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Liga Europa – 1/2 Finais (1ª mão)
Benfica – Juventus – 2-1
Sevilla – Valencia – 2-0
Também nas 1/2 Finais da Liga Europa o equilíbrio promete ser a nota dominante, pese embora a posição vantajosa adquirida pelo Sevilla, sendo que o Benfica, com uma vitória feliz, mas com o handicap de ter consentido um golo em casa, terá de aplicar-se a fundo em Turim, para poder alcançar a sua 10.ª final europeia.
Liga dos Campeões – 1/2 Finais (1ª mão)
22.04.2013 – At. Madrid – Chelsea – 0-0
23.04.2013 – Real Madrid – Bayern – 1-0
Na primeira mão das meias-finais da Liga dos Campeões, dois jogos muito disputados, de risco mínimo, em particular da parte do Chelsea, mas, também, do Real Madrid, traduzidos num único golo, que deixa tudo em aberto para a segunda mão, sem que se possa dizer categoricamente que estas duas equipas tenham clara vantagem; podendo parecer algo contraditório, nem o At. Madrid parte em desvantagem com o empate cedido em casa, nem o Bayern deixará de procurar reverter a situação.
Campeão

Palmarés – Campeões:
Benfica (33) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10; 2013-14
FC Porto (27) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12; 2012-13
Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Liga dos Campeões e Liga Europa – Sorteio das 1/2 Finais
Liga dos Campeões
Real Madrid – Bayern
At. Madrid – Chelsea
Liga Europa
Sevilla – Valencia
Benfica – Juventus
As partidas das 1/2 Finais serão disputadas nos dias 22 e 23 de Abril (1.ª mão da Liga dos Campeões) e 29 e 30 de Abril (2.ª mão); no caso da Liga Europa, os jogos serão realizados nos dias 24 de Abril e 1 de Maio.
Liga Europa – 1/4 Final (2ª mão) – Benfica – AZ
Benfica – Artur, Sílvio (4m – André Almeida), Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Ljubomir Fejsa (64m – Enzo Pérez), André Gomes, Miralem Sulejmani (70m – Lazar Marković), Eduardo Salvio, Rodrigo e Óscar Cardozo
AZ – Esteban Alvarado, Mattias Johansson, Jeffrey Gouweleeuw, Nick Viergever, Jan Wuytens, Roy Beerens (77m – Thom Haye), Nemanja Gudelj, Celso Ortiz (79m – Markus Henriksen), Viktor Elm, Steven Berghuis (77m – Jóhann Gudmundsson) e Aron Jóhannsson
1-0 – Rodrigo – 39m
2-0 – Rodrigo – 71m
Cartões amarelos – Eduardo Salvio (31m) e André Gomes (73m); Steven Berghuis (23m)
Árbitro – Pavel Královec (R. Checa)
Raramente o Benfica terá tido, em todo o seu longo historial nas competições europeias, e a este nível, de disputa de acesso às meias-finais, uma eliminatória tão tranquila, em que nunca esteve em causa a sua superioridade e a confirmação do favoritismo que lhe era atribuído.
Entrando na segunda mão já com o conforto do resultado alcançado em Alkmaar, a equipa portuguesa prosseguiu a sua política de gestão do plantel, com sistemática rotatividade e alternância de jogadores (face aos que alinham geralmente nos jogos do campeonato nacional, que continua – até à sua conquista matemática – a ser a prioridade fundamental).
Tal não impediu que demonstrasse o seu notório maior poderio e capacidade, aos mais variados níveis, pelo que foi sem surpresa que chegou ao primeiro golo, não obstante já na parte final do primeiro tempo. Esse golo praticamente “selava”, logo aí, a garantia do apuramento.
Até final, o Benfica manteve, sem dificuldade, o domínio do jogo, tendo disposto de mais oportunidades para além do segundo golo, também apontado por um Rodrigo a atravessar excelente período de forma.
Com esta vitória, e com os golos obtidos, o Benfica torna-se no clube mais vitorioso da história (ainda recente) da prova, com um excelente registo de 25 vitórias, 6 empates e apenas 6 derrotas, em 37 jogos disputados, em quatro edições em que participou, assim como a equipa com mais golos marcados (score global de 71-33).
Em paralelo, marca presença nas 1/2 Finais da competição pela terceira vez consecutiva (depois de 2010-11 e 2012-13), apenas tendo visto a sua carreira interrompida mais cedo (1/4 Final) na Liga dos Campeões de 2011-12 e na Liga Europa de 2009-10, isto no período das últimas cinco épocas, sob o comando técnico de Jorge Jesus. O Benfica amplia assim para 14 o número de meias-finais em que participa, partindo em busca da sua 10.ª Final europeia!
Liga Europa – 1/4 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Benfica - AZ 2-0 1-0 3-0 Juventus - Lyon 2-1 1-0 3-1 Valencia - Basel (5-0 a.p.) 3-0 0-3 5-3 Sevilla - FC Porto 4-1 0-1 4-2
Benfica e Juventus confirmaram o favoritismo de que usufruíam à partida, reforçada pelos triunfos obtidos em terreno alheio na 1.ª mão. As duas equipas espanholas operaram a reviravolta, com duas goleadas, com destaque para o Valencia, que havia sido derrotado por 3-0 em Basileia, vencendo agora por 5-0, no prolongamento, depois de ter igualado a eliminatória no final do tempo regulamentar.
Liga dos Campeões – 1/4 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total At. Madrid - Barcelona 1-0 1-1 2-1 Borussia Dortmund - Real Madrid 2-0 0-3 2-3 Chelsea - Paris St.-Germain 2-0 1-3 3-3 Bayern - Manchester United 3-1 1-1 4-2
Real Madrid e Chelsea tiveram de sofrer a bom sofrer para alcançar o apuramento para as 1/2 Finais da Liga dos Campeões: os espanhóis, ancorados numa confortável vantagem de três golos, tiveram de apelar a toda a concentração de Casillas para evitar que os alemães – depois de terem chegado ao 2-0 ainda no primeiro tempo -, conseguissem concretizar num terceiro golo, que levaria a decisão da eliminatória para prolongamento, a intensíssima pressão a que submeteram o adversário; em Londres, a equipa inglesa, assumindo também a iniciativa do jogo, apenas obteria o segundo e decisivo golo a escassos três minutos do final da partida.
O Atlético de Madrid é a grande “sensação” entre as equipas apuradas para as 1/2 Finais da prova, após ter eliminado a poderosa equipa do Barcelona; por seu lado, o Bayern, actual detentor do título, confirmou o seu favoritismo.
Rali de Portugal 2014 – Classificação Final
1º Sébastien Ogier - Julien Ingrassia - VW Polo _____ 3:33:20 2º Mikko Hirvonen - Jarmo Lehtinen - Ford Fiesta RS _ 3:34:04 3º Mads Ostberg - Jonas Andersson - Citroen DS3 _____ 3:34:33 4º Andreas Mikkelsen - Mikko Markkula - VW Polo ____ 3:38:11 5º Henning Solberg - Ilka Minor - Ford Fiesta RS ____ 3:38:31 6º Martin Prokop - Jan Tomanek - Ford Fiesta RS _____ 3:41:48 7º Thierry Neuville - Nicolas Gisoul - Hyundai i20 __ 3:41:53 8º Juho Hanninen - Tomi Tuominen - Hyundai i20 ______ 3:42:12 9º Nasser Al-Attiyah - Giovanni Bernacchini - Ford F_ 3:43:35 10º Jari Ketomaa - Kaj Lindstrom - Ford Fiesta RS ___ 3:43:47 11º Hayden Paddon - John Kennard - Subaru ___________ 3:47.27 12º Bruno Magalhães - Paulo Grave - Peugeot 207 _____ 3:50:14
Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão) – AZ – Benfica
AZ – Esteban Alvarado, Mattias Johansson, Jeffrey Gouweleeuw, Nick Viergever, Simon Poulsen (49m – Jóhann Gudmundsson), Roy Beerens, Nemanja Gudelj (80m – Markus Henriksen), Celso Ortiz, Viktor Elm, Steven Berghuis e Aron Jóhannsson
Benfica – Artur, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Rúben Amorim (39m – André Almeida), André Gomes, Eduardo Salvio, Nico Gaitán, Rodrigo (77m – Lazar Marković) e Óscar Cardozo (64m – Lima)
0-1 – Eduardo Salvio – 48m
Cartões amarelos – Mattias Johansson (79m); Nico Gaitán (61m), Siqueira (90m), Eduardo Salvio (90m) e Maxi Pereira (90m)
Árbitro – Svein Oddvar Moen (Noruega)
Defrontando o 7.º classificado do campeonato holandês, a larga distância dos lugares de topo da tabela, o Benfica assumia-se como favorito, não só para a eliminatória, mas, inclusivamente, para este jogo.
Porém, nos minutos iniciais seria de alguma forma surpreendido por uma entrada determinada da equipa holandesa, apenas conseguindo reequilibrar a partida após o quarto de hora inicial. A partir daí, sempre numa toada repartida, o Benfica foi, não obstante, dando sinais de que poderia chegar ao golo, o que não conseguiria contudo concretizar até final do primeiro tempo.
Mas, logo a abrir a metade complementar do desafio, Eduardo Salvio regressava aos golos, após longa paragem, devido a lesão, colocando a equipa portuguesa em vantagem. Até final, o Benfica poderia ainda ter ampliado o marcador, mas não seria eficaz na concretização de algumas ocasiões de perigo de que dispôs. Acabaria por preocupar-se mais em gerir a vantagem do que aumentá-la.
Alcançou, não obstante, o terceiro triunfo em terreno alheio, em outras tantas eliminatórias da presente edição da “Liga Europa”, partindo assim, pela terceira vez, em vantagem para a partida da 2.ª mão, onde terá de confirmar a sua superioridade, de forma a evitar os sustos que passou na ronda anterior, face ao Tottenham.




