Posts filed under ‘Sociedade’

MITOLOGIA GRECO-ROMANA (V)

Hermes (Mercúrio), divindade de tudo o que exigisse habilidade e astúcia, mensageiro de Zeus, de quem era filho, resultante da sua relação com Maia, ficou conhecido como deus dos comerciantes e dos viajantes… mas também dos ladrões. Voava com a rapidez de um raio, com as suas sandálias e chapéu alados.

Deméter (Ceres) – filha de Cronos e de Réia, deusa da agricultura, das colheitas e da fertilidade, nomeadamente dos cereais (era a deusa da cabeça de cavalo, na sequência do disfarce de égua que adoptara para escapar às investidas de Poséidon), encarnando o ciclo da vegetação, ensinou os homens a arte de cultivar a terra.

Poséidon (Neptuno), deus das águas e dos mares, era também (tal como Zeus e Hades) filho de Cronos; da partilha do mundo entre os três irmãos, caberia a Zeus ser o deus supremo, e a Hades (Plutão, para os Romanos), ser o deus dos mortos ou dos infernos, enquanto que a Poséidon coube o reino das águas, com um palácio de ouro situado no fundo do Mar Egeu, tendo por arma o tridente, o qual utilizava para provocar tempestades, maremotos e terramotos, como forma de punição dos homens, tendo também o poder de acalmar a fúria das águas. Tendo por esposa Anfitrite, seria o pai de Pégaso, o cavalo alado gerado por Medusa. O seu lugar de culto mais importante era o istmo de Corinto, onde, em sua honra, se disputaram os Jogos Ístmicos.

Dionísio, deus da natureza, em particular, deus do vinho (Baco, para os Romanos) e da vegetação, é considerado como o pai do teatro, sendo organizados festivais em sua homenagem (Bacanais ou festas de Baco), que degenerariam, no tempo dos Romanos, em excessos sexuais. Era filho de Zeus e de Semele (uma mortal), nascido da coxa de Hefesto (onde completou a sua gestação), que o resgatara do ventre da mãe quando ela morreu, vítima de incêndio no palácio onde vivia. Decidiu aproveitar a sua descoberta da produção do vinho a partir das uvas para ser aceite como deus. Teve apenas dois amores: Afrodite (de quem tece o filho Príapo) e Ariadne.

Sobre a mitologia greco-romana, a visitar, esta página.

[1707]

10 Setembro, 2004 at 12:38 pm 1 comentário

PALÁCIO DE CNOSSOS (II)

Ariadne, filha de Minos, apaixonar-se-ia por Teseu e, com a colaboração de Dédalo, ajudou-o a penetrar no Labirinto e a matar o Minotauro, colocando assim termo ao tributo de sangue.

O ciclo mítico encerra-se com a dramática fuga de Dédalo e do seu filho Ícaro, com asas de cera que haviam fabricado. Ícaro acabaria por cair no mar (que tem agora o seu nome), enquanto que Dédalo se refugiaria na Sicília, onde seria perseguido por Minos, o qual, contudo, acabaria por aí ser assassinado, no local onde seria fundada em sua honra, a cidade de Minoa.

E, se os mitos, não passam disso mesmo, não deixarão porém de ter alguma relação com a história: o “Labirinto” poderia ser o próprio Palácio de Cnossos, em toda a sua complexidade; a personalidade de Dédalo simbolizaria toda a evolução técnica e o progresso minóico. O sacrifício dos jovens atenienses traduz a influência dos famosos “jogos de touros”; a deusa Europa (que daria o nome ao nosso continente) era a mãe do “divino” Minos, o qual daria o nome à primeira grande civilização europeia!… Isto, apesar de “Minos” poder ser, de alguma forma, o equivalente a “Faraó” no Egipto, ou seja, de poder ter eventualmente havido vários (reis) “Minos”…

Há 1 ano no Memória Virtual – Vale tudo (?)

[1706]

10 Setembro, 2004 at 8:15 am 1 comentário

MITOLOGIA GRECO-ROMANA (IV)

Apolo era o deus do sol e do belo, da medicina, das artes, especialmente da poesia e da música, sendo filho de Zeus e de Latona, irmão gémeo de Artemis, nascido em Delos, a ilha flutuante onde a mãe teve se refugiar da perseguição de Hera. Beneficiava da eterna juventude.

Artemis (Diana), irmã gémea de Apolo, era a deusa da caça e protectora das mulheres, em particular no momento do parto, e das crianças, sendo o seu templo em Éfeso uma das 7 maravilhas do mundo (para os romanos, Diana era também a deusa dos bosques e das correntes de água). Tal como Atena, manteria a virgindade, recebendo ambas a denominação de “Virgens Brancas”. A seu pedido, Zeus armou-a com arco e flecha, tornando-a rainha dos bosques.

Ares (Marte), o bravo deus da guerra, filho de Zeus e de Hera, foi educado por Príapo, com quem aprendeu a dança e outros exercícios corporais, prelúdios da guerra. Apaixonou-se por Afrodite (Vénus), rivalizando com Apolo. De Afrodite teria três filhos: Deimos (Terror), Fobos (Medo) e Eros (Cupido); e uma filha, Hermione (Harmonia); era também o pai de Rómulo e Remo, os fundadores de Roma, filhos de uma Vestal (Reia Sílvia). Apesar da sua bravura, seria muitas vezes vencido por Atena, simbolizando o triunfo da inteligência sobre a fúria guerreira.

Afrodite (Vénus para os Romanos), uma das mais belas deusas, nascida da espuma do mar, deusa do amor e da beleza, com grande poder sobre mortais e imortais. Seria conduzida a assembleia dos deuses no sentido da sua admissão no Olimpo. Zeus impeliu-a a casar com Hefesto, mesmo contra a sua vontade. Teria uma relação amorosa com Ares, assim como vários outros amantes (Hermes, Dionísio e o mortal Anquises), mas revelaria a sua vulnerabilidade por via do amor com o humano Adónis, que seria morto por Ares.

Héstia (Vesta para os Romanos), filha de Cronos e de Réia, era conhecida e adorada como a deusa do fogo, sendo a protectora do lar, dos hóspedes e suplicantes. O seu culto era velado pelas Vestais, sacerdotisas que nunca deixavam apagar o fogo sagrado no seu templo. No santuário em honra a Vesta, em Roma, o fogo sagrado manteve-se aceso até ao ano 394.

[1703]

9 Setembro, 2004 at 12:40 pm

PALÁCIO DE CNOSSOS (I)

Inicialmente construído a partir de cerca de 1900 A.C., tendo sido destruído cerca de 1700 A.C.; e reconstruído cerca de 1600 A.C. – 1500 A.C., fase a que pertencem a maior parte das ruínas hoje visíveis, o “Palácio de Cnossos” é a principal atracção da ilha de Creta.

O palácio teria sido novamente destruído cerca de 1450 A.C., na sequência da erupção do vulcão de Santorini.

Parte dos grandes mitos gregos têm origem em Creta, tendo por herói central Minos, o Rei de Cnossos, filho de Zeus e Europa (princesa fenícia sequestrada por Zeus para a ilha de Creta).

Minos recebera de Poséidon (deus do mar), como presente, um admirável touro branco, que deveria sacrificar aos deuses, promessa que, contudo, não viria a cumprir.

Como punição, Poséidon inspirou em Pasiphae, a amada de Minos, uma paixão pelo touro branco, de cuja união nasceria o Minotauro, um homem com cabeça de touro, o qual viria a ser encerrado no complexo edifício construído pelo artesão Dédalo, o “Labirinto”.

Dos filhos de Minos, Androgeu seria morto em Atenas, após ter ganho os Jogos, o que serviria de pretexto a Minos para impor aos atenienses o envio de jovens, em tributo ao Minotauro. É então que Teseu, o herói ateniense (suposto filho de Poséidon), se oferece para essa missão de sacrifício.

Há 1 ano no Memória Virtual – “Mensagem” – Fernando Pessoa

[1702]

9 Setembro, 2004 at 8:10 am

MITOLOGIA GRECO-ROMANA (III)

Hera (Juno – deusa do casamento, divindade protectora da mulher), irmã de Zeus, seria também a sua esposa, sendo portanto a “rainha dos deuses”; não obstante, Zeus teria inúmeras relações com deusas e mulheres “mortais”, que lhe proporcionariam uma vasta descendência: Atena (filha de Métis); os gémeos Apolo (deus do sol, música e arte do arco e flecha) e Artemis (deusa da lua), filhos de Leto; Dionísio (filho de Semele); Perséfone (descendente de Deméter); Hermes (filho de Maia); Afrodite (filha de Dione); da esposa, teria como filhos Hebe, Ares, Ilítia e Hefesto.

Hefesto (Vulcano) era o deus dos artífices, do fogo e da forja; foi gerado por Hera, sem a participação de Zeus, nascendo pequeno, feio, disforme e coxo. Com raiva, Hera, do alto do Olimpo, lançou-o ao mar. Seria do fundo do mar que a nereida Tétis e a amiga Eurínome o iriam resgatar, cuidando dele durante anos, até chegar à idade adulta. Guardando ressentimento da mãe, fabricaria uma cadeira em ouro com uma mola oculta que aprisionaria Hera ao sentar-se nela. Hefesto apenas libertaria a mãe em troca do seu casamento com Afrodite, com o que Zeus concordaria, também como forma de punição de Afrodite; esta, detestando Hefesto, traiu-o com cinco amantes, de quem teria seis filhos. O Etna era a sua forja, onde fabricava as suas armas, com a ajuda dos Ciclopes.

Atena (Minerva), deusa das artes, da sabedoria, inteligência e conhecimento, mas também da guerra, originada na relação de Métis e Zeus; ao consultar o oráculo de Titéia, Zeus foi informado de que iria nascer uma filha, mas que o filho seguinte de Métis seria varão e que o destronaria, tal como ele fizera com Cronos. Para defender o seu poder ameaçado, Zeus engoliria Métis, o que lhe viria a provocar dores insuportáveis, com a cabeça a latejar; seria Hefesto, com o seu machado de ouro, a golpear o crânio de Zeus, do qual sairia Atena, já adulta e completamente armada. A ela seria consagrado o Parténon.

[1700]

8 Setembro, 2004 at 1:23 pm 3 comentários

HERAKLION

Palácio de Cnossos

De Heraklion, a capital da ilha de Creta – em “homenagem” a Hércules – pode dizer-se que se apresenta como uma cidade moderna, com cerca de 120 000 habitantes, sendo o centro administrativo, industrial da ilha.

Destaca-se o “porto velho” (edificado pelos venezianos), assim como as torres e muralhas venezianas (rodeando a “cidade velha” ou centro); a fortaleza (à entrada do “porto velho”); a igreja de S. Tito (patrono da ilha); e a basílica de S. Marcos (também padroeiro dos venezianos).

A visitar também os Museus Arqueológico e Histórico de Etnografia… um “pulo” também à praia de Ammoudara!

Mas a “grande atracção”, apenas a cerca de 5 km da capital, é o “Palácio de Cnossos”, descoberto em 1900 pelo arqueólogo britânico A. J. Evans.

Há 1 ano no Memória Virtual – “Mensagem” – Fernando Pessoa

[1699]

8 Setembro, 2004 at 8:33 am

MITOLOGIA GRECO-ROMANA (II)

Desde tempos imemoriais, Caos foi a divindade primária, que gerou a Noite (deusa das trevas) e Érebo, que formando um casal, gerariam Éter e Dia; estes, também formando um novo casal, seriam pai e mãe de Urano.

Urano, desposaria Titéia (também conhecida como Gaia), nascida imediatamente depois do Caos, e que seria a divindade suprema, deusa-mãe, adorada pelos povos agricultores; teria 45 filhos (dos quais 18 da esposa Gaia, sendo os restantes de várias outras mulheres), de que se destacam Titã, Cronos (Saturno) e Oceano.

Cronos, filho de Urano e de Gaia, viria a tomar o trono do pai, desposando a irmã Réia, cujo culto se destacou particularmente em Creta e em Atenas, associada à “Grande-Mãe” cretense, símbolo da terra, enlace de que nasceriam seis filhos (os deuses de “primeira ordem”): Héstia, Deméter, Hera, Hades, Poséidon e Zeus. Os romanos viriam posteriormente a identificar Réia com a divindade oriental Cibele, mãe dos deuses.

Zeus (Júpiter, para os Romanos), o deus supremo do panteão do Olimpo, rei dos deuses e dos homens, era portanto filho de Réia e de Cronos (deus do tempo – Saturno para os Romanos), tendo sido ocultado pela mãe numa gruta no monte Ida em Creta – onde seria amamentado com leite de cabra pela ninfa Amalteia –, de forma a evitar que Cronos o engolisse, como havia feito com todos os seus filhos (por receio de que se cumprisse a profecia de que um deles o destronaria); quando adulto, concretizando essa profecia, Zeus investiu contra o pai, obrigando-o a “vomitar” os seus irmãos, ainda vivos. Do seu culto faziam parte os Jogos Olímpicos da Antiguidade.

[1697]

7 Setembro, 2004 at 12:35 pm

CRETA (II)

Heraklion

Os achados arqueológicos confirmaram a existência de vida humana em Creta há mais de 8 000 anos!

Ao período do Neolítico (6000 A.C. – 2600 A.C.), seguiu-se o excepcional período minóico (2600 A.C – 1100 A.C. – primeira grande civilização europeia!) – em honra ao lendário rei Minos – com destaque para o famoso Palácio de Cnossos (inicialmente construído a partir de cerca de 1900 A.C.).

Em 1100 A.C., a invasão dos Dórios (vindos da Grécia) colocaria termo à grandiosa época minóica, não obstante – ainda hoje – “ex-libris” de Creta, quase omnipresente (nome de empresas de transporte rodoviário e marítimo, …).

A ilha seria depois, sucessivamente, ocupada pelos Romanos (67 A.C. – 330), Bizantinos (330 – 824 e 961 – 1204), Árabes (824 – 961), Venezianos (1204 – 1669), Turcos (1669 – 1898), até consolidar finalmente a sua união com a Grécia – em 1913, na sequência do termo das guerras balcânicas.

Creta seria ainda cenário de uma célebre batalha da II Guerra Mundial, em 1941, contra os invasores alemães, sendo defendida pelos gregos, com o apoio de tropas britânicas, australianas e neo-zelandesas.

Há 1 ano no Memória Virtual – As Religiões no mundo

[1696]

7 Setembro, 2004 at 8:27 am 1 comentário

MITOLOGIA GRECO-ROMANA (I)

As lendas que narram as aventuras dos “deuses” e heróis são designadas como mitos, o conjunto dos quais forma a mitologia.

A mitologia teve a sua origem na Grécia, na época da formação das suas Cidades-Estado, desenvolvendo-se por volta de 700 A.C., num sistema politeísta antropomórfico, com diversos deuses, que se assemelhavam exteriormente aos seres humanos e com sentimentos humanos, os quais se haviam instalado no Monte Olimpo.

Numa das mais geniais concepções produzidas pela humanidade, com a sua fantasia, os gregos povoaram o céu, a terra, os mares e até o mundo subterrâneo, de divindades (principais e secundárias), numa hierarquia que compreendia ainda “semideuses” e “heróis”, influenciando toda a região do Mediterrâneo durante mais de um milénio, culminando com o apogeu e a glória da construção do Parténon de Atenas.

Na sequência da invasão da Grécia pelos Romanos, estes assimilariam as divindades gregas, rebaptizando-as contudo com nomes latinos.

O culto aos deuses greco-romanos apenas teria termo com o Imperador romano Teodósio, no ano de 391, com a proibição dos cultos pagãos (incluindo os Jogos Olímpicos da antiguidade…) e a instituição do Cristianismo como religião oficial do Império Romano.

Os 13 deuses principais, conhecidos como “deuses do Olimpo” eram: Zeus (Júpiter), Hera (Juno), Hefesto (Vulcano), Atena (Minerva), Apolo / Febo, Artemis (Diana), Ares (Marte), Afrodite (Vénus), Héstia (Vesta), Hermes (Mercúrio), Deméter (Ceres), Poséidon (Neptuno) e Dionísio (Baco).

[1694]

6 Setembro, 2004 at 12:33 pm

CRETA (I)

Heraklion

Um singular ponto de contacto entre os três “velhos” Continentes (Europa, África e Ásia), Creta é a maior ilha da Grécia (e a quinta maior de todo o Mediterrâneo, após a Sardenha, Sicília, Córsega e Chipre), com os seus cerca de 250 km de comprimento.

Localiza-se no sul do Mar Egeu, a 100 km do ponto mais próximo do continente grego (e a cerca de 275 km de Atenas), a 175 km da Ásia Menor (Turquia) e a cerca de 500 km do Norte de África (Líbia / Egipto).

Ao longo da história, a ilha pertenceu já, administrativamente, a países integrantes dos três continentes (Grécia / Turquia / Egipto).

Generosamente dotada pela natureza, com grandiosas montanhas, a par de profundos desfiladeiros (principalmente na região de Samaria), grutas, costas escarpadas, luxuriante vegetação, mas também belas praias, constituindo-se numa ilha de contrastes, numa amálgama de civilizações, todos os anos chegam a Creta cerca de três milhões de visitantes.

Há 1 ano no Memória Virtual – As Religiões no mundo

[1693]

6 Setembro, 2004 at 8:45 am

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