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FINAIS DA TAÇA DE PORTUGAL
Época Vencedor Finalista 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 1987-1988 FC Porto Guimarães 1-0 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 1975-1976 Boavista Guimarães 2-1 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 1968-1969 Benfica Académica 2-1 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 1962-1963 Sporting Guimarães 4-0 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 1950-1951 Benfica Académica 5-1 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 1941-1942 Belenenses Guimarães 2-0 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 1938-1939 Académica Benfica 4-3
AC MILAN – HEPTA-CAMPEÃO EUROPEU
Numa reedição da Final de 2005, AC Milan e Liverpool reencontraram-se hoje em Atenas, na Final da Liga dos Campeões… que proporcionaria à equipa italiana a tão ambicionada “desforra”, consagrando-a pela 7ª vez como Campeã da Europa (marca apenas superada pelos 9 títulos do R. Madrid).
Numa partida dominada pelo tacticismo, sem grandes “rasgos” de génio, que valeu essencialmente pelos golos e pelos últimos 10 minutos, o Liverpool foi a equipa que entrou melhor, assumindo algum controlo do jogo durante a primeira parte… até ao último minuto, em que, na sequência de um livre (a penalizar uma falta sobre kaká) apontado por Pirlo, a bola tabelou em Inzaghi, traindo o guarda-redes espanhol (no que foi o 500º golo do Milan em provas europeias).
Em superioridade no marcador, a segunda parte foi-se “arrastando”, com o Liverpool a não denotar capacidade para inverter o marcador… e o AC Milan, matreiramente, aguardando até que surgisse uma oportunidade de desferir o “golpe final”, o que aconteceria, novamente com Inzaghi a marcar, já nos últimos 10 minutos.
O vencedor parecia encontrado, mas, a 2 minutos do fim, sob um extraordinário apoio dos seus adeptos, o holandês Kuyt reduzia para 1-2, fazendo pairar por momentos a incerteza sobre o desfecho final… fazendo recordar o que acontecera na final de há 2 anos, com o Liverpool a recuperar então de uma desvantagem de 3 golos, para vencer no desempate da marca de grande penalidade.
Avisada, a equipa italiana jogou com o tempo (apenas sendo disputados cerca de 2 minutos e meio dos três de período de compensação assinalados – o que deixaria Rafael Benitez “à beira de um ataque de nervos”), não concedendo possibilidades de recuperação ao adversário.
AC Milan – Dida, Oddo, Nesta, Maldini, Jankulovski (80m – Kaladze), Gattuso, Pirlo, Ambrosini, Seedorf (90m – Favalli), Kaká e Inzaghi (88m – Gilardino)
Liverpool – Reina, Finnan (88m – Arbeloa), Carragher, Agger, Arne Riis, Pennant, Xabi Alonso, Mascherano (78m – Crouch), Zenden (59m – Kewell), Gerrard e Kuyt
1-0 – Inzaghi – 45m
2-0 – Inzaghi – 82m
2-1 – Kuyt – 89m
No Palmarés da Prova, após 52 edições, são os seguintes os (21) vencedores: AC Milan (1963, 1969, 1989, 1990, 1994, 2003 e 2007), Barcelona (1992 e 2006), Liverpool (1977, 1978, 1981, 1984 e 2005), FC Porto (1987 e 2004), R. Madrid (1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1966, 1998, 2000 e 2002), Bayern (1974, 1975, 1976 e 2001), M. United (1968 e 1999), B. Dortmund (1997), Juventus (1985 e 1996), Ajax (1971, 1972, 1973 e 1995), Marseille (1993), Crvena Zvezda (1991), PSV Eindhoven (1988), Steaua (1986), Hamburger (1983), Aston Villa (1982), Nottingham Forest (1979 e 1980), Feyenoord (1970), Celtic (1967), Inter Milan (1964 e 1965) e Benfica (1961 e 1962).
A nível de países, foi a 11ª vitória para (3) equipas de Itália, igualando a marca das (2) equipas de Espanha e superando as (4) de Inglaterra (10 vitórias).
Para a história ficam ainda outros registos, a nível individual: Paolo Maldini igualou as 8 presenças em Finais do espanhol Gento (o único jogador com 6 títulos de Campeão Europeu, pelo R. Madrid, nas décadas de 50 e 60); igualou também as 5 vitórias de Di Stéfano e de Zárraga. Por seu lado Seedorf alcançou a 4ª vitória (2ª pelo Milan), sendo o único a vencer por 3 equipas diferentes (também pelo Ajax e R. Madrid). O treinador Carlo Ancelotti também alcançou a 5ª vitória, segunda enquanto treinador (sendo apenas um dos 5 treinadores que conquistaram essa proeza também como jogador).
FC PORTO BI-CAMPEÃO NACIONAL – 2006-07
Total Casa Fora
Jg V E D G Pt V E D G V E D G
1 FC Porto 30 22 3 5 65-20 69 13 - 2 38- 9 9 3 3 27-11
2 Sporting CP 30 20 8 2 54-15 68 11 2 2 35- 9 9 6 - 19- 6
3 SL Benfica 30 20 7 3 55-20 67 11 4 - 31- 7 9 3 3 24-13
4 SC Braga 30 14 8 8 35-30 50 8 4 3 22-17 6 4 5 13-13
5 CF Os Belenenses 30 15 4 11 36-29 49 8 2 5 18- 8 7 2 6 18-21
6 FC P. Ferreira 30 10 12 8 31-36 42 7 7 1 19-12 3 5 7 12-24
7 U. D. Leiria 30 10 11 9 25-27 41 6 7 2 14-11 4 4 7 11-16
8 CD Nacional 30 11 6 13 41-38 39 9 2 4 28-15 2 4 9 13-23
9 CF E. Amadora 30 9 8 13 23-36 35 7 5 3 15-12 2 3 10 8-24
10 Boavista FC 30 8 11 11 32-34 35 5 7 3 20-16 3 4 8 12-18
11 CS Marítimo 30 8 8 14 30-44 32 5 4 6 14-19 3 4 8 16-25
12 A. Naval 1º Maio 30 7 11 12 28-37 32 3 5 7 12-16 4 6 5 16-21
13 A. Académica C. 30 6 8 16 28-46 26 3 2 10 12-21 3 6 6 16-25
14 VFC Setúbal 30 5 9 16 21-45 24 2 5 8 11-23 3 4 8 10-22
15 SC Beira-Mar 30 4 11 15 28-55 23 3 7 5 18-26 1 4 10 10-29
16 CD Aves 30 5 7 18 22-42 22 3 3 9 10-16 2 4 9 12-26
Liga dos Campeões – FC Porto e Sporting CP
Liga dos Campeões (3ª Pré-Eliminatória) – SL Benfica
Taça UEFA – SC Braga, CF Belenenses e FC P. Ferreira
Despromovidos à II Liga – SC Beira-Mar e CD Aves
Promovidos à I Liga – Leixões SC e VSC Guimarães
– O FC Porto somou hoje o seu 22º título de Campeão Nacional em 73 edições da prova (1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07); foi vice-campeão por 24 vezes; 10 3º lugares; 11 4ª lugares; 3 5º lugares; 1 6º; 1 7º; e 1 9º lugar
– O Sporting conquistou já 18 títulos de Campeão (1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02); sendo vice-campeão pela 17ª vez; 24 vezes 3º; 10 4º lugares; e 4 5º lugares.
– O Benfica, já Campeão por 31 vezes (1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05); conta ainda 24 vice-campeonatos; tendo obtido pela 14ª vez o 3º lugar; 3 4º lugares; e 1 6º lugar.
– Os restantes Campeonatos foram conquistados por: Belenenses (em 1945-46); e Boavista (em 2000-01).
A “normalidade” acabou por imperar, com os três candidatos a vencer na última jornada, mantendo assim a posição na tabela classificativa (e repetindo a classificação geral final da época passada).
O FC Porto, líder durante toda a prova, revalida o título – um dos mais difíceis da sua história. O Sporting, com uma equipa jovem, tendo porventura – pelo menos em algumas fases do campeonato – praticado o melhor futebol, conclui a prova novamente na posição de vice-campeão. O Benfica, com um arranque de época difícil e um “penoso” final de temporada não conseguiu mais do que minimizar as distâncias para os 2 primeiros, acabando o campeonato com uma série de 20 jogos consecutivos sem derrota, tendo sido também a única equipa invicta em casa.
Na jornada de hoje, o Sporting voltou a entrar forte, “resolvendo o assunto” logo na primeira meia hora. Chegou contudo a estar em 3º lugar (dado que o Benfica marcara primeiro à Académica)… durante um minuto, “saltando” (com o seu golo, logo aos 10 minutos) para o 1º lugar… até que o FC Porto conseguisse inaugurar o marcador. Na sequência do golo do empate do D. Aves, o Sporting passaria novamente para “a frente”, até ao 2º golo do FC Porto, já na segunda parte, iam decorridos 52 minutos. Os portistas apenas “respirariam fundo” cerca da hora de jogo, com o auto-golo de Jorge Ribeiro, fazendo o 3-1.
PROBABILIDADES
Em 27 combinações possíveis de resultados nos 3 jogos em que participam os “pretendentes” ao título (amanhã, a partir das 19h15), o FC Porto seria Campeão em 17 dos casos (63 %): desde que vença o Aves (9 combinações); em caso de empate, desde que o Sporting não vença o Belenenses (6 combinações); mesmo perdendo, desde que o Sporting também seja derrotado e que o Benfica não vença a Académica (2 combinações).
O Sporting dispõe de 8 “cenários” favoráveis (30 %) à conquista do título de Campeão: vencendo o Belenenses, desde que o FC Porto não vença o Aves (6 combinações); empatando, desde que o FC Porto seja derrotado e que o Benfica não vença (2 combinações).
No caso do Benfica, “against (almost) all ods”, só 2 combinações (7 %) lhe permitiriam realizar a quimera do título: vencendo a Académica, desde que o FC Porto seja derrotado e que o Sporting não vença.
SEVILLA – VENCEDOR DA TAÇA UEFA
Numa final espanhola, hoje disputada em Glasgow, o Sevilla repetiu a vitória na Taça UEFA (que alcançara também já na época passada), ao bater o Espanyol de Barcelona, no desempate por pontapés da marca de grande penalidade, por 3-1, depois de 1-1 no final do tempo regulamentar e de 2-2 no termo do prolongamento.
Defrontando uma equipa de “grande coração”, com uma enorme alma, de “antes quebrar que torcer”, conseguindo sempre ir buscar forças para superar as suas fraquezas, o Sevilla apenas conseguiu fazer com que se evidenciasse a sua teórica superioridade depois da equipa do Espanyol ter ficado reduzida a 10 unidades, por expulsão de Moisés Hurtado, iam decorridos cerca de 70 minutos; até então, fora a equipa catalã a criar mais perigo, com Palop – que viria a ser o “herói” da Final – sempre em bom plano.
Não obstante, a “normalidade” parecia ir imperar quando, logo aos 18 minutos, Adriano colocou o Sevilla em vantagem… para, apenas 10 minutos depois, Riera empatar.
Na segunda parte, mesmo jogando mais de 20 minutos em inferioridade numérica, foram escassas as oportunidades concedidas pelo Espanyol ao Sevilla.
Já no prolongamento, a história repetiu-se: Kanouté (que também marcara na Final do ano passado) fazia o 2-1 aos 15 minutos (em cima do termo da primeira parte)… para, 10 minutos depois, Jonatas fazer “explodir” de alegria toda a falange catalã.
Depois da derrota (por via do mesmo sistema de desempate) na Final de 1988, o Espanyol acreditava poder, desta vez, inverter o destino.
Só que aí, chegou então a hora do “herói” Palop (que já “salvara” o Sevilla da eliminação em Donetsk, no último minuto do jogo, com um golo de cabeça), defendendo os remates de Luis Garcia, Jonatas e Torrejon; apenas Pandiani (o melhor marcador da prova, com 11 golos) conseguiria converter a sua tentativa, numa altura em que, pelo Sevilla, Kanouté e Dragutinovic haviam já marcado; o falhanço de Daniel Alves (rematando muito por cima) ainda deu esperança aos catalães; mas Puerta faria o 3-1… para logo a seguir, Palop colocar ponto final no sonho do Espanyol, ao anular a tentativa de Torrejon.
Uma palavra de apreço para esta equipa do Espanyol (que poderia ter sido amplamente derrotada no Estádio da Luz, pelo Benfica, mas, batendo-se com galhardia, conseguiu prosseguir até à Final), que completa uma sensacional carreira na prova, com 13 jogos sem derrota!
No Palmarés da Prova, após 49 edições, são os seguintes os (31) vencedores: Sevilla (2006 e 2007), CSKA Moscovo (2005), Valencia (1962, 1963 e 2004), FC Porto (2003), Feyenoord (1974 e 2002), Liverpool (1973, 1976 e 2001), Galatasaray (2000), Parma (1995 e 1999), Inter (1991, 1994 e 1998), Schalke 04 (1997), Bayern (1996), Juventus (1977, 1990 e 1993), Ajax (1992), Napoli (1989), B. Leverkusen (1988), Goteborg (1982 e 1987), R. Madrid (1985 e 1986), Tottenham (1972 e 1984), Anderlecht (1983), Ipswich Town (1981), E. Frankfurt (1980), B. M’Gladbach (1975 e 1979), PSV Eindhoven (1978), Leeds (1968 e 1971), Arsenal (1970), Newcastle (1969), D. Zagreb (1967), Barcelona (1958, 1960 e 1966), Ferencvaros (1965), Zaragoza (1964) e Roma (1961).
ENTRETANTO, NA I LIGA…
As vitórias do Sporting e Benfica e o empate do FC Porto em Paços de Ferreira mantêm os Campeões em título e líderes da prova sob pressão.
À entrada para a última jornada, o FC Porto regista 66 pontos, contra 65 do Sporting e 64 do Benfica! Há quantos anos não chegávamos a esta fase do campeonato com os três primeiros na disputa do título?
Embora, no caso do Benfica, chegar ao 1º lugar mais não pareça ser que uma quimera: necessita (para além da vitória no seu jogo, com a Académica) de uma derrota do FC Porto (frente a um “aflito” Aves) e que o Sporting não vença o Belenenses… Deixem-nos sonhar!
Em aberto permanece portanto – para além da disputa do 4º lugar (entre Belenenses e Braga) – a decisão sobre o 2º classificado e consequente acesso directo à Liga dos Campeões.
Na tenaz luta pela manutenção, subsistem Aves e Beira-Mar (ambos com 22 pontos) e Setúbal (21 pontos); só um deles poderá “salvar-se”. Quem assegurou a manutenção na jornada de hoje (não obstante a derrota frente ao Sporting) foi a Académica, única equipa a conhecer já a sua posição final na tabela classificativa: independentemente dos resultados da última jornada (em que defronta o Benfica, no Estádio da Luz), ocupará o 13º lugar.
Por fim, P. Ferreira (41 pontos), U. Leiria (40 pontos) e Nacional (38 pontos) disputarão a última vaga disponível para acesso à Taça UEFA.
LEIXÕES E GUIMARÃES NA I LIGA
18 anos depois, o Leixões conseguiu hoje garantir a promoção à I Liga de Futebol, ao vencer o O. Moscavide por 2-1, na penúltima jornada da Liga de Honra (com o seu treinador, Vítor Oliveira, a conseguir o feito pela 5ª vez!), uma “prenda” ideal para um clube a festejar o seu centenário.
Também o Guimarães – vencendo hoje em Gondomar por 2-0 – alcançou o ambicionado regresso ao principal campeonato de futebol, um ano depois de ter interrompido um ciclo de 48 anos consecutivos de presenças na I Divisão.
Depois de liderar durante muito tempo o campeonato da Liga de Honra – conseguindo uma excelente série de 17 jogos sem perder -, o Rio Ave acabaria por soçobrar, acumulando 4 derrotas consecutivas (hoje, por 0-2, com o Olhanense), vendo-se afastado da disputa da subida de divisão.
Os Parabéns ao Leixões e Guimarães (os dois clubes com maior capacidade de mobilização de adeptos na Liga de Honra); uma palavra de alento para os vila-condenses.
CAMPEÕES
O Manchester United, em que milita o português Cristiano Ronaldo, tendo como treinador-adjunto Carlos Queirós, sagrou-se hoje campeão de Inglaterra, beneficiando do empate do Chelsea no terreno do Arsenal. Ao fim de 4 épocas repletas de sucesso (2 títulos de Campeão Nacional pelo FC Porto e outros tantos pelo Chelsea), José Mourinho não consegue, na presente temporada, melhor que o vice-campeonato – restando ainda por disputar a Final da Taça de Inglaterra, também a decidir entre os dois primeiros do campeonato.
TAÇA UEFA – 1/2 FINAIS
Werder Bremen – Espanyol – 1-2 / 0-3 (1-5)
Sevilla – Osasuna – 2-0 / 0-1 (2-1)
A cidade de Glasgow acolherá, no próximo dia 16, uma final espanhola, entre o detentor do troféu, Sevilla, e a grande surpresa da competição, o Espanyol de Barcelona, que, depois de deixar para trás o Ajax e o Benfica, eliminou sensacionalmente o Werder Bremen.
Para tal, beneficiou hoje de uma conjuntura particular, associada à ampla vantagem que adquirira na primeira mão: não obstante ter sofrido um golo logo aos 4 minutos, pelo português Hugo Almeida, veria o adversário reduzido a 10 elementos à passagem dos 20 minutos, por expulsão de Klose, na sequência de segundo cartão amarelo, por simulação de falta.
Apesar de submetido a intenso domínio até ao intervalo, na primeira descida à área contrária, num rápido contra-ataque, empatava o jogo e sentenciava o desfecho da eliminatória; viria ainda, pouco depois, a alcançar mesmo a vitória, completando uma brilhante série de 12 partidas consecutivas sem derrota na presente edição da prova!
Em Sevilla, a diferença de classe entre os dois oponentes ficou bem patente, num jogo de “sentido único”; o Osasuna não teve argumentos para contrariar a superioridade da equipa que procura revalidar o título da Taça UEFA, adicionando-o à Supertaça europeia que conquistou já esta época.



