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EURO 2004 – "PLAY-OFF"
Fazendo os prognósticos antecipadamente (e não “só no fim do jogo”, como se costuma dizer por graça no “futebolês”), a Espanha, Holanda, Turquia, Rússia e Croácia são fortes candidatos (em minha opinião) a marcar presença na Fase Final do EURO 2004, na sequência do sorteio dos play-off hoje realizado, que deu origem aos seguintes jogos, a disputar em Novembro: Espanha-Noruega; Escócia-Holanda; Letónia-Turquia; Rússia-País de Gales; Croácia-Eslovénia.
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"EURO-2004"
Depois de Portugal, França, R. Checa, Suécia e Bulgária, garantiram hoje o apuramento para a Fase Final do Campeonato da Europa de Futebol a disputar no próximo ano no nosso país, a Alemanha, Dinamarca, Suíça, Grécia, Inglaterra e Itália (países vencedores dos respectivos grupos de qualificação).
Para definição do grupo de 16 selecções finalistas, falta apenas apurar as últimas 5, que resultarão dos play-off (eliminatórias directas) a disputar por Eslovénia, Holanda, Escócia,Letónia, Rússia, Espanha, Noruega, Turquia, P. Gales e Croácia.
As grandes surpresas foram: pela positiva, a Letónia e o P. Gales (apurados para os play-off), assim como a Suíça e a Grécia (vencedoras de grupo); pela negativa, a registar nomeadamente a eliminação da Roménia, Áustria, Polónia, Hungria, Bélgica, Sérvia e Montenegro (ex-Jugoslávia) e Irlanda.
Na fase de qualificação, os países com melhor desempenho foram: França (vitórias em todos os 8 jogos disputados), R. Checa (7 vitórias e um empate), Inglaterra (6 vitórias e 2 empates) e Alemanha (5 vitórias e 3 empates) – únicas selecções sem qualquer derrota.
Pode ver todos os detalhes aqui.
P. S. Mais um “blogue” a visitar, o do programa de televisão d’A Dois, Magazine 2010; do écran do televisor para a internet, para ficar a par das últimas novidades sobre ciência e novas tecnologias.
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EURO 2004
França (actual campeão da Europa), Bulgária, R. Checa e Suécia são os primeiros países apurados para a fase final do Campeonato da Europa de Futebol, em 2004, juntando-se assim ao país organizador, Portugal.
Na competição pelas restantes 11 vagas disponíveis, encontram-se ainda 25 selecções; foram entretanto já “eliminados” 21 dos países concorrentes.
Eslovénia e Holanda estão já qualificados para os play-off, nos quais os 10 segundos classificados de cada grupo da fase de qualificação se defrontarão para apuramento dos últimos 5 finalistas.
Grécia (favorita) ou Espanha e Inglaterra ou Turquia serão os dois primeiros dos respectivos grupos, apurando-se para a fase final ou para os play-off. A Croácia e a Bélgica disputam o 2º lugar do respectivo grupo.
Nos grupos de competição “mais renhida”, Dinamarca (favorito ao apuramento directo), Roménia, Bósnia-Herzegovina e Noruega (possivelmente o principal candidato ao 2º lugar); Hungria (favorita para o 2º lugar), Polónia e a Letónia (eventual surpresa); Alemanha e Islândia (que podem ainda vencer o grupo) e Escócia e Lituânia; Itália e País de Gales (que competem ainda pelo 1º lugar) e Finlândia; Suíça, Irlanda e Rússia, são os países ainda envolvidos na disputa dos dois primeiros lugares dos respectivos grupos, visando, ou a qualificação directa, ou o apuramento para os play-off.
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FUTEBOL, FUTEBOL E … FUTEBOL
Alguns “milhões” de portugueses terão “aprendido a ler” com “A Bola”, que teve – em simultâneo! – jornalistas / “escritores” da estirpe de Vítor Santos, Carlos Miranda (com as suas magníficas reportagens do “Tour de France” com Joaquim Agostinho), Carlos Pinhão (“Ai que saudades, ai, ai…”), Homero Serpa, Alfredo Farinha, Aurélio Márcio (só para falar da “velha guarda”, dos anos 80).
Nesse tempo, “A Bola” era claro “líder de mercado”, com “O Record” a uma distância significativa. Depois, mais tarde, surgiu a “Gazeta dos Desportos”, com uma existência relativamente curta (uns anos antes – acho que já não “é do meu tempo” – tinha havido o “Mundo Desportivo”).
Mas eram todos “ trissemanários”.
Eis aqui o ponto a que quero chegar (eu que sempre fui um “fanático desportista de bancada”): o (muito) exagerado peso que a “informação desportiva” (“futebolística”) tem hoje em dia na comunicação social.
Hoje temos três jornais desportivos diários! (com “O Jogo” predominantemente implantado a Norte) – é claro, se subsistem, é porque existe mercado…
Mas, para além disso, é a rádio (e, por exemplo, quando se fala nos “bons programas” da TSF, um deles será sem dúvida a “Bancada Central”, uma espécie de “blogues falados” – mas com duas horas diárias!!!), em que o sentido das proporções é bastantes vezes esquecido (nomeadamente nos serviços informativos, considerando a relação de tempo face à cobertura noticiosa da informação generalista) e, acima de tudo, a televisão.
E aqui, penso que se está a atingir situações de extremo: não há justificação possível (não pode ser de todo enquadrado no conceito de “serviço público”) que se enviem repórteres para os estágios de pré-época que as equipas (as tradicionais três: Benfica, Porto e Sporting – por ordem alfabética…) fizeram no estrangeiro; foi confrangedor assistir ao espectáculo da “não notícia” (em particular, com um “misto de tragicomédia”, a propósito das várias contratações que o Benfica acabou por não fazer e da deprimente história da “braçadeira de capitão”); não há razão que justifique – mesmo agora que as competições já “arrancaram” – que, quase diariamente, haja um repórter, tendo por pano de fundo um estádio vazio, dizendo quais “as águias, dragões ou leões” que treinaram hoje, quais os que estiveram “lesionados”, conjecturando, especulando sobre a constituição das equipas e as tácticas para o próximo jogo (daí a quatro ou cinco dias)…
E mais as “tricas”, o “diz que disse”, os “arrufos”e os “amuos” dos treinadores, as polémicas da arbitragem.
E, a culminar, “4 – Quatro – 4” jogos televisionados por jornada!!!
É a lei do mercado no seu “estado puro”? (Dar às pessoas o que elas querem ver…) “Pão e circo”, como no tempo dos Romanos?
Nós, que “amamos o futebol” (slogan do “Euro2004”), queremos ver (ouvir e ler) futebol de qualidade, não necessariamente em quantidade.
P.S. Veja aqui o “porquê?” e o “como?” dos “blogues”.
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LUIS FIGO vs. UNICEF
Estas coisas valem o que valem: começam por valer pela intenção (o que já é muito, uma vez que se trata de um acto tão nobre como a solidariedade) – independentemente do volume de fundos angariados (e sem sequer discutir a velha problemática da utilização / canalização desses fundos para as pessoas efectivamente necessitadas).
Neste caso, a solidariedade será perante uma causa ainda mais nobre, uma vez que envolve também a UNICEF: logo à noite, no Estádio do Bessa (20.30 h), vai reunir-se num jogo-festa de futebol a maior constelação de estrelas do “pontapé-na-bola” (e não só) alguma vez presente em Portugal!
Só “para abrir o apetite”, teremos: os 5 melhores jogadores do mundo (todos do Real Madrid, sendo a ordem arbitrária), ou seja, Figo, Ronaldo, Zidane, Raul e Roberto Carlos, assim como Rui Costa, Fernando Couto, Ruud Van Nistelroy, Gianlucca Bufon, etc., etc. Estará também presente um fora-de-série de “outras artes” (goste-se ou não do estilo, a eficácia é indiscutível), o campioníssimo Michael Schumacher (que também joga futebol numa equipa da 3ª divisão!…).
Ou seja, como soe dizer-se, “estão reunidos os condimentos” para uma grande festa; vamos lá dar uma ajuda, comparecendo no Bessa (quem puder)… todos serão sempre poucos para a causa em questão!
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O "PRÍNCIPE" CARLOS QUEIRÓS
Eu bem tinha avisado que isto ia ser viciante!
Mas, já agora, a propósito das coisas boas de Portugal, é claro que só pode ser motivo de orgulho (que não me parece que seja “provinciano”) que tenha sido escolhido para responsável pela melhor equipa do mundo (até daqui a 3 anos…), o “todo-poderoso” REAL MADRID, o português, Sr. Prof. Carlos Queirós.
Goste-se ou não – clubismos à parte – do seu percurso, a verdade é que este é um momento alto para o desporto português.
Parabéns, Carlos Queirós! Sorte!
Você também é um “number one”.
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