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Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Villarreal - Napoli 2-1 0-0 2-1 Sporting - Glasgow Rangers 2-2 1-1 3-3 Liverpool - Sparta Praha 1-0 0-0 1-0 Ajax - Anderlecht 2-0 3-0 5-0 Braga - Lech Poznań 2-0 0-1 2-1 Dynamo Kyiv - Beşiktaş 4-0 4-1 8-1 Spartak Moskva - Basel 1-1 3-2 4-3 Zenit - Young Boys 3-1 1-2 4-3 Manchester City - Aris Thessaloniki 3-0 0-0 3-0 CSKA Moskva - PAOK 1-1 1-0 2-1 FC Porto - Sevilla 0-1 2-1 2-2 Twente - Rubin Kazan 2-2 2-0 4-2 PSV Eindhoven - Lille 3-1 2-2 5-3 Stuttgart - Benfica 0-2 1-2 1-4 Paris Saint-Germain - BATE Borisov 0-0 2-2 2-2 Bayer Leverkusen - Metalist Kharkiv 2-0 4-0 6-0
Os 1/8 Final, a disputar já nos próximos dias 10 e 17 de Março, têm o seguinte alinhamento:
Benfica – Paris Saint-Germain
Dynamo Kyiv – Manchester City
Twente – Zenit
CSKA Moskva – FC Porto
PSV Eindhoven – Glasgow Rangers
Bayer Leverkusen – Villarreal
Ajax – Spartak Moskva
Liverpool – Braga
O Sporting perdeu – ao sofrer o golo do empate já no 2º minuto do período de compensação – a possibilidade de, qualificando-se, garantir o pleno para as equipas portuguesas; com o FC Porto a passar com mais dificuldades que esperado (devido ao facto de ter sido demasiado perdulário no jogo de ontem, não conseguindo concretizar nenhuma das várias ocasiões de golo de que dispôs), o Benfica a ter uma vitória autoritária na Alemanha, e o Braga a acabar por ser feliz, conseguindo resistir à desesperada ofensiva dos polacos nos últimos minutos, que desperdiçaram igualmente duas soberanas oportunidades para marcar, a última delas com um estrondoso remate à trave, também já em tempo de descontos.
Portugal prossegue na prova com um contingente de 3 representantes, no que é igualado apenas pela Rússia e Holanda, com a Inglaterra a manter duas equipas na competição, enquanto Espanha, Alemanha, França, Ucrânia e Escócia resistem apenas com um clube.
Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)
16.02.2011 - Roma – Shakhtar Donetsk 2-3 15.02.2011 - AC Milan – Tottenham 0-1 15.02.2011 - Valencia – Schalke 04 1-1 23.02.2011 - Inter – Bayern München 0-1 22.02.2011 - Olympique Lyonnais – Real Madrid 1-1 16.02.2011 - Arsenal – Barcelona 2-1 23.02.2011 - Olympique Marseille – Manchester United 0-0 22.02.2011 - København – Chelsea 0-2
Uma tripla derrota caseira das equipas italianas, a par da tripla vitória de clubes ingleses (apenas o Manchester não conseguiu vencer), com as três equipas espanholas também sem qualquer triunfo, e ambos os conjuntos franceses a empatar em casa, são aspectos a merecer menção de destaque nesta 1ª mão dos 1/8 Final da Liga dos Campeões.
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão) – Benfica – Stuttgart
Benfica – Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Fábio Coentrão, Javi García, Eduardo Salvio (75m – Alan Kardec), Nico Gaitán, Pablo Aimar (75m – Carlos Martins), Franco Jara (87m – Felipe Menezes) e Óscar Cardozo
Stuttgart – Sven Ulreich, Khalid Boulahrouz, Serdar Tasci, Matthieu Delpierre, Cristian Molinaro, Christian Trasch, Zdravko Kuzmanovic (76m – Georg Niedermeier), Martin Harnik, Tamás Hajnal (63m – Élson),Shinji Okazaki e Cacau
0-1 – Martin Harnik – 21m
1-1 – Óscar Cardozo – 70m
2-1 – Franco Jara – 81m
Cartões amarelos – Fábio Coentrão (42m), Javi García (88m) e Maxi Pereira (90m); Tasci (14m), Harnik (26m) e Delpierre (59m)
Árbitro – Eric Braamhaar (Holanda)
Com a confiança proporcionada por 13 vitórias consecutivas (desde a partida com o Schalke, a 7 de Dezembro) – 16 triunfos, se considerarmos apenas os jogos a nível interno (desde a derrota com o FC Porto, a 7 de Novembro) -, reforçada pela magnífica exibição do último jogo, frente ao Guimarães, o Benfica ver-se-ia de alguma forma surpreendido pelo atrevimento do Stuttgart (que, ao invés, luta desesperadamente por sair dos lugares de despromoção da bundesliga), que não mostrou temor, procurando jogar de igual para igual.
E, quando à passagem dos 20 minutos, a equipa alemã, com um chapéu de belo efeito sobre Roberto, se colocou em vantagem, a dúvida instalou-se na equipa benfiquista; até final da primeira parte, faltaria a tranquilidade necessária para uma reacção apropriada à tendência do jogo e do marcador.
No segundo tempo o Benfica surgiria transfigurado, para muito melhor. Talvez pela mentalização recebida ao intervalo, a equipa readquiriu a confiança, partindo deliberadamente para o ataque, em busca do golo.
Seria porém necessário porfiar bastante, até, por fim, conseguir, primeiro o empate – num excelente remate de meia-distância de Cardozo -, pouco depois a reviravolta no marcador, num magnífico balão de Franco Jara, de longa distância, a embater ainda na barra antes de cair sobre (para além d)a linha de golo, onde Cardozo surgiu a confirmar o golo.
Não faltava já muito tempo para o final do encontro, mas o Benfica criaria ainda diversas ocasiões de perigo, em particular nos minutos derradeiros, inclusivamente já em período de compensação, culminando mais uma boa exibição, e aumentando para 14 o número desta sua extraordinária série de triunfos (com um score global de 40 golos marcados e 7 sofridos).
Do “mal o menos”, a equipa portuguesa parte em vantagem para a segunda mão, onde a chave da eliminatória poderá estar numa atitude que não seja centrada na mera defesa da escassa margem hoje alcançada.
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão)
Napoli - Villarreal 0-0 Glasgow Rangers – Sporting 1-1 Sparta Praha – Liverpool 0-0 Anderlecht – Ajax 0-3 Lech Poznań – Braga 1-0 Beşiktaş – Dynamo Kyiv 1-4 Basel – Spartak Moskva 2-3 Young Boys – Zenit 2-1 Aris Thessaloniki – Manchester City 0-0 PAOK – CSKA Moskva 0-1 Sevilla – FC Porto 1-2 Rubin Kazan – Twente 0-2 Lille – PSV Eindhoven 2-2 Benfica – Stuttgart 2-1 BATE Borisov – Paris Saint-Germain 2-2 Metalist Kharkiv – Bayer Leverkusen 0-4
José Mourinho eleito melhor treinador do mundo em 2010
Face a uma concorrência de peso – Vicente del Bosque (Campeão do Mundo pela selecção espanhola) e Pep Guardiola (treinador do Barcelona) -, José Mourinho foi hoje eleito, por seleccionadores, jogadores e jornalistas de todo o planeta, como o melhor treinador mundial do ano de 2010, assim vendo reconhecido pela FIFA (no primeiro ano em que é também distinguido um treinador, para além da tradicional eleição do melhor jogador – neste caso, com Lionel Messi a bisar o título já conquistado no ano anterior) o seu papel determinante nos êxitos alcançados pelo Inter de Milão: Campeão de Itália, vencedor da respectiva Taça, e Campeão Europeu.
Liga Europa – Sorteio dos 1/16 Final e 1/8 Final
1/16 Final (17 e 24.02.2011)
Napoli – Villarreal
Glasgow Rangers – Sporting
Sparta Praha – Liverpool
Anderlecht – Ajax
Lech Poznań – Braga
Beşiktaş – Dynamo Kyiv
Basel – Spartak Moskva
Young Boys – Zenit
Aris Thessaloniki – Manchester City
PAOK – CSKA Moskva
Sevilla – FC Porto
Rubin Kazan – Twente
Lille – PSV Eindhoven
Benfica – Stuttgart
BATE Borisov – Paris Saint-Germain
Metalist Kharkiv – Bayer Leverkusen
1/8 Final (10 e 17.03.2011)
Benfica/Stuttgart – BATE/PSG
Beşiktaş/Dynamo Kyiv – Aris/Manchester City
Rubin/Twente – Young Boys/Zenit
PAOK/CSKA Moskva – Sevilla/Porto
Lille/PSV – Glasgow Rangers/Sporting
Metalist/Bayer Leverkusen – Napoli/Villarreal
Anderlecht/Ajax – Basel/Spartak Moskva
Sparta Praha/Liverpool – Lech Poznań/Braga
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 Final
1/8 Final (15/16 e 22/23.02.2011 e 8/9 e 15/16.03.2011)
Roma – Shakhtar Donetsk
AC Milan – Tottenham
Valencia – Schalke 04
Inter – Bayern München
Olympique Lyonnais – Real Madrid
Arsenal – Barcelona
Olympique de Marseille – Manchester United
København – Chelsea
Liga Europa (6ª Jornada)
Os dois primeiros classificados de cada Grupo – Manchester City, Lech Poznan, Bayer Leverkusen, Aris, Sporting, Lille, Villarreal, PAOK, Dynamo Kyiv, BATE Borisov, CSKA Moskva, Sparta Praha, Zenit, Anderlecht, Stuttgart, Young Boys, PSV, Metalist, Paris St.-Germain, Sevilla, Liverpool, Napoli, FC Porto e Beşiktaş – garantiram o apuramento para os 1/16 Final da prova. Por seu lado, as equipas do Twente, Benfica, Glasgow Rangers, Rubin Kazan, Basel, Spartak Moskva, Ajax e Braga transitaram da Liga dos Campeões.
Grupo C
Lille – Gent – 3-0
Levski – Sporting – 1-0
1º Sporting, 12; 2º Lille, 8; 3º Gent, 7; 4º Levski, 7
Grupo L
Beşiktaş – Rapid Wien – 2-0
FC Porto – CSKA Sofia – 3-1
1º FC Porto, 16; 2º Beşiktaş, 13; 3º Rapid Wien, 3; 4º CSKA Sofia, 3
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Tottenham, Inter, Schalke, Lyon, Manchester United, Valencia, Barcelona, Kobenhavn, Bayern, Roma, Chelsea, Marseille, Real Madrid, AC Milan, Shakhtar Donetsk e Arsenal qualificaram-se para os 1/8 Final da Liga dos Campeões, fase em que marcam presença apenas 7 países: Inglaterra (4 equipas), Espanha e Itália (3), Alemanha e França (2), Dinamarca (1) e Ucrânia (1).
Por seu lado, as equipas do Twente, Benfica, Glasgow Rangers, Rubin Kazan, Basel, Spartak Moskva, Ajax e Braga transitam para a Liga Europa. Portugal terá portanto uma representação de 4 equipas (Benfica, Braga, FC Porto e Sporting) nos 1/16 Final desta competição.
Grupo A
Twente – Tottenham – 3-3
Werder Bremen – Inter – 3-0
1º Tottenham, 11; 2º Inter, 10; 3º Twente, 6; 4º Werder Bremen, 5
Grupo B
Lyon – Hapoel Tel-Aviv – 2-2
Benfica – Schalke – 1-2
1º Schalke, 13; 2º Lyon, 10; 3º Benfica, 6; 4º Hapoel Tel-Aviv, 5
Grupo C
Manchester United – Valencia – 1-1
Bursaspor – Glasgow Rangers – 1-1
1º Manchester United, 14; 2º Valencia, 11; 3º Glasgow Rangers, 6; 4º Bursaspor, 1
Grupo D
Barcelona – Rubin Kazan – 2-0
Kobenhavn – Panathinaikos – 3-1
1º Barcelona, 14; 2º Kobenhavn, 10; 3º Rubin Kazan, 6; 4º Panathinaikos, 2
Grupo E
Bayern – Basel – 3-0
CFR Cluj – Roma – 1-1
1º Bayern, 15; 2º Roma, 10; 3º Basel, 6: 4º CFR Cluj, 4
Grupo F
Marseille – Chelsea – 1-0
Zilina – Spartak Moskva – 1-2
1º Chelsea, 15; 2º Marseille, 12; 3º Spartak Moskva, 9; 4º Zilina, 0
Grupo G
Real Madrid – Auxerre – 4-0
AC Milan – Ajax – 0-2
1º Real Madrid, 16; 2º AC Milan, 8; 3º Ajax, 7; 4º Auxerre, 3
Grupo H
Arsenal – Partizan – 3-1
Shakhtar Donetsk – Braga – 2-0
1º Shakhtar Donetsk, 15; 2º Arsenal, 12; 3º Braga, 9; 4º Partizan, 0
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – Schalke 04
Benfica – Roberto, Maxi Pereira (45m – Nico Gaitán), Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ruben Amorim, César Peixoto (45m – Pablo Aimar), Carlos Martins (79m – Eduardo Salvio), Javier Saviola e Óscar Cardozo
Schalke 04 – Manuel Neuer, Atsuto Uchida, Benedikt Höwedes, Christoph Metzelder, Lukas Schmitz, Peer Kluge (82m – Joel Matip), Kyriakos Papadopoulos, José Manuel Jurado (88m – Erik Jendrisek), Ivan Rakitic, Klaas-Jan Huntelaar (85m – Edu) e Raúl González
0-1 – José Manuel Jurado – 19m
0-2 – Benedikt Höwedes – 81m
1-2 – Luisão – 87m
Cartões amarelos – David Luiz (68m), Javier Saviola (71m) e Pablo Aimar (77m); Klaas-Jan Huntelaar (63m) e Ivan Rakitic (78m)
Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)
Uma equipa sem rumo, orientação ou estratégia, acabou por ser salva, nos instantes finais desta fase de Grupos, pelo francês Alexandre Lacazette, marcador do golo do empate do Lyon frente ao Hapoel Tel-Aviv, que permite ao Benfica prosseguir para a Liga Europa, depois de, durante cerca de 20 minutos, “ter estado fora” das provas europeias (enquanto a equipa israelita esteve na posição de vencedora, em Lyon).
Esta noite, havia uma óbvia interdependência entre os jogos de Lisboa e de Lyon: Benfica e Olympique Lyonnais podiam “entreajudar-se”, na medida em que os franceses necessitavam que o Benfica vencesse para alcançar o 1º lugar do Grupo, enquanto que, aos portugueses, bastava o empate na partida disputada em França.
Cedo se tornou evidente porém que o Benfica não iria cumprir a sua “parte no acordo” e que o Lyon estaria irremediavelmente afastado da liderança do grupo, em detrimento do Schalke. Dependente do que se passava em França, a equipa portuguesa acabaria por beneficiar da “boa vontade” dos franceses (numa altura em que já nada tinham a ganhar em termos de classificação), para se juntar a FC Porto, Sporting e, provavelmente, Braga (caso não consiga prosseguir na Liga dos Campeões) nos 1/16 Final da Liga Europa.
Efectivamente, hoje, no Estádio da Luz, o Benfica nunca mostrou capacidade, chama, nem talvez vontade de inverter o rumo dos acontecimentos, num encontro cujo desfecho se começou a desenhar ainda antes de concluídos os primeiros 20 minutos, com um golo sofrido, em mais uma falha defensiva.
Em desvantagem, faltou qualidade ao futebol do Benfica para que se pudesse equacionar a possibilidade de “dar a volta” ao marcador, tendência que assumiria carácter ainda mais definitivo quando, a cerca de 10 minutos do termo, o Schalke ampliou a vantagem.
Já “liberto de responsabilidades”, conformado com o seu destino, então entregue à mercê de uma ajuda do Lyon (que chegaria mesmo quase a findar), o Benfica acabaria por, num assomo final, marcar o seu tento de honra, animando os minutos derradeiros (disporia ainda de uma ocasião para empatar, por via de um remate que, contudo, embateu no poste)… ao mesmo tempo que se aguardava o final da partida em França.
Assim se encerrava uma campanha muito cinzenta no regresso da equipa à Liga dos Campeões, com uma breve passagem, de transição – alcançada in-extremis – para a segunda prova do futebol europeu de clubes.



