Posts filed under ‘Desporto’
RALI DE PORTUGAL – S. BRÁS ALPORTEL 2 (7ª PEC)
Classificação geral do Rali de Portugal após a disputa da 7ª PEC – S. Brás de Alportel 2 (16,08 km):
1º Sebastien Loeb - Citroen C4 ___________11:11_1:25:39 2º Marcus Gronholm - Ford Focus RS _______11:15_1:25:42 3º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS ________11:24_1:26:04 4º Petter Solberg - Subaru Impreza _______11:27_1:26:12 5º Daniel Sordo - Citroen C4 _____________11:29_1:26:50 6º Jari-Matti Latvala - Ford Focus RS ____11:23_1:27:21 7º Manfred Stohl - Citroen Xsara _________11:35_1:27:40 8º Chris Atkinson - Subaru Impreza _______11:37_1:27:51 9º Daniel Carlsson - Citroen Xsara _______11:37_1:27:58 10º Toni Gardemeister -Mitsubishi Lancer _11:34_1:28:08 ___ 13º Armindo Araújo - Mitsubishi __________11:53_1:30:05
Concluída que está a primeira etapa, este está a ser um Rali extremamente disputado – praticamente ao segundo -, com todas as principais figuras ainda em prova, perfilando-se para já, na luta pela vitória final, 4 candidatos (neste momento separados por apenas 33 segundos!): Loeb, Grunholm (que liderou a geral durante toda a etapa, apenas sendo ultrapassado na última especial do dia), Hirvonen e Solberg.
Armindo Araújo – três vezes vencedor da prova nos últimos anos (extra-mundial…) tem realizado uma prova bastante regular, com posições nas provas especiais de classificação consistentes com a sua classificação geral; para além dos pilotos integrantes do “top-ten”, apenas tem sido batido por Henning Solberg e por Gian Luigi Galli.
RALI DE PORTUGAL – SERRA DE TAVIRA 2 (6ª PEC)
Classificação geral do Rali de Portugal após a disputa da 6ª PEC – Serra de Tavira 2 (24,38 km):
1º Marcus Gronholm - Ford Focus RS _______16:15_1:14:27 2º Sebastien Loeb - Citroen C4 ___________16:10_1:14:28 3º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS ________16:20_1:14:41 4º Petter Solberg - Subaru Impreza _______16:24_1:14:45 5º Daniel Sordo - Citroen C4 _____________16:24_1:15:21 6º Jari-Matti Latvala - Ford Focus RS ____16:20_1:15:58 7º Manfred Stohl - Citroen Xsara _________16:33_1:16:05 8º Chris Atkinson - Subaru Impreza _______16:33_1:16:14 9º Daniel Carlsson - Citroen Xsara _______16:37_1:16:21 10º Toni Gardemeister -Mitsubishi Lancer _16:38_1:16:33 ___ 13º Armindo Araújo - Mitsubishi __________16:57_1:18:12
RALI DE PORTUGAL – TAVIRA 2 (5ª PEC)
Classificação geral do Rali de Portugal após a disputa da 5ª PEC – Tavira 2 (19,92 km):
1º Marcus Gronholm - Ford Focus RS _______13:52_ 58:12 2º Sebastien Loeb - Citroen C4 ___________13:56_ 58:18 3º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS ________13:56_ 58:21 4º Petter Solberg - Subaru Impreza _______13:53_ 58:22 5º Daniel Sordo - Citroen C4 _____________14:03_ 58:57 6º Manfred Stohl - Citroen Xsara _________14:12_ 59:32 7º Jari-Matti Latvala - Ford Focus RS ____14:07_ 59:38 8º Chris Atkinson - Subaru Impreza _______14:12_ 59:41 9º Daniel Carlsson - Citroen Xsara _______14:22_ 59:44 10º Toni Gardemeister -Mitsubishi Lancer _14:15_ 59:55 ___ 13º Armindo Araújo - Mitsubishi __________14:36_1.01:15
RALI DE PORTUGAL – S. BRÁS ALPORTEL 1 (4ª PEC)
Classificação geral do Rali de Portugal após a disputa da 4ª PEC – S. Brás de Alportel 1 (16,08 km):
1º Marcus Gronholm - Ford Focus RS ________11:35_44:20 2º Sebastien Loeb - Citroen C4 ____________11:24_44:23 3º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS _________11:28_44:25 4º Petter Solberg - Subaru Impreza ________11:33_44:29 5º Daniel Sordo - Citroen C4 ______________11:40_44:54 6º Manfred Stohl - Citroen Xsara __________11:43_45:21 7º Daniel Carlsson - Citroen Xsara ________11:47_45:22 8º Chris Atkinson - Subaru Impreza ________11:43_45:29 9º Jari-Matti Latvala - Ford Focus RS _____11:33_45:31 10º Toni Gardemeister - Mitsubishi Lancer _11:59_45:40 ___ 13º Armindo Araújo - Mitsubishi ___________12:14_46:39
RALI DE PORTUGAL – SERRA DE TAVIRA 1 (3ª PEC)
Classificação geral do Rali de Portugal após a disputa da 3ª PEC – Serra de Tavira 1 (24,38 km):
1º Marcus Gronholm - Ford Focus RS ________16:30__32:45 2º Petter Solberg - Subaru Impreza ________16:35__32:55 3º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS _________16:38__32:57 4º Sebastien Loeb - Citroen C4 ____________16:36__32:58 5º Daniel Sordo - Citroen C4 ______________16:52__33:14 6º Daniel Carlsson - Citroen Xsara ________16:58__33:35 7º Manfred Stohl - Citroen Xsara __________17:00__33:38 8º Toni Gardemeister - Mitsubishi Lancer __17:02__33:42 9º Gian Luigi Galli - Citroen Xsara _______17:02__33:42 10º Chris Atkinson - Subaru Impreza _______16:57__33:46 11º Jari-Matti Latvala - Ford Focus RS ____16:40__33:59 ___ 14º Armindo Araújo - Mitsubishi ___________17:16__34:25
RALI DE PORTUGAL – TAVIRA 1 (2ª PEC)
Classificação geral do Rali de Portugal após a disputa da 2ª PEC – Prova Especial de Classificação, Tavira 1 (19,92 km):
1º Marcus Gronholm - Ford Focus RS _______14:10__16:15 2º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS ________14:08__16:18 3º Petter Solberg - Subaru Impreza _______14:12__16:21 4º Sebastien Loeb - Citroen C4 ___________14:13__16:22 5º Daniel Sordo - Citroen C4 _____________14:14__16:22 6º Daniel Carlsson - Citroen Xsara _______14:25__16:37 7º Manfred Stohl - Citroen Xsara _________14:25__16:38 8º Toni Gardemeister - Mitsubishi Lancer _14:28__16:40 9º Gian Luigi Galli - Citroen Xsara ______14:29__16:41 10º Guy Wilks - Ford Focus RS ____________14:30__16:42 ___ 14º Armindo Araújo - Mitsubishi __________14:55__17:09
RALI DE PORTUGAL – ESTÁDIO ALGARVE
Resultados da “super-especial” de abertura da 41ª edição do Rali de Portugal – este ano de regresso ao calendário do Campeonato do Mundo de Ralis (após 6 anos de ausência) -, hoje disputada no Estádio do Algarve (2,03 km):
1º Marcus Gronholm - Ford Focus RS ___________ 2:05.8 2º Daniel Sordo - Citroen C4 _________________ 2:08.1 3º Sebastien Loeb - Citroen C4 _______________ 2:09.1 4º Petter Solberg - Subaru Impreza ___________ 2:09.1 5º Henning Solberg - Ford Focus RS ___________ 2:10.4 6º Mikko Hirvonen - Ford Focus RS ____________ 2:10.7 7º Chris Atkinson - Subaru Impreza ___________ 2:11.4 8º Daniel Carlsson - Citroen Xsara ___________ 2:11.5 9º Gian Luigi Galli - Citroen Xsara __________ 2:11.5 10º Toni Gardemeister - Mitsubishi Lancer ____ 2:11.9 ___ 17º Armindo Araújo - Mitsubishi ______________ 2:13.9
RALI DE PORTUGAL
O “regresso” das grandes estrelas (Sebastien Loeb e Daniel Sordo, ambos em Citroen C4 WRC; Petter Solberg e Chris Atkinson, em Subaru; e Marcus Gronholm e Mikko Hirvonen, em Ford), a partir de hoje, pelas 17h35m, com a “super-especial” do Estádio do Algarve (Markku Alen, Hannu Mikkola e Bjorn Waldegaard, entre outros, estarão também presentes para “abrilhantar” a festa, em carros da “sua época”, numa demonstração a ter lugar a partir das 16 horas!).
P. S. Infelizmente, as coisas começaram já a correr mal, ainda antes do início do rali; esta manhã, nos últimos testes, Armindo Araújo (vencedor da prova em 2003, 2004 e 2006) teve uma ligeira saída de estrada, provocando 4 feridos (dos quais 2 fotógrafos sofreram lesões de maior gravidade, com fracturas de perna e braço – para além de dois espectadores, um espanhol e um alemão, com ligeiras escoriações).
RALI DE PORTUGAL – 1986
A edição do Rali de Portugal de 1986 seria também marcante… pelos motivos errados.
Tudo aconteceu logo após a primeira ronda pelas classificativas de Sintra (aliás, seria mesmo na primeira prova classificativa…).
A abertura do rali (a 5 de Março de 1986), na Lagoa Azul, parecia indiciar uma competição disputada “ao rubro” – com uma lista de inscritos de nível extraordinário, a melhor de sempre -, com os 8 primeiros classificados separados por apenas 2 segundos: Henri Toivonen e Markku Alen (ambos em Lancia Delta) e Walter Rohrl (Audi Sport Quattro), com 2m15; Timo Salonen (Peugeot) e Kalle Grundel (Ford), 2m16; Massimo Biasion (Lancia), Juha Kankkunen (Peugeot) e Malcolm Wilson (MG Metro), 2m17!
Na 2ª prova especial (Peninha), Markku Alen triunfava e assumia a liderança, com 4 segundos de vantagem sobre Toivonen, Biasion e Salonen; Rohrl e Kankkunen registavam mais um segundo.
3ª troço classificativo (Sintra) e terceiro líder do rali: Biasion (vencedor desta prova especial) passava a comandar… com 1 segundo de vantagem sobre Alen, e 2 segundos sobre Toivonen! Tal como em 1984, a “esquadra” da Lancia dominava no asfalto de Sintra.
Até que…
A imensa multidão (estimada em cerca de meio milhão de pessoas!) que se aglomerava nas bermas da estrada, sem que os agentes de segurança fossem capazes de conter o ímpeto de procurar chegar o mais perto possível das máquinas, formava autênticos “muros”, numa espécie de “túnel humano” – invadindo e ocultando zonas de trajectória dos carros -, pelo meio do qual os pilotos procuravam conduzir à maior velocidade possível.
Logo no início da prova, Salonen – que, na condição de vencedor no ano anterior, “abria a estrada” – dera um toque de “raspão” num espectador; pouco depois, consumar-se-ia a tragédia.
Ainda na 1ª prova especial de classificação (Lagoa Azul), o português Joaquim Santos, ao volante de um Ford RS200, sofria um despiste, irrompendo pelo meio da multidão, provocando 33 feridos… e 2 mortes (uma mulher e o filho, de 9 anos).
A notícia correu de imediato, antecipando-se as graves consequências do acidente, ainda então desconhecidas em toda a sua amplitude; entretanto, os pilotos “de fábrica” haviam passado e disputavam já os troços seguintes (2ª e 3ª provas de classificação); foi no intervalo antes da 2ª ronda por Sintra – no reagrupamento no Autódromo do Estoril – que seriam informados do ocorrido. A excitação e nervosismo são intensos, com pilotos exaltados, a recusar-se a repetir as passagens em Sintra.
No início da tarde, os pilotos das equipas oficiais reunem-se no Hotel Estoril-Sol; já mais “a frio” – liderados por Walter Rohrl – acabam por decidir abandonar a prova, num gesto de protesto perante a impotência da organização; exararam em comunicado (lido por Henri Toivonen):
«As razões pelas quais os pilotos abaixo assinados não desejam prosseguir o Rali de Portugal são as seguintes:
1 – Como uma forma de respeito pelas famílias dos mortos e dos feridos;
2 – Trata-se de uma situação muito especial aqui em Portugal: sentimos que é impossível para nós garantir a segurança dos espectadores;
3 – O acidente no 1º troço cronometrado foi causado por um piloto que tentou evitar espectadores que estavam na estrada. Não se ficou a dever ao tipo de carro nem à sua velocidade;
4 – Esperamos que o nosso desporto possa beneficiar futuramente com esta decisão.»
Na verdade, constatava-se que era manifestamente impossível “domar” estes bólides de “Grupo B”, com potência desproporcionada face às condições da estrada. César Torres, director da prova – não podendo garantir as condições mínimas de segurança -, mais não podia fazer senão aceitar os motivos invocados pelas principais figuras, limitando-se a procurar fazer com que a prova pudesse prosseguir.
A partir daí, tivemos um “novo rali”: a segunda e terceira passagens pelos troços de Sintra eram anuladas; a competição só seria reatada no Gradil, com a disputa da vitória a resumir-se a dois pilotos, o português Joaquim Moutinho – que assumiria a liderança – e o italiano Giovanni Del Zoppo. As estradas despiram-se de público; o espectáculo estava diminuído; a festa terminara demasiado cedo; o luto ensombrava o “melhor rali do mundo”.
Com sucessivas vitórias nas provas especiais de classificação da fase inicial do rali, disputadas em asfalto, Joaquim Moutinho rapidamente consolidaria a sua posição, praticamente garantindo o triunfo final, logo na Serra da Lousã (apenas com 8 troços cronometrados disputados – de um total de 48 previstos), acumulando mais de 4 minutos de vantagem sobre Del Zoppo.
Nas etapas finais, Carlos Bica acabaria por se mostrar o piloto mais rápido na estrada, acabando por – depois de uma recuperação gradual – ultrapassar Del Zoppo na geral.
Na classificação final de uma prova tragicamente ensombrada, Joaquim Moutinho (ao volante de um Renault) tornava-se – de forma absolutamente inesperada… e indesejada – o primeiro piloto português (e único, até à data…) a vencer uma prova do Campeonato do Mundo, na categoria máxima da modalidade. A mais de 13 minutos, Carlos Bica (Lancia) garantia o segundo lugar; Del Zoppo (Fiat) terminava em terceiro, a quase 17 minutos de Moutinho; Jorge Ortigão (Toyota Corolla) concluia a prova em 4º lugar, a quase 20 minutos do primeiro.
Cerca de dois meses depois (a 2 de Maio de 1986), no Rali da Córsega, Henri Toivonen (com o seu navegador Sergio Cresto, ao volance de um Lancia Delta) era vítima de um acidente fatal (despiste numa ravina, com o carro a explodir de seguida), que levaria a que a FIA – Federação Internacional de Automobilismo colocasse termo aos carros de “Grupo B”, considerados demasiado rápidos e potentes, e consequentemente excessivamente perigosos, inadequados para provas de estrada (Toivonen fizera, pouco antes, um ensaio no Autódromo do Estoril, cumprindo uma volta à pista com um tempo que lhe daria o 6º lugar na grelha do Grande Prémio de Fórmula 1 disputado nesse ano!)…
EURO-2008 (QUALIF.) – SÉRVIA – PORTUGAL

1-1
Com o regresso de Simão Sabrosa, a equipa portuguesa surgia com uma alteração em relação ao jogo com a Bélgica: ficava no banco aquele que havia sido o melhor em campo, Quaresma.
Logo aos 4 minutos, Nuno Gomes em cima da linha de área atrasou para Tiago que, com uma óptima perspectiva, antevendo o ligeiro adiantamento do guarda-redes sérvio, rematou de longe, ligeiramente em arco, com a bola a passar por cima de Stojkovic e a anichar-se junto ao canto da baliza. Estava feito o que parecia ser o mais difícil: Portugal inaugurava o marcador, adquirindo uma preciosa vantagem.
Nos minutos imediatos, com uma forte reacção, a Sérvia ameaçou a baliza portuguesa, com sucessivas jogadas de perigo, com Ricardo a ser chamado a intervir amiúde.
Só por volta dos 20 minutos Portugal conseguiu reequilibrar o jogo, começando a procurar explorar o contra-ataque. E, aos 27 minutos, na sequência de um pontapé de canto apontado por Simão, numa jogada de combinação, surgiu João Moutinho a rematar do “meio da rua”, bastante forte, obrigando Stojkovic a uma defesa “apertada”.
Para, pouco depois, Ricardo falhar a intercepção, perante a antecipação de cabeça de Vidic, com a bola a não entrar na baliza de Portugal… por acaso. Golo que surgiria aos 37 minutos, após um pontapé de canto, com Ricardo a ficar a “meio da viagem”, surgindo Jankovic, também de cabeça, a empatar o jogo.
No minuto seguinte, Portugal poderia ter reposto a vantagem, com Nuno Gomes a desperdiçar a oportunidade.
Aos 51 minutos, num remate quase à “queima-roupa”, Stojkovic defendia praticamente por “instinto”, impedindo o que parecia inevitável: o que seria o segundo golo de Portugal. Para, no minuto imediato, em mais uma “meia-distância” de João Moutinho, Stojkovic ser novamente chamado a intervir.
Aos 63 minutos, Tiago repetia o remate forte… e Stojkovic correspondia com nova excelente defesa. Portugal justificava amplamente a vantagem!
… Que não chegaria, até porque, na fase final da partida, ambas as equipas pareciam mais preocupadas em manter o resultado do que em tentar a vitória.
Portugal (que já jogou fora na Polónia, Sérvia e Finlândia, principais adversários na disputa da qualificação) ascende ao 2º lugar – posição que conferirá, no final, o apuramento para o “EURO 2008” -, não obstante empatado pontualmente com a Sérvia e a Finlândia.
– Stojkovic, Duljaj, Tosic (84m – Lazovic), Vidic, Dragutinovic, Krstajic, Jankovic (68m – Koroman), Kovacevic, Krasic, Stankovic (78m – Markovic) e Pantelic
– Ricardo; Miguel (72m – Marco Caneira), Ricardo Carvalho, Jorge Andrade e Paulo Ferreira; Petit, Tiago, Cristiano Ronaldo, João Moutinho (77m – Raúl Meireles) e Simão Sabrosa; Nuno Gomes (82m – Quaresma)
0-1 – Tiago – 4m
1-1 – Jankovic – 37m
Cartões amarelos – Cristiano Ronaldo (36m), Paulo Ferreira (50m) e Ricardo Carvalho (60m); Stankovic (6m), Pantelic (34m), Jankovic (38m) e Dragutinovic (62m)
Árbitro – Bertrand Layec (França)
Na jornada de hoje da Fase de Qualificação para o “EURO 2008″, destaque para as surpreendentes vitórias do Liechtenstein sobre a Letónia e do Azerbaijão sobre a Finlândia, para além do empate da Albânia na Bulgária; a Irlanda do Norte bateu a Suécia, enquanto a Holanda venceu na Eslovénia; os campeões europeus em título (Grécia) apenas de grande penalidade conseguiram quebrar a resistência da selecção de Malta.
GRUPO A Jg V E D G Pt 1º Polónia7 5 1 1 12-5 16 2º Portugal
6 3 2 1 13-4 11 3º Sérvia
6 3 2 1 8-4 11 4º Finlândia
6 3 2 1 7-3 11 5º Bélgica
6 2 1 3 4-6 7 6º Cazaquistão
6 1 2 3 3-8 5 7º Azerbaijão
6 1 1 4 2-13 4 8º Arménia
5 - 1 4 0-6 1
7ª jornada
28.03.07 – Azerbaijão – Finlândia – 1-0
28.03.07 – Polónia – Arménia – 1-0
28.03.07 – Sérvia – Portugal – 1-1



