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Liga Europa – 2ª jornada – Benfica – Standard Liège
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Diogo Gonçalves, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Nuno Tavares, Luís Fernandes “Pizzi” (79m – Gonçalo Ramos), Gabriel Pires (72m – Julian Weigl), Pedro “Pedrinho” da Silva (45m – Rafael “Rafa” Silva), Everton Soares, Gian-Luca Waldschmidt (68m – Adel Taarabt ) e Darwin Núñez (72m – Haris Seferović)
Standard de Liège – Arnaud Bodart, Collins Fai, Zinho Vanheusden (75m – Kostas Laifis), Noé Dussenne, Nicolas Gavory, Merveille Bokadi, Selim Amallah (80m – Felipe Avenatti), Gojko Cimirot (75m – Joachim Carcela-Gonzalez), Samuel Bastien, Mehdi Carcela-Gonzalez e Obbi Oularé (70m – Aleksandar Boljević)
1-0 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 49m
2-0 – Gian-Luca Waldschmidt (pen.) – 66m
3-0 – Luís Fernandes “Pizzi” – 76m
Cartões amarelos – Diogo Gonçalves (43m); Arnaud Bodart (48m) e Collins Fai (65m)
Árbitro – François Letexier (França)
Num jogo em que ficou claramente patente que as duas equipas são de “campeonatos diferentes”, o Benfica, prolongando para 23 a sua série de invencibilidade caseira em jogos da Liga Europa (todos os que, até à data, disputou nesta competição, desde a estreia, em Setembro de 2009), igualou o record anteriormente estabelecido pelo Zenit – destacando-se ainda a particularidade de, em 48 partidas disputadas na competição, 40 terem sido em fases a “eliminar”, dos 1/16 de final até à final (duas), tendo este sido, apenas, o oitavo encontro a contar para a fase de Grupos, em que a equipa portuguesa marca presença somente pela segunda vez (após dez épocas consecutivas de participação ininterrupta na “Champions League”).
Num desafio de “sentido único”, o Standard de Liège – outrora um nome de relevo no futebol europeu – revelou notória fragilidade competitiva, não ameaçando nunca a baliza benfiquista, com a formação portuguesa a dominar todo o jogo, com estatísticas avassaladoras a nível de posse de bola (2/3) e remates (16-5), sendo que os belgas apenas conseguiram fazer um único remate enquadrado com a baliza.
Porém, nos primeiros 45 minutos tal domínio foi improfícuo, não tendo o Benfica criado também grandes ocasiões de perigo ao adversário. A resistência do Standard de Liège acabaria por vir a ser quebrada praticamente a abrir o segundo tempo, com o primeiro golo a surgir na sequência de uma grande penalidade.
A partir daí, mais serena, a turma da Luz, dispôs, a seu bel-prazer, do adversário, vindo a ampliar a vantagem em função de outra grande penalidade – em lances contestados pelos belgas, que se queixaram da arbitragem francesa. O melhor da noite estava reservado para o final, com o terceiro tento, numa excelente execução de Pizzi, com um remate em arco, a tirar a bola do alcance do guardião contrário.
Sem forçar demasiado, mantendo também o sentido na segurança defensiva – ensaiando, outra vez, um novo quarteto nesse sector (dadas as lesões prolongadas de André Almeida e Grimaldo, substituídos por Diogo Gonçalves e Nuno Tavares), a dar boa conta de si, até mais em missões de cariz ofensivo -, e procurando gerir o esforço de vários jogadores, com rotação de praticamente todos os elementos que actuam nas zona nevrálgicas do meio-campo e do ataque (o único a completar os 90 minutos foi Everton), o Benfica teve uma noite europeia tranquila como há muito não se via – coincidindo com o regresso ao Estádio, após praticamente oito meses de ausência, de público, limitado a 7,5 % da capacidade (4.875 espectadores).
Vencendo categoricamente, reforçando a condição de favorito ao apuramento, o Benfica disputará o 1.º lugar do Grupo com o Rangers (ambos com duas vitórias nas duas rondas iniciais, já com um fosso de seis pontos em relação aos outros dois concorrentes), precisamente o próximo adversário, também em casa, em desafio agendado já para a próxima semana (dia 5 de Novembro).
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
At. Madrid – RB Salzburg – 3-2
Lokomotiv Moskva – Bayern – 1-2
1º Bayern, 6; 2º At. Madrid, 3; 3º RB Salzburg e Lokomotiv Moskva, 1
Grupo B
B. M’Gladbach – Real Madrid – 2-2
Shakhtar Donetsk – Inter – 0-0
1º Shakhtar Donetsk, 4; 2º B. M’Gladbach e Inter, 2; 4º Real Madrid, 1
Grupo C
Marseille – Manchester City – 0-3
FC Porto – Olympiakos – 2-0
1º Manchester City, 6; 2º FC Porto e Olympiakos, 3; 4º Marseille, 0
Grupo D
Liverpool – Midtjylland – 2-0
Atalanta – Ajax – 2-2
1º Liverpool, 6; 2º Atalanta, 4; 3º Ajax, 1; 4º Midtjylland, 0
Grupo E
Krasnodar – Chelsea – 0-4
Sevilla – Rennes – 1-0
1º Chelsea e Sevilla, 4; 3º Rennes e Krasnodar, 1
Grupo F
B. Dortmund – Zenit – 2-0
Brugge – Lazio – 1-1
1º Lazio e Brugge, 4; 3º B. Dortmund, 3; 4º Zenit, 0
Grupo G
Juventus – Barcelona – 0-2
Ferencváros – D. Kyiv – 2-2
1º Barcelona, 6; 2º Juventus, 3; 3º D. Kyiv e Ferencváros, 1
Grupo H
Manchester United – RB Leipzig – 5-0
Istanbul Başakşehir – Paris St.-Germain – 0-2
1º Manchester United, 6; 2º Paris St.-Germain e RB Leipzig, 3; 4º Istanbul Başakşehir, 0
João Almeida 4.º no “Giro de Itália”

2.º classificado na 1.ª etapa (contra-relógio individual), tendo conquistado a “Maglia Rosa” no final da 3.ª etapa (a 5 de Outubro), que ostentou até à 18.ª etapa (a 22 de Outubro), o fantástico desempenho do jovem (22 anos) ciclista português João Almeida – na estreia em provas de três semanas – foi uma das grandes sensações desta edição do “Giro de Itália”, apontando um promissor futuro.
Mas, para além de João Almeida, outro português brilhou ao mais alto nível, nas montanhas transalpinas, com Rúben Guerreiro a sagrar-se vencedor do Prémio da Montanha, ostentando a correspondente camisola azul, um inédito feito histórico, numa das principais provas de ciclismo do Mundo, tendo, adicionalmente, vencido uma etapa.
Numa prova em que os dois primeiros classificados chegaram ao contra-relógio final, na derradeira etapa, empatados em termos de tempo, fica ainda a curiosidade de o vencedor não ter envergado, durante todo o percurso, a “camisola rosa”.
Classificação geral final:
1.º Tao Geoghegan Hart (Reino Unido) – Ineos Grenadiers – 85h 40′ 21”
2.º Jai Hindley (Austrália) – Team Sunweb – a 00′ 39”
3.º Wilco Kelderman (Holanda) – Team Sunweb – a 01′ 29”
4.º João Almeida (Portugal) – Deceuninck-Quick-Step – a 02′ 57”
5.º Pello Bilbao (Espanha) – Bahrain-McLaren – a 03′ 09”
6.º Jakob Fuglsang (Dinamarca) – Astana Pro Team – a 07′ 02”
7.º Vincenzo Nibali (Itália) – Trek Segafredo – a 08′ 15”
8.º Patrick Konrad (Austria) – Bora-Hansgrohe – a 08′ 42”
9.º Fausto Masnada (Itália) – Deceuninck-Quick-Step – a 09′ 57”
10.º Hermann Pernsteiner (Austria) – Bahrain-McLaren – a 11′ 05”
…
33.º Rúben Guerreiro (Portugal) – EF – Pro Cycling – a 1h 58′ 58”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da “Volta à Itália”:
- 5 vitórias – Alfredo Binda (1925, 1927, 1928, 1929 e 1933); Fausto Coppi (1940, 1947, 1949, 1952 e 1953); e Eddy Merckx (1968, 1970, 1972, 1973 e 1974)
- 3 vitórias – Giovanne Brunero (1921, 1922 e 1926); Gino Bartali (1936, 1937 e 1946); Florenzo Magni (1948, 1951 e 1955); Felice Gimondi (1967, 1969 e 1976); Bernard Hinault (1980, 1982 e 1985)
- 2 vitórias – Carlo Galetti (1910 e 1911); Costante Girardengo (1919 e 1923); Giovanni Valetti (1938 e 1939); Charly Gaul (1956 e 1959); Jacques Anquetil (1960 e 1964); Franco Balmamion (1962 e 1963); Giuseppe Saronni ((1979 e 1983); Miguel Indurain (1992 e 1993); Ivan Gotti (1997 e 1999); Gilberto Simoni (2001 e 2003); Paolo Salvoldelli (2002 e 2005); Ivan Basso (2006 e 2010); Alberto Contador (2008 e 2015); Vincenzo Nibali (2013 e 2016)
- 1 vitoria – Luigi Ganna (1909); Carlo Oriani (1913); Alfonso Calzolari (1914); Gaetano Belloni (1920); Giuseppe Enrici (1924); Luigi Marchisio (1930); Francesco Camusso (1931); Antonio Pesenti (1932); Learco Guerra (1934); Vasco Bergamaschi (1935); Hugo Koblet (1950); Carlo Clerici (1954); Gastone Nencini (1957); Ercole Baldini (1958); Arnaldo Pambianco (1961); Vittorio Adorni (1965); Gianni Motta (1966); Gösta Pettersson (1971); Fausto Bertoglio (1975); Michel Pollentier (1977); Johan De Muynck (1978); Giovanni Battaglin (1981); Francesco Moser (1984); Roberto Visentini (1986); Stephen Roche (1987); Andrew Hampsten (1988); Laurent Fignon (1989); Gianni Bugno (1990); Franco Chioccioli (1991); Evgeni Berzin (1994); Tony Rominger (1995); Pavel Tonkov (1996); Marco Pantani (1998); Stefano Garzelli (2000); Damiano Cunego (2004), Danilo Di Luca (2007); Denis Menchov (2009); Michele Scarponi (2011); Ryder Hesjedal (2012); Nairo Quintana (2014); Tom Dumoulin (2017); Chris Froome (2018); Richard Carapaz (2019); Tao Geoghegan Hart (2020)
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Lech Poznań – Benfica – 2-4
Standard Liège – Rangers – 0-2
1º Benfica e Rangers, 3; 3º Lech Poznań e Standard Liège, 0
Grupo G
Leicester – Zorya Luhansk – 3-0
Sp. Braga – AEK – 3-0
1º Leicester e Sp. Braga, 3; 3º AEK e Zorya Luhansk, 0
(mais…)
Liga Europa – 1ª jornada – Lech Poznań – Benfica
Lech Poznań – Filip Bednarek, Alan Czerwiński, Tomasz Dejewski, Đorđe Crnomarković, Tymoteusz Puchacz (74m – Vasyl Kravets), Michał Skóraś (90m – Mohammad Awaed), Pedro Tiba, Jakub Moder, Jakub Kamiński (67m – Filip Marchwiński), Daniel Ramirez (67m – Karlo Muhar) e Mikael Ishak (74m – Nikoloz “Nika” Kacharava)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo (67m – Nuno Tavares), Adel Taarabt (62m – Julian Weigl), Gabriel Pires, Luís Fernandes “Pizzi” (45m – Rafael “Rafa” Silva), Everton Soares (87m – Jardel Vieira), Gian-Luca Waldschmidt (62m – Pedro “Pedrinho” da Silva) e Darwin Núñez
0-1 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 9m
1-1 – Mikael Ishak – 15m
1-2 – Darwin Núñez – 42m
2-2 – Mikael Ishak – 48m
2-3 – Darwin Núñez – 60m
2-4 – Darwin Núñez – 90m
Cartões amarelos – Đorđe Crnomarković (17m) e Karlo Muhar (90m)
Árbitro – Nikola Dabanović (Montenegro)
Depois da ainda não “digerida” eliminação da Liga dos Campeões, o Benfica estreava-se na Liga Europa, defrontando um adversário modesto (vice-campeão da Polónia, todavia, presentemente, no 9.º lugar do seu campeonato), que apresentou um futebol pouco evoluído, mas que, ainda assim, causou alguns calafrios, mantendo a incerteza sobre o desfecho da partida até final.
Não obstante a vitória, fruto da eficácia na concretização – com destaque para o “hat-trick” de Darwin Núñez -, o comportamento “europeu” do Benfica continua a suscitar muitas interrogações.
E, assumindo o favoritismo, a turma encarnada até entrou praticamente a ganhar no jogo, mercê de uma grande penalidade conquistada por Waldschmidt, em função de intercepção do defesa com a mão, a qual Pizzi converteu, pese embora sem grande convicção.
Ao contrário do que seria de esperar, em vez de ganhar confiança e embalar para uma boa exibição, o golo tão cedo alcançado pareceu ter feito mal à equipa portuguesa…
Que começara, desde logo, a denotar inquietante desacerto na sua zona defensiva, pelo que acabaria por não surpreender o tento do empate da formação polaca. O Lech Poznań voltaria a assustar, com uma bola na trave.
Até que começaria o “festival” Darwin Núñez, a recolocar o Benfica em vantagem pouco antes do intervalo, num lance de classe superior, culminando o cruzamento do lateral direito, Gilberto – a substituir o lesionado André Almeida, com paragem para mais de seis meses -, com uma potente cabeçada, depois de uma extraordinária impulsão, num remate inapelável para o guardião polaco.
No recomeço, a turma benfiquista poderia beneficiar novamente de mais esse tónico de confiança, mas as coisas logo começariam a correr mal; no lance imediato a uma ocasião soberana, desperdiçada – com um defesa contrário a salvar sobre a linha de baliza – o conjunto polaco restabeleceria, outra vez, o empate, expondo uma vez mais as notórias fragilidades da organização defensiva do Benfica, é verdade, com um quarteto muito pouco “rodado”nesse sector.
Passando por uma fase de alguma oscilação, com o jogo “partido”, podendo o golo cair para qualquer dos lados, acabaria por ser Darwin a bisar, de novo, num lance de grande categoria. Não obstante pela terceira vez estar em vantagem, o Benfica nunca deu mostra de ter o jogo “fechado”, ou, se quisermos, o Lech Poznań nunca deixou de manter em sobressalto a defesa benfiquista, apesar de, com alguma naturalidade, ir baixando de rendimento.
O quarto golo do Benfica, terceiro do jovem uruguaio, que se estreou a marcar neste desafio – já depois de Jorge Jesus ter “dado ordem” de salvaguardar o resultado, com a entrada de um terceiro defesa central, Jardel -, veio dar ao marcador uma expressão ilusória de superioridade da equipa portuguesa, a qual, contudo, ficou por demonstrar de forma categórica, pelo menos ao nível do que é a (grande) diferença de potecial entre ambos os plantéis.
Em qualquer caso, ficam sinais positivos a nível ofensivo, e, principalmente, os primeiros três pontos, somados, em terreno alheio, um estímulo para novos triunfos, preferencialmente mais convincentes.
Para a história fica igualmente o registo da 200.ª vitória do Benfica em provas da UEFA (excluindo-se desta contagem a “Taça das Cidades com Feiras”) e o atingir dos 500 pontos (dado contar igualmente com 100 empates) – marca apenas superada pelos “colossos” Real Madrid, Barcelona, Bayern München, Juventus e Liverpool!
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
RB Salzburg – Lokomotiv Moskva – 2-2
Bayern – At. Madrid – 4-0
1º Bayern, 3; 2º Lokomotiv Moskva e RB Salzburg, 1; 4º At. Madrid, 0
Grupo B
Real Madrid – Shakhtar Donetsk – 2-3
Inter – B. M’Gladbach – 2-2
1º Shakhtar Donetsk, 3; 2º B. M’Gladbach e Inter, 1; 4º Real Madrid, 0
Grupo C
Manchester City – FC Porto – 3-1
Olympiakos – Marseille – 1-0
1º Manchester City e Olympiakos, 3; 3º Marseille e FC Porto, 0
Grupo D
Midtjylland – Atalanta – 0-4
Ajax – Liverpool – 0-1
1º Atalanta e Liverpool, 3; 3º Ajax e Midtjylland, 0
Grupo E
Chelsea – Sevilla – 0-0
Rennes – Krasnodar – 1-1
1º Krasnodar, Rennes, Chelsea e Sevilla, 1
Grupo F
Zenit – Brugge – 1-2
Lazio – B. Dortmund – 3-1
1º Lazio e Brugge, 3; 3º Zenit e B. Dortmund, 0
Grupo G
Barcelona – Ferencváros – 5-1
D. Kyiv – Juventus – 0-2
1º Barcelona e Juventus, 3; 3º D. Kyiv e Ferencváros, 0
Grupo H
RB Leipzig – Istanbul Başakşehir – 2-0
Paris St.-Germain – Manchester United – 1-2
1º RB Leipzig e Manchester United, 3; 3º Paris St.-Germain e Istanbul Başakşehir, 0
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 4.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Polónia-Bósnia-Herzegovina – 3-0 / Itália-Países Baixos – 1-1
1.º Polónia, 7; 2.º Itália, 6; 3º Países Baixos, 5; 4.º Bósnia-Herzegovina, 2
Grupo 2 – Inglaterra-Dinamarca – 0-1 / Islândia-Bélgica – 1-2
1.º Bélgica, 9; 2º Dinamarca e Inglaterra, 7; 4º Islândia, 0
Grupo 3 – Croácia-França – 1-2 / Portugal-Suécia – 3-0
1.º Portugal e França, 10; 3.º Croácia, 3; 4º Suécia, 0
Grupo 4 – Ucrânia-Espanha – 1-0 / Alemanha-Suíça – 3-3
1.º Espanha, 7; 2.º Alemanha e Ucrânia, 6; 4.º Suíça, 2
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2022/23).
Portugal – Suécia (Liga das Nações – 4.ª Jornada)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho (80m – João Moutinho), Danilo Pereira, Bruno Fernandes (88m – Renato Sanches), Diogo Jota (88m – Rafa Silva), Bernardo Silva (75m – André Silva) e João Félix (75m – Daniel Podence)
Suécia – Robin Olsen, Mikael Lustig (54m – Mattias Johansson), Pontus Jansson, Victor Lindelöf, Pierre Bengtsson, Dejan Kulusevski (88m – Sebastian Larsson), Kristoffer Olsson, Albin Ekdal, Viktor Claesson, Marcus Berg (88m – Martin Olsson) e Robin Quaison (62m – Alexander Isak)
1-0 – Bernardo Silva – 21m
2-0 – Diogo Jota – 44m
3-0 – Diogo Jota – 72m
Cartões amarelos – Diogo Jota (52m) e Bruno Fernandes (85m); Albin Ekdal (36m), Kristoffer Olsson (57m), Pontus Jansson (62m), Jan Andersson (Treinador – 72m) e Marcus Berg (79m)
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
Depois do animador resultado obtido em França, a selecção nacional recebia a Suécia, actual último classificado do grupo, com a responsabilidade de ser favorita. E, assumindo-se, não enjeitou tal responsabilidade.
Mesmo privada de Cristiano Ronaldo, em isolamento, após ter acusado positivo em teste relativo ao COVID-19, a equipa portuguesa teve sempre mais iniciativa e domínio do jogo, pese embora os suecos se terem também apresentado de forma desinibida, sem excessivas cautelas defensivas, e provocando mesmo alguns calafrios no último reduto português, sobretudo na fase final do primeiro tempo, com a bola, caprichosamente, a bater nos ferros da baliza de Rui Patrício.
Já depois de não ter dado a melhor sequência a um par de oportunidades, Portugal chegaria mesmo ao golo, por Bernardo Silva, após boa assistência de Diogo Jota. Estava dado o mote para o que seria a grande figura desta partida, com um jogo memorável: o “substituto” de Cristiano Ronaldo, precisamente Diogo Jota, que viria ainda a ser o autor dos outros dois golos de Portugal.
Em função dos perigosos contra-ataques da Suécia, o segundo tento da selecção portuguesa, obtido mesmo a findar os primeiros 45 minutos, revelar-se-ia determinante em termos da evolução do encontro.
Ainda assim, a formação sueca voltou para a segunda parte mantendo em mira, em primeira instância, a possibilidade de reduzir a desvantagem, forçando a equipa nacional a agrupar-se no seu meio campo, com Rui Patrício, outra vez, a grande nível. Até que, aproveitando também os espaços, num lance de grande talento de Diogo Jota, desenvencilhando-se dos adversários que lhe surgiram no caminho, marcou um golo de belo efeito, selando a convincente vitória portuguesa.
Em paralelo, da Croácia até chegaram a ser positivas as notícias, quando os croatas empataram a um golo; todavia, a França acabaria por vencer por 2-1, mantendo-se, pois, a liderança partilhada do grupo, antes do derradeiro ciclo de dois jogos, primeiro com Portugal a receber os Campeões do Mundo em título – num desafio que poderá revestir-se de cariz decisivo (em caso de vitória de uma das equipas, a que ganhar garante automaticamente o apuramento para a fase final) -, antes de se deslocar ao terreno dos… vice-campeões do Mundo.
Não obstante mantenha um excelente desempenho nesta fase de qualificação da Liga das Nações, a missão que Portugal tem pela frente continua a ser tudo menos fácil…
Lewis Hamilton iguala record de Michael Schumacher
Ao vencer o Grande Prémio de “Eifel” (cadeia montanhosa), em Nürburgring (Alemanha), o britânico Lewis Hamilton igualou o extraordinário record de 91 vitórias em Grandes Prémios de Fórmula 1 do alemão Michael Schumacher:
91 vitórias de Lewis Hamilton:
- Abu Dhabi (5) – 2011, 2014, 2016, 2018, 2019
- Alemanha (4) – 2008, 2011, 2016, 2018
- Eifel – Alemanha (1) – 2020
- Austrália (2) – 2008, 2015
- Áustria (1) – 2016
- Estíria – Áustria (1) – 2020
- Azerbaijão (1) – 2018
- Bahrain (3) – 2014, 2015, 2019
- Bélgica (4) – 2010, 2015, 2017, 2020
- Brasil (2) – 2016, 2018
- Canadá (7) – 2007, 2010, 2012, 2015, 2016, 2017, 2019
- China (6) – 2008, 2011, 2014, 2015, 2017, 2019
- Espanha (5) – 2014, 2017, 2018, 2019, 2020
- EUA (6) – 2007, 2012, 2014, 2015, 2016, 2017
- França (2) – 2018, 2019
- Grã-Bretanha (7) – 2008, 2014, 2015, 2016, 2017, 2019, 2020
- Hungria (8) – 2007, 2009, 2012, 2013, 2016, 2018, 2019, 2020
- Itália (5) – 2012, 2014, 2015, 2017, 2018
- Toscânia – Itália (1) – 2020
- Japão (5) – 2007, 2014, 2015, 2017, 2018
- Malásia (1) – 2014
- México (2) – 2016, 2019
- Mónaco (3) – 2008, 2016, 2019
- Rússia (4) – 2014, 2015, 2018, 2019
- Singapura (4) – 2009, 2014, 2017, 2018
- Turquia (1) – 2010
91 vitórias de Michael Schumacher:
- Alemanha (4) – 1995, 2002, 2004, 2006
- Europa – Alemanha (5) – 1995, 2000, 2001, 2004, 2006
- Argentina (1) – 1998
- Austrália (4) – 2000, 2001, 2002, 2004
- Áustria (2) – 2002, 2003
- Bahrain (1) – 2004
- Bélgica (6) – 1992, 1995, 1996, 1997, 2001, 2002
- Brasil (4) – 1994, 1995, 2000, 2002
- Canadá (7) – 1994, 1997, 1998, 2000, 2002, 2003, 2004
- China (1) – 2006
- Espanha (6) – 1995, 1996, 2001, 2002, 2003, 2004
- Europa – Espanha (1) – 1994
- EUA (5) – 2000, 2003, 2004, 2005, 2006
- França (8) – 1994, 1995, 1997, 1998, 2001, 2002, 2004, 2006
- Grã-Bretanha (3) – 1998, 2002, 2004
- Hungria (4) – 1994, 1998, 2001, 2004
- Itália (5) – 1996, 1998, 2000, 2003, 2006
- Japão (6) – 1995, 1997, 2000, 2001, 2002, 2004
- Pacífico – Japão (2) – 1994, 1995
- Malásia (3) – 2000, 2001, 2004
- Mónaco (5) – 1994, 1995, 1997, 1999, 2001
- Portugal (1) – 1993
- S. Marino (7) – 1994, 1999, 2000, 2002, 2003, 2004, 2006
Na corrida de hoje o finlandês Kimi Raikkonen fixou o record de maior número de Grandes Prémios disputados (323), superando o registo do brasileiro Rubens Barrichello (322), tendo Fernando Alonso 311. Michael Schumacher participou em 306 provas, enquanto que Lewis Hamilton disputou já 261 Grandes Prémios.




