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ELEIÇÕES PARLAMENTO EUROPEU (VII)
Resultados das eleições realizadas em 13 de Junho de 1999
Inscritos . 8 681 854
Votantes . 3 467 085 (39,93 %)
Abstenções . 5 214 769 (60,07 %)
Brancos . 63 281 (1,83 %)
Nulos . 49 853 (1,44 %)
PS . 1 493 146 (43,07 %) . 12 eleitos
PPD/PSD . 1 078 528 (31,11 %) . 9 eleitos
PCP-PEV . 357 671 (10,32 %) . 2 eleitos
CDS/PP . 283 067 (8,16 %) . 2 eleitos
BE . 61 920 (1,79 %)
PCTP/MRPP . 30 446 (0,88 %)
PPM . 16 182 (0,47 %)
MPT . 13 924 ( 0,40 %)
PSN . 8 413 (0,24 %)
POUS . 5 565 ( 0,16 %)
PDA . 5 089 (0,15 %)
Eleitos:
– PS (12): Mário Alberto Nobre Lopes Soares, António José Martins Seguro, Fernando Luís de Almeida Torres Marinho, Helena de Melo Torres Marques, Carlos Cardoso Lage, António Carlos Ribeiro Campos, Sérgio Paulo Mendes de Sousa Pinto, Maria Jesuína Carrilho Bernado, José Paulo Martins Casaca, Carlos Manuel Natividade da Costa Candal, Elisa Maria Ramos Damião e Joaquim Manuel dos Santos Vairinhos
– PPD/PSD (9): José Álvaro Machado Pacheco Pereira, Vasco Navarro da Graça Moura, Maria Teresa Bahia de Almeida Garret Lucas Pires, Arlindo Marques Cunha, Carlos Henrique da Costa Neves, Mário Sérgio Quaresma Gonçalves Marques, Jorge Manuel Lopes Moreira da Silva, Carlos Miguel Maximiano de Almeida Coelho e Fernando Ribeiro dos Reis
– PCP-PEV (2): Maria Ilda da Costa Figueiredo e Joaquim António Miranda da Silva
– CDS/PP (2): Paulo Sacadura Cabral Portas e Luís Afonso Cortez Rodrigues Queiró
(Resultados via Comissão Nacional de Eleições)
[1374]
ELEIÇÕES PARLAMENTO EUROPEU (VI)
Resultados das eleições realizadas em 12 de Junho de 1994
Inscritos . 8 565 822
Votantes . 3 044 001 (35,54 %)
Abstenções . 5 521 821 (64,46 %)
Brancos . 48 916 (1,61 %)
Nulos . 45 320 (1,49 %)
PS . 1 061 560 (34,87 %) . 10 eleitos
PPD/PSD . 1 046 918 (34,39 %) . 9 eleitos
CDS/PP . 379 044 (12,45 %) . 3 eleitos
PCP-PEV . 340 725 (11,19 %) . 3 eleitos
PCTP/MRPP . 24 022 (0,79 %)
UDP . 18 884 (0,62 %)
PSR . 17 780 ( 0,58 %)
MPT . 12 955 ( 0,43 %)
P. XXI . 12 402 ( 0,41 %)
MPT . 12 955 ( 0,43 %)
PSN . 11 214 (0,37 %)
PPM . 8 300 (0,27 %)
PDA . 7 127 (0,23 %)
PRD . 5 941 (0,20 %)
MUT . 2 893 (0,10 %)
Eleitos:
– PS (10): António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino, João Barroso Soares, Fernando Luís de Almeida Torres Marinho, José Manuel Torres Couto, José Aurélio da Silva Barros Moura, Carlos Cardoso Lage, António Carlos Ribeiro Campos, Helena de Melo Torres Marques, José Apolinário Nunes Portada e Fernando Ribeiro Moniz
– PPD/PSD (9): Eurico Silva Teixeira de Melo, António d’Orey Capucho, Arlindo Marques Cunha, Francisco António Lucas Pires, Carlos Alberto Martins Pimenta, Manuel Carlos Lopes Porto, Helena Maria da Costa de Sousa de Macedo G. Vaz Silva, Carlos Henrique da Costa Neves e Jorge Nélio Praxedes Ferraz de Mendonça
– CDS/PP (3): Manuel Fernando da Silva Monteiro, Raul Miguel de Oliveira Rosado Fernandes e José Girão Pereira
– PCP-PEV (3): Luis Manuel da Silva Viana de Sá, Joaquim António Miranda da Silva e Sérgio José Ferreira Ribeiro
[1370]
ELEIÇÕES PARLAMENTO EUROPEU (V)
Destaque para algumas das afirmações no debate de ontem na “SIC Notícias”:
Ilda Figueiredo (CDU)
Nós consideramos que é inaceitável que se estejam a usar os slogans da maioria governamental em campanhas publicitárias, como é o caso da TMN.
Hoje já importamos cerca de 80 % do peixe e aproximadamente 70 % dos bens alimentares que consumimos.
Nós queremos uma outra Europa. não queremos estas políticas que discriminam os pequenos países como é Portugal.
É preciso que haja uma alteração das políticas comunitárias. Apresentámos uma proposta para suspensão imediata do Pacto de Estabilidade e Crescimento; esta proposta foi rejeitada pelo PS, PSD e pelo CDS-PP. Estamos contra esta estratégia europeia de emprego e contra a Estratégia de Lisboa.
João de Deus Pinheiro (PSD/CDS-PP)
Em tese não sou oposto a que possa haver um imposto europeu.
Foi o senhor (Sousa Franco) que negociou e acordou os critérios do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
(Para Miguel Portas) Deixe lá o Golfe! Porque é que está sempre a falar do golfe? Tem algum complexo de não saber jogar?
Não se pode querer simultaneamente .sol na eira e chuva no nabal..
O fundamental é a competência na negociação dos assuntos e a capacidade de criar riqueza; só criando riqueza, se pode distribui-la.
Miguel Portas (BE)
Não há grande contradição entre os partidos da coligação: uns são euro-calmos e outros são euro-conformistas…
Neste momento, registo que toda a gente se mostra favorável ao referendo; espero que, ao menos, esta promessa eleitoral seja mantida; nós iremos votar contra.
Os portugueses sabem que aquilo que defendemos antes é o que praticamos depois. Somos europeístas; procuramos responder aos impasses europeus com mais Europa; uma Europa de paz. A Europa ou consegue um desenvolvimento que não seja subalterno do modelo americano de globalização ou está condenada.
Sousa Franco (PS)
Portugal, a Europa e o Mundo. acho que é isso que interessa aos portugueses.
Esta candidatura (PSD/CDS-PP) é contra-natura: é de um partido que diz .sim. e de um partido que diz .não..
Se estamos na União Europeia, temos de fazer um balanço dos benefícios e dos custos.
Sem esta revisão constitucional, o referendo não seria possível.
O objectivo é o de ganhar emprego, através da Estratégia de Lisboa, revisão do Pacto de Estabilidade e Crescimento e assegurar uma Política Externa de Segurança Comum. A .25., tudo isto vai ser completamente diferente. Nós queremos que a União Europeia se desenvolva.
[1367]
ELEIÇÕES PARLAMENTO EUROPEU (IV)
Resultados das eleições realizadas em 18 de Junho de 1989
Inscritos . 8 121 564
Votantes . 4 149 756 (51,10 %)
Abstenções . 3 971 808 (48,90 %)
Brancos . 66 074 (1,59 %)
Nulos . 61 682 (1,49 %)
PPD/PSD . 1 358 958 (32,75 %) . 9 eleitos
PS . 1 184 380 (28,54 %) . 8 eleitos
CDU . 597 759 (14,40%) . 4 eleitos
CDS . 587 497 (14,16 %) . 3 eleitos
PPM . 84 272 (2,03 %)
MDP/CDE . 56 900 (1,37 %)
UDP . 45 017 (1,08 %)
PSR . 31 775 ( 0,77 %)
PDC . 29 745 (0,72%)
PCTP/MRPP . 26 682 (0,64 %)
POUS . 11 182 (0,27 %)
FER . 7 833 (0,19 %)
Eleitos:
– PPD/PSD (9): António d’Orey Capucho, Rui Alberto Barradas do Amaral, Carlos Alberto Martins Pimenta, Manuel Carlos Lopes Porto, António Joaquim Bastos Marques Mendes, Maria Margarida do Rego da Costa Salema, José Mendes Bota, Virgílio Higino Gonçalves Pereira e Vasco Manuel Verdasca da Silva Garcia
– PS (8): João Cardona Gomes Cravinho, José Manuel Torres Couto, Fernando Manuel dos Santos Gomes, Pedro Manuel Guedes de Passos Canavarro, António Antero Coimbra Martins, Artur da Cunha Oliveira, Fernando Luís de Almeida Torres Marinho e Maria de Jesus de Andrade Belo
– CDU (4): Carlos Alberto de Vale Gomes Carvalhas, Joaquim António Miranda da Silva, José Aurélio da Silva Barros Moura e Maria Amélia do Carmo Mota Santos
– CDS (3): Francisco António Lucas Pires, Luis Filipe Pais Beiroco e José Vicente de Jesus Carvalho Cardoso
[1366]
E AGORA? (IV)
A 8 de Outubro do ano passado, escrevi aqui:
Ao ouvir as declarações de Paulo Pedroso, retenho: “Esta era uma prisão ilegal e injusta…”; “… a certeza da minha inocência…”; “A pedofilia é um crime horrendo!”.
Conforme escrevia Pacheco Pereira, a (quebra da) “palavra de honra” será de facto o último estágio da “perda de dignidade” de um ser humano?
A ser assim, crendo nas palavras de Paulo Pedroso – ou estarei a ser naif? -, poderemos estar perante um grosseiro erro judicial de proporções tremendas (?).
E como ficará a credibilidade da justiça se, de facto, algum (ou alguns) dos indiciados deste processo da “Casa Pia” não for provado culpado?
No dia seguinte, conhecido o Acórdão do Tribunal da Relação, escrevi também:
Algumas provas testemunhais de menores que contribuíram para a decisão da prisão preventiva de Paulo Pedroso são consideradas pelo Acórdão do Tribunal da Relação, como: «frágeis, irrelevantes e inverosímeis»!!!
Hoje, ficamos a saber que: «Os reconhecedores nada sabiam do arguido Paulo Pedroso: nem o seu nome, nem a profissão (apenas um deles achava que era “político”). Nenhum deles mencionou características faciais de relevo (indivíduo de óculos, mais novo que o arguido Jorge Ritto) nem outros elementos distintivos perceptíveis no contexto (como por exemplo, a marca do carro)», diz a juíza no despacho.»
Tenho de colocar a questão: Quais as bases que suportam a decisão de prisão preventiva em Portugal?
Como poderão ser os presos preventivos (em situações de “equívoco” como esta) ser ressarcidos dos prejuízos morais e materiais que lhes foram causados?
Será possível que, algum dia, deixe de pairar sobre eles a “sombra” da dúvida sobre a sua real e completa inocência?
E agora?
[1362]
ELEIÇÕES PARLAMENTO EUROPEU (III)
Do primeiro dia de campanha para as eleições, retenho a seguinte referência(cito “de cor”): “Os deputados a eleger ao Parlamento Europeu serão 24 .embaixadores portugueses. em Estrasburgo, na defesa dos interesses de Portugal…”
Estarei enganado ou parece haver aqui alguma (grande) confusão relativamente ao papel dos euro-deputados? Trata-se de uma eleição para uma instituição da União Europeia… e não, para a Assembleia da .Divisão Europeia.!…
O objectivo de uma União deverá ser o de fortalecer todos os seus membros, procurando que resulte num valor acrescentado face à mera soma das suas parcelas, sem esquecer princípios de solidariedade, visando um desenvolvimento harmonioso, sobretudo daqueles que serão os “elos mais fracos”; mas parece-me que não poderá nunca ser vista como um “campo de batalha” em que se procure defender os nossos interesses particulares em oposição aos da União no seu todo.
P. S. A propósito do Dia Mundial da Criança, às vezes “um pequeno nada pode ser tanto“!… (ver “entrada” de 1 de Junho, “Dia da Criança”).
[1361]
ELEIÇÕES PARLAMENTO EUROPEU (II)
Resultados das eleições realizadas em 19 de Julho de 1987 (em simultâneo com eleições para a Assembleia da República):
Inscritos . 7 787 603
Votantes . 5 639 650 (72,42 %)
Abstenções . 2 147 953 (27,58 %)
Brancos . 68 475 (1,21 %)
Nulos . 74 240 (1,32 %)
PPD/PSD . 2 111 828 (37,45 %) . 10 eleitos
PS . 1 267 672 (22,48%) . 6 eleitos
CDS . 868 718 (15,40%) . 4 eleitos
CDU . 648 700 (11,50%) . 3 eleitos
PRD . 250 158 (4,44%) . 1 eleito
PPM . 155 990 (2,77%)
UDP . 52 835 (0,94%)
PDC . 40 812 (0,72%)
PSR . 29 009 ( 0,51%)
MDP/CDE . 27 678 (0,49%)
PC(R) . 24 060 (0,43%)
PCTP/MRPP . 19 475 (0,35%)
Eleitos:
– PPD/PSD (10): Pedro Miguel de Santana Lopes, Rui Alberto Barradas do Amaral, Manuel Pereira, Carlos Alberto Martins Pimenta, Vasco Manuel Verdasca da Silva Garcia, António Jorge de Figueiredo Lopes, Virgílio Higino Gonçalves Pereira, António Joaquim Bastos Marques Mendes, Fernando dos Reis Condesso e Pedro Augusto Cunha Pinto
– PS (6): Maria de Lourdes Ruivo da Silva Matos Pintasilgo, Luís Filipe Nascimento Madeira, António Antero Coimbra Martins, Fernando Manuel dos Santos Gomes, Joaquim Jorge de Pinho Campinos e Fernando Luís de Almeida Torres Marinho
– CDS (4): Francisco António Lucas Pires, José Miguel Nunes Anacoreta Correia, José Vicente de Jesus de Carvalho Cardoso e Francisco Gentil da Silva Martins
– CDU (3): Ângelo Matos Mendes Veloso, Joaquim António Miranda da Silva e José Aurélio da Silva Barros Moura
– PRD (1): José Manuel de Medeiros Ferreira
[1360]
ELEIÇÕES PARLAMENTO EUROPEU (I)
No próximo dia 13 de Junho os portugueses vão ser chamados a exercer um seu direito, mas também .dever cívico.: o de eleger – em conjunto com cidadãos de outros 24 países membros da União Europeia (10 dos quais apenas desde o dia 1 de Maio!) -, os seus (24) representantes no Parlamento Europeu, uma das instituições da União, a partir de agora composta por 732 deputados.
De forma errada, poderemos ser conduzidos a um raciocínio do tipo: .24 representantes em 732 deputados não têm qualquer expressão, sendo indiferentes os eleitos, pelo que não valerá a pena o .esforço. da deslocação ao local de voto…
De facto, estas eleições têm sido tradicionalmente .ignoradas. pela população portuguesa, perfilando-se no presente caso concreto a ameaça do maior absentismo de sempre, num país que estará bastante envolvido com o EURO 2004 – e, em muitos casos, numa situação de “fim-de-semana prolongado”.
Não obstante, parece-me que o esboço de raciocínio anterior será tão incorrecto como o de pensar, a propósito de umas eleições legislativas: .porque vou eu (por exemplo eleitor do Distrito de Beja) votar, para eleger 3 deputados, quando o Distrito de Lisboa elege cerca de 15 vezes mais?. ou .o meu voto individual não vai ter qualquer importância no apuramento dos resultados finais..; é que . essa será uma das virtualidades da democracia . todos os votos .valem o mesmo.; isto é, não é pelo facto de os alemães elegerem 99 .euro-deputados. que valerá .mais a pena. votar na Alemanha do que em Portugal!
O que será importante esclarecer são as competências e atribuições do Parlamento Europeu e a forma como se organizam os eleitos (por famílias políticas transnacionais).
Tema para outro texto nesta semana, ao longo da qual farei também uma breve apresentação dos resultados de anteriores .eleições europeias..
[1357]
FELIPE E LETIZIA
A monarquia espanhola tem, ao longo dos quase 30 anos que D. Juan Carlos leva de reinado, procurado preservar uma imagem de recato, longe dos acontecimentos que têm publicitado negativamente outras casas reais.
O regime (monárquico) pode ser muito discutido (e discutível), mas, no caso de Juan Carlos, houve especificidades muito próprias que o distinguem dos restantes monarcas, desde logo o facto de ter sido legitimado pelo referendo que aprovou a Constituição espanhola.
Felipe de Borbón sabe que recai sobre si a responsabilidade de dar continuidade a um reinado que teve de passar pela circunstância de se afirmar como garante da democracia e como forma de cimentar a unidade nacional.
O seu casamento com Letizia Ortiz, hoje celebrado – marcando a actualidade em quase todas as televisões do mundo -, transborda portanto o carácter de uma cerimónia privada, na medida em que a noiva assume também, enquanto futura rainha, um papel de representante da nação, todo um compromisso de vida que vai muito para além da mera relação conjugal.
P. S. Sendo um facto “relevante”, parece-me bastante excessiva a cobertura televisiva que as estações portuguesas vêm fazendo do acontecimento desde os últimos dias.
P. S. 2 – Novos agradecimentos, ao Shall I Tell You a Dream, Nimbypolis e O Blog do Alex.
[1333]
CONSTRUIR ABRIL
Esta era a .última grande oportunidade. para comemorar o .25 de Abril..
30 anos são já .uma vida.!
Mas é um decurso de tempo que permitiu que a generalidade dos participantes naquele histórico dia de 1974 (com as grandes excepções de Salgueiro Maia e de Melo Antunes) pudessem trazer-nos ainda as suas .memórias vivas..
Os portugueses (de praticamente .todos os quadrantes.) souberam aproveitar essa .última grande oportunidade., conseguindo unir-se e associar-se à comemoração da liberdade e da abertura à democracia.
Tal como nestes 30 anos, mas, a partir de agora cada vez com mais pertinência, mais do que recordar o passado, será necessário .construir. Abril no .dia a dia., nos seus significados essenciais, o do reforço da democracia e o do desenvolvimento de Portugal.
Uma nota final para sublinhar – como refere Paulo Querido -, o activo papel da .blogosfera. nestas comemorações, acabando por contribuir para despoletar o debate .lá fora, no mundo real. . é de elementar justiça destacar o seu próprio contributo, assim como o de Zé Nuno e André Luz (Grão de Areia), José Mário Silva (Blogue de Esquerda), Daniel Oliveira (Barnabé) e “Dona Vi” (A Internet Para as Domésticas) que, com o .blogue. .Aqui Posto de Comando., possibilitaram agregar mais de 500 textos evocativos da data.
Finalmente, a referência a alguns artigos publicados nos .media tradicionais.: de Vital Moreira, no Público; de Nuno Severiano Teixeira, no Diário de Notícias; de António Barreto e de Mário Mesquita, também ambos no Público… e, a fechar, noutra perspectiva, Vasco Pulido Valente (também no Diário de Notícias).
P. S. Devo também um agradecimento especial a todos aqueles que proporcionaram que, ontem . o dia .D. ., o Memória Virtual fosse o segundo .blogue. mais visitado no sistema Weblog.com.pt (logo após o .imbatível. Barnabé, que abriu também as suas .portas. aos textos dos leitores). Obrigado!
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