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MITOLOGIA GRECO-ROMANA (III)

Hera (Juno – deusa do casamento, divindade protectora da mulher), irmã de Zeus, seria também a sua esposa, sendo portanto a “rainha dos deuses”; não obstante, Zeus teria inúmeras relações com deusas e mulheres “mortais”, que lhe proporcionariam uma vasta descendência: Atena (filha de Métis); os gémeos Apolo (deus do sol, música e arte do arco e flecha) e Artemis (deusa da lua), filhos de Leto; Dionísio (filho de Semele); Perséfone (descendente de Deméter); Hermes (filho de Maia); Afrodite (filha de Dione); da esposa, teria como filhos Hebe, Ares, Ilítia e Hefesto.

Hefesto (Vulcano) era o deus dos artífices, do fogo e da forja; foi gerado por Hera, sem a participação de Zeus, nascendo pequeno, feio, disforme e coxo. Com raiva, Hera, do alto do Olimpo, lançou-o ao mar. Seria do fundo do mar que a nereida Tétis e a amiga Eurínome o iriam resgatar, cuidando dele durante anos, até chegar à idade adulta. Guardando ressentimento da mãe, fabricaria uma cadeira em ouro com uma mola oculta que aprisionaria Hera ao sentar-se nela. Hefesto apenas libertaria a mãe em troca do seu casamento com Afrodite, com o que Zeus concordaria, também como forma de punição de Afrodite; esta, detestando Hefesto, traiu-o com cinco amantes, de quem teria seis filhos. O Etna era a sua forja, onde fabricava as suas armas, com a ajuda dos Ciclopes.

Atena (Minerva), deusa das artes, da sabedoria, inteligência e conhecimento, mas também da guerra, originada na relação de Métis e Zeus; ao consultar o oráculo de Titéia, Zeus foi informado de que iria nascer uma filha, mas que o filho seguinte de Métis seria varão e que o destronaria, tal como ele fizera com Cronos. Para defender o seu poder ameaçado, Zeus engoliria Métis, o que lhe viria a provocar dores insuportáveis, com a cabeça a latejar; seria Hefesto, com o seu machado de ouro, a golpear o crânio de Zeus, do qual sairia Atena, já adulta e completamente armada. A ela seria consagrado o Parténon.

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8 Setembro, 2004 at 1:23 pm 3 comentários

HERAKLION

Palácio de Cnossos

De Heraklion, a capital da ilha de Creta – em “homenagem” a Hércules – pode dizer-se que se apresenta como uma cidade moderna, com cerca de 120 000 habitantes, sendo o centro administrativo, industrial da ilha.

Destaca-se o “porto velho” (edificado pelos venezianos), assim como as torres e muralhas venezianas (rodeando a “cidade velha” ou centro); a fortaleza (à entrada do “porto velho”); a igreja de S. Tito (patrono da ilha); e a basílica de S. Marcos (também padroeiro dos venezianos).

A visitar também os Museus Arqueológico e Histórico de Etnografia… um “pulo” também à praia de Ammoudara!

Mas a “grande atracção”, apenas a cerca de 5 km da capital, é o “Palácio de Cnossos”, descoberto em 1900 pelo arqueólogo britânico A. J. Evans.

Há 1 ano no Memória Virtual – “Mensagem” – Fernando Pessoa

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8 Setembro, 2004 at 8:33 am

MITOLOGIA GRECO-ROMANA (II)

Desde tempos imemoriais, Caos foi a divindade primária, que gerou a Noite (deusa das trevas) e Érebo, que formando um casal, gerariam Éter e Dia; estes, também formando um novo casal, seriam pai e mãe de Urano.

Urano, desposaria Titéia (também conhecida como Gaia), nascida imediatamente depois do Caos, e que seria a divindade suprema, deusa-mãe, adorada pelos povos agricultores; teria 45 filhos (dos quais 18 da esposa Gaia, sendo os restantes de várias outras mulheres), de que se destacam Titã, Cronos (Saturno) e Oceano.

Cronos, filho de Urano e de Gaia, viria a tomar o trono do pai, desposando a irmã Réia, cujo culto se destacou particularmente em Creta e em Atenas, associada à “Grande-Mãe” cretense, símbolo da terra, enlace de que nasceriam seis filhos (os deuses de “primeira ordem”): Héstia, Deméter, Hera, Hades, Poséidon e Zeus. Os romanos viriam posteriormente a identificar Réia com a divindade oriental Cibele, mãe dos deuses.

Zeus (Júpiter, para os Romanos), o deus supremo do panteão do Olimpo, rei dos deuses e dos homens, era portanto filho de Réia e de Cronos (deus do tempo – Saturno para os Romanos), tendo sido ocultado pela mãe numa gruta no monte Ida em Creta – onde seria amamentado com leite de cabra pela ninfa Amalteia –, de forma a evitar que Cronos o engolisse, como havia feito com todos os seus filhos (por receio de que se cumprisse a profecia de que um deles o destronaria); quando adulto, concretizando essa profecia, Zeus investiu contra o pai, obrigando-o a “vomitar” os seus irmãos, ainda vivos. Do seu culto faziam parte os Jogos Olímpicos da Antiguidade.

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7 Setembro, 2004 at 12:35 pm

CRETA (II)

Heraklion

Os achados arqueológicos confirmaram a existência de vida humana em Creta há mais de 8 000 anos!

Ao período do Neolítico (6000 A.C. – 2600 A.C.), seguiu-se o excepcional período minóico (2600 A.C – 1100 A.C. – primeira grande civilização europeia!) – em honra ao lendário rei Minos – com destaque para o famoso Palácio de Cnossos (inicialmente construído a partir de cerca de 1900 A.C.).

Em 1100 A.C., a invasão dos Dórios (vindos da Grécia) colocaria termo à grandiosa época minóica, não obstante – ainda hoje – “ex-libris” de Creta, quase omnipresente (nome de empresas de transporte rodoviário e marítimo, …).

A ilha seria depois, sucessivamente, ocupada pelos Romanos (67 A.C. – 330), Bizantinos (330 – 824 e 961 – 1204), Árabes (824 – 961), Venezianos (1204 – 1669), Turcos (1669 – 1898), até consolidar finalmente a sua união com a Grécia – em 1913, na sequência do termo das guerras balcânicas.

Creta seria ainda cenário de uma célebre batalha da II Guerra Mundial, em 1941, contra os invasores alemães, sendo defendida pelos gregos, com o apoio de tropas britânicas, australianas e neo-zelandesas.

Há 1 ano no Memória Virtual – As Religiões no mundo

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7 Setembro, 2004 at 8:27 am 1 comentário

MITOLOGIA GRECO-ROMANA (I)

As lendas que narram as aventuras dos “deuses” e heróis são designadas como mitos, o conjunto dos quais forma a mitologia.

A mitologia teve a sua origem na Grécia, na época da formação das suas Cidades-Estado, desenvolvendo-se por volta de 700 A.C., num sistema politeísta antropomórfico, com diversos deuses, que se assemelhavam exteriormente aos seres humanos e com sentimentos humanos, os quais se haviam instalado no Monte Olimpo.

Numa das mais geniais concepções produzidas pela humanidade, com a sua fantasia, os gregos povoaram o céu, a terra, os mares e até o mundo subterrâneo, de divindades (principais e secundárias), numa hierarquia que compreendia ainda “semideuses” e “heróis”, influenciando toda a região do Mediterrâneo durante mais de um milénio, culminando com o apogeu e a glória da construção do Parténon de Atenas.

Na sequência da invasão da Grécia pelos Romanos, estes assimilariam as divindades gregas, rebaptizando-as contudo com nomes latinos.

O culto aos deuses greco-romanos apenas teria termo com o Imperador romano Teodósio, no ano de 391, com a proibição dos cultos pagãos (incluindo os Jogos Olímpicos da antiguidade…) e a instituição do Cristianismo como religião oficial do Império Romano.

Os 13 deuses principais, conhecidos como “deuses do Olimpo” eram: Zeus (Júpiter), Hera (Juno), Hefesto (Vulcano), Atena (Minerva), Apolo / Febo, Artemis (Diana), Ares (Marte), Afrodite (Vénus), Héstia (Vesta), Hermes (Mercúrio), Deméter (Ceres), Poséidon (Neptuno) e Dionísio (Baco).

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6 Setembro, 2004 at 12:33 pm

CRETA (I)

Heraklion

Um singular ponto de contacto entre os três “velhos” Continentes (Europa, África e Ásia), Creta é a maior ilha da Grécia (e a quinta maior de todo o Mediterrâneo, após a Sardenha, Sicília, Córsega e Chipre), com os seus cerca de 250 km de comprimento.

Localiza-se no sul do Mar Egeu, a 100 km do ponto mais próximo do continente grego (e a cerca de 275 km de Atenas), a 175 km da Ásia Menor (Turquia) e a cerca de 500 km do Norte de África (Líbia / Egipto).

Ao longo da história, a ilha pertenceu já, administrativamente, a países integrantes dos três continentes (Grécia / Turquia / Egipto).

Generosamente dotada pela natureza, com grandiosas montanhas, a par de profundos desfiladeiros (principalmente na região de Samaria), grutas, costas escarpadas, luxuriante vegetação, mas também belas praias, constituindo-se numa ilha de contrastes, numa amálgama de civilizações, todos os anos chegam a Creta cerca de três milhões de visitantes.

Há 1 ano no Memória Virtual – As Religiões no mundo

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6 Setembro, 2004 at 8:45 am

…1 DIA – VICTORIA FALLS

As Victoria Falls – maiores cataratas do mundo – gigantesca garganta de basalto, com 3,8 km de extensão e cerca de 100 metros de altura, situadas na fronteira da Zâmbia com o Zimbabwe, foram também declaradas pela UNESCO como Património da Humanidade.

Foram descobertas no século XIX por David Livingstone, que as baptizou com o nome de Victoria Falls, decorrendo da imponente queda do Zambeze, um dos mais importantes cursos de água africanos, cuja nascente surge a norte da Zâmbia, num local onde confluem países como o Zaire e Angola.

O Zambeze cruza a Zâmbia, seguindo na direcção da Namíbia, onde engrossa a massa de água que alimenta a zona de Caprivi, fazendo fronteira com Angola, onde recebe as águas do rio Chobe. No seu caminho para o Oceano Índico, num percurso de 2 700 km, atravessa ainda Moçambique.

Um rio onde se pode navegar à descoberta de hipopótamos ou crocodilos, ao mesmo tempo que se pode aproveitar para descer os rápidos ou, num momento de rara adrenalina, dar um “salto no vazio”, da Cleveland Bridge (a ponte que une os dois países fronteiriços), um local privilegiado para o bungee jumping.

O projecto de ligar o Cairo (Egipto) à Cidade do Cabo (África do Sul) por caminho-de-ferro foi imaginado por Cecil Rhodes (nunca vindo a ser concretizado), dele fazendo parte integrante a ponte metálica sobre a fenda onde o Rio Zambeze atravessa as Victoria Falls, unindo o Zimbabwe e a Zâmbia. A Cleveland Bridge foi construída em Inglaterra e enviada para Victoria por barco e depois de comboio, peça por peça, onde acabou de ser montada em 1905.

Na região, a visitar também o Zambezi National Park, local privilegiado para a realização de safaris.

Desejo a todos (os que tiverem essa oportunidade…) umas óptimas férias!

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12 Agosto, 2004 at 12:05 am 4 comentários

…2 DIAS – TAILÂNDIA

Desde o confuso cosmopolitismo de Banguecoque até às praias e à natureza selvagem do Sul, a Tailândia proporciona-nos também “imagens do Paraíso”, por via das suas águas cristalinas e da sua exuberante vegetação, saindo mesmo de enormes rochas / penhascos surgindo do meio do mar.

Destacam-se as praias das ilhas Phi Phi (Phi Phi Ley e Phi Phi Don), de fina areia branca, tépidas águas transparentes e muitos corais, com inúmeras palmeiras, mais um lugar de eleição para a prática do mergulho, num cenário idílico, onde Leonardo di Caprio filmou “A Praia”.

Não muito longe, a praia de Ko Khao Phing Kan, celebrizada como a ilha de James Bond, por nela ter sido rodado o filme “007 – O Homem da Pistola Dourada”.

Estas ilhas são acessíveis através de lanchas, partindo de Phuket, a “Pérola do Sul”, maior ilha da Tailândia, no mar de Andaman, no Sudoeste da Tailândia (ligada ao continente por uma ponte), com a sua exuberante paisagem tropical, com praias rochosas.

A cultura da ilha – diferente do restante país – decorre da mistura de influências chinesas e portuguesas, combinada com a cultura dos Chao Naam, população indígena que vivia no mar, sendo de destacar as construções de arquitectura sino-portuguesa.

Em Phuket, destacam-se as estâncias turísticas de Patong, Karon e Kata. No interior, podem visitar-se plantações de borracha e fazer safaris pela selva tropical. Imperdível: um passeio de Elefante!

Banguecoque (“A Cidade dos Anjos”) é a capital da Tailândia desde 1782, sendo hoje uma das cidades mais cosmopolitas da Ásia, com uma incomparável vida nocturna.

Uma cidade que proporciona também uma viagem por traços de uma cultura milenar, patente nos seus inúmeros templos e palácios, coabitando com arranha-céus de diversos estilos.

Banguecoque é uma mega-metrópole (cerca de 10 milhões de habitantes) em que, em paralelo a uma oração a Buda, se podem “ver outros prazeres” de grande exotismo, numa das mais excitantes cidades da Ásia.

Localiza-se na leste do rio Chao Phraya, sendo dividida em duas áreas distintas pela linha ferroviária que faz a ligação Norte-Sul. A antiga Banguecoque espraia-se entre o rio e a linha férrea, albergando a maioria dos templos mais antigos e o palácio original. A nova Banguecoque encontra-se a leste da linha férrea.

Visitas imperdíveis são: o Wat Phra Kaew, o Grande Palácio e os templos Wat Pho e Wat Traimit (Templo do Buda de ouro).

[1662]

11 Agosto, 2004 at 8:55 am

…3 DIAS – TAHITI E BORA BORA

O Tahiti localiza-se no Oceano Pacífico, a mais de 17 000 km do território continental da França, ficando a 8 000km do Chile, 6 200 km da Califórnia e 5 700 km da Austrália, estendendo-se as suas ilhas por uma região com a superfície de 4 milhões de km2, equivalente à da Europa. Repartem-se por 5 arquipélagos (Société, Tuamotu, Gambier, Marquises e Australes), compreendendo um total de 118 ilhas de origem vulcânica.

Tahiti

As principais ilhas são as de Tahiti, Bora Bora, Moorea, Huahine e Raiatea, sendo bastante montanhosas e cercadas por recifes, formando lagoas de um azul transparente, uma imagem do “Paraíso”.

Foram descobertas pelos navegadores Maohi, vagueando pelo oceano em longas pirogas, aí se instalando. Os primeiros europeus a descobrir a região foram Wallis (em 1767), a que se seguiram Bougainville e o Capitão Cook.

Tahiti

O “Protectorado Francês” seria instaurado em 1842, sendo então designada como capital a cidade de Papeete, espraiando-se ao longo de uma vasta frente de mar.

As ilhas do Tahiti dispõem de inúmeras praias, lagos e uma grande variedade de vida marinha.

Apresentam condições ideais para a prática de mergulho – em especial em Rangiroa e Tuamotus –, com águas claras e tépidas.

É também um local de privilégio para os surfistas, com magníficas ondas, principalmente em Papenoo, Punaauia e Paea.

Outras formas de “turismo activo” são as caminhadas, escaladas de montanha, passeios a cavalo, o Parapente e Asa Delta.

A ilha de Bora Bora, 140 km a Noroeste do Tahiti, constitui mais uma imagem do “paraíso na Terra”, sendo visitada por um infindável número de casais em lua-de-mel. É rodeada de “motus” (pequenas ilhotas formadas por corais – desabitadas e com praias desertas), dando-lhe uma aparência de lagoa azul, ideal para a prática de snorkel.

A principal localidade da ilha é Vaitapé, onde se localiza o porto mais importante. A ilha de Bora Bora pode ser visitada em passeio a pé ou de bicicleta, dado que a estrada que a circunda tem apenas cerca de 30 km.

[1658]

10 Agosto, 2004 at 1:32 pm

…4 DIAS – PRAGA

Uma das mais belas capitais da Europa, conhecida como “Pérola do Oriente”, Praga sobreviveu às duas Guerras Mundiais, representando hoje um renascimento cultural, conjugando a arquitectura de catedrais góticas, palácios do barroco e edifícios de arte nova, constituindo cada bairro ou até mesmo, cada rua, uma “obra de arte”.

A capital da R. Checa é atravessada pelo rio Vltava, podendo repartir-se em cinco partes, todas próximas, e visitáveis em passeios a pé: três delas na margem direita (Josefov – Bairro Judeu; Staré Mésto – “Cidade Velha”, incluindo a zona central; e Nové Mésto – “Cidade Nova”); na margem esquerda, encontram-se Malá Strana (cujas construções são anteriores ao século XIX) e Prazský Hrad a Hradcany (onde se localiza o Castelo de Praga, local onde foi fundada a cidade).

Destacam-se alguns principais motivos de interesse:

Praça Central – O centro de Praga, constituindo o ponto de partida ideal para explorar o resto da cidade. Ponto de paragem obrigatório nos inúmeros bares e restaurantes sob as arcadas.

Josefov – Um dos mais famosos bairros de Praga, o Bairro judeu, próximo da Praça Central, reunindo 6 das mais antigas Sinagogas da Europa, como a Staronová, a mais antiga da Europa (1270).

Portão de Pólvora – Um dos mais conhecidos símbolos de Praga, na “Cidade Velha”, tendo origem numa das 13 entradas da muralha que cercava a cidade.

Ponte Carlos – Ponte gótica, com 520 metros de comprimento, cuja construção foi iniciada em 1357, por Carlos IV, é um dos principais símbolos de Praga, unindo as duas margens do rio Vltava, sendo ornamentada com estátuas de diversos santos e, nas extremidades, por torres seculares.

Igreja Tyn – Um perfeito exemplo da arquitectura gótica, cuja construção se iniciou em 1461.

Castelo de Praga – Localizado no alto de uma colina, a sua construção original data do século IX, tendo sido objecto de várias remodelações. Tratava-se de uma fortificação que dominava a região, permitindo controlar as embarcações que navegavam no rio. É praticamente uma “cidade”. Foi residência oficial do Presidente da República desde 1918. Também Franz Kafka viveu algum tempo numa das casas do Castelo.

Catedral de São Vito – Integrada no conjunto do Castelo, trata-se da principal construção da cidade, de estilo gótico, iniciada em 1344, apenas concluída no século XIX. Destaca-se a grande Capela de São Venceslau (do século XIV), compreendendo mais de 1 000 pedras semi-preciosas, a par de frescos de temas bíblicos.

Palácio Real – Antiga residência dos príncipes e reis da Boémia entre os séculos XI e XVII, abrange efectivamente três palácios sobrepostos, construídos em épocas diferentes.

Basílica de São Jorge – Igreja ligada a um convento beneditino, reunindo arte gótica, barroca e renascentista.

Praça Venceslau – Não se trata efectivamente de uma verdadeira praça, mas de uma larga avenida (60 metros de largura e 750 metros de comprimento, com um jardim na faixa central), sendo hoje o “coração da cidade”, com os principais hotéis, lojas e restaurantes; famosa por ter sido o cenário de dois dos principais eventos da história recente: o final da “Primavera de Praga” e a “Revolução de Veludo”.

Praça de Kafka – Franz Kafka viveu grande parte da vida em Praga, tendo nascido junto às ruas Maislova e U Radnice, próximo da Praça Central. Numa casa reconstruída, mantendo apenas o portal original, pode ver-se uma exposição sobre o célebre escritor.

Igreja de São Nicolau – Antiga igreja jesuíta, construída em 1755, traduzindo um dos mais perfeitos exemplos do barroco em Praga.

Há 1 ano no Memória Virtual – Esperanto

[1656]

9 Agosto, 2004 at 1:58 pm

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