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ANO INTERNACIONAL DA FÍSICA

Inicia-se hoje na Sede da UNESCO em Paris, o “Ano Internacional da Física”, prestando homenagem ao genial cientista Albert Einstein, no ano em que se comemora o centenário da fundação da física moderna, com a publicação, em 1905, na revista “Annalen der Physik” de quatro artigos seus, que viriam a constituir-se em novas bases da física.

Para além da formulação da Teoria da Relatividade restrita, foi em 1905 que Einstein confirmou a existência – até então meramente baseada em hipóteses – dos átomos, demonstrando experimentalmente a sua efectiva realidade física. No mesmo ano, revelaria também a natureza dual da luz, introduzindo a noção de fotões. E, com eles, a física quântica.

Einstein viria a ser distinguido com o prémio Nobel em 1921, graças à sua contribuição na explicação dos mecanismos dos efeitos fotoeléctricos (descobertos por Hertz em 1887), com aplicação generalizada nos nossos dias, por exemplo, nas iluminações que se ligam por si no crepúsculo, nas portas que se abrem automaticamente, nos painéis solares que fornecem energia, mas também nos CD’s ou DVD’s!

[1978]

13 Janeiro, 2005 at 8:20 am

ELEIÇÕES ASSEMBLEIA CONSTITUINTE – 1975

PS – 2.162.972 (37,87%) – 116 deputados
PPD – 1.507.282 (26,39%) – 81 deputados
PCP – 711.935 (12,46%) – 30 deputados
CDS – 434.879 (7,61%) – 16 deputados
MDP – 236.318 (4,14%) – 5 deputados
FSP – 66.307 (1,16%)
MES – 58.248 (1,02%)
UDP – 44.877 (0,79%) – 1 deputado
FEC – 33.185 (0,58%)
PPM – 32.526 (0,57%)
PUP – 13.138 (0,23%)
LCI – 10.835 (0,19%)
ADIM – 1.622 (0,03%) – 1 deputado
CDM – 1.030 (0,02%)

Inscritos – 6.231.372
Votantes – 5.711.829 – 91,66%
Abstenções – 519.543 – 8,34%

Fonte: CNE

[1976]

12 Janeiro, 2005 at 1:53 pm

ELEIÇÕES ASSEMBLEIA CONSTITUINTE – 1975

A 26 de Abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas anunciara o seu programa, do qual constava o compromisso de, no prazo de doze meses, ser convocada uma Assembleia Nacional Constituinte, eleita por sufrágio universal directo e secreto.

Precisamente no dia em que se comemorava o 1º aniversário da “Revolução dos Cravos”, a 25 de Abril de 1975, realizavam-se as eleições para a Assembleia Constituinte, que viria a ter a seu cargo a redacção da Constituição da República Portuguesa.

Os quatro grandes partidos estruturantes da democracia portuguesa (então ainda em estado latente, dado o “PREC – Processo Revolucionário Em Curso”), liderados por Mário Soares, Francisco Sá Carneiro, Álvaro Cunhal e Diogo Freitas do Amaral, alcançariam as maiores votações e consequentes representações parlamentares, respectivamente: PS (116 deputados); PPD (81 deputados); PCP (30 deputados) e CDS (16 deputados).

Os partidos considerados de ideologia de esquerda alcançariam um total de cerca de 58% dos votos, contra 34% dos partidos considerados de direita.

Numa breve análise aos resultados, constata-se que o PS registou votações regulares em todo o país, com uma implantação geral, conquistando votos à esquerda a Norte e à direita a Sul.

Verifica-se alguma correlação entre as votações do PPD e do CDS a nível distrital, situação justificada pela envolvente sócio-económica.

De Norte a Sul, as votações à esquerda registam acréscimos regulares.

O PCP concentra as suas maiores votações na região Sul, em particular em Setúbal e Alentejo, no que viria a constituir um paradigma sempre repetido ao longo de décadas, associado ao grau de proletarização.

Nas primeiras eleições no pós-25 de Abril, surgia ainda com alguma implantação o MDP/CDE (herdeiro da histórica CDE) – com um total nacional de 4 % e 5 deputados eleitos – em particular, ocupando um espaço à esquerda, em distritos de forte pendor anti-comunista.

Teriam também representação parlamentar a UDP e a ADIM (Associação de Defesa dos Interesses de Macau), cada uma com um deputado.

A Assembleia Constituinte teria a sua abertura solene a 2 de Junho de 1975, tendo como Presidente Interino Henrique de Barros, contando com a presença do Presidente da República General Costa Gomes, do Primeiro-Ministro General Vasco Gonçalves e do representante do Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Vice-Almirante Pinheiro de Azevedo.

A Constituição viria a ser aprovada a 2 de Abril de 1976, com os votos favoráveis de todos os deputados, à excepção dos 16 deputados do CDS.

[1973]

11 Janeiro, 2005 at 8:27 am

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS

No período pós-25 de Abril, as eleições do próximo dia 20 de Fevereiro corresponderão à 12ª consulta aos portugueses para efeitos de selecção dos membros que integrarão a Assembleia legislativa, depois das eleições para a Assembleia Constituinte de 1975 e das eleições para a Assembleia da República de 1976, 1979 (intercalares), 1980, 1983 (antecipadas), 1985 (antecipadas), 1987 (antecipadas), 1991, 1995, 1999 e 2002 (antecipadas).

Ao longo das próximas semanas, pretendo fazer aqui uma breve súmula dos principais resultados destes actos eleitorais e seu enquadramento.

[1971]

10 Janeiro, 2005 at 4:20 pm

2005 – EM "AGENDA"

Janeiro
– O Luxemburgo assume a Presidência da União Europeia
– G. W. Bush inicia (dia 20)o seu segundo mandato de quatro anos
– Reunião do Fórum Económico Mundial em Davos (Suíça)
– Eleições no Iraque (?)

Fevereiro
– O Presidente dos EUA submete o seu orçamento ao Congresso
– A União Europeia decide se levanta ou não as sanções económicas contra o Zimbabwe

Março
– Eleições no Zimbabwe
– A Comissão para a África apresenta as recomendações sobre a política a adoptar pelos “G8”
– Mais de 700 000 pessoas são esperadas em Sidney, numa das maiores manifestações gay do planeta

Abril
– Eleições na Tchetchénia
– Comemora-se o 200º aniversário do nascimento de Hans Christian Andersen

Maio
– Eleições na Grã-Bretanha
– Reunião da ONU sobre o Tratado de Não-Proliferação de armas nucleares
– Terceira cimeira do Conselho da Europa decorrerá em Varsóvia

Junho
– Eleições na R. D. Congo
– Eleições Presidenciais no Irão

Julho
– O Reino Unido assume a Presidência da Unão Europeia
– Reunião anual dos representantes dos “G8”
– O Comité Olímpico Internacional decide a cidade que acolherá os Jogos Olímpicos de 2012

Agosto
– Os coreanos do norte e do sul celebram os 60 anos do fim do regime colonial japonês
– XX Jornadas Mundiais da Juventude, em Colónia

Setembro
– Abertura da 60ª sessão da Assembleia Geral da ONU
– Bienal de Veneza

Outubro
– Termo das alegações de defesa de Slobodan Milosevic no Tribunal Penal Internacional
– Eleições legislativas e presidenciais na Costa do Marfim, Libéria e Tanzânia

Novembro
– Cimeira das Américas na Argentina, reunindo 34 Estados
– Fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífico, na Coreia do Sul

Dezembro
– 6ª Conferência Interministerial da Organização Mundial do Comércio, em Hong Kong
– Eleições presidenciais no Sudão e Sri Lanka
– Convenção sobre armas biológicas em Genebra

[1967]

7 Janeiro, 2005 at 1:58 pm

MEMÓRIA DE 2004 (V)

Personalidades nacionais do ano

O ano de 2004 é, inquestionavelmente, o ano de José Mourinho!

À frente do FC Porto, construiu uma equipa na verdadeira acepção da palavra, motivando e transmitindo uma confiança quase ilimitada aos seus jogadores, que os levaram a vencer praticamente tudo (perderiam apenas a Taça de Portugal… para o Benfica).

Um profissional a tempo inteiro, vivendo para o futebol, praticamente perfeito na “leitura do jogo”, o que, aliado a um grande rigor e capacidade de organização, potencia quase inevitavelmente a vitória das equipas que comanda, como bem tem demonstrado ao serviço do Chelsea, liderando o campeonato inglês e tendo vencido categoricamente a fase de grupos da Liga dos Campeões.

José Mourinho é hoje o treinador de futebol mais conceituado a nível europeu, possivelmente o melhor treinador do mundo.

Paula Rego – Com uma perspectiva artística que não é necessariamente “fácil”, nem de “consumo imediato”, a exposição de Paula Rego em Serralves, no Porto, inaugurada a 15 de Outubro, apresentando uma selecção de 150 obras da artista, tem batido sucessivos recordes de afluência (mais de 100 000 visitantes), na consagração nacional da que é considerada já, a nível internacional, um dos maiores vultos vivos da pintura.

António Lobo Antunes – Celebrando em 2004 as “Bodas de Prata”, comemorando o 25º aniversário da publicação de “Memória de Elefante” e de “Os Cus de Judas”, o “eterno candidato” ao Nobel foi distinguido em 2004 com os prémios Fernando Namora e Jerusalém Prize, consagrando-se como um dos principais autores a nível internacional.

[1962]

5 Janeiro, 2005 at 12:31 pm

MEMÓRIA DE 2004 (IV)

Personalidades internacionais do ano

O destaque de 2004 vai para a Prémio Nobel da Paz, a militante ecologista queniana Wangari Maathai, com uma acção de mais de 30 anos contra o processo de desflorestação em África, pela sua contribuição para o desenvolvimento sustentável, democracia e paz no mundo.

Lance Armstrong – Numa época de grande massificação e pressão competitiva, em que as grandes figuras são cada vez menos perenes, o norte-americano Lance Armstrong, um profissional com uma rigorosa planificação e organização de cada uma das épocas, conquistando em 2004, pela 6ª vez consecutiva (!) a vitória no “Tour de France” entra definitivamente na lenda, superando todos os recordes.

Michael Schumacher – Também num contexto de grande competitividade, no mais elitista dos desportos mundiais (apenas cerca de 20 pilotos participam, em cada ano, no Campeonato do Mundo de Fórmula 1), Michael Schumacher é um verdadeiro “caso à parte”, conquistando títulos atrás de títulos (7, dos quais 5, de forma consecutiva, nos últimos 5 anos).

Tal como no caso de Armstrong, em desportos com tradições de muitas décadas, estamos a acompanhar, na actualidade, o domínio dos que serão talvez as suas maiores figuras de sempre (o que, a nível de títulos conquistados, já demonstraram).

[1961]

5 Janeiro, 2005 at 8:24 am

MEMÓRIA DE 2004 (III)

As “coisas boas” de 2004 acabariam por girar sobretudo à volta do desporto, tendo como núcleo central o EURO 2004, a par de outras grandes manifestações desportivas mundiais, os Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos, em Atenas.

12.06.04 – 04.07.04 – O período do EURO 2004 proporcionou o “renascer” do orgulho nacional, com uma verdadeira mobilização e mesmo euforia nacional, com milhares e milhares de bandeiras de Portugal desfraldadas ao vento, das maiores cidades aos recantos mais recônditos do país. No aspecto desportivo, Portugal alcançou o maior feito de sempre em termos colectivos, sagrando-se vice-campeão da Europa. Mas também a organização da prova seria elogiada internacionalmente, considerando-se o melhor Campeonato da Europa de sempre.

26.05.04 e 12.12.04 – O F. C. Porto volta ao topo do mundo: campeão nacional, sagrar-se-ia, em Maio, em Gelsenkirchen, Bi-Campeão Europeu, batendo claramente o Monaco por 3-0, no termo de uma campanha quase perfeita de rigor, organização e competitividade. Já no final do ano, em Dezembro, conquistaria, também pela segunda vez, a Taça Intercontinental, frente ao campeão da América do Sul, o Once Caldas, da Colômbia.

13 a 29.08.04 – A delegação portuguesa aos Jogos Olímpicos de Atenas alcançaria a melhor prestação de sempre, traduzida, não só nas 2 medalhas de prata alcançadas por Francis Obikwelu e Sérgio Paulinho e na medalha de bronze de Rui Silva, mas também no número de posições entre os 8 primeiros classificados.

17 a 28.09.04 – Nos Jogos Paralímpicos, os atletas portugueses, verdadeiros heróis no desporto e na vida, conquistariam um total de 12 medalhas: 2 de ouro, 5 de prata e 5 de bronze.

Râguebi – Portugal sagrar-se-ia, num feito inédito, campeão do Torneio Europeu das Nações, com 9 vitórias em 10 jogos, assumindo assim a 7ª posição no ranking europeu, imediatamente após os participantes no “mítico” torneio das 6 nações (Inglaterra, França, Irlanda, P. Gales, Escócia e Itália).

19.11.04 – Com a aprovação do Parlamento Europeu, Durão Barroso assumia funções como Presidente da Comissão Europeia, sucedendo a Romano Prodi, tornando-se no 11º Presidente da história da instituição.

01.05.04 – A União Europeia concretizava o maior alargamento da sua história, passando de 15 a 25 países membros, com a extensão a leste, do Báltico ao Mediterrâneo: Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Hungria, Chipre e Malta. Passa a abranger um universo de 380 milhões “cidadãos europeus”. A 29 de Novembro, a União Europeia dava mais um importante passo, com a assinatura, em Roma, do Tratado da Constituição Europeia (que unifica e substitui um conjunto de tratados aprovados desde o início do processo de integração europeia, nos anos 50 do século passado), o qual carece ainda de ratificação pelos 25 Estados-membros.

[1958]

4 Janeiro, 2005 at 8:30 am

MEMÓRIA DE 2004 (II)

O ano de 2004 ficou, também a nível nacional, marcado por alguns acontecimentos negativos, de que aqui destaco:

09.06.04 – Morte de Sousa Franco em plena campanha eleitoral, após incidentes na lota de Matosinhos.

Incêndios – Um ano depois, o flagelo dos incêndios voltou a assolar o país, colocando em evidência a inexistência de um plano estratégico de prevenção, a falta de condições dos bombeiros e a ineficácia dos meios de salvamento, não obstante os efeitos terem sido de alguma forma minorados por condições climatéricas não tão adversas como as de 2003.

Crise no Governo – Após a indigitação de Durão Barroso para candidato a Presidente da Comissão Europeia, o Presidente da República nomearia como Primeiro-Ministro Pedro Santana Lopes, vice-presidente do partido. Sem conseguir corresponder nunca ao pressuposto de manutenção da estabilidade política, que fora a justificação da sua nomeação, o Primeiro-Ministro acabaria por ser confrontado, 4 meses depois, com a decisão da dissolução do Parlamento.

Processo “Casa Pia” – Depois de uma aparentemente infindável série de polémicas, teria finalmente início, em Dezembro, o julgamento do processo Casa Pia. As incoerências e inconsistências de toda a fase processual prévia, passando pela aplicação e posterior anulação ou redução das medidas de coacção aplicadas aos arguidos, assim como o atribulado início do julgamento, continuam a fazer recear que não venha a ser possível fazer cabal justiça.

06.10.04 – Demissão de Marcelo Rebelo de Sousa da TVI. Na sequência de uma intervenção do Ministro Rui Gomes da Silva, contestando o perfil da intervenção televisiva semanal de Marcelo Rebelo de Sousa (“sem contraditório”) e de uma reunião com o Presidente da televisão (Miguel Paes do Amaral), o Professor, alegando ter sofrido pressões, considerou que não estavam reunidas as condições para a continuidade do programa.

Foi também o ano em que nos deixaram algumas figuras de destaque na vida portuguesa, desde o genial Carlos Paredes, à grande poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen, mas também de dois homens de televisão que quase víamos como integrando a “nossa família”, Fialho Gouveia e Henrique Mendes; partiram também Jacinto Ramos, Thilo Krassman, António Champallimaud, Maria de Lurdes Pintassilgo e, com um desfecho trágico que emocionou o país, em directo na televisão, a morte no estádio do jovem Miklos Féher.

[1956]

3 Janeiro, 2005 at 12:32 pm

MEMÓRIA DE 2004 (I)

2004 foi um ano que não deixa muitas saudades, tantos os destaques negativos a relembrar, iniciando com os factos de maior relevo a nível internacional:

26.12.04 – Maremoto na Ásia – Na sequência do maior sismo das últimas quatro décadas (atingindo entre 8,9 a 9,0 graus na escala de Richter), com epicentro no mar, próximo da costa oeste da ilha de Sumatra, provocando um número indeterminado de vítimas, cuja contagem provisória se aproxima já das 150 000.

Darfur – Mais de 70 000 mortos e cerca de dois milhões de refugiados são os números decorrentes da tragédia humanitária que afecta o Sudão, já desde o ano de 2003, na sequência de um conflito étnico, que opõe a população árabe à população negra.

11.03.04 – Atentados em Madrid – Um triplo atentado bombista – atribuído à Al-Qaeda – nas estações de comboios de Atocha, El Poco e Santa Eugenia, provocou cerca de 200 mortos.

01.09.04 – Massacre na Escola de Beslan – Um grupo de 30 terroristas tchetchenos tomou de assalto a escola de Beslan, na Ossétia do Norte, resultando na morte de 323 pessoas, cerca de metade das quais crianças, no pior sequestro de sempre na Rússia.

Iraque – Os efeitos da guerra prolongam-se indefinidamente, com constantes atentados de grupos radicais islâmicos, praticamente a cada dia que passa, colocando o país em estado de emergência.

11.11.04 – Com o anúncio oficial da morte do líder da autoridade palestiniana Yasser Arafat, o processo de paz no Médio Oriente continua a parecer um objectivo distante.

Foi também o ano em que partiram algumas figuras marcantes a nível internacional, de aqui recordo: Christopher Reeve (o inesquecível “Super-Homem”), Marlon Brando (o “mais charmoso” e talvez melhor actor de cinema de sempre), Henri Cartier-Bresson, Ray Charles, Serge Reggiani e, bem recentemente, Susan Sontag.

[1955]

3 Janeiro, 2005 at 8:17 am

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