Posts filed under ‘Desporto’

Liga dos Campeões – 1/4 final (2.ª mão) – Liverpool – Benfica

LiverpoolLiverpool – Alisson Becker, Joseph “Joe” Gomez, Ibrahima Konaté, Joël Matip, Konstantinos “Kostas” Tsimikas, Naby Keïta, James Milner (57m – Thiago Alcântara), Jordan Henderson (57m – Fábio Tavares “Fabinho”), Diogo José “Jota” (57m – Mohamed Salah), Luis Díaz (66m – Sadio Mané) e Roberto Firmino (90m – Divock Origi)

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes (90m – Gil Dias), Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo, Everton Soares (90m – André Almeida), Julian Weigl, Adel Taarabt (66m – João Mário), Diogo Gonçalves (45m – Roman Yaremchuk), Gonçalo Ramos (78m – Paulo Bernardo) e Darwin Núñez

1-0 – Ibrahima Konaté – 21m
1-1 – Gonçalo Ramos – 32m
2-1 – Roberto Firmino – 55m
3-1 – Roberto Firmino – 65m
3-2 – Roman Yaremchuk – 73m
3-3 – Darwin Núñez – 82m

Cartões amarelos – Não houve

Árbitro – Serdar Gözübüyük (Países Baixos)

Como seria expectável confirmou-se o final da campanha do Benfica na presente edição da “Liga dos Campeões”. Mas, também como aqui escrevera na semana passada, o Benfica saiu da competição de “cabeça erguida”. Mais, surpreendeu até, impondo um empate (a três golos!) em Anfield Road, ante o poderosíssimo Liverpool.

Devido a falhas próprias (outra vez a sofrer golos de lances de “bola parada”, denotando fragilidades defensivas) a equipa portuguesa nunca conseguiu, efectivamente, reentrar na eliminatória. Mas tal até poderia ter acontecido, não fosse a sensacional defesa de Alisson, ao que teria sido o 4-3 para o Benfica, já perto do minuto 90. Um golo que, a ter ocorrido, poderia ter ainda lançado dúvida substancial no espírito dos jogadores da casa…

Sendo que, para além dos três tentos – e do tal lance do hipotético “4-3” – a turma benfiquista viu ainda invalidados outros dois “golos”, o que demonstra bem a personalidade com que enfrentou o adversário.

É, igualmente, verdade que o Liverpool, depois de ter consentido o empate a um, tratou de “fechar” outra vez a eliminatória, com o bis de Roberto Firmino, e que, a partir daí, voltou a “descansar” sobre a vantagem de que dispunha, em gestão para novo embate com o Manchester City, para as meias-finais da Taça de Inglaterra (numa lógica de activa “rotação” do plantel, Klopp fizera alinhar, logo de início, apenas quatro dos jogadores que tinham começado o desafio no Estádio da Luz: o guarda-redes Alisson Becker, Konaté, Keïta e Luis Díaz).

Pois, seria precisamente o defesa central, Konaté, na sequência de um canto, a inaugurar outra vez o marcador, tal como sucedera na Luz, e, praticamente na mesma fase, ainda na metade inicial do primeiro tempo. Isto, depois de Everton ter criado perigo junto da baliza contrária, logo aos 13 minutos… mas, também, de Vlachodimos ter já “dito presente”, a “adiar” a chegada do primeiro golo do Liverpool.

Reagindo bem, privilegiando as transições rápidas – quase de imediato Darwin, depois de “picar” a bola sobre Alisson, veria o primeiro lance de golo invalidado pela arbitragem –, apenas cerca de dez minutos volvidos após o tento sofrido, Gonçalo Ramos restabeleceria mesmo a igualdade, dando o melhor aproveitamento, sem vacilar, a um ressalto de bola, que o deixara isolado.

Até final da primeira parte, perdura ainda a imagem do sensacional desarme de Grimaldo, antecipando-se a Luis Díaz, a “tirar o pão da boca” ao colombiano, que se aprestava para visar a baliza.

No recomeço Nélson Veríssimo apostou na entrada de Yaremchuk (por troca com Diogo Gonçalves, que “substituira” o lesionado Rafa), procurando reforçar o sector ofensivo. Porém, uma dupla falha, de Vlachodimos e Vertonghen, possibilitou a Firmino recolocar a sua equipa em vantagem, apenas com dez minutos decorridos. E, mais outros dez minutos passados, o brasileiro, não enjeitando as “facilidades”, bisava.

Klopp fizera já entrar em jogo Thiago Alcântara, Fabinho e Salah, a que se juntaria ainda, de imediato após o 3-1, Sadio Mané – alterações a fazer recear que o “placard” pudesse continuar a subir, a favor do Liverpool.

Mas, nessa altura, já a equipa inglesa “desligara os motores”, e o Benfica não se faria também rogado, aproveitando o espaço livre nas costas do sector recuado do adversário, para reequilibrar a contenda. O ucraniano isolar-se-ia, desviando-se de Alisson, para reduzir para 2-3.

E, numa jogada com semelhanças, Darwin voltaria também a marcar ao Liverpool (depois de ter já bisado, nesta edição da prova, ante o Barcelona, e de ter marcado igualmente frente ao Bayern e ao Ajax), restabelecendo o empate a 3-3! (Por curiosidade, ambos os golos começaram por ser sancionados com “fora-de-jogo” por parte do árbitro assistente, vindo a ser validados por via da análise do “VAR”).

Faltavam jogar oito minutos mais o tempo de compensação e o jogo estava “partido”, com desequilíbrios defensivos de um lado e de outro. Mas a tal ocasião soberana para o 4-3, a favor do Benfica, surgiria já tarde, e, pior, sairia gorada, pela soberba intervenção de Alisson. E, por seu lado, também Mané, em posição irregular, teria um “golo” não validado.

O desafio chegava ao fim. O Liverpool “respirava fundo”, perante uma evolução inesperada dos contornos do jogo, nos derradeiros vinte minutos, protagonizada por um Benfica corajoso, a mostrar grande carácter, na melhor das suas exibições nesta fase a eliminar.

Uma “missão impossível” que esteve “a um passo” de poder vir a tornar-se “possível” (pelo menos, o forçar do prolongamento), mesmo que se tenha em consideração que tal foi, em larga medida, “concedido” pelo Liverpool, muito confiado na vantagem que alcançara já. Mas, em paralelo, a confirmação de que o acreditar é uma força motriz determinante.

Os (mais de quatro mil) adeptos, satisfeitos com a exibição e atitude demonstrada, envoltos no “espírito de Anfield”, “vitoriariam” demoradamente a equipa, que teria inclusivamente de voltar ao relvado, já depois de ter começado por recolher às cabinas.

13 Abril, 2022 at 9:54 pm Deixe um comentário

Hóquei em Patins – Liga Europeia – 2021-22 – Fase de Grupos

Grupo A

23.10.2021 – La Vendéenne (Fra.) – Trissino (Itá.) – 2-5
23.10.2021 – Amatori Lodi (Itá.) – Sporting de Tomar (Por.) – 4-4
11.12.2021 – Trissino (Itá.) – Amatori Lodi (Itá.) – 2-1
11.12.2021 – Sporting de Tomar (Por.) – La Vendéenne (Fra.) – 2-0
29.01.2022 – Amatori Lodi (Itá.) – La Vendéenne (Fra.) – 4-1
29.01.2022 – Sporting de Tomar (Por.) – Trissino (Itá.) – 3-3
12.02.2022 – La Vendéenne (Fra.) – Amatori Lodi (Itá.) – 2-3
12.02.2022 – Trissino (Itá.) – Sporting de Tomar (Por.) – 4-4
26.03.2022 – Sporting de Tomar (Por.) – Amatori Lodi (Itá.) – 5-2
26.03.2022 – Trissino (Itá.) – La Vendéenne (Fra.) – 2-1
09.04.2022 – Amatori Lodi (Itá.) – Trissino (Itá.) – 2-3
09.04.2022 – La Vendéenne (Fra.) – Sporting de Tomar (Por.) – 2-4

                       Jg     V     E     D       G       Pt
 1º Trissino            6     4     2     -    19 - 13    14
 2º Sporting de Tomar   6     3     3     -    22 - 15    12
 3º Amatori Lodi        6     2     1     3    16 - 17     7
 4º La Vendéenne        6     -     -     6     8 - 20     -

Grupo B

23.10.2021 – Diessbach (Suí.) – Valongo (Por.) – 1-5
23.10.2021 – Coutras (Fra.) – Sarzana (Itá.) – 4-5
11.12.2021 – Valongo (Por.) – Coutras (Fra.) – 4-1
11.12.2021 – Sarzana (Itá.) – Diessbach (Suí.) – 7-4
29.01.2022 – Coutras (Fra.) – Diessbach (Suí.) – 4-6
29.01.2022 – Sarzana (Itá.) – Valongo (Por.) – 6-6
12.02.2022 – Diessbach (Suí.) – Coutras (Fra.) – 3-1
12.02.2022 – Valongo (Por.) – Sarzana (Itá.) – 4-0
26.03.2022 – Sarzana (Itá.) – Coutras (Fra.) – 5-3
26.03.2022 – Valongo (Por.) – Diessbach (Suí.) – 5-2
09.04.2022 – Coutras (Fra.) – Valongo (Por.) – 5-4
09.04.2022 – Diessbach (Suí.) – Sarzana (Itá.) – 4-7

                       Jg     V     E     D       G       Pt
 1º Valongo             6     4     1     1    28 - 15    13
 2º Sarzana             6     4     1     1    30 - 25    13
 3º Diessbach           6     2     -     4    20 - 29     6
 4º Coutras             6     1     -     5    18 - 27     3

Garantiram a presença na “Final Four” da Liga Europeia – a disputar em Torres Novas, no “Palácio dos Desportos Helena Sentieiro” (a 14 e 15 de Maio) – as equipas do Trissino, Sporting de Tomar, Valongo e Sarzana.

É o seguinte o alinhamento das meias-finais:

  • Trissino – Sarzana
  • Sporting de Tomar – Valongo

9 Abril, 2022 at 9:56 pm Deixe um comentário

Liga Conferência Europa – 1/4 de Final (1.ª mão)

Bodø/Glimt – Roma – 2-1
Feyenoord – Slavia Praha – 3-3
Olympique Marseille – PAOK – 2-1
Leicester City – PSV Eindhoven – 0-0

7 Abril, 2022 at 10:06 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 de Final (1.ª mão)

RB Leipzig – Atalanta – 1-1
E. Frankfurt – Barcelona – 1-1
West Ham – Olympique Lyon – 1-1
Sp. Braga – Rangers – 1-0

7 Abril, 2022 at 10:05 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 de Final (1.ª mão)

Chelsea – Real Madrid – 1-3
Manchester City – At. Madrid – 1-0
Villarreal – Bayern – 1-0
Benfica – Liverpool – 1-3

6 Abril, 2022 at 9:52 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 final (1.ª mão) – Benfica – Liverpool

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo, Rafael “Rafa” Silva, Julian Weigl, Adel Taarabt (70m – Soualiho Meïté), Everton Soares (82m – Roman Yaremchuk), Gonçalo Ramos (86m – João Mário) e Darwin Núñez

LiverpoolLiverpool – Alisson Becker, Trent Alexander-Arnold (89m – Joseph “Joe” Gomez), Ibrahima Konaté, Virgil Van Dijk, Andrew “Andy” Robertson, Naby Keïta (89m – James Milner), Fábio Tavares “Fabinho”, Thiago Alcântara (61m – Jordan Henderson), Mohamed Salah (61m – Diogo José “Jota”), Luis Díaz e Sadio Mané (61m – Roberto Firmino)

0-1 – Ibrahima Konaté – 17m
0-2 – Sadio Mané – 34m
1-2 – Darwin Núñez – 49m
1-3 – Luis Díaz – 87m

Cartões amarelos – Adel Taarabt (63m); Thiago Alcântara (58m)

Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)

Foi “pena” o golo sofrido já à beira do fim… o 1-2 permitiria ainda levar a eliminatória “viva” para Liverpool. Mas, efectivamente, o resultado poderia ter sido bastante mais gravoso para o Benfica, e, logo, na metade inicial do jogo.

As equipas portuguesas têm vindo, sucessivamente, a demonstrar, perante este tipo de adversários do mais alto gabarito (veja-se os casos de jogos do FC Porto, Sporting e Benfica, frente a Liverpool, Manchester City e Bayern – hoje por hoje, as melhores equipas do Mundo), enorme dificuldade em delinear uma abordagem que possa ser consentânea / minimamente adaptada face às necessidades, atendendo à exigência a nível competitivo e de intensidade que tais rivais impõem: “jogar o jogo pelo jogo” seria assumir uma espécie de “hara-kiri”; acantonar-se à defesa, não tem proporcionado muito melhores resultados.

Ainda assim, uma coisa é jogar à defesa – como o Benfica fez em Amesterdão – frente a um opositor do nível do Ajax, com alguma probabilidade, como sucedeu, de “correr bem”; outra coisa, distinta, é defrontar um dos clubes antes referidos.

Pois, algo atemorizado perante o poderio do Liverpool, o Benfica insistiu na estratégia defensiva, “encolhendo-se” de tal maneira, que, objectivamente, abdicou de competir, durante larga fase do primeiro tempo.

Foi um “convite” – ao qual a equipa inglesa acedeu de bom grado – a que o oponente, com amplo espaço livre na zona intermediária do campo, viesse para cima da defesa benfiquista, necessariamente impotente para dar resposta a todas as investidas, múltiplos cruzamentos, diagonais, rupturas diversas, incapaz de controlar a profundidade do futebol ofensivo contrário.

Um golo aos 17 minutos; um segundo decorridos outros 17 minutos e Vlachodimos a impedir que o “placard” subisse até aos 4 ou 5 ainda na primeira metade, perante uma equipa do Benfica “à deriva” dentro de campo, incapaz de encontrar o posicionamento que lhe permitisse resistir ao turbilhão.

Ficou por compreender exactamente se a configuração do jogo na segunda metade terá decorrido mais de alguma “soberba” do Liverpool, confiado nas excessivas facilidades com que até aí deparara, pensando estar a eliminatória resolvida, tirando o “pé do acelerador”, se, ao invés, foi o Benfica a conseguir assumir e impor um outro tipo de abordagem.

A verdade é que, mal as equipas tinham regressado ao relvado, já o Benfica estava a reduzir o marcador para a diferença mínima, na sequência de um bom cruzamento, do flanco direito, de Rafa, com o central Konaté (que apontara o tento inicial da partida, na sequência de um pontapé de canto, cabeceando em plena liberdade no eixo da área benfiquista) desastradamente a falhar a intercepção, e Darwin, com uma calma notável, a dominar a bola e a desviá-la do alcance do guarda-redes.

O golo teve o condão de animar a Luz, com os adeptos – recordando-se do que sucedera no jogo da 1.ª mão, frente ao Ajax -, numa atmosfera de crescente e vibrante entusiasmo (num Estádio praticamente lotado) a levarem a “equipa ao colo”, dando força e energia para que o Benfica conseguisse superar-se, melhorando a sua produção de forma assinalável.

Durante um período de cerca de vinte minutos, o Benfica superiorizou-se (!) ao adversário, baralhando-o, com o Liverpool, inesperadamente, a ser permeável a sucessivos lances de ataque organizado e/ou de transição, que os benfiquistas iam conseguindo desenvolver.

O Benfica jogava bem – bastante melhor até do que tinha feito em Amesterdão. De tal forma que se passou a acreditar piamente que era possível chegar ao empate. Que Everton teve nos pés, quando, enquadrado com a baliza, liberto de marcação, fez um remate que saiu fraco, e à figura de Alisson. O próprio Darwin teria ocasião de bisar.

Em gestão de esforço – tendo em mente o que poderá ser o “desafio do título”, no Domingo, em Manchester, ante o City – Klopp procedeu, à passagem da hora de jogo, a “rotação”, fazendo entrar, simultaneamente, Diogo Jota, Firmino e Henderson, numa tripla substituição, para os lugares de Salah, Mané e Thiago Alcântara.

O fulgor benfiquista ia-se desvanecendo, à medida que a equipa começava a acusar alguma inevitável fadiga, perante a intensidade do desafio, com o Liverpool, gradualmente, a retomar o controlo.

Depois da bela reacção benfiquista, o tal terceiro golo soou a punição excessiva, mesmo que o desfecho final (margem da vitória inglesa) não esteja desfasado do desempenho das duas equipas dentro de campo, na globalidade do tempo de jogo.

Ficou a demonstração de que é possível competir, mesmo que seja muito difícil fazê-lo durante os noventa minutos, ao ritmo estabelecido por adversários deste quilate. O Benfica parece próximo de finalizar a sua campanha desta temporada na “Liga dos Campeões”, mas, pelo que fez esta noite, poderá sair de “cabeça erguida”… desde que consiga “estar à (sua) altura” na partida em Inglaterra.

5 Abril, 2022 at 9:55 pm Deixe um comentário

Sorteio – Mundial 2022

  Grupo A         Grupo B         Grupo C         Grupo D
Qatar           Inglaterra      Argentina       França
Países Baixos   EUA             México          Dinamarca
Senegal         Irão            Polónia         Tunísia
Equador         Gales/Esc./Ucr. A. Saudita      EAU/Aust./Peru

  Grupo E         Grupo F         Grupo G         Grupo H
Espanha         Bélgica         Brasil          Portugal
Alemanha        Croácia         Suíça           Uruguai
Japão           Marrocos        Sérvia          Coreia Sul
C.Rica/N.Zel.   Canadá          Camarões        Ghana

Portugal estreia-se na Fase Final do Mundial 2022 a 24 de Novembro, frente ao Ghana; voltará a jogar a 28 de Novembro, com o Uruguai, finalizando a fase de grupos a 2 de Dezembro, ante a Coreia do Sul.

1 Abril, 2022 at 6:23 pm Deixe um comentário

Mundial 2022 – Play-off (Zona Europeia) – “Finais”

País de Gales – Escócia / Ucrânia – (Adiado)
Polónia – Suécia – 2-0
Portugal – Macedónia do Norte – 2-0

Estão já apuradas 27 das selecções que marcarão presença na Fase Final do Campeonato do Mundo:

  • Europa (12) – Alemanha, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Países Baixos, Polónia, Portugal, Sérvia e Suíça
  • África (5) – Camarões, Ghana, Marrocos, Senegal e Tunísia
  • Ásia (5) – Qatar, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Irão e Japão
  • América do Sul (4) – Brasil, Argentina, Uruguai e Equador
  • América do Norte (1) – Canadá

Falta determinar mais duas vagas de apuramento directo na América do Norte, uma na Europa (jogos do play-off que foram adiados – a decidir entre País de Gales – Escócia/Ucrânia) e definir os vencedores dos dois play-offs intercontinentais (a disputar apenas em Junho): (i) Emiratos Árabes Unidos/Austrália – Peru; e (ii) EUA/México/Costa Rica – N. Zelândia/Ilhas Salomão.

Actualização a 31.03.2022 – México e EUA garantiram as duas últimas vagas de apuramento directo (América do Norte). Os play-offs intercontinentais terão o seguinte alinhamento: Emiratos Árabes Unidos/Austrália – Peru; e Costa Rica – N. Zelândia.

29 Março, 2022 at 9:42 pm Deixe um comentário

Portugal – Macedónia do Norte (Mundial 2022 – Play-off – “Final”)

Estádio do Dragão, Porto

Portugal Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Danilo Pereira, Pepe, Nuno Mendes, Bruno Fernandes (87m – Matheus Nunes), João Moutinho (90m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Otávio Monteiro (76m – William Carvalho), Diogo Jota (76m – Rafael Leão), Bernardo Silva (87m – João Félix) e Cristiano Ronaldo

Macedónia do Norte Stole Dimitrievski, Stefan Ristovski, Visar Musliu, Darko Velkoski, Ezgjan Alioski, Eljif Elmas (87m – Boban Nikolov), Enis Bardi, Arijan Ademi, Aleksandar Trajkovski (59m – Darko Churlinov), Milan Ristovski (45m – Bojan Miovski) e Tihomir Kostadinov (75m – Stefan Ashkovski)

1-0 – Bruno Fernandes – 32m
2-0 – Bruno Fernandes – 65m

Cartões amarelos – João Cancelo (68m); Visar Musliu (68m) e Ezgjan Alioski (74m)

Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)

Agora, findos os jogos do play-off, constata-se que Portugal conseguiu, com muito maior facilidade que o esperado, garantir o apuramento para a fase final do Mundial. Efectivamente – beneficiando, em larga medida, da grande surpresa protagonizada pela Macedónia do Norte em Itália –, a selecção portuguesa acabou por ver-se confrontada com duas equipas de nível manifestamente inferior ao seu.

Fazendo alinhar nesta “final” João Cancelo, Pepe e Nuno Mendes (por troca com Diogo Dalot, José Fonte e Raphaël Guerreiro), a formação nacional fez uma exibição segura, controlando durante praticamente todo o jogo, exercendo natural predomínio.

Isto apesar de a Macedónia do Norte ter começado por surpreender, entrando em campo de forma muito aguerrida, com linhas subidas, a disputar os lances a meio-campo, visando bloquear, logo aí, as iniciativas contrárias, beneficiando também, nessa fase, de um estilo de arbitragem que ia enervando os portugueses, permitindo excessiva agressividade aos adversários.

Ainda assim, nesse período, os lances de maior perigo surgiriam, primeiro, num remate cruzado de Cristiano Ronaldo, no flanco esquerdo, a sair a rasar o poste da baliza de Dimitrievski; e, logo depois, num cabeceamento “defeituoso” de Diogo Jota, muito direccionado para o solo, a desperdiçar soberana ocasião de marcar.

Por curiosidade, Portugal chegaria ao golo de forma talvez menos expectável, num lance de transição, aproveitando um mau passe (de grande risco) de Stefan Ristovski, na zona intermediária, paralelo à linha de meio campo, mas ligeiramente atrasado, o qual seria interceptado por Bruno Fernandes, que, após pronta combinação com Cristiano Ronaldo, surgiu desmarcado, a rematar colocado, para o fundo da baliza.

Não obstante a Macedónia como que tivesse “desaparecido” do jogo, o tento da confirmação só chegaria passada outra meia hora de jogo (já após o intervalo), outra vez com início numa recuperação de bola, com Diogo Jota a fazer excelente assistência, de “longa distância”, para notável remate, na passada, do mesmo Bruno Fernandes, particularmente inspirado nesta noite, igualmente sem hipóteses para o guardião macedónio.

Até final, Portugal ainda podia ter ampliado a contagem, não fosse um defesa ter “tirado o pão da boca” a Cristiano Ronaldo, num corte “in extremis”, quando este se preparava para “fazer o gosto ao pé”.

A selecção nacional, sem necessidade de se aplicar a fundo, ou de “brilhar”, não deixou de colocar em evidência o seu superior potencial, face a uma inofensiva equipa contrária, que não conseguiu qualquer remate enquadrado à baliza portuguesa, obtendo um triunfo tão claro como lógico.

Desde a ausência da fase final do Mundial de 1998, em França, nunca mais Portugal voltou a falhar uma grande competição internacional, somando, consecutivamente, 12 participações: seis no Europeu (2000, 2004, 2008, 2012, 2016 e 2020/21) e, agora, outras tantas em Campeonatos do Mundo (2002, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022) – a que junta os até então raros apuramentos (1966 e 1986 no Mundial; 1984 e 1996 em Europeus).

Para ilustrar esta proeza lusa, anote-se que apenas três países (Alemanha, Espanha e França) acompanharam Portugal em todas estas 12 fases finais, superando o registo português: os germânicos não falham uma fase final desde o Europeu de 1968 (somando 13 Europeus e 14 Mundiais sucessivos); os espanhóis registam 15 presenças consecutivas (desde 1994, com 8 Mundiais e 7 Europeus); enquanto os gauleses alcançaram uma série de 14 participações (desde 1996, com 7 Mundiais e 7 Europeus) – devendo, por outro lado, considerar-se ainda os casos do Brasil (nunca falhou o Mundial, que irá disputar pela 22.ª vez) e Argentina (13 presenças sucessivas, desde 1974).

29 Março, 2022 at 9:35 pm Deixe um comentário

Mundial 2022 – Play-off (Zona Europeia) – “Semi-finais”

Semi-final 1 – Escócia – Ucrânia – (Adiado)
Semi-final 2 – País de Gales – Áustria – 2-1

Semi-final 3 – Rússia – Polónia – Jogo não disputado, devido ao facto de a selecção russa ter sido suspensa da competição, no âmbito das sanções aplicadas à Rússia pela invasão da Ucrânia
Semi-final 4 – Suécia – R. Checa – 0-0 (1-0 a.p.)

Semi-final 5 – Itália – Macedónia do Norte – 0-1
Semi-final 6 – Portugal – Turquia – 3-1

O alinhamento – previamente sorteado – dos jogos das “finais”, agendados para o próximo dia 29 de Março, é o seguinte:

País de Gales – Escócia / Ucrânia
Polónia – Suécia
Portugal – Macedónia do Norte

A Campeã da Europa em título, Itália, foi surpreendida, em casa, perdendo com a Macedónia do Norte, mercê de um golo apontado já em período de compensação, com os italianos a falharem o apuramento para o Mundial pela segunda edição sucessiva. Tendo-se estreado em fases finais de grandes competições no “EURO 2020”, em Junho do ano passado, a Macedónia do Norte ganhara já, na fase de grupos desta qualificação para o Mundial, na Alemanha, há cerca de um ano, tendo ido agora vencer a Itália.

24 Março, 2022 at 10:43 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Setembro 2026
S T Q Q S S D
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.