Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Olympiakos
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Nemanja Matić, Enzo Pérez (82m – Ruben Amorim), Nico Gaitán (82m – Rodrigo), Ola John (45m – Ivan Cavaleiro), Lima e Óscar Cardozo
Olympiakos – Roberto Jiménez; Leandro Salino, Kostas Manolas, Dimitris Siovas, José Holebas, David Fuster (69m – Sambou Yatabaré), Giannis Maniatis, Alejandro Domínguez (88m – Carl Medjani), Andreas Samaris, Vladimir Weiss (56m – Delvin N’Dinga) e Kostas Mitroglou
0-1 – Alejandro Domínguez – 29m
1-1 – Óscar Cardozo – 83m
Cartões amarelos – Enzo Pérez (55m) e Nico Gaitán (62m); David Fuster (36m), Vladimir Weiss (42m) e Kostas Mitroglou (59m)
Árbitro – Alberto Undiano Mallenco (Espanha)
No primeiro de dois duelos luso-helénicos que se antecipa possam vir a ser determinantes para a definição do segundo clube qualificado neste grupo, a equipa do Benfica entrou em campo “a todo o gás”: aos quatro minutos já registava três cantos a seu favor, Cardozo, na conversão de um livre, com um potente remate, obrigara Roberto, o bem conhecido guarda-redes espanhol, agora ao serviço do Olympiakos, a uma excelente defesa, a revelar grande concentração, e Luisão desperdiçara uma outra flagrante oportunidade de marcar.
Porém, o “gás” rapidamente se evaporaria, com a formação benfiquista, gradualmente, a perder ritmo de jogo, e, pior, a perder também o controlo de jogo a meio-campo, perante um opositor que, durante a primeira parte, seria sempre mais rápido, criando algumas situações de apuro – tinha tido também o golo iminente, a seu favor, logo aos cinco minutos -, até acabar mesmo por chegar ao golo.
Para o segundo tempo, com o Benfica em desvantagem no marcador, o treinador Jorge Jesus optaria por trocar Ola John por Ivan Cavaleiro, que fazia a sua estreia em jogos das competições europeias (depois de se ter estreado na equipa principal no sábado, em partida da Taça de Portugal), um jogador de características mais “explosivas”.
Mas Jesus não deve ter consultado o boletim meteorológico… a chuva que caía sobre o Estádio da Luz transformar-se-ia em dilúvio, inundando o relvado, que, até cerca de um quarto de hora do fim do encontro, esteve verdadeiramente impraticável, com a bola a parar, sistematicamente retida a cada poça de água. Durante cerca de meia hora foi impossível jogar futebol, com o jogo a transformar-se em autêntica “lotaria”, com uma imprevisibilidade constante sobre qual seria a trajectória da bola a cada chuto, e onde (ou se) se deteria na água.
O que, naturalmente, facilitava a tarefa de quem defendia, com os jogadores do Benfica, a necessitarem de construir jogadas ofensivas, numa tenaz mas inglória luta contra… a água.
Quando, enfim, nos últimos dez minutos, com a chuva, já não tão inclemente, enfim a dar alguma trégua, o relvado conseguira assegurar uma drenagem mínima para que a bola voltasse a rolar e se pudesse voltar a jogar futebol, o Benfica acabaria por ser feliz: Jesus mal tinha acabado de fazer uma dupla substituição, fazendo entrar Ruben Amorim e Rodrigo para os lugares dos dois jogadores “amarelados”, quando, na sequência de um canto (mal assinalado pelo árbitro, que, aliás teve uma arbitragem bastante contestada, com pelo menos uma grande penalidade por assinalar a favor do Benfica), o guardião Roberto teve uma das suas recorrentes saídas em falso, deixando espaço à entrada de Óscar Cardozo, que não desperdiçaria o ensejo de empatar.
Jogar-se-iam ainda mais cerca de dez minutos (incluindo o tempo de compensação), mas, com o Olympiakos então apostado em manter, no mínimo, a igualdade, a turma benfiquista já não teria engenho e arte para completar a reviravolta no marcador, deixando tudo em aberto para daqui a quinze dias, em Atenas, onde as equipas se voltarão a encontrar. E onde o Benfica terá de jogar bem mais ( e melhor) do que fez hoje, em particular no primeiro tempo.
Com o empate final – que acabou por ser porventura o mais ajustado ao que as duas equipas exibiram, no conjunto dos 90 minutos – quebraram-se duas séries: o Benfica registava sete vitórias sucessivas no Estádio da Luz em jogos nas provas europeias; por seu lado, o Olympiakos somava já 27 desafios consecutivos em competições europeias sem empate!
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Manchester United – Real Sociedad – 1-0
Bayer Leverkusen – Shakhtar Donetsk – 4-0
1º Manchester United, 7; 2º Bayer Leverkusen, 6; 3º Shakhtar Donetsk, 4; 4º Real Sociedad, 0
Grupo B
Galatasaray – København – 3-1
Real Madrid – Juventus – 2-1
1º Real Madrid, 9; 2º Galatasaray, 4; 3º Juventus, 2; 4º København, 1
Grupo C
Benfica – Olympiakos – 1-1
Anderlecht – Paris St.-Germain – 0-5
1º Paris St.-Germain, 9, 2º Olympiakos e Benfica, 4; 4º Anderlecht, 0
Grupo D
Bayern – Viktoria Plzeň – 5-0
CSKA Moskva – Manchester City – 1-2
1º Bayern, 9; 2º Manchester City, 6; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Schalke 04 – Chelsea – 0-3
Steaua – Basel – 1-1
1º Chelsea e Schalke 04, 6; 3º Basel, 4; 4º Steaua, 1
Grupo F
Marseille – Napoli – 1-2
Arsenal – B. Dortmund – 1-2
1º Arsenal, B. Dortmund e Napoli, 6; 4º Marseille, 0
Grupo G
Austria Wien – At. Madrid – 0-3
FC Porto – Zenit – 0-1
1º At. Madrid, 9; 2º Zenit, 4; 3º FC Porto, 3; 4º Austria Wien, 1
Grupo H
AC Milan – Barcelona – 1-1
Celtic – Ajax – 2-1
1º Barcelona, 7; 2º AC Milan, 5; 3º Celtic, 3; 4º Ajax, 1
Sorteio do “Play-off” de apuramento para o Mundial 2014
Acaba de realizar-se o sorteio do “play-off” de apuramento para o Mundial 2014, em futebol, no que respeita à Zona Europeia, tendo ditado os seguintes alinhamentos:
- Portugal – Suécia
- Ucrânia – França
- Grécia – Roménia
- Islândia – Croácia
Os jogos serão realizados, a duas mãos, nos próximos dias 15 e 19 de Novembro.
U. Tomar – Centenário (IV)
(“O Templário”, 17.10.2013)
Após as participações nos campeonatos da “Liga Tomarense”, na segunda metade da década de 20, o União de Tomar apenas faria a sua estreia em provas oficiais organizadas pela Associação de Futebol de Santarém no final do ano de 1936.
Na primeira jornada do Campeonato Distrital referente à temporada de 1936-37, disputada a 18 de Outubro de 1936, a equipa unionista obteria um curioso resultado, empatando 4-4 no Tramagal, culminando uma excepcional recuperação, depois de estar a perder por quatro a zero. Recuperemos alguns excertos da notícia sobre este histórico jogo:
«Após o descanso regulamentar, o jogo recomeça e Batalha, o jogador expulso, alinha de novo, pois os dirigentes do União num gesto tão leal como desportivo que muito me apraz aqui registar, de acordo com o árbitro, consentem que aquele jogador retome o seu lugar. […]
Os unionistas parece não se conformarem com o 3-0; desenvolvem grande actividade e dominam, mas a sorte não os protege e é ainda o Tramagal que, numa «fuga», marca o seu 4.º ponto.
Uma grande derrota parece avizinhar-se.
Há uma pequena modificação na linha da frente do União: Léo troca com Elísio e o ataque melhora sensivelmente. O União exerce agora forte pressão e vê os seus esforços coroados de êxito com a marcação do seu primeiro ponto por intermédio de Léo.
O Tramagal esforça-se para deter o impetuoso ataque do União mas não o consegue e a pouco e pouco vai cedendo terreno. O União insiste no ataque e Ramos alveja as redes do Tramagal com um bom pontapé; e assim, os unionistas já cheios de moral, redobram de energia e num formidável arranco conseguem enfiar mais duas bolas.
E todos estes goals marcados em menos de 20 minutos!
Os grupos estão empatados a 4 bolas, faltam poucos minutos para terminar.
Ambos procuram o ponto da vitória; a bola corre velozmente de um para outro campo, mas são inúteis mais esforços, pois o árbitro assinala o fim e o encontro termina com um empate de 4-4, com manifesta superioridade técnica e territorial do União em quási toda a segunda parte do encontro.»(1)
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O pulsar do campeonato – 4ª jornada
(“O Templário”, 17.10.2013)
Paulatinamente, à medida que o campeonato vai avançando no seu curso – e embora estejamos ainda numa fase muito prematura da prova – as equipas teoricamente mais apetrechadas vão-se instalando nos lugares de topo da pauta classificativa.
Numa jornada, a quarta, em que as equipas que jogaram em casa fizeram o pleno, vencendo todas as sete partidas disputadas, o destaque vai para o triunfo do Torres Novas frente a um outro candidato aos lugares cimeiros, Mação, por 2-0, assim como para a margem de vitória alcançada pelo At. Ouriense no encontro com o Cartaxo, impondo-se por categóricos 3-0.
Nos restantes desafios, imperou a normalidade, ou lógica do futebol, com o Fazendense a ganhar ao U. Chamusca por 2-0, o Benavente a vencer o Assentiz por 3-1, o mesmo resultado que, aliás, se verificou também no Coruchense – Empregados do Comércio e no Amiense – U. Tomar; por fim, o Pontével, a protagonizar um excelente arranque de campeonato, a derrotar a U. Abrantina por 1-0.
No que respeita mais especificamente ao União de Tomar, a iniciar uma fase em que o calendário lhe ditou uma sucessão de jogos de elevada dificuldade – depois da partida desta mais recente ronda, recebe, nas duas próximas semanas, os dois primeiros classificados, Torres Novas e Fazendense, deslocando-se de seguida a Ourém, para defrontar o At. Ouriense –, foi uma vez mais vítima das suas próprias falhas, tal como acontecera no desafio inaugural da sua participação na prova, em Pontével.
Efectivamente, sem que para tal tivesse criado caudal de jogo ou oportunidades que o justificassem, a formação de Amiais de Baixo chegaria ao intervalo já a vencer por 2-0. No início do segundo tempo, o União reduziria a desvantagem, tendo, ao longo dessa fase do encontro, pressionado mais, em busca do tento da igualdade, que contudo não conseguiria obter; ao invés, como tantas vezes sucede nestas ocasiões, acabaria por ser surpreendido com o terceiro tento do Amiense, que ditou o desfecho final do jogo.
Temos então agora, na frente da classificação, o Fazendense, que se isolou na liderança (não obstante se trate de um líder “à condição”, dependente do que os torrejanos fizerem em Tomar, no encontro que têm em atraso), com um ponto de vantagem sobre o duo formado por Torres Novas – até agora 100% vitorioso, nos três encontros já disputados, sendo a única equipa em tal posição – e Pontével. Com a vitória perante os nabantinos, o Amiense chegou-se também à frente, ocupando agora o 4.º posto, a dois pontos do guia. O Mação, derrotado nesta ronda, regista já um atraso de três pontos face ao 1.º classificado (que poderão eventualmente vir a converter-se em cinco, dependendo do tal jogo ainda por disputar).
Neste grupo da frente estarão já porventura os quatro principais candidatos ao 1.º lugar (se é que me é permitido excluir, para já, desse lote, o Pontével); depois, de entre os que estão mais abaixo, o At. Ouriense, com cinco pontos (distando outros tantos do actual líder).
Em posição intermédia, no meio da tabela, seguem já Coruchense (6.º classificado, com seis pontos), e Benavente (8.º, com quatro pontos), tantos quantos os somados por Assentiz e U. Chamusca.
Por fim, na cauda da classificação – nos lugares de risco, atendendo a que serão despromovidas entre duas a cinco equipas à II Divisão Distrital (dependendo do comportamento das equipas do distrito no Campeonato Nacional de Seniores) –, caíram já o U. Tomar (com três pontos), o Cartaxo (de forma algo surpreendente, tendo somado apenas dois pontos), e, a fechar, Empregados do Comércio e U. Abrantina, que contam somente um ponto.
Entretanto, na II Divisão Distrital, o realce vai para as equipas que, após a realização da terceira ronda, lideram as respectivas séries: a Norte, Atalaiense e Pernes repartem o comando, com sete pontos; a Sul, U. Almeirim e Porto Alto fizeram ainda melhor, registando três triunfos cada.
Na próxima semana, os campeonatos distritais sofrem uma interrupção, para disputa da 1.ª ronda da fase de grupos da Taça Ribatejo; por seu lado, as equipas do U. Tomar e do Torres Novas (integradas ambas em séries de apenas três concorrentes), as quais folgam nessa prova no seu primeiro dia, aproveitarão para acertar o calendário, com a realização do encontro que fora adiado da 1.ª jornada, então devido à participação dos torrejanos em eliminatória da Taça de Portugal.
A fechar, uma breve referência ao Campeonato Nacional de Seniores, onde as equipas que representam o distrito não foram felizes nesta jornada, com o Fátima a perder com o líder Mafra (0-1), com os mafrenses a alcançarem a sexta vitória consecutiva noutros tantos jogos disputados, enquanto o Riachense foi derrotado no seu terreno pelo Caldas (0-2), tendo o Alcanenense obtido um resultado positivo no Carregado, empatando 1-1.
O Fátima mantém-se no 3.º lugar, mas já a seis pontos do U. Leiria, enquanto o grupo de Alcanena ocupa o 5.º posto; a formação de Riachos continua a partilhar a “lanterna vermelha” com o Portomosense, com apenas um ponto, já a quatro pontos da equipa imediatamente precedente, o Torreense.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 17 de Outubro de 2013)
Portugal – Luxemburgo (Mundial-2014 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, André Almeida, Ricardo Costa (59m – Sereno), Luís Neto, Fábio Coentrão (75m – Antunes), Miguel Veloso (58m – Hugo Almeida), Nani, João Moutinho, Josué, Silvestre Varela e Hélder Postiga
Luxemburgo – Jonathan Joubert, Tom Laterza, Laurent Jans, Chris Philipps, Mathias Jaenisch, Lars Gerson, Daniel da Mota (82m – Massimo Martino), Ben Payal (60m – Rene Peters), Stefano Bensi (45m – Antonio Luisi), Aurelien Joachim e Mario Mutsch
1-0 – Silvestre Varela – 29m
2-0 – Nani – 36m
3-0 – Hélder Postiga – 78m
Cartões amarelos – Josué (48m) e Fábio Coentrão (64m); Chris Philipps (40m), Lars Gerson (70m) e Daniel da Mota (81m)
Cartão vermelho – Aurelien Joachim (27m)
Árbitro – Bülent Yildirim (Turquia)
A selecção de Portugal concluiu a fase de Grupos da qualificação para o Mundial 2014 com mais uma pobre exibição, confirmando a necessidade de “horas extraordinárias”, por via da participação no play-off, a disputar no mês de Novembro.
Frente a um muito frágil opositor, em momento algum esteve patente a possibilidade de os portugueses fazerem a sua parte do “milagre” (ganhar por seis golos), não obstante terem beneficiado de soberanas ocasiões para tal, com bolas nos ferros da baliza luxemburguesa, e diversas soberbas defesas do guardião adversário.
Foi, porém, uma equipa sem chama, conformada com a sua sorte – que foi traçando ao longo da fase de qualificação, e que ficou praticamente definida na passada sexta-feira, com o empate consentido perante o Luxemburgo -, que, depois de, ainda relativamente cedo, ter garantido a vitória (apenas tendo sido contudo quebrada a resistência luxemburguesa após a expulsão de um seu jogador, por uma entrada perigosa, mas ingénua, que podia ter lesionado gravemente André Almeida), foi deixando correr o tempo.
Com o empate cedido pela Rússia no Azerbaijão, pode agora especular-se que teria bastado ganhar a Israel, para que Portugal tivesse já, neste momento, garantido o apuramento para o Mundial… mas tal não passa de um cenário hipotético, que não poderá portanto ser confirmado.
Para além da Rússia, também a Bósnia-Herzegovina confirmou a sua inédita qualificação para a Fase Final do Mundial, onde se estreará no Brasil, tendo a Inglaterra e o Campeão do Mundo em título, Espanha, garantido também esta noite o apuramento.
Assim, estão já apuradas as seguintes 21 selecções: Alemanha, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Espanha, Holanda, Inglaterra, Itália, Rússia, Suíça, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Costa Rica, EUA, Honduras, Austrália, Coreia do Sul, Irão e Japão. Falta apurar, para além de mais quatro selecções europeias, as cinco representantes africanas, assim como os vencedores dos play-off intercontinentais, entre Uruguai e Jordânia, e entre México e Nova Zelândia.
Tal como Portugal, Grécia, França, Ucrânia, Roménia e Islândia terão de disputar igualmente o play-off, juntamente com as selecções da Croácia e Suécia, que haviam já confirmado tal participação nesses jogos extra na passada sexta-feira.
De acordo com a projecção do ranking da FIFA – que será objecto de actualização ainda esta semana – deverão ser “cabeças-de-série” as selecções da Croácia, Portugal, Grécia e Ucrânia. A confirmar-se este alinhamento, Portugal defrontará (nos próximos dias 15 e 19 de Novembro) uma das seguintes equipas: França, Suécia, Roménia ou Islândia.
Na zona Europeia de qualificação, destaque final para algumas das selecções já eliminadas: Sérvia, Escócia, Dinamarca, R. Checa, Bulgária, Áustria, Irlanda, Hungria, Turquia e Polónia.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 10 7 1 2 20- 5 22 2º Portugal 10 6 3 1 20- 9 21 3º Israel 10 3 5 2 19-14 14 4º Azerbaijão 10 1 6 3 7-11 9 5º I. Norte 10 1 4 5 9-17 7 6º Luxemburgo 10 1 3 6 7-26 6
11ª jornada
15.10.13 – Azerbaijão – Rússia – 1-1
15.10.13 – Portugal – Luxemburgo – 3-0
15.10.13 – Israel – I. Norte – 1-1
(mais…)
Prémio Nobel da Economia – 2013
O prémio Nobel da Economia 2013 foi hoje atribuído aos investigadores estado-unidenses Eugene F. Fama, Lars Peter Hansen e Robert J. Shiller, «pela sua análise empírica dos preços dos activos».
U. Tomar – Centenário (III)
(“O Templário”, 10.10.2013)
Em partida a contar para a segunda jornada da “Liga Tomarense” dessa mesma época de estreia do União de Tomar na competição (1924-25), era anunciado:
«Hoje 23 [de Novembro de 1924] jogam em primeiras categorias o Victoria Foot-Ball Club contra União Foot-Ball Comercio Industria. Consta-nos que o Victoria traz para este encontro elementos de Vila Franca de Xira. O União pelo contrario joga este desafio com elementos de categoria inferior.»(1)
E, não obstante a prudência revelada na antevisão da partida, o União de Tomar viria mesmo a obter o que constituiria o primeiro triunfo da sua história em jogos de competições oficiais:
«União vence Victoria 1-0
Com regular assistência efectuou-se no passado dia 23, este encontro. O onze do União ia composto com 5 elementos de 2.as categorias e o Victoria reforçou a sua linha habitual com um guarda-rede e um medio centro de Vila Franca.
O dominio pertenceu sempre ao União, chegando a engarrafar o Victoria nitidamente nos primeiros 25 minutos da primeira parte, tempo em que remataram inumeras vezes às redes do Victoria, fazendo-o porem com muita infelicidade. O Vitoria conseguiu tambem algumas avançadas que nada resultaram, tendo beneficiado dum «penalty» que o guarda rede do União defendeu.
O União marcou mais um ponto que o arbitro sr. Manuel de Oliveira não validou. A arbitragem foi imparcial na 1.ª parte, o que não sucedeu na 2.ª.
Mostrou-se muito indeciso nas suas resoluções, taes como o não validar o «goal» do União quando não tinha apitado anteriormente para marcar a deslocação que depois marcou. Atendeu o juiz de linha, quando não devia, pois que a bola se encontrava já em jogo.»(2)
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(2) Cf. “Eco Sportivo”, 7 de Dezembro de 1924







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