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Miguel Oliveira vence G. P. de Portugal de MotoGP
Três meses depois da vitória de estreia, Miguel Oliveira alcança o seu segundo triunfo em Grandes Prémios de “MotoGP”, na prova hoje disputada em Portimão, última da presente temporada, a qual liderou de início a fim (tendo acumulado também a “pole position” e a volta mais rápida):
1.º Miguel Oliveira (Portugal) – Red Bull KTM Tech 3
2.º Jack Miller (Austrália) – Pramac Racing (Ducati)
3.º Franco Morbidelli (Itália) – Petronas Yamaha SRT
4.º Pol Espargaró (Espanha) – Red Bull KTM Factory Racing
5.º Takaaki Nakagami (Japão) – LCR Honda Idemitsu
6.º Andrea Dovizioso (Itália) – Ducati Team
7.º Stefan Bradl (Alemanha) – Repsol Honda Team
8.º Aleix Espargaró (Espanha) – Aprilia Racing Team Gresini
9.º Alex Márquez (Espanha) – Repsol Honda Team
10.º Johann Zarco (França) – Esponsorama Racing (Ducati)
Ficou assim estabelecida a classificação final do Mundial de pilotos: 1.º Joan Mir (Espanha) – 171; 2.º Franco Morbidelli (Itália) – 158; 3.º Álex Rins (Espanha) – 139; 4.º Andrea Dovizioso (Itália) – 135; 5.º Pol Espargaro (Espanha) – 135; 6.º Maverick Viñales (Espanha) – 132; 7.º Jack Miller (Austrália) – 132; 8.º Fabio Quartararo (França) – 127; 9.º Miguel Oliveira (Portugal) – 125; 10.º Takaaki Nakagami (Japão) – 116.
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 6.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Bósnia-Herzegovina-Itália – 0-2 / Polónia-Países Baixos – 1-2
1.º Itália, 12; 2º Países Baixos, 11; 3º Polónia, 7; 4.º Bósnia-Herzegovina, 2
Grupo 2 – Bélgica-Dinamarca – 4-2 / Inglaterra-Islândia – 4-0
1.º Bélgica, 15; 2º Dinamarca,10; 3º Inglaterra, 10; 4º Islândia, 0
Grupo 3 – Croácia-Portugal – 2-3 / França-Suécia – 4-2
1.º França, 16; 2º Portugal, 13; 3.º Croácia, 3; 4º Suécia, 3
Grupo 4 – Espanha-Alemanha – 6-0 / Suíça-Ucrânia – (Atribuída vitória por 3-0 à Suíça – selecção da Ucrânia afectada por COVID-19)
1.º Espanha, 11; 2º Alemanha, 9; 3º Suíça, 6; 4º Ucrânia, 6
Itália, Bélgica, França e Espanha disputarão a fase final (“Final four”) desta competição da UEFA, a qual deverá decorrer em Itália (Turim e Itália) de 6 a 10 de Outubro de 2021. Bósnia-Herzegovina, Islândia, Suécia e Ucrânia são despromovidas à Liga B (edição de 2022/23).
Croácia – Portugal (Liga das Nações – 6.ª Jornada)
Croácia – Dominik Livaković, Josip Juranović, Dejan Lovren, Mile Škorić, Domagoj Bradarić, Luka Modrić, Marko Rog, Mateo Kovačić (90m – Toma Bašić), Nikola Vlašić (83m – Mislav Oršić), Ivan Perišić e Mario Pašalić (64m – Josip Brekalo)
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Dias, Rúben Semedo, Mário Rui (71m – João Cancelo), Danilo Pereira (77m – Sérgio Oliveira), João Moutinho, Bruno Fernandes (45m – Francisco Trincão), João Félix (71m – Bernardo Silva), Diogo Jota (77m – Paulinho) e Cristiano Ronaldo
1-0 – Mateo Kovačić – 29m
1-1 – Rúben Dias – 52m
1-2 – João Félix – 60m
2-2 – Mateo Kovačić – 65m
2-3 – Rúben Dias – 90m
Cartões amarelos – Marko Rog (23m) e Ivan Perišić (57m); Cristiano Ronaldo (54m)
Cartão vermelho – Marko Rog (51m)
Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)
A selecção de Portugal concluiu a sua participação na segunda edição da “Liga das Nações”, com um bom triunfo, na Croácia, ante o actual vice-campeão do Mundo, culminando assim uma muito boa campanha, contudo insuficiente para alcançar o objectivo da qualificação para a fase final da prova.
Não obstante a vitória, o seleccionador nacional, Fernando Santos, não se mostrou nada agradado com a atitude da equipa, dentro de campo, neste jogo de despedida.
Efectivamente, o conjunto português obteve um resultado algo lisonjeiro, beneficiando muito da feliz conjugação de algumas circunstâncias: em primeiro lugar, a expulsão, praticamente no início da segunda parte, de um jogador croata; depois, o facto de – não existindo “VAR” nesta fase preliminar da competição -, o árbitro não ter visto um ligeiro toque com a mão na bola, por parte de Diogo Jota, imediatamente antes de fazer a assistência que proporcionou a João Félix a marcação do segundo golo; por fim, uma desastrada intervenção do guardião Livaković, o qual, ao chocar com um colega, deixou escapar a bola das mãos, surgindo, com grande sentido de oportunidade, Rúben Dias, a marcar o tento (o seu segundo da noite) que, já em período de compensação, selaria o triunfo de Portugal…
Isto, sem prejuízo de, praticamente desde início, ter sido a selecção nacional a assumir a iniciativa, pese embora sem resultados práticos, não aproveitando, nessa fase, as debilidades que a defensiva da casa ia denotando, tendo a melhor ocasião de perigo sido desperdiçada por Diogo Jota, a rematar, de cabeça, mas ao lado da baliza.
Até que, praticamente com meia hora de jogo, ao invés, a Croácia, algo contra a designada “corrente do jogo”, aproveitaria as facilidades concedidas pela defesa lusa, com Rúben Semedo, já algo em desequilíbrio a fazer um defeituoso corte (incompleto), sobrando a bola para os croatas, com um primeiro remate defendido por Rui Patrício, mas, na recarga, Kovačić abria mesmo a contagem.
Até final do primeiro tempo, Portugal apenas teria mais um lance digno de registo, com um forte remate de Danilo Pereira, mas à figura do guardião croata.
A toada do jogo alterar-se-ia substancialmente com a expulsão de Rog – por acumulação de amarelos, devido a duas faltas, tão claras, como escusadas. De imediato, na cobrança da falta que originara a expulsão, Cristiano Ronaldo rematou forte, para defesa apertada de Livaković, surgindo Rúben Semedo a rcuperar, assistindo o outro defesa central português, Rúben Dias, que não hesitou, restabelecendo o empate.
A equipa portuguesa instalara-se no meio-campo adversário, pelo que não surpreendeu que, em menos de dez minutos, tivesse operado a reviravolta no marcador, no tal lance em que Diogo Jota, já próximo da linha de fundo, centrou atrasado para João Félix.
Mas o pior estava para vir: contrariamente ao que seria a expectativa, a vantagem portuguesa não durou mais de cinco minutos; mesmo reduzida a dez elementos, a Croácia repunha a igualdade.
Até final, num período incaracterístico, com a Croácia mais a pensar em preservar o empate, que – em função da derrota que a Suécia ia desenhando em Paris – lhe permitia manter-se no 1.º escalão desta competição, mas sem um controlo de jogo definido, Portugal acabaria mesmo por chegar à vitória, com Rúben Dias (que se estreara a marcar) a bisar, isto já depois de Bernardo Silva ter tido outra oportunidade.
No final, fica um sabor “agridoce”: tal como em relação à forma (e correspondente exibição) como foi obtida esta vitória, na derradeira ronda, Portugal, tendo obtido bons resultados ao longo desta fase de qualificação (vitórias em todos os quatro jogos ante a Croácia e a Suécia, em casa e fora, e empate em Paris, com o Campeão do Mundo), não alcançou o objectivo, deixando a pairar a sensação de que, com os recursos de que actualmente dispõe, tal teria sido possível.
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 5.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Países Baixos-Bósnia-Herzegovina – 3-1 / Itália-Polónia – 2-0
1.º Itália, 9; 2º Países Baixos, 8; 3º Polónia, 7; 4.º Bósnia-Herzegovina, 2
Grupo 2 – Bélgica-Inglaterra – 2-0 / Dinamarca-Islândia – 2-1
1.º Bélgica, 12; 2º Dinamarca,10; 3º Inglaterra, 7; 4º Islândia, 0
Grupo 3 – Suécia-Croácia – 2-1 / Portugal-França – 0-1
1.º França, 13; 2º Portugal, 10; 3.º Croácia e Suécia, 3
Grupo 4 – Suíça-Espanha – 1-1 / Alemanha-Ucrânia – 3-1
1.º Alemanha, 9; 2º Espanha, 8; 3º Ucrânia, 6; 4.º Suíça, 3
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2022/23).
Portugal – França (Liga das Nações – 5.ª Jornada)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, José Fonte, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho (56m – Diogo Jota), Danilo Pereira (84m – Sérgio Oliveira), Bruno Fernandes (72m – João Moutinho), João Félix (84m – Paulinho), Bernardo Silva (71m – Francisco Trincão) e Cristiano Ronaldo
França – Hugo Lloris, Benjamin Pavard, Raphaël Varane, Presnel Kimpembe, Lucas Hernández, Adrien Rabiot, N’Golo Kanté, Paul Pogba, Kingsley Coman (59m – Marcus Thuram), Anthony Martial (78m – Olivier Giroud) e Antoine Griezmann
0-1 – N’Golo Kanté – 54m
Cartões amarelos – Danilo Pereira (31m); Hugo Lloris (62m), N’Golo Kanté (79m) e Lucas Hernández (82m)
Árbitro – Tobias Stieler (Alemanha)
Num grupo com a concorrência do Campeão do Mundo, e após um desempenho quase perfeito até à data, bastou um único jogo para – ainda antes da derradeira ronda – confirmar o afastamento de Portugal da fase final desta segunda edição da Liga da Nações, prova da qual conquistara o troféu inaugural, há dois anos.
Porventura excessivamente concentrada na missão de procurar evitar sofrer golos, e ao invés do que tinha sucedido há cerca de um mês em Paris, a equipa portuguesa sentiu-se, desde início, manietada pela organização francesa, com o meio-campo gaulês a impor-se, a não dar a possibilidade aos jogadores adversários de ter a bola, vendo-se forçados a, em vão, correr atrás dela.
Algo paradoxalmente, a tais preocupações defensivas acabou por estar associada uma notória falta de agressividade na procura da recuperação da bola, pelo que não surpreendeu o caudal ofensivo da selecção francesa, com Kanté a pautar o jogo na zona intermediária – perante a passividade da dupla William Carvalho e Danilo Pereira -, ao mesmo tempo que Griezmann gozava de ampla liberdade de manobra.
Assim, coube a Rui Patrício, com um par de intervenções apertadas, a salvaguarda do nulo na nossa baliza, negando o golo aos avançados Coman e Martial, este último particularmente “desinspirado”, incapaz de levar a melhor sobre o guardião nacional.
Quando se ansiaria por uma resposta mais assertiva no início da segunda parte, Portugal cede se veria em desvantagem no marcador, curiosamente, na sequência de uma defesa incompleta de Rui Patrício a remate de Rabiot, a deixar fugir a bola para a recarga, sem apelo, de N’Golo Kanté.
O seleccionador, Fernando Santos, reagiria de pronto, mas talvez tardiamente, fazendo entrar Diogo Jota para o lugar de William Carvalho. Também já com João Moutinho e Francisco Trincão em campo, a equipa portuguesa teria ainda uma fase promissora, culminando num remate de José Fonte ao poste, para além de uma atenta defesa de Lloris a remate de João Moutinho.
Mas, como tantas vezes sucede nestas ocasiões, o tempo corria contra nós, e a equipa acabou por não ter a capacidade de quebrar a barreira francesa, pelo que, mantendo-se inalterado o resultado – e sendo um eventual empate pontual no final desta fase de grupos decidido em função do confronto directo – a selecção Campeã do Mundo garantia automaticamente o apuramento para a “Final Four” da Liga das Nações.
No final, o treinador português não conseguia encontrar explicações para a forma algo amorfa como a sua equipa actuara, restando render-se à evidência de ter defrontado um adversário que – após uma derrota (0-1) na Final do “EURO 2106” e um nulo registado na primeira volta, em dois jogos realizados em França – se superiorizou, marcando pela primeira (e única) vez, ao terceiro jogo…
“EURO 2020” – Qualificação – Play-off
Play-off A – Hungria – Islândia – 2-1
Play-off B – I. Norte – Eslováquia – 1-1 (1-2 a.p.)
Play-off C – Sérvia – Escócia – 1-1 (4-5 g.p.)
Play-off D – Geórgia – Macedónia do Norte – 0-1
Em função dos resultados desta noite, ficou definida a composição dos Grupos da Fase Final do “Europeu 2020” de Futebol:
Grupo A Grupo B Grupo C Itália Bélgica Ucrânia Suíça Rússia Holanda Turquia Dinamarca Áustria País de Gales Finlândia Macedónia Norte Grupo D Grupo E Grupo F Inglaterra Espanha Alemanha Croácia Polónia França R. Checa Suécia Portugal Escócia Eslováquia Hungria
Apuram-se para os 1/8 de final os 2 primeiros classificados de cada grupo, assim como os quatro melhores dos 3.º classificados.
Os jogos serão disputados nas seguintes cidades: Baku e Roma (Grupo A); Copenhaga e S. Petersburgo (Grupo B); Amesterdão e Bucareste (Grupo C); Glasgow e Londres (Grupo D); Bilbao e Dublin (Grupo E); Budapeste e Munique (Grupo F).
A selecção de Portugal estreia-se a 15 de Junho de 2021, em Budapeste, frente à Hungria; joga com a Alemanha em Munique a 19 de Junho; concluindo a fase de grupos, a 23 de Junho, com a França, novamente em Budapeste.
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Benfica – Rangers – 3-3
Lech Poznań – Standard Liège – 3-1
1º Benfica e Rangers, 7; 3º Lech Poznań, 3; 4º Standard Liège, 0
Grupo G
Zorya Luhansk – AEK – 1-4
Leicester – Sp. Braga – 4-0
1º Leicester, 9; 2º Sp. Braga, 6; 3º AEK, 3; 4º Zorya Luhansk, 0
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Liga Europa – 3ª jornada – Benfica – Rangers
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Diogo Gonçalves (45m – Gilberto Moraes), Jan Vertonghen, Nicolás Otamendi, Nuno Tavares (45m – Alejandro “Álex” Grimaldo), Luís Fernandes “Pizzi” (21m – Jardel Vieira), Julian Weigl, Adel Taarabt, Everton Soares (67m – Gian-Luca Waldschmidt), Rafael “Rafa” Silva e Haris Seferović (60m – Darwin Núñez)
Rangers – Allan McGregor, James Tavernier, Connor Goldson, Filip Helander, Borna Barišić, Steven Davis, Ryan Jack, Joe Aribo (69m – Scott Arfield), Glen Kamara, Ryan Kent e Alfredo Morelos
1-0 – Connor Goldson (p.b.) – 2m
1-1 – Diogo Gonçalves (p.b.) – 24m
1-2 – Glen Kamara – 25m
1-3 – Alfredo Morelos – 51m
2-3 – Rafael “Rafa” Silva – 77m
3-3 – Darwin Núñez – 90m
Cartões amarelos – Não houve
Cartão vermelho – Nicolás Otamendi (19m)
Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)
Jesus apostou na “poupança” (deixando de fora, de início, Grimaldo, Waldschmidt e Darwin Núñez) e as coisas estiveram a ponto de correr mesmo muito mal, também devido, especialmente, a um erro de principiante da parte do experiente Otamendi, de que resultou a inferioridade numérica do Benfica durante mais de 70 minutos…
No final, o Benfica conseguiu, in extremis (já em período de compensação), salvar a manutenção da invencibilidade caseira em todos os 24 jogos até à data disputados no seu reduto na Liga Europa (novo record na competição), mercê de uma obra de arte da dupla Waldschmidt e Darwin Núñez, com o segundo a dar a sequência ideal (remate para o fundo da baliza, desviando a bola do alcance do guardião contrário) a uma excelente abertura do primeiro, fazendo a bola romper pelo centro da defesa adversária.
E as coisas até tinham começado tão bem! Logo na viragem do primeiro para o segundo minuto de jogo, uma arrancada de Rafa, junto à linha final, com um passe atrasado, a solicitar a entrada de um companheiro, culminou no primeiro golo, em função de uma infeliz intercepção do defesa central do Rangers.
Ainda no primeiro quarto de hora, o Benfica, então a assumir a iniciativa e o controlo do jogo, teria ainda outra ocasião de perigo a seu favor, mas que não concretizaria.
Até que, num lançamento em profundidade, para as costas da defesa benfiquista, Ryan Kent surgiu isolado (não sendo clara a legalidade do seu posicionamento), em fuga na direcção da baliza, para ficar cara a cara com Vlachodimos; Otamendi, sem pernas para conseguir acompanhar o adversário, começou por dar-lhe dois pequenos toques (de “baixa intensidade”) com a mão nas costas, procurando desequilibrá-lo, o que conseguiria com um contacto com as pernas. O árbitro, sem complacência, exibiu-lhe de imediato o cartão vermelho (acabaria por ser o único cartão durante todo o jogo!…).
Pizzi seria o sacrificado, para a entrada de Jardel para o eixo da defesa, mas, ainda antes de a equipa se conseguir recompor e reorganizar, já tinha sofrido dois golos, de rajada, em menos de dois minutos: o primeiro, numa defeituosa tentativa de alívio da bola por parte de Diogo Gonçalves, a fazer um autêntico remate para a sua própria baliza; o segundo, com o Rangers a aproveitar todas as facilidades concedidas.
A equipa do Benfica estava completamente à deriva, o que se agravaria, logo no arranque da segunda parte – e já após Jesus ter trocado ambos os defesas laterais – com o terceiro tento dos escoceses. Valeria então Vlachodimos para protelar/evitar o que se adivinhava poder ser um ainda maior dilatar do marcador, neutralizando um punhado de situação de grande perigo (nessa fase o Rangers ficou a dever a si próprio mais dois ou três golos…).
Com meia hora para jogar, Jesus atribuiu a Darwin Núnez uma das mais ingratas missões que se podem dar a um avançado: procurar, miraculosamente, inverter o rumo dos acontecimentos, no seio de uma equipa desorientada, com um jogador a menos, perante um adversário confiante e confortável com a vantagem que alcançara.
E Darwin – um portento da natureza, não apenas em termos físicos – não falhou! Primeiro, “fabricando” o segundo golo do Benfica, que “ofereceu” a Rafa. Seria, em condições normais, um suplemento anímico suficientemente forte para empurrar a equipa em busca do empate. Mas, nem nesse quarto de hora final, nunca foi esse o sinal transmitido, num conjunto tristonho, sem ideias, sem saber como “desatar o nó”… até ao fantástico lance (praticamente final), com a dupla de “suplentes” a conseguir inventar, “do nada”, o 3-3!
Um resultado deveras lisonjeiro para o Benfica – claramente desfasado do que “produziu” durante os noventa minutos, penalizando algum “excesso de confiança” do Rangers -, com uma exibição do colectivo, que, uma vez mais, deixa muitas interrogações a pairar. Continua a haver muito trabalho por fazer, a vários níveis. O apuramento para a fase seguinte da competição parece praticamente adquirido, mas vai ser necessário jogar muito mais…
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Lokomotiv Moskva – At. Madrid – 1-1
RB Salzburg – Bayern – 2-6
1º Bayern, 9; 2º At. Madrid, 4; 3º Lokomotiv Moskva, 2; 4º RB Salzburg, 1
Grupo B
Shakhtar Donetsk – B. M’Gladbach – 0-6
Real Madrid – Inter – 3-2
1º B. M’Gladbach, 5; 2º Real Madrid e Shakhtar Donetsk, 4; 4º Inter, 2
Grupo C
FC Porto – Marseille – 3-0
Manchester City – Olympiakos – 3-0
1º Manchester City, 9; 2º FC Porto, 6; 3º Olympiakos, 3; 4º Marseille, 0
Grupo D
Atalanta – Liverpool – 0-5
Midtjylland – Ajax – 1-2
1º Liverpool, 9; 2º Ajax e Atalanta, 4; 4º Midtjylland, 0
Grupo E
Sevilla – Krasnodar – 3-2
Chelsea – Rennes – 3-0
1º Chelsea e Sevilla, 7; 3º Rennes e Krasnodar, 1
Grupo F
Brugge – B. Dortmund – 0-3
Zenit – Lazio – 1-1
1º B. Dortmund, 6; 2º Lazio, 5; 3º Brugge, 4; 4º Zenit, 1
Grupo G
Ferencváros – Juventus – 1-4
Barcelona – D. Kyiv – 2-1
1º Barcelona, 9; 2º Juventus, 6; 3º D. Kyiv e Ferencváros, 1
Grupo H
Istanbul Başakşehir – Manchester United – 2-1
RB Leipzig – Paris St.-Germain – 2-1
1º Manchester United e RB Leipzig, 6; 2º Paris St.-Germain e Istanbul Başakşehir, 3
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Rangers – Lech Poznań – 1-0
Benfica – Standard Liège – 3-0
1º Benfica e Rangers, 6; 3º Lech Poznań e Standard Liège, 0
Grupo G
AEK – Leicester – 1-2
Zorya Luhansk – Sp. Braga – 1-2
1º Leicester e Sp. Braga, 6; 3º AEK e Zorya Luhansk, 0
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