Foi hoje aprovado em Conselho de Ministros o Decreto-Lei que aprova o Sistema de Normalização Contabilística, revogando o Plano Oficial de Contabilidade.
Em Julho de 1667 termina o Mercúrio Português e durante o século XVII não existe qualquer outra publicação periódica em Portugal. O primeiro jornal setecentista conhecido é a Gazeta, de que apenas se sabe existirem dois números, referentes aos meses de Agosto e Outubro de 1704 (Lisboa, Impr. Valentim da Costa Deslandes). Não há notícia de outro até 1715, data em que aparece a Gazeta de Lisboa (10 de Agosto), com o fim de dar notícias nacionais e estrangeiras e das nomeações do governo português. Tornou-se, assim, a folha oficial, a exemplo do que acontecera, a partir de meados do século XVII, em diversos países da Europa onde surgiram periódicos oficiais ou oficiosos. Era redigida, a princípio, por José Freire de Monterroio Mascarenhas, que exerceu esse cargo por mais de quarenta anos. Segundo a carta de privilégio que obtivera em 3 de Julho de 1752, oito anos antes de morrer, para publicar a Gazeta enquanto fosse vivo, o periódico havia de aparecer uma vez por semana, às quintas-feiras, devendo cada número conter «quatro quartos de papel».
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Com os 5 números de Janeiro de 1760 findou a chamada colecção das gazetas de Monterroio.
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Recomeçou, pois, em 22 de Julho de 1760, agora redigida pelo célebre poeta Pedro António Correia Garção, até 8 de Julho de 1762, data em que foi mandada suspender por ordem do governo pombalino (a última Gazeta dessa época tem o nº 23 e a data de 15 de Junho de 1762). Embora possa dizer-se nunca ter exercido, ao longo da sua extensa vida, influência considerável nem atingido elevado nível, a Gazeta de Lisboa, longínquo antepassado do actual Diário da República, tem uma existência acidentada e interessante.
“História da Imprensa Periódica Portuguesa”, José Tengarrinha, 2º edição, 1989, pp. 43 e 44
A Google acaba de lançar a sua News Timeline (“linha do tempo”, sob a forma de uma barra temporal horizontal, ajustável, por dias, semanas, meses, anos ou décadas), um arquivo histórico que agrega, para além do site de pesquisa de notícias, Google News, também as capas da revista Time, assim como os arquivos da Wikipedia.
Numa parceria com a Biblioteca do Congresso e 32 outras instituições (nomeadamente da África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, Egipto, China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Iraque, Israel, Japão, México e Rússia), a UNESCO – que tem como uma das suas missões principais a de promover a livre circulação de todo o tipo de conhecimentos na área da educação, ciência, cultura e comunicação – apresenta hoje a Biblioteca Digital Mundial, um site que faculta a consulta de manuscritos, mapas, livros raros, filmes, gravações sonoras, publicações e fotografias, provenientes de diversas bibliotecas de todo o Mundo, com acesso ilimitado e gratuito.
A Biblioteca Digital Mundial – que constitui mais uma fonte de acesso à cultura, a par de duas outras grandes bibliotecas já online, como são a Google Book Search e a Europeana – funcionará em sete idiomas: árabe, castelhano, chinês, francês, inglês, português e russo. No lançamento desta plataforma digital, o acervo disponível em português provém apenas de instituições brasileiras.
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