EURO 2012 – Grupo D – 3ª jornada – Inglaterra – Ucrânia

InglaterraUcrânia1-0

Numa partida decisiva, em que à Inglaterra bastava o empate para garantir o apuramento, necessitando a Ucrânia, imperiosamente da vitória, os ingleses assumiram e demonstraram a sua superioridade, no regresso de Rooney, após ter cumprido dois jogos de suspensão (castigo que provinha da fase de qualificação).

E Rooney voltou… e marcou.

Porém, não obstante o maior poderio inglês, este encontro fica indelevelmente marcado por uma inacreditável falha de arbitragem – incompreensível como o árbitro de baliza não viu adequadamente o lance -, quando a Ucrânia, num remate de Dević, introduziu a bola na baliza inglesa, no que seria o golo do empate, a cerca de meia hora do final do jogo, com John Terry, de forma acrobática, a retirá-la… nitidamente para lá da linha decisiva!

Depois da Polónia, também a Ucrânia, país co-organizador da prova, se queda pela fase de Grupos, denotando alguma fragilidade competitiva ao mais alto nível.

Beneficiando da derrota da França perante a Suécia, a Inglaterra acabaria mesmo por sagrar-se vencedora do seu Grupo, tendo agora de medir forças com a Itália.

Inglaterra Joe Hart, Glen Johnson, John Terry, Joleon Lescott, Ashley Cole, James Milner (70m – Theo Walcott), Steven Gerrard, Scott Parker, Wayne Rooney (87m – Alex Oxlade-Chamberlain), Ashley Young e Danny Welbeck (82m – Andy Carroll)

Ucrânia Andriy Pyatov, Oleh Gusev, Yaroslav Rakitskiy, Yevhen Khacheridi, Yevhen Selin, Anatoliy Tymoshchuck, Marko Dević (70m – Andriy Shevchenko), Andriy Yarmolenko, Denys Garmash (78m – Serhiy Nazarenko), Yevhen Konoplyanka e Artem Milevskiy (77m – Bohdan Butko)

1-0 – Wayne Rooney – 48m

“Melhor em campo” – Steven Gerrard (Inglaterra)

Amarelos – Steven Gerrard (73m) e Ashley Cole (78m); Anatoliy Tymoshchuck (63m), Yaroslav Rakitskiy (74m) e Andriy Shevchenko (86m)

Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)

Donbass Arena – Donetsk (19h45)

19 Junho, 2012 at 9:38 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo D – 3ª jornada – Suécia – França

SuéciaFrança2-0

Com a qualificação praticamente garantida – apenas seria eliminada se perdesse… por 0-2, e a Ucrânia vencesse a Inglaterra por 1-0 – a França deu esta noite uma pálida imagem das suas capacidades (como que ausente do jogo), acabando por ser derrotada, precisamente pela marca que lhe poderia ter custado o apuramento, não obstante o segundo golo dos suecos apenas tenha surgido já em período de compensação.

A Suécia, já virtualmente eliminada, sem nada a perder (não poderia sequer escapar ao último lugar do Grupo…), despediu-se da competição da melhor forma, com um claro triunfo (destacando-se o excelente golo de Ibrahimović), assim colocando termo à série de 23 encontros consecutivos sem perder por parte dos franceses. E mereceu indubitavelmente esta vitória, pelo domínio que exerceu ao longo da partida.

Acabou por valer à França a cooperação da Inglaterra, que – “fazendo pela vida” – derrotou a Ucrânia, originando assim dois “choques de titãs” nos 1/4 Final: Espanha – França e Inglaterra – Itália.

Pedro Proença, que tinha realizado uma boa arbitragem no “fácil” Espanha – Irlanda, teve hoje a sua actuação manchada por dois lances em que houve contacto da bola com o braço, na área, que poderiam ter originado a marcação de duas grandes penalidades…

Suécia Andreas Isaksson, Jonas Olsson, Olof Mellberg, Andreas Granqvist, Martin Olsson, Emir Bajram (45m – Christian Wilhelmsson), Kim Källström, Sebastian Larsson, Zlatan Ibrahimović, Anders Svensson (79m – Samuel Holmén) e Ola Toivonen (78m – Pontus Wernbloom)

França Hugo Lloris, Mathieu Debuchy, Adil Rami, Philippe Mexès, Gaël Clichy, Alou Diarra, Hatem Ben Arfa (59m – Florent Malouda), Samir Nasri (77m – Jérémy Ménez), Yann M’Vila (83m – Olivier Giroud), Franck Ribéry e Karim Benzema

1-0 – Zlatan Ibrahimović – 54m
2-0 – Sebastian Larsson – 90m

“Melhor em campo” – Zlatan Ibrahimović (Suécia)

Amarelos – Anders Svensson (70m) e Samuel Holmén (81m); Philippe Mexès (68m)

Árbitro – Pedro Proença (Portugal)

Estádio Olímpico de Kiev – Kiev (19h45)

19 Junho, 2012 at 9:37 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo C – 3ª jornada – Croácia – Espanha

CroáciaEspanha0-1

Numa partida de risco mínimo, ambas as equipas pareceram satisfeitas com o nulo no marcador, até para além da hora de jogo, com a particularidade de o seleccionador espanhol, Vicente Del Bosque, ter retirado de campo os seus dois homens mais avançados, abdicando de um ponta de lança “fixo”.

Por seu lado, a Croácia, apenas a partir dos 66 minutos, com uma dupla substituição, fazendo entrar Jelavić e Perišić, foi determinadamente em busca do golo de que necessitaria para se qualificar… e esteve perto: teve três avisos sérios – com a Espanha a passar por apuros, e com a eventual eliminação suspensa de uma sempre possível falha – , um deles, com um magnífico remate de cabeça de Rakitić, a obrigar Casillas à “defesa da noite”, para além da reclamação de duas grandes penalidades, não assinaladas pelo árbitro (uma na primeira parte, por falta de Sergio Ramos, em cima da linha de área, outra prestes a findar o encontro, com Busquets a agarrar o adversário dentro da zona de rigor).

Este lance ocorreria precisamente no minuto anterior ao do golo da Espanha, na sequência de um rápido contra-ataque, que Jesús Navas não teve dificuldade em concretizar, isolado frente ao guardião adversário. Com o triunfo da Itália, estava consumada a eliminação da Croácia.

Croácia Stipe Pletikosa, Domagoj Vida (66m – Nikica Jelavić), Vedran Ćorluka, Gordon Schildenfeld, Ivan Strinić, Ognjen Vukojević (81m – Eduardo), Ivan Rakitić, Luka Modrić, Darijo Srna, Mario Mandžukić e Danijel Pranjić (66m – Ivan Perišić)

Espanha Iker Casillas, Álvaro Arbeloa, Gerard Piqué, Sergio Ramos, Jordi Alba, Xavi Hernández (89m – Álvaro Negredo), Sergio Busquets, Xabi Alonso, Andrés Iniesta, David Silva (73m – Cesc Fàbregas) e Fernando Torres (61m – Jesús Navas)

0-1 – Jesús Navas – 88m

“Melhor em campo” – Andrés Iniesta (Espanha)

Amarelos – Vedran Ćorluka (27m), Darijo Srna (44m), Ivan Strinić (53m), Mario Mandžukić (90m), Nikica Jelavić (90m) e Ivan Rakitić (90m)

Árbitro – Wolfgang Stark (Alemanha)

Arena Gdansk – Gdansk (19h45)

18 Junho, 2012 at 9:38 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo C – 3ª jornada – Itália – Irlanda

ItáliaIrlanda2-0

O “plano de jogo” da Itália para este encontro decisivo era absolutamente linear: era necessário vencer (e, para tal, bastava um golo), esperando que não acontecesse o desfecho fatal (2-2) no Espanha – Croácia.

Entrando de forma determinada em campo, em busca do tal golo, os italianos cedo empurraram os irlandeses para a sua zona defensiva, alcançando cantos atrás de cantos (7-1 só na primeira parte…). Seria portanto com alguma naturalidade que o golo chegaria, à passagem dos 35 minutos.

Era o que bastava à Itália… que, nesse momento, passava inclusivamente a liderar o Grupo, situação que manteria praticamente até final, enquanto a Espanha não marcou frente à Croácia (o que apenas ocorreria aos 88 minutos!).

No segundo tempo, parecendo descansar, a Itália proporcionou à Irlanda reentrar no jogo, criar algumas situações de perigo, colocando-se à mercê de uma eventual falha, que poderia afastá-la dos 1/4 Final.

Apenas próximo do termo da partida, sentindo o perigo, a Itália voltaria a “despertar”. Balotelli, que havia entrado em campo para o último quarto de hora, encerraria a contenda, no derradeiro minuto, com um golo de excelente execução. Mesmo sem deslumbrar, a Itália, como habitualmente, segue em frente.

Itália Gianluigi Buffon, Ignazio Abate, Daniele De Rossi, Giorgio Chiellini (57m – Leonardo Bonucci), Federico Balzaretti, Claudio Marchisio, Andrea Pirlo, Thiago Motta, Andrea Barzagli, Antonio Cassano (63m – Alessandro Diamanti) e Antonio Di Natale (74m – Mario Balotelli)

Irlanda Shay Given, John O’Shea, Sean St Ledger, Richard Dunne, Stephen Ward, Glenn Whelan, Keith Andrews, Aiden McGeady (65m – Shane Long), Damien Duff, Kevin Doyle (76m – Jon Walters) e Robbie Keane (86m – Simon Cox)

1-0 – Antonio Cassano – 35m
2-0 – Mario Balotelli – 90m

“Melhor em campo” – Antonio Cassano (Itália)

Amarelos – Federico Balzaretti (28m), Daniele De Rossi (71m) e Gianluigi Buffon (73m); Keith Andrews (37m), John O’Shea (39m) e Sean St Ledger (84m)

Vermelho – Keith Andrews (89m)

Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)

Estádio Municipal de Poznan – Poznan (19h45)

18 Junho, 2012 at 9:38 pm Deixe um comentário

As lições do voto grego

Il est aussi important de mesurer le parcours de l’Europe depuis décembre 2009. Il aura fallu cette crise hellénique pour nous rappeler à la réalité des décisions que nous avions prises en choisissant l’Euro pour devise commune. Un devoir de solidarité n’est compatible qu’avec une responsabilité partagée. Les Grecs ont été irresponsables, et l’Europe n’a exprimé sa solidarité qu’avec hésitation, perdant un temps précieux en palabres et en sommets d’une efficacité douteuse.

Il est essentiel que les leçons de cette crise ne soient pas perdues. Au cours de ces presque trois ans nous avons appris beaucoup de choses.

La crise de la dette des Etats souverains n’est pas qu’un problème financier dont la solution se trouve dans des recettes financières, telles que les euro-obligations et autres instruments.

Elle est d’abord et avant tout une crise sociale, qui nous envoie un signal d’alarme sur la limite de nos moyens, et donc sur ce que nous pouvons nous permettre dans chacun des pays européens en matière budgétaire.

L’étroite interrelation entre le monde bancaire et les Gouvernements a amené ce dernier à accepter un sacrifice de 85% de la dette grecque détenue dans ses bilans. Cette aberration ne pourra être répétée.

Cette leçon créera dans l’avenir un problème majeur de financement des Etats. Les banques savent maintenant que la dette souveraine n’est plus sans risque, que des fonds propres vont devoir être alloués à ces actifs, et que l’appétit pour ces derniers diminue. Cela augmentera le cout de financement souverain qui n’est désormais plus le taux sans risque.

La crise de la dette souveraine peut menacer les bilans des banques et les conduire a la faillite : les banques grecques seraient effectivement en déconfiture sans des injections massives de capitaux européens. Il en va de meme des caisses d’épargne espagnoles.

La spirale des taux d’intérêt qui nourrissent le déficit budgétaire ne peut pas être arrêtée seulement à coup de bonnes intentions : la situation de l’Espagne, et surtout de l’Italie, nous rappellent que ce risque augmente chaque jour.

Les mécanismes de décision de l’Eurozone sont inefficaces et cacophoniques. Sans un mécanisme similaire à un Fonds Monétaire Européen qui peut intervenir rapidement en cas de dérapage, de préférence avant une crise, l’Eurozone continuera à agir trop tard et de manière inappropriée.

La transparence et la certitude des données disponibles sur l’endettement souverain et ses détenteurs laisse encore à désirer. Eurostat doit être reformé sur le modeles des informations du Tresor américain, à savoir en temps réel.

La Banque Centrale Européenne doit graduellement réduire les risques de son bilan, et les politiques doivent prendre leurs responsabilités. La dette est un problème de gouvernement, et non de banque centrale. Celle-ci a un rôle essentiel en matière de politique monétaire et d’équilibre financier. Elle ne peut en aucun cas être le bailleur de fonds des dérapages gouvernementaux sans mettre en péril son bilan et l’Euro.

Une forme d’union bancaire européenne visant à préempter les crises implique une réforme du système de la banque universelle qui met l’économie exclusivement entre les mains des établissements bancaires. Un vrai marché des capitaux européens s’impose.

(Georges Ugeux – Démystifier la finance)

18 Junho, 2012 at 9:57 am Deixe um comentário

Resultados das eleições na Grécia


Em relação à votação de há cerca de mês e meio, a Nova Democracia (que repete a vitória) progride de 18,9 % para 29,7 %, mas sobretudo, passando de 108 para 129 deputados, poderá agora liderar uma coligação governamental… com o PASOK (não obstante este ter baixado de 13,2 % para 12,3 %, o que corresponde a uma quebra em número de deputados eleitos, de 41 para 33).

Estes partidos que, tradicionalmente, vinham alternando na liderança do Governo – e que constituem o principal suporte ao plano de resgate com a Troika internacional do FMI / Comissão Europeia / BCE – passam assim de um conjunto de 32 % para 42 % dos votos,  dispondo agora da maioria no parlamento grego.

Por seu lado, o Syriza, bloco da extrema-esquerda, regista um significativo acréscimo de votantes, passando de 16,8 % nas eleições de  6 de Maio, para 26,9 %, correspondendo a um crescimento de 52  para 71 deputados.

18 Junho, 2012 at 8:27 am Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo B – 3ª jornada – Portugal – Holanda

PortugalHolanda2-1

Parecendo confiar na (vitória da) Alemanha, e escudado na possibilidade de, inclusivamente, poder perder por um golo de diferença, Portugal entrou em campo, frente à Holanda, numa toada expectante, de “esperar para ver”, assim concedendo a iniciativa atacante aos adversários.

Que não se fizeram rogados, empurrando, logo desde início, a equipa portuguesa para as imediações da sua área. E, depois de dois “avisos”, acabariam mesmo por chegar ao golo, apenas com 11 minutos decorridos.

Parece que foi o melhor que poderia acontecer à selecção de Portugal… A partir daí (tal como sucedera nos dois jogos anteriores, quando em posição desvantajosa) mudou radicalmente de atitude, passando a assumir o controlo de bola e, também, o domínio do jogo.

Com a Holanda a continuar a ter de arriscar, começaram a surgir espaços para as ofensivas portuguesas, perante uma defesa holandesa com muitas dificuldades “em se encontrar”.

Primeiro, aos 18 minutos, Hélder Postiga a surgir completamente isolado na cara do guardião holandês, mas a não ter o discernimento para concretizar o golo, rematando ligeiramente ao lado. Para, pouco depois – e quando a Alemanha, inaugurando o marcador no outro jogo, aos 19 minutos, voltara a recolocar Portugal em posição de apuramento – ser Cristiano Ronaldo, também numa boa posição para poder marcar, a cabecear à figura de Stekelenburg.

O mesmo Cristiano Ronaldo não vacilaria contudo, apenas com 28 minutos (e, com a Dinamarca já empatada a um golo, desde o minuto 24, empurrando Portugal novamente para “fora do EURO”), dando a melhor conclusão a uma excelente desmarcação, culminando uma magnífica abertura de João Pereira, com um remate fora do alcance do guarda-redes adversário, dirigindo a bola para o fundo das redes.

Com a igualdade a um em ambos os campos, Portugal voltava a “entrar” na prova. E o jogo prosseguiria com a mesma toada, com Portugal a dominar por completo a batalha a meio-campo, sem que os holandeses conseguissem “pegar no jogo”, e, a criar mais oportunidades: ao minuto 32, uma “bomba” de Cristiano Ronaldo – hoje a dar sinais de maior motivação, e sobretudo, mais confiança – a obrigar Stekelenburg a aplicar-se a fundo, com uma defesa de recurso, para a frente.

Depois de um primeiro tempo a alta rotação, com o “jogo partido”, com ambas as equipas com os olhos apenas no ataque, a segunda parte iniciar-se-ia em ritmo bastante mais moderado.

A Holanda, a necessitar de ganhar por dois para manter algumas aspirações ao apuramento, ia procurando acelerar o ritmo de jogo, com dois “avisos” quase consecutivos, a findar o primeiro quarto de hora.

Portugal jogava então, assumidamente, em contra-ataque, com rápidas transições. Aos 72 minutos, Nani teria uma soberana ocasião de desempatar a partida, mas não teve a frieza necessária para ultrapassar o guarda-redes contrário, bem a arrojar-se ao chão, fazendo uma enorme “mancha”.

O melhor exemplo da forma de jogo de Portugal culminaria, de forma excelente, no segundo golo: bola recuperada na defesa por Pepe, a passar a Cristiano Ronaldo (que fora lá atrás dar uma ajuda), o qual, ao mesmo tempo que, de imediato, colocava a bola em João Moutinho, fazia uma veloz aceleração em direcção à área contrária, seguido de um rápido lançamento para Nani, na direita, e de um cruzamento de primeira, a rasgar toda a defesa holandesa, numa magnífica assistência para… Ronaldo, que, com a frieza que faltara dois minutos antes a Nani, dominou a bola, passou para o outro pé, sentou os defesas e rematou fora do alcance de Stekelenburg.

Nos minutos imediatos, Portugal provocaria ainda dois enormes sustos à defesa contrária, mas sem consequências. Já com a Dinamarca a perder, desde os 80 minutos, Portugal teria a sorte de ver um cabeceamento adversário a embater no poste da baliza de Rui Patrício.

Para, num minuto 90, um agora já super-confiante Cristiano Ronaldo, a entrar em drible, tirando os adversários do caminho, para rematar, com estrondo… ao poste!

Com uma estratégia inicial algo arriscada, Portugal teve a capacidade de compreender que as lacunas da defesa holandesa poderiam proporcionar golos, mas foi o domínio do meio-campo que se revelou crucial para assumir as rédeas da partida, e libertar a linha avançada para levar, por sucessivas vezes, o perigo até junto da baliza holandesa.

Com uma exibição muito bem conseguida, Portugal (novamente a afastar a Holanda, agora aureolada com o título de vice-campeã mundial, mas muito distante do seu melhor rendimento) garante o apuramento para os 1/4 Final, onde tem encontro marcado com a R. Checa, para uma desforra do EURO 96…

Precisamente desde 1996, foi esta a primeira vez que Portugal não ganhou o seu grupo de apuramento, o que, contudo, não assume relevância particular, face à quinta qualificação consecutiva para os 1/4 Final!

Portugal Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe e Fábio Coentrão, Miguel Veloso, Raul Meireles (72m – Custódio), João Moutinho, Nani (87m – Rolando), Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (64m – Nélson Oliveira)

Holanda Maarten Stekelenburg, Gregory van der Wiel, Ron Vlaar, Joris Mathijsen, Jetro Willems (67m – Ibrahim Afellay), Nigel de Jong, Rafael van der Vaart, Arjen Robben, Robin van Persie, Wesley Sneijder e Klaas-Jan Huntelaar

0-1 – Rafael van der Vaart – 11m
1-1 – Cristiano Ronaldo – 28m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 74m

“Melhor em campo” – Cristiano Ronaldo (Portugal)

Amarelos – João Pereira (90m); Jetro Willems (51m) e Robin van Persie (69m)

Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)

Estádio Metalist – Kharkiv (19h45)

17 Junho, 2012 at 9:36 pm Deixe um comentário

EURO 2012 – Grupo B – 3ª jornada – Dinamarca – Alemanha

DinamarcaAlemanha1-2

Num jogo sempre muito “desconfiado”, a Alemanha começaria por marcar cedo, numa altura em que Portugal perdia já com a Holanda, o que fez com que ambas as equipas estivessem “apuradas”, entre os 11 e os 19 minutos.

O que voltaria a suceder, por um novo curto período de tempo, entre o minuto 24 (com o empate alcançado pela Dinamarca) e o minuto 28 (empate de Portugal).

As equipas manter-se-iam algo na expectativa, jogando também com o que se passava no Portugal-Holanda. Depois do golo do triunfo da equipa portuguesa, curiosamente, era a Alemanha que passava a estar na “corda bamba”: um eventual golo da Dinamarca implicaria o afastamento dos germânicos do EURO!

A equipa alemã assumiria então a sua superioridade, conseguindo o golo que, definitivamente, tranquilizaria a Alemanha… e Portugal!

Nos 1/4 Final, segue-se um curioso confronto entre Alemanha e Grécia.

Dinamarca Stephan Andersen, Lars Jacobsen, Simon Kjær, Daniel Agger, Simon Poulsen, William Kvist, Christian Eriksen, Jakob Poulsen (82m – Tobias Mikkelsen), Niki Zimling (79m – Christian Poulsen), Michael Krohn-Dehli e Nicklas Bendtner

Alemanha Manuel Neuer, Lars Bender, Mats Hummels, Holger Badstuber, Philipp Lahm, Sami Khedira, Bastian Schweinsteiger, Thomas Müller (84m – Toni Kroos), Mesut Özil, Lukas Podolski (64m – André Schürrle) e Mario Gomez (74m – Miroslav Klose)

0-1 – Lukas Podolski – 19m
1-1 – Michael Krohn-Dehli – 24m
1-2 – Lars Bender – 80m

“Melhor em campo” – Lukas Podolski (Alemanha)

Amarelos – Não houve

Árbitro – Carlos Velasco Carballo (Espanha)

Arena Lviv – Lviv (19h45)

17 Junho, 2012 at 9:35 pm Deixe um comentário

Rui Costa vence Volta à Suíça

O ciclista Rui Costa, ao serviço da equipa Movistar, sagrou-se hoje vencedor da Volta à Suíça em bicicleta, a prova mais importante por etapas do circuito mundial, após o Tour de France, o Giro de Itália e a Vuelta a Espanha.

Depois de ter vencido uma etapa na Volta a França do ano passado, Rui Costa torna-se no primeiro ciclista português a vencer uma prova por etapas deste circuito profissional.

Tendo envergado a camisola amarela logo na 2ª etapa, Rui Costa resistiria a todos os ataques até à derradeira etapa (9ª), hoje disputada. A classificação final foi a seguinte:

1.º Rui Costa (Portugal/Movistar) – 35:54.49 horas
2.º Frank Schleck (Luxemburgo/RadioShack-Nissan), a 14 segundos
3.º Levi Leipheimer (EUA/Omega Pharma-QuickStep), a 21 segundos
4.º Robert Gesink (Holanda/Rabobank), a 25 segundos
5.º Mikel Nieve (Espanha/Euskaltel-Euskadi), a 40 segundos
6.º Roman Kreuziger (Rep. Checa/Astana), a 47 segundos
7.º Thomas Danielson (EUA/Garmin-Barracuda), 48 segundos
8.º Steven Kruijswijk (Holanda/Rabobank), a 59 segundos
9.º Alejandro Valverde (Espanha/Movistar), a 1.42 minutos
10.º Nicolas Roche (Irlanda/AG2R), a 1.52 minutos
45.º Sérgio Paulinho (PORTUGAl/Saxo Bank), a 38.14 minutos

17 Junho, 2012 at 7:27 pm Deixe um comentário

Libération


Uma forma original de divulgar uma sondagem, na véspera das eleições… (Libération)

16 Junho, 2012 at 11:55 pm Deixe um comentário

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