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I Liga / I Divisão – Historial de lugares de honra
Época Campeão 2º 3º 4º 2018-19 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2017-18 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2016-17 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 2015-16 Benfica Sporting FC Porto Sp. Braga 2014-15 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2013-14 Benfica Sporting FC Porto Estoril 2012-13 FC Porto Benfica P. Ferreira Sp. Braga 2011-12 FC Porto Benfica Sp. Braga Sporting 2010-11 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2009-10 Benfica Sp. Braga FC Porto Sporting 2008-09 FC Porto Sporting Benfica Nacional 2007-08 FC Porto Sporting V. Guimarães Benfica 2006-07 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2005-06 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2004-05 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2003-04 FC Porto Benfica Sporting Nacional 2002-03 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 2001-02 Sporting Boavista FC Porto Benfica 2000-01 Boavista FC Porto Sporting Sp. Braga 1999-00 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1998-99 FC Porto Boavista Benfica Sporting 1997-98 FC Porto Benfica V. Guimarães Sporting 1996-97 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 1995-96 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1994-95 FC Porto Sporting Benfica V. Guimarães 1993-94 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1992-93 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1991-92 FC Porto Benfica Boavista Sporting 1990-91 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1989-90 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1988-89 Benfica FC Porto Boavista Sporting 1987-88 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1986-87 Benfica FC Porto V. Guimarães Sporting 1985-86 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1984-85 FC Porto Sporting Benfica Boavista 1983-84 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 1982-83 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1981-82 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1980-81 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1979-80 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1978-79 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1977-78 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1976-77 Benfica Sporting FC Porto Boavista 1975-76 Benfica Boavista Belenenses FC Porto 1974-75 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1973-74 Sporting Benfica V. Setúbal FC Porto 1972-73 Benfica Belenenses V. Setúbal FC Porto 1971-72 Benfica V. Setúbal Sporting CUF 1970-71 Benfica Sporting FC Porto V. Setúbal 1969-70 Sporting Benfica V. Setúbal Barreirense 1968-69 Benfica FC Porto V. Guimarães V. Setúbal 1967-68 Benfica Sporting FC Porto Académica 1966-67 Benfica Académica FC Porto Sporting 1965-66 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1964-65 Benfica FC Porto CUF Académica 1963-64 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1962-63 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1961-62 Sporting FC Porto Benfica CUF 1960-61 Benfica Sporting FC Porto V. Guimarães 1959-60 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1958-59 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1957-58 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1956-57 Benfica FC Porto Belenenses Sporting 1955-56 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1954-55 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1953-54 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1952-53 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1951-52 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1950-51 Sporting FC Porto Benfica Atlético 1949-50 Benfica Sporting Atlético Belenenses 1948-49 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1947-48 Sporting Benfica Belenenses Estoril 1946-47 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1945-46 Belenenses Benfica Sporting Olhanense 1944-45 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1943-44 Sporting Benfica Atlético FC Porto 1942-43 Benfica Sporting Belenenses Unidos Lisboa 1941-42 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1940-41 Sporting FC Porto Belenenses Benfica 1939-40 FC Porto Sporting Belenenses Benfica 1938-39 FC Porto Sporting Benfica Belenenses 1937-38 Benfica FC Porto Sporting Carcavelinhos 1936-37 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1935-36 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1934-35 FC Porto Sporting Benfica Belenenses
Resumo:
– Benfica – 37 vezes Campeão / 28 vezes 2º / 15 vezes 3º / 4 vezes 4º classificado
– FC Porto – 28 vezes Campeão / 27 vezes 2º / 13 vezes 3º / 11 vezes 4º classif.
– Sporting – 18 vezes Campeão / 21 vezes 2º / 29 vezes 3º / 12 vezes 4º classif.
– Belenenses – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 14 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
– Boavista – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 2 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– V. Setúbal – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 2 vezes 4º classificado
– Sp. Braga – 1 vez 2º / 1 vez 3º / 14 vezes 4º classificado
– Académica – 1 vez 2º / 2 vezes 4º classificado
– V. Guimarães – 4 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– Atlético – 2 vezes 3º / 1 vez 4º classificado
– CUF – 1 vez 3º / 2 vezes 4º classificado
– Paços Ferreira – 1 vez 3º classificado
– Nacional – 2 vezes 4º classificado
– Estoril – 2 vezes 4º classificado
– Barreirense – 1 vez 4º classificado
– Olhanense – 1 vez 4º classificado
– Unidos Lisboa – 1 vez 4º classificado
– Carcavelinhos – 1 vez 4º classificado
I Liga – 2018-19 – Classificação final
Equipa J V E D GM GS P 1.º Benfica 34 28 3 3 103 - 31 87 2.º FC Porto 34 27 4 3 74 - 20 85 3.º Sporting 34 23 5 6 72 - 33 74 4.º Sp. Braga 34 21 4 9 56 - 37 67 5.º V. Guimarães 34 15 7 12 46 - 34 52 6.º Moreirense 34 16 4 14 39 - 44 52 7.º Rio Ave 34 12 9 13 50 - 52 45 8.º Boavista 34 13 5 16 34 - 40 44 9.º Belenenses SAD 34 10 13 11 42 - 51 43 10.º Santa Clara 34 11 9 14 43 - 45 42 11.º Marítimo 34 12 3 19 26 - 44 39 12.º Portimonense 34 11 6 17 44 - 59 39 13.º V. Setúbal 34 8 12 14 28 - 39 36 14.º D. Aves 34 10 6 18 35 - 49 36 15.º Tondela 34 9 8 17 40 - 54 35 16.º Chaves 34 8 8 18 34 - 57 32 17.º Nacional 34 7 7 20 33 - 73 28 18.º Feirense 34 3 11 20 27 - 64 20
Campeão – Benfica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2.º classificado – FC Porto – 3ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Campeões
3.º classificado – Sporting – Entrada directa na Fase Grupos da Liga Europa
4.º classificado – Sp. Braga – 3ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Europa
5.º classificado – V. Guimarães – 2ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Europa
Despromovidos – Chaves, Nacional e Feirense
Promovidos – Paços Ferreira, Famalicão e Gil Vicente (promoção administrativa)
Melhores marcadores:
1. Haris Seferović (Benfica) – 23
2. Bruno Fernandes (Sporting) – 20
3. Rafa Silva (Benfica) – 17
Palmarés – Campeões:
Benfica (37) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10; 2013-14; 2014-15; 2015-16; 2016-17; 2018-19
FC Porto (28) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12; 2012-13; 2017-18
Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Benfica – 3.000 Jogos em provas de âmbito nacional
| Competição | Pres. | J | V | E | D | GM | GS |
| I Liga / I Divisão | 85 | 2.397 | 1.639 | 449 | 309 | 5.806 | 2.112 |
| Taça de Portugal | 79 | 442 | 337 | 36 | 69 | 1.431 | 417 |
| Campeonato de Portugal | 12 | 72 | 48 | 8 | 16 | 201 | 100 |
| Taça da Liga | 12 | 53 | 39 | 11 | 3 | 110 | 40 |
| Supertaça Cândido Oliveira | 19 | 36 | 11 | 9 | 16 | 31 | 42 |
| Total (provas nacionais) | 3.000 | 2.074 | 513 | 413 | 7.579 | 2.711 |
O Benfica disputou hoje o jogo n.º 3.000 da sua história a contar para competições de âmbito nacional, com o balanço global acima indicado.
A propósito, clicando na imagem abaixo poderá aceder ao quadro interactivo que preparei, actualizado com todos os resultados do Benfica ao longo do seu historial, nos 3.852 jogos oficiais já disputados pelo clube (incluindo também 436 jogos em provas internacionais e 416 no Campeonato de Lisboa):
- 2.397 – Campeonatos Nacionais – I Liga / I Divisão
- 442 – Taça de Portugal
- 36 – Supertaça Cândido de Oliveira
- 53 – Taça da Liga
- 72 – Campeonato de Portugal (até 1938)
- 416 – Campeonato de Lisboa (épocas de 1906-07 a 1945-46)
- 252 – Liga dos Campeões / Taça dos Campeões Europeus
- 126 – Liga Europa / Taça UEFA
- 42 – Taça dos Vencedores de Taças
- 4 – Taça das Cidades com Feiras
- 7 – Taça Latina; e
- 5 – Taça Intercontinental
Os dados podem ser filtrados com base em múltiplas combinações dos seguintes parâmetros:
- Por “Época”
- Por “Prova”
- Por “Ronda”
- Por jogos em “Casa”, “Fora” ou em campo “Neutro”
- Por Vitórias, Empates ou Derrotas
- Por “Adversário”
- Por “Treinador”
- Por “Árbitro”
- Por “GM” (Golos Marcados) e “GS” (Golos Sofridos).
Na parte inferior do grafismo, são listados todos os jogos que correspondem a cada uma das modalidades de filtros seleccionados (por exemplo: por época, por prova, por adversário, por treinador, ou, até, por resultado), em sequência cronológica, do mais recente para o mais antigo (deslizar o cursor na barra lateral do lado direito para aceder à lista completa).
Passando o cursor sobre cada resultado (GM – GS), no lado direito dessa lista detalhada (da parte inferior do grafismo), surge a indicação, em “janela”, de um conjunto de dados relativos a cada jogo, nomeadamente a época a que respeita, a prova, a ronda, os marcadores de todos os golos do Benfica (com indicação do correspondente n.º de golo de cada jogador), o treinador e o árbitro do desafio.
Adicionalmente, clicando na imagem de Eusébio, José Águas e Nené, poderá visualizar quadro com a lista dos 50 melhores marcadores da história do Benfica – no qual é possível ordenar por coluna (“Total”, ou por cada uma das competições, clicando no símbolo à direita da designação de cada coluna) e, seleccionando no filtro por “Marcador”, podem ainda consultar-se os valores detalhados, época a época, para cada jogador que for seleccionado nesse filtro.
Por fim, clicando na imagem dos logotipos da Liga dos Campeões e da Liga Europa, será reencaminhado para página específica com as fichas detalhadas de todos os jogos do Benfica em competições europeias.
Liga Europa – 1/2 Finais (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Valencia - Arsenal 2-4 1-3 3-7 Chelsea - Eintracht Frankfurt 1-1 (4-3 gp) 1-1 2-2
Pela primeira vez no já longo historial de 64 anos de competições europeias, todos os quatro finalistas das duas provas desta época são clubes do mesmo país, no caso de Inglaterra!
Liga dos Campeões – 1/2 Finais (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Ajax - Tottenham 2-3 1-0 3-3 Liverpool - Barcelona 4-0 0-3 4-3
Duas reviravoltas épicas (no caso do Tottenham, depois de ter sido derrotado em casa, esteve a perder por 0-2 em Amesterdão, chegando ao 3-2 no minuto 96) proporcionam uma fantástica final da Liga dos Campeões, entre dois clubes ingleses, o que, nas 63 edições anteriores da competição, apenas uma vez ocorrera (em 2007-08, entre Manchester United e Chelsea).
Liga Europa – 1/2 Finais (1.ª mão)
Arsenal – Valencia – 3-1
Eintracht Frankfurt – Chelsea – 1-1
Liga dos Campeões – 1/2 Finais (1.ª mão)
Tottenham – Ajax – 0-1
Barcelona – Liverpool – 3-0
Liga Europa – 1/4 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Napoli - Arsenal 0-1 0-2 0-3 Valencia - Villarreal 2-0 3-1 5-1 Eintracht Frankfurt - Benfica 2-0 2-4 4-4 Chelsea - Slavia Praha 4-3 1-0 5-3
O alinhamento dos jogos das meias-finais, agendados para 2 e 9 de Maio, é o seguinte:
Arsenal – Valencia
Eintracht Frankfurt – Chelsea
Liga Europa – 1/4 de final – E. Frankfurt – Benfica
Eintracht Frankfurt – Kevin Trapp, Danny Vieira da Costa, Makoto Hasebe, David Ángel Abraham, Simon Falette (90m – Jetro Willems), Filip Kostić, Gelson Fernandes, Mijat Gaćinović, Sebastian Rode (85m – Lucas Torró), Luka Jović (76m – Gonçalo Paciência) e Ante Rebić
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida (79m – Jonas Gonçalves), Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes, Andreas Samaris (70m – Luís Fernandes “Pizzi”), Ljubomir Fejsa, Rafael “Rafa” Silva (72m – Eduardo Salvio), João Félix e Haris Seferović
1-0 – Filip Kostić – 37m
2-0 – Sebastian Rode – 67m
Cartões amarelos – David Ángel Abraham (74m), Simon Falette (78m) e Ante Rebić (83m); Jonas Gonçalves (90m)
Cartão vermelho – Bruno Lage (Treinador – 37m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
O “onze” escolhido por Bruno Lage para esta partida parecia denotar, por um lado, que o Benfica assumia a importância do jogo e da possibilidade de alcançar, uma vez mais, as meias-finais da Liga Europa, e, por outro, que a equipa pretenderia apresentar uma atitude positiva, em busca do (que se antecipava já viesse a ser imprescindível) golo e não apenas em defesa do resultado averbado na primeira mão.
Se esse desafio ficara marcado pela expulsão de um defesa da equipa germânica, o desta noite ficou indelevelmente manchado por um inexplicavelmente não sancionado fora de jogo, que resultaria no tento inaugural dos alemães. Um erro grave de arbitragem, a penalizar o Benfica, mas que não justifica tudo o que se passou, com a formação portuguesa a ter que assumir também as suas falhas e a titubeante abordagem exibida.
Como era expectável, o Eintracht entrou, logo desde início, a pressionar bastante, empurrando a equipa benfiquista para a sua zona defensiva. Ainda não estavam decorridos os dez minutos iniciais, e já Kostić ameaçava a baliza de Vlachodimos.
Passados os primeiros vinte minutos sem alteração no marcador, o Benfica, pese embora viesse revelando dificuldades em sair a jogar, com Seferović sem conseguir manter a posse de bola, terá começado a acreditar que o “pior” estaria passado e que seria possível manter o nulo no marcador, ou, pelo menos, fazer prolongar o mais possível essa situação.
Caminhava-se já para os 40 minutos, quando, em mais uma das muitas tentativas do Eintracht, que não deixara de insistir no ataque, Gaćinović, com um remate de fora da área, acertou no poste, ressaltando a bola para Kostić, claramente adiantado em relação à defesa benfiquista, o qual, beneficiando dessa posição irregular, inaugurou o marcador, perante um desamparado guardião contrário.
Um lance duplamente penalizador: não sendo ainda aplicado o “VAR” nesta fase da Liga Europa, os protestos de Bruno Lage valer-lhe-iam a expulsão…
Num final de primeira parte algo penoso, a turma portuguesa, completamente arredada de qualquer efectiva iniciativa de ataque (ou contra-ataque), aparentemente impotente para, sequer, procurar repartir o jogo, passava a estar dependente de um único golpe para perder a vantagem que levara de Lisboa.
A entrada para a segunda metade mostraria uma equipa com uma atitude completamente diferente, tendo o Benfica, nos minutos iniciais, criado dois bons lances de perigo, contudo, sem que tal se tivesse materializado em golo.
Primeiro, logo a abrir, com João Félix a progredir no terreno, descaído sobre o lado esquerdo, combinando com Gedson Fernandes, mas faltando alguém para dar a melhor sequência na área contrária, com Falette a antecipar-se no corte, que quase resultava… em auto-golo. Pouco depois, Samaris, com excelente abertura, a solicitar a desmarcação de Seferović, o qual, com um cabeceamento fraco, não seria, contudo, capaz de desfeitear o guarda-redes alemão.
Mas seria “sol de pouca dura”. Rapidamente o Benfica – hesitante entre assumir o ataque ou, numa atitude de “auto-preservação”, privilegiar a defesa – voltaria a recolher, caindo outra vez na armadilha de pensar que poderia manter a sua baliza a salvo, isto perante um opositor que parecia agora apresentar-se até menos exuberante no ataque.
Mas, de forma muito fria, os germânicos não precisariam de muitas oportunidades para chegar ao golo. Estávamos a meio da etapa complementar da partida quando – depois de uma boa defesa de Vlachodimos a remate de Gaćinović – Rode, liberto de marcação à entrada da área, obteve o golo que, num ápice, provocava uma reviravolta no sentido da eliminatória, passando imediatamente a posição do Benfica de vantagem a desvantagem.
Tarde demais, Bruno Lage arriscava então tudo, fazendo entrar Pizzi, Salvio e Jonas. Mas, o Benfica parecia jogar já algo em “desespero de causa”, sem a necessária serenidade e discernimento, nunca tendo chegado a criar real ameaça ao seu adversário.
O lance de maior “frisson” ocorreria a cinco minutos do final, quando Salvio rematou a bola contra a face externa do poste, mas a verdade é que o Benfica esteve sempre muito longe da baliza contrária.
Perante um adversário, que sendo de bom nível, não era, afinal, um “bicho papão”, e independentemente do grave prejuízo decorrente da falha de arbitragem, o Benfica tem de buscar em si próprio as razões para esta evitável eliminação. O desenrolar do jogo veio mostrar cabalmente o que não era difícil adivinhar: era mesmo necessário ter marcado em Frankfurt e, para tal, toda a abordagem ao jogo, atitude e comportamento dentro de campo deveria ter sido diferente, logo desde o apito inicial.







