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…15 DIAS – ITÁLIA

Um dos principais destinos turísticos do planeta, com dezenas de milhar de monumentos históricos – mais uma visita inevitável, abarcando desde as neves eternas do cume dos Alpes até às quentes praias das ilhas no Mediterrâneo.
Em breve, referências às cidades de Roma, Florença, Veneza e Milão.
Roma – “A cidade eterna”, com mais de 3 000 anos, destruída e reconstruída por sete vezes, com incontáveis atracções:

– Coliseu – O mais famoso monumento da Roma antiga, iniciado sob o domínio do imperador Vespasiano, entre 70 e 76 D.C. e completado pelo seu filho Titus, quatro anos depois.
– Praça de S. Pedro, no Vaticano – a par do Coliseu, a maior atracção de Roma, albergando a magnífica Basílica de S. Pedro, a maior igreja do mundo.
– Pantheon – Originalmente o templo romano de “todos os deuses”, uma das construções mais extraordinárias do mundo.
– Arco de Constantino – Monumento em estilo corintiano, é uma homenagem à vitória (em 312) do imperador Constantino sobre Maxentius na batalha da ponte de Milvia, às portas de Roma.
– Fontana de Trevi, Piazza Navone, Piazza de Spagna…
Florença – Uma obra-prima da humanidade; a “cidade museu” por excelência, com a maior concentração de arte renascentista do mundo, presente nos monumentos que se encontram a cada passada, ao “dobrar de cada esquina” – desde Leonardo da Vinci, Dante, Michelângelo, a Galileu ou Maquiavel – a influência dos Médici, que tornaram a cidade no “centro do mundo”.
A “angústia” de não ter tempo para ver tudo!… Não perder portanto o seu maior símbolo, a Catedral Santa Maria dei Fiore ou “Duomo de Firenze”, com a sua cúpula a “desafiar uma impossibilidade física”, assim como o Campanário de Giotto, que, 463 degraus depois, permite uma soberba vista da cidade; ou, a finalizar, a Ponte Vecchio.
Veneza – Outra grande atracção turística, numa vertente romântica, com os seus canais e gôndolas e a famosa Praça de S. Marcos, com a esplendorosa Basílica. No Campanário, uma vista panorâmica sobre a cidade.
Milão – A sua Catedral é considerada o mais belo monumento gótico católico de Itália, com cerca de 3 500 estátuas. Pode visitar-se também, na igreja de Santa Maria Delle Grazie, a “Última Ceia”, de Leonardo da Vinci.
Há 1 ano no Memória Virtual – Acontece-nos
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…16 DIAS – ÍNDIA
Visitar a Índia será uma experiência tão inesquecível que dela se pode ouvir dizer “dever ser a última viagem a fazer”, dado que “depois de se conhecer a Índia, já nada haverá para ver de mais esplendoroso”…
Uma peculiar e fascinante cultura, preservada ao longo de mais de 5 000 anos, o hinduísmo como filosofia de vida, na qual a religião está sempre presente.
Rodeada pelos majestosos Himalaias a Norte e confinando a sul com uma espectacular linha de costa de 3 diferentes mares, a Índia oferece um caleidoscópio único de paisagens, locais de interesse histórico e religioso, praias douradas, e uma pluralidade de festividades. Os principais pontos de atracção são:
– A cidade de Delhi, capital da Índia, dividida em Velha Delhi (em que se destaca a imponente mesquita Jama Masjid ou o Forte Vermelho) e Nova Delhi, criada pelos ingleses em 1911, onde impera a arquitectura britânica, nomeadamente no Palácio do Governo e na “Indian Gate”.
– Agra, próxima da capital, no Norte da Índia, junto das margens do rio Jamuna, com o principal ponto turístico (a “jóia da coroa”), o Taj Mahal (mausoléu de mármore branco com pedras preciosas incrustadas nas paredes), mandado construir pelo Imperador muçulmano Shah Jahan, em homenagem à sua esposa favorita, Mumatz Mahal (conhecida também como Arjumand), morta ao dar à luz o 14º filho do casal, em 1631, tendo a sua construção sido concluída em 1648.

Foi considerado como o mais belo edifício do mundo, combinando estilos arquitectónicos indiano, persa e islâmico; é também Património Mundial da Humanidade, por deliberação da UNESCO de 1983.
Integra cinco elementos principais: a entrada principal (Darwaza), o jardim (Bageecha), a mesquita (Masjid), o Naqqar Khana e o mausoléu (Rauza). Compreende ainda 4 minaretes de 40 metros de altura, nos cantos da estrutura.
Também em Agra, o Forte Agra, palácio e forte militar, mandado construir em 1565 pelo Imperador Akbar.
– Rajastão, com o deserto de Thar, contrastando com as exuberantes roupas e turbantes dos habitantes locais e a capital Jaipur (conhecida como “cidade cor-de-rosa”, devido às suas construções de arenito rosa: Amber Fort, Palácio dos Ventos).
– No Rajastão Central, a cidade sagrada de Pushkar, com um lago sagrado, em redor do qual foram construídos inúmeros templos dedicados a Shiva.
– Varanasi, a capital religiosa, situada nas margens do Rio Ganges, em cujas águas milhares de indianos se banham diariamente, num rito purificador.
– Darjeeling, no nordeste, região montanhosa dos Himalaias preferida dos britânicos, com os seus mosteiros budistas.
– Khajuraho, com os seus templos diversificados, desde os deuses do sol, a touros sagrados, passando pelos mais famosos, os do sexo, nos quais são esculpidas posições do Kama Sutra.
– Ilhas Andaman e Nicobar; na Baía de Bengala, localizam-se 300 ilhas tropicais, cobertas por florestas, com praias de areia branca e água cristalina, com recifes de corais, convidando ao mergulho.
Há 1 ano no Memória Virtual – Itália
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…17 DIAS – ILHA DE PÁSCOA

A Ilha de Páscoa, com um formato triangular, de apenas 180 km2, com “cabalísticos” 22 km de base e 11 km de largura, constituída por terras áridas, originárias de erupções de quatro vulcões (actualmente inactivos), é como um ponto perdido no meio do Oceano Pacífico, a meio caminho entre a costa da América do Sul e o Tahiti, distando 3 700 km do Chile (país a que pertence) e 4 050 km de Papeete (Tahiti), sendo a parcela de terra mais isolada do resto da humanidade!
Foi descoberta casualmente pelo Almirante holandês Jacob Roggeven, num domingo de Páscoa de 1722; foi entretanto rebaptizada pelos espanhóis com o nome de Ilha de São Carlos, sendo designada pelos locais por Rapa-Nui.
É a terra dos “Moais”, mais de 1 000 esculturas gigantes, construídas com lava vulcânica petrificada, de 3 a 10 metros de altura, pesando dezenas de toneladas, estimando-se o seu período de construção entre os séculos VIII e XIII.
À luz do conhecimento de hoje, a sua movimentação até aos extremos da Ilha, na sua faixa costeira, é uma “impossibilidade”, tendo em atenção o seu peso e a natureza do terreno – um dos mais inexplicáveis mistérios do Planeta.
As colossais estátuas, com formas humanas, apresentam a mesma expressão, parecendo perscrutar o horizonte – embora estejam geralmente de costas para o mar, olhando para o interior, tendo sido encontradas mais de 200 estátuas inacabadas.
Uma teoria defende que estas estátuas monolíticas teriam sido construídas pelos antigos nativos funcionando como pára-raios, por via dos chapéus na cabeça das estátuas, de material vulcânico poroso, absorvendo os raios. Até então, supunha-se que as estátuas poderiam ter inspiração religiosa.
Na verdade, as interrogações e a controvérsia subsistem; ninguém pode dizer com certeza por que e como foram erigidas estas estátuas gigantes, das mais incríveis descobertas do homem.
Há 1 ano no Memória Virtual – Lance Armstrong
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RELATÓRIO “DESENVOLVIMENTO HUMANO” (VI)
Em relação a outro dos factores determinantes nesta classificação – “Gastos Públicos com Educação” / “Literacia” – destacam-se os seguintes indicadores, respectivamente, Gastos Públicos com Educação (% do PIB); Taxa de literacia de adultos; Taxa de literacia população entre 15 e 24 anos; Ratio de estudantes no ensino secundário:
– Noruega: 6,8 / 100 / 100 / 95
– Suécia: 7,4 / 100 / 100 / 99
– Austrália: 5,1 / 100 / 100 / 88
– Canadá: 6,5 / 100 / 100 / 98
– Holanda: 6,0 / 100 / 100 / 90
– Bélgica: 5,0 / 100 / 100 / …
– Islândia: 5,4 / 100 / 100 / 82
– EUA: 5,2 / 100 / 100 / 85
– Japão: … / 100 / 100 / 100
– Irlanda: 5,2 / 100 / 100 / 82
…
– Portugal: 4,2 / 92,5 / 100 / 85
Realce positivo para a recuperação que Portugal tem conseguido ao nível da taxa de literacia, que se espera esteja a caminho dos 100 % (de notar que a Taxa de literacia de adultos indicada é a do estudo anterior, não se encontrando disponíveis dados actualizados).
A percentagem de estudantes no ensino secundário (incidindo sobre a totalidade da população em idade de frequentar esse grau de escolaridade) será um dos aspectos ainda a melhorar, isto apesar de outros países evidenciarem também opções que não apontam exclusivamente para esta orientação (casos da Islândia e dos EUA, por exemplo).
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…18 DIAS – IGUAÇU (CATARATAS)

As Cataratas do Iguaçu – situadas num ponto de tripla fronteira entre o Brasil, Argentina e Paraguai (próximo das cidades de Paraná, Puerto Iguazú e Ciudad del Este) – formaram-se há cerca de 150 milhões de anos, sendo constituídas por um complexo de 275 quedas que se estendem por cerca de 5 km, que, em época de cheias, formam uma frente única.
Compreendem 19 grandes saltos (apenas 3 do lado brasileiro, Floriano, Deodoro e Benjamim Constant – embora os 16 do lado argentino, voltados para o Brasil, sejam preferencialmente visíveis da fronteira brasileira), precipitando-se a parte principal das Cataratas na profunda fenda provocada pela erosão ao longo de milhões de anos, na chamada “Garganta do Diabo”.
Na etimologia tupi-guarani, Iguaçu significa “água grande”.
O Rio Iguaçu nasce próximo da Serra do Mar, percorrendo 1320 km até à foz, desaguando no Rio Paraná; antes das Cataratas, mede 1 200 metros de largura, estreitando até cerca de 65 metros na fenda tectónica.

A largura das Cataratas no lado brasileiro é de 800 metros, sendo de 1 900 metros no lado argentino, ou seja um total de 2 700 metros de frente semi-circular, com um desnível entre 40 e 82 metros.
As Cataratas foram vistas pela primeira vez por europeus em 1542, quando a expedição de Dom Alvar Nunez Cabeza de Vaca descia o Rio Iguaçu em canoa, na tentativa de alcançar o Rio Paraná, tendo então sido baptizadas com o nome de “Salto de Santa Maria”, embora o termo guarani Iguaçu acabasse por prevalecer.
Cerca de 700 000 pessoas visitam anualmente o local, Património Mundial da Humanidade, enquadrado no Parque Nacional do Iguaçu.
Há 1 ano no Memória Virtual – Pablo Casals
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…19 DIAS – HOLANDA

A Holanda – cuja denominação oficial é a de Países Baixos, compreendendo a Holanda do Norte e a Holanda do Sul – faz fronteira com a Bélgica a Sul, a Alemanha a Leste e o Mar do Norte, a Norte e Oeste, sendo um país “conquistado ao mar”.
A capital política do país localiza-se em Haia, mas a principal cidade é a de Amesterdão, construída sobre diques na foz do Rio Amstel, com o seu famoso porto e os inúmeros canais, que a transformam numa das mais belas e românticas cidades da Europa.
Haia dista pouco mais de 50 km de Amesterdão, destacando-se o Museu Mauritshuis, com famosas obras de Johannes Vermeer (nomeadamente “A Vista do Delft” e “Rapariga com Brinco de Pérola”).
Amesterdão – uma cidade de “espírito aberto e moderno”, também famosa pelos seus cafés “liberais”, tem ainda como grandes atracções turísticas, os museus, albergando obras dos maiores pintores do mundo.
Destacam-se os Museus Van Gogh (com uma vasta colecção de obras do artista), o Rijksmuseum (com uma excelente colecção de pintores flamengos, em particular Rembrandt), para além do Museu Stedelijk de arte moderna. A visitar também o “Escher in Het Paleis” ou, se preferirmos, Museu Escher. A casa de Anne Frank é também um ponto de visita “obrigatório”.
Os mais de 100 canais que atravessam a cidade e as fachadas dos edifícios fronteiros, repletas de janelas de diferentes tonalidades são um outro “espectáculo” a não perder, transportando-nos para uma atmosfera do século XVII, concorrendo com Veneza.
Uma cidade onde os passeios são feitos principalmente de bicicleta. A aproveitar também as inúmeras esplanadas. Não esquecendo claro, a visita às famosas tulipas holandesas.

Roterdão, a cidade com o maior porto holandês, capital da arquitectura moderna, alberga 34 museus, 42 galerias de arte, 25 salas de cinemas, meia centena de festivais e eventos anuais e mais de mil e quinhentos cafés e restaurantes.
Há 1 ano no Memória Virtual – Bitácoras
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…20 DIAS – HIMALAIAS

Os Himalaias (em sânscrito “hima alaias”, significando “morada das neves”) cobrem uma vasta área da Ásia Central, estendendo-se à Índia, Tibete (China), Paquistão e Butão, com coração no Nepal, sendo um sistema montanhoso formado por uma série de cordilheiras, conhecido como “Grande Cordilheira dos Himalaias”, com uma área de 594 400 km2, formando um arco de 2 410 km, constituindo a região mais elevada do planeta.
Os 10 cumes mais altos do mundo situam-se na cordilheira dos Himalaias, constituindo o Monte Everest (8 850 metros) o zénite, conhecido como “tecto do mundo”, situando-se na fronteira entre o Nepal e a região do Tibete. Mais de trinta cumes ultrapassam mesmo os 7 620 metros de altitude. Destacam-se (acima dos 8 000 metros): Everest (Nepal / Tibete), 8 850 m; K2 (China / Paquistão), 8 611 m; Kangchenjunga (Nepal / Índia), 8 600 m; Lhotse (Nepal / China), 8 501 m; Makalu (Nepal / China), 8 481 m; Dhaulagiri (Nepal), 8 172 m; Nanga Parbat (Paquistão), 8 126 m; Anapurna (Nepal), 8 078 m.
A capital do reino hindu do Nepal localiza-se em Kathmandu, conhecida como a “Princesa dos Himalaias”, situada num vale, rodeado pelas maiores montanhas do mundo.
Foi descoberta pelo mundo ocidental em 1730, quando uma missão de padres Capuchinhos foi autorizada pelo rei a entrar no vale. Mas apenas na década de 1960 se generalizaria, com a “invasão” da geração “hippie”, que aqui idealizava um retiro espiritual, uma porta de entrada para o Nirvana.

Dispondo de 4 monumentos classificados como “Património da Humanidade”, Kathmandu é uma das mais apaixonantes cidades do mundo.
Destacam-se a Praça Durbar (com mais de 50 templos e monumentos, incluindo o antigo palácio da família real), com a casa de Kumari (uma “deusa-viva”).
Há ainda dois templos consagrados a Buddha, as “Stupas de Bodhnath e de Swayambhunath”, com as suas formas de abóboda branca simbolizando os elementos água, terra, ar e fogo.
Há 1 ano no Memória Virtual – Blogosphère
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RELATÓRIO “DESENVOLVIMENTO HUMANO” (V)
Em relação a outro dos factores determinantes na classificação em análise – “Crises e Desafios de Saúde” / “Sobrevivência” – destacam-se os seguintes indicadores, respectivamente, “% de adultos infectados pelo vírus da SIDA”; “Casos de Tuberculose por 100 000 habitantes”; “% de Fumadores (Adultos)”; “Esperança de vida à nascença”; “Taxa de mortalidade infantil (por 1 000)”; “Taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos (por mil)”:
– Noruega: 0,1 / 5 / 32 / 78,9 / 4 / 4
– Suécia: 0,1 / 4 / 19 / 80,0 / 3 / 3
– Austrália: 0,1 / 6 / 20 / 79,1 / 6 / 6
– Canadá: 0,3 / 5 / 25 / 79,3 / 5 / 7
– Holanda: 0,2 / 7 / 33 / 78,3 / 5 / 5
– Bélgica: 0,2 / 11 / 28 / 78,7 / 5 / 6
– Islândia: 0,2 / 3 / … / 79,7 / 3 / 4
– EUA: 0,6 / 4 / 24 / 77,0 / 7 / 8
– Japão: 44 / 33 / 81,5 / 3 / 5
– Irlanda: 0,1 / 13 / 32 / 76,9 / 6 / 6
…
– Portugal: 0,4 / 37 / 19 / 76,1 / 5 / 6
Nestes indicadores, merecem particular referência os valores apresentados pela Noruega, Suécia e Islândia.
Portugal continua a registar aqui importantes desafios, nomeadamente na luta contra os casos de SIDA e Tuberculose (com um acréscimo muito significativo em todos os países indicados).
Realce para os relativamente bons indicadores registados por Portugal no critério “Sobrevivência” (à excepção da esperança média de vida – indicador em que o Japão e a Suécia são os únicos países do mundo a atingir ou ultrapassar os 80 anos).
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…21 DIAS – HAWAII

Estado dos Estados Unidos da América, com capital em Honolulu, constituído por um arquipélago vulcânico na Polinésia, isolado em pleno Pacífico Norte (cerca de 4 000 km a Sudoeste da Califórnia), o Hawaii tem cerca de 2 800 km de extensão, sendo o maior cordão de ilhas no mundo, tendo recebido o nome da pátria original do povo polinésio que lhe chamava Havaiki; o primeiro europeu a desembarcar no Hawaii, em 1779, foi o capitão Cook.
Das mais de 20 ilhas, apenas 7 são habitadas (Oahu, Molokai, Big Island, Maui, Lanai e Kauai), formando o 50º Estado norte-americano.

Dispondo de paradisíacas praias de areia fina, mar turquesa, grandiosas falésias, vales selvagens, vulcões em actividade, luxuriante vegetação de florestas virgens, e até montanhas cobertas de neve, as suas ondas gigantes transformaram o Hawaii no paraíso dos surfistas, sendo visitado anualmente por mais de 7 milhões de turistas, sendo a praia de Waikiki a de maior densidade hoteleira do mundo.
Há 1 ano no Memória Virtual – Metabloguismo
[1591]
…22 DIAS – GRÉCIA
Da “Grécia histórica” à “Grécia Moderna”. Dos monumentos às ilhas. Uma inegável beleza histórica e cultural.
Quando, na antiguidade, os gregos enumeraram pela primeira vez as 7 maravilhas do mundo, designaram, para além do Mausoléu de Helicarnasso, das Pirâmides do Egipto, do Farol de Alexandria e dos Jardins Suspensos da Babilónia, três das suas monumentais construções: o Colosso de Rodhes (enorme estátua de bronze, provavelmente localizada no Templo de Apolo, na ilha de Rodhes, representando o deus Sol Hélios, com cerca de 35 metros de altura – construída a partir de 294 A.C. entretanto destruída num terramoto em 227 A.C.); a majestosa Estátua de Zeus, de Phídias, situada na Olímpia antiga (no magnífico Templo de Zeus), construída em ouro (coroa na cabeça de Zeus) e marfim e ébano, com cerca de 12 metros de altura, datada de cerca de 450 A.C., entretanto consumida num incêndio em 462; e o Templo de Artémis (em Éfeso, na Ásia Menor, actual Turquia), concluído cerca de 550 A.C., destruído pelos invasores godos em 262 A.C., tendo as suas ruínas sido descobertas no século XIX.
Mas, ainda hoje, restam inúmeras atracções a visitar…
Atenas e a Acrópole (“cidade alta”, situada numa das 8 montanhas de Atenas) – um centro de templos desde 510 A.C. –, com paragem obrigatória no mais famoso monumento de Atenas, o Partenon, imponente templo com 70 metros de altura e 30 metros de comprimento, mandado construir por Péricles há cerca de 2 500 anos, em homenagem à deusa Atena, protectora da cidade, apesar de actualmente em ruínas.
Ainda em Atenas, a visitar o Templo da deusa Atena Vitória, o Teatro de Dionísio, o Odeon de Herodes Atticus, no bairro de Plaka.
Na lista da UNESCO, são considerados Património Mundial: o Templo de Apolo em Epicurius (Peloponeso), o local arqueológico de Delphi, a Acrópole (Atenas), o Monte Athos, Meteora, Monumentos Bizantinos de Thessalonika, os locais arqueológicos de Epidaurus, Olympia, Micenas e Tiryns (Peloponeso), a cidade medieval de Rhodes, Mystras, Delos, Mosteiros de Daphni, Hossios Luckas e Nea Moni de Chios, o local arqueológico de Vergina, e o centro histórico de Chorá.
Não obstante, o grande atractivo dos nossos dias são as ilhas (em particular as do Mar Egeu); sendo as mais conhecidas: Mikonos, Santorini, Creta, Rodhes e Efeso. Das mais de 3 mil ilhas gregas, apenas cerca de 200 são habitadas, das quais mais de 150 no Mar Egeu (embora apenas 80 com mais de 100 habitantes).
Rodeada pelo mar Egeu, a ilha de Mykonos oferece dezenas de praias de mar transparente, areias brancas e um sol “permanente”. Trata-se de uma ilha muito agitada onde, no Verão, “não se dorme”.
Em Santorini, ilha em formato de meia-lua, é curiosamente um local escolhido para “luas-de-mel”, onde pode descansar-se, aproveitando para relaxar, num cenário de beleza quase irreal, com casas brancas reflectindo a intensa luminosidade do sol, em encostas que mergulham num mar azul.


Creta é a maior ilha grega; a sua dimensão e distância ao continente fizeram com que os cretenses beneficiassem de certa independência; nesta ilha, desenvolveu-se a civilização minóica – que pode ser apreciada nas ruínas do palácio de Cnossos.
Há 1 ano no Memória Virtual – Os blogs em Portugal e no Brasil
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