EURO 2012 – Grupo A – 3ª jornada – R. Checa – Polónia

1-0
Com ambas as equipas a dependerem apenas de si próprias para o apuramento, à R. Checa ia bastando o empate enquanto se manteve também a igualdade no outro jogo, entre Grécia e Rússia; a Polónia sabia, logo à partida, que necessitava vencer.
Com o golo da Grécia, praticamente a findar a primeira parte, passavam a ser gregos e russos a estar na calha para o apuramento. A R. Checa passava também a necessitar de ganhar.
E, com um golo solitário, vencendo no terreno de um dos países organizadores, alcandorava-se ao 1º lugar do Grupo, depois do desastrado início na prova (derrota por 1-4 com a Rússia), enquanto os seus carrascos da ronda inaugural se viam eliminados!
R. Checa e Grécia avançam para os 1/4 Final, cruzando-se com os dois primeiros do Grupo de Portugal, enquanto Polónia e Rússia encerraram a sua participação na prova.
Petr Čech, Theodor Gebre Selassie, Tomás Sivok, Michal Kadlec, David Limberský, Tomáš Hübschman, Jaroslav Plašil, Petr Jirácek (84m – František Rajtoral), Daniel Kolář, Václav Pilař (88m – Jan Rezek) e Milan Baroš (90m – Tomáš Pekhart)
Przemysław Tytoń, Lukasz Piszczek, Marcin Wasilewski, Damien Perquis, Sebastian Boenisch, Dariusz Dudka, Eugen Polanski (56m – Kamil Grosicki), Jakub Błaszczykowski, Rafal Murawski (73m – Paweł Brożek), Ludovic Obraniak (73m – Adrian Mierzejewski) e Robert Lewandowski
1-0 – Petr Jirácek – 72m
“Melhor em campo” – Petr Jirácek (R. Checa)
Amarelos – David Limberský (12m), Jaroslav Plašil (87m) e Tomáš Pekhart (90m); Rafal Murawski (22m), Eugen Polanski (48m), Marcin Wasilewski (61m), Jakub Błaszczykowski (87m) e Damien Perquis (90m)
Árbitro – Craig Thomson (Escócia)
Estádio Municipal de Wroclaw – Wroclaw (19h45)
EURO 2012 – Grupo A – 3ª jornada – Grécia – Rússia

1-0
Bastou um simples golo para que uma enorme reviravolta acontecesse na classificação do Grupo, com a Grécia a subir do último ao 2º lugar, enquanto a Rússia – que entrara de forma exuberante na prova, com a goleada de 4-1 à R. Checa – se via surpreendentemente relegada para a 3ª posição (também em função do golo que permitiu aos checos vencerem o Grupo), sendo assim eliminada da competição!
O intenso caudal ofensivo dos russos no segundo tempo, principalmente no derradeiro quarto de hora, após a marcação do golo da R. Checa no outro encontro do Grupo, acabaria por ser infrutífero, em parte devido à grande precipitação que se apoderou da equipa russa, e, noutra parte, em virtude da grande solidariedade revelada pelos gregos, a “tapar” todos os espaços e caminhos para a sua baliza, oferecendo o corpo à bola, criando uma barreira que se revelaria intransponível.
Michalis Sifakis, Vasilis Torosidis, Kyriakos Papadopoulos, Sokratis Papastathopoulos, Kostas Katsouranis, Giorgos Tzavellas, Giannis Maniatis, Giorgos Karagounis (67m – Grigoris Makos), Dimitris Salpingidis (83m – Sotiris Ninis), Georgios Samaras e Theofanis Gekas (64m – José Holebas)
Vyacheslav Malafeev, Aleksandr Anyukov (81m – Marat Izmailov), Aleksei Berezutskiy, Sergei Ignashevich, Yuri Zhirkov, Roman Shirokov, Igor Denisov, Denis Glushakov (72m – Pavel Pogrebnyak), Alan Dzagoev, Andrei Arshavin e Aleksandr Kerzhakov (45m – Roman Pavlyuchenko)
1-0 – Giorgos Karagounis – 45m
“Melhor em campo” – Giorgos Karagounis (Grécia)
Amarelos – Giorgos Karagounis (61m) e José Holebas (90m); Aleksandr Anyukov (61m), Yuri Zhirkov (69m), Alan Dzagoev (70m) e Pavel Pogrebnyak (90m)
Árbitro – Jonas Eriksson (Suécia)
Estádio Nacional Narodowy – Varsóvia (19h45)
EURO 2012 – Classificações após a 2ª jornada
Grupo A J V E D GM GS P 1º Rússia2 1 1 - 5 - 2 4 2º R. Checa
2 1 - 1 3 - 5 3 3º Polónia
2 - 2 - 2 - 2 2 4º Grécia
2 - 1 1 2 - 3 1
Grupo B J V E D GM GS P 1º Alemanha2 2 - - 3 - 1 6 2º Portugal
2 1 - 1 3 - 3 3 3º Dinamarca
2 1 - 1 3 - 3 3 4º Holanda
2 - - 2 1 - 3 -
Grupo C J V E D GM GS P 1º Espanha2 1 1 - 5 - 1 4 2º Croácia
2 1 1 - 4 - 2 4 3º Itália
2 - 2 - 2 - 2 2 4º Irlanda
2 - - 2 1 - 7 -
Grupo D J V E D GM GS P 1º França2 1 1 - 3 - 1 4 2º Inglaterra
2 1 1 - 4 - 3 4 3º Ucrânia
2 1 - 1 2 - 3 3 4º Suécia
2 - - 2 3 - 5 -
EURO 2012 – Grupo D – 2ª jornada – Suécia – Inglaterra

2-3
Numa partida empolgante, com duas reviravoltas no marcador, a Suécia, de alguma forma inesperadamente derrotada na ronda inaugural, tudo tentou para conseguir sobreviver na competição; porém, acabando por ceder o segundo desaire em dois encontros, é também a segunda selecção a ficar virtualmente afastada da prova, à semelhança do que sucedeu ontem com a Irlanda.
Andreas Isaksson, Jonas Olsson, Olof Mellberg, Andreas Granqvist (66m – Mikael Lustig), Martin Olsson, Rasmus Elm (81m – Christian Wilhelmsson), Kim Källström, Sebastian Larsson, Zlatan Ibrahimović, Anders Svensson e Johan Elmander (79m – Markus Rosenberg)
Joe Hart, Glen Johnson, John Terry, Joleon Lescott, Ashley Cole, James Milner (61m – Theo Walcott), Steven Gerrard, Scott Parker, Andy Carroll, Ashley Young e Danny Welbeck (90m – Alex Oxlade-Chamberlain)
0-1 – Andy Carroll – 23m
1-1 – Glen Johnson (p.b.) – 49m
2-1 – Olof Mellberg – 59m
2-2 – Theo Walcott – 64m
2-3 – Danny Welbeck – 78m
“Melhor em campo” – Olof Mellberg (Suécia)
Amarelos – Olof Mellberg (63m), Jonas Olsson (72m) e Anders Svensson (90m); James Milner (58m)
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
Estádio Olímpico de Kiev – Kiev (19h45)
EURO 2012 – Grupo D – 2ª jornada – Ucrânia – França

0-2
Num jogo com a particularidade de ter sido interrompido ao quinto minuto, devido à intempérie, apenas sendo retomado cerca de uma hora mais tarde, a França impôs a sua superioridade frente à equipa da casa, continuando a dilatar a sua magnífica série de encontros consecutivos sem derrota, actualmente já computada em 23 partidas.
Andriy Pyatov, Oleh Gusev, Taras Mikhalik, Yevhen Khacheridi, Yevhen Selin, Anatoliy Tymoshchuck, Andriy Voronin (45m – Marko Dević), Andriy Yarmolenko (68m – Olexandr Aliyev), Serhiy Nazarenko (60m – Artem Milevskiy), Yevhen Konoplyanka e Andriy Shevchenko
Hugo Lloris, Mathieu Debuchy, Adil Rami, Philippe Mexès, Gaël Clichy, Alou Diarra, Jérémy Ménez (73m – Marvin Martin), Samir Nasri, Yohan Cabaye (68m – Yann M’Vila), Franck Ribéry e Karim Benzema (76m – Olivier Giroud)
0-1 – Jérémy Ménez – 53m
0-2 – Yohan Cabaye – 56m
“Melhor em campo” – Franck Ribéry (França)
Amarelos – Yevhen Selin (55m) e Anatoliy Tymoshchuck (87m); Jérémy Ménez (40m), Mathieu Debuchy (79m) e Philippe Mexès (81m)
Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)
Donbass Arena – Donetsk (17h00)
EURO 2012 – Grupo C – 2ª jornada – Espanha – Irlanda

4-0
Um golo logo aos 4 minutos (pelo regressado Fernando Torres); outro… aos 4 minutos da segunda parte, abriram o caminho para uma vitória tranquila da Espanha.
Nos intervalos, os espanhóis dominaram e controlaram sempre o jogo a seu bel-prazer, com uma óbvia supremacia a nível de posse de bola, chegando ao ponto, a espaços, com o seu futebol rendilhado, repleto de passes curtos, de quase humilhar os irlandeses, absolutamente impotentes para contrariar o poderio do opositor.
Tão fácil se tornou este jogo que a Espanha teria inclusivamente a oportunidade de, em paralelo com o elevar da contagem, ir gerindo o esforço, começando a fazer descansar alguns dos seus elementos-chave, numa rotação que, por outro lado, vai permitindo a inclusão de novos elementos no seio do “núcleo duro” da equipa.
Com esta derrota, e logo ao sétimo dia da competição, a Irlanda é já a primeira selecção virtualmente eliminada… embora ainda possa vir a ter uma palavra em relação ao que será o destino da Itália (que, por outro lado, não depende exclusivamente de si, à semelhança de Portugal; caso haja um empate a 2 golos entre Espanha e Croácia, os italianos seriam eliminados, independentemente do seu resultado com a Irlanda!).
Uma palavra final, especial, de apreço pelo salutar comportamento dos adeptos irlandeses, que, mesmo a perder por 0-4, não deixaram de incentivar a sua selecção, com os seus cânticos, denotando extraordinário fair-play!
Iker Casillas, Álvaro Arbeloa, Gerard Piqué, Sergio Ramos, Jordi Alba, Xavi Hernández, Sergio Busquets, Xabi Alonso (65m – Javi Martínez), Andrés Iniesta (80m – Santi Cazorla), David Silva e Fernando Torres (74m – Cesc Fàbregas)
Shay Given, John O’Shea, Sean St Ledger, Richard Dunne, Stephen Ward, Glenn Whelan (80m – Paul Green), Keith Andrews, Aiden McGeady, Damien Duff (76m – James McClean), Simon Cox (45m – Jon Walters) e Robbie Keane
1-0 – Fernando Torres – 4m
2-0 – David Silva – 49m
3-0 – Fernando Torres – 70m
4-0 – Cesc Fàbregas – 84m
“Melhor em campo” – Fernando Torres
Amarelos – Xabi Alonso (54m) e Javi Martínez (76m); Robbie Keane (36m), Glenn Whelan (45m) e Sean St Ledger (84m)
Árbitro – Pedro Proença (Portugal)
Arena Gdansk – Gdansk (19h45)
EURO 2012 – Grupo C – 2ª jornada – Itália – Croácia

1-1
Gianluigi Buffon, Leonardo Bonucci, Daniele De Rossi, Giorgio Chiellini, Christian Maggio, Claudio Marchisio, Andrea Pirlo, Thiago Motta (62m – Riccardo Montolivo), Emanuele Giaccherini, Antonio Cassano (83m – Sebastian Giovinco) e Mario Balotelli (69m – Antonio Di Natale)
Stipe Pletikosa, Darijo Srna, Vedran Ćorluka, Gordon Schildenfeld, Ivan Strinić, Ognjen Vukojević, Ivan Rakitić, Luka Modrić, Ivan Perišić (68m – Danijel Pranjić), Mario Mandžukić (90m – Niko Kranjčar), Nikica Jelavić (83m – Eduardo)
1-0 – Andrea Pirlo – 39m
1-1 – Mario Mandžukić – 72m
“Melhor em campo” – Andrea Pirlo (Itália)
Amarelos – Thiago Motta (56m) e Riccardo Montolivo (80m); Gordon Schildenfeld (86m)
Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)
Estádio Municipal de Poznan – Poznan (17h00)
EURO 2012 – Grupo B – 2ª jornada – Holanda – Alemanha

1-2
Depois de uma inesperada derrota no jogo inaugural, a Holanda enfrentava hoje uma árdua tarefa, perante uma moralizada selecção alemã, beneficiando da tranquilidade proporcionada pelo triunfo alcançado face a Portugal.
E essa tranquilidade (em contraponto à intranquilidade que parece reinar na selecção holandesa, vice-campeã mundial) cedo se faria sentir, com o instinto de “matador” de Mario Gomez, uma vez mais, a não perdoar, somando mais dois golos à sua contagem pessoal, em apenas cerca de quinze minutos, praticamente selando o desfecho desta partida.
No segundo tempo, a Holanda procurou apostar de forma ainda mais decidida no ataque, fazendo entrar Klaas-Jan Huntelaar, mas não conseguiria melhor do que o ponto de honra, por intermédio de Robin van Persie.
No final da segunda jornada, e tal como no Grupo A, tudo está ainda em aberto em termos de apuramento, sendo que a Holanda não depende apenas de si própria, necessitando também que a Dinamarca seja derrotada pela Alemanha. Em relação à selecção portuguesa, está também dependente desse jogo, em que a Dinamarca não poderá vencer por 3-2 (ou 4-3, 5-4, e assim sucessivamente), caso em que Portugal seria eliminado, mesmo vencendo a Holanda.
Maarten Stekelenburg, Gregory van der Wiel, John Heitinga, Joris Mathijsen, Jetro Willems, Nigel de Jong, Mark van Bommel (45m – Rafael van der Vaart), Arjen Robben (83m – Dirk Kuyt), Wesley Sneijder, Ibrahim Afellay (45m – Klaas-Jan Huntelaar) e Robin van Persie
Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Mats Hummels, Holger Badstuber, Philipp Lahm, Sami Khedira, Bastian Schweinsteiger, Thomas Müller (90m – Lars Bender), Mesut Özil (81m – Toni Kroos), Lukas Podolski e Mario Gomez (72m – Miroslav Klose)
0-1 – Mario Gomez – 24m
0-2 – Mario Gomez – 38m
1-2 – Robin van Persie – 73m
“Melhor em campo” – Mario Gomez (Alemanha)
Amarelos – Nigel de Jong (80m) e Jetro Willems (90m); Jérôme Boateng (87m)
Árbitro – Jonas Eriksson (Suécia)
Estádio Metalist – Kharkiv (17h00)
EURO 2012 – Grupo B – 2ª jornada – Dinamarca – Portugal

2-3
E, felizmente, os golos apareceram!
Contrariamente ao que poderia ser expectável foi a Dinamarca a surgir mais afoita, logo de entrada, empurrando a equipa portuguesa para a sua zona defensiva, obrigando-a a conceder três cantos nos 4 minutos iniciais da partida!
Não obstante, a partir do momento em que a selecção de Portugal conseguiu serenar, e “entrar em jogo”, rapidamente assumiu o controlo e a iniciativa do jogo, começando a explanar o seu futebol ofensivo.
Seria portanto com alguma naturalidade que, rapidamente, igualaria o adversário em número de cantos obtidos… com a pequena diferença de, num deles, na sequência de uma entrada fulgurante de Pepe, a antecipar-se de cabeça à defesa contrária, desviando a bola para a baliza, Portugal ter inaugurado o marcador.
Não desacelerando, a selecção nacional prosseguiria numa toada ofensiva, procurando consolidar a vantagem, o que conseguiria poucos minutos decorridos, num lance oportuno de Hélder Postiga. Isto depois de Cristiano Ronaldo ter já desperdiçado uma soberana oportunidade de golo, cara a cara com o guardião adversário, não tendo tido a frieza necessária para “picar a bola” por cima do último opositor.
Só que, quando se pensava que a vitória estava ali, à “mão de semear”, uma desconcentração da defesa portuguesa permitiria um inacreditável golo, com dois cabeceamentos da Dinamarca na zona da pequena área, o primeiro a cruzá-la, o segundo, a fazer com que inapelavelmente se anichasse nas redes da baliza lusa. Portugal começava a complicar o que parecia ter-se tornado relativamente fácil.
Mas o pior estaria para vir, no segundo tempo, em que, com a equipa portuguesa como que adormecida, durante uma longa meia hora, permitiu à Dinamarca assenhorear-se da iniciativa do jogo. Cristiano Ronaldo, em tarde desastrada (parecendo desligado do jogo, triste), desperdiçaria uma outra ocasião ainda mais flagrante de golo, completamente desmarcado, a cometer o mesmo erro do lance do primeiro tempo. E, no minuto imediato, o que se antecipava há largos minutos aconteceria mesmo: o tento do empate da Dinamarca.
Só então, a seis minutos do termo do encontro, Paulo Bento assumiria a necessidade (que era evidente há muito tempo…) de mexer na equipa, fazendo entrar Varela. Que, feliz – num lance em que até começara por, desenquadrado da bola, falhar o remate, tendo depois a extrema frieza de rematar de primeira, com o outro pé -, necessitaria de apenas três minutos para recolocar Portugal em posição de vantagem.
Faltava apenas praticamente o tempo de compensação, em que Portugal sofreria ainda um calafrio, mas a tentativa de remate à baliza sairia por alto.
Num jogo em que se sofreu imenso, de forma desnecessária, a equipa portuguesa, notoriamente superior ao adversário, garantia uma justa vitória. No próximo jogo com a Holanda, será necessário “estar em jogo” durante os 90 minutos, sem ausências como a hoje verificada durante cerca de meia hora da segunda parte…
Stephan Andersen, Lars Jacobsen, Simon Kjær, Daniel Agger, Simon Poulsen, William Kvist, Niki Zimling (16m – Jakob Poulsen), Dennis Rommedahl (60m – Tobias Mikkelsen), Christian Eriksen, Michael Krohn-Dehli (90m – Lasse Schøne) e Nicklas Bendtner
Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe e Fábio Coentrão, Miguel Veloso, Raul Meireles (84m – Silvestre Varela), João Moutinho, Nani (89m – Rolando), Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (64m – Nélson Oliveira)
0-1 – Pepe – 24m
0-2 – Hélder Postiga – 36m
1-2 – Nicklas Bendtner – 41m
2-2 – Nicklas Bendtner – 80m
2-3 – Silvestre Varela – 87m
“Melhor em campo” – Pepe (Portugal)
Amarelos – Jakob Poulsen (56m) e Lars Jacobsen (81m); Raul Meireles (29m) e Cristiano Ronaldo (90m)
Árbitro – Craig Thomson (Escócia)
Arena Lviv – Lviv (17h00)
“Tipografia geográfica”



Diferentes fontes, tipos e caracteres, com inspiração em traços culturais, ou na idiossincrasia de uma região, cidade ou Estado. Para ver em detalhe aqui: “Inspiring Typography Designs Based on Cities & States“. (via Mangas Verdes)



