Posts filed under ‘Desporto’

Liga dos Campeões – 1/4 Final (2.ª mão)

                               2ª mão       1ª mão       Total
Juventus - Ajax                  1-2          1-1         2-3
FC Porto - Liverpool             1-4          0-2         1-6
Manchester City - Tottenham      4-3          0-1         4-4
Barcelona - Manchester United    3-0          1-0         4-0

O alinhamento dos jogos das meias-finais, agendados para 30 de Abril e 1 de Maio (1.ª mão) e 7 e 8 de Maio (2.ª mão), é o seguinte:

Tottenham – Ajax
Barcelona – Liverpool

17 Abril, 2019 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 de Final

Arsenal – Napoli – 2-0
Villarreal – Valencia – 1-3
Benfica – Eintracht Frankfurt – 4-2
Slavia Praha – Chelsea – 0-1

11 Abril, 2019 at 9:54 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 de final – Benfica – E. Frankfurt

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Sébastien Corchia (66m – Luís Fernandes “Pizzi”), Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes, Andreas Samaris (85m – Andrija Živković), Ljubomir Fejsa, Franco Cervi, Rafael “Rafa” Silva (60m – Haris Seferović) e João Félix

Eintracht FrankfurtEintracht Frankfurt – Kevin Trapp, Makoto Hasebe, David Ángel Abraham, Martin Hinteregger, Obite Evan N’Dicka, Danny Vieira da Costa, Sebastian Rode (85m – Mijat Gaćinović), Gelson Fernandes, Filip Kostić, Ante Rebić (68m – Gonçalo Paciência) e Luka Jović (60m – Jonathan Alexander de Guzmán)

1-0 – João Félix (pen.) – 21m
1-1 – Luka Jović – 40m
2-1 – João Félix – 43m
3-1 – Rúben Dias – 50m
4-1 – João Félix – 54m
4-2 – Gonçalo Paciência – 72m

Cartões amarelos – Andreas Samaris (82m); Luka Jović (4m), Ante Rebić (26m) e Makoto Hasebe (82m)

Cartão vermelho – Obite Evan N’Dicka (20m)

Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)

Dois aspectos inegáveis deste jogo da 1.ª mão dos 1/4 de final da Liga Europa: a forma como a expulsão de N’Dicka, logo aos 20 minutos (tendo o Eintracht sido, paralelamente, sancionado com grande penalidade, de que resultou o tento inaugural do Benfica), condicionou o desenrolar do jogo, no tempo restante; o excelente resultado averbado pela equipa benfiquista, derrotando um adversário que seguia com uma magnífica série de 15 jogos consecutivos de invencibilidade (desde o final de 2018), tendo, aliás, triunfado nas últimas seis jornadas do campeonato alemão!

Em mais uma grande noite europeia do Benfica, frente a um adversário de grande poderio, actual 4.º classificado na “Bundesliga” e detentor do troféu da Taça da Alemanha (tendo derrotado na Final, o Bayern, por 3-1), destacou-se a magnífica exibição de um jovem de 19 anos, João Félix, a marcar um “hat-trick”, tendo ainda contribuído com a assistência para o outro golo da formação portuguesa.

Bruno Lage prosseguiu a sua política de rotação, fazendo descansar André Almeida, Ferro, Pizzi, Seferović e Jonas, e surpreendendo com a forma como dispôs o seu onze em campo, incluindo Gedson Fernandes, sem uma referência óbvia no ataque.

Com rápidas movimentações, o Benfica assumiu, desde início, a iniciativa do jogo, mas a turma alemã mantinha “em sentido” a defesa contrária, com perigosos lances de contra-ataque, num início a “100 à hora”, sempre com os olhos na baliza contrária, de parte a parte.

Ainda numa fase relativamente prematura do desafio, aos 20 minutos, surgiu o momento capital da partida, precisamente devido à acção de Gedson Fernandes (depois de uma boa combinação de Samaris com João Félix, com este a lançar Gedson), a surgir isolado na grande área, cara a cara com o guarda-redes, sendo derrubado pelo defesa, do que resultaria a expulsão de N’Dicka e a grande penalidade que proporcionou o primeiro golo.

Até final do primeiro tempo, a equipa da casa poderia ter ampliado a marca, mas, ao invés, seria o conjunto de Frankfurt, que conseguia manter a sua pressão alta, a igualar a contenda, por Luka Jović (curiosamente, um avançado emprestado pelo Benfica ao clube germânico, mas que não retornará à Luz…), na sequência de uma comprometedora falha de Fejsa.

A reacção benfiquista não podia ser melhor, com João Félix, apenas três minutos volvidos, com um remate de excelente execução, de fora da área, a recolocar a sua equipa em vantagem.

O jogo estava bom, muito aberto, e, ainda antes do intervalo, haveria inclusivamente tempo para uma notável defesa do guardião Kevin Trapp, a impedir Franco Cervi de chegar ao golo, tendo, por outro lado, os portugueses passado por um pequeno susto, ao ver a bola anichar-se nas suas redes, num lance que, todavia, o árbitro invalidaria, por posição irregular, a interferir com a zona de acção de Vlachodimos.

E, se a primeira metade terminara em ebulição, o arranque da segunda metade não faria por menos, com o Benfica, sem baixar o ritmo, a ampliar para 3-1 logo aos cinco minutos, com Rúben Dias a dar a melhor sequência a um lance de pontapé de canto, após um primeiro desvio de cabeça de João Félix.

O conjunto teutónico vacilava, agora perdido nas marcações – tendo, por momentos, dado a sensação de estar “à deriva” – sem saber já muito bem se deveria privilegiar as acções defensivas ou continuar em busca de lances de contra-ataque.

Não surpreendeu, assim, que a turma benfiquista, chegasse, quase de imediato, ao quarto golo – terceiro da grande promessa do futebol português, que, na emoção do momento, não susteve as lágrimas, outra vez aproveitando o bom cruzamento de Grimaldo (que apontara o canto que estivera na origem do golo precedente) -, podendo mesmo antever-se que o marcador poderia não ficar por aí.

Visando aproveitar a alta rotação a que o jogo vinha sendo disputado, Bruno Lage apostaria então em Seferović, o qual, escassos minutos depois de entrar em campo, desperdiçou soberana ocasião para fazer o 5-1, tendo, a passe de João Félix, rematado forte, com Trapp a salvar a bola, com defesa de recurso, com a bota!

Porém, a lesão do lateral direito, Corchia, forçaria a “improvisar”, com o recuo de Gedson Fernandes para a defesa, tendo entrado Pizzi. A equipa portuguesa começava então a denotar alguma fadiga e dificuldade em controlar o jogo a meio campo.

Numa falha de marcação, Gonçalo Paciência, também recém-entrado na formação alemã, de cabeça, igualmente após um canto, antecipando-se entre Grimaldo e Jardel, bateria Vlachodimos, que talvez pudesse ter tentado mais alguma coisa…

O Benfica acabaria o jogo a gerir o resultado, optando por mão dar continuidade à estratégia de maior risco, que seguira nos primeiros 75 minutos.

Num balanço final, o que se pode dizer deste resultado? Que é bem positivo para o Benfica, muito melhor do que, porventura, seria expectável. Que, só por si, nada decide, implicando, muito possivelmente, a necessidade de a equipa portuguesa marcar em Frankfurt (recorde-se que o Eintracht ganhou já, na presente edição da prova, por 4-0 ao Olympique de Marseille e por 4-1 à Lazio e ao Shakhtar Donetsk, tendo empatado a zero com o Inter – mas também não deixa de ser verdade que nenhum destes opositores tinha conseguido derrotar os alemães, muito menos marcar-lhes quatro golos…).

11 Abril, 2019 at 9:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 de Final

Ajax – Juventus – 1-1
Liverpool – FC Porto – 2-0
Tottenham – Manchester City – 1-0
Manchester United – Barcelona – 0-1

10 Abril, 2019 at 9:55 pm Deixe um comentário

Portugal – Sérvia (Europeu 2020 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Danilo Pereira, Rafa Silva (84m – Gonçalo Guedes), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo (31m – Pizzi) e Dyego Sousa (57m – André Silva)

Sérvia Sérvia – Marko Dmitrović, Antonio Rukavina, Nikola Milenković, Uroš Spajić, Filip Mladenović, Darko Lazović (69m – Andrija Živković), Mijat Gaćinović (21m – Nemanja Radonjić), Dušan Tadić, Nemanja Maksimović, Adem Ljajić (87m – Sergej Milinković-Savić) e Aleksandar Mitrović

0-1 – Dušan Tadić (pen.) – 7m
1-1 – Danilo Pereira – 42m

Cartões amarelos – Pepe (45m); Filip Mladenović (77m), Uroš Spajić (79m) e Dušan Tadić (87m)

Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)

O nulo registado ante a Ucrânia ficara já longe de poder considerar-se um resultado positivo, mas a selecção nacional parece não ter extraído grandes ensinamentos desse encontro inaugural desta fase de qualificação, persistindo em muitas das carências apresentadas frente à Sérvia.

Com a agravante de, desta feita, ter começado por se ver em desvantagem logo ao sétimo minuto, por via da conversão de uma grande penalidade, a sancionar uma saída extemporânea de Rui Patrício, a “chocar” com um atacante contrário em plena área.

Com três alterações no “onze” inicial (entradas de Danilo Pereira, Rafa Silva e Dyego Sousa), Portugal até podia ter inaugurado o marcador, logo a abrir, por William Carvalho.

A equipa portuguesa até reagiu bem ao golo sofrido, procurando manter a lucidez, construindo jogo, o que resultaria em alguns bons lances, com Cristiano Ronaldo e Rafa Silva a colocarem à prova Dmitrović.

À meia hora de jogo, outra contrariedade, com Cristiano Ronaldo a lesionar-se, tendo sido substituído por Pizzi. A insistência portuguesa acabaria por resultar, de forma algo inesperada, num fantástico remate de Danilo Pereira, a culminar uma arrancada desde a zona intermediária, com o médio, sem oposição, a avançar até às imediações da grande área, e a colocar a bola no fundo da baliza, sem hipótese para o guarda-redes sérvio.

Pensou-se que o mais difícil tinha sido alcançado e que, no segundo tempo, Portugal poderia consumar a reviravolta no marcador, em mais um desafio em que esteve “sempre por cima”, instalado no meio-campo contrário, o que, paralelamente, dava espaço a rápidos e perigosos contra-ataques da Sérvia, num jogo mais aberto do que o anterior, com a Ucrânia.

Na frente de ataque, Fernando Santos faria a opção inversa, fazendo sair Dyego Sousa, para a entrada de André Silva, que teve o que seria uma boa oportunidade para marcar, contudo tendo chegado algo atrasado a um centro de Rafa Silva. A equipa portuguesa poderia ter também marcado por volta do minuto 70, mas a bola, cortada praticamente em cima da linha, não entraria na baliza, numa jogada em que faltou a William conseguir dar o toque final para o golo.

André Silva, de novo, estaria noutro lance que poderia ter sido crucial, ao cabecear uma bola que embateu no braço de Rukavina, tendo o árbitro, em primeira instância, apontado para a marca de grande penalidade, acabando por vir a desdizer-se, após ter consultado o árbitro assistente, no que constituiu um erro grave, assumido pelo próprio no final do jogo.

Já algo em desespero de causa, Portugal intensificou a pressão, mas não conseguiria ter a serenidade necessária para transpor a bem organizada barreira defensiva sérvia.

Com uma exibição globalmente mais positiva que a do encontro anterior, tendo criado ocasiões mais do que suficientes para justificar a vitória, a verdade é que, em dois jogos, em casa, ante os principais adversários na disputa pelo apuramento para a fase final do Europeu, a selecção de Portugal cedeu dois comprometedores empates, o que implica, desde já, a habitual necessidade de começar a “fazer contas”, passando, no caso, por ter de, pelo menos, fazer replicar aos seus adversários estas perdas de pontos, nos respectivos redutos, quando se voltarem a cruzar…

GRUPO B           Jg     V     E     D       G      Pt
1º Ucrânia         2     1     1     -     2 - 1     4
2º Luxemburgo      2     1     -     1     3 - 3     3
3º Portugal        2     -     2     -     1 - 1     2 
4º Sérvia          1     -     1     -     1 - 1     1
5º Lituânia        1     -     -     1     1 - 2     -

2ª jornada

25.03.2019 – Luxemburgo – Ucrânia – 1-2
25.03.2019 – Portugal – Sérvia – 1-1
(mais…)

25 Março, 2019 at 10:41 pm Deixe um comentário

Portugal – Ucrânia (Europeu 2020 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Rúben Neves (62m – Rafa Silva), João Moutinho (87m – João Mário), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e André Silva (73m – Dyego Sousa)

Ucrânia Ucrânia – Andriy Pyatov, Oleksandr Karavaev, Sergii Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Vitaliy Mykolenko, Taras Stepanenko, Marlos (66m – Viktor Tsygankov), Ruslan Malinovskyi, Oleksandr Zinchenko, Yehven Konoplyanka (87m – Vitaliy Buyalskiy) e Roman Yaremchuk (76m – Júnior Moraes)

Cartão amarelo – Taras Stepanenko (86m)

Árbitro – Clément Turpin (França)

Não se trata propriamente de uma novidade esta aparente incapacidade da selecção portuguesa de, em jogos em casa, assumir o favoritismo, dominar e vencer com clareza, nomeadamente no arranque destas fases de apuramento para grandes competições internacionais.

Na abertura da campanha de qualificação para o Campeonato da Europa – de que é o presente Campeão título -, assinalando-se o regresso de Cristiano Ronaldo ao “onze”, depois da ausência na fase de grupos da “Liga das Nações”, Portugal denotou muitas dificuldades para superar a organização defensiva contrária, surgindo notoriamente desinspirado.

Desde cedo, perante a falta de ritmo e velocidade na circulação de bola, numa equipa porventura excessivamente conservadora, com três médios de características mais defensivas (casos de William Carvalho, Rúben Neves e João Moutinho), a alternativa encontrada para procurar chegar ao golo foi uma incessante sequência de lançamentos em profundidade e de cruzamentos, contudo sem a devida finalização, com André Silva, única referência de ataque, impotente para superar a poderosa defesa adversária, aliás organizada em duas linhas muito próximas, na qual se aglomeravam nove jogadores (para além do guarda-redes).

A Ucrânia não teve, pois, qualquer problema em “oferecer” a iniciativa de jogo à equipa portuguesa, privilegiando a inviolabilidade da sua baliza, na expectativa de algum lance de contra-ataque que lhe pudesse possibilitar chegar ao golo. Perante este sistema, Portugal insistiu muito no ataque, mas quase sempre de forma ineficaz, com muitos remates para a estatística, mas sem constituir efectivo perigo, à excepção de duas tentativas de Cristiano Ronaldo, já no final do primeiro tempo, negadas pelo guardião ucraniano.

Na segunda metade, Fernando Santos ainda tentou abrir o jogo, com a entrada de Rafa Silva e estreando o recém-naturalizado português Dyego Sousa, em substituição de André Silva, o qual tivera uma única ocasião de perigo, a que Pyatov, uma vez mais, respondeu com espectacular intervenção.

O domínio português tornara-se ainda mais notório – chegando a “alugar-se” meio-campo, no qual sobrava quase como “espectador” Rui Patrício -, mas manteve-se inconsequente.

Já na parte derradeira da partida, os ucranianos ameaçariam mesmo poder chegar ao golo, na melhor ocasião de todo o jogo, por Júnior Moraes, com Rúben Dias a antecipar-se no momento preciso. Do mal, o menos…

GRUPO B           Jg     V     E     D       G      Pt
1º Luxemburgo      1     1     -     -     2 - 1     3
2º Portugal        1     -     1     -     0 - 0     1 
2º Ucrânia         1     -     1     -     0 - 0     1
4º Sérvia          -     -     -     -     - - -     -
5º Lituânia        1     -     -     1     1 - 2     -

1ª jornada

22.03.2019 – Luxemburgo – Lituânia – 2-1
22.03.2019 – Portugal – Ucrânia – 0-0

22 Março, 2019 at 10:38 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais

Napoli – Arsenal
Villarreal – Valencia
Benfica – E. Frankfurt
Slavia Praha – Chelsea

Os jogos desta eliminatória serão disputados a 11 e a 18 de Abril de 2018.

O alinhamento dos jogos das 1/2 finais encontra-se também já pré-definido, da seguinte forma:

Napoli/Arsenal – Villarreal/Valencia
Benfica/E. Frankfurt – Slavia Praha/Chelsea

15 Março, 2019 at 1:16 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais

Ajax – Juventus
Liverpool – FC Porto
Tottenham – Manchester City
Manchester United – Barcelona

Os jogos da primeira mão serão disputados a 9 e 10 de Abril de 2019. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 16 e 17 de Abril.

O alinhamento dos jogos das 1/2 finais encontra-se também já pré-definido, da seguinte forma:

Tottenham/Manchester City – Ajax/Juventus
Barcelona/Manchester United – Liverpool/FC Porto

15 Março, 2019 at 12:17 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 Final (2.ª mão)

                              2ª mão       1ª mão       Total
D. Kyiv - Chelsea               0-5          0-3         0-8
Inter - E. Frankfurt            0-1          0-0         0-1
Benfica - D. Zagreb             3-0 (a.p.)   0-1         3-1
RB Salzburg - Napoli            3-1          0-3         3-4
Krasnodar - Valencia            1-1          1-2         2-3
Slavia Praha - Sevilla          4-3 (a.p.)   2-2         6-5
Arsenal - Rennes                3-0          1-3         4-3
Villarreal - Zenit              2-1          3-1         5-2

Duas equipas inglesas, outras duas espanholas (com a surpresa da eliminação do Sevilla), uma da Alemanha, Itália e R. Checa acompanham o Benfica nos 1/4 de final da Liga Europa.

Espanha, Inglaterra, Itália e Portugal são os únicos países com representação nas duas competições da UEFA.

14 Março, 2019 at 11:38 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/8 de final – Benfica – D. Zagreb

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Yuri Ribeiro (45m – Alejandro “Álex” Grimaldo), Luís Fernandes “Pizzi” (119m – Gedson Fernandes), Ljubomir Fejsa, Gabriel Pires, Andrija Živković (45m – Jonas Gonçalves), Rafael “Rafa” Silva e João Filipe “Jota” (62m – João Félix)

Dinamo ZagrebDinamo Zagreb – Dominik Livaković, Petar Stojanović, Kévin Théophile-Catherine, Emir Dilaver, Amir Rrahmani, Damian Kądzior (75m – Mario Šitum), Amer Gojak (97m – Iyayi Atiemwen), Nikola Moro, Dani Olmo, Mislav Oršić (109m – Dino Perić) e Bruno Petković (86m – Mario Gavranović)

1-0 – Jonas Gonçalves – 71m
2-0 – Francisco Ferreira “Ferro” – 94m
3-0 – Alejandro “Álex” Grimaldo – 105m

Cartões amarelos – Jonas Gonçalves (67m), João Félix (74m), Alejandro “Álex” Grimaldo (90m) e Gabriel Pires (114m); Nikola Moro (14m), Bruno Petković (45m), Petar Stojanović (104m) e Kévin Théophile-Catherine (110m)

Cartão vermelho – Petar Stojanović (104m)

Árbitro – Deniz Aytekin (Alemanha)

O resultado da 1.ª mão (derrota por 0-1) era muito perigoso para o Benfica, que estava “proibido” de sofrer golos em casa, numa fase em que o acumular de jogos (praticamente de três em três dias, há mais de dois meses) implica a necessidade contínua de uma cuidada gestão do plantel. Assim, Bruno Lage procurou “poupar” Grimaldo, João Félix e Jonas (que iniciaram a partida no banco), voltando a ir a jogo Yuri Ribeiro e Andrija Živković, para além do regressado Fejsa, dando-se a estreia absoluta de Jota, elemento mais avançado, a par de Rafa, visando potenciar a rapidez desta dupla.

Mas, desde cedo, a formação croata mostrou ao que vinha, privilegiando uma estratégia de risco mínimo, em busca de manter a sua baliza inviolada, preservando assim a preciosa vantagem trazida de Zagreb, concentrando um número significativo de jogadores nas imediações do seu sector defensivo.

Não obstante o flagrante domínio territorial exercido, o Benfica experimentava, assim, grandes dificuldades para conseguir transpor a barreira croata, com a primeira nota de realce apenas aos 38 minutos, num remate de Pizzi, mas sem dificuldade acrescida para o guardião contrário.

Logo no recomeço da partida, Bruno Lage arriscou, fazendo entrar Grimaldo e Jonas, de forma a conseguir desbloquear o nulo. Para, por volta da hora de jogo, ser também chamado João Felix. E – depois de Vlachodimos ter feito já boa intervenção, a remate de Dani Olmo – a aposta seria premiada, aos 71 minutos, num lance em que Pizzi (com um cabeceamento atrasado) assistiu Jonas, o qual, transpondo a linha divisória da grande área, com um remate algo “enrolado”, mas bem colocado, não desperdiçou a oportunidade de voltar aos golos, repondo a igualdade na eliminatória.

Na parte final do tempo regulamentar, seria ainda o Benfica a única equipa a arriscar, em busca do golo que lhe proporcionasse a qualificação, procurando evitar as “horas extra” do prolongamento. Primeiro, por Rafa, a criar uma boa oportunidade, seguindo-se Jonas, com Livaković, outra vez, a negar o golo.

Chegava-se mesmo à meia hora adicional, com Gavranović e Pizzi, logo a abrir, a testarem a concentração dos dois guarda-redes. Jogava-se apenas o quarto minuto, quando Ferro, ainda fora da área, próximo da meia-lua, rematou forte e certeiro, para a baliza, com a bola a desferir um arco, batendo inapelavelmente Livaković,conseguindo um golo de belo efeito, colocando, pela primeira vez, o Benfica em vantagem na eliminatória.

Porém, um golo do D. Zagreb poderia colocar tudo em causa. E tal até poderia ter acontecido, quase de imediato, quando Gojak, de forma incrível, desperdiçou uma flagrante ocasião.

Numa primeira parte de prolongamento jogada a alta intensidade, o Benfica tranquilizaria definitivamente os seus adeptos, alcançando o golo da tranquilidade, ampliando o “placard” para um categórico 3-0, num bom remate de Grimaldo,com uma espécie de “chapéu”, com a bola primeiro a subir muito e, repentinamente, ao aproximar da linha de baliza, a cair bruscamente, sem reacção possível por parte do guarda-redes.

Na etapa final, já disputada a ritmo bastante mais reduzido, o grupo croata teria ainda nova oportunidade para reduzir a desvantagem, mas, desta vez, seria Atiemwen a não conseguir desfeitear Vlachodimos. Situação análoga se registaria ainda com Pizzi, com Livaković a impedir o que teria sido o 4-0.

Em qualquer caso, coroando a boa exibição realizada na segunda parte do tempo regulamentar e, sobretudo, na metade inicial do prolongamento, o marcador final evidencia de forma ajustada a superioridade do Benfica, que não “tinha necessidade” de ter sofrido (e de se desgastar) tanto para confirmar o apuramento, perante um adversário que lhe é notoriamente inferior.

14 Março, 2019 at 11:37 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Setembro 2026
S T Q Q S S D
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.