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A confissão de Lance Armstrong
«Tomou substâncias proibidas para melhorar o seu rendimento desportivo? Uma dessas substâncias proibidas era a EPO? Recorreu a transfusões sanguíneas para melhorar o seu rendimento desportivo? Utilizou outras substâncias proibidas como a testosterona, cortizona ou hormonas de crescimento? Nas sete vezes em que venceu a Volta à França utilizou substâncias dopantes? A todas estas perguntas, Lance Armstrong respondeu “sim” na entrevista que concedeu em Austin, Texas, a Oprah Winfrey, e transmitida nesta sexta-feira em horário nobre da televisão nos Estados Unidos.»
(Público)
Mais aqui:
- For Armstrong, a Confession Without Explanation (NYT)
- Dispassionate End to a Crumbled American Romance (NYT)
Sem pretender, de todo, branquear o comportamento de Lance Armstrong – perante quem, não obstante nunca ter sido o meu “favorito”, me curvava e aplaudia as suas extraordinárias façanhas, pelo que muito me decepciona esta confirmação da verdade, ou antes, da grande mentira que foi a sua mítica história de vida -, tenho de reconhecer que esta foi uma atitude de grande coragem (depois de anos e anos de negação), e, infelizmente, confirmar também que Armstrong fazia parte de um sistema alargado, porventura generalizado (conforme refere nesta entrevista, «não inventei o doping, mas também não fiz nada para acabar com ele»…), que, inapelavelmente, lança a suspeita sobre todos os restantes vencedores do “Tour de France”, pelo menos nos últimos trinta anos.
Recupero, a propósito, alguns artigos que aqui fui publicando, relacionados com o tema:
Liga Europa – Sorteio dos 1/16 Final e dos 1/8 Final
1/16 Final
BATE Borisov – Fenerbahce
Inter – CFR Cluj
Levante – Olympiakos
Zenit – Liverpool
D. Kyiv – Bordeaux
Bayer Leverkusen – Benfica
Newcastle – Metalist Kharkiv
Stuttgart – Genk
At. Madrid – Rubin Kazan
Ajax – Steaua
Basel – Dnipro
Anzhi – Hannover
Sparta Praha – Chelsea
B. Monchengladbach – Lazio
Tottenham – Lyon
Napoli – Viktoria Plzen
1/8 Final
Napoli / Viktoria Plzen – BATE Borisov / Fenerbahce
Bayer Leverkusen / Benfica – D. Kyiv / Bordeaux
Anzhi / Hannover – Newcastle / Metalist Kharkiv
Stuttgart / Genk – B. Monchengladbach / Lazio
Tottenham / Lyon – Inter / CFR Cluj
Levante / Olympiakos – At. Madrid / Rubin Kazan
Basel / Dnipro – Zenit / Liverpool
Ajax / Steaua – Sparta Praha / Chelsea
Os jogos da primeira mão dos 1/16 Final serão disputados a 14 de Fevereiro de 2013, estando a segunda mão agendada para 21 de Fevereiro.
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 Final
Galatasaray – Schalke 04
Celtic – Juventus
Arsenal – Bayern
Shakhtar Donetsk – B. Dortmund
AC Milan – Barcelona
Real Madrid – Manchester United
Valencia – PSG
FC Porto – Málaga
Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 12, 13, 19 ou 20 de Fevereiro de 2013. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 5, 6, 12 ou 13 de Março.
No que respeita ao FC Porto, começará por receber o Málaga, a 19 de Fevereiro, deslocando-se a Espanha a 13 de Março.
Liga Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Garantiram o apuramento para os 1/16 Final da prova as equipas do Liverpool, Anzhi Makhachkala, Viktoria Plzen, At. Madrid, Fenerbahce, Borussia Monchengladbach, Bordeaux, Newcastle, Steaua, Stuttgart, Dnipro, Napoli, Genk, Basel, Rubin Kazan, Inter, Lyon, Sparta Praha, Lazio, Tottenham, Metalist Kharkiv, Bayer Leverkusen, Hannover e Levante.
A estas equipas juntam-se as 8 que transitam da Liga dos Campeões, 3º classificados nos respectivos Grupos: D. Kyiv, Olympiakos, Zenit, Ajax, Chelsea, BATE Borisov, Benfica e CFR Cluj.
Na próxima eliminatória (1/16 Final) destacam-se os contingentes de: Inglaterra (Liverpool, Newcastle, Tottenham e Chelsea); Alemanha (Borussia Monchengladbach, Stuttgart, Bayer Leverkusen e Hannover); Itália (Napoli, Inter e Lazio); Rússia (Anzhi, Rubin Kazan e Zenit); Ucrânia (Dnipro, Metalist Kharkiv e D. Kyiv); Espanha (At. Madrid e Levante); França (Bordeaux e Lyon); R. Checa (Viktoria Plzen e Sparta Praha); e Roménia (Steaua e CFR Cluj).
Em relação às equipas portuguesas, o balanço global não pode deixar de ser decepcionante, dado terem sido todas eliminadas – destaca-se, pela negativa, o desempenho do Sporting, remetido para a última posição de um grupo… que até era fácil; o Marítimo, com um grupo de maior dificuldade, acabaria por fixar-se no 3º lugar, tal como a Académica (no seu regresso às provas europeias, 41 anos depois da última participação), “cumprindo os mínimos”, tendo obtido um honroso triunfo sobre o At. Madrid, e empatando os outros dois jogos em Coimbra. Desta forma, apenas o Benfica – transitando da Liga dos Campeões – representará Portugal nos 1/16 Final da prova.
Destaque ainda para as eliminações da Udinese, Marseille, Brugge, PSV e Twente, Athletic Bilbao e Panathinaikos.
Grupo B
Viktoria Plzen – At. Madrid – 1-0
Happoel Tel-Aviv – Académica – 2-0
1º Viktoria Plzen, 13; 2º At. Madrid, 12; 3º Académica, 5; 4º Happoel Tel-Aviv, 4
Grupo D
Bordeaux – Newcastle – 2-0
Marítimo – Brugge – 2-1
1º Bordeaux, 13; 2º Newcastle, 9; 3º Marítimo, 6; 4º Brugge, 4
Grupo G
Sporting – Videoton – 2-1 (07.12.2012)
Genk – Basel – 0-0
1º Genk, 12; 2º Basel, 9; 3º Videoton, 6; 4º Sporting, 5
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris St.-Germain – FC Porto – 2-1
D. Zagreb – D. Kyiv – 1-1
1º Paris St.-Germain, 15; 2º FC Porto, 13; 3º D. Kyiv, 5; 4º D. Zagreb, 1
Grupo B
Olympiakos – Arsenal – 2-1
Montpellier – Schalke – 1-1
1º Schalke, 12; 2º Arsenal, 10; 3º Olympiakos, 9; 4º Montpellier, 2
Grupo C
AC Milan – Zenit – 0-1
Málaga – Anderlecht – 2-2
1º Málaga,12; 2º AC Milan, 8; 3º Zenit, 7; 4º Anderlecht, 5
Grupo D
Real Madrid – Ajax – 4-1
B. Dortmund – Manchester City – 1-0
1º B. Dortmund, 14; 2º Real Madrid, 11; 3º Ajax, 4; 4º Manchester City, 3
Grupo E
Chelsea – Nordsjælland – 6-1
Shakhtar Donetsk – Juventus – 0-1
1º Juventus, 12; 2º Shakhtar Donetsk, 10; 3º Chelsea, 10; 4º Nordsjælland, 1
Grupo F
Bayern – BATE Borisov – 4-1
Lille – Valencia – 0-1
1º Bayern, 13; 2º Valencia, 13; 3º BATE Borisov, 6; 4º Lille, 3
Grupo G
Celtic – Spartak Moskva – 2-1
Barcelona – Benfica – 0-0
1º Barcelona, 13; 2º Celtic, 10; 3º Benfica, 8; 4º Spartak Moskva, 3
Grupo H
Sp. Braga – Galatasaray – 1-2
Manchester United – CFR Cluj – 0-1
1º Manchester United, 12; 2º Galatasaray, 10; 3º CFR Cluj, 10; 4º Sp. Braga, 3
Confirmaram o apuramento para os 1/8 Final as equipas do Paris St.-Germain, FC Porto, Schalke, Arsenal, Málaga, AC Milan, B. Dortmund, Real Madrid, Juventus, Shakhtar Donetsk, Bayern, Valencia, Barcelona, Celtic, Manchester United e Galatasaray.
Assim, na próxima eliminatória (1/8 Final) destacam-se os contingentes de: Espanha (Málaga, Real Madrid, Valencia e Barcelona), Alemanha (Schalke, B. Dortmund e Bayern), Inglaterra (Arsenal e Manchester United) e Itália (AC Milan e Juventus). França, Portugal, Ucrânia, Escócia e Turquia mantêm apenas um representante.
Entretanto, garantiram a passagem para a Liga Europa as equipas do D. Kyiv, Olympiakos, Zenit, Ajax, Chelsea, BATE Borisov, Benfica e CFR Cluj (não obstante a equipa orientada pelo português Paulo Sérgio ter obtido uma sensacional vitória em Manchester).
As grandes surpresas desta fase de grupos foram o afastamento das provas europeias desta temporada, desde já, do Manchester City, campeão de Inglaterra – sem ter conseguido obter sequer uma vitória -, o que sucede também, entre outros, ao Anderlecht, Montpellier (campeão francês), Lille, Spartak Moscovo… e Sp. Braga (derrotado nos três jogos em casa!); assim como a eliminação do Campeão europeu em título (Chelsea), o que acontece pela primeira vez desde que a competição é disputada nesta fórmula, vendo-se relegado para a Liga Europa.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Barcelona – Benfica
Barcelona – José Manuel Pinto, Martín Montoya, Carles Puyol, Adriano (67m – Gerard Piqué), Carles Planas, Alex Song, Thiago Alcântara, Sergi Roberto, Cristian Tello (78m – Gerard Deulofeu), Rafinha (58m – Lionel Messi) e David Villa
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić, André Gomes, Ola John, Rodrigo (75m – André Almeida), Nolito (63m – Bruno César) e Lima (74m – Óscar Cardozo)
Cartões amarelos – Rafinha (49m) e Adriano (60m); Nolito (43m), Ezequiel Garay (56m), Luisão (59m) e Nemanja Matić (78m)
Árbitro – Svein Oddvar Moen (Noruega)
Entrando em Camp Nou para defrontar uma equipa reservista do Barcelona (na qual, dos habituais titulares, apenas Puyol e David Villa alinharam de início), o Benfica denotou, desde cedo, uma atitude assertiva, assumindo o controlo do jogo e espreitando amiúde o ataque, fosse em jogadas organizadas ou em lances rápidos, a desmarcar os seus avançados.
Aos 11 minutos, disporia de uma primeira soberana ocasião de golo, com Rodrigo, a surgir isolado, acompanhado por Nolito, mas, em vez de fazer o passe para o companheiro, que seria decerto fatal, de forma individualista tentou o remate à baliza, com a bola a sair ligeiramente ao lado.
Para, à passagem dos 20 minutos, nova boa oportunidade para a equipa portuguesa, com Nolito, algo desenquadrado com a baliza, não obstante dela muito próximo, a não conseguir dar a melhor direcção no remate de cabeça.
Entretanto, aos 21 minutos, o Celtic marcava o primeiro golo desta noite europeia e passava a estar em posição de vantagem face ao Benfica, na disputa da qualificação para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.
O Barcelona só aos 23 minutos daria o primeiro aviso, conseguindo ultrapassar a defesa benfiquista, mas a bola perder-se-ia pela linha de fundo. Para, no minuto seguinte, Garay ter de cortar, em cima da linha de golo, um perigoso remate de cabeça da equipa catalã.
Tendo chegado a uma incrível marca de 7-0 em cantos a favor do Benfica, na primeira meia hora de jogo, aos 32 minutos, culminando excelente iniciativa, Lima surgiu novamente isolado frente a Pinto, rematando ao poste mais distante, mas o guardião do Barcelona conseguiu, com uma difícil e atenta estirada, desviar a bola… para o poste.
Ainda uma outra oportunidade, aos 35 minutos, com Ola John, descaído do lado direito, também a isolar-se, a rematar para nova defesa apertada de Pinto, para canto… o oitavo a favor Benfica!
Inesperadamente, o Barcelona via-se obrigado a jogar “de aflitos”, na sua zona defensiva, de que era exemplo o lance de Puyol a despachar de qualquer forma, aliviando a bola pelo ar, para fora da área.
Aos 40 minutos, o Spartak de Moscovo empatava em Glasgow, recolocando o Benfica em posição de apuramento…
Ao intervalo, com um absolutamente fantástico registo de 8-0 em cantos, e três a quatro soberanas ocasiões de golo desaproveitadas, pressentia-se que o Benfica podia estar a desperdiçar uma oportunidade única para ganhar em Barcelona…
Logo a abrir o segundo tempo, a equipa portuguesa perderia ainda outro lance de perigo, perante uma defesa catalã que não conseguia acertar as marcações aos rápidos dianteiros benfiquistas.
Contudo, a partir dos 50 minutos, a tendência do jogo parecia começar a inverter-se, com o Barcelona a soltar-se, e a chegar com mais frequência às imediações da área do Benfica, principalmente na sequência de iniciativas de Tello, numa delas a obrigar a apertada intervenção de Artur Moraes. Urgia fazer alterações na equipa… Mas, quem começaria por a fazer, seria Tito Vilanova, fazendo entrar Messi em campo, estavam decorridos 58 minutos.
À passagem da hora de jogo, o Benfica tentava parar a ofensiva catalã, agora com lances de ataque mais esporádicos, num deles, com Luisão a cabecear, fraco, para uma defesa fácil de Pinto. Aos 64 minutos, a equipa portuguesa ampliava a contagem de cantos para 9-0 (finalizaria o encontro com uma marca de 10-2)!
À entrada para os derradeiros 20 minutos, a formação benfiquista começava a perder, por completo, o controlo do jogo, apenas com dificuldade conseguindo sair do seu meio-campo; as investidas do Barcelona sucediam-se, cada vez mais ameaçadoras. Era necessário apelar à capacidade de união e sofrimento.
Os treinadores mexiam nas equipas: Vilanova retirava os elementos já com cartão amarelo; Jorge Jesus tentava refrescar a equipa, fazendo sair os jogadores mais desgastados.
Só que, a 8 minutos do final, chegavam más notícias de Glasgow: o Celtic voltava a colocar-se em vantagem no jogo e na classificação, face ao Benfica.
Haveria ainda tempo para uma extraordinária dupla intervenção de Artur Moraes, primeiro, arrojando-se aos pés de Messi, a roubar-lhe a bola, e, de imediato, na recarga, já em esforço, de parte a parte, com Messi a tentar o chapéu, mas o guarda-redes benfiquista conseguiria ir ainda resgatar a bola. Estavam decorridos 87 minutos, e, na sequência do lance (no choque com Artur), Messi sofreria uma lesão, tendo de sair de campo, ficando a equipa catalã reduzida a 10 unidades.
Jesus arriscava tudo: dava instruções a Luisão para subir no terreno. Mas, mesmo com cinco minutos de tempo de compensação, era tarde, e os jogadores não tinham já reservas físicas, nem disponibilidade mental para fazer a bola chegar lá à frente, de forma pensada. No último lance da partida, Cardozo não teve a serenidade para rematar à baliza, a bola sobrou ainda para Maxi Pereira, que remataria muito por alto. O Benfica caía de pé… por culpa própria.
Sebastian Vettel tri-campeão do Mundo de Fórmula 1 – 2012
Classificação final do Campeonato do Mundo de Pilotos – 2012
1º Sebastian Vettel Alemanha Red Bull Rac.-Renault 281 2º Fernando Alonso Espanha Ferrari 278 3º Kimi Räikkönen Finlândia Lotus-Renault 207 4º Lewis Hamilton Grã-Bretanha McLaren-Mercedes 190 5º Jenson Button Grã-Bretanha McLaren-Mercedes 188 6º Mark Webber Austrália Red Bull Rac.-Renault 179 7º Felipe Massa Brasil Ferrari 122 8º Romain Grosjean França Lotus-Renault 96 9º Nico Rosberg Alemanha Mercedes 93 10º Sergio Pérez México Sauber-Ferrari 66 11º Nico Hulkenberg Alemanha Force India-Mercedes 63 12º Kamui Kobayashi Japão Sauber-Ferrari 60 13º Michael Schumacher Alemanha Mercedes 49 14º Paul di Resta Grã-Bretanha Force India-Mercedes 46 15º Pastor Maldonado Venezuela Williams-Renault 45 16º Bruno Senna Brasil Williams-Renault 31 17º Jean-Eric Vergne França S. Toro Rosso-Ferrari 16 18º Daniel Ricciardo Austrália S. Toro Rosso-Ferrari 10
Em termos de vitórias individuais durante a época, o agora tri-campeão do Mundo, Sebastian Vettel venceu 5 Grande Prémios (Bahrain, Singapura, Japão, Coreia do Sul e Índia) – face a 11 no ano anterior; tendo Lewis Hamilton (Canadá, Hungria, Itália e EUA) vencido 4; enquanto Fernando Alonso (Malásia, Europa e Alemanha) e Jenson Button (Austrália, Bélgica e Brasil) obtiveram 3 vitórias cada; Mark Webber venceu 2 (Mónaco e Grã-Bretanha); por fim, Kimi Räikkönen (Abu Dhabi), Nico Rosberg (China) e Pastor Maldonado (Espanha) alcançaram apenas 1 triunfo cada.
A nível de equipas, a Red Bull Racing-Renault revalidou também o título mundial de construtores, que conquista igualmente pela terceira vez consecutiva, com um total de 460 pontos, secundada pela Ferrari, com 400, com a McLaren-Mercedes a quedar-se na 3ª posição, com 378 pontos.
Liga Europa – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Ainda com uma jornada por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/16 Final da prova as equipas do Inter, Rubin Kazan, Lyon, B. Leverkusen, Metalist Kharkiv e Hannover (todas estas, já desde a ronda anterior), Anzhi Makhachkala, At. Madrid, Viktoria Plzen, Fenerbahce, B. Monchengladbach, Bordeaux, Newcastle, Dnipro, Napoli, Genk, Sparta Praha, Lazio e Levante.
Subsistem apenas cinco vagas por atribuir, a disputar entre: Liverpool, Young Boys ou Udinese; Steaua ou Stuttgart ou Kobenhavn (a apurar duas equipas); Basel ou Videoton; Tottenham ou Panathinaikos.
Em relação às equipas portuguesas, com campanhas decepcionantes – principalmente o Sporting, um pouco menos o Marítimo, com um grupo de maior dificuldade, tendo a Académica (no seu regresso às provas europeias, 41 anos depois da última participação) acabado por “cumprir”, obtendo um honroso triunfo sobre o At. Madrid, e empatando os outros dois jogos em Coimbra – estão, desde já, as três, eliminadas.
Grupo B
Académica -Viktoria Plzen – 1-1
At. Madrid – Happoel Tel-Aviv – 1-0
1º At. Madrid, 12; 2º Viktoria Plzen, 10; 3º Académica, 5; 4º Happoel Tel-Aviv, 1
Grupo D
Brugge – Bordeaux – 1-2
Newcastle – Marítimo – 1-1
1º Bordeaux, 10; 2º Newcastle, 9; 3º Brugge, 4; 4º Marítimo, 3
Grupo G
Basel – Sporting – 3-0
Videoton – Genk – 0-1
1º Genk, 11; 2º Basel, 8; 3º Videoton, 6; 4º Sporting, 2
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
D. Kyiv – Paris St.-Germain – 0-2
FC Porto – D. Zagreb – 3-0
1º FC Porto, 13; 2º Paris St.-Germain, 12; 3º D. Kyiv, 4; 4º D. Zagreb, 0
Grupo B
Schalke – Olympiakos – 1-0
Arsenal – Montpellier – 2-0
1º Schalke, 11; 2º Arsenal, 10; 3º Olympiakos, 6; 4º Montpellier, 1
Grupo C
Anderlecht – AC Milan – 1-3
Zenit – Málaga – 2-2
1º Málaga,11; 2º AC Milan, 8; 3º Zenit e Anderlecht, 4
Grupo D
Manchester City – Real Madrid – 1-1
Ajax – B. Dortmund – 1-4
1º B. Dortmund, 11; 2º Real Madrid, 8; 3º Ajax, 4; 4º Manchester City, 3
Grupo E
Juventus – Chelsea – 3-0
Nordsjælland – Shakhtar Donetsk – 2-5
1º Shakhtar Donetsk, 10; 2º Juventus, 9; 3º Chelsea, 7; 4º Nordsjælland, 1
Grupo F
Valencia – Bayern – 1-1
BATE Borisov – Lille – 0-2
1º Bayern e Valencia, 10; 3º BATE Borisov, 6; 4º Lille, 3
Grupo G
Benfica – Celtic – 2-1
Spartak Moskva – Barcelona – 0-3
1º Barcelona, 12; 2º Benfica e Celtic, 7; 4º Spartak Moskva, 3
Grupo H
CFR Cluj – Sp. Braga – 3-1
Galatasaray – Manchester United – 1-0
1º Manchester United, 12; 2º Galatasaray e CFR Cluj, 7; 4º Sp. Braga, 3
Depois de FC Porto, Málaga e Manchester United (já na ronda anterior), confirmaram também já o apuramento para os 1/8 Final as equipas do Paris St.-Germain, Schalke, Arsenal, AC Milan, B. Dortmund, Real Madrid, Shakhtar Donetsk, Bayern, Valencia e Barcelona, subsistindo apenas por atribuir três vagas (em disputa entre Juventus e Chelsea; Benfica e Celtic; e Galatasaray e CFR Cluj).
Com a vitória frente ao Celtic, o Benfica adquiriu vantagem no confronto directo, necessitando contudo de obter (em Barcelona…), pelo menos, o mesmo resultado que os escoceses alcançarem na derradeira jornada, frente à equipa do Spartak de Moscovo. Garantiu já, alternativamente, a qualificação para a Liga Europa.
Por seu lado, o Sp. Braga, perdendo na Roménia, vê consumada a sua eliminação das provas europeias desta temporada.
Entretanto, garantiram também já a passagem para a Liga Europa as equipas do D. Kyiv, Olympiakos, BATE Borisov, assim como as três equipas que, nos pares que disputam ainda o acesso à Liga dos Campeões, não vierem a ter êxito. As restantes duas vagas serão disputadas entre Zenit e Anderlecht, e Ajax e Manchester City.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Benfica – Celtic
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić (78m – Maxi Pereira), Ola John, Enzo Peréz, Eduardo Salvio (90m – Jardel), Lima (75m – Nicolas Gaitán) e Óscar Cardozo
Celtic – Fraser Forster, Mikael Lustig, Kelvin Wilson, Efe Ambrose, Adam Matthews, Joe Ledley (80m – Tony Watt), Victor Wanyama, Scott Brown (64m – Kris Commons), Charlie Mulgrew (45m – Beram Kayal), Georgios Samaras e Gary Hooper
1-0 – Ola John – 7m
1-1 – Georgios Samaras – 32m
2-1 – Ezequiel Garay – 71m
Cartões amarelos – Melgarejo (77m) e André Almeida (90m); Georgios Samaras (38m), Joe Ledley (48m) e Victor Wanyama (85m)
Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)
Entrando em campo conhecendo já o resultado do Barcelona em Moscovo, que garantia à equipa catalã o apuramento para os 1/8 Final, o Benfica via reforçado, para o seu jogo desta noite, o cariz decisivo, em que só a vitória lhe interessava, uma vez que, não só lhe garantia, desde já, a continuidade nas provas europeias, por via da Liga Europa, como, ao invés, não sendo obtida, tal significaria automaticamente a eliminação da Liga dos Campeões.
Em função destes factores, a equipa benfiquista denotou, desde o minuto inicial, uma óbvia predisposição atacante, mas que era prejudicada pela excessiva ansiedade revelada, pela urgência que os jogadores pareciam ter em marcar, para se colocar em vantagem.
Curiosamente, o golo acabaria mesmo por surgir numa fase bastante prematura da partida, na sequência de uma bela iniciativa de Ola John. Pensar-se-ia então que, uma vez em vantagem, a equipa serenaria, podendo explanar de forma mais pensada o seu futebol, criando bases para o que seria natural esperar deste jogo, o dilatar do marcador.
Mas, à medida que o tempo ia passando, não só o Benfica não conseguiu assentar o jogo, como, ao invés, o Celtic começou a organizar-se na sua zona intermediária. E, na primeira vez que desceu até à área contrária – pouco depois de Cardozo ter finalizado mal um lance que poderia ter resultado no 2-0 -, obteve um canto… do qual resultou, por falha de marcação, que permitiu a Samaras surgir isolado, a cabecear à vomtade, o golo do empate.
Uma adversidade que foi muito sentida pela equipa benfiquista, que, ao contrário do que se esperaria, se via subitamente mais intranquila, demorando a reagir e a retomar o controlo do jogo.
Na segunda parte, o Benfica, sabendo que nada tinha a perder, voltou a ir, ainda mais decididamente, para o ataque, mas sempre com dificuldades a nível de controlo de bola, com muitos passes transviados, despropositadas tentativas de remate à baliza, que, invariavelmente, saíam ao lado (o estado do terreno, com a intensa chuva que caía, a bola pesada e a relva escorregadia, também não ajudavam…).
Começava a atingir-se o limite do lapso de tempo a partir do qual a equipa, necessariamente, acabaria por entrar em desespero, quando, com alguma felicidade, o Benfica chegou novamente ao golo, num lance com a intervenção dos dois centrais, com Luisão a assistir, de cabeça, Garay, que concluiu da melhor forma.
Consciente da importância do resultado, a equipa benfiquista, sempre algo tensa, acabaria por passar ainda por um ou outro calafrio, na fase derradeira, quando o Celtic, finalmente, se libertou da atitude de barreira defensiva que adoptara durante larga fase do jogo, com Artur a garantir o triunfo, respondendo com segurança a dois remates perigosos.
Colocando-se em vantagem no confronto directo com o Celtic, o Benfica parte para a jornada decisiva no 2º lugar, necessitando apenas obter, em Barcelona, o mesmo resultado que os escoceses alcançarem frente ao Spartak de Moscovo… Uma tarefa árdua.



