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MANUEL GALRINHO BENTO
Partiu hoje, aos 58 anos, o que considero ter sido o melhor guarda-redes português de sempre (de alguma forma, na linha de um Sepp Maier, para mim, o melhor do mundo)…
Ainda ontem à noite marcara presença nas comemorações do 103º aniversário do Benfica; esta manhã, traído por problemas cardíacos, foi transportado para o Hospital do Barreiro, onde terá chegado já sem vida.
Recordo em particular quatro momentos: um famoso jogo pela selecção nacional, na Escócia, em que realizou talvez uma das suas melhores exibições, assegurando o nulo no marcador; um jogo da Taça dos Campeões Europeus, em Moscovo, entre o Torpedo e o Benfica, com o desempate na marcação de pontapés de grande penalidade, defendendo e marcando o golo da vitória; uma partida em Famalicão, em que, lesionado na cabeça, na sequência de um contacto com os pés de um oponente, teve de levar mais de 20 pontos; finalmente, talvez o seu maior momento de glória – a par do 3º lugar no “EURO 1984” -, no Neckarstadion em Estugarda, no célebre Alemanha-Portugal, que nos conferiu o apuramento para o Campeonato do Mundo de 1986.
Envergou por 63 vezes a camisola da selecção de Portugal; representou o Benfica durante cerca de 20 anos (de 1972 a 1990); foi Campeão nacional por 8 vezes, tendo conquistado 6 Taças de Portugal e sido finalista da Taça UEFA.
Até sempre, Bento!
FÓRMULA 1 PROMOVE AMBIENTE
No começo das provas do Campeonato Mundial de Fórmula 1, os carros participantes ostentavam cores representativas dos respectivos países de origem… até que, no final da década de 60 do século passado, os patrocinadores descobriram que esta era uma excelente forma de divulgação dos seus produtos, passando os monolugares a exibir decorações associadas nomeadamente a marcas de tabaco, bebidas, combustíveis, bancos e telecomunicações.
Agora, numa iniciativa inédita, uma equipa de Fórmula 1 – a Honda – apresentará os seus bólides (que serão pilotados por Rubens Barrichello e e Jenson Button) com as “cores da terra”, visando dar mais visibilidade às questões ambientais, contribuindo para o imprescindível alerta para o perigo que a humanidade enfrenta, devido às alterações climáticas.
Assim, a equipa propõe a visita ao site http://www.myearthdream.com/, por via do qual é possível a oferta de donativos para uma associação ambientalista, em troca do que poderemos ter o nosso nome inscrito nos Fórmula 1 da Honda (cada nome com o tamanho de 1 pixel, servindo para – num total de 600 000 pixels disponíveis por monolugar – formar uma imagem da Terra) que participarão no Campeonato que terá início no próximo dia 18 de Março.
TAÇA UEFA – 1/16 FINAL (ACT.)
Newcastle – Zulte Waregem – 1-0 / 3-1 (4-1)
Parma – Braga – 0-1 / 0-1 (0-2)
Panathinaikos – Lens – 0-0 / 1-3 (1-3)
Blackburn – B. Leverkusen – 0-0 / 2-3 (2-3)
Glasgow Rangers – Hapoel Tel-Aviv – 4-0 / 1-2 (5-2)
Espanyol – Livorno – 2-0 / 2-1 (4-1)
AZ Alkmaar – Fenerbahçe – 2-2 / 3-3 (5-5)
Ajax – Werder Bremen – 3-1 / 0-3 (3-4)
Celta de Vigo – Spartak Moscovo – 2-1 / 1-1 (3-2)
Macabbi Haifa – CSKA Moscovo – 1-0 / 0-0 (1-0)
P. St.-Germain – AEK Atenas – 2-0 / 2-0 (4-0)
D. Bucuresti – Benfica – 1-2 / 0-1 (1-3)
Sevilla – Steaua – 1-0 / 2-0 (3-0)
Nancy – Shakhtar Donetsk – 0-1 / 1-1 (1-2)
Osasuna – Bordeaux – 1-0 (a.p.) / 0-0 (1-0)
Tottenham – Feyenoord – Jogo cancelado, devido à exclusão do Feyenoord, por comportamento incorrecto dos seus adeptos na fase anterior da prova
Contrariamente ao que se receava, o D. Bucuresti não teve uma entrada impetuosa no jogo, parecendo ficar, pacientemente, na expectativa do erro adversário, concedendo mesmo alguma iniciativa ao Benfica que, ainda antes dos 10 minutos, beneficiou de uma ocasião de perigo, que não conseguiu concretizar.
Passados os temidos 20 minutos iniciais, seria então que o Dínamo se “soltaria” e, aos 23 minutos (na sua primeira oportunidade…), numa diagonal a “rasgar” o centro da defesa do Benfica – que ficou paralisada, reclamando um (aparentemente inexistente) fora-de-jogo -, com Munteanu, oportuníssimo na desmarcação, a desviar a bola do alcance de Quim, empatando a eliminatória.
No período imediato, o Benfica pareceu acusar o golo, até que, por volta da meia-hora de jogo, Luisão teria uma oportunidade; todavia, falharia o alvo.
Aos 36 minutos, Simão Sabrosa, na conversão de um livre obrigaria Lobont a intervenção meritória. E, aos 42 minutos, Miccoli a desmarcar-se, mas a chegar atrasado, deixando o guarda-redes adversário anular o perigo.
Para, no minuto seguinte, Lobont ser chamado a mais duas intervenções (a primeira delas, de elevado grau de dificuldade, a estirar-se, “em voo”, para, logo de seguida, ter de “mergulhar” junto ao solo)… e, na sequência (3 oportunidades num minuto!), Anderson – já em plena pequena área, com a baliza à mercê -, a ficar a centímetros da bola e do golo!
Depois da infelicidade a encerrar o primeiro tempo, a felicidade a abrir a segunda parte: o Benfica reentrava com boa atitude, mantendo a pressão que exercera nos últimos minutos antes do intervalo; aos 5 minutos, na sequência de um canto apontado por Simão Sabrosa, Anderson surgiu de rompante, antecipando-se à defesa romena, desviando de cabeça para o golo do empate, parecendo assegurar então uma vantagem decisiva na eliminatória.
Mais confiante e tranquilo, cinco minutos decorridos, o Benfica poderia ter sentenciado o confronto, com Miccoli a rematar forte, ligeiramente ao lado da baliza.
Aos 57 minutos, o Dínamo mostrava estar ainda “vivo”, com Pulhac a imitar Miccoli, desperdiçando ocasião soberana para marcar o segundo golo.
Mais cinco minutos, e o Benfica a não conseguir concretizar nova oportunidade, com Lobont a não se deixar enganar por Simão Sabrosa, que – isolado, “na cara” do guarda-redes – procurava colocar-lhe a bola pelo meio das pernas… Para, no minuto seguinte, novamente com origem de um canto apontado por Simão Sabrosa, à imagem do primeiro golo, Katsouranis a decidir a eliminatória, colocando o Benfica em vantagem também nesta partida.
Daí até final o Benfica manteve o controlo do jogo, com a equipa romena a não demonstrar capacidade para inverter a situação.
Mais uma importante vitória de uma equipa portuguesa, frente a uma equipa da Roménia, nosso adversário directo no ranking da UEFA.
D. Bucuresti – Lobont, Blay, Pulhac, Moti, Radu, Serban (45m – Balace), Margaritescu, Munteanu (58m – Mendy), Cristea (77m – Zé Kalanga), Niculescu e Danciulescu
Benfica – Quim; Nélson, Anderson, Luisão e Léo; Petit, Katsouranis (89m – Beto), Karagounis e Simão Sabrosa; Derlei (86m – Paulo Jorge) e Miccoli (75m – Nuno Gomes)
1-0 – Munteanu – 23m
1-1 – Anderson – 50m
1-2 – Katsouranis – 64m
Cartões amarelos – Moti (22m), Danciulescu (34m)
Árbitro – Nicolai Vollquartz (Dinamarca)
No outro jogo desta eliminatória envolvendo equipas portuguesas, o Braga conseguiu também uma excelente vitória em Parma, repetindo o resultado da 1ª mão, numa óptima estreia de Jorge Costa como treinador principal.
Mantendo a vantagem na eliminatória até ao último minuto (com o nulo a subsistir no marcador) – apesar de jogar em inferioridade numérica no derradeiro quarto de hora da partida, por expulsão de Frechaut, e sujeito a intensa pressão adversária -, seria nesse momento que a equipa bracarense deferiria o golpe final, com um golo de Diego.
Um magnífico resultado de conjunto para Portugal (fazendo o “pleno”, com 4 vitórias em 4 jogos!), a manter em prova dois representantes na próxima eliminatória.
Jogos dos 1/8 Final (a disputar a 8 e a 14/15 de Março)
Newcastle – AZ Alkmaar
Macabbi Haifa – Espanyol
Glasgow Rangers – Osasuna
Braga – Tottenham
Sevilla – Shakhtar Donetsk
Lens – B. Leverkusen
P. St.-Germain – Benfica
Celta de Vigo – Werder Bremen
LIGA DOS CAMPEÕES – 1/8 FINAL – FC PORTO – CHELSEA
Celtic – AC Milan – 0-0
PSV – Arsenal – 1-0
Lille – Manchester United – 0-1
Real Madrid – Bayern – 3-2
Roma – Lyon – 0-0
Barcelona – Liverpool – 1-2
FC Porto – Chelsea – 1-1
Internazionale – Valencia – 2-2
No regresso de José Mourinho (com o Chelsea) ao Estádio do Dragão (onde fora derrotado, a 07.12.2004, por 2-1), o FC Porto começou bem a partida, assumindo a iniciativa.
E, logo aos 11 minutos, na primeira oportunidade do jogo, aproveitando uma fase de algum desnorte do Chelsea – momentaneamente privado de um homem no eixo da defesa (por lesão de John Terry, numa altura em que se preparava a sua substituição) -, Raúl Meireles, numa excelente recarga a um deficiente alívio de Makelele (para a zona central da área), inaugurava o marcador.
Mas duraria pouco a alegria portista; menos de cinco minutos depois, na sequência de um lançamento longo, que Bosingwa aliviou de forma similar ao que Makelele fizera, surgiu o recém-entrado Robben a assistir, com uma rápida tabela, o ucraniano Shevchenko para o golo do empate.
Reagindo bem, o FC Porto rapidamente voltaria a criar perigo (19m), com Lisandro López a surgir na cara do guarda-redes Petr Cech, perfeito a fazer a mancha, evitando o golo da equipa portuguesa.
Mais cinco minutos decorridos, Quaresma teria um momento de fantasia, com um cruzamento de “trivela”, a solicitar a entrada de Lizandro, que não conseguiria contudo antecipar-se a Cech.
Numa animada primeira parte, repleta de cambiantes, no minuto seguinte, também o Chelsea voltaria a criar perigo, com Drogba a cabecear, falhando por pouco o alvo.
Quaresma mostrar-se-ia novamente, por duas vezes, num espaço de cinco minutos (aos 33 e 38 minutos), primeiro com um livre bem detido por Cech, depois com um potente remate embatendo na trave.
Depois de um primeiro tempo de grande intensidade, a segunda parte manteve-se a um ritmo elevado, disputada sob uma chuva inclemente, numa toada de parada e resposta.
Mourinho reequilibraria o meio-campo defensivo, com a saída de Robben e a entrada de um defesa (Obi Mikel – que “aquecia” para substituir Terry, aquando do golo do FC Porto), o que originou um domínio repartido, com Helton – fechando o ângulo da baliza, “obrigando” Drogba a rematar ao poste – a negar a mais soberana oportunidade de golo, iam decorridos 77 minutos.
Um resultado que, deixando em aberto a decisão da eliminatória, implica uma árdua tarefa do FC Porto, obrigado a marcar em Londres.
TAÇA UEFA – 1/16 FINAL – BRAGA – PARMA
Jogos disputados hoje, a contar para os 1/16 Final da Taça UEFA:
Zulte Waregem – Newcastle – 1-3
Braga – Parma – 1-0
Lens – Panathinaikos – 3-1
Spartak Moscovo – Celta de Vigo – 1-1
Steaua -Sevilla – 0-2
Frente a uma atípica equipa do Parma (19º e penúltimo classificado do campeonato italiano, com o segundo pior ataque e a pior defesa da prova), orientada pelo recém-chegado Claudio Ranieiri (que “revolucionou” por completo a equipa, apenas mantendo 3 dos 11 jogadores que tinham iniciado o último jogo do “Calcio”, frente à Roma – o guarda-redes e os dois centrais), o Braga pareceu entrar receoso, adoptando uma estratégia de risco mínimo, dando algum espaço à equipa adversária, que, logo nos primeiros 10 minutos, criaria perigo.
Na segunda parte, o Braga surgiu mais afoito; com o decorrer do tempo de jogo, o Parma começou a apostar na manutenção do empate.
E, tal como sucedera ontem com o Benfica, quando se pensava já que o nulo não seria desfeito, aos 80 minutos, Zé Carlos, numa excelente execução técnica, desviando os adversários do caminho, rematou colocado, sem hipótese de defesa para o guarda-redes da equipa italiana.
Braga (cujo próximo adversário, em caso de garantir o apuramento, será o Tottenham) e Benfica partem para a segunda mão, a disputar na próxima semana, com a vantagem mínima, mas com o factor que poderá vir a revelar-se decisivo, de não terem sofrido golos em casa. Para já, para as contas europeias, duas importantes vitórias para Portugal.
TAÇA UEFA – 1/16 FINAL – BENFICA – D. BUCURESTI
Zulte Waregem – Newcastle – 15/2
Braga – Parma – 15/2
Lens – Panathinaikos – 15/2
B. Leverkusen – Blackburn – 3-2
Hapoel Tel-Aviv – Glasgow Rangers – 2-1
Livorno – Espanyol – 1-2
Fenerbahçe – AZ Alkmaar – 3-3
Werder Bremen – Ajax – 3-0
Spartak Moscovo – Celta de Vigo – 15/2
CSKA Moscovo – Macabbi Haifa – 0-0
AEK Atenas – P. St.-Germain – 0-2
Benfica – D. Bucuresti – 1-0
Steaua -Sevilla – 15/2
Shakhtar Donetsk – Nancy – 1-1
Bordeaux – Osasuna – 0-0
Feyenoord – Tottenham – Jogo cancelado, devido à exclusão do Feyenoord, por comportamento incorrecto dos seus adeptos na fase anterior da prova
No regresso da Taça UEFA às “Quartas-feiras europeias”, o Benfica – transitando da Liga dos Campeões para a segunda prova da UEFA – recebeu, na 1ª mão dos 1/16 Final, a equipa romena do D. Bucuresti.
Com uma toada de jogo lento durante toda a primeira parte, apenas por uma vez – aos 16 minutos, numa boa assistência de Rui Costa para Nuno Gomes, que viu o guarda-redes adversário, com uma excelente intervenção, negar-lhe o golo, desviando a bola para o poste – o Benfica criou efectivo perigo.
Na segunda parte, a equipa portuguesa parecia entrar mais determinada, mas, com o decorrer do tempo de jogo, aparentava ir perdendo confiança, na medida inversa em que os romenos procuravam começar a “subir no terreno”.
Até que, aos 69 minutos – numa fase em que a ansiedade ia aumentando -, o Benfica teve um momento de extrema infelicidade, na transformação de um livre, com Simão Sabrosa a rematar com estrondo à barra e, na sequência, a bola a ressaltar num adversário, sem, caprichosamente, entrar na baliza.
Aos 75 minutos, Niculescu colocaria – pela única vez na partida – o guarda-redes benfiquista à prova.
Quando parecia que o nulo no marcador já não se alteraria, aos 89 minutos, mais uma vez numa excelente assistência de Rui Costa, Simão Sabrosa, já à entrada da pequena área, rematou forte para mais uma defesa apertada de Lobont, surgindo Miccoli, com uma fulgurante recarga – num remate de “raiva” -, desta vez sem hipóteses para o guarda-redes.
Um golo que conferiu ao Benfica uma sofrida vitória, a par de uma preciosa vantagem na eliminatória, que se espera seja suficiente para garantir – na próxima semana, na Roménia – o apuramento para os 1/8 Final da prova, fase em que defrontaria provavelmente o Paris St.-Germain, hoje vitorioso em Atenas por 2-0, frente ao AEK.
Benfica – Quim; Nélson, Anderson, Luisão e Léo; Petit (45m – Miccoli), Katsouranis, Rui Costa (90m – João Coimbra) e Karagounis; Simão Sabrosa e Nuno Gomes (74m – Derlei)
D. Bucuresti – Lobont, Radu, Balace, Moti, Blay, Pulhac (65m – Zé Kalanga) (82m – Serban), Cristea, Margaristescu, Munteanu (79m – Ropotan), Niculescu e Danciulescu
1-0 – Miccoli – 89m
Cartões Amarelos – Petit (33m), Léo (77m); Pulhac (25m), Moti (68m)
Árbitro – Ivan Bebek – Croácia
BRASIL – PORTUGAL

0-2
Helton, Maicon (62m – Tinga), Lúcio, Juan (45m – Luisão), Gilberto, Elano, Edmilson (62m – Daniel Alves), Gilberto Silva, Kaká, Rafael Sóbis (45m – Adriano) e Fred (67m – Diego)
Ricardo; Miguel, Ricardo Carvalho, Jorge Andrade e Marco Caneira (45m – Paulo Ferreira); Petit, Deco (60m – Hugo Viana) e Tiago (67m – João Moutinho); Cristiano Ronaldo (63m – Simão Sabrosa), Quaresma e Hélder Postiga (73m – Nuno Gomes)
Num animado jogo (particular) disputado esta noite em Londres, Portugal, dando sempre boa réplica à selecção brasileira (líder do ranking mundial e até hoje imbatível no “consulado” de Dunga), conseguiria mesmo chegar – com justiça – à vitória (a segunda consecutiva, num total de 5 vitórias, em 17 jogos disputados – face a 10 triunfos do Brasil), materializada primeiro com um excelente golo de Simão Sabrosa, num remate colocado, a cerca de 10 minutos do termo da partida; e, já no último minuto, com um não menos soberbo golo de Ricardo Carvalho, antecipando-se à defesa brasileira.
0-1 – Simão Sabrosa – 81m
0-2 – Ricardo Carvalho – 89m
Cartões Amarelos – Edmilson (32m); Tiago (35m)
Árbitro – Martin Atkinson (Inglaterra)
Emirates Stadium (Arsenal) – Londres
ROGER FEDERER
Surgindo na ribalta do ténis pela primeira vez em 2000, contando então 19 anos, sendo semi-finalista nos Jogos Olímpicos de Sidney (sem contudo alcançar qualquer medalha), o suíço Roger Federer, actual melhor tenista do mundo (nº 1 mundial desde Fevereiro de 2004), soma já 10 triunfos em torneios do Grand Slam, num percurso vitorioso iniciado em Wimbledon em 2003:
2003 – Wimbledon
2004 – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA
2005 – Wimbledon e Open dos EUA (sendo semi-finalista em Roland Garros)
2006 – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA (finalista em Roland Garros)
2007 – Austrália (hoje, num torneio em que não cedeu um único set, proeza que não era repetida desde que o sueco Bjorn Borg vencera em Roland Garros em 1980)
Para além destas 10 vitórias, venceu também, já por 3 vezes (em 2003, 2004 e 2006 – tendo sido finalista em 2005), o “Tennis Masters Cup”; tendo ainda triunfado em 12 torneios “Master Series”; e noutras outras 21 provas do circuito profissional (ATP).
É o único tenista da história a ter conquistado três títulos consecutivos em Wimbledon (onde, aliás, procurará este ano chegar à 5ª vitória) e no Open dos EUA.
Desde 1988 (Mats Wilander) que nenhum tenista conseguia vencer três torneios do Grand Slam no mesmo ano.
Marcando consecutivamente presença em todas as últimas 7 Finais de torneios do Grand Slam – nos últimos 13 torneios, apenas não alcançou, pelo menos, as 1/2 Finais, por uma vez, em Roland Garros, no ano de 2004 –, Roger Federer está também a apenas 3 semanas de bater o record de Jimmy Connors como melhor tenista do mundo durante mais largo período de tempo (160 semanas).
MICHEL PLATINI PRESIDENTE DA UEFA
O antigo futebolista e seleccionador francês Michel Platini (também um dos responsáveis pela organização do Campeonato do Mundo de Futebol em 1998), de 51 anos, foi hoje eleito Presidente da UEFA (União das Associações Europeias de Futebol), apoiado pelas federações de 27 países, contra os 23 que votaram no anterior Presidente, o sueco Lennart Johansson.
Na sequência da eleição, Platini começou por propôr que o sueco fosse designado como Presidente honorário, pelo trabalho desenvolvido no cargo ao longo dos últimos 17 anos (sendo nomeadamente considerado um dos mentores da “Liga dos Campeões”).
Gilberto Madaíl, Presidente da Federação Portuguesa de Futebol foi também eleito para o Comité Executivo da UEFA, organismo máximo desta entidade.
OLIVEIRENSE – PORTOSANTENSE – 63-0
Para além das polémicas do futebol, assim (não) vai o desporto em Portugal: em jogo do campeonato nacional da I Divisão de Hóquei em Patins, a Oliveirense venceu a equipa do Portosantense, por uns históricos 63-0! Um triste record nacional…
Num encontro que constituiu uma péssima propaganda para a modalidade, a equipa madeirense (uma Sociedade Anónima Desportiva!) apresentou-se em rinque – como forma de protesto face à Federação Portuguesa de Patinagem, na sequência de castigos disciplinares a quatro dos seus jogadores (tendo ainda, por outro lado, 3 jogadores lesionados) – com apenas 3 jogadores de campo e dois guarda-redes, sendo que destes intervenientes, 3 eram juniores e 1 juvenil.
A título de enquadramento da “relação de forças” em presença nesta atípica partida, Oliveirense e Portosantense são respectivamente o 4º e 5º classificados do campeonato (entre 14 equipas), tendo, no jogo da primeira volta, disputado no Porto Santo, empatado 3-3.
Para a história ficam outros records: os 14 golos de Didi, 13 de João Pinto e 11 do antigo Campeão Europeu e Mundial (actualmente treinador-jogador da Oliveirense) Tó Neves.



