O Pulsar do Campeonato – 15ª Jornada

(“O Templário”, 08.02.2018)
Temos campeonato! A surpreendente derrota do Mação, no seu terreno, ante a U. Abrantina, constitui mais um alerta de que, necessariamente, serão prematuras quaisquer análises “definitivas”, quando a prova apenas agora dá os primeiros passos na sua segunda metade. Sem que tal traduza que o guia venha a claudicar, voltámos a ter quatro clubes na disputa do título…
Destaques – Não seria de prever que o líder, depois de, na viragem da primeira para a segunda volta, ter suplantado “com distinção” uma dupla jornada em campo alheio (frente a opositores tão difíceis como se têm revelado esta temporada o At. Ouriense e o Ferreira do Zêzere) – a que acresceu ainda a “cereja” da imponente goleada frente ao Samora Correia, no jogo da Taça (num total de 14 golos apontados nestes três desafios) –, viesse a vacilar no seu próprio reduto, perdendo (0-1) ante um adversário (U. Abrantina) que continua a lutar tenazmente para procurar escapar aos lugares da cauda da tabela… mas foi o que sucedeu, com os maçaenses, desta feita, em situação de desvantagem no marcador desde cedo, incapazes de marcar um único tento!
A realçar nesta jornada, também o categórico triunfo do U. Almeirim, impondo-se por 3-0 no Cartaxo, que, afinal, volta a ceder no seu ambiente (quarto desaire caseiro em sete jogos!) – tendo de voltar a preocupar-se mais com os seus perseguidores, do que ambicionar os “grandes feitos” que prometia para esta época –, numa confirmação cabal de que os almeirinenses se mantêm bem “vivos”, pese embora ocupem o 4.º posto da tabela, a seis pontos do comandante.
Surpresa – Para além dos dois destaques anteriores – em que, obviamente, o êxito da turma de Abrantes constituiu a maior surpresa da ronda –, houve também surpresa, quanto mais não seja em função dos números, na vitória do Ferreira do Zêzere em Torres Novas, goleando por expressiva marca de 4-0. Até onde poderá chegar este fantástico grupo ferreirense, é a questão que se pode colocar, numa altura em que consolidou a sua 5.ª posição (somente a quatro pontos do 2.º lugar…), a mesma distância que o separa do 6.º classificado, precisamente os torrejanos.
Confirmações – Nas outras quatro partidas, confirmaram-se as tendências que os diversos clubes envolvidos vêm demonstrando no seu percurso nesta edição da I Divisão Distrital.
Desde logo, com o U. Tomar a receber e a vencer o At. Ouriense, por magro e algo sofrido 2-1. Depois de uma forte entrada, inaugurando o marcador ainda antes do quarto de hora e chegando ao 2-0 com pouco mais de vinte minutos, os unionistas adoptaram uma toada que incidiu preferencialmente no controlo do jogo, sempre à espreita de poder aplicar o “contra-golpe” que sentenciasse o desfecho do encontro. Contudo, o tal terceiro golo acabaria por não surgir, e, ao invés, tendo o adversário conseguido reduzir para a diferença tangencial já na fase terminal do jogo, os derradeiros dez minutos fizeram pairar alguma incerteza no resultado final, não obstante os tomarenses tenham, nesse período, sido muito seguros na gestão do tempo, não concedendo oportunidades a um sempre difícil rival. Assim, tendo prontamente restabelecido a diferença face ao líder, nos cinco pontos, voltam a ter todo o direito a continuar a “sonhar”…
Na Ribeira de Santarém, o outro vice-líder, Fazendense, experimentou também dificuldades – tendo chegado a consentir a igualdade aos “Caixeiros” –, mas conseguiu o mais importante para as suas cores, averbando os três pontos em disputa, ganhando por igual marca de 2-1, segurando a sua sensacional (por inesperada) posição na pauta classificativa.
O Samora Correia conseguiu, enfim, interromper a terrível série negativa de cinco derrotas sucessivas no campeonato, tendo, já na parte final do desafio, evitado novo desaire, acabando por empatar (2-2) frente ao “aflito” Riachense – que, não só mantém a penúltima posição, como inclusivamente, em função dos triunfos registados por Amiense e U. Abrantina, se vê mais distanciado de lugares que possam proporcionar maior tranquilidade, numa altura em que as notícias que vão chegando do Nacional não são nada animadoras…
Por fim, havia sido já disputado na semana anterior o Amiense-Moçarriense, com a turma de Amiais de Baixo (ganhando 1-0) a encerrar a mais prolongada série sem vitórias no campeonato (seis jogos), já antes registada pela U. Abrantina e, actualmente em curso, pelo Samora Correia.
II Divisão Distrital – As duas “cimeiras de líderes”, a Norte e a Sul, saldaram-se por dois empates: 1-1 no Rio Maior-Tramagal; 0-0 no “derby” Glória-Marinhais. Disso se aproveitaram o Aldeiense, a colar-se ao Rio Maior no 2.º posto, e a U. Atalaiense, apenas um ponto abaixo. Destaque ainda para a soberba goleada (8-1) imposta pelo Pego na visita a Alferrarede.
A Sul, o Benavente (3.º classificado) não conseguiu desfazer o nulo ante o Porto Alto, tendo agora mais presente a ameaça do U. Santarém, somente a três pontos (e com um jogo a menos)
Campeonato de Portugal – Os resultados positivos obtidos pelo Coruchense (empate a zero, face ao 3.º classificado, Praiense) e pelo Fátima (vitória 1-0 nas Caldas, ante o semi-finalista da Taça de Portugal) contrastam com o péssimo desfecho do Alcanenense, batido (1-2) no seu terreno pelo “lanterna vermelha”, Guadalupe, ampliando para seis derrotas o terrível ciclo que subsiste em curso e que, a não ser rapidamente revertido, poderá ter reflexos irremediáveis.
Com os grupos do Sorraia e Fátima a ocuparem os últimos lugares (9.º e 10.º) acima da “linha de água”, o conjunto de Alcanena (13.º) dista agora já sete pontos do 8.º classificado (Caldas), começando a ser forte a ameaça de que não seja possível a manutenção dos três clubes.
Antevisão – Na I Divisão Distrital, cabe agora ao U. Tomar defrontar precisamente a equipa que bateu o líder, a U. Abrantina, numa bem difícil deslocação a Abrantes; por seu lado, o Mação também não deverá encontrar facilidades na visita à Moçarria, com o U. Almeirim (que recebe os Empregados do Comércio) em posição de poder “capitalizar” nesta próxima jornada.
No escalão secundário, a Norte, o Tramagal-Caxarias e o U. Atalaiense-Rio Maior serão jogos de especial interesse; enquanto, a Sul, teremos um aliciante U. Santarém-Glória do Ribatejo.
No Nacional, o confronto entre Coruchense e Alcanenense assume cariz determinante para os forasteiros, enquanto o Fátima receberá a visita do 1.º de Dezembro (actual 6.º classificado).
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 8 de Fevereiro de 2018)
Portugal Campeão da Europa de Futsal

Com uma vitória no prolongamento, por 3-2, sobre a Espanha, na Final da competição, a selecção de Portugal sagrou-se hoje Campeã da Europa de Futsal. Portugal acumula assim os dois títulos europeus: de futebol e de futsal.
A caminhada vitoriosa de Portugal nesta fase final do torneio, disputada na Eslovénia, teve início na fase de grupos, com dois triunfos, sobre a Roménia (4-1) e a Ucrânia (5-3), tendo prosseguido nos 1/4 de final (8-1 frente ao Azerbaijão) e nas 1/2 finais (3-2 à Rússia).
Palmarés da competição (vencedores):
- Espanha – 6 (2001, 2005, 2007, 2010, 2012 e 2016)
- Itália – 2 (2003 e 2014)
- Rússia – 1 (1999)
- Portugal – 1 (2018)

O Pulsar do Campeonato – Taça do Ribatejo – 1/4 de final

(“O Templário”, 01.02.2018)
Os dois primeiros classificados do campeonato, Mação e União de Tomar, garantiram também o apuramento para as meias-finais da Taça do Ribatejo, parecendo “prometer” novo duelo, pela conquista deste troféu, sendo acompanhados por duas equipas escalabitanas, ambas qualificadas no desempate da marca de grande penalidade: o “lanterna vermelha” da I Divisão, Empregados do Comércio, e o agora único resistente do escalão secundário, U. Santarém.
Destaque – O destaque vai, uma vez mais, para nova goleada do Mação, batendo por inapelável 6-0 o Samora Correia. Começam a faltar palavras para caracterizar a campanha dos maçaenses, qual “rolo compressor”; depois de uma (curta) fase em que pareceu poder vacilar, com um ciclo de vitórias tangenciais (incluindo, por curiosidade, o triunfo por 1-0, precisamente sobre os samorenses), a par da inesperada perda de pontos na Ribeira de Santarém, o líder do campeonato voltou a mostrar-se amplamente dominador (com 14 golos nos últimos três jogos!).
Ao invés, necessariamente, algo terá de correr muito mal nas hostes de Samora – um grupo com bons valores, que se apresentava como candidato no arranque da época –, registando um terrível score de 2-20, nos seus últimos cinco desafios, os quais se saldaram, todos eles, por derrota.
Na partida do passado fim-de-semana, o Mação cedo sentenciou o desfecho da eliminatória, com dois tentos obtidos ainda na fase inicial do jogo, com o marcador a avolumar-se com alguma naturalidade, perante um opositor que, a partir daí, pouco mais tinha a defender que a sua dignidade, tendo procurado contrariar a adversidade e chegar, pelo menos, ao ponto de honra, que, contudo, não conseguiria alcançar.
Surpresas – A grande surpresa desta ronda foi a eliminação do Torres Novas, no seu reduto, ante o U. Santarém, clube que busca a promoção à divisão principal (posiciona-se, actualmente, no 4.º lugar da série Sul da II Divisão), não tendo os torrejanos conseguido melhor que a igualdade a uma bola, para acabarem por ser surpreendidos no desempate da marca de grande penalidade, cabendo agora aos escalabitanos o exclusivo da representação do seu escalão.
A outra equipa do município de Santarém, Empregados do Comércio, conseguiu igualmente surpreender, empatando a dois golos com o Ferreira do Zêzere – que vinha de um moralizador triunfo, na jornada anterior do campeonato, a consolidar o seu excelente desempenho nesta temporada –, tendo sido também mais feliz no desempate da marca de grande penalidade.
No próximo dia 6 de Fevereiro, veremos se o sorteio das meias-finais ditará um confronto entre os dois grupos da capital do Distrito – garantindo, desde logo, a representação do município na final –, ou se terão de enfrentar os actuais dois primeiros classificados do campeonato…
Confirmação – Num festivo ambiente de Taça, em que se salienta o desportivismo evidenciado pelos adeptos do Glória do Ribatejo, que afluíram em bom número à cidade de Tomar, o União confirmou o seu favoritismo, ganhando por 2-0, apurando-se assim – apenas pela segunda vez no seu historial, depois da época de 2002-03 – para as meias-finais da competição.
Perante um adversário competente, já com tradições na prova (semi-finalista por duas vezes consecutivas, em 2013-14 e 2014-15), motivado por praticamente um ano de invencibilidade – desde a eliminação nos 1/8 de final da edição precedente da competição (no início de Fevereiro do ano passado) –, os unionistas adoptaram uma toada de grande rigor, assumindo a iniciativa do jogo, em busca do golo, mas sempre sem descurar a segurança defensiva.
Num primeiro tempo praticamente de “sentido único”, os tomarenses inauguraram o marcador ainda antes dos vinte minutos de jogo, o que lhes conferiu maior tranquilidade. Porém, na segunda metade, a turma da Glória, nunca se entregando, lutando com todas as forças em ordem a tentar chegar ao empate, valorizou sobremaneira a vitória “rubro-negra”, numa tarde em que o forte vento dificultou a tarefa dos jogadores, na prática de um futebol mais apoiado. O tento da confirmação apenas chegaria a escassos minutos do final, novamente por Wemerson, a bisar na partida, em mais uma etapa superada na caminhada para a conquista deste tão ansiado troféu.
Campeonato de Portugal – Parece não haver maneira de as equipas do Distrito “acertarem o passo” no Nacional, vendo-se, a cada semana que passa, em posição cada vez mais aflitiva.
De facto, na 18.ª jornada, de positivo, apenas a assinalar o nulo que o Coruchense impôs ao até então líder, Vilafranquense (em função desse desfecho, a ceder novamente o comando ao Mafra). Quer o Fátima, quer o Alcanenense saíram derrotados, em partidas em que se esperaria mais: os fatimenses, actuando no seu reduto, foram desfeiteados pelo Torreense (5.º classificado) por 1-2; a formação de Alcanena perdeu por 0-1 em Pêro Pinheiro, trocando de posições precisamente com esse adversário, baixando ao 13.º lugar, sendo agora dois os clubes do Distrito abaixo da “linha de água”, situação na qual voltou a cair o Fátima. Preocupante…
Antevisão – Na retoma dos campeonatos distritais, na I Divisão – que teve já um jogo antecipado, disputado no passado fim-de-semana, com o Amiense, enfim, a regressar aos triunfos (1-0, na recepção ao Moçarriense) – o guia, Mação, perfila-se como favorito, sendo visitado pela “vizinha” U. Abrantina, enquanto o U. Tomar recebe um sempre difícil rival, At. Ouriense. Menção ainda ao Empregados do Comércio-Fazendense e Cartaxo-U. Almeirim.
Na II Divisão, a Norte, realce para o embate entre os dois primeiros da tabela, com o Rio Maior a receber o líder, Tramagal; na série mais a Sul, teremos um sempre apetecido “derby”, curiosamente, envolvendo também os dois primeiros, com o Marinhais a visitar o guia, Glória.
No Campeonato de Portugal, uma vez mais, não se antevêem grandes facilidades para os representantes do Distrito: o Coruchense viaja até aos Açores, para defrontar o Praiense, 3.º classificado, ainda com aspirações a alcançar um dos lugares que possam proporcionar a disputa da subida de divisão; o Fátima desloca-se às Caldas (actualmente na 6.ª posição); por fim, o Alcanenense está “proibido” de falhar na recepção ao “lanterna vermelha”, Guadalupe.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 1 de Fevereiro de 2018)
Roger Federer – 20 títulos “Grand Slam”
Ao vencer, hoje, o “Open” da Austrália (ganhando, na final, ao croata Marin Čilić), Roger Federer alcançou um número “mágico” de 20 títulos em provas do “Grand Slam” de ténis, numa já bem longa carreira, repleta de êxitos, que parece ter ganho novo “fôlego”, numa altura em que se encaminha para os 37 anos:
- Open da Austrália (6) – 2004, 2006, 2007, 2010, 2017 e 2018
- Roland Garros (1) – 2009
- Wimbledon (8) – 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2012 e 2017
- Open dos EUA (5) – 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008

A estes 20 troféus, acrescem ainda mais 10 presenças em finais (1 na Austrália, 4 em França, 3 em Wimbledon e 2 nos EUA), para além de 13 vezes em que se quedou pelas meias-finais. Um registo absolutamente impressionante e sem paralelo!
São os seguintes os outros quatro tenistas com, pelo menos, dez títulos em torneios do “Grand Slam”: Rafael Nadal (16), Pete Sampras (14), Novak Djokovic (12) e Björn Borg (11).
O Pulsar do Campeonato – 14ª Jornada

(“O Templário”, 25.01.2018)
Com mais uma afirmativa demonstração de força e beneficiando do deslize nabantino, o Mação volta a distanciar-se na liderança do campeonato distrital da I Divisão, tendo ampliado para oito pontos o seu avanço face aos mais imediatos concorrentes (U. Tomar e Fazendense), numa altura em que, com a disputa da 14.ª jornada, teve início a segunda metade da competição.
Destaques – O primeiro destaque vai para mais uma goleada averbada pelos maçaenses em Ourém, frente ao At. Ouriense: depois do 4-1 registado no jogo da Taça do Ribatejo, o Mação repetiu agora a marca de 4-0 com que havia já vencido este mesmo adversário na ronda inaugural do campeonato; decididamente, a turma oureense não conseguiu, nesta época, encontrar antídoto para travar o ímpeto maçaense. Depois de uma primeira parte equilibrada, em que os visitantes apenas conseguiriam chegar ao golo já em período de compensação, no segundo tempo tudo seria diferente, com o marcador a avolumar-se progressivamente.
A segunda nota de realce é a vitória do Ferreira do Zêzere frente ao U. Tomar (2-1), fazendo história neste duelo particular, dado que, apenas ao 15.º confronto entre ambos os clubes, os ferreirenses conseguem alcançar o primeiro triunfo (depois de 12 vitórias unionistas), uma derrota bem amarga para os tomarenses, pelas circunstâncias e no momento em que ocorre.
Num desafio de cariz muito especial, entre clubes vizinhos, com diversos elementos da equipa da casa que vestiram já as cores unionistas (desde os técnicos Eduardo Fortes e Jacob Vieira, aos jogadores Telmo Rodrigues, André Silva e Tiago Vieira), este encontro teria alguns pontos de contacto com o anterior dos tomarenses, nos Riachos. Consciente da relevância desta partida, e das dificuldades a ela associadas, a equipa do U. Tomar assumiu, desde início, a iniciativa do jogo, procurando o golo, que poderia ter alcançado em mais de um par de boas oportunidades, mas que, porém, não conseguiu concretizar. Ao intervalo, o nulo era penalizador para o labor desenvolvido pelos “rubro-negros”, não fazendo jus à superioridade evidenciada.
A segunda metade abriria, praticamente, com o primeiro golo dos ferreirenses, na sequência de uma grande penalidade, convertida por Tiago Vieira, também a cimentar a sua liderança dos melhores marcadores. E, tal como sucedera na ronda anterior, este tento traduziria um ponto de viragem no jogo, com os nabantinos, a partir daí, a perderem a fluidez que tinham demonstrado, não tendo conseguido, no imediato, voltar a criar ocasiões de perigo. Com o tempo a correr contra os tomarenses, o Ferreira do Zêzere, em contra-ataque, chegaria ao segundo golo, agravando ainda mais as dificuldades da equipa contrária. Até final, pouco mais se jogaria, com sucessivas interrupções de jogo, para assistência a jogadores da casa. O ponto de honra dos unionistas, obtido já na parte final, acabaria por ser curto para as suas pretensões e necessidades.
Num jogo em que voltou a falhar alguma felicidade ao União, há que dar o mérito ao grupo de Ferreira do Zêzere pela forma como conseguiu interpretar a estratégia que tinha delineado – o que lhe proporciona ocupar um magnífico 5.º lugar –, enquanto os tomarenses saem de cabeça erguida, pelo esforço desenvolvido, devendo focar-se já no próximo desafio.
Surpresa – A (meia-)surpresa da jornada ocorreu precisamente nos Riachos, onde o conjunto da casa, que já “ameaçara” na semana passada, conseguiu mesmo chegar ao triunfo (apenas o terceiro na prova), uma vitória (2-1) ante o Torres Novas, tão mais saborosa por se tratar de um “derby”, dando nova esperança ao Riachense, agora só três pontos abaixo da “linha de água”.
Confirmações – Nos restantes quatro encontros, os desfechos acabaram por, de alguma forma, confirmar as expectativas, com realce para a vitória (2-1) da U. Abrantina sobre o Amiense, com a turma de Amiais de Baixo com muita dificuldade em libertar-se da zona perigosa, em que, ao invés, se vê cada vez mais envolvida. No Fazendense-Samora Correia e no Moçarriense-U. Almeirim, os conjuntos almeirinenses triunfaram mercê de um solitário tento em cada um dos embates (quinto desaire sucessivo dos samorenses, sétimo nos últimos oito jogos no campeonato!), enquanto o Cartaxo conseguiu a primeira vitória categórica (3-0) no seu reduto, ante os Empregados do Comércio, outra vez com a indesejada posição de “lanterna vermelha”.
II Divisão Distrital – A Norte, destaca-se o triunfo do Caxarias sobre o Rio Maior (3-1), proporcionando-lhe subir ao 5.º posto, a cinco pontos do 3.º classificado, Aldeiense. Merece igualmente menção a goleada (5-0) do Pego ante o Espinheirense. Por seu lado, o At Pernes conseguiu, enfim, obter o seu primeiro ponto, com um inesperado empate (3-3) na Atalaia.
Na série a Sul, realce para a vitória (1-0) do Marinhais, no “derby”, ante o Salvaterrense, reforçando o 2.º lugar, a três pontos do guia, Glória, que continua a vencer (2-0 no terreno do Vale da Pedra). O Porto Alto registou a sua primeira vitória (1-0), ante o Benfica do Ribatejo.
Campeonato de Portugal – Continua difícil a situação dos clubes do Distrito, que apenas somaram um ponto nesta ronda, mercê do empate (1-1) do Coruchense em Sintra, frente ao 1.º Dezembro; de facto, Fátima e Alcanenense saíram derrotados das deslocações efectuadas, respectivamente, aos Açores (0-1, perante o Lusitânia) e a Loures (0-3).
A turma de Alcanena subsiste em posição de despromoção (12.º), não obstante continuar a distar um ponto dos fatimenses (10.º lugar), imediatamente antecedidos pelo grupo do Sorraia.
Antevisão – Os campeonatos distritais voltam a sofrer breve paragem, para disputa dos 1/4 de final da Taça do Ribatejo, em que avulta o embate entre o Mação e Samora Correia, uma oportunidade para os samorenses procurarem, enfim, voltar a conseguir algo de positivo, tendo, para tal, de contrariar o favoritismo do líder. Em Tomar, o União recebe o Glória do Ribatejo, equipa do segundo escalão, mas que ostenta praticamente um ano de invencibilidade (desde a eliminação nos 1/8 de final da edição precedente da competição!); sendo um outro objectivo que os tomarenses muito anseiam conquistar, este desafio será mais uma etapa crucial a superar.
No Nacional, o Coruchense recebe o líder, Vilafranquense, em jogo de elevado grau de dificuldade, cabendo ao Fátima ser visitado pelo Torreense (5.º); quando ao Alcanenense, actua novamente fora de casa, em Pêro Pinheiro, precisamente a equipa que se lhe segue na tabela.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 25 de Janeiro de 2018)
Liga das Nações da UEFA – 2018/19
LIGA A
Grupo 1 – Alemanha, França e Holanda
Grupo 2 – Bélgica, Suíça e Islândia
Grupo 3 – Portugal, Itália e Polónia
Grupo 4 – Espanha, Inglaterra e Croácia
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta nova competição da UEFA. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2020/21). Os quatro melhores classificados da Liga A que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão no “play-off”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de uma vaga na fase final dessa competição.
LIGA B
Grupo 1 – Eslováquia, Ucrânia e R. Checa
Grupo 2 – Rússia, Suécia e Turquia
Grupo 3 – Áustria, Bósnia-Herzegovina e I. Norte
Grupo 4 – P. Gales, Irlanda e Dinamarca
Os vencedores de cada um dos grupos serão promovidos à Liga A de 2020/21. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga C (edição de 2020/21). Os quatro melhores classificados da Liga B que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão no “play-off”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de uma vaga na fase final dessa competição.
LIGA C
Grupo 1 – Escócia, Albânia e Israel
Grupo 2 – Hungria, Grécia, Finlândia e Estónia
Grupo 3 – Eslovénia, Noruega, Bulgária e Chipre
Grupo 4 – Roménia, Sérvia, Montenegro e Lituânia
Os vencedores de cada um dos grupos serão promovidos à Liga B de 2020/21. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga D (edição de 2020/21). Os quatro melhores classificados da Liga C que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão no “play-off”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de uma vaga na fase final dessa competição.
LIGA D
Grupo 1 – Geórgia, Letónia, Cazaquistão e Andorra
Grupo 2 – Bielorrússia, Luxemburgo, Moldávia e S. Marino
Grupo 3 – Azerbaijão, I. Faroé, Malta e Kosovo
Grupo 4 – Macedónia, Arménia, Liechtenstein e Gibraltar
Os vencedores de cada um dos grupos serão promovidos à Liga C de 2020/21. Os quatro melhores classificados da Liga D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão no “play-off”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de uma vaga na fase final dessa competição.
A fase regular da Liga das Nações será disputada em três jornadas duplas, em Setembro, Outubro e Novembro de 2018, estando a fase final agendada para Junho de 2019. Os “play-off” de apuramento para o EURO 2020 decorrerão em Março de 2020.
O Pulsar do Campeonato – 13ª Jornada
5.ª vitória consecutiva do U. Tomar
(“O Templário”, 18.01.2018)
Mação e U. Tomar continuam firmes nos dois primeiros postos da classificação, com os unionistas a alcançarem um magnífico registo de cinco triunfos sucessivos no campeonato (seis, se incluirmos também a Taça) – uma proeza que não alcançavam desde a temporada de 2008-09 (na altura, atingindo uma fabulosa série de dez vitórias consecutivas no campeonato), ficando agora a apenas um êxito do “record” fixado pelos maçaenses nas seis rondas iniciais da prova.
Destaques – A primeira nota vai para o líder, Mação, pela forma como conseguiu ultrapassar um adversário difícil, como é o Ferreira do Zêzere nesta época, no seu reduto (até agora, apenas o Torres Novas tinha desfeiteado os ferreirenses, na condição de visitados), ganhando por 4-2, um desfecho que aparenta ilusórias facilidades, dado que, durante muito tempo, o marcador esteve em 2-3, obrigando o líder a aplicar-se para garantir tão preciosa vantagem.
Quanto ao U. Tomar, sofreu a bom sofrer para “arrancar” os três pontos na historicamente difícil visita aos Riachos. Pese embora tenha entrado com a boa atitude que tem caracterizado as suas últimas exibições, assumindo, desde início, a iniciativa do jogo, foram grandes as dificuldades sentidas para ultrapassar a bem organizada defensiva riachense, que, em contra-ataque, acabaria mesmo por inaugurar o marcador. Um tento que os tomarenses “acusaram”, tendo demorado a reencontrar-se; entretanto, o obstáculo a transpor tinha-se avolumado significativamente, com o segundo golo da turma da casa.
Não vacilando, com muita garra e forte crença, os unionistas começaram a dar volta ao marcador logo no minuto inicial do segundo tempo. Um tónico vital para reforçar a confiança; contudo, seria necessário porfiar ainda largos minutos para que o empate fosse alcançado, na sequência de uma grande penalidade convertida por Wemerson Silva (soma oito golos nas últimas três partidas no campeonato). A reviravolta apenas seria consumada já em período de compensação, com o terceiro tento, que proporcionou aos rubro-negros uma crucial vitória por 3-2, paralelamente, remetendo de novo o Riachense para a posição de “lanterna vermelha”.
Mas, ao atingir-se o termo da primeira metade do campeonato, há outros candidatos à disputa do título que não atiraram ainda a “toalha” ao chão, em particular os dois clubes do município de Almeirim: desde logo, o Fazendense, retomando os resultados positivos, ganhando ao Torres Novas por 1-0, recuperando o 3.º lugar, três pontos apenas abaixo do União de Tomar; assim como o U. Almeirim, com uma também difícil (2-1), mas importante vitória em Abrantes.
Noutro plano, realce ainda para novo triunfo (2-1) do Moçarriense, na recepção ao irregular Cartaxo, que lhe proporcionou saltar acima da “linha de água”, ao mesmo tempo que volta a colocar os cartaxeiros mais próximos dessa zona perigosa da tabela do que dos lugares da frente.
Surpresa – A grande surpresa da ronda (última da primeira volta) foi a vitória dos Empregados do Comércio em Samora Correia (também por 2-1), somente o segundo triunfo dos “Caixeiros” no campeonato, que volta a fazer “sonhar” com a possibilidade de manutenção, agora apenas a dois pontos da U. Abrantina. Quanto aos samorenses, em inesperada “queda livre” (repartiam o 2.º lugar há apenas quatro jornadas), ocupando, após quatro desaires sucessivos, o 9.º posto (em igualdade pontual com o Cartaxo), com quatro pontos à maior face ao Moçarriense.
Confirmação – Em Ourém, o At. Ouriense impôs-se com naturalidade frente ao Amiense, pese embora por tangencial marca de 1-0, mantendo-se numa confortável 6.ª posição, contrariamente ao grupo de Amiais de Baixo (10.º lugar), cada vez mais intranquilo – é a equipa que está há mais tempo sem ganhar, desde a 8.ª jornada, a 19 de Novembro) –, agora com a turma da Moçarria a um escasso ponto, e com uma curta margem de quatro pontos face à U. Abrantina.
II Divisão Distrital – Na série a Norte, Tramagal (3-0 ao “lanterna vermelha”, At. Pernes) e Rio Maior (3-1 frente ao Espinheirense) prosseguem a sua senda de triunfos, reforçando as respectivas posições no topo da classificação. Menção ainda para a vitória do Aldeiense sobre o Pego (3-2), assim como para a marca do Caxarias (5-0) perante o Ortiga (terceira goleada consecutiva dos comandados de Marco Marques, com um “score” acumulado de 13-1!).
A Sul, o destaque vai para o triunfo (3-2) do Marinhais face ao U. Santarém, o que lhe permite continuar a repartir a vice-liderança com o Benavente, mas, mais importante, ampliar a vantagem para o conjunto escalabitano para quatro pontos, numa altura em que se atinge também a metade da prova. O líder, Glória, goleou (4-0) na curta viagem até ao Porto Alto.
Campeonato de Portugal – Na primeira ronda da segunda volta, só o Fátima voltou a conseguir pontuar, empatando (1-1) com o agora ex-líder, Mafra (ultrapassado pelo Vilafranquense). O Alcanenense não conseguiu evitar a derrota (0-1) na recepção ao 3.º classificado (Praiense), não tendo o Coruchense conseguido melhor frente ao clube sensação da Taça de Portugal, Caldas (semi-finalista dessa competição), perdendo também por 0-1.
Em função destes resultados, o Fátima conseguiu, enfim, transpor a barreira da “linha de água”, ocupando agora o 10.º posto, um ponto abaixo do Coruchense (9.º); o Alcanenense mantém-se em posição de despromoção (12.º), não obstante distar também um único ponto dos fatimenses.
Antevisão – Na I Divisão Distrital, os dois primeiros classificados abrem a segunda volta voltando a jogar fora de casa, tendo, uma vez mais, de enfrentar sérios desafios, perante fortes opositores: o Mação desloca-se a Ourém, para defrontar o At. Ouriense, cabendo ao União de Tomar seguir as pisadas do líder, visitando Ferreira do Zêzere, num especialmente aliciante “derby”. Também nos Riachos haverá “derby”, com o Riachense a receber o Torres Novas. O mesmo sucede, igualmente, no escalão secundário, no Marinhais-Salvaterrense.
No Nacional, os clubes do Distrito actuam todos em reduto alheio: o Fátima viaja até aos Açores (ilha Terceira, Angra do Heroísmo), para defrontar o Lusitânia; o Coruchense visita Sintra, onde encontrará o 1.º Dezembro; por seu lado, o Alcanenense joga em Loures.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 18 de Janeiro de 2018)
O Pulsar do Campeonato – 12ª Jornada

(“O Templário”, 11.01.2018)
5-2 na Ribeira de Santarém, 5-0 em Samora Correia, 5-0 em Tomar, ante o Fazendense; pelo “meio”, 3-0 na recepção ao Torres Novas: estes são os absolutamente impressionantes números dos quatro últimos jogos do União de Tomar no campeonato, somando o pleno de doze pontos, depois da deslocação ao terreno do líder, afirmando de forma bem categórica a sua ambição.
Destaques – O primeiro grande realce da 12.ª ronda vai, necessariamente, para a fantástica goleada (5-0) imposta pelos unionistas ao até então seu parceiro na vice-liderança, Fazendense, que chegava a Tomar ainda invicto no campeonato. Desta feita sem “casos de arbitragem”, jogando “onze para onze” (aliás, seriam os nabantinos a acabar o jogo reduzidos a dez elementos, por expulsão do seu guarda-redes, já no último minuto, por intercepção da bola fora da área, substituído no lance derradeiro da partida por um dos seus colegas do meio-campo, que ainda defendeu o correspondente livre).
No que se vem tornando uma imagem de marca do grupo tomarense, cedo se colocando em vantagem no marcador, “acabaria” com o jogo num curto espaço de tempo, com a obtenção, praticamente sucessiva, do segundo e do terceiro tentos. Depois, até final, foi só gerir, tendo ainda desperdiçado outras ocasiões de perigo, para além dos dois golos adicionais apontados. Em mais uma excelente exibição do colectivo, é justo individualizar o fantástico desempenho de Wemerson, acabado de chegar do Brasil, após as “mini-férias” de Natal e Ano Novo, autor de quatro golos (a somar aos três que obtivera na ronda anterior), que, num ápice, o catapultaram para o terceiro lugar na lista de melhores marcadores!
Também a merecer especial destaque outra notável goleada (6-1), aplicada pelo Torres Novas ao Samora Correia, que, afinal, não conseguiu redimir-se do pesado desaire caseiro sofrido na jornada precedente, ante o U. Tomar. O facto de se ter privado dos dois elementos então expulsos poderá justificar parcialmente este novo descalabro; o acumular do marcador e o inevitável “atirar de toalha ao chão” no que respeita a hipotéticas expectativas de disputar ainda o 1.º lugar (agora já a inacessíveis doze pontos) terão feito o resto… isto, claro, conjugado com o mérito que, inegavelmente, terá de se atribuir ao desempenho dos torrejanos, a subir, novamente, ao pódio da pauta classificativa (apenas dois pontos abaixo dos tomarenses).
Surpresas – Outros três desfechos desta ronda poderão ser categorizados como “surpresa” ou, pelo menos, “meia-surpresa”. Assinalam-se os resultados positivos averbados por: At. Ouriense (forçando o nulo na visita a Almeirim, ante o União local, fazendo atrasar, porventura irremediavelmente, os visitados, caindo para o 5.º posto, agora a nove pontos do guia, paralelamente confirmando o bom campeonato que a turma de Ourém vem realizando); U. Abrantina (também com um empate a zero, no Cartaxo, que tarda em (re)encontrar-se com os êxitos no seu reduto); e Ferreira do Zêzere (1-1, no sempre difícil terreno de Amiais de Baixo, prosseguindo a sua notável campanha, nesta altura partilhando a posição na tabela com os almeirinenses, já com uma confortável margem de dez pontos em relação à “linha de água”).
Confirmações – Com maiores dificuldades do que seria expectável, o comandante, Mação, levou finalmente de vencida o Riachense (2-1) – foi a primeira vez que os maçaenses conseguiram derrotar este adversário, nos últimos oito anos!
Por seu lado, na Ribeira de Santarém, no “derby” escalabitano, os Empregados do Comércio confirmaram a sua crise de resultados, acumulando a quinta derrota consecutiva, batidos por 0-2 pelo Moçarriense, que não desperdiçou a oportunidade de somar três preciosos pontos.
II Divisão Distrital – Na série mais a Norte, para além do triunfo (3-1) do líder, Tramagal, no “derby”, em Alferrarede, destaca-se a goleada (4-1) do “renascido” Pego (afinal, ainda na disputa de um lugar entre os três primeiros) frente à U. Atalaiense, assim como o triunfo do Aldeiense, fora de casa, ante o Espinheirense, contribuindo para animar a concorrência pelo 3.º lugar, numa altura em que tramagalenses e Rio Maior parecem ganhar alguma vantagem.
A Sul, anota-se a surpresa do nulo do guia, Glória do Ribatejo, na recepção ao Pontével, assim como a vitória do Benavente no “derby”, impondo-se por 3-1 ao Barrosense; menção ainda ao desfecho de 4-3 no interessante Benfica do Ribatejo-Forense. Na frente, para além do Glória, líder destacado, um único ponto separa o trio formado por Benavente, Marinhais e U. Santarém.
Campeonato de Portugal – Na 15.ª jornada, apenas o Fátima conseguiu um resultado positivo, com uma tangencial vitória (2-1) ante o Eléctrico de Ponte de Sôr. De facto, o Alcanenense foi incapaz de oferecer resistência ao vice-líder, Vilafranquense, perdendo, em casa, por 1-4. Pior ainda fez o Coruchense, goleado, também no seu reduto, por 0-4, pelo Torreense.
Assim, cumprida a metade inicial da competição, Fátima e Alcanenense ocupam preocupantes posições abaixo da “linha de água” (não obstante em igualdade pontual com o 1.º Dezembro, a um único ponto de Caldas e Sintrense, e a dois pontos de Coruchense e Loures). Tudo em aberto portanto para a segunda volta, numa série de grande equilíbrio, com o 6º e 12.º classificados separados somente por dois pontos; mas, paralelamente, um alerta para a relevância de cada ponto conquistado, numa prova em que os fatimenses procuram recuperar posições, numa trajectória inversa à da formação de Alcanena, em aparente decréscimo de rendimento.
Antevisão – No Distrital, a próxima jornada marca também o final da primeira volta. Na I Divisão, destacam-se os confrontos Fazendense-Torres Novas (4.º e 3.º classificados, respectivamente), Ferreira do Zêzere-Mação e Riachense-U. Tomar, em que os clubes que ocupam os lugares de topo da tabela terão de se “aplicar a fundo” se quiserem sair vitoriosos.
Na II Divisão, realce para os embates Rio Maior-Espinheirense, Aldeiense-Pego e Marinhais-U. Santarém, em que estará sob mira a disputa das posições de apuramento para a fase final.
No Nacional, a abrir a segunda volta, o Fátima recebe o líder, Mafra, enquanto o Alcanenense terá a visita do Praiense (3.º classificado); o Coruchense defrontará, também em casa, o Caldas.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 11 de Janeiro de 2018)




