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EURO-2008 (QUALIF.) – PORTUGAL – BÉLGICA

PortugalBélgica4-0

A equipa portuguesa (privada de Deco, por lesão; e de Simão Sabrosa, a cumprir um jogo de suspensão) entrou em campo com boa atitude, procurando construir jogo ofensivo, com os belgas – desde início… tal como “prometido” – a recorrer com insistência à falta, de alguma forma procurando “intimidar” os mais criativos jogadores portugueses, com destaque para o dinamismo de Quaresma.

Apenas cerca dos 20 minutos de jogo, a Bélgica surgiria, pela primeira vez, com algum perigo, à área da equipa nacional. Entretanto, Portugal continuava a atacar, ao mesmo tempo que, por algumas vezes, ia tentando rematar de longe.

Passada a meia hora de jogo, notava-se alguma dificuldade nas transições ofensivas, com João Moutinho a jogar algo recuado; e, inversamente, Nuno Gomes isolado na frente. Os belgas apenas procuravam manter o nulo no marcador, quando, a finalizar o primeiro tempo, ficou por assinalar uma grande penalidade a favor de Portugal, com Cristiano Ronaldo a ver o cartão amarelo por reclamar.

Logo no início da segunda parte, Portugal criava duas oportunidades de golo, mas não conseguia converter. Mas, apenas com 7 minutos, com João Moutinho a subir no terreno, provocando desequilíbrios, Nuno Gomes não teve dificuldade em empurrar a bola para a baliza, inaugurando o marcador.

Para, logo de seguir, numa excelente iniciativa de Quaresma, o guarda-redes belga a não chegar à bola, surgindo nas costas Cristiano Ronaldo, a cabecear para a baliza deserta, fazendo o 2-0.

Procurando reagir, na Bélgica entrou Sterchele… que, na sua primeira jogada, desperdiçou escandalosamente o golo, completamente isolado e já com Ricardo fora do lance.

Mas o melhor momento da noite estava ainda para chegar! Aos 69 minutos, num lance de magia, Quaresma, descaído sobre o lado direito (ainda fora da área) rematou “de trivela”, em arco, cruzado para o poste mais distante, com a bola a sobrevoar o guarda-redes belga e a anichar-se no fundo da baliza; como primeiro golo na selecção, uma jogada para recordar para sempre!

No duelo “particular” entre Cristiano Ronaldo e Stijnen, o português cirandou à entrada da área, driblando os adversários, rodando o pé sobre a bola, acabando por rematar, com o guarda-redes belga a consentir o quarto golo português.

Stijnen viria ainda, já no último minuto, a negar (por duas vezes!) o que teria sido o quinto golo português…

Portugal dava – dentro do campo – a melhor resposta às polémicas que rodearam este jogo, criadas pelo comportamento dos belgas (primeiro com Stijnen a “ameaçar” Ronaldo, e, à chegada ao aeroporto de Lisboa, com escaramuças com oso jornalistas portugueses). Uma categórica vitória, com uma goleada, relançando as suas hipóteses de apuramento, ao mesmo tempo que praticamente afasta a Bélgica dessa luta.

Já depois do termo do jogo, um gesto bonito: o abraço entre Ronaldo e Stijnen!

Portugal – Ricardo; Miguel, Ricardo Carvalho, Jorge Andrade e Paulo Ferreira; Petit (76m – Fernando Meira), Tiago, Quaresma (70m – Nani), João Moutinho e Cristiano Ronaldo (78m – Hugo Viana); Nuno Gomes

Bélgica – Stijnen, Hoefkens (64m – Sterchele), Clement, Van Buyten, Van der Heyden, Fellaini, Mudingayi, De Man, Defour, Martens (56m – Chatelle) e Mbo Mpenza (80m – Van Damme)

1-0 – Nuno Gomes – 52m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 55m
3-0 – Quaresma – 69m
4-0 – Cristiano Ronaldo – 75m

Cartões amarelos – Cristiano Ronaldo (45m); Hoefkens (15m), De Man (38m), Fellaini (58m), Van Damme (88m)

Árbitro – Kyros Vassaras (Grécia)

Na jornada de hoje da Fase de Qualificação para o “EURO 2008”, destaque para a grande surpresa da derrota da Sérvia no Cazaquistão (a primeira vitória de sempre desta selecção em jogos do Campeonato Europeu), e para a “humilhante” goleada sofrida pela Grécia, em casa, frente ao seu grande rival, Turquia (1-4) – numa partida em que os gregos começaram por ganhar vantagem, logo aos 5 minutos; a Alemanha conseguiu uma excelente vitória (2-1) na R. Checa; a Inglaterra não conseguiu desfazer o nulo em Israel; a Noruega foi derrotada em casa (1-2) pela Bósnia-Herzegovina; noutro jogo entre equipas candidatas ao apuramento, a Roménia conseguiu empatar a zero na Holanda.


GRUPO A             Jg  V  E  D   G   Pt
1º Polónia      Polónia   6  4  1  1 11-5  13
2º Finlândia    Finlândia   5  3  2  -  7-2  11
3º Portugal     Portugal   5  3  1  1 12-3  10
4º Sérvia       Sérvia   5  3  1  1  7-3  10
5º Bélgica      Bélgica   6  2  1  3  4-6   7
6º Cazaquistão   Cazaquistão   6  1  2  3  3-8   5
7º Arménia      Arménia   4  -  1  3  0-5   1
8º Azerbaijão   Azerbaijão   5  -  1  4  1-13  1

6ª jornada
24.03.07 – Polónia – Azerbaijão – 5-0
24.03.07 – Cazaquistão – Sérvia – 2-1
24.03.07 – Portugal – Bélgica – 4-0

(mais…)

24 Março, 2007 at 10:54 pm Deixe um comentário

PORTUGAL NO MUNDIAL DE RÂGUEBI

A selecção portuguesa de râguebi conseguiu alcançar hoje uma proeza histórica (o maior feito em 103 anos da modalidade em Portugal), ao garantir o apuramento para a Fase Final do Campeonato do Mundo de Râguebi, a disputar em França (e, também, numa iniciativa inédita, numa cidade da Escócia, Edimburgo, e noutra do País de Gales, Cardiff) de 7 de Setembro a 20 de Outubro.

Para conseguir ser a primeira selecção amadora a garantir a presença no Mundial, a equipa portuguesa teve de eliminar – no último jogo de apuramento – a selecção do Uruguai. Depois da vitória na 1ª mão por 12-5, hoje, em Montevideu, Portugal chegou a estar a perder por 0-6; chegou depois ao empate a 6-6; o Uruguai, com um ensaio passou o resultado para 11-6; a que Portugal respondeu da melhor forma, chegando aos 11-12. A cerca de 15 minutos do termo da partida, novo ensaio do Uruguai colocava o marcador (final) em 18-12… e Portugal com apenas 1 ponto de vantagem na eliminatória!

Portugal junta-se a Inglaterra (actual Campeã do Mundo), França, Escócia, Irlanda, País de Gales, Itália, Roménia e Geórgia (9 representantes europeus); Austrália, Nova Zelândia, I. Fiji, Samoa e Tonga (5 selecções da região da Oceânia); África do Sul e Namíbia (de África); EUA e Canadá (da América do Norte); Argentina (da América do Sul); e Japão (representante da Ásia), no lote de 20 países finalistas, os quais serão agrupados da seguinte forma:

Grupo A – Inglaterra, África do Sul, Samoa, EUA e Tonga

Grupo B – Austrália, P. Gales, I. Fiji, Canadá e Japão

Grupo C – N. Zelândia, Escócia, Itália, Roménia e Portugal

Grupo D – França, Irlanda, Argentina, Geórgia e Namíbia.

Apenas os dois primeiros de cada grupo serão apurados para os 1/4 Final da prova.

Portugal começará por defrontar (a 9 de Setembro, em St. Etiénne) a Escócia; a 15 jogará com a N. Zelândia (em Lyon); a 19 defrontará, em Paris, a Itália; finalizando a fase de grupos, a 25 de Setembro, em Toulouse, frente à Roménia.

Considerado o terceiro evento desportivo mundial (após os Jogos Olímpicos e o Campeonato Mundial de Futebol), o Mundial de Râguebi deverá ser visto por 2,4 milhões de espectadores (nos Estádios), com uma audiência estimada de cerca de 4 biliões, por via de 250 canais de televisão em todo o mundo.

24 Março, 2007 at 8:25 pm Deixe um comentário

ZERZENAY TADESSE

Atleta da Eritreia, virtualmente desconhecido (4º classificado no ano passado), entra na história ao encerrar o “reinado” do etíope Kenenisa Bekele nos Campeonatos do Mundo de Cross; depois de 10 títulos consecutivos de Campeão do Mundo nos últimos 5 anos (nas provas curta e longa), Bekele desistiu na prova hoje disputada no Quénia, quando seguia em 2º lugar, a cerca de 1 km da meta (quando os dois atletas seguiam já isolados na frente da corrida).

Zerzenay Tadesse sagrou-se assim como novo Campeão do Mundo, com uma categórica vitória (em que, depois de ter ficado para trás, teve forças para recuperar o atraso para Bekele e ultrapassá-lo), numa prova em que o melhor português foi Paulo Guerra (3º, 4º e 6º classificado em edições anteriores, no seu período “áureo”, em que se sagrara também Campeão Europeu), desta vez em 49º lugar (ainda assim, o 5º melhor atleta europeu).

Por equipas, Portugal concluiu a competição em 10º lugar – 2ª melhor da Europa (numa prova em que países como a Espanha e a França não conseguiram terminar com o número mínimo de atletas… tal como a grande desilusão Etiópia, com 5 desistências entre os seus 9 participantes, com o seu melhor atleta a terminar apenas em 14º). Numa prova dominada – como habitualmente – pelos africanos, o Quénia, a “correr em casa” arrasou a concorrência, com os 6 atletas que contavam para a classificação a terminarem nos 8 primeiros lugares (só deixou escapar o 7º lugar… e o título individual, para Zerzenay Tadesse!); seguiram-se as selecções de Marrocos, Uganda, Eritreia, Qatar, Tanzânia, Ruanda, Grã-Bretanha, Austrália, Portugal, EUA, Japão e Brasil.

No sector feminino, a holandesa (de origem queniana) Lornah Kiplagat conquistou o título (bisando o já anteriormente obtido, em 2005), com a campeã nacional Jessica Augusta a ser a melhor portuguesa, em 12º lugar (melhor atleta de origem europeia). Por equipas, a Etiópia “salvou” a sua honra, assegurando o título mundial, à frente de Quénia e Marrocos.

24 Março, 2007 at 6:26 pm Deixe um comentário

SORTEIO DAS PROVAS EUROPEIAS – 1/4 FINAL

O sorteio dos 1/4 Final da Taça UEFA, hoje realizado em Glasgow (cidade na qual será realizada a Final da prova, no próximo dia 16 de Maio), ditou os seguintes confrontos, a disputar a 5 e 12 de Abril:

AZ Alkmaar – Werder Bremen
Bayer Leverkusen – Osasuna
Sevilla – Tottenham
Espanyol – Benfica

Nas 1/2 Finais, o vencedor do confronto Espanyol-Benfica defrontará o vencedor da eliminatória entre Az Alkmaar e Werder Bremen; por seu lado, a equipa que vencer a eliminatória entre Bayer Leverkusen e Osasuna irá jogar com o vencedor do Sevilla-Tottenham.


Fora já realizado, na passada semana, o sorteio dos 1/4 Final da Liga dos Campeões Europeus (cuja Final será disputada a 23 de Maio, em Atenas):

03.04.07 – AC Milan – Bayern
03.04.07 – PSV – Liverpool
04.04.07 – Roma – Manchester United
04.04.07 – Chelsea – Valencia

Nas 1/2 Finais, o vencedor da eliminatória entre AC Milan e Bayern defrontará o vencedor do confronto entre Roma e Manchester United; por seu lado, a equipa vitoriosa do PSV – Liverpool jogará com o vencedor da eliminatória entre Chelsea e Valencia.

16 Março, 2007 at 12:25 pm Deixe um comentário

TAÇA UEFA – 1/8 FINAL (ACT.)

AZ Alkmaar – Newcastle – 2-0 / 2-4 (4-4)
Espanyol – Macabbi Haifa – 4-0 / 0-0 (4-0)
Osasuna – Glasgow Rangers – 1-0 / 1-1 (2-1)
Tottenham – Braga – 3-2 / 3-2 (6-4)
Shakhtar Donetsk – Sevilla – 2-3 (a.p.) / 2-2 (4-5)
B. Leverkusen – Lens – 3-0 / 1-2 (4-2)
Benfica – P. St.-Germain – 3-1 / 1-2 (4-3)
Werder Bremen – Celta de Vigo – 2-0 / 1-0 (3-0)


BenficaParis St.-Germain

No jogo da 2ª mão, com um Estádio da Luz repleto, o Benfica entrou decidido a resolver cedo a eliminatória. Com uma toada ofensiva que quase “sufocou” a equipa francesa, rapidamente chegaria ao golo, por intermédio de Simão Sabrosa, colocando-se novamente em vantagem no conjunto das duas mãos.

As coisas pareciam fáceis, quando – logo aos 26 minutos – o Benfica, numa excelente execução de Petit (a fazer um “chapéu” a Landreau), ampliava a vantagem para 2-0.

Como que deslumbrado com as facilidades – num momento de desconcentração da equipa do Benfica -, Pauleta, com instinto goleador, antecipou-se à defesa benfiquista, cabeceando para o fundo da baliza, com Moretto a deixar passar a bola sob o corpo. A eliminatória voltava a estar igualada.

E, de imediato, nos minutos seguintes, pairou a “sombra” dos últimos 10 minutos da primeira parte em Paris, com o Benfica a passar mais uma vez por apuros, particularmente quando Pauleta rematou novamente com perigo, desta feita com Moretto a evitar o golo.

Na segunda parte, a sensação foi a de que a equipa francesa foi procurando “adormecer” o jogo, o que ia conseguindo; praticamente até ao quarto de hora final, o Benfica não criaria grandes oportunidades de perigo.

Nos minutos finais, o Benfica procurou decidir a eliminatória no tempo regulamentar, mas parecia que não viria a ser feliz… até que, a 3 minutos do final da partida, Mulumbu derrubou Léo na grande-área. Na conversão da grande penalidade, Simão Sabrosa, com frieza e segurança, marcava pela terceira vez ao Paris St.-Germain, apurando o Benfica para os 1/4 Final da Taça UEFA.

Prova em que subsistem também 3 equipas espanholas (o detentor do troféu, Sevilla – hoje salvo da eliminação com um golo do seu guarda-redes, na sequência de um pontapé de canto, na última jogada do tempo regulamentar, aos 94 minutos! -, Espanyol e Osasuna); 2 alemãs (Bayer Leverkusen e Werder Bremen); uma inglesa (Tottenham); e uma holandesa (Az Alkmaar).

Benfica – Moretto; Nélson, David Luiz, Anderson, Léo; Petit, Katsouranis, Karagounis (45m – João Coimbra), Simão Sabrosa; Nuno Gomes (90m – Paulo Jorge) e Miccoli (77m – Derlei)

Paris St.-Germain – Landreau, Mabiala (75m – Mendy), Rozehnal, Traoré, Drame, Mulumbu, Diané, Gallardo (70m – Kalou), Rothen, Pauleta e Luyindula (70m – Ngog)

1-0 – Simão Sabrosa – 12m
2-0 – Petit – 27m
2-1 – Pauleta – 32m
3-1 – Simão Sabrosa – 89m

Cartões amarelos – Katsouranis (22m) e Nuno Gomes (90m); Mulumbu (2m), Rothen (61m) e Traoré (90m)

Cartão vermelho – Mulumbu (88m)

Árbitro – Florian Meyer (Alemanha)


Depois da derrota em casa, o Braga partia para a 2ª mão, disputada hoje em Londres, sem grandes expectativas, para além de procurar dignificar o nome do clube e do país que representa. O próprio treinador – Jorge Costa – havia dado o mote, referindo que pretendia evitar que a sua equipa sofresse uma “humilhação”…

E, desde início, o Tottenham, exercendo intensa pressão, empurrou o Braga para o seu meio-campo defensivo, criando jogadas de relativo perigo.

Conseguindo resistir e passar incólume aos primeiros 20 minutos de ofensiva inglesa, o Braga acabaria por – na sequência de um lance de “bola parada”, com um cruzamento tenso para a área – beneficiar de um auto-golo de um adversário, desviando involuntariamente a bola para a sua baliza.

Estavam decorridos 24 minutos e, surpreendentemente, o Braga voltava a “reentrar” na discussão da eliminatória (tal como sucedera já no Minho)… mas, por pouco tempo, pois passados menos de cinco minutos, Berbatov empataria o jogo.

Voltando a “carregar no acelerador”, continuando a atacar com intensidade, o Tottenham chegaria, com naturalidade – ainda antes do intervalo – ao segundo golo, com Berbatov a bisar.

Na segunda parte, o ritmo foi mais moderado, permitindo ao Braga respirar melhor, não obstante sem criar claras ocasiões de golo.

Até que, à passagem dos 60 minutos, na conversão de um livre directo, superiormente apontado por Andrade, com um potente remate, o Braga empatava o jogo… e regressava (uma vez mais) à discussão da eliminatória!

Nos minutos imediatos, empolgada pelo golo e acreditando em si própria, a equipa do Braga partiu decididamente à procura do golo que (pelo menos…) forçaria o prolongamento.

Porém, aos 75 minutos, terminava o sonho bracarense; Malbranque (que já marcara na 1ª mão), sentenciava – desta vez, definitivamente… – a eliminatória. Repetia-se o resultado do primeiro jogo. O Braga concluía, com dignidade, a sua participação na Taça UEFA desta época.

15 Março, 2007 at 10:55 pm Deixe um comentário

TAÇA UEFA – 1/8 FINAL

AZ Alkmaar – Newcastle – 15/3 / 2-4 (2-4)
Espanyol – Macabbi Haifa – 15/3 / 0-0 (0-0)
Osasuna – Glasgow Rangers – 1-0 / 1-1 (2-1)
Tottenham – Braga – 3-2 / 3-2 (6-4)
Shakhtar Donetsk – Sevilla – 15/3 / 2-2 (2-2)
B. Leverkusen – Lens – 3-0 / 1-2 (4-2)
Benfica – P. St.-Germain – 15/3 / 1-2 (1-2)
Werder Bremen – Celta de Vigo – 2-0 / 1-0 (3-0)


Depois da derrota em casa, o Braga partia para a 2ª mão, disputada hoje em Londres, sem grandes expectativas, para além de procurar dignificar o nome do clube e do país que representa. O próprio treinador – Jorge Costa – havia dado o mote, referindo que pretendia evitar que a sua equipa sofresse uma “humilhação”…

E, desde início, o Tottenham, exercendo intensa pressão, empurrou o Braga para o seu meio-campo defensivo, criando jogadas de relativo perigo.

Conseguindo resistir e passar incólume aos primeiros 20 minutos de ofensiva inglesa, o Braga acabaria por – na sequência de um lance de “bola parada”, com um cruzamento tenso para a área – beneficiar de um auto-golo de um adversário, desviando involuntariamente a bola para a sua baliza.

Estavam decorridos 24 minutos e, surpreendentemente, o Braga voltava a “reentrar” na discussão da eliminatória (tal como sucedera já no Minho)… mas, por pouco tempo, pois passados menos de cinco minutos, Berbatov empataria o jogo.

Voltando a “carregar no acelerador”, continuando a atacar com intensidade, o Tottenham chegaria, com naturalidade – ainda antes do intervalo – ao segundo golo, com Berbatov a bisar.

Na segunda parte, o ritmo foi mais moderado, permitindo ao Braga respirar melhor, não obstante sem criar claras ocasiões de golo.

Até que, à passagem dos 60 minutos, na conversão de um livre directo, superiormente apontado por Andrade, com um potente remate, o Braga empatava o jogo… e regressava (uma vez mais) à discussão da eliminatória!

Nos minutos imediatos, empolgada pelo golo e acreditando em si própria, a equipa do Braga partiu decididamente à procura do golo que (pelo menos…) forçaria o prolongamento.

Porém, aos 75 minutos, terminava o sonho bracarense; Malbranque (que já marcara na 1ª mão), sentenciava – desta vez, definitivamente… – a eliminatória. Repetia-se o resultado do primeiro jogo. O Braga concluía, com dignidade, a sua participação na Taça UEFA desta época.

14 Março, 2007 at 10:07 pm Deixe um comentário

TAÇA UEFA – 1/8 FINAL


Newcastle – AZ Alkmaar – 4-2

Macabbi Haifa – Espanyol – 0-0

Glasgow Rangers – Osasuna – 1-1

Braga – Tottenham – 2-3

Sevilla – Shakhtar Donetsk – 2-2

Lens – B. Leverkusen – 2-1

P. St.-Germain – Benfica – 2-1

Celta de Vigo – Werder Bremen – 0-1


Paris St.-GermainBenfica

Num Parques dos Príncipes colorido de vermelho, com dezenas de milhar de adeptos benfiquistas (estimam-se em mais de 20 000, num total de cerca de 37 000 espectadores), o Benfica disputou hoje a 1ª mão dos 1/8 Final com uma equipa do Paris St.-Germain, que ocupa o 18º e antepenúltimo lugar do Campeonato francês, portanto actualmente em zona de despromoção.

Privado de Katsouranis (ausente pela primeira vez nesta época, por indisposição), Fernando Santos concedeu a titularidade ao jovem João Coimbra, tendo, por outro lado, optado de início por Derlei, em detrimento de Nuno Gomes.

Entrando no jogo com boa disposição, a equipa francesa criaria a primeira ocasião de perigo aos 7 minutos, na sequência de um pontapé de canto, com alguma confusão na área benfiquista. Mas, logo no minuto seguinte, o Benfica beneficiava de uma soberana oportunidade de golo, com Derlei desmarcado na cara do guarda-redes francês, a deixar-se antecipar, no “último segundo”, por Sakho, que lhe tirou autenticamente o “pão da boca”.

…E, de imediato, na jogada subsequente, Nélson a percorrer todo o flanco direito, até à linha de fundo e a conseguir realizar (mais) um cruzamento perfeito, para a cabeça de Simão Sabrosa, que não desperdiçou, marcando o primeiro golo, colocando o Benfica em vantagem, colocando o Parque dos Príncipes “ao rubro”.

Com o jogo bastante disputado, o Benfica disporia de nova oportunidade à passagem dos 23 minutos… que não seria aproveitada.

Por volta da meia-hora, o Benfica continuava a “mandar no jogo”, trocando a bola, com a equipa francesa, passivamente, na expectativa, “a assistir”.

Até que, em mais uma contrariedade, Luisão – após um desarme em esforço sobre Rothen – ressentia-se da lesão que o tem importunado e pedia, de imediato, a substituição, entrando David Luiz. Na sequência do livre, Quim seria obrigado a uma vistosa intervenção, desviando a bola por cima da baliza… para, na sequência do canto, ter de se aplicar novamente.

Pouco depois, com David Luiz ainda a procurar integrar-se no eixo da defesa, Pauleta, num cruzamento-remate em arco (que nem David Luiz, nem o atacante parisiense conseguiram desviar), introduzia a bola na baliza de Quim, empatando o jogo.

Com uma defesa que passara a um estado periclitante, como que “tremendo” perante as ofensivas francesas, Kalou entrou na área em “slalom”, driblando 3 adversários (à espera da falta para a grande penalidade), até que se decidiu por assistir Frau; estava feito o segundo golo e concretizada a reviravolta no marcador… em 4 minutos.

O Benfica desesperava pela chegada do intervalo, com Rothen, em cima da hora, a criar novamente perigo para a baliza benfiquista.

Parecendo psicologicamente estabilizado, o Benfica entraria bastante bem na segunda parte, com duas ou três jogadas ofensivas, levando perigo à área francesa, numa delas – aos 53 minutos – com Mendy a salvar sobre a linha de golo, uma bola cabeceada por David Luiz.

Porém, a partir dos 55 minutos, o Paris St.-Germain retomaria o controlo do jogo, com Pauleta, aos 57 minutos, a tentar, num remate com efeito, em arco, trair Quim, mas a bola a sair ao lado. Para, aos 60 minutos, num rápido contra-ataque, Miccoli surgir isolado pelo lado esquerdo, rematando cruzado, com Landreau batido, mas a bola a passar a centímetros do poste! O Benfica desperdiçava uma excelente oportunidade para empatar a partida…

E, novamente, aos 64 minutos, num ressalto na sequência de um pontapé de canto, Miccoli, em excelente posição, no centro da área, enquadrado com a baliza,  a rematar de primeira… bastante por alto.

Mais uma contrariedade sucederia ao Benfica pouco depois, com a lesão de João Coimbra, a ser substituído por Beto, vendo-se obrigado a esgotar as substituições a 20 minutos do final da partida.

20 minutos que não registariam particulares eventos a assinalar, com um jogo bastante partido, com faltas sucessivas, quebrando o ritmo, sendo a equipa francesa a ter ainda, em cima dos 90 minutos, uma ocasião de perigo, com um livre frontal, a embater na barreira defensiva do Benfica.

Em conclusão, 5 minutos de “desnorte” e alguma infelicidade (desde lesões às oportunidades desperdiçadas) acabaram por resultar – num encontro em que a equipa portuguesa registou 65 % de tempo de “posse de bola”! – numa derrota perfeitamente escusada e evitável… que obriga o Benfica a vencer na 2ª mão, no Estádio da Luz, na próxima semana.

Paris St.-Germain – Landreau, Rozehnal, Mendy, Sakho, Armand (79m – Drame), Cissé, Chantôme, Rothen (61 m – Gallardo), Frau, Kalou e Pauleta (73m – Luyindula)

Benfica – Quim; Nélson, Anderson, Luisão (32m – David Luiz) e Léo; Petit, João Coimbra (71m – Beto), Karagounis, Derlei (68m – Nuno Gomes) e Simão Sabrosa; Miccoli

0-1 – Simão Sabrosa – 9m
1-1 – Pauleta – 35m
2-1 – Frau – 39m

Cartões Amarelos – Rothen (46m), Kalou (80m); Karagounis (6m), Derlei (55m)

Árbitro – Graham Poll (Inglaterra)


O Braga recebeu o Tottenham (no reeditar de uma eliminatória de há muitos anos atrás – 1984-85 -, em que a equipa minhota havia sido “cilindrada” com um resultado agregado de 0-9 – derrotas por 0-3 em Braga… 0-6 em Londres).

Neste reencontro, a equipa bracarense, parecendo surgir receosa do poderio do Tottenham, não revelou a desinibição necessária para se “soltar” no jogo, e assumir a iniciativa da partida; ao invés, concedendo essa iniciativa à equipa inglesa, caberiam aos londrinos as melhores oportunidades da primeira parte, sendo o nulo registado ao intervalo lisonjeiro para o Braga.

A equipa portuguesa, parecendo entrar melhor na segunda parte, teria, apenas aos 49 minutos, a primeira ocasião de perigo a seu favor. Mas a toada de jogo não se alteraria substancialmente, com o Tottenham a continuar a dominar… e o golo – que havia sido até então evitado – a chegar aos 57 minutos, por Robbie Keane. Estava quebrada a resistência bracarense.

Mais um quarto de hora decorrido – sem que o Braga conseguisse esboçar uma reacção – e, aos 72 minutos, com o segundo golo do Tottenham, por intermédio de Malbranque, o desfecho da eliminatória parecia já definido. No espírito dos bracarenses, não poderá ter deixado de surgir a recordação da eliminatória de 1984-85.

Até que, aos 75 minutos, na sequência de uma grande penalidade – que fez pairar algumas dúvidas – o Braga conseguia, pelo menos, um “golo de honra”, por Paulo Jorge.

E – sem que nada do que apresentara até então o fizesse esperar – aos 81 minutos, o Braga chega mesmo ao empate: Zé Carlos conseguia, num excelente desvio de cabeça, fazer o 2-2!

Mais, a partir daí, foi um Braga completamente “transfigurado” – aproveitando o facto de o Tottenham parecer “atordoado” com os dois golos inesperadamente sofridos – a procurar o golo da vitória, criando mesmo algumas ocasiões de perigo.

Já no termo do período de descontos, o Braga acabaria por sofrer a punição de um terceiro golo – novamente por Robbie Keane -, repondo a situação de vitória do Tottenham, de alguma forma traduzindo o que se passou na generalidade do encontro.

8 Março, 2007 at 11:28 pm Deixe um comentário

LIGA DOS CAMPEÕES – 1/8 FINAL (ACT.)

AC Milan – Celtic – 1-0 (a.p.) / 0-0 (1-0)
Arsenal – PSV – 1-1 / 0-1 (1-2)
Manchester United – Lille – 1-0 / 1-0 (2-0)
Bayern
 – Real Madrid – 2-1 / 2-3 (4-4)
Lyon – Roma – 0-2 / 0-0 (0-2)
Liverpool – Barcelona – 0-1 / 2-1 (2-2)
Chelsea – FC Porto – 2-1 / 1-1 (3-2)
Valencia – Internazionale – 0-0 / 2-2 (2-2)


Nos jogos de hoje, mais 4 clubes apurados / mais 4 clubes eliminados; a competição “afunila” a caminho da final de Atenas.

E se, ontem, haviam já ficado pelo caminho três das equipas teoricamente favoritas nesta eliminatória (Barcelona, Inter e Lyon), hoje foi a vez de Real Madrid e Arsenal (impossibilitando o “pleno” das equipas inglesas), com o AC Milan a ser obrigado a um prolongamento frente ao Celtic. Para já – tal como ontem o Chelsea -, apenas o Manchester United confirmou o favoritismo… a que se juntaria mais tarde o Milan.

Manchester United, Liverpool e Chelsea (um fortíssimo contingente inglês), AC Milan e Roma (dois representantes italianos), PSV, Bayern e Valencia são agora os candidatos à conquista do ceptro máximo do futebol europeu.


Reeditando um antigo duelo entre José Mourinho e Jesualdo Ferreira, o Chelsea recebeu hoje em Londres o FC Porto, numa partida decisiva para definir o apuramento para os 1/4 Final da Liga dos Campeões.

Entrando em vantagem (a que resultava do empate a um no Estádio do Dragão), a equipa inglesa pareceu começar o jogo – de forma pragmática – tacticamente na expectativa, concedendo espaços ao FC Porto… que aproveitou: logo aos 14 minutos, Lucho Gonzalez desmarcou Quaresma, que se isolou, não dando hipóteses ao guarda-redes Petr Cech. 

O FC Porto passava (novamente) para a frente da eliminatória e colocava o Chelsea sob pressão.

Até à meia-hora de jogo, o FC Porto, personalizado, continuou a ser atrevido, a jogar o “jogo pelo jogo”. No quarto de hora final da primeira parte, a equipa portuguesa começou a ter mais cautelas e, em contrapartida, o Chelsea tornou-se mais ofensivo.

Ainda assim – com o FC Porto a conseguir segurar a vantagem até final do primeiro tempo – ao intervalo, notavam-se sinais de apreensão nos rostos dos responsáveis do Chelsea, com os adeptos também notoriamente insatisfeitos… até por que, um eventual segundo golo do FC Porto, obrigaria o Chelsea a ter de marcar 3!

Mas, as coisas rapidamente tomariam um rumo diferente; logo no segundo minuto da etapa complementar da partida, num remate forte de Robben, Helton – algo desatento – deixando a bola bater no terreno à sua frente, seria traído, sendo mal batido. Estava reposta a igualdade no jogo… e na eliminatória.

A partir daí o Chelsea exerceu mais pressão, com maior intensidade física, com um futebol “directo”, colocando – nos minutos imediatos – o FC Porto em apuros. Parecia estar eminente – no decorrer do primeiro quarto de hora – novo golo da equipa inglesa.

Gradualmente, o FC Porto foi-se reposicionando, procurando reequilibrar a tendência do jogo.

Já com 73 minutos, o FC Porto passaria por novo sobressalto, com Helton a defender mal, a bola a ressaltar e Drogba a rematar contra o corpo de um jogador portista, a evitar o golo.

…Era o aviso do que aconteceria 5 minutos depois: numa triangulação perfeita, de cabeça, entre Drogba e Shevchenko, a bola chegaria a Ballack (com todos estes jogadores do Chelsea sem a marcação adequada) que, em pleno centro da área, não teve dificuldade em bater Helton, concretizando a “reviravolta” no marcador e colocando o Chelsea – agora, de modo efectivo – novamente em vantagem na eliminatória.

Que se viria a revelar definitiva, dado que o FC Porto não conseguiria criar oportunidades de perigo para marcar novo golo, que lhe conferiria o apuramento.

O Chelsea (e José Mourinho) seguem em frente, para os 1/4 Final, juntamente com o Liverpool, a Roma e o Valencia. 

O FC Porto fica pelo caminho, ao mesmo tempo que o Barcelona (o Campeão Europeu em título foi ganhar a Liverpool – Campeão de há 2 anos -, mas os ingleses vencem a eliminatória, graças ao triunfo em Camp Nou); e também, outros dois grandes da Europa, o Inter de Milan e o Lyon (uma vez mais a não conseguir demonstrar o seu efectivo poderio).

7 Março, 2007 at 9:43 pm Deixe um comentário

LIGA DOS CAMPEÕES – 1/8 FINAL – CHELSEA – FC PORTO

AC Milan – Celtic – 7/3 / 0-0 (0-0)
Arsenal – PSV – 7/3 / 0-1 (0-1)
Manchester United – Lille – 7/3 / 1-0 (1-0)
Bayern – Real Madrid – 7/3 / 2-3 (2-3)
Lyon – Roma – 0-2 / 0-0 (0-2)
Liverpool – Barcelona – 0-1 / 2-1 (2-2)
Chelsea – FC Porto – 2-1 / 1-1 (3-2)
Valencia – Internazionale – 0-0 / 2-2 (2-2)

Reeditando um antigo duelo entre José Mourinho e Jesualdo Ferreira, o Chelsea recebeu hoje em Londres o FC Porto, numa partida decisiva para definir o apuramento para os 1/4 Final da Liga dos Campeões.

Entrando em vantagem (a que resultava do empate a um no Estádio do Dragão), a equipa inglesa pareceu começar o jogo – de forma pragmática – tacticamente na expectativa, concedendo espaços ao FC Porto… que aproveitou: logo aos 14 minutos, Lucho Gonzalez desmarcou Quaresma, que se isolou, não dando hipóteses ao guarda-redes Petr Cech. 

O FC Porto passava (novamente) para a frente da eliminatória e colocava o Chelsea sob pressão.

Até à meia-hora de jogo, o FC Porto, personalizado, continuou a ser atrevido, a jogar o “jogo pelo jogo”. No quarto de hora final da primeira parte, a equipa portuguesa começou a ter mais cautelas e, em contrapartida, o Chelsea tornou-se mais ofensivo.

Ainda assim – com o FC Porto a conseguir segurar a vantagem até final do primeiro tempo – ao intervalo, notavam-se sinais de apreensão nos rostos dos responsáveis do Chelsea, com os adeptos também notoriamente insatisfeitos… até por que, um eventual segundo golo do FC Porto, obrigaria o Chelsea a ter de marcar 3!

Mas, as coisas rapidamente tomariam um rumo diferente; logo no segundo minuto da etapa complementar da partida, num remate forte de Robben, Helton – algo desatento – deixando a bola bater no terreno à sua frente, seria traído, sendo mal batido. Estava reposta a igualdade no jogo… e na eliminatória.

A partir daí o Chelsea exerceu mais pressão, com maior intensidade física, com um futebol “directo”, colocando – nos minutos imediatos – o FC Porto em apuros. Parecia estar eminente – no decorrer do primeiro quarto de hora – novo golo da equipa inglesa.

Gradualmente, o FC Porto foi-se reposicionando, procurando reequilibrar a tendência do jogo.

Já com 73 minutos, o FC Porto passaria por novo sobressalto, com Helton a defender mal, a bola a ressaltar e Drogba a rematar contra o corpo de um jogador portista, a evitar o golo.

…Era o aviso do que aconteceria 5 minutos depois: numa triangulação perfeita, de cabeça, entre Drogba e Shevchenko, a bola chegaria a Ballack (com todos estes jogadores do Chelsea sem a marcação adequada) que, em pleno centro da área, não teve dificuldade em bater Helton, concretizando a “reviravolta” no marcador e colocando o Chelsea – agora, de modo efectivo – novamente em vantagem na eliminatória.

Que se viria a revelar definitiva, dado que o FC Porto não conseguiria criar oportunidades de perigo para marcar novo golo, que lhe conferiria o apuramento.

O Chelsea (e José Mourinho) seguem em frente, para os 1/4 Final, juntamente com o Liverpool, a Roma e o Valencia. 

O FC Porto fica pelo caminho, ao mesmo tempo que o Barcelona (o Campeão Europeu em título foi ganhar a Liverpool – Campeão de há 2 anos -, mas os ingleses vencem a eliminatória, graças ao triunfo em Camp Nou); e também, outros dois grandes da Europa, o Inter de Milan e o Lyon (uma vez mais a não conseguir demonstrar o seu efectivo poderio).

6 Março, 2007 at 9:32 pm 2 comentários

NAIDE GOMES – BI-CAMPEàEUROPEIA

A atleta Naide Gomes revalidou hoje o título de Campeã Europeia de Salto em Comprimento, nos Campeonatos da Europa de Atletismo em Pista Coberta, que se disputam em Birmingham, estabelecendo um novo record nacional, com 6,89m (que corresponde também à melhor marca mundial do ano). Para se avaliar da superioridade da portuguesa, o seu pior salto no concurso de hoje seria o suficiente para garantir a medalha de ouro!

Naide já se havia sagrado Campeã da Europa há precisamente dois anos, em Madrid, então com a marca de 6,70m.

3 Março, 2007 at 6:52 pm 6 comentários

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