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Benfica / FC Porto / Sporting – Estatísticas nas Competições Europeias
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Liga Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Arsenal – Qarabağ – 1-0
Sporting – Vorskla Poltava – 3-0
1º Arsenal, 16; 2º Sporting, 13; 3º Vorskla Poltava,3; 4º Qarabağ, 3
Qualificaram-se para os 1/16 de final as seguintes equipas: Bayer Leverkusen, Zürich, RB Salzburg, Celtic, Zenit, Slavia Praha, D. Zagreb, Fenerbahçe, Arsenal, Sporting, Betis, Olympiakos, Villarreal, Rapid Wien, E. Frankfurt, Lazio, Genk, Malmö, Sevilla, Krasnodar, D. Kyiv, Rennes, Chelsea e BATE Borisov.
Juntam-se ainda os clubes que transitam da Liga dos Campeões: Brugge, Inter, Napoli, Galatasaray, Benfica, Shakhtar Donetsk, Viktoria Plzeň e Valencia.
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Taça / Liga dos Campeões – Ranking 1955-2018
No ranking global da Taça dos Campeões Europeus e da Liga dos Campeões, considerando os dados agregados de todos os jogos das 64 edições da principal competição europeia de clubes, o Benfica e o FC Porto ocupam notáveis 7.º e 8.º lugares, respectivamente:
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Liga dos Campeões – Ranking 1992-2018
Concluída a fase de grupos da edição de 2018-19 da Liga dos Campeões (27.ª temporada de disputa da prova nesta fórmula), fica assim estabelecido o ranking actualizado da competição (considerando exclusivamente os jogos disputados no decurso das fases de grupos e eliminatórias seguintes – excluindo, portanto, as eliminatórias prévias), tendo em consideração o critério pontual adoptado pela UEFA (2 pontos por vitória e 1 ponto por empate):
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É de destacar a excelente posição do FC Porto (7.º), integrando também o Benfica – que acaba de disputar o seu 100.º jogo – o “top 20” deste ranking. O Sporting (46.º posto) é a terceira equipa portuguesa nesta lista dos 50 principais clubes na competição.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Monaco – B. Dortmund – 0-2
Brugge – At. Madrid – 0-0
1º B. Dortmund, 13; 2º At. Madrid, 13; 3º Brugge, 6; 4º Monaco, 1
Grupo B
Inter – PSV – 1-1
Barcelona – Tottenham – 1-1
1º Barcelona, 14; 2º Tottenham, 8; 3º Inter, 8; 4º PSV, 2
Grupo C
Crvena Zvezda – Paris St.-Germain – 1-4
Liverpool – Napoli – 1-0
1º Paris St.-Germain, 11; 2º Liverpool, 9; 3º Napoli, 9; 4º Crvena Zvezda, 4
Grupo D
Schalke 04 – Lokomotiv Moskva – 1-0
Galatasaray – FC Porto – 2-3
1º FC Porto, 16; 2º Schalke 04, 11; 3º Galatasaray, 4; 4º Lokomotiv Moskva, 3
Grupo E
Benfica – AEK – 1-0
Ajax – Bayern – 3-3
1º Bayern, 14; 2º Ajax, 12; 3º Benfica, 7; 4º AEK, 0
Grupo F
Manchester City – Hoffenheim – 2-1
Shakhtar Donetsk – Lyon – 1-1
1º Manchester City, 13; 2º Lyon, 8; 3º Shakhtar Donetsk, 6; 4º Hoffenheim, 3
Grupo G
Viktoria Plzeň – Roma – 2-1
Real Madrid – CSKA Moskva – 0-3
1º Real Madrid, 12; 2º Roma, 9; 3º Viktoria Plzeň, 7; 4º CSKA Moskva, 7
Grupo H
Valencia – Manchester United – 2-1
Young Boys – Juventus – 2-1
1º Juventus, 12; 2º Manchester United, 10; 3º Valencia, 8; 4º Young Boys, 4
Qualificaram-se para os 1/8 de final da Liga dos Campeões: B. Dortmund, At. Madrid, Barcelona, Tottenham, Paris St.-Germain, Liverpool, FC Porto, Schalke 04, Bayern, Ajax, Manchester City, Lyon, Real Madrid, Roma, Juventus e Manchester United.
Por outro lado, transitam para a Liga Europa: Brugge, Inter, Napoli, Galatasaray, Benfica, Shakhtar Donetsk, Viktoria Plzeň e Valencia.
Liga dos Campeões – 6ª jornada – Benfica – A.E.K.
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Rafael “Rafa” Silva (35m – Andrija Živković), Luís Fernandes “Pizzi” (59m – Franco Cervi), Alfa Semedo, Gedson Fernandes, João Félix (77m – Nicolás Castillo) e Haris Seferović
A.E.K. – Vassilis Barkas, Michalis Bakakis, Marios Oikonomou, Dmytro Chygrynskiy, Niklas Hult, Kostas Galanopoulos, Uroš Ćosić, Erik Morán (77m – Rodrigo Galo), Viktor Klonaridis (61m – Giannis Gianniotas), Lucas Boyé (68m – Petros Mantalos) e Ezequiel Ponce
1-0 – Alejandro “Álex” Grimaldo – 88m
Cartões amarelos – Rúben Dias (37m); Niklas Hult (73m) e Kostas Galanopoulos (82m)
Cartão vermelho – Kostas Galanopoulos (87m)
Árbitro – Robert “Bobby” Madden (Escócia)
É verdade que tudo estava previamente definido em termos de qualificação: o Benfica tinha já garantida a transição para a Liga Europa; o A.E.K. seria sempre, em qualquer caso, último classificado do grupo.
Não obstante, não era pouco o que estava ainda em jogo: desde logo, o prestígio do Benfica, tão abalado pela péssima campanha europeia da época passada, e, de novo, afectado pela goleada sofrida em Munique; depois, a nível desportivo, não era de todo dispiciendo o alcançar do estatuto de cabeça-de-série no sorteio dos 1/16 de final da Liga Europa, o que apenas poderia ser conseguido por via de uma vitória; por fim, a questão financeira, com o triunfo a representar um prémio de 2,7 milhões de euros (face aos 900 mil euros do empate)…
Fosse qual fosse a motivação principal, o Benfica teria uma boa entrada em campo – neste seu 100.º jogo na fase de grupos e eliminatórias seguintes da Liga dos Campeões –, assumindo, logo nos minutos iniciais, a iniciativa do jogo, remetendo a formação grega para a sua zona defensiva. Porém, tal período de domínio seria bastante curto, começando a esvanecer-se logo à passagem do quarto de hora, sem que tivesse criado efectivas ocasiões de golo iminente.
Até final do primeiro tempo, a equipa portuguesa denotaria uma confrangedora falta de ideias, falha de velocidade e de intensidade, facilitando a missão defensiva ao adversário.
Na segunda metade, o grupo benfiquista procurou imprimir maior velocidade ao jogo, o que resultou num assédio mais efectivo à baliza contrária, o qual, todavia, com alguma infelicidade, se saldaria por dois remates de Seferović, com a bola a embater na trave, e em outros dois lances de perigo, desaproveitados por Grimaldo e por Gedson Fernandes, face ao guardião contrário.
Quando já se começava a descrer na possibilidade de o nulo ser desfeito, o Benfica acabaria então por chegar ao golo – que, apesar de tudo, traduzia uma maior justiça no resultado -, na sequência de um livre directo, superiormente apontado por Grimaldo, faltavam somente dois minutos para o “cair do pano”.
Com a segunda vitória assim alcançada, a turma portuguesa evitava mais uma “saída triste” da competição, paralelamente recuperando alguma dignidade.
EURO 2020 – Sorteio da Fase de Qualificação
Realizou-se hoje, em Dublin, o sorteio da Fase de Qualificação para o Campeonato da Europa de Futebol de 2020, cuja fase final será disputada em 12 cidades, de diversos países: Amesterdão (Holanda), Baku (Azerbaijão), Bilbau (Espanha), Bucareste (Roménia), Budapeste (Roménia), Copenhaga (Dinamarca), Dublin (Irlanda), Glasgow (Escócia), Londres (Inglaterra), Munique (Alemanha), Roma (Itália) e São Petersburgo (Rússia).
É a seguinte a constituição dos 10 Grupos:
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Inglaterra Portugal Holanda Suíça R. Checa Ucrânia Alemanha Dinamarca Bulgária Sérvia I. Norte Irlanda Montenegro Lituânia Estónia Geórgia Kosovo Luxemburgo Bielorrússia Gibraltar Grupo E Grupo F Grupo G Croácia Espanha Polónia P. Gales Suécia Áustria Eslováquia Noruega Israel Hungria Roménia Eslovénia Azerbaijão I. Faroé Macedónia Malta Letónia Grupo H Grupo I Grupo J França Bélgica Itália Islândia Rússia Bósnia-Herzegovina Turquia Escócia Finlândia Albânia Chipre Grécia Moldávia Cazaquistão Arménia Andorra S. Marino Liechtenstein
Serão apurados para a fase final os dois primeiros classificados de cada Grupo – decorrendo a fase de qualificação de Março a Novembro de 2019, em cinco jornadas duplas – , sendo as restantes quatro vagas a atribuir por via dos play-off da “Liga das Nações” (a disputar em Março de 2020).
Portugal, que defende o título de Campeão Europeu, reencontra a Sérvia, depois de ter integrado o mesmo grupo da fase de apuramento para o EURO 2016, devendo, em teoria, estas duas selecções disputar com a Ucrânia os dois lugares de qualificação.
Liga Europa – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Vorskla Poltava – Arsenal – 0-3
Qarabağ – Sporting – 1-6
1º Arsenal, 13; 2º Sporting, 10; 3º Vorskla Poltava e Qarabağ, 3
A uma ronda do termo da fase de grupos, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final as seguintes equipas: Bayer Leverkusen, Zürich, RB Salzburg, Zenit, D. Zagreb, Fenerbahçe, Arsenal, Sporting, Betis, E. Frankfurt, Lazio, D. Kyiv e Chelsea.
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Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
At. Madrid – Monaco – 2-0
B. Dortmund – Brugge – 0-0
1º At. Madrid, 12; 2º B. Dortmund, 10; 3º Brugge, 5; 4º Monaco, 1
Grupo B
Tottenham – Inter – 1-0
PSV – Barcelona – 1-2
1º Barcelona, 13; 2º Tottenham e Inter, 7; 4º PSV, 1
Grupo C
Napoli – Crvena Zvezda – 3-1
Paris St.-Germain – Liverpool – 2-1
1º Napoli, 9; 2º Paris St.-Germain, 8; 3º Liverpool, 6; 4º Crvena Zvezda, 4
Grupo D
FC Porto – Schalke 04 – 3-1
Lokomotiv Moskva – Galatasaray – 2-0
1º FC Porto, 13; 2º Schalke 04, 8; 3º Galatasaray, 4; 4º Lokomotiv Moskva, 3
Grupo E
Bayern – Benfica – 5-1
AEK – Ajax – 0-2
1º Bayern, 13; 2º Ajax, 11; 3º Benfica, 4; 4º AEK, 0
Grupo F
Lyon – Manchester City – 2-2
Hoffenheim – Shakhtar Donetsk – 2-3
1º Manchester City, 10; 2º Lyon, 7; 3º Shakhtar Donetsk, 5; 4º Hoffenheim, 3
Grupo G
CSKA Moskva – Viktoria Plzeň – 1-2
Roma – Real Madrid – 0-2
1º Real Madrid, 12; 2º Roma, 9; 3º Viktoria Plzeň e CSKA Moskva, 4
Grupo H
Juventus – Valencia – 1-0
Manchester United – Young Boys – 1-0
1º Juventus, 12; 2º Manchester United, 10; 3º Valencia, 5; 4º Young Boys, 1
A uma ronda do termo da fase de grupos, garantiram já o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões: At. Madrid, B. Dortmund, Barcelona, FC Porto, Schalke 04, Bayern, Ajax, Manchester City, Real Madrid, Roma, Juventus e Manchester United.
Por outro lado, asseguraram já a transição para a Liga Europa: Brugge, Benfica e Valencia.
Estão já virtualmente eliminados das competições europeias: Monaco, PSV Eindhoven e Young Boys.
Liga dos Campeões – 5ª jornada – Bayern – Benfica
Bayern München – Manuel Neuer, Rafinha, Jérôme Boateng, Niklas Süle, David Alaba, Joshua Kimmich, Arjen Robben (72m – Renato Sanches), Thomas Müller (81m – Woo-Yeong Jeong), Leon Goretzka, Franck Ribéry (77m – Sandro Wagner) e Robert Lewandowski
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Germán Conti, Rúben Dias, Alex Grimaldo, Ljubomir Fejsa (76m – Alfa Semedo), Rafa Silva, Pizzi (45m – Gedson Fernandes), Gabriel, Franco Cervi e Jonas (59m – Haris Seferović)
1-0 – Arjen Robben – 13m
2-0 – Arjen Robben – 30m
3-0 – Robert Lewandowski – 36m
3-1 – Gedson Fernandes – 46m
4-1 – Robert Lewandowski – 51m
5-1 – Franck Ribéry – 76m
Cartões amarelos – Arjen Robben (24m) e Franck Ribéry (33m); Alfa Semedo (87m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
Três palavras se impõem para definir este jogo: vergonha, passividade e injustificável.
Tendo o AEK-Ajax sido jogado em horário precedente, do seu desfecho (triunfo da formação holandesa) decorria que – ao entrar em campo no Allianz Arena –, por um lado, o Benfica tinha já garantida a continuidade nas provas europeias, por via da transição para a Liga Europa; por outro, se a possibilidade de apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões era já uma quimera, passava a afigurar-se como uma “impossibilidade” prática (seria necessário ganhar por, pelo menos, dois golos de diferença em Munique…).
Neste contexto, de absolutamente nenhuma pressão competitiva (ninguém exigiria a tal altamente improvável vitória) – em que, portanto, o jogo poderia ser gerido com serenidade, sem precipitação, com rigor táctico a nível defensivo e espreitando a possibilidade de construir lances de ataque, ou, talvez com maior propriedade, de contra-ataque, perante o previsível assumir da iniciativa ofensiva por parte do Bayern –, é completamente injustificável a exibição benfiquista.
Faltou tudo: não houve rigor na defesa, mas, antes, uma extrema passividade, proporcionando fartas facilidades de movimentação ao adversário, as quais estiveram na origem de todos os cinco tentos sofridos; em 90 minutos não se conseguiram criar mais do que dois lances de futebol ofensivo (um deles resultando no solitário golo); o contra-ataque foi praticamente inexistente e, em absoluto, inofensivo.
Qualquer “estratégia” que tivesse sido delineada rapidamente ruiria: logo aos 13 minutos, aproveitando a tal passividade, o já veterano Robben, em progressão desde a linha lateral direita, tirou do caminho quatro adversários, internando-se e rematando sem hipótese de defesa para Vlachodimos – o único a salvar-se do “naufrágio” colectivo (tendo “salvo” outras duas flagrantes ocasiões de golo, que negou a Lewandowski e a Müller); pior, o holandês repetiria, quase a “papel químico”, a jogada, à passagem da meia hora, com o mesmo desfecho, ampliando para 2-0.
A apatia da defesa benfiquista ficaria igualmente patente nos lances do terceiro e quarto golos sofridos, também muito similares, ambos apontados por Lewandowski, na sequência de pontapés de canto, com o polaco, nas duas vezes, à entrada da pequena área, a saltar mais alto e a conseguir antecipar-se às “marcações” dos defesas benfiquistas, cabeceando inapelavelmente para o fundo da baliza.
Pelo meio, o único momento positivo para o Benfica: logo a abrir a segunda parte, Rafa, com um toque subtil, a libertar a corrida de Gedson, que, após excelente combinação com Jonas, surgiu isolado frente a Neuer, e, com grande personalidade, sem vacilar, não desperdiçou a oportunidade para marcar, menos de 40 segundos após ter entrado em campo!
Porém, o tónico anímico que tal golo poderia consubstanciar, até no suster da avalanche alemã, não resistiu mais do que cinco minutos. Até final, numa fase em que o Bayern, notoriamente, “tirara já o pé do acelerador”, espaço ainda para o consumar da goleada, com o francês Ribéry, uma vez mais a beneficiar da permeabilidade da defesa benfiquista, sem marcação, a “empurrar” a bola, sem dificuldade, para as redes do desamparado Vlachodimos.
A vergonha (benfiquista) deste jogo reside sobretudo na forma fácil como o Bayern dispôs do jogo a seu bel-prazer, sem sequer ter de se empregar a fundo, como se o Benfica fosse uma vulgar equipa de terceiro escalão, denotando absoluta incapacidade de oferecer a mínima resistência ao adversário, que tantas dificuldades tem experimentado frente a alguns dos menos cotados opositores da “Bundesliga”…
Um desempenho do conjunto benfiquista para reflectir e agir: torna-se imperioso sacudir rapidamente a letargia e marasmo em que a equipa caiu, sem ideias, falha de organização, com um técnico a não conseguir sair do espartilho de um modelo esgotado, aparentando mesmo uma incompreensível falta de ânimo e motivação.
A questão que se coloca, perante a profundidade do problema, é se haverá ainda possibilidade de se virem a revelar “Campeões” a reagir a esta péssima fase, ou se, ao invés, teremos pela frente o que poderá ser um longo e penoso final de época.






