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TAÇA UEFA – 1/4 FINAL

Werder Bremen – AZ Alkmaar – 4-1 / 0-0 (4-1)
Osasuna – Bayer Leverkusen – 1-0 / 3-0 (4-0)
Tottenham – Sevilla – 2-2 / 1-2 (3-4)
Benfica – Espanyol – 0-0 / 2-3 (2-3)


Depois da desastrada primeira parte no jogo de Barcelona, um Benfica de “fim-de-estação”, sem ânimo nem fôlego, faria uma ainda pior exibição no primeiro tempo da partida de hoje, chegando mesmo a parecer ausente do encontro.
Durante metade do jogo, o Espanyol, marcando de forma pressionante, não teve dificuldade em suster as denunciadas, previsíveis e lentas iniciativas do Benfica – que apenas no minuto inicial do jogo criaria perigo. Mais preocupado em defender que procurar marcar, a equipa catalã limitou-se a controlar o meio-campo, onde aparecia sempre em superioridade; apenas aos 12 minutos, os espanhóis ameaçaram o golo, com uma bola no poste.
Na segunda parte, o Benfica procurou despertar da letargia; paralelamente, o Espanyol ia perdendo fulgor, começando a recuar no terreno, cedendo mais espaço e iniciativa à equipa portuguesa.
Mas, na verdade, o Benfica apenas jogou futebol durante cerca de um quarto de hora, entre os 60 e os 75 minutos; tal é a fragilidade desta equipa que elimina o único representante português nas provas europeias que, nesse período de tempo, só por milagre, o Espanyol acabou por evitar… a goleada: aos 66, 72 e 73 minutos, o Benfica dispôs de três soberanas ocasiões de golo, que contudo não conseguiria concretizar, por inépcia dos seus jogadores, por alguma infelicidade e, também, muito por acção do guarda-redes basco, a fazer algumas defesas impossíveis.
No último quarto de hora (a que acrescem os 5 minutos de tempo de compensação), o Benfica praticamente já não teve “cabeça” para organizar o jogo, tal a forma precipitada (mesmo atabalhoada) com que procurava avançar no terreno. Ainda assim, Mantorras despediçaria “escandalosamente” mais uma oportunidade de golo (a quarta em cerca de 20 minutos), cabeceando desastradamente, para onde estava virado, quando tinha a baliza à mercê.
O Benfica – pagando um elevado preço por tanto tempo “ausente” do jogo (nas 2 mãos deste confronto) – é eliminado, de forma absolutamente desconsoladora e inglória, perante um adversário acessível, que apenas se preocupou em controlar o jogo (enquanto teve forças para isso) e, na fase final, em “destruir” o jogo adversário, “queimando” o máximo de tempo possível, com o que contou com a estranha complacência do árbitro.
Com Simão Sabrosa, Petit, Nuno Gomes, Miccoli e Nélson a acusarem o desgaste de uma época longa e preenchida (e com Rui Costa e Mantorras a “meio-gás” e Derlei praticamente “inexistente”), a fase final do campeonato nacional ameaça ser um suplício para o Benfica, que parece já completamente “espremido”.
Nas 1/2 Finais da Taça UEFA – à semelhança do que se verifica na Liga dos Campeões, com Inglaterra – três equipas espanholas, para além do Werder Bremen. O alinhamento das partidas das 1/2 Finais compreende as seguintes partidas: Espanyol – Werder Bremen e Osasuna – Sevilla.
Benfica – Quim, Nélson (81m – Derlei), Anderson, David Luiz, Léo, Petit, Karagounis (82m – Katsouranis), Rui Costa, Simão Sabrosa, Miccoli e Nuno Gomes (70m – Mantorras)
Espanyol – Gorka Iraizoz, Zabaleta, Torrejón, Jarque, Chica, Ito (54m – Eduardo Costa), Hurtado, De la Peña (78m – Jónatas), Luis Garcia, Riera e Pandiani (71m – Corominas)
Cartões amarelos – Rui Costa (30m) e Karagounis (67m); Ito (37m), Luis Garcia (55m), De la Peña (62m), Zabaleta (84m ) e Chica (84m)
Árbitro – Claus Bo Larsen (Dinamarca)
LIGA DOS CAMPEÕES – 1/4 FINAL (ACT.)
Bayern – AC Milan – 0-2 / 2-2 (2-4)
Liverpool – PSV Eindhoven – 1-0 / 3-0 (4-0)
Manchester United – Roma – 7-1 / 1-2 (8-3)
Valencia – Chelsea – 1-2 / 1-1 (2-3)
Três (contando já, por antecipação, com o Liverpool…) em quatro: uma espécie de “Liga dos Campeões Ingleses”, com o Manchester United e o Chelsea a conquistar o apuramento com requintes de “malvadez”; a equipa de Manchester arrasando com a Roma, com um vendaval de golos (aos 11, 17, 19, 44, 49, 60 e 81 minutos – chegando aos 6-0, com os italianos a marcarem o seu “ponto de honra” aos 69 minutos), em mais uma noite mágica, com a contribuição de Cristiano Ronaldo (2 golos, a fechar a primeira parte… e a abrir a segunda); o Chelsea alcançando o tento que lhe garantiu a passagem às 1/2 Finais já no período de compensação. Bayern ou AC Milan, um deles será o “convidado de honra” nesta festa inglesa.
Confirmou-se hoje – com naturalidade… – o apuramento do Liverpool, compondo assim o trio de semi-finalistas de Inglaterra (também os 3 primeiros classificados na Liga Inglesa), com o AC Milan a arrancar uma excelente vitória em Munique, sendo o único representante do futebol latino nas 1/2 Finais da Liga dos Campeões Europeus, com o seguinte cartaz: Manchester United – AC Milan (1ª mão já no próximo dia 24 de Abril) e Chelsea – Liverpool (a 25 de Abril).
LIGA DOS CAMPEÕES – 1/4 FINAL
Bayern – AC Milan – 11/4 / 2-2 (—)
Liverpool – PSV Eindhoven – 11/4 / 3-0 (—)
Manchester United – Roma – 7-1 / 1-2 (8-3)
Valencia – Chelsea – 1-2 / 1-1 (2-3)
Três (contando já, por antecipação, com o Liverpool…) em quatro: uma espécie de “Liga dos Campeões Ingleses”, com o Manchester United e o Chelsea a conquistar o apuramento com requintes de “malvadez”; a equipa de Manchester arrasando com a Roma, com um vendaval de golos (aos 11, 17, 19, 44, 49, 60 e 81 minutos – chegando aos 6-0, com os italianos a marcarem o seu “ponto de honra” aos 69 minutos), em mais uma noite mágica, com a contribuição de Cristiano Ronaldo (2 golos, a fechar a primeira parte… e a abrir a segunda); o Chelsea alcançando o tento que lhe garantiu a passagem às 1/2 Finais já no período de compensação. Bayern ou AC Milan, um deles será o “convidado de honra” nesta festa inglesa.
CHELSEA E BARCELONA NO YOUTUBE
O Chelsea e o Barcelona são os clubes precursores de uma nova tendência: a da criação de um “canal” específico do clube, via YouTube (http://www.youtube.com/chelseafc e http://www.youtube.com/fcbarcelona), ao mesmo tempo que promovem os respectivos canais televisivos: ChelseaTV e BarçaTV.
TAÇA UEFA – 1/4 FINAL
AZ Alkmaar – Werder Bremen – 0-0
Bayer Leverkusen – Osasuna – 0-3
Sevilla – Tottenham – 2-1
Espanyol – Benfica – 3-2


L’Espanyol ho tenia tot fet (3-0) però va deixar sortir viu el Benfica i s’haurà de guanyar la classicació a Lisboa i sense Tamudo.
La plantilla de l’Espanyol es va despertar ahir amb la sensació d’haver deixat escapar una ocasió històrica per enfonsar el Benfica. Un minut, concretament 90 segons que van del minuts 63 al 65, va ser fatídic per a la moral blanc-i-blava, ja que els gols de Nuno Gomes i Simão van deixar oberta l’eliminatòria.
(Jornal El 9 – Esportiu de Catalunya, de 7 de Abril de 2007)

Passaram já alguns dias, mas a sensação que perdura da partida a que assisti no Estádio Olímpico de Barcelona (bem composto, com perto de 5 000 adeptos benfiquistas) é a mesma: a de que, num jogo atípico, o Benfica, completamente perdido e “atordoado” pelo contra-ataque do Espanyol (com uma atitude que mais parecia ser a de uma equipa a jogar “fora de casa”), teve a eliminatória perdida. Depois, num assomo de orgulho – perante uma equipa que lhe é claramente inferior -, teve ainda a felicidade de, no espaço de dois minutos, reentrar na disputa da eliminatória, não tendo contudo sabido aproveitar então o “desnorte” dos catalães para empatar o jogo e sair de Barcelona já com vantagem (também penalizado pelo árbitro, que “não viu” uma grande penalidade a favor da equipa portuguesa).
Uma equipa que denota estar “no limite”, com um plantel escasso, sem a confiança do treinador, apostando praticamente sempre no mesmo “onze-base”, com alguns reforços que não têm “90 minutos nas pernas”, casos de Rui Costa ou Mantorras e com Derlei a continuar a “passar ao lado dos jogos”. E com uma defesa intranquila, com a juventude de David Luiz e a insegurança de Anderson. Com Nélson bastante irregular e com Nuno Gomes claramente fora de forma. Subsiste a maestria de Rui Costa, a impulsividade de Miccoli e o esforço de Simão, que continua a “carregar a equipa às costas”, com uma exibição coroada com um golo na sequência de uma excelente iniciativa individual, “de raiva”.
Já depois de amanhã, no Estádio da Luz, a decisão da eliminatória: ao Benfica bastará um golo; julgo que o conseguirá; necessita contudo ter maior concentração defensiva, em ordem a neutralizar o contra-ataque do Espanyol.
Espanyol – Gorka Iraizoz, Zabaleta (69m – Lacruz), Torrejón, Jarque, Chica, Moisés, De la Peña, Rufete (80m – Ito), Luis Garcia, Riera e Tamudo (53m – Pandiani)
Benfica – Quim, Nélson, Anderson, David Luiz, Léo, Petit, Karagounis, João Coimbra (36m – Rui Costa), Derlei (57m – Miccoli), Simão Sabrosa e Nuno Gomes
1-0 – Tamudo – 15m
2-0 – Riera – 33m
3-0 – Pandiani – 58m
3-1 – Nuno Gomes – 63m
3-2 – Simão Sabrosa – 65m
Cartões amarelos – Zabaleta (26m) e Riera (64m); Anderson (3m) e Simão Sabrosa (37m)
Árbitro – Eric Braamhaar (Holanda)
LIGA DOS CAMPEÕES – 1/4 FINAL (ACT.)
AC Milan – Bayern – 2-2
PSV Eindhoven – Liverpool – 0-3
Roma – Manchester United – 2-1
Chelsea – Valencia – 1-1
Depois da vitória do Liverpool, ontem em Eindhoven, e do empate do Bayern em Milão, nas partidas hoje disputadas, as equipas inglesas não conseguiram obter a vitória. Não obstante a intensa pressão, em particular nos últimos minutos (com Miguel a evitar um golo “certo”, opondo o corpo à trajectória da bola), o Chelsea mais não alcançou que um empate, depois de o Valencia se ter adiantado no marcador; por seu lado, o Manchester United, derrotado em Roma, necessitará vencer na 2ª mão, para poder prosseguir para as 1/2 Finais da prova.
Nos jogos de hoje da 1ª mão dos 1/4 Final da Liga dos Campeões, destaque para a vitória do Liverpool em Eindhoven por claro 3-0, conferindo-lhe praticamente o apuramento para as 1/2 Finais, em que defrontará o vencedor da eliminatória entre Chelsea e Valencia. O AC Milan acabaria por conceder um comprometedor empate a 2 golos ante o Bayern (com o 2º golo da equipa alemã a ser alcançado no 3º minuto do tempo de compensação), partindo em posição desvantajosa para a 2ª mão, a disputar em Munique.
LIGA DOS CAMPEÕES – 1/4 FINAL
AC Milan – Bayern – 2-2
PSV Eindhoven – Liverpool – 0-3
Roma – Manchester United (4/4)
Chelsea – Valencia (4/4)
Nos jogos de hoje da 1ª mão dos 1/4 Final da Liga dos Campeões, destaque para a vitória do Liverpool em Eindhoven por claro 3-0, conferindo-lhe praticamente o apuramento para as 1/2 Finais, em que defrontará o vencedor da eliminatória entre Chelsea e Valencia. O AC Milan acabaria por conceder um comprometedor empate a 2 golos ante o Bayern (com o 2º golo da equipa alemã a ser alcançado no 3º minuto do tempo de compensação), partindo em posição desvantajosa para a 2ª mão, a disputar em Munique.
RALI DE PORTUGAL – ALTERAÇÕES NA CLASSIFICAÇÃO
Na sequência de relatórios dos delegados técnicos da FIA, os pilotos Marcus Gronholm, Mikko Hirvonen, Jari-Matti Latvala e Henning Solberg (todos pilotando Ford Focus RS) foram penalizados em 5 minutos – provocando uma revolução na classificação final da prova -, devido ao facto de a espessura dos vidros laterais traseiros ser de apenas 3 mm, inferior ao mínimo obrigatório de 3,5 mm!
Por seu lado, Rui Madeira foi desclassificado, também devido a irregularidade técnica no seu Mitsubishi Lancer; desta forma, Bruno Magalhães, ocupando o 17º lugar, acabou por se sagrar oficialmente como o melhor piloto português.
A classificação geral final (revista…) da 41ª edição do Rali de Portugal ficou assim estabelecida:
1º Sebastien Loeb - Citroen C4 _____________3:53:33 2º Petter Solberg - Subaru Impreza _________3:56:47 3º Daniel Sordo - Citroen C4 _______________3:58:38 4º Marcus Gronholm - Ford Focus RS _________3:59:10 5º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS __________4:00:41 6º Daniel Carlsson - Citroen Xsara _________4:01:46 7º Gian Luigi Galli - Citroen Xsara ________4:03:13 8º Jari-Matti Latvala - Ford Focus RS ______4:04:18 9º Manfred Stohl - Citroen Xsara ___________4:06:19 10º Andreas Mikkelsen - Ford Focus RS ______4:07:25 ___ 17º Bruno Magalhães - Peugeot 207 __________4:28:41
BENFICA, 1 – FC PORTO, 1
Melhor – O FC Porto na primeira parte, impondo a vantagem em termos de compleição física dos seus jogadores, jogando compacto, de forma agressiva (nos limites da virilidade e da dureza… ou para além deles – nomeadamente com Bruno Alves com uma entrada intimidatória sobre Simão Sabrosa, logo aos 3 minutos, que lhe valeria o primeiro de vários cartões amarelos), com um meio-campo dominante, controlando o jogo, manietando um Benfica “desligado”, que nunca teve a capacidade de jogar como conjunto, com os sectores muito afastados e com o meio-campo a não conseguir “pegar no jogo”.
Indigno – O anti-jogo do FC Porto durante a segunda parte, impróprio de uma equipa que é campeã e que luta por revalidar o título. Depois de um golo feliz – a finalizar a primeira parte – na sequência de um lance de bola parada, com Pepe a surgir sozinho ao segundo poste, para empurrar facilmente, de cabeça, para a baliza, o FC Porto da segunda metade da partida não só abdicou de jogar o jogo pelo jogo, como tudo procurou fazer para evitar que o Benfica pudesse jogar; sucessivas simulações de lesões; múltiplas paragens para quebrar o ritmo da partida; um espectáculo muito pobre.
Magia – A forma como Rui Costa, entrando para a segunda metade do encontro, pautou, como verdadeiro “maestro” o futebol de ataque do Benfica, fazendo sucessivas aberturas, solicitando a desmarcação dos seus colegas, fazendo-os correr, dando dinâmica ao futebol do Benfica. O golo do empate – na sequência de uma jogada algo confusa, com David Luiz a rematar e a bola ainda a embater em Lucho antes de entrar na baliza – acabaria por ser magro pecúlio para a qualidade do futebol enleante do Benfica, com sucessivas subidas pelos flancos, ora por Nélson, ora por Léo, com Simão Sabrosa a chegar claramente tarde ao flanco esquerdo (depois de ter andado perdido no meio do terreno durante toda a primeira parte); no último quarto de hora, o FC Porto passou por sérios apuros, sem conseguir suster a dinâmica benfiquista.
Ausente – Quaresma praticamente não tocou na bola, sempre bem marcado por Nélson, que procurou levar o jogo para áreas mais avançadas, a que Quaresma não recuava (não gosta de defender…), pelo que o criativo do FC Porto acabou por andar quase sempre afastado do “centro das operações”, numa partida em que “passou ao lado” do jogo.
Impossível – A defesa de Helton, já em período de descontos, a evitar o golo da vitória do Benfica, na sequência de um cabeceamento subtil de Mantorras. Teria ainda tempo para nova excelente defesa, a remate forte de Derlei.
Empate – Um resultado que serve melhor as ambições do FC Porto, mantendo um ponto de vantagem na classificação, quando restam agora 7 jogos até final do campeonato… que continua, em aberto, possivelmente numa disputa a três, se o Sporting vencer amanhã. Neste encontro, só uma equipa procurou a vitória: essa, foi o Benfica.
RALI DE PORTUGAL – ESTÁDIO DO ALGARVE 2 (18ª PEC)
Classificação geral final da 41ª edição do Rali de Portugal:
1º Sebastien Loeb - Citroen C4 __________2:07__3:53:33 2º Marcus Gronholm - Ford Focus RS ______2:10__3:54:10 3º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS _______2:16__3:55:41 4º Petter Solberg - Subaru Impreza ______2:22__3:56:47 5º Daniel Sordo - Citroen C4 ____________2:10__3:58:38 6º Jari-Matti Latvala - Ford Focus RS ___2:24__3:59:18 7º Daniel Carlsson - Citroen Xsara ______2:11__4:01:46 8º Gian Luigi Galli - Citroen Xsara _____2:12__4:03:13 9º Henning Solberg - Ford Focus RS_______2:13__4:04:45 10º Manfred Stohl - Citroen Xsara _______2:13__4:06:19 ___ 17º Rui Madeira - Mitsubishi Lancer _____2:19__4:28:16
No termo de um disputado Rali de Portugal, o francês Sebastien Loeb confirmou a vitória, à frente de Marcus Gronholm – não obstante uma reduzida vantagem, de pouco mais de 30 segundos – e de Mikko Hirvonen.
Rui Madeira acabou por ser o melhor português, finalizando a prova na 17ª posição.
P. S. Na sequência dos relatórios dos delegados técnicos da FIA, os pilotos Marcus Gronholm, Mikko Hirvonen, Jari-Matti Latvala e Henning Solberg (todos pilotando Ford Focus RS) foram penalizados em 5 minutos. Por seu lado, Rui Madeira foi desclassificado, também devido a irregularidade técnica no seu Mitsubishi Lancer. A classificação final oficial foi portanto revista e alterada!



