Archive for 28 Outubro, 2006

FC PORTO, 3 – BENFICA, 2

O Benfica foi infeliz na partida de hoje.

Não obstante, tem culpas próprias no facto de ter perdido um jogo que podia (devia) ter ganho.

Foi infeliz porque sofreu um primeiro golo na sequência de um ressalto; um segundo golo, numa excelente execução de Ricardo Quaresma, a driblar Nélson no flanco esquerdo e a rematar em arco ao poste mais distante, numa jogada de belo efeito, mas que raramente tem êxito; um terceiro golo, no último minuto do tempo de descontos, num lance que tem início num lançamento de linha lateral para a área, onde, após alguma confusão, surgiu Bruno Moraes a desviar para a baliza.

Foi ainda “infeliz” em ter enfrentado um inspirado Helton que, com 3 soberbas defesas, impediu outros tantos golos (Quim teve duas intervenções similares, uma delas logo no início da partida).

Tem culpas próprias porque, encontrando-se a perder por 2-0 cerca dos 20 minutos, como que “entregando”, logo aí, o jogo ao adversário, mais uma vez “perdeu o Norte”, tendo, após o 2º golo, passado cerca de um quarto de hora completamente “à deriva”, podendo, nesse lapso de tempo, o FC Porto ter “arrumado” definitivamente com o encontro.

Tem também culpas próprias porque, depois de uma excelente reacção na segunda parte, conseguindo fazer o mais difícil (chegar ao empate em pleno Estádio do Dragão, anulando uma desvantagem de 2 golos) e, numa fase do jogo em que estava claramente na “mó de cima” (nos últimos 10 minutos), não teve a ambição necessária para (com o FC Porto quase “encostado às cordas”) ganhar.

Teve ainda culpas próprias porque, há semelhança do período de “desnorte” da primeira parte, esteve desconcentrado no lance que proporcionou uma imerecida vitória ao FC Porto.

Podia (devia) ter ganho o jogo, porque “este” FC Porto se encontra ainda muito longe do nível que nos habituámos a ver nos últimos anos; tal como denotam as respectivas posições na Liga dos Campeões, quer a equipa portista quer a do Benfica têm, nesta fase, muita dificuldade em competir a nível europeu. Estão ainda ambas em busca de mais consistência e regularidade exibicional.

Nesta partida, o FC Porto, desde cedo com a vitória “garantida”, não só não aproveitou a deriva do Benfica, como perderia, logo desde os 35 minutos da primeira parte, o controlo do jogo, tendo a equipa benfiquista criado, para além dos golos, mais três oportunidades soberanas, superiormente negadas por Helton (numa delas, beneficiando da imperícia do atacante adversário que, com a baliza à mercê, rematou ao alcance do guarda-redes portista).

Perante duas partes tão desiguais e com duas equipas ainda em “processo de crescimento”, talvez o empate fosse o resultado mais ajustado… embora, a haver um vencedor, esse não devesse ser a equipa da casa…

28 Outubro, 2006 at 10:45 pm Deixe um comentário

ILHAS COOK

Ilhas CookAs Ilhas Cook situam-se entre o Tahiti e Tonga, no centro do triângulo da Polinésia, cerca de 4500 km a sul do Hawaii, tendo capital na ilha principal, de Rarotonga (em Avarua).

Ilhas Cook

Sendo um território associado da Nova Zelândia, em termos práticos opera como um Estado independente, não obstante utilizar a moeda neo-zelandesa.

Compreendem dois grupos de ilhas (Cook Setentrionais e Cook Meridionais), num total de 15 ilhas e atóis, com uma superfície terrestre de apenas 240 km2, espalhadas por uma área de cerca de 1,8 milhões de km2 do Pacífico Sul; a distância entre Penrhyn e Mangaia é superior a 1 400 km. Os territórios mais próximos são Kiribati (a Norte), a Polinésia Francesa (a Leste), e Tonga e a Samoa Americana (a Oeste).

Destacam-se as paradisíacas praias de Rarotonga e Aittutaki (também com lagoas turquesa). Uma deslocação às ilhas menos visitadas (Atiu, Mangaia, ou Mauke) pode ser também uma experiência fascinante.

A população é de cerca de 20 000 habitantes, 2/3 dos quais vivendo na ilha de Rarotonga, seguindo-se Aititaki com apenas cerca de 2 000 habitantes, todos cidadãos neo-zelandeses.

Há voos directos a partir de Auckland, Ilhas Fiji, Tahiti e Los Angeles. O fuso horário é o mesmo do Hawaii e Tahiti, com 22 horas a menos que a Nova Zelândia (UTC – 10 horas).

Cronologia

1595 – O explorador espanhol Mendaña avista Pukapuka
1773 – Capitão Cook chega a Atiu e 4 outras ilhas
1789 – Capitão Bligh descobre Aitutaki
1888 – O reino Unido declara o protectorado das ilhas do Sul
1889 – O protectorado britânico alarga-se às Cook do Norte
1901 – Ilhas Cook transferidas para a administração neo-zelandesa
1965 – Ilhas Cook com governo autónomo próprio
1973 – Inauguração do aeroporto internacional de Rarotonga
2001 – Ilhas Cook declaram as suas águas territoriais como “santuário de baleias”
2006 – A série televisiva “Survivor” é filmada em Aitutaki

Algumas páginas a visitar:

http://www.cookislandsatoz.com/
http://www.atiu.info/
http://www.aitutaki.com/
http://www.southpacific.org/text/finding_cooks.html
http://www.cookislands.org.uk/

28 Outubro, 2006 at 2:16 pm 2 comentários

SAMOA

SamoaA Samoa (designada por Samoa Ocidental até 1997), país independente da Nova Zelândia desde 1962, situa-se no coração da Polinésia, entre o Tahiti e as Ilhas Fiji (a 2/3 do percurso entre o Hawaii e a Nova Zelândia), tendo a Samoa Americana a centenas de km a leste, e a sul, o reino de Tonga.

É formada por duas ilhas principais, de origem vulcânica e caracterizadas por verdejantes florestas pluviais: Upolu e Savaii; existem ainda outras duas pequenas ilhas: Manono e Apolima, para além de 5 ilhéus, num total de cerca de 2 900 km2. Ao contrário de outros países, com ilhas dispersas ao longo do Oceano, as ilhas samoanas concentram-se num único grupo.

A capital localiza-se em Apia, onde viveu Robert Louis Stevenson. O país é habitado por cerca de 180 000 pessoas, das quais cerca de 2/3 vivem em Upolu e cerca de 1/3 em Savaii. Os Samoanos constituem a segunda maior população polinésia, depois dos Maoris da Nova Zelândia.

As actividades disponibilizadas passam pelo surf, “scuba diving” e “snorkeling”; contudo, a principal atracção é a do “ecoturismo”, com numerosos pequenos “resorts” familiares em diversas praias, em que os hóspedes se alimentam de fruta e vegetais e peixe. Tudo isto “condimentado” com o “estilo samoano” (“fa’a Samoa”), baseado nas tradições e usos antigos da cultura polinésia, vivendo em harmonia com a natureza, fazendo da Samoa um dos destinos preferidos e uma paragem “obrigatória” numa viagem pelo Pacífico Sul.

Em termos de clima, localizando-se mais próximo da linha do Equador, a Samoa caracteriza-se por um tempo quente (temperatura média de 26º) e húmido.

Há voos para Samoa a partir de diversas origens no Pacífico Sul. Os voos dos EUA para Auckland podem também fazer escala em Apia.

As línguas faladas são o Samoa e o Inglês. Samoa tem a mesma hora que Tonga, embora tenha um dia de atraso, devido à linha internacional de mudança de data, ou seja, enquadra-se no fuso UTC – 11 horas.

Cronologia

1722 – O explorador holandês Jacob Roggeveen avista Samoa
1856 – Implantação de companhia de comércio alemã em Apia
1870 – Alemães estabelecem vastas plantações de coco
1899 – Alemanha e EUA dividem o território de Samoa (Samoa Ocidental e Samoa Americana)
1900 – Samoa transforma-se em colónia alemã
1914 – O governador alemão rende-se à Nova Zelândia
1962 – Samoa restabelece a independência
1997 – Samoa Ocidental muda a sua denominação official para Samoa
2003 – LagoLanoto’o (ilha de Upolu) declarado Parque Nacional

Algumas páginas a visitar:

http://www.tlfq.ulaval.ca/axl/pacifique/samoa.htm
http://www.writers.worldcountries.info/Australia-Oceania/Samoa.shtml
http://www.islandexplorer.ws/
http://www.samoaatoz.com/
http://www.southpacific.org/text/upolu.html
http://www.samoa-experience.com/

28 Outubro, 2006 at 10:16 am 3 comentários


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