Nelson Mandela (1918-2013)

It was 25 years they take that man away
Now the freedom moves in closer every day
Wipe the tears down from your saddened eyes
They say Mandela’s free so step outside
Oh oh oh oh Mandela day
Oh oh oh oh Mandela’s free
U. Tomar – Centenário (IX)
(“O Templário”, 28.11.2013)
O título de Campeão Distrital da II Divisão da época de 1955-56 não teria contudo associada a promoção directa à I Divisão Distrital, por via de uma famigerada “liguilha” disputada com o último classificado desse escalão (Alcanenense), pelo que o União de Tomar se veria forçado a nova tentativa de subida… que falharia por pouco, na temporada imediata. Pelo que, uma vez mais, pelo terceiro ano consecutivo, militaria na II Divisão Distrital na época de 1957-58.
Desta forma, a 27 de Abril de 1958, disputando com o Ouriquense o seu penúltimo encontro desse campeonato, o União tinha, em caso de vitória, a possibilidade de conquistar novo título:
«O nosso representante, nesta difícil deslocação a Chã de Ourique (difícil, mais pela categoria técnica do adversário, pela deslocação em si, tratando-se de adversário aguerrido, e pela responsabilidade do resultado, de que podia depender o 1.º lugar da competição), venceu claramente o seu adversário pelo amplo resultado de 3-0, que, ao que nos dizem, podia ainda ser mais desnivelado.»(1)
«Atendendo ao facto de o jogo ter bastante importância para a classificação, deslocou-se à pitoresca vila Chã de Ourique a acompanhar a equipa, numerosa assistência de Tomar. […].
O resultado indica o suficiente para que se veja que o União nunca esteve em dificuldade.
A equipa a jogar com a táctica adequada às necessidades desorientou por completo a equipa local. […]
Devia ter sido a melhor exibição feita esta época; já na segunda parte e com o resultado feito, a equipa jogava inteligentemente fazendo com que a bola girasse de uns para os outros sem precipitações.»(2)
Nesta partida que se viria a revelar decisiva, a turma unionista alinhou da seguinte forma: Tónito; Confraria e Henrique; Lino, Pereira e Nelson; Vítor Lopes, Carvalho, Ernesto, Amílcar e Bengala. Os golos do União foram apontados por Amílcar e Ernesto (que bisou) – com a particularidade de este último ser o jogador, natural de Santa Cita, que viria posteriormente (a partir da época de 1960-61) a militar no Sporting, clube onde ficaria conhecido pelo seu apelido, Figueiredo, e, também, pela alcunha de “Altafini de Cernache” (sagrando-se por duas vezes Campeão Nacional e tendo participado também na conquista da Taça das Taças, em 1964).
Repetindo o título conquistado dois anos antes, ainda a uma jornada do fim, o União de Tomar sagrava-se novamente Campeão da II Divisão Distrital, garantindo assim o regresso, nove anos depois da última participação, à I Divisão Distrital.
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O pulsar do campeonato – 8ª jornada
(“O Templário”, 28.11.2013)
O grande destaque da 8.ª ronda do Campeonato Distrital vai, obviamente, para a sensacional vitória averbada pelo União de Tomar, goleando por 8-0 a equipa dos Empregados do Comércio, em Santarém! Não tendo conseguido “fazer história” em Ourém (o que sucederia caso tivesse consumado a extraordinária reviravolta de que esteve próximo, revertendo uma desvantagem de dois golos em período de descontos), este grupo acaba mesmo por entrar na história do clube, ao obter, no passado dia 24 de Novembro de 2013, a maior goleada de sempre do União de Tomar, em encontros fora de casa, em todo o seu centenário historial!
Numa partida em que ficou uma vez mais cabalmente demonstrado que, no futebol, a lógica nem sempre impera, perante um adversário que, até agora, tinha dado excelente conta de si neste campeonato – o qual, aliás, partilhava com o União o 8.º lugar da classificação, com o mesmo número de pontos –, sem quaisquer incidências anómalas (sem expulsões, nomeadamente), este foi um daqueles jogos em que “tudo sai bem” a um dos contendores, enquanto o outro, ao invés, se afunda cada vez mais, à medida que a contagem do marcador se vai elevando. E, até poderia ter chegado a nove golos a vantagem unionista, caso o árbitro tivesse sancionado um outro lance em que a bola terá transposto a linha de baliza. Os parabéns a todo o grupo, desde Direcção, corpo técnico, a jogadores, são de elementar justiça, nesta memorável e muito especial ocasião.
Mas houve mais novidades nesta jornada: o líder Torres Novas viu quebrada a sua invencibilidade – já não há equipas invictas nesta competição –, perdendo por 1-0 em Fazendas de Almeirim, ante o Fazendense, que, desta forma, se aproxima perigosamente do 1.º lugar, agora com dois escassos pontos a separarem estas duas equipas, sendo que os torrejanos registam a particularidade terem já disputado cinco jogos no seu terreno, e apenas três em terreno alheio. No extremo oposto, o Cartaxo obteve o primeiro triunfo no campeonato, recebendo e batendo o U. Chamusca (que, curiosamente, goleara já também, por 5-0, em partida da Taça Ribatejo) por 3-0.
Nos restantes desafios, em geral, as equipas mais credenciadas confirmaram o favoritismo, beneficiando também do factor casa, com destaque, de novo, para a margem do triunfo obtido pelo At. Ouriense, goleando a U. Abrantina – que, assim, recebe do Cartaxo a indesejada posição de “lanterna vermelha” – por 5-1; enquanto o Amiense bateu o até então 2.º classificado, Pontével (única equipa ainda sem qualquer empate), também por clara margem de 3-0. Por seu lado, o Coruchense, depois do desaire sofrido em Tomar, prosseguindo uma campanha que revela solidez, ganhou ao Assentis por 2-0. Por fim, porventura no jogo mais repartido desta ronda, o Benavente derrotou o Mação, graças a um solitário tento.
Em função destes resultados, assiste-se a um reagrupamento de posições na frente da tabela, com a equipa do Torres Novas, ainda no comando, com os tais dois pontos de vantagem sobre o Fazendense e, de imediato, um trio, formado por At. Ouriense, Amiense e Pontével, apenas dois pontos mais abaixo; caso para dizer que se “apertou o cerco” aos torrejanos. Numa posição intermédia, entre o 6.º e 8.º lugares, instalaram-se agora as formações do Coruchense, U. Tomar (escalando até ao 7.º posto, numa bastante boa progressão) e Mação. Na parte baixa da pauta classificativa, tudo está também mais compacto, com Benavente, Assentis e Empregados do Comércio com oito pontos, Cartaxo com seis, U. Chamusca com cinco, e, por fim, U. Abrantina, apenas com quatro pontos.
Posicionado a meio da classificação, o União de Tomar dista agora oito pontos do guia, passando a dispor, por outro lado, de uma vantagem já de cinco pontos sobre o antepenúltimo classificado. Sem deslumbramentos, porque é fundamental manter os “pés assentes no chão”, tudo o que a turma unionista necessita fazer é continuar a dar sequência ao bom campeonato que vem realizando, adquirindo níveis de confiança e tranquilidade que lhe proporcionem extrair o seu melhor rendimento, traduzindo-o em vitórias e em pontos.
No campeonato da II Divisão Distrital, a jornada do passado fim-de-semana provocou algumas alterações no topo das classificações, repartindo agora as equipas do Pego e do Atalaiense o comando da série mais a Norte (mas com a perseguição muito próxima de Tramagal e Caxarias, a apenas um ponto), com o Barrosense a isolar-se na liderança da série a Sul, com três pontos de vantagem sobre U. Almeirim e Porto Alto.
Por fim, no Campeonato Nacional de Seniores, é de salientar a carreira que o Alcanenense vem desenvolvendo, com mais uma vitória, sobre o Caldas, continuando a partilhar um sensacional 2.º lugar com o U. Leiria. Por sua vez, o Fátima, empatando a duas bolas em Porto de Mós, reforçou o seu 4.º lugar, já com dez pontos de vantagem sobre o antepenúltimo classificado, Torreense, curiosamente o seu próximo adversário. Já o Riachense, goleado (5-0) em Mafra, pelo líder da prova, é cada vez mais último, tendo somado apenas dois empates nas dez jornadas já disputadas, começando a ser tempo de procurar esboçar uma reacção (com a recepção ao Carregado, na próxima ronda, a ser um momento bem oportuno para tal), sob pena de ter de vir a regressar ao Distrital.
Na próxima semana os campeonatos distritais têm um breve hiato, para disputa da 2.ª ronda da fase de grupos da Taça Ribatejo, com o União de Tomar a deslocar-se a Pernes, para defrontar o Atlético local; destaque ainda para os desafios Amiense-U. Abrantina (único confronto entre equipas do principal escalão) e para um curioso derby Empregados do Comércio-U. Santarém.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 28 de Novembro de 2013)
Liga Europa – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Depois de Valencia, Ludogorets, Salzburg, Esbjerg, Rubin Kazan, Fiorentina, Dnipro e Tottenham, também as equipas do E. Frankfurt, Genk, Sevilla, Lyon, Betis, Trabzonspor, Lazio, Anzhi, AZ e PAOK garantiram já o apuramento para os 1/16 Final da Liga Europa, subsistindo portanto apenas seis vagas por atribuir. As três equipas portuguesas estão já virtualmente eliminadas.
Grupo E
Dnipro – Pandurii – 4-1
Paços Ferreira – Fiorentina – 0-0
1º Fiorentina, 13; 2º Dnipro, 12; 3º Paços Ferreira, 2; 4º Pandurii, 1
Grupo H
Sevilla – Estoril – 1-1
Slovan Liberec – Freiburg – 1-2
1º Sevilla, 9; 2º Freiburg e Slovan Liberec, 6; 4º Estoril, 3
Grupo I
Rijeka – Guimarães – 0-0
Lyon – Betis – 1-0
1º Lyon, 9; 2º Betis, 8; 3º Guimarães, 5; 4º Rijeka, 3
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Shakhtar Donetsk – Real Sociedad – 4-0
Bayer Leverkusen – Manchester United – 0-5
1º Manchester United, 11; 2º Shakhtar Donetsk, 8; 3º Bayer Leverkusen, 7; 4º Real Sociedad, 1
Grupo B
Juventus – København – 3-1
Real Madrid – Galatasaray – 4-1
1º Real Madrid, 13; 2º Juventus, 6; 3º Galatasaray e København, 4
Grupo C
Paris St.-Germain – Olympiakos – 2-1
Anderlecht – Benfica – 2-3
1º Paris St.-Germain, 13, 2º Olympiakos e Benfica, 7; 4º Anderlecht, 1
Grupo D
Manchester City – Viktoria Plzeň – 4-2
CSKA Moskva – Bayern – 1-3
1º Bayern, 15; 2º Manchester City, 12; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Basel – Chelsea – 1-0
Steaua – Schalke 04 – 0-0
1º Chelsea, 9; 2º Basel, 8; 3º Schalke 04, 7; 4º Steaua, 3
Grupo F
B. Dortmund – Napoli – 3-1
Arsenal – Marseille – 2-0
1º Arsenal, 12; 2º B. Dortmund e Napoli, 9; 4º Marseille, 0
Grupo G
Zenit – At. Madrid – 1-1
FC Porto – Austria Wien – 1-1
1º At. Madrid, 13; 2º Zenit, 6; 3º FC Porto, 5; 4º Austria Wien, 2
Grupo H
Ajax – Barcelona – 2-1
Celtic – AC Milan – 0-3
1º Barcelona, 10; 2º AC Milan, 8; 3º Ajax, 7; 4º Celtic, 3
Depois de Bayern, Manchester City, Atlético de Madrid e Barcelona, também o Chelsea (mesmo tendo sido derrotado em Basileia), Manchester United, Real Madrid e Paris St.-Germain garantiram já o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Anderlecht – Benfica
Anderlecht – Silvio Proto, Anthony Vanden Borre, Chancel Mbemba, Bram Nuytinck (73m – Ronald Vargas), Olivier Deschacht (55m – Frank Acheampong), Cheikhou Kouyaté, Massimo Bruno, Guillaume Gillet, Dennis Praet, Fabrice N’Sakala e Aleksandar Mitrović
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, André Almeida, Nemanja Matić, Enzo Peréz (87m – Rodrigo), Lazar Marković (89m – Ivan Cavaleiro), Ljubomir Fejsa, Nico Gaitán (72m – Miralem Sulejmani) e Lima
1-0 – Chancel Mbemba – 18m
1-1 – Nemanja Matić – 34m
1-2 – Chancel Mbemba (p.b.) – 52m
2-2 – Massimo Bruno – 77m
2-3 – Rodrigo – 90m
Cartões amarelos – Massimo Bruno (29m), Bram Nuytinck (49m) e Aleksandar Mitrović (88m); André Almeida (78m) e Artur (90m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
Procurando remediar os danos do desaire sofrido em Atenas, o Benfica entrava neste jogo de “2 em 1” (a vitória podia valer a continuidade das aspirações à passagem à fase seguinte da Liga dos Campeões, sendo que, pelo menos o empate, garantia desde logo, no pior cenário, a passagem para a Liga Europa) sabendo que tinha – perante o actual potencial do adversário – a melhor oportunidade de sempre para vencer em Bruxelas.
Porém, denotando falta de clarividência no seu jogo, não só não conseguiria impor-se logo desde início, vindo, inclusivamente, num lance infeliz, na sequência de uma “carambola” entre o central do Anderlecht, Mbemba, e Luisão, a sofrer o primeiro golo. O Benfica reagiu então de forma positiva a este revés, não se descontrolando, mantendo a toada de jogo, necessariamente agora mais claramente estimulado pela necessidade de marcar.
E o golo do empate surgiria pouco depois, como corolário de uma melhor fase da equipa benfiquista. Já no segundo tempo, aproveitando a fragilidade do opositor, o Benfica chegaria, com alguma naturalidade, à vantagem. Durante um bom período, de cerca de vinte minutos, a equipa portuguesa deu a sensação de controlar o jogo, e de o triunfo não lhe escaparia.
Porém, quando se esperava que fosse o Benfica a explorar alguma situação de contra-ataque, aproveitando o adiantamento dos belgas, o Anderlecht restabeleceria o empate. A situação complicava-se bastante: já na fase derradeira do encontro – e tendo em consideração que o Olympiakos ia empatando também em Paris, a um golo -, até ao minuto noventa, o Benfica estava virtualmente afastado da Liga dos Campeões. E tinha de manter-se atento para que a própria eventual passagem para a Liga Europa não viesse a ficar também comprometida.
Depois de uma aparentemente estranha substituição, com a saída de Gaitán, Jorge Jesus, apostaria então na entrada em campo, já mesmo em cima do final do tempo de jogo, de Rodrigo e Ivan Cavaleiro, alterações que pareciam ser feitas já em “desespero de causa”, e, sobretudo, demasiado tarde. Mas chegava então o momento de o Benfica ser feliz: aproveitando a velocidade de Rodrigo, muito bem desmarcado, a equipa portuguesa chegava, já no minuto noventa, ao terceiro golo, que lhe proporcionava enfim – sem que, contudo, tivesse feito uma exibição memorável – a primeira vitória no terreno do outrora bem poderoso Anderlecht (a Final da Taça UEFA de há trinta anos ainda perdura na memória…), uma equipa abnegada, lutadora, mas bem abaixo da qualidade que patenteou na Europa nas décadas de 70 e 80 do século passado.
Em paralelo, ligeiramente depois do golo benfiquista, o Paris St.-Germain marcava o segundo golo, que resultava na derrota do Olympiakos. No espaço de um minuto, um golo em Bruxelas e outro em Paris provocava uma reviravolta (parcial) na tendência pontual do Grupo: o Benfica passava de uma situação de eliminação, para uma posição de poder continuar ainda a agarrar-se ao “sonho” de prosseguir na Liga dos Campeões (embora bastante condicionado, uma vez que implica a necessidade de, na derradeira ronda, fazer melhor resultado ante o Paris St.-Germain do que o que o Olympiakos averbar frente ao Anderlecht…).
A continuidade na Europa ficou, não obstante, já garantida, quanto mais não seja via Liga Europa. Dada a impossibilidade de jogar em dois campos ao mesmo tempo (Lisboa e Atenas), ao Benfica só resta uma opção: a de tentar ganhar na última ronda, na recepção aos parisienses…
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – 2013
Chegou ao seu termo o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2013, com o alemão Sebastien Vettel a sagrar-se pela quarta vez consecutiva Campeão do Mundo, estabelecendo também um record de nove vitórias consecutivas, em todas as provas da segunda metade da temporada, totalizando um total de 13 triunfos neste ano (em 19 Grandes Prémios disputados). Os outros vencedores do ano foram Fernando Alonso e Nico Rosberg (dois triunfos cada), Kimi Räikkönen e Lewis Hamilton.
Classificação Final do Mundial de Pilotos:
1º Sebastian Vettel (Alemanha) – Red Bull Racing-Renault – 397
2º Fernando Alonso (Espanha) – Ferrari – 242
3º Mark Webber (Austrália) – Red Bull Racing-Renault – 199
4º Lewis Hamilton (Grã-Bretanha) – Mercedes – 189
5º Kimi Räikkönen (Finlândia) – Lotus-Renault – 183
6º Nico Rosberg (Alemanha) – Mercedes – 171
7º Romain Grosjean (França) – Lotus-Renault – 132
8º Felipe Massa (Brasil) – Ferrari – 112
9 ºJenson Button (Grã-Bretanha) – McLaren-Mercedes – 73
10º Nico Hulkenberg (Alemanha) – Sauber-Ferrari – 51
11º Sergio Pérez (México) – McLaren-Mercedes – 49
12º Paul di Resta (Grã-Bretanha) – Force India-Mercedes – 48
13º Adrian Sutil (Alemanha) – Force India-Mercedes – 29
14º Daniel Ricciardo (Austrália) – STR-Ferrari – 20
15º Jean-Eric Vergne (França) – STR-Ferrari – 13
16º Esteban Gutierrez (México) – Sauber-Ferrari – 6
17º Valtteri Bottas (Finlândia) – Williams-Renault – 4
18º Pastor Maldonado (Venezuela) – Williams-Renault – 1
Classificação do Mundial de Construtores:
1º Red Bull Racing-Renault – 596
2º Mercedes – 360
3º Ferrari – 354
4º Lotus-Renault – 315
5º McLaren-Mercedes – 122
6º Force India-Mercedes – 77
7º Sauber-Ferrari – 57
8º STR-Ferrari – 33
9º Williams-Renault – 5
U. Tomar – Centenário (VIII)
(“O Templário”, 21.11.2013)
Após um período de hibernação de quase quatro anos, em que não praticara, a nível oficial, a modalidade de futebol, o União de Tomar regressaria à competição na temporada de 1955-56. Depois de sucessivos adiamentos, o jogo inaugural do Campeonato Distrital da II Divisão dessa época, tendo por adversário o Sporting de Abrantes, seria disputado a 26 de Fevereiro de 1956. Em mais um jogo histórico, num feliz regresso à actividade, o União venceria, em terreno alheio, por 3-2, resultado que não traduzia a superioridade evidenciada:
«Os rapazes de Tomar encheram-se de brios e conseguiram arrancar dois preciosos pontos, em campo alheio, que muito alento lhes podem dar nos jogos futuros. […]
O União de Tomar fez uma boa partida, mais precisamente: fez uma excelente primeira parte, ao fim da qual vencia por 3-1, depois de ter feito 2-0, e, na segunda parte, em que a falta de pernas foi manifesta […] aguentou perfeitamente a reacção do adversário, com mérito para o veterano José Marques, que ainda alinhou e organizou, excelentemente, a defensiva.»(1)
Culminando mais uma excelente temporada, a 6 de Maio de 1956, vencendo o Cartaxo por 3-0, o clube tomarense, celebrando da melhor forma o seu 42.º aniversário, sagrava-se, logo no ano de retoma da prática da modalidade – e ainda a duas jornadas do termo da prova, uma vez que somara triunfos em todos os seis jogos até então disputados –, Campeão Distrital da II Divisão!
«Os primeiros 45 minutos foram de relativo equilíbrio territorial, tendo os visitantes beneficiado e aproveitado do favor do vento. Todavia, as melhores ocasiões pertenceram aos locais […], mais perigosos e perfurantes sempre, que se acercavam da grande área contrária, ainda que fossem infelizes em determinadas ocasiões, mais infelizes que ineficazes.
PNa segunda parte, porém, como equipa só praticamente existiu o União, limitando-se o Sport Lisboa e Cartaxo a débeis contra ofensivas, que, em regra, morriam na defesa local.»(2)
Nesta partida decisiva, o União de Tomar apresentou a seguinte formação: Vítor; Teixeira e Lopes; Angelino (“Lino”), José Marques e Henrique; Martins, Chilrito, Carvalho Lopes, Gomes e Nelson.
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