Liga dos Campeões – 6ª Jornada (Benfica – Basel)

5 Dezembro, 2017 at 10:36 pm Deixe um comentário

BenficaBenfica – Mile Svilar, Douglas, Lisandro López, Jardel, Eliseu, Andreas Samaris (73m – André Almeida), Andrija Živković, João Carvalho, Pizzi (73m – Gabriel Barbosa), Diogo Gonçalves  (62m – Jonas) e Haris Seferović

BaselBasel – Tomáš Vaclík, Marek Suchý, Manuel Akanji, Éder Balanta, Michael Lang, Taulant Xhaka, Luca Zuffi, Raoul Petretta (82m – Blás Riveros), Renato Steffen (90m – Alexander Fransson), Dimitri Oberlin (88m – Kevin Bua) e Mohamed Elyounoussi

0-1 – Mohamed Elyounoussi – 5m
0-2 – Dimitri Oberlin – 65m

Cartões amarelos – Andreas Samaris (68m); Taulant Xhaka (9m) e Manuel Akanji (63m) e Raoul Petretta (75m)

Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)

Não há outras palavras para qualificar esta campanha europeia do Benfica – que, recorde-se, era o “cabeça-de-série” deste grupo – que não “horrível” ou “péssima”. A pior de sempre, não só do Benfica, mas de qualquer equipa portuguesa em competições europeias (20.ª vez que se verifica tal registo na fase de Grupos da Liga dos Campeões): seis jogos, seis derrotas; 1 único golo marcado e 14 golos sofridos.

Num jogo em que nada mais estava em jogo para o Benfica que a dignidade, enquanto o Basel disputava ainda o apuramento para os 1/8 de final (no cenário eventual de uma vitória do CSKA em Manchester – que, se chegou a verificar, em dada altura do desafio – os suíços necessitariam vencer também este jogo), Rui Vitória fez rodar a equipa, com nada menos de sete alterações em relação à formação que vem jogando com maior regularidade. Por seu lado, do onze inicial do grupo helvético, dez repetiram a titularidade da primeira volta.

Isto dito, tal não justifica tudo o que se passou (uma vez mais) esta noite, com uma equipa abúlica, frágil, desconcentrada, a permitir, logo aos cinco minutos, que o adversário se colocasse em vantagem, o que faria, sobremaneira, acrescer as suas dificuldades.

Depois, necessariamente, a falta de rotinas, a enorme crise de confiança, a escassa motivação e o inevitável desânimo, após o segundo tento sofrido, fizeram o resto…

Esta noite, o Benfica teve até mais tempo de posse de bola – compreensível, dado ter-se visto em desvantagem tão cedo -, assim como mais remates e mais ocasiões de perigo (por Pizzi, com um remate de fora da área, Lisandro, Jardel, Diogo Gonçalves ou Seferović, todas ainda na primeira parte, e, ainda, João Carvalho). Mas (outra vez) sem qualquer eficácia, precisamente ao contrário do que o Basel demonstrou logo nas primeiras vezes em que chegou à baliza contrária, beneficiando, paralelamente, da desorganização defensiva benfiquista.

Uma triste e desconsolada despedida, de uma equipa que, a partir de certa altura (logo desde o final da primeira volta), conformada, como que parecia querer ver-se “livre” desta prova, o mais rapidamente possível.

Uma época não para esquecer, mas para reflectir e não repetir…

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