Posts filed under ‘Internacional’

"UM PEQUENO GESTO"

Via Rui (Adufe), uma petição de apoio ao “Geneva Accord” entre Israel e a Palestina.

Porque já é tempo de vivermos em PAZ!

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18 Março, 2004 at 12:34 pm 1 comentário

A SURPREENDENTE (?) VITÓRIA DO PSOE

Acabado de regressar de um fim-de-semana no estrangeiro, sou surpreendido com o anúncio da vitória do PSOE nas eleições espanholas.

Mostrando que as eleições não estão (nunca) ganhas antecipadamente; que as sondagens, bastantes vezes, falham “rotundamente” – porque, por mais base científica que tenham, não conseguem replicar a situação real do voto, num momento “íntimo” em que o eleitor, muitas vezes, no último minuto, pode tomar uma decisão “inesperada”.

Sem querer (nem poder) desvalorizar a vitória do PSOE, nunca umas eleições gerais na Europa terão sido tão condicionadas como estas.

Verificou-se uma afluência às urnas muito significativa; o povo espanhol uniu-se no sentido de dar uma demonstração clara de vitalidade. E acabou por falar mais alto a luta contra o terrorismo, a par de um inequívoco “grito” contra a guerra.

Talvez se deva também ponderar outros efeitos:

– Apesar do progresso vivido em Espanha no consulado de José Maria Aznar – e este é um sinal também para o governo de Portugal – as maiorias absolutas não têm apenas aspectos virtuosos; os governantes não podem esquecer-se nunca que estão apenas a desempenhar um mandato que lhes foi confiado pelos eleitores; não podem tornar-se autistas e desligar-se da vontade das populações.

– Por outro lado, independentemente de outras análises ou considerações mais aprofundadas, a verdade apercebida pelos espanhóis terá sido também a de que Mariano Rajoy não é José Maria Aznar.

– E, por fim, mas não discipiendo, José Luís Rodriguez Zapatero vem introduzir uma “nova” forma de fazer política, um “ar fresco” de “cambio”, mostrando que não é indispensável recorrer à “baixa política” e aos ataques pessoais para se conseguir alcançar vitórias.

P. S. A propósito da polémica acerca do avião da TAP “baptizado” com o nome de Eusébio; acabei de viajar no “Viana da Mota”; Eusébio não veio portanto afastar aquele grande nome da nossa cultura da sua merecida homenagem.

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14 Março, 2004 at 10:48 pm 1 comentário

INTOLERÁVEL!

Pode parecer uma evidência, mas, nestas alturas, há que frisá-lo: não há terrorismo mais ou menos tolerável!

Seja no Afeganistão, nos EUA, na Indonésia, no Iraque ou na Europa, o terrorismo é intolerável.

Não há NADA que justifique que se matem pessoas inocentes.

Gostaria que o povo basco NUNCA MAIS pudesse ser confundido com terrorismo; há milhares de pessoas que não merecem isso.

Esperamos que os terroristas de hoje em Madrid tenham . com esta acção inaceitável . acabado por ditar o seu próprio fim.

P. S. As últimas informações disponíveis apontam, não tanto para a ETA, como sendo a responsável por este atentado, mas, possivelmente, a Al-Qaeda. Só posso refirmar: “Que os terroristas (seja qual for a sua origem) estejam, assim, a ditar o seu próprio fim”.

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11 Março, 2004 at 10:06 am

IMAGENS DE ANGOLA (III)

AngolaAngola
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6 Fevereiro, 2004 at 6:10 pm 3 comentários

IMAGENS DE ANGOLA (II)

AngolaAngola
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6 Fevereiro, 2004 at 6:05 pm 2 comentários

IMAGENS DE ANGOLA (I)

Angola – Uma outra perspectiva…
AngolaAngola

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6 Fevereiro, 2004 at 6:03 pm 1 comentário

CAMPANHA PRESIDENCIAL AMERICANA

Dois dos correspondentes nos EUA do jornal francês “Libération” criaram dois “blogues” em que pode ser acompanhado o dia-a-dia da campanha presidencial americana: o “blogue” de Pascal Riché (correspondente em Washington) – “A Corrida à Casa Branca” – e o de Fabrice Rousselot (correspondente em New York) – “Campanha Toda!!“.

(Via Mediatic).

P. S. Sobre as relações entre a Internet e a Política, a ler também este artigo no jornal “La Libre Belgique“.

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2 Fevereiro, 2004 at 1:27 pm

"VÉU ISLÂMICO"

Em França, vão agitados os tempos no que respeita ao uso em público de símbolos religiosos, avolumando as tensões latentes entre vastas comunidades emigrantes.

Em Paris, 20 000 mulheres manifestaram-se recentemente, com os cabelos cobertos por véus tricolores, afirmando: “Também somos Franceses!”.

A motivação da proposta de lei sobre a ostentação de sinais religiosos – de iniciativa presidencial, ontem aprovada em Conselho de Ministros, a discutir no Parlamento já em Fevereiro -, atinge, em primeira análise, os 5 milhões de muçulmanos habitando em França: visa banir os sinais e roupas que manifestem “ostensivamente” a confissão religiosa, nas escolas e estabelecimentos públicos; desde logo, os tradicionais véus islâmicos, mas, também, os crucifixos de “grandes dimensões” (qual a medida aceitável?…) e o “kipa” dos judeus e, até, as “próprias barbas religiosas” (!?) – afectando, em teoria, e genericamente, também os católicos e judeus.

Numa época em que as intolerâncias religiosas grassam e são utilizadas como “arma de arremesso” a nível mundial, qual o objectivo de colocar, desta forma tão inútil, “sal nas feridas”? Será “dar razão” e protagonismo aos movimentos mais radicais.

[955]

29 Janeiro, 2004 at 8:56 am

"A QUESTÃO DE CHIPRE"

A “questão de Chipre” arrasta-se há mais de 30 anos: o país, uma pequena ilha no leste do Mar Mediterrâneo encontra-se dividido – sob a tutela, mais ou menos evidente, dos vizinhos Grécia e Turquia – em “Cipriotas-Gregos” e “Cipriotas-Turcos”.

A 1 de Maio, o Chipre (para já, apenas a parte Sul, afecta à Grécia – reconhecida internacionalmente como tendo soberania legítima sobre toda a ilha) será membro de pleno direito da União Europeia.

A união do território nessa adesão implicaria, no imediato, cedências do regime turco, que evitasse a exclusão de 200 000 “cipriotas do Norte” (integrados na denominada “República Turca do Norte de Chipre”, apenas reconhecida pela Turquia), actualmente vítimas de um embargo político e económico.

Sinais de esperança decorrem da vontade política da própria Turquia de ser também admitida no espaço da União Europeia, o que terá inevitavelmente subjacente a prévia resolução da questão de Chipre, passando eventualmente pela aceitação (sob condições…) do plano de paz apresentado por Kofi Annan em Novembro de 2002.

P. S. Com o “antigo” Technorati a funcionar a “baixa rotação”, estavam em atraso vários agradecimentos: Cozinha da Fal, Blogacha Maria, Seita dos Orégos, My Life Is a Game, Cravo e Canela, Tugir, Vamos Lixar Tudo e Doce da Avozinha.

[948]

27 Janeiro, 2004 at 8:12 am

IRLANDA DO NORTE – CATÓLICOS vs. PROTESTANTES

Os radicais Unionistas, que se opõem aos termos dos acordos de paz celebrados em 1998 entre Londres e Dublin, foram os vencedores das eleições realizadas na Irlanda do Norte, passando os dois partidos com mais mandatos na nova Assembleia a ser o Partido Unionista Democrático (30 deputados) e o mais moderado Partido Unionista do Ulster (27 deputados).

Por outro lado, também o Sinn Féin (braço político do IRA – Exército Republicano Irlandês) passou a ser o mais votado entre a facção católica (dispondo agora de 24 deputados), consumando-se assim o cenário mais complexo para a estabilidade da região.

Os partidos moderados de ambos os quadrantes (Unionistas protestantes e Nacionalistas católicos) foram os principais perdedores nestas eleições.

As instituições da Irlanda do Norte, com origem no acordo de paz de 1998, estiveram já suspensas durante cerca de um ano, devido à quebra de confiança entre representantes católicos e protestantes, que partilhavam o poder.

Londres assumiu a administração da província, não podendo a nova Assembleia tomar posse enquanto não houver um acordo entre Unionistas protestantes (fiéis ao Reino Unido e à coroa britânica) e Nacionalistas católicos (defensores de uma Irlanda unida – Grande Irlanda-, reunindo a Irlanda do Norte à República da Irlanda, a Sul, que ocupa parte importante da ilha), para a partilha do poder.

O partido mais votado defenderá agora uma renegociação dos acordos de paz; não obstante os perigos despoletados por estas eleições, subsiste ainda a esperança que seja possível evitar o regresso a um conflito como o que causou mais de 3 500 mortos nos 30 anos anteriores, tendo nomeadamente em consideração as responsabilidades acrescidas que a legitimidade dada pelos votos conferiu aos partidos “extremistas” (em ambas as tendências).

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29 Novembro, 2003 at 3:41 pm

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