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Portugal – Malta (Mundial 2010 – Qualif.)
Num jogo em que só um resultado era possível – a vitória! – Portugal teve o grande mérito de não se deixar possuir pela ansiedade, não complicando o que seria naturalmente fácil.
Assim, numa partida de “sentido único”, a equipa portuguesa começou a “carimbar” a passagem ao play-off logo no primeiro quarto de hora, com um golo de Nani, culminando uma excelente execução técnica.
A selecção de Malta porfiou e conseguiria resistir ainda com o resultado na margem mínima até ao derradeiro minuto da primeira parte, momento em que Simão Sabrosa tranquilizou definitivamente a grande massa adepta portuguesa que marcou presença em Guimarães nesta noite.
Quando, pouco depois do recomeço, Miguel Veloso ampliou para 3-0, pensou-se que o resultado iria naturalmente continuar a dilatar-se. Curiosamente o encontro entraria então numa toada quezilenta, com alguns cartões amarelos a serem exibidos (depois de Carlos Queirós ter já salvaguardado os jogadores em risco de exclusão para o play-off, precisamente Raul Meireles, Liedson e Nani, substituídos “a tempo”) e o marcador acabaria por apenas se alterar, tal como na etapa inicial da partida – numa demora também fruto de duas boas intervenções do guarda-redes de Malta -, no último minuto, repetindo-se o 4-0 da primeira volta.
Está assim concluída a primeira fase desta difícil empreitada, com o apuramento para o decisivo play-off “arrancado a ferros”, para cujo sorteio Portugal deverá partir em posição de cabeça-de-série, em conjunto com a França, Rússia e Grécia, enfrentando portanto uma das seguintes selecções: Eslovénia; Bósnia-Herzegovina, Ucrânia ou Irlanda.
Estão já apuradas para a Fase Final do “Mundial 2010” as selecções vencedoras de cada um dos nove Grupos de qualificação: Dinamarca, Suíça, Eslováquia, Alemanha, Espanha (com o Campeão da Europa a fazer o pleno, com dez vitórias em dez jogos!), Inglaterra, Sérvia, Itália e Holanda.
Entre os 36 países da zona europeia que hoje se despediram da principal competição mundial, contam-se alguns com tradições no futebol, como são os casos nomeadamente da Suécia, Hungria, R. Checa, Polónia, Turquia, Bélgica, Croácia, Áustria, Roménia, Bulgária, Noruega e Escócia.
Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Pepe e Miguel Veloso; Pedro Mendes, Simão Sabrosa, Deco e Raul Meireles (62m – Nuno Assis); Nani (73m – João Moutinho) e Liedson (62m – Edinho)
Malta – Andrew Hogg, Emanuel Muscat, Ian Azzopardi, Brian Said, John Hutchenson, Shaun Bajada (73m – Ryan Fenech), Roderick Briffa (88m – Kevin Sammut), Michael Mifsud, Andrew Cohen (23m – Clayton Failla), Kenneth Scicluna e Jamie Pace
1-0 – Nani – 14m
2-0 – Simão Sabrosa – 45m
3-0 – Miguel Veloso – 52m
4-0 – Edinho – 90m
Cartões amarelos – Bosingwa (78m) e Pepe (84m); Kenneth Scicluna (43m) e Clayton Failla (75m)
Árbitro – Alan Kelly (Irlanda)
GRUPO 1
Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 10 6 3 1 16 - 5 21 2º Portugal 10 5 4 1 17 - 5 19 3º Suécia 10 5 3 2 13 - 5 18 4º Hungria 10 5 1 4 10 - 8 16 5º Albânia 10 1 4 5 6 - 13 7 6º Malta 10 - 1 9 0 - 26 1
11ª jornada
14.10.09 – Dinamarca – Hungria- 0-1
14.10.09 – Portugal – Malta – 3-0
14.10.09 – Suécia – Albânia – 4-1
Portugal – Hungria (Mundial 2010 – Qualif.)
O jogo desta noite no Estádio da Luz – que abre à equipa de Portugal, “de par em par”, as portas de acesso ao play-off – espelha de forma cabal o que tem sido o percurso da selecção nacional nesta fase de Qualificação para o Mundial.
Sabendo, imediatamente após o início da partida, o resultado do Dinamarca-Suécia, com os dinamarqueses a garantirem desde já, com a vitória, o primeiro lugar do Grupo e consequente apuramento para a Fase Final, Portugal e Hungria passavam a depender de si próprios para alcançar a segunda posição.
Paradoxalmente, ou talvez não, a equipa portuguesa denotou – logo de entrada – uma grande ansiedade, procurando de forma algo precipitada chegar à baliza adversária, não conseguindo organizar o seu jogo, exibindo-se de forma algo desgarrada, sem ligação entre os sectores, com primazia do individual (nomeadamente Cristiano Ronaldo e Simão Sabrosa) em detrimento do colectivo.
Frente a uma selecção húngara, com algumas limitações técnicas, mas com forte presença física – uma equipa “chata”, qual “carraça”, com marcações impiedosas, não dando espaços, e que, aqui e ali, procurava ameaçar, chegando mesmo a dar alguns sinais de aviso (teria, já em desvantagem por 1-0, uma bola na trave da baliza de Eduardo, prestes a findar a primeira parte) – Portugal ia revelando alguma intranquilidade.
Até que, numa iniciativa de Cristiano Ronaldo – que, lesionado no lance, sairia pouco depois, sendo substituído por Nani -, obrigando o guarda-redes húngaro a uma defesa apertada, soltando a bola para a frente, surgiria Simão Sabrosa, muito oportuno, a inaugurar o marcador.
Pensava-se que, estando o mais difícil atingido, o conjunto português se poderia tranquilizar, assentando o jogo, e explanando a sua superior qualidade técnica. O que, todavia, não aconteceria, nem até final do primeiro tempo, nem nos vinte minutos iniciais da segunda metade, com a bola a ser jogada muitas vezes pelo ar (com vantagem para a Hungria), ao invés de ser jogada rente à relva; em lugar de imprimir a necessária velocidade, o jogo da equipa nacional era lento e denunciado, facilitando o papel da equipa adversária, a qual, nem assim, se mostraria mais afoita…
Só a partir dos 65 minutos a selecção portuguesa pareceu despertar de alguma letargia, com um conjunto de iniciativas e vários cantos ganhos (quase sempre inconsequentes, esbarrando na altura da defesa adversária), até que, finalmente, conseguiria, no espaço de cinco minutos, ampliar a vantagem para uns confortáveis 3 golos: primeiro, com Liedson a dar a melhor sequência a um bom centro; depois, novamente Simão Sabrosa, de primeira, a “encher o pé”, rematando para o fundo da baliza.
Conseguia assim, por fim, reconciliar-se com os espectadores, que acorreram em bom número (50 000), ávidos de ver a sua selecção jogar bem… e ganhar, procurando manifestar o seu apoio, mas com a equipa apenas a conseguir gerar essa vaga de apoio – de dentro para fora do relvado – quando dela já não necessitava…
A primeira fase desta difícil empreitada deverá ser concretizada na próxima quarta-feira, se a normalidade da vitória portuguesa imperar. A que se seguirá, em Novembro, o decisivo play-off, para cujo sorteio se espera que Portugal parta em posição de cabeça-de-série, provavelmente em conjunto com a França, Grécia (se confirmar a segunda posição no seu Grupo) e Rússia, enfrentando possivelmente uma das seguintes selecções: Eslováquia, Eslovénia ou R. Checa; Bósnia-Herzegovina, Ucrânia e Irlanda. Apenas assim não seria se a Ucrânia viesse a perder o segundo lugar para a Croácia, caso em que Portugal deixaria de constar na lista de “cabeças-de-série”.
Depois da jornada desta noite, estão já apuradas para a Fase Final as selecções da Dinamarca, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Sérvia, Itália e Holanda. Subsistem por apurar apenas dois vencedores de Grupo: Suíça ou Grécia (Grupo 2); e Eslováquia ou Eslovénia (Grupo 3). Com presença certa no play-off estão já: Rússia, Bósnia-Herzegovina, França e Irlanda.
Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pedro Mendes, Simão Sabrosa (80m – Miguel Veloso), Deco e Raul Meireles; Cristiano Ronaldo (27m – Nani) e Liedson (83m – Nuno Gomes)
Hungria – Gábor Babos, Lászlo Bodnár, Gábor Gyepes, Roland Juhász, Vilmos Vanczák, Balázs Tóth, Krisztián Vadócz (56m – Tamas Priskin), Zoltán Gera, Balazs Dzsudzsák (84m – József Varga), Szabolcs Huszti (67m – Akos Buzsaky) e Sándor Torghell
1-0 – Simão Sabrosa – 18m
2-0 – Liedson – 74m
3-0 – Simão Sabrosa – 79m
Cartões amarelos – Não houve
Árbitro – Alain Hamer (Luxemburgo)
GRUPO 1
Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 9 6 3 - 16 - 4 21 2º Portugal 9 4 4 1 13 - 5 16 3º Suécia 9 4 3 2 9 - 4 15 4º Hungria 9 4 1 4 9 - 8 13 5º Albânia 9 1 4 4 5 - 9 7 6º Malta 9 - 1 8 0 - 22 1
10ª jornada
10.10.09 – Dinamarca – Suécia – 1-0
10.10.09 – Portugal – Hungria – 3-0
Jogos Olímpicos de 2016 – Dia de decisão
Actualização – E o vencedor é: Rio de Janeiro!
Liga Europa – 2ª Jornada
A.E.K. – Diego Sebastian Saja, Nikos Georgeas, Daniel Majstorovic, Nicolas Bianchi Arce, Juanfran, Sanel Jahic, Youssouf Hersi (78m – Leonardo), Pantelis Kafes (69m – Savvas Gentzoglou), Manduca, Ignacio Martin Scocco (89m – Nikos Karabelas) e Ismael Blanco
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira (59m – Fábio Coentrão), Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Aimar (80m – Nuno Gomes), Saviola (59m – Weldon), Di María e Cardozo
1-0 – Majstorovic – 43m
Cartões amarelos – Georgeas (9m), Jahic (66m) e Gentzoglou (87m); Maxi Pereira (48m), Ramires (74m) e Cardozo (87m)
Cartão vermelho – Georgeas (86m)
Árbitro – Stefan Johannesson (Suécia)
Perante uma equipa a atravessar um período de alguma quebra de confiança e descrença (duas derrotas consecutivas em casa, frente aos grandes rivais Olympiakos e Panathinaikos – a par da goleada sofrida em Liverpool, frente ao Everton, na jornada inaugural desta competição), o Benfica não quis ou não soube aproveitar a retracção inicial do A.E.K., algo receoso do poder ofensivo demonstrado no Benfica nesta fase de arranque da época.
Ao longo da primeira parte, a maior ocasião do Benfica seria o remate ao poste de Di María. Em paralelo, o A.E.K. foi-se soltando, subindo no terreno, começando a empurrar a equipa portuguesa para a sua zona defensiva, ameaçando uma, duas, três vezes, até que, peranta a apatia adversária, acabaria mesmo por chegar ao golo, já prestes a findar o primeiro tempo.
No início da etapa complementar, o Benfica parecia denotar uma nova atitude, obrigando o guarda-redes Saja – num intervalo de apenas dois minutos – a duas extraordinárias intervenções, a evitar o golo, na sequência de remates de Di María e Saviola.
Contudo, o A.E.K. recompôs-se, e voltaria a sair do seu meio-campo, com algum perigo, numa fase em que a partida se apresentou mais dividida, com Saja a nova defesa de elevado grau de dificuldade, à passagem dos 65 minutos, numa altura em que Jorge Jesus pretendera já transmitir um claro sinal de inconformismo, fazendo entrar Fábio Coentrão e Weldon.
Nos derradeiros minutos do encontro, encontro cartões amarelos e vermelho, e substituições, pouco se jogou efectivamente. O Benfica acabaria por não dispor de novas oportunidades para evitar a derrota, numa das suas mais cinzentas exibições da temporada.
Grupo D
Ventspils – Heerenveen – 0-0
Sporting – Hertha Berlin – 1-0
1º Sporting, 6; 2º Ventspils, 2; 3º Heerenveen e Hertha Berlin, 1
Grupo I
BATE Borisov – Everton – 1-2
AEK Athens – Benfica – 1-0
1º Everton, 6; 2º AEK Athens e Benfica, 3; 4º BATE Borisov, 0
Grupo L
Austria Wien – Nacional – 1-1
Werder Bremen – Athletic Bilbao – 3-1
1º Werder Bremen, 6; 2º Athletic Bilbao, 3; 3º Nacional e Austria Wien, 1
Liga dos Campeões – 2ª Jornada
Grupo A
Bordeaux – Maccabi Haifa – 1-0
Bayern München – Juventus – 0-0
1º Bayern München e Bordeaux, 4; 3º Juventus, 2; 4º Maccabi Haifa, 0
Grupo B
CSKA Moscovo – Beşiktaş – 2-1
Manchester United – Wolfsburg – 2-1
1º Manchester United, 6; 2º Wolfsburg e CSKA Moscovo, 3; 4º Beşiktaş, 0
Grupo C
Real Madrid – Olympique de Marseille – 3-0
AC Milan – Zürich – 0-1
1º Real Madrid, 6; 2º AC Milan e Zürich, 3; 4º Olympique de Marseille, 0
Grupo D
FC Porto – Atlético Madrid – 2-0
APOEL – Chelsea – 0-1
1º Chelsea, 6; 2º FC Porto, 3; 3º Atlético Madrid e APOEL, 1
Grupo E
Debreceni – Olympique Lyonnais – 0-4
Fiorentina – Liverpool – 2-0
1º Olympique Lyonnais, 6; 2º Fiorentina e Liverpool, 3; 4º Debreceni, 0
Grupo F
Barcelona – Dynamo Kyiv – 2-0
Rubin Kazan – Inter – 1-1
1º Barcelona, 4; 2º Dynamo Kyiv, 3; 3º Inter, 2; 4º Rubin Kazan, 1
Grupo G
Glasgow Rangers – Sevilla – 1-4
Unirea Urziceni – Stuttgart – 1-1
1º Sevilla, 6; 2º Stuttgart, 2; 3º Unirea Urziceni e Glasgow Rangers, 1
Grupo H
AZ Alkmaar – Standard Liège – 1-1
Arsenal – Olympiakos – 2-0
1º Arsenal, 6; 2º Olympiakos, 3; 3º Standard Liège e AZ Alkmaar, 1
Liga Europa – 1ª Jornada
Benfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Javi García, Ramires, Di María (77m – Ruben Amorim), Felipe Menezes (59m – Fábio Coentrão), Cardozo e Nuno Gomes (65m – Saviola)
BATE Borisov – Veremko, Yurevich, Rzhevski, Sosnovski, Bordachov, Likhtarovich (63m – Volodko), Pavlov, Krivets, Rodionov (81m – Alumona), Nekhaychik e Skavysh (55m – Goaryan)
1-0 – Nuno Gomes – 36m
2-0 – Óscar Cardozo – 41m
Cartões amarelos – Yurevich (32m) e Volodko (90m)
Árbitro – Knut Kircher (Alemanha)
Na estreia da Fase Grupos da nova Liga Europa, o Benfica recebia o BATE Borisov, prestes a sagrar-se tetra-campeão da Bielorússia, e que, na época passada, somara três empates na Liga dos Campeões (dois com a Juventus e em S. Petersburgo, frente ao Zenit)
Não obstante uma primeira meia hora de jogo em que a equipa bielorrussa menteve o nulo, sem que tivessem sido criadas efectivas ocasiões de perigo junto à grande área, o Benfica conseguiria tranquilizar-se, obtendo dois golos em apenas 5 minutos, expondo as fragilidades do adversário.
Na segunda parte, o Benfica, mantendo o controlo do jogo, optaria por uma toada de contenção, fazendo a “gestão de esforço”, poupando alguns jogadores. Não obstante, Nuno Gomes desperdiçaria ainda uma clara oportunidade para ampliar o marcador, enquanto a equipa adversária apenas cerca dos 70 minutos, por duas vezes, chegou à área defensiva do Benfica com maior acuidade, porém sem constituir uma real ameaça.
Grupo D
Hertha Berlin – Ventspils – 1-1
Heerenveen – Sporting – 2-3
1º Sporting, 3; 2º Hertha Berlin e Ventspils, 1; 4º Heerenveen, 0
Grupo I
Benfica – BATE Borisov – 2-0
Everton – AEK Athens – 4-0
1º Everton e Benfica, 3; 3º BATE Borisov e AEK Athens, 0
Grupo L
Athletic Bilbao – Austria Wien – 3-0
Nacional – Werder Bremen – 2-3
1º Athletic Bilbao e Werder Bremen, 3; 3º Nacional e Austria Wien, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada
Grupo A
Juventus – Bordeaux – 1-1
Maccabi Haifa – Bayern München – 0-3
1º Bayern München, 3; 2º Juventus e Bordeaux, 1; 4º Maccabi Haifa, 0
Grupo B
Wolfsburg – CSKA Moscovo – 3-1
Beşiktaş – Manchester United – 0-1
1º Wolfsburg e Manchester United, 3; 3º Beşiktaş e CSKA Moscovo, 0
Grupo C
Zürich – Real Madrid – 2-5
Olympique de Marseille – AC Milan – 1-2
1º Real Madrid e AC Milan, 3; 3º Olympique de Marseille e Zürich, 0
Grupo D
Chelsea – FC Porto – 1-0
Atlético Madrid – APOEL – 0-0
1º Chelsea, 3; 2º Atlético Madrid e APOEL, 1; 4º FC Porto, 0
Grupo E
Liverpool – Debreceni – 1-0
Olympique Lyonnais – Fiorentina – 1-0
1º Liverpool e Olympique Lyonnais, 3; 3º Debreceni e Fiorentina, 0
Grupo F
Inter – Barcelona – 0-0
Dynamo Kyiv – Rubin Kazan – 3-1
1º Dynamo Kyiv, 3; 2º Inter e Barcelona, 1; 4º Rubin Kazan, 0
Grupo G
Stuttgart – Glasgow Rangers – 1-1
Sevilla – Unirea Urziceni – 2-0
1º Sevilla, 3; 2º Stuttgart e Glasgow Rangers, 1; 4º Unirea Urziceni, 0
Grupo H
Olympiakos – AZ Alkmaar – 1-0
Standard Liège – Arsenal – 2-3
1º Arsenal e Olympiakos, 3; 3º Standard Liège e AZ Alkmaar, 0
Hungria – Portugal (Mundial 2010 – Qualif.)
Conhecendo já – aquando do início do encontro – o resultado do jogo hoje disputado em Malta, com vitória da Suécia, às selecções de Portugal e da Hungria apenas a vitória interessava nesta crucial partida.
Não obstante, frente a uma equipa húngara que se apresentou com uma atitude de contenção, na expectativa, revelando aqui e ali alguma dureza, o jogo seria bastante disputado na zona central do terreno, com a selecção nacional a não conseguir evidenciar a fluidez e o domínio que exercera em Copenhaga, frente à Dinamarca… com a significativa diferença de ter marcado cedo, no primeiro lance ofensivo que criou.
O mais difícil parecia estar feito. Porém, tal não libertaria a equipa portuguesa da tensão a que se encontra sujeita, com os jogadores a denotarem alguma tendência para o individualismo. Até final da primeira parte, apenas Cristiano Ronaldo, à passagem da meia hora de jogo, disporia de nova ocasião de perigo.
O tempo parecia decorrer placidamente, sem que Portugal e Hungria revelassem capacidade para alterar o marcador, sem qualquer incidência particular até à entrada do último de quarto de hora da partida. A equipa portuguesa desperdiçaria então uma nova oportunidade, estavam decorridos 75 minutos, enquanto os húngaros davam dois sérios avisos, aos 74 e 77 minutos.
Até ao minuto 94, Portugal teria ainda que sofrer bastante para evitar que algum ressalto traiçoeiro lhe retirasse a vitória… fundamental para que a equipa prossiga na senda da qualificação para a fase final a disputar na África do Sul.
Outras boas notícias da jornada: o empate da Dinamarca na Albânia, que faz com que o 1º lugar continue em aberto, com um duplo confronto da maior importância agendado para o próximo dia 10 de Outubro (antes da derradeira ronda), entre Dinamarca-Suécia e Portugal-Hungria; a derrota da Escócia frente à Holanda, que deverá garantir que os 2º classificados dos restantes 8 grupos disputarão o play-off.
Nas classificações de outros grupos, destaque para a Espanha e Inglaterra, que se juntam à Holanda como países já com o apuramento confirmado, assim como para a Eslováquia, que – tal como a Alemanha, Rússia, Sérvia e Itália – garantiram já, pelo menos, a presença no play-off.
Hungria – Gabor Babos, Laszlo Bodnar, Gabor Gyepes, Roland Juhasz, Balazs Toth (83m – Akos Buzsaky), Peter Halmosi, Balazs Dzsudzsa, Pal Dardai (65m – Tamas Priskin), Sandor Torghell, Krisztian Vadocz e Szabolcs Huszti (65m – Tamas Hajnal)
Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles, Tiago (90m – Rolando) e Deco (48m – Simão Sabrosa); Cristiano Ronaldo e Liedson (82m – Nani)
0-1 – Pepe – 9m
Cartões amarelos – Balazs Toth (50m); Pepe (69m) e Duda (77m)
Árbitro – Stephane Lannoy (França)
GRUPO 1
Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 8 5 3 - 15 - 4 18 2º Suécia 8 4 3 1 9 - 3 15 3º Portugal 8 3 4 1 10 - 5 13 4º Hungria 8 4 1 3 9 - 5 13 5º Albânia 9 1 4 4 5 - 9 7 6º Malta 9 - 1 8 0 - 22 1
9ª jornada
09.09.09 – Malta – Suécia – 0-1
09.09.09 – Albânia – Dinamarca – 1-1
09.09.09 – Hungria – Portugal – 0-1
Armindo Araújo Campeão do Mundo de Ralis (Produção)
O piloto português Armindo Araújo conquistou hoje o título de Campeão Mundial de Ralis (agrupamento de Produção), ao concluir o Rali da Austrália na 4ª posição, ao volante de um Mitsubishi, e tendo como co-piloto Miguel Ramalho.
A atribuição do título encontra-se contudo ainda condicionada da decisão definitiva quanto à desclassificação do piloto Nasser Al-Attiyah (Emirados Árabes Unidos) no Rali da Acrópole, apenas devendo ser oficialmente anunciada a 6 de Outubro.








