Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão)

                                2ª mão      1ª mão      Total
Olympiakos - Metalist Kharkiv     1-2         1-0         2-2
Manchester City - Sporting        3-2         0-1         3-3
Schalke 04 - Twente               4-1         0-1         4-2
Hannover - Standard Liège         4-0         2-2         6-2
PSV Eindhoven - Valencia          1-1         2-4         3-5
Udinese - AZ Alkmaar              2-1         0-2         2-3
Besiktas - At. Madrid             0-3         1-3         1-6
At. Bilbao - Manchester United    2-1         3-2         5-3

A(s) grande(s) surpresa(s) desta eliminatória traduz-se no afastamento de ambas as equipas de Manchester das provas europeias desta época, com dupla derrota do United ante o Athletic Bilbao, e a proeza do Sporting, eliminando o City, num final de jogo de grande sofrimento, depois de estar a vencer por 2-0 a meia-hora do termo do encontro – com Rui Patrício, a defender, com uma magnífica estirada, no último segundo do jogo, uma perigosíssima cabeçada do guarda-redes adversário!

Surpresa aconteceu também em Atenas, com o Olympiakos a ser eliminado pela equipa ucraniana do Metalist Kharkiv, por dois golos sofridos já nos derradeiros minutos.

Nos 1/4 Final marcam também presença At. Madrid (com dois rotundos triunfos) e Valencia (integrando assim um contingente de três equipas espanholas apuradas), assim como duas equipas alemãs (com Hannover e Schalke 04 a golearem nesta 2ª mão), com Valencia e Schalke 04 eliminando duas das três equipas holandesas, mantendo-se assim como último resistente da Holanda na competição o AZ Alkmaar (afastando o último representante italiano).

15 Março, 2012 at 9:28 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)

                                2ª mão      1ª mão      Total
APOEL - Olympique Lyonnais        1-0         0-1         1-1
Chelsea - Napoli                  4-1 (a.p.)  1-3         5-4
Arsenal - AC Milan                3-0         0-4         3-4
Bayern München - Basel            7-0         0-1         7-1
Barcelona - Bayer Leverkusen      7-1         3-1        10-2
Real Madrid - CSKA Moskva         4-1         1-1         5-2
Benfica - Zenit St. Petersburg    2-0         2-3         4-3
Inter - Olympique Marseille       2-1         0-1         2-2

Com uma boa exibição, denotando uma equipa coesa, em que sobressaíram um enorme Witsel, a pautar todo o jogo benfiquista, Maxi Pereira, sempre em “alta rotação” – autor de dois golos nesta eliminatória -, Luisão, seguríssimo na defesa, e Bruno César, a aguentar a posse de bola no período final, o Benfica conseguiu uma tão justa como importante vitória, catapultando a equipa para a elite do futebol europeu, regressando, seis anos depois, aos 1/4 Final da Liga dos Campeões.

Em Londres, quase acontecia o milagre: derrotado por 0-4 em Milão, o Arsenal chegou ao intervalo a vencer por 3-0; faltou-lhe apenas um golo para igualar a eliminatória.

O Barcelona arrasou completamente os alemães do Bayer Leverkusen, que apenas marcaram o “golo de honra” no último minuto, com um fantástico desempenho de Lionel Messi, autor de 5 golos!

Por fim, de destacar a proeza da equipa cipriota do APOEL – na qual militam três jogadores portugueses -, alcançando, pela primeira vez no historial do país nas provas europeias, os 1/4 Final, vencendo o Lyon, no desempate da marca de grande penalidade, por 4-3.


O Bayern não quis ficar atrás do Barcelona, e, depois dos 7-1 para o campeonato, no passado fim-de-semana, hoje esmagou a equipa de Basileia por 7-0, com quatro golos de Mario Gómez! Uma espécie de revanche alemã, face à humilhação sofrida pelo Bayer Leverkusen.

Em Milão, o Inter, a vencer por 1-0 até ao último minuto, esperava pelo prolongamento quando a equipa do Marselha, com um golo, decidiu a eliminatória a seu favor; haveria ainda tempo para, na sequência de uma grande penalidade, no derradeiro lance do desafio, o Inter vencer por 2-1… mas Pedro Proença apitaria de imediato para o final da partida.

Depois das provações passadas na gélida Moscovo no jogo da 1ª mão, o Real Madrid não teve dificuldades em vencer o CSKA Moscovo, apurando-se com naturalidade para os 1/8 Final, numa partida em que Cristiano Ronaldo somou mais 2 golos à sua conta pessoal.

Em Londres, o Chelsea, com muita garra, conseguiu uma excelente reviravolta no marcador face ao Nápoles, arrancada a ferros, consumada apenas no prolongamento, mantendo-se como único representante do futebol inglês na principal competição europeia de futebol.

14 Março, 2012 at 10:35 pm Deixe um comentário

Alargamento – A mentira desportiva

Há coisas que não podem ser classificadas de boas ou más, porque são simplesmente palermas. Mas ditar um alargamento da Liga, a oito jornadas do fecho do campeonato, sem qualquer descida de divisão vai muito para lá disto: é um acto de irresponsabilidade assustadora e, pior ainda, uma violação de todos os princípios pelos quais se regem as normas desportivas. Se tal deliberação chegasse a concretizar-se (o que é impensável, mas já lá vamos) estaríamos na presença da genuína mentira desportiva.

(Mário Fernando, Jogo Jogado)

13 Março, 2012 at 10:43 am Deixe um comentário

“Parque Escolar: a vergonha dos media e do Ministro da Educação”

É simplesmente inaceitável o discurso que pudemos ler e ver replicado sobre o comportamento da Parque Escolar difundido pelo Ministro da Educação e reproduzido acriticamente pela imprensa. Esta última tem a atenuante (ou será agravante?) de não ter tido acesso ao relatório da Inspeção Geral de Finanças em que o Ministro teria fundado a sua opinião. Aquilo que era um desvio de mais de 400% face a uma estimativa inicial não encontra qualquer fundamento do relatório da IGF, relatório esse cujo acesso só agora, depois de veiculadas as notícias bombásticas, se tornou disponível para consulta. Resta ao leitor (aos que podem, pelo menos) ir à fonte, confirmar os factos (o blogue Educar disponibiliza as conclusões do Relatório da IGF à Parque Escolar aqui) e formar a sua opinião. Neste caso, terá que ler o relatório da Inspeção Geral de Finanças e ficar pasmado com o que teria sido mais um “desvio colossal” que afinal não o foi.

O ex-jornalista e político do BE, Daniel Oliveira, fez mais pelo país e pela honestidade do que o ministro e dezenas de jornalistas juntos. Não tenho qualquer simpatia particualr pelo BE, ou sequer pelo anterior governo, mas gosto de ter a sensação de que não estou a ser enganado e sistematicamente tomado por parvo. Assim sendo foi confirmar os factos e por isso tomo a liberdade de recomendar o artigo de opinião de Daniel Oliveira no Expresso (“A mentira de Nuno Crato sobre a auditoria à Parque Escolar“) de que aqui reproduzimos um generoso excerto que não dispensa de todo a leitura integral (até pelas justas críticas aos ajustes diretos que por lá concretiza) […]

(Economia & Finanças)

12 Março, 2012 at 11:33 pm Deixe um comentário

“Prefácio”

A crise política de 2011

Dois dias depois da minha tomada de posse como Presidente da República, para o exercício de um segundo mandato, acelerou-se o desenvolvimento de uma crise política cujos sinais já se vinham avolumando no horizonte.

A 11 de março de 2011, o Governo divulgou ao País um amplo conjunto de medidas de austeridade e de reformas estruturais que tinham acabado de ser apresentadas às instâncias comunitárias, o chamado “PEC IV”, visando reduzir o défice das contas públicas e o reforço da competitividade da economia portuguesa. O anúncio inesperado deste programa suscitou de imediato uma reação negativa de todos os partidos da oposição, que criticaram quer o seu conteúdo, quer a forma como o mesmo fora apresentado à União Europeia, sem previamente ser comunicado às diversas forças políticas. Por imperativos de defesa do interesse nacional, sempre fora prática na vida política portuguesa os governos informarem antecipadamente as outras forças partidárias das posições que iriam tomar em Bruxelas.

Não dispondo o Governo de apoio maioritário na Assembleia da República, rapidamente se disseminou o sentimento de que aquele programa seria rejeitado se fosse submetido a votação no Parlamento. Em menos de 24 horas, todos os partidos da oposição manifestaram-se pública e inequivocamente no sentido da rejeição do “PEC IV”. Percebi claramente que o risco de eclosão de uma crise política, já latente há alguns meses, se agravara de forma súbita. […]

O anúncio do “PEC IV” apanhou-me de surpresa. O Primeiro-Ministro não me deu conhecimento prévio do programa, nem me tinha dado conta das medidas de austeridade orçamental que o Governo estava a preparar e da sua imprescindibilidade para atingir as metas do défice público previstas para 2011, 2012 e 2013. Pelo contrário, a informação que me era fornecida referia uma situação muito positiva relativamente à execução orçamental nos primeiros meses do ano. O Primeiro-Ministro não informou previamente o Presidente da República da apresentação do Programa de Estabilidade e Crescimento às instituições comunitárias. Tratou-se de uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia. O Presidente da República, nos termos constitucionais, deve ser informado acerca de assuntos respeitantes à condução da política interna e externa do País.

Prefácio do Presidente da República no livro de intervenções “Roteiros VI”

*****

Cavaco Silva é um homem acossado pela falta de perfil para o cargo que ocupa. A falta de cultura, e inadaptação às funções que o eleitorado lhe confiou, levam-no a esconder as suas insuficiências com enorme agressividade e falta de rigor nas explicações.

Quem praticou a colossal deslealdade da acusação das “escutas” a Belém, próxima das eleições legislativas de 2009, e acabou por promover Fernando Lima, o mensageiro da intriga, na tentativa de implicar Sócrates, devia exonerar do seu vocabulário a palavra «deslealdade» e abster-se de falar de quem está ausente da política e tem o sentido de Estado que o impede de se defender.

(Carlos Esperança, no Ponte Europa)

*****

Silva Pereira acusa Cavaco Silva de ser o “campeão da deslealdade institucional” (clicar na imagem para ver o vídeo)

12 Março, 2012 at 9:05 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão)

Metalist Kharkiv – Olympiakos                         0-1
Sporting – Manchester City                            1-0
Twente – Schalke 04                                   1-0
Standard Liège – Hannover                             2-2
Valencia – PSV Eindhoven                              4-2
AZ Alkmaar – Udinese                                  2-0
At. Madrid – Besiktas                                 3-1
Manchester United – Athletic Bilbao                   2-3

Um excelente golo de Xandão, com um subtil toque de calcanhar, na recarga, após defesa do guarda-redes do Manchester City, na sequência de um livre, proporcionou uma muito boa vitória do Sporting, a alimentar a esperança na discussão da eliminatória em Manchester, frente ao “todo-poderoso” City.

O outro grande destaque desta ronda vai, por maioria de razão, para a vitória do At. Bilbao, frente… à outra equipa de Manchester, em Inglaterra!

As equipas espanholas conseguiram um pleno de três vitórias, com o Valencia – batendo o PSV por 4-2 (chegou a estar a vencer por 4-0…) – a impedir igual proeza das equipas holandesas.

A 2ª mão desta eliminatória será disputada já na próxima quinta-feira, 15 de Março.

8 Março, 2012 at 7:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)

                                 2ª mão     1ª mão      Total
APOEL - Olympique Lyonnais         1-0        0-1        1-1
Chelsea - Napoli                 14-Mar       1-3        ---
Arsenal - AC Milan                 3-0        0-4        3-4
Bayern München - Basel           13-Mar       0-1        ---
Barcelona - Bayer Leverkusen       7-1        3-1       10-2
Real Madrid - CSKA Moskva        14-Mar       1-1        ---
Benfica - Zenit St. Petersburg     2-0        2-3        4-3
Inter - Olympique Marseille      13-Mar       0-1        ---

Com uma boa exibição, denotando uma equipa coesa, em que sobressaíram um enorme Witsel, a pautar todo o jogo benfiquista, Maxi Pereira, sempre em “alta rotação” – autor de dois golos nesta eliminatória -, Luisão, seguríssimo na defesa, e Bruno César, a aguentar a posse de bola no período final, o Benfica conseguiu uma tão justa como importante vitória, catapultando a equipa para a elite do futebol europeu, regressando, seis anos depois, aos 1/4 Final da Liga dos Campeões.

Em Londres, quase acontecia o milagre: derrotado por 0-4 em Milão, o Arsenal chegou ao intervalo a vencer por 3-0; faltou-lhe apenas um golo para igualar a eliminatória.

O Barcelona arrasou completamente os alemães do Bayer Leverkusen, que apenas marcaram o “golo de honra” no último minuto, com um fantástico desempenho de Lionel Messi, autor de 5 golos!

Por fim, de destacar a proeza da equipa cipriota do APOEL – na qual militam três jogadores portugueses -, alcançando, pela primeira vez no historial do país nas provas europeias, os 1/4 Final, vencendo o Lyon, no desempate da marca de grande penalidade, por 4-3.

7 Março, 2012 at 11:32 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final – Benfica – Zenit

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Emerson, Javi García, Nico Gaitán (72m – Nemanja Matić), Axel Witsel, Bruno César, Rodrigo (62m – Nolito)  e Óscar Cardozo (80m – Nélson Oliveira)

Zenit S. PetersburgoZenit S. Petersburgo – Vyacheslav Malafeev, Aleksandr Anyukov (53m – Bruno Alves), Tomáš Hubočan, Nicolas Lombaerts, Dominico Criscito, Igor Denisov, Vladimir Bystrov (45m – Danko Lazović), Sergey Semak, Roman Shirokov, Konstantin Zyryanov (70m – Viktor Fayzulin) e Aleksandr Kerzakhov

1-0 – Maxi Pereira – 45m
2-0 – Nélson Oliveira – 90m

Cartões amarelos – Javi García (15m) e Nélson Oliveira (90m); Aleksandr Anyukov (5m) e Igor Denisov (68m)

Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)

Com imperiosa necessidade de vencer para poder almejar a qualificação para os 1/4 Final, o Benfica não teria contudo uma entrada determinada no jogo, o qual decorreria em toada morna, ao longo de todo o primeiro quarto de hora; só no final desse período surgiria um primeiro indício de procura de sair da letargia, com um bom remate de Bruno César, a que Malafeev revelou mostrar-se atento.

Aos 20 minutos, na sequência de uma boa combinação com Gaitán, a desmarcar Maxi Pereira, este remataria cruzado, mas ao lado da baliza da equipa russa. Quatro minutos volvidos, na marcação de um livre, a punir falta sobre Bruno César, um lance estudado, com um passe atrasado, para a entrada de Javi García, procurando surpreender a defesa contrária, mas a bola iria esbarrar na floresta de pernas na área do Zenit.

À passagem da meia hora de jogo, com a equipa russa com grande disciplina táctica, muito recuada no seu meio-campo, o jogo ofensivo do Benfica carecia de maior dinâmica, de uma aceleração de ritmo, de alternâncias de velocidade.

Aos 35 minutos, uma boa iniciativa de Rodrigo, tentando romper pelo flanco esquerdo, perder-se-ia pela linha final. Até que, aos 42 minutos, Artur, frio, e talvez farto de ser um mero espectador, resolveu fazer parte do espectáculo: driblou um adversário, depois, atrapalhando-se, tentou despachar, com a bola a acabar por sobrar para um jogador do Zenit, a rematar com perigo à baliza, a obrigar o guarda-redes benfiquista a uma defesa apertada, arrojando-se ao chão.

O Benfica acabaria por chegar ao tão ansiado golo num momento crucial, a encerrar a primeira parte, culminando um bom lance de Witsel, que rematou à figura do guarda-redes, e, no ressalto, de calcanhar, assistiu Maxi Pereira, que, desmarcado, e com a baliza à mercê, teve a serenidade necessária para empurrar a bola para o golo, colocando-se em posição de vantagem na eliminatória!

Já em período de compensação, a equipa portuguesa teria ainda tempo para ameaçar novamente a baliza russa, primeiro com Malafeev a defender, e, de imediato, com Cardozo a não conseguir dar a melhor sequência ao cruzamento de Gaitán, desperdiçando o que seria o segundo golo.

A segunda parte iniciar-se-ia, desde logo, com um novo figurino táctico: o Zenit cedo mostrou que estava disposto a abrir o seu jogo, procurando discutir a eliminatória… o que, por seu lado, franquearia mais espaços ao Benfica, potenciando a possibilidade de rápidos contra-ataques, com Witsel, com uma soberba exibição – e, na ausência de Aimar, a cumprir jogo de castigo -, a pautar todo o jogo benfiquista.

Aos 56 minutos, na sequência de uma dessas iniciativas de Witsel, originando um pontapé de canto, Jardel não conseguiria cabecear da melhor forma, numa excelente oportunidade de golo, gorada pelo facto de se ter limitado a pentear a bola, pouco mais que de raspão.

Mais cinco minutos decorridos, novo contra-ataque benfiquista, com Cardozo a rematar fraco, e a bola a ser bloqueada pela defesa contrária.

Aos 70 minutos, novamente Cardozo, depois de conseguir, em esforço, escapar à vigilância da defesa adversária, rematou cruzado, mas ligeiramente ao lado da baliza.

O Benfica sofreria um susto aos 73 minutos, com uma troca de bola a cruzar toda a sua zona defensiva, mas a não aparecer ninguém da equipa do Zenit para dar sequência ao lance. No minuto imediato, Cardozo rematou forte, de fora da área, mas Malafeev defenderia, a soco, para canto.

Aos 81 minutos, novo canto para o Benfica, novamente Jardel a cabecear sem sequer ter necessidade de se elevar, mas a bola a sair ao lado.

Nos derradeiros minutos, com o Zenit a dar o “tudo por tudo”, empurrando o Benfica para a sua zona defensiva – não obstante, sem conseguir rematar com perigo à baliza -, valeu então o acerto de Luisão, a não dar hipóteses aos adversários, e a inteligência de Bruno César, a segurar a bola.

O Benfica acabaria por ser feliz, novamente já em período de descontos, num último lance de contra-ataque, com Nélson Oliveira, numa boa desmarcação – assistido precisamente por Bruno César – a sentenciar o desfecho da eliminatória. Seis anos depois, o Benfica regressa aos 1/4 Final da Liga dos Campeões!

6 Março, 2012 at 10:42 pm Deixe um comentário

Kiva – empreste pequenos montantes e mude a vida de alguém para melhor

Já ouviu falar de micro-crédito? E em concreto do KIVA? Pois o KIVA cujo lema é Kiva – Loans that change lives tem larga experiência como mediador de micro-crédito um pouco em todo o mundo e conta também com vários investidores portugueses. O processo baseia-se em pequenos empréstimos (a partir de 25 dólares – cerca de 20€) que qualquer um de nós pode colocar à disposição de um dos vários projectos que são apresentados na plataforma. Se o projecto auxiliado reunir um mínimo de investimento indispensável inicia-se e, no tempo anunciado, o investimento deverá ser recuperado e devolvido a quem emprestou. No fundo, estamos perante mais um caso de social lending ou de crowdfunding. Mas, será que funciona mesmo?

A convite do blogue Economia & Finanças, escrevi um pequeno artigo sobre a minha experiência pessoal com o Kiva, desde 2010, e os 8 projectos – Tanzânia (comércio alimentar), Mali (agricultura), Filipinas (comércio de peixe), Equador (comércio), Uganda (para financiar custos com estudos), R. Dominicana (comércio de artigos de medicina natural), Peru (comércio) e Burundi (frutas e vegetais) – em que dei uma pequena colaboração, o qual pode ler aqui.

29 Fevereiro, 2012 at 6:35 pm Deixe um comentário

Governo vai alterar Acordo Ortográfico

Francisco José Viegas afirmou ontem que o Governo se prepara para alterar o Acordo Ortográfico até 2015 e que cada português é livre para escrever como entender.

O secretário de Estado da Cultura admitiu ontem em entrevista à TVI-24 alterar até 2015 algumas regras do novo Acordo Ortográfico, que já está em vigor nos organismos do Estado desde janeiro deste ano.

Manifestando o seu desacordo com algumas normas, Francisco José Viegas lembrou que “do ponto de vista teórico, a ortografia é uma coisa artificial. Portanto, podemos mudá-la. Até 2015 podemos corrigi-la, temos essa possibilidade e vamos usá-la. Nós temos que aperfeiçoar o que há para aperfeiçoar. Temos três anos para o fazer”. […]

(Expresso)

Uma dúvida se me suscita: pode o Governo português, unilateralmente, alterar um suposto acordo de índole internacional?

P.S. A propósito, a ler, no Aventar, “Acordo Ortográfico: a gaguez de Francisco José Viegas“.

29 Fevereiro, 2012 at 5:43 pm 1 comentário

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