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Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)
17.02.2015 – Paris St.-Germain – Chelsea – 1-1
24.02.2015 – Manchester City – Barcelona – 1-2
25.02.2015 – Bayer Leverkusen – At. Madrid – 1-0
24.02.2015 – Juventus – Borussia Dortmund – 2-1
18.02.2015 – Schalke 04 – Real Madrid – 0-2
17.02.2015 – Shakhtar Donetsk – Bayern München – 0-0
25.02.2015 – Arsenal – Monaco – 1-3
18.02.2015 – Basel – FC Porto – 1-1
Numa 1.ª mão em que apenas duas equipas conseguiram vencer na condição de visitadas (Bayer Leverkusen e Juventus) – em ambos os casos por margem tangencial -, parecem ganhar vantagem os clubes que venceram os respectivos grupos na fase anterior da competição, com destaque para o triunfo do Monaco (treinado por Leonardo Jardim) em Londres, frente ao Arsenal, com outra equipa inglesa (Manchester City) também a ser derrotada em casa, pelo Barcelona.
Menção ainda à vitória do Real Madrid em Gelsenkirchen, colocando-se em posição muito favorável para o apuramento para os 1/4 de final. O FC Porto, tendo empatado em Basileia, poderá beneficiar do facto de ter marcado em terreno alheio.
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 Final
Paris St.-Germain – Chelsea
Manchester City – Barcelona
Bayer Leverkusen – At. Madrid
Juventus – Borussia Dortmund
Schalke 04 – Real Madrid
Shakhtar Donetsk – Bayern München
Arsenal – Monaco
Basel – FC Porto
Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 17, 18, 24 e 25 de Fevereiro de 2015. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 10, 11, 17 e 18 de Março.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Olympiakos – Malmö – 4-2
Juventus – At. Madrid – 0-0
1º At. Madrid, 13; 2º Juventus, 10; 3º Olympiakos, 9; 4º Malmö, 3
Grupo B
Liverpool – Basel – 1-1
Real Madrid – Ludogorets – 4-0
1º Real Madrid, 18; 2º Basel, 7; 3º Liverpool, 5; 4º Ludogorets, 4
Grupo C
Monaco – Zenit – 2-0
Benfica – Bayer Leverkusen – 0-0
1º Monaco, 11; 2º Bayer Leverkusen, 10; 3º Zenit, 7; 4º Benfica, 5
Grupo D
Galatasaray – Arsenal – 1-4
B. Dortmund – Anderlecht – 1-1
1º B. Dortmund, 13; 2º Arsenal, 13; 3º Anderlecht, 6; 4º Galatasaray, 1
Grupo E
Roma – Manchester City – 0-2
Bayern – CSKA Moskva – 3-0
1º Bayern, 15; 2º Manchester City, 8; 3º Roma, 5; 4º CSKA Moskva 5
Grupo F
Barcelona – Paris St.-Germain – 3-1
Ajax – APOEL – 4-0
1º Barcelona, 15; 2º Paris St.-Germain, 13; 3º Ajax, 5; 4º APOEL, 1
Grupo G
Chelsea – Sporting – 3-1
Maribor – Schalke 04 – 0-1
1º Chelsea, 14; 2º Schalke 04, 8; 3º Sporting, 7; 4º Maribor, 3
Grupo H
FC Porto – Shakhtar Donetsk – 1-1
At. Bilbao – BATE Borisov – 2-0
1º FC Porto, 14; 2º Shakhtar Donetsk, 9; 3º At. Bilbao, 7; 4º BATE Borisov, 3
Garantiram o apuramento para os 1/8 final todas as quatro equipas alemãs (Bayer Leverkusen, B. Dortmund, Bayern e Schalke 04), três clubes de Espanha (At. Madrid, Real Madrid e Barcelona) – tendo perdido o At. Bilbao – e de Inglaterra (Arsenal, Manchester City e Arsenal) – que perdeu o Liverpool -, duas de França (Monaco e Paris St.-Germain), e uma de Itália (Juventus), Suíça (Basel), Portugal (FC Porto) e Ucrânia (Shakhtar Donetsk).
Entre os apurados, menção a três treinadores portugueses: José Mourinho, no Chelsea, Leonardo Jardim, no Monaco, e Paulo Sousa, no Basel. André Villas-Boas (Zenit), Marco Silva (Sporting) e Jorge Jesus (Benfica), não conseguiram ter sucesso nesta fase da prova, tendo pelo menos os dois primeiros conseguido a passagem para a Liga Europa.
Transitam para a Liga Europa as seguintes equipas: Olympiakos, Liverpool, Zenit, Anderlecht, Roma, Ajax, At. Bilbao e Sporting, vítima de um grosseiro erro de arbitragem em Gelsenkirchen, nos derradeiros instantes da partida, que viria a ter influência directa no apuramento final do Schalke 04, em detrimento da equipa portuguesa.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – Bayer Leverkusen
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Lisandro López, César, Loris Benito, Bryan Cristante, Tiago “Bebé” (87m – João Teixeira), Pizzi, Ola John, Lima (62m – Anderson Talisca) e Derley (76m – Nélson Oliveira)
Bayer Leverkusen – Bernd Leno, Roberto Hilbert, Ömer Toprak, Emir Spahic, Sebastian Boenisch, Gonzalo Castro, Simon Rolfes (83m – Stefan Kiessling), Karim Bellarabi, Hakan Çalhanoglu, Robbie Kruse (45m – Julian Brandt) e Josip Drmić (71m – Son Heung-Min)
Cartões amarelos – Bryan Cristante (36m); Sebastian Boenisch (26m) e Ömer Toprak (32m)
Cartão vermelho – Ömer Toprak (90m)
Árbitro – Aleksei Kulbakov (Bielorrússia)
Já sem objectivos nas competições europeias desta temporada, o Benfica fez alinhar nesta sua despedida uma equipa de “reserva”, que, não obstante, evidenciou nesta partida a atitude que faltou noutros jogos, podendo inclusivamente ter sido mais feliz, se tivesse tido maior discernimento e tranquilidade no momento de concretizar alguns lances de perigo que conseguiu criar.
Habitualmente pouco utilizados na generalidade, os jogadores a que Jesus hoje recorreu – em “poupança” para o FC Porto-Benfica de Domingo, para o campeonato – não comprometeram, denotando motivação e concentração, e até, estarem mais “rotinados” do que o que se poderia supor-se, acabando mesmo por retirar o 1.º lugar ao Bayer Leverkusen, posição conquistada pelo Monaco, de Leonardo Jardim (de forma sensacional, a defesa menos batida, com apenas um golo sofrido, curiosamente marcado pelo Benfica!).
Infelizmente, o balanço desta participação do Benfica na Liga dos Campeões, quedando-se pelo último lugar do seu Grupo, com apenas cinco pontos (uma vitória – frente ao vencedor do grupo – e dois empates), e somente dois golos marcados (só o APOEL, com um único golo, fez pior…) tem de qualificar-se como medíocre, nem sequer tendo conseguido alcançar a “consolação” da passagem para a Liga Europa, de que foi finalista nas duas épocas anteriores.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Malmö – Juventus – 0-2
At. Madrid – Olympiakos – 4-0
1º At. Madrid, 12; 2º Juventus, 9; 3º Olympiakos, 6; 4º Malmö, 3
Grupo B
Basel – Real Madrid – 0-1
Ludogorets – Liverpool – 2-2
1º Real Madrid, 15; 2º Basel, 6; 3º Liverpool e Ludogorets, 4
Grupo C
Zenit – Benfica – 1-0
Bayer Leverkusen – Monaco – 0-1
1º Bayer Leverkusen, 9; 2º Monaco, 8; 3º Zenit, 7; 4º Benfica, 4
Grupo D
Arsenal – B. Dortmund – 2-0
Anderlecht – Galatasaray – 2-0
1º B. Dortmund, 12; 2º Arsenal, 10; 3º Anderlecht, 5; 4º Galatasaray, 1
Grupo E
Manchester City – Bayern – 3-2
CSKA Moskva – Roma – 1-1
1º Bayern, 12; 2º Roma, CSKA Moskva e Manchester City, 5
Grupo F
Paris St.-Germain – Ajax – 3-1
APOEL – Barcelona – 0-4
1º Paris St.-Germain, 13; 2º Barcelona, 12; 3º Ajax, 2; 4º APOEL, 1
Grupo G
Sporting – Maribor – 3-1
Schalke 04 – Chelsea – 0-5
1º Chelsea, 11; 2º Sporting, 7; 3º Schalke 04, 5; 4º Maribor, 3
Grupo H
Shakhtar Donetsk – At. Bilbao – 0-1
BATE Borisov – FC Porto – 0-3
1º FC Porto, 13; 2º Shakhtar Donetsk, 8; 3º At. Bilbao, 4; 4º BATE Borisov, 3
A uma ronda do final desta fase de grupos, garantiram já o apuramento para os 1/8 final as seguintes onze equipas: Bayer Leverkusen, Chelsea, Shakhtar Donetsk, Arsenal e At. Madrid (nesta jornada), Real Madrid, B. Dortmund, Bayern, Paris St.-Germain, Barcelona e FC Porto (que haviam já atingido tal objectivo na jornada anterior).
As restantes cinco vagas em aberto serão disputadas entre: Juventus ou Olympiakos; Basel, Liverpool ou Ludogorets; Monaco ou Zenit; Roma, CSKA ou Manchester City; e Sporting ou Schalke 04.
Ao invés, o Benfica fica desde já, prematuramente, afastado das competições europeias, o que sucede também com o Galatasaray. O Anderlecht é a única equipa que tem já definida a sua passagem para a Liga Europa.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Zenit – Benfica
Zenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin, Aleksandr Anyukov, Ezequiel Garay, Nicolas Lombaerts (23m – Luís Neto), Domenico Criscito, Javi García (58m – Viktor Fayzulin), Axel Witsel, Hulk, Aleksandr Ryazantsev (65m – Oleg Shatov), Danny e José Rondón
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, André Almeida, Andreas Samaris (82m – Ola John), Enzo Pérez, Eduardo Salvio, Anderson Talisca (70m – Derley), Nico Gaitán e Lima
1-0 – Danny – 79m
Cartões amarelos – Luís Neto (30m), Hulk (36m) e Domenico Criscito (44m); Jardel (11m), Andreas Samaris (21m) e Luisão (36m)
Cartão vermelho – Luisão (90m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
O Benfica enfrentava esta partida com o condicionamento – que poderia ter efeito positivo, de alguma forma “espicaçando” a equipa – de saber que não poderia perder, sob pena de, não apenas ser eliminado da Liga dos Campeões, como inclusivamente, correndo o risco de se ver prematuramente afastado das competições europeias, o que sucederia caso a equipa do Monaco derrotasse o Bayer Leverkusen.
Porém, como foi regra em praticamente todas as partidas desta fase de grupos da presente edição da Liga dos Campeões, a equipa portuguesa entrou em campo algo desligada, não conseguindo pegar no jogo, consentindo a iniciativa ao adversário.
Sem que houvessem significativas ocasiões de perigo junto de qualquer das balizas, o empate ia perdurando. Tal como se pode caracterizar esta participação benfiquista na prova, também neste jogo a equipa foi de menos a “mais”, atravessando o seu melhor (curto) período já no segundo tempo, sensivelmente entre os 55 e os 70 minutos.
Por coincidência ou não, a opção táctica, de substituir Talisca por Derley não frutificaria; antes pelo contrário, corresponderia a um período em que o Zenit voltou a assumir maior predomínio, acabando por justificar o golo obtido.
Faltavam então pouco mais de dez minutos para o termo do encontro, e o Benfica não mais daria a sensação de poder reagir de forma afirmativa, como que conformado com a derrota.
Ficava então em suspenso do resultado do jogo entre Bayer Leverkusen e Monaco, no qual, contrariamente ao que seriam as expectativas generalizadas, a equipa monegasca acabaria mesmo por, mercê de um solitário golo, triunfar, liquidando qualquer esperança que o Benfica pudesse ainda acalentar de transitar para a Liga Europa.
Para o Benfica, esta melancólica época europeia – em que nunca evidenciou uma atitude competitiva compatível com as exigências de uma prova a este nível – terminará, já, no próximo dia 9 de Dezembro, num jogo apenas para “cumprir calendário”, recebendo o Bayer Leverkusen.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Malmö – At. Madrid – 0-2
Juventus – Olympiakos – 3-2
1º At. Madrid, 9; 2º Olympiakos e Juventus, 6; 4º Malmö, 3
Grupo B
Basel – Ludogorets – 4-0
Real Madrid – Liverpool – 1-0
1º Real Madrid, 12; 2º Basel, 6; 3º Liverpool e Ludogorets, 3
Grupo C
Zenit – Bayer Leverkusen – 1-2
Benfica – Monaco – 1-0
1º Bayer Leverkusen, 9; 2º Monaco, 5; 3º Zenit e Benfica, 4
Grupo D
Arsenal – Anderlecht – 3-3
B. Dortmund – Galatasaray – 4-1
1º B. Dortmund, 12; 2º Arsenal, 7; 3º Anderlecht, 2; 4º Galatasaray, 1
Grupo E
Manchester City – CSKA Moskva – 1-2
Bayern – Roma – 2-0
1º Bayern, 12; 2º Roma e CSKA Moskva, 4; 4º Manchester City, 2
Grupo F
Paris St.-Germain – APOEL – 1-0
Ajax – Barcelona – 0-2
1º Paris St.-Germain, 10; 2º Barcelona, 9; 3º Ajax, 2; 4º APOEL, 1
Grupo G
Sporting – Schalke 04 – 4-2
Maribor – Chelsea – 1-1
1º Chelsea, 8; 2º Schalke 04, 5; 3º Sporting, 4; 4º Maribor, 3
Grupo H
Shakhtar Donetsk – BATE Borisov – 5-0
At. Bilbao – FC Porto – 0-2
1º FC Porto, 10; 2º Shakhtar Donetsk, 8; 3º BATE Borisov, 3; 4º At. Bilbao, 1
Ainda com duas jornadas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/8 final as seguintes seis equipas: Real Madrid, B. Dortmund, Bayern, Paris St.-Germain, Barcelona e FC Porto.
Nesta ronda, destaque para o triplo triunfo das equipas portuguesas, sucesso que se regista pela segunda vez na história da Liga dos Campeões, depois da última jornada da temporada de 2007-08 (então com o Benfica a ganhar em Donestsk, o FC Porto face ao Besiktas, e o Sporting frente ao D. Kiev).
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Monaco
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, André Almeida, Andreas Samaris (62m – Lima), Eduardo Salvio, Enzo Pérez, Anderson Talisca, Nico Gaitán (90m – Tiago “Bebé”) e Derley (86m – Bryan Cristante)
Monaco – Danijel Subašić, Fabinho, Andrea Raggi, Ricardo Carvalho, Layvin Kurzawa, Jérémy Toulalan, João Moutinho, Geoffrey Kondogbia (86m – Valère Germain), Lucas Ocampos (63m – Nabil Dirar), Yannick Ferreira-Carrasco e Lacina Traoré (72m – Anthony Martial)
1-0 – Talisca – 82m
Cartões amarelos – Andreas Samaris (29m) e Enzo Pérez (38m); Lacina Traoré (26m), Ricardo Carvalho (39m), Jérémy Toulalan (56m), João Moutinho (74m) e Layvin Kurzawa (86m)
Árbitro – David Fernández Borbalán (Espanha)
A principal diferença neste desafio, face aos anteriores do Benfica na presente edição da Liga dos Campeões, esteve na atitude com que os jogadores abordaram o jogo. Sabendo da sua importância praticamente decisiva para continuar a alimentar eventuais aspirações, a equipa portuguesa estava “proibida” de perder pontos, e, mesmo o empate, seria um mau resultado…
De resto, as habituais falhas de concentração defensiva, uma entrada difícil em acção, concedendo muitos espaços, permitindo à formação monegasca, por algumas vezes, acercar-se da baliza benfiquista com bastante perigo, com Júlio César a revelar estar atento.
Só que, paralelamente, o Benfica não desistiu nunca – isso, de certo modo, já tinha sucedido também na ronda inaugural, com o Zenit, embora então, a equipa revelasse notória impotência para inverter o rumo dos acontecimentos – de procurar a sorte que tão arredada tem andado da equipa nesta competição, porfiando sempre, acabando por ser feliz, mas, também, ao mesmo tempo, ter o merecido prémio, com o golo obtido por Talisca já na fase derradeira da partida.
Uma vitória que poderá ser crucial, no pior dos cenários, para evitar uma eliminação prematura das provas europeias desta temporada. A qualificação para os 1/8 de final da Liga dos Campeões continua a ser, de alguma forma, uma quimera, mas há que continuar a acreditar, elevar os níveis de confiança e concentração… e jogar melhor.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
At. Madrid – Malmö – 5-0
Olympiakos – Juventus – 1-0
1º At. Madrid e Olympiakos, 6; 3º Juventus e Malmö, 3
Grupo B
Ludogorets – Basel – 1-0
Liverpool – Real Madrid – 0-3
1º Real Madrid, 9; 2º Ludogorets, Liverpool e Basel, 3
Grupo C
Bayer Leverkusen – Zenit – 2-0
Monaco – Benfica – 0-0
1º Bayer Leverkusen, 6; 2º Monaco, 5; 3º Zenit, 4; 4º Benfica, 1
Grupo D
Anderlecht – Arsenal – 1-2
Galatasaray – B. Dortmund – 0-4
1º B. Dortmund, 9; 2º Arsenal, 6; 3º Anderlecht e Galatasaray, 1
Grupo E
CSKA Moskva – Manchester City – 2-2
Roma – Bayern – 1-7
1º Bayern, 9; 2º Roma, 4; 3º Manchester City, 2; 4º CSKA Moskva, 1
Grupo F
APOEL – Paris St.-Germain – 0-1
Barcelona – Ajax – 3-1
1º Paris St.-Germain, 7; 2º Barcelona, 6; 3º Ajax, 2; 4º APOEL, 1
Grupo G
Schalke 04 – Sporting – 4-3
Chelsea – Maribor – 6-0
1º Chelsea, 7; 2º Schalke 04, 5; 3º Maribor, 2; 4º Sporting, 1
Grupo H
BATE Borisov – Shakhtar Donetsk – 0-7
FC Porto – At. Bilbao – 2-1
1º FC Porto, 7; 2º Shakhtar Donetsk, 5; 3º BATE Borisov, 3; 4º At. Bilbao, 1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Monaco – Benfica
Monaco – Danijel Subašić, Fabinho, Andrea Raggi, Ricardo Carvalho, Layvin Kurzawa, Jérémy Toulalan, Nabil Dirar, João Moutinho (82m – Bernardo Silva), Geoffrey Kondogbia, Lucas Ocampos (62m – Yannick Ferreira-Carrasco) e Dimitar Berbatov (34m – Anthony Martial)
Benfica – Artur, Maxi Pereira, Luisão, Lisandro López, Eliseu, André Almeida, Eduardo Salvio, Enzo Pérez (88m – Andreas Samaris), Anderson Talisca (68m – Tiago “Bebé”), Nico Gaitán (79m – César) e Lima
Cartões amarelos – Ricardo Carvalho (71m), Layvin Kurzawa (78m) e Yannick Ferreira-Carrasco (90m); Eliseu (8m), Lisandro López (26m) e Eduardo Salvio (36m)
Cartão vermelho – Lisandro López (76m)
Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)
Depois de alguma infelicidade no primeiro jogo – pagando caro as falhas de desconcentração cometidas – e da péssima apresentação em Leverkusen, o Benfica abordava este terceiro desafio da Liga dos Campeões já em posição delicada, condicionado pela necessidade imperiosa de não poder perder a partida.
Mas, uma vez mais, começaria mal, demorando a “entrar no jogo”, concedendo espaços e a iniciativa ao adversário – o que só não resultou em golo logo nos minutos iniciais devido a uma inacreditável deficiente execução de Ocampos, com a baliza escancarada à sua mercê -, denotando um complexo dificilmente compreensível (e aceitável) face à que é, indubitavelmente, a equipa menos forte do grupo, e, uma vez mais, uma indisfarçável falta de ambição.
Tal foi ainda mais flagrante quando, no segundo tempo, depois de a equipa ter conseguido enfim serenar, ter “pegado no jogo”, e levar o perigo até próximo da área monegasca, nunca se resolvendo contudo a correr maiores riscos, retardando as substituições – e, mesmo, independentemente disso -, a fazer alterações no sistema de jogo, que pudessem conferir maior dinâmica e provocar desequilíbrios na estrutura defensiva do adversário.
É verdade que, nessa fase do jogo, o Benfica dispôs também de ocasiões de perigo e, pelo menos, de uma soberana oportunidade de golo. Mas, uma vez mais, a imagem que transpareceu foi a de que o Benfica se contentaria com o empate.
Tal percepção reforçar-se-ia, inevitavelmente, a partir do minuto 76, com a equipa em inferioridade numérica, acabando os últimos vinte minutos (incluindo tempo de compensação) por ter de sofrer, recuar as linhas, em busca de preservar o pontinho, que, veremos mais adiante, se poderá ter servido de algo.
Para já, com a configuração que o grupo apresenta, a continuidade na Liga dos Campeões, para a fase de eliminatórias, parece à distância de um milagre, que corresponderia a uma segunda volta quase perfeita (no mínimo, 7 pontos, de duas vitórias e um empate, esperando uma conjugação favorável de resultados nos jogos entre os outros três concorrentes); mas, mais preocupante, a própria continuidade nas provas europeias (por via da transição para a Liga Europa) encontra-se seriamente ameaçada, e, previsivelmente, dependente de um indispensável triunfo, já no próximo jogo, perante este mesmo opositor.
Mas, para tal, o Benfica vai ter de jogar muito mais…



