 11:03 pm Deixe um comentário

Classificação Final – Campeonato Nacional Futebol 2011-12

                      J     V     E     D    GM   GS     P
 1º FC Porto         30    23     6     1    69 - 19    75
 2º Benfica          30    21     6     3    66 - 27    69
 3º Sp. Braga        30    19     5     6    59 - 29    62
 4º Sporting         30    18     5     7    47 - 26    59
 5º Marítimo         30    14     8     8    41 - 38    50
 6º V. Guimarães     30    14     3    13    40 - 40    45
 7º Nacional         30    13     5    12    48 - 50    44
 8º Olhanense        30     9    12     9    36 - 38    39
 9º Gil Vicente      30     8    10    12    31 - 42    34
10º Paços Ferreira   30     8     7    15    35 - 53    31
11º V. Setúbal       30     8     6    16    24 - 49    30
12º Beira-Mar        30     8     5    17    26 - 38    29
13º Académica        30     7     8    15    27 - 38    29
14º Rio Ave          30     7     7    16    33 - 42    28
15º Feirense         30     5     9    16    27 - 49    24
16º U. Leiria        30     5     4    21    25 - 56    19

Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Benfica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
3º classificado – Braga – “Play-off” de acesso à Fase Grupos Liga dos Campeões
4º classificado – Sporting – “Play-off” de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – Marítimo – 3ª eliminatória de acesso à Fase Grupos da Liga Europa

Vencedor Taça – Académica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga Europa

Despromovidos – Feirense e U. Leiria
Promovidos – Estoril e Moreirense

Palmarés – Campeões:

Benfica (32) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10

FC Porto (26) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12

Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02

Belenenses (1) – 1945-46

Boavista (1) – 2000-01

12 Maio, 2012 at 11:50 pm Deixe um comentário

2 de Maio de 1962 – Benfica Bi-Campeão Europeu


Estádio Olímpico de Amesterdão – 02.05.1962

BenficaBenfica – Costa Pereira; Mário João e Ângelo; Cavém, Germano e Cruz; José Augusto, Eusébio, José Águas (cap.), Coluna e Simões

Real Madrid Real Madrid – Araquistáin; Casado, Miera, Felo, Santamaria; Pachín, Tejada, Del Sol, Di Stéfano; Puskas e Gento

0-1 – Puskas – 17m
0-2 – Puskas – 23m
1-2 – José Águas – 25m
2-2 – Cavém – 34m
2-3 – Puskas – 38m
3-3 – Coluna – 51m
4-3 – Eusébio (pen.) – 65m
5-3 – Eusébio – 68m

Árbitro – Leo Horn (Holanda)

2 Maio, 2012 at 2:14 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final – Chelsea – Benfica

ChelseaChelsea – Petr Čech, Branislav Ivanović, David Luiz, John Terry (60m – Gary Cahill), Ashley Cole, Ramires, Frank Lampard, John Obi Mikel, Juan Manuel Mata (79m – Raul Meireles), Salomon Kalou e Fernando Torres (88m – Didier Drogba)

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Javi García, Emerson, Joan Capdevila, Nemanja Matić, Nico Gaitán (61m – Yannick Djaló), Axel Witsel, Bruno César (72m – Rodrigo), Pablo Aimar e Óscar Cardozo (57m – Nélson Oliveira)

1-0 – Frank Lampard (pen.) – 20m
1-1 – Javi García – 85m
2-1 – Raul Meireles – 90m

Cartões amarelos – Branislav Ivanović (38m), Ramires (44m) e John Obi Mikel (79m); Óscar Cardozo (19m), Maxi Pereira (20m), Bruno César (22m) e Pablo Aimar (27m)

Cartão vermelho – Maxi Pereira (40m)

Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)

Com uma dupla de centrais improvisada, e um total de três elementos não rotinados a constituir o quarteto defensivo – por uma estranha conjugação de lesões de todos os 4 defesas centrais do plantel (!) -, o Benfica entrou em campo em Stamford Bridge com uma atitude surpreendentemente atrevida, empurrando a equipa do Chelsea para as imediações da sua grande área nos primeiros cinco minutos.

Apenas aos 8 minutos a equipa inglesa se libertaria dessa espécie de espartilho da fase inicial do jogo, conseguindo obter o seu primeiro canto, na sequência do qual, David Luiz, completamente solto de marcação, visou com muito perigo a baliza, mas a bola esbarraria na muralha defensiva benfiquista.

Na segunda jogada de ataque do Chelsea, aos 12 minutos, Mata introduziria mesmo a bola na baliza do Benfica, mas o lance estava já invalidado, por posição clara de fora-de-jogo.

Com uma defesa ainda a tactear, um novo ataque do Chelsea originaria, logo aos 20 minutos, a marcação de uma algo controversa (carga de ombro de Javi García) grande penalidade, que Lampard converteu no primeiro golo, não obstante Artur, tendo adivinhado o lado, quase tivesse conseguido suster a bola.

E, com um árbitro que já denotara a sua tendência caseira, em partida que o Benfica disputou há cerca de dois anos em Marselha, a equipa portuguesa seria – tal como nesse jogo… – “corrida” a cartões amarelos, exibidos por quatro vezes em menos de dez minutos (três delas por protestos!), assim se vendo ainda mais condicionada, para além das próprias dificuldades intrínsecas ao jogo, potenciadas pelas ausências na equipa benfiquista e… pela evolução desfavorável do marcador.

Não obstante alguma dificuldade em manter a serenidade, o Benfica disporia de uma excelente oportunidade para empatar, à passagem da meia hora, com o guardião Petr Čech a responder à altura. E, novamente, com mais uma boa iniciativa atacante, poucos minutos volvidos.

Só que, com apenas 40 minutos, Maxi Pereira – o único sobrevivente do habitual lote de defesas -, falhando um carrinho, veria o segundo amarelo, e consequente expulsão! Tudo estava contra o Benfica…

A jogar com menos um, o Benfica não desistia, e continuava a procurar o ataque e a tentar a sorte, rematando à baliza adversária.

A manifesta dualidade de critérios do árbitro – basicamente incompetente, procurando refugiar-se no caseirismo – prosseguiria ainda em mais dois ou três lances até ao intervalo, com amarelos por mostrar a jogadores do Chelsea.

No reinício, a toada não se alteraria: o Benfica, por intermédio de Cardozo, podia ter empatado, não fora a excelente intervenção do guarda-redes checo, a desviar para canto. E, de imediato, Pablo Aimar a ameaçar também o golo.

Na resposta, o Chelsea podia ter encerrado definitivamente a eliminatória, mas foi a vez de o Benfica ter uma pontinha de sorte, com Ramires, a um metro da baliza, completamente à sua mercê, a não conseguir coordenar o movimento com a trajectória da bola, falhando de forma incrível o que seria um golo… fácil.

Aos 53 minutos, Cardozo, atento, viu Petr Čech adiantado e, quase do meio-campo, tentaria novamente a sorte, com um chapéu, contudo sem as “medidas certas”.

Numa atitude de risco assumido, o Benfica expunha-se aos lances de resposta do Chelsea, que, logo de seguida, ameaçaria novamente, com perigo, a baliza benfiquista. E, mais dois minutos, novo remate, de Torres, com Artur Moraes a aplicar-se a fundo, defendendo de forma acrobática.

Com uma hora de jogo, reduzido a dez, sem nenhum (!) dos habituais defesas na respectiva posição em campo, o Benfica continuava, não obstante, a manter o Chelsea “em sentido”, que tinha de se manter alerta para a eventualidade de um golo que pudesse relançar a eliminatória!

Yannick Djaló, recém entrado em campo, remataria com perigo, com o Benfica a conseguir mais um canto, o quarto (tantos quantos os conseguidos pelo Chelsea até ao momento).

Ainda antes dos 75 minutos, mais duas ocasiões soberanas de golo para o Benfica: primeiro, novamente por Yannick Djaló, de cabeça, a rematar ao lado; de seguida, Nélson Oliveira, com um bom remate, junto à base do poste.

E, “não há duas sem três”, Yannick Djaló teria nova ocasião de golo, com mais um cabeceamento, a ser desviado para canto… Na sequência do qual o Benfica acabaria mesmo por chegar ao golo, por Javi García… de cabeça! Faltavam cinco minutos para o final e a eliminatória voltava a estar completamente em aberto!

Aos 88 minutos, a equipa portuguesa podia ter sentenciado a eliminatória a seu favor: Nélson Oliveira tentou um lance artístico, com um remate pleno de efeito, mas a bola sairia ligeiramente ao lado…

O Benfica acabava o jogo a sufocar o Chelsea, remetido – como nos minutos iniciais – à sua grande área!

Já no segundo minuto de compensação, com toda a equipa benfiquista lançada no ataque, numa perda de bola, o Chelsea, por Raul Meireles, num rápido contra-ataque, marcaria o golo que proporcionou ao Chelsea uma tão injusta como valiosa vitória e consequente apuramento para as 1/2 Finais. A 100ª derrota do Benfica nas competições europeias fica assim associada a uma bela lição de orgulho benfiquista.

PARABÉNS aos jogadores do Benfica pela exibição, pela garra, pela entrega!

4 Abril, 2012 at 9:33 pm Deixe um comentário

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