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Roger Federer vence Torneio de Roland Garros
Vencendo na Final, hoje disputada, o sueco Robin Soderling (que, nos 1/8 Final, havia afastado Rafael Nadal, tetra-campeão da prova francesa), por 3-0, com os parciais de 6-1, 7-6 e 6-4, o suíço Roger Federer, actual nº 2 do ranking mundial, conquistou pela primeira vez o Torneio de Roland Garros, igualando o record de 14 títulos do Grand Slam (em 19 Finais disputadas), até agora pertença exclusiva do estado-unidense Pete Sampras.

(foto via Record)
Com o triunfo na única das principais provas que lhe faltava vencer (após derrotas na Final nos três anos anteriores, frente a Rafael Nadal), Federer torna-se apenas no terceiro tenista a conseguir – na era “Open” (desde 1968) – vencer os quatro grandes torneios do ténis mundial (Austrália, Roland Garros, Wimbledon, e o Open dos Estados Unidos, disputados em diferentes superfícies), repetindo as proezas do australiano Rod Laver e do também estado-unidense Andre Agassi.
O suíço somou o seu 59º título como profissional, estando agora a 10 triunfos da marca de Andre Agassi.
Albânia – Portugal (Mundial 2010 – Qualif.)
Num ambiente adverso, frente a uma equipa albanesa que não teve pejo em usar, desde início do jogo, alguma agressividade, Portugal não cumpriu o que Carlos Queirós, num exercício de tentativa de motivação dos seus jogadores, antecipara: o de alcançar uma vitória “fácil” e/ou categórica.
Efectivamente, foi necessário sofrer muito para – “a ferros” – conseguir alcançar os 3 pontos, esta noite em Tirana; apenas no antepenúltimo dos cinco minutos de tempo de compensação, quando os jogadores albaneses já haviam abdicado de disputar o jogo, recolhendo-se às imediações da sua área, num lance típico de bola lançada em profundidade, surgiu Bruno Alves, nas costas da defesa, a antecipar-se e desviar de cabeça para o golo.
Até aí – e, portanto, ao longo de todo o encontro – Portugal denotara uma falta de ideias e de dinâmica, sem oportunidades de perigo dignas de realce, à excepção do lance do primeiro golo, com uma descida de Bosingwa pelo corredor lateral direito, cruzando com “conta, peso e medida” para a cabeça de Hugo Almeida, que não se fez rogado, inaugurando o marcador.
E, quando se pensaria que o mais difícil – quebrar a muralha defensiva albanesa – estava feito, praticamente no minuto imediato, num lance de desconcentração da defesa portuguesa, a deixar-se antecipar, a Albânia empatava o jogo.
Com uma equipa algo saturada física e psicologicamente, Portugal não conseguiria imprimir mudanças de ritmo, nem acelerar o jogo, com as substituições operadas por Carlos Queirós a não resultar em mais do que um ou dois fogachos da parte de Nani. Seria, consequentemente, já em desespero, que Portugal conseguiria manter a esperança do apuramento, que teria ficado bastante comprometido em caso de empate.
De qualquer forma, após a vitória da Dinamarca hoje na Suécia, as contas para o primeiro lugar parecem irremediavelmente afastadas – dificilmente os dinamarqueses deixarão escapar a vitória no Grupo e a qualificação directa (recebendo, no seu terreno, os três adversários ainda na disputa do acesso à Fase Final do Mundial) -, com a equipa portuguesa a ver-se praticamente compelida a recentrar os seus objectivos no segundo lugar e eventual apuramento via play-off.
No pressuposto de que Portugal venceria todas as 4 partidas que tem ainda a disputar – sendo a próxima, daqui a 3 meses… na Dinamarca, seguindo-se, quatro dias depois, a visita à Hungria -, alcançaria um total de 21 pontos, sendo que, nesse cenário, o máximo de pontos que a Hungria poderia atingir seria de 19, o que a afastaria da qualificação. Com a Suécia a ter ainda de se deslocar à Dinamarca, só a vitória (em todos os 5 jogos) lhe permitiria também atingir os 21 pontos.
Realizaram-se hoje diversos outros jogos de qualificação, um pouco por todo o mundo, com Japão, Austrália, Coreia do Sul e Holanda a serem os primeiros a garantir um lugar na Fase Final do Campeonato Mundial, a disputar no próximo ano na África do Sul.
Albânia – Islli Hidi, Elvin Beqiri, Kristi Vangjeli, Lorik Cana, Debatik Curri, Endri Vrapi, Amsi Agolli, Ervin Bulku, Klodian Duro (87m – Besart Berisha), Ervin Skela (90m – Dorian Bylykbasi) e Erion Bogdani (65m – Hamdi Salihi)
Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho (76m – Nani), Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles e Deco; Cristiano Ronaldo, Hugo Almeida (70m – Edinho) e Boa Morte (45m – Simão Sabrosa)
0-1 – Hugo Almeida – 27m
1-1 – Erion Bogdani – 29m
1-2 – Bruno Alves – 90m
Cartões amarelos – Kristi Vangjeli (9m), Debatik Curri (21m), Amsi Agolli (54m) e Islli Hidi; Raul Meireles (54m) e Pepe (80m)
Árbitro – Florian Meyer (Alemanha)
GRUPO 1
Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 6 5 1 - 13 - 2 16 2º Hungria 6 4 1 1 8 - 2 13 3º Portugal 6 2 3 1 8 - 4 9 4º Suécia 6 2 3 1 6 - 2 9 5º Albânia 8 1 3 4 4 - 8 6 6º Malta 8 - 1 7 0 - 21 1
7ª jornada
06.06.09 – Suécia – Dinamarca – 0-1
06.06.09 – Albânia – Portugal – 1-2
10.06.09 – Suécia – Malta – 4-0
Bordeaux e Unirea Urziceni Campeões / FC Porto vence Taça
O Girondins de Bordeaux sagrou-se ontem Campeão de França, conquistando o 6º título do seu historial, 10 anos depois do último triunfo, colocando termo a um reinado de 7 anos do Olympique de Lyon.
De forma surpreendente – beneficiando da derrota caseira do D. Bucuresti – um sensacional Unirea Urziceni, vencendo em Timisoara, sagrou-se, já nesta jornada, e pela primeira vez na sua história, Campeão da Roménia!
Em Portugal, o FC Porto, vencendo por 1-0 o P. Ferreira na Final da Taça de Portugal, hoje disputada no Estádio do Jamor, conquistou pela 14ª vez a Taça de Portugal, em 26 Finais disputadas (ver Palmarés e lista de finais – antes da Final de hoje).
Entretanto, começa a definir-se a composição da Liga dos Campeões da próxima época; com lugar assegurado na Fase de Grupos (8 Grupos de 4 equipas) encontram-se já as seguintes 22 equipas: Manchester United, Liverpool e Chelsea (Inglaterra), Barcelona, Real Madrid e Sevilla (Espanha), Inter, Juventus e AC Milan (Itália), Bordeaux e Marseille (França), Wolfsburg e Bayern (Alemanha), Rubin Kazan e Spartak Moskva (Rússia), Unirea Urziceni (Roménia), FC Porto (Portugal), AZ (Holanda), Glasgow Rangers (Escócia), Beşiktaş (Turquia), D. Kiev (Ucrânia) e Standard Liège (Bélgica).
Arsenal, At. Madrid, Fiorentina, Lyon e Stuttgart perfilam-se também na “ante-câmara” da qualificação, já que participarão no play-off final de apuramento, defrontando os 5 vencedores da eliminatória da “Fase de Qualificação de Não Campeões”, na qual participarão: Sporting (Portugal), Celtic (Escócia), Shakhtar Donetsk (Ucrânia), Anderlecht (Bélgica), Panathinaikos (Grécia), – “cabeças-de-série” -, Sparta Praha (R. Checa), D. Moskva (Rússia), Timişoara (Roménia), Twente (Holanda) e Sivasspor (Turquia).
Os Campeões nacionais de 39 países (incluindo o Olympiakos, da Grécia, e o Slavia Praha, da R. Checa) apurarão entre si, por via de sucessivas eliminatórias, os restantes 5 participantes na Fase de Grupos da Liga dos Campeões.
Barcelona Campeão Europeu
Com uma exibição segura, o Barcelona, vencendo em Roma a equipa do Manchester United por 2-0 – culminando uma perfeita época de estreia de Guardiola como treinador, depois da conquista do título de Campeão de Espanha e da vitória na Taça do Rei -, sagrou-se Campeão Europeu pela terceira vez no seu historial (10º troféu nas provas europeias), depois das vitórias de 1992 e 2006, igualando o seu rival de hoje… que desapossou do título.
Na partida desta noite, o Manchester United parecia ter entrado de forma mais fulgurante, aproximando-se com perigo da baliza da equipa catalã por três vezes nos minutos iniciais.
Até que, ao 10º minuto de jogo, Samuel Eto’o, na primeira jogada ofensiva do Barcelona, marcava o golo que pautaria o tempo restante desta final: uma equipa confiante, com um grande domínio / posse de bola, num excelente jogo colectivo – tendo por esteios principais Xavi e Iniesta, a par do trio ofensivo formado por Messi, Eto’o e Henry -, que praticamente não concedeu veleidades ao adversário.
O golo de Messi, aos 70 minutos, determinaria, ainda relativamente cedo, o desfecho desta Final, em que Cristiano Ronaldo, algo desacompanhado e “sem bola” – e não obstante o esforço desenvolvido -, não brilharia, depois de ter dado sinais de querer evidenciar-se na fase inicial do encontro.
Clicar abaixo para ver o palmarés completo (1955-2009):
Wolfsburg Campeão da Alemanha
O Wolfsburg (equipa da Volkswagen, na qual militaram esta época os portugueses Ricardo Costa e Alex) entrou ontem na história do futebol alemão ao sagrar-se pela primeira vez Campeão da Alemanha, encerrando a prova com uma concludente vitória, por 5-1, sobre o Werder Bremen.
Em França, à entrada para a derradeira jornada, o Bordeaux mantém uma vantagem de 3 pontos sobre o Marseille, necessitando apenas de 1 empate em Caen (que luta ainda pela manutenção), isto caso os marselheses vençam frente ao Rennes.
Por fim, na Roménia, um sensacional Unirea Urziceni, vencendo o anterior líder D. Bucareste, assumiu o comando isolado da prova, com um ponto de vantagem, quando faltam apenas 2 jornadas… e precisamente antes de visitar, na próxima ronda, o terceiro candidato ao título, Poli Timişoara, a 5 pontos do primeiro lugar, sendo que esta equipa foi penalizada no início da prova com a dedução de 6 pontos!
Classificação Final – Campeonato Nacional Futebol 2008-09
Equipa J V E D GM GS P FC Porto 30 21 7 2 61 - 18 70 Sporting 30 20 6 4 45 - 20 66 Benfica 30 17 8 5 54 - 32 59 Nacional 30 15 7 8 47 - 32 52 Sp. Braga 30 13 11 6 38 - 21 50 Leixões 30 12 9 9 30 - 31 45 Académica 30 10 9 11 28 - 32 39 V. Guimarães 30 10 8 12 32 - 36 38 Marítimo 30 9 10 11 35 - 36 37 Paços Ferreira 30 9 7 14 37 - 42 34 E. Amadora 30 8 10 12 26 - 38 31 * Rio Ave 30 8 6 16 20 - 35 30 Naval 30 7 8 15 25 - 39 29 V. Setúbal 30 7 5 18 21 - 46 26 Belenenses 30 5 9 16 28 - 52 24 Trofense 30 5 8 17 25 - 42 23
* E. Amadora penalizado em 3 pontos, por deliberação de 20 de Maio de 2009, por não ter efectuado pagamento à Liga no prazo regulamentar
Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Sporting – Fase “Qualificação Não Campeões” p/ Liga Campeões
3º classificado – Benfica – “Play-off” final de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
4º classificado – Nacional – “Play-off” final de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – Braga – 3ª eliminatória de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
Finalista Taça – P. Ferreira – 2ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Europa
Vencedor Taça – FC Porto
Despromovidos – E. Amadora (devido a incumprimento financeiro) e Trofense
Promovidos – Olhanense e U. Leiria
Palmarés – Campeões:
Benfica (31) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05
FC Porto (24) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09
Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Taça UEFA – Final
Com a realização da 51ª Final da competição, hoje disputada em Istambul, entre Werder Bremen e Shakhtar Donetsk, com vitória da equipa ucraniana, por 2-1, no prolongamento, conclui-se a existência da Taça UEFA (precedida, até 1970-71, pela denominada Taça das Cidades com Feiras), a partir da próxima época substituída pela nova “Liga Europa”.
Clicar abaixo para ver o palmarés completo (1955-2009):
Cem anos do futebol em Torres Novas

A pretexto da primeira demonstração de futebol realizada em Torres Novas de que há registo histórico – a 15 de Abril de 1909 – João Carlos Lopes escreveu um livro (“Cem anos do futebol em Torres Novas”), pequeno em dimensão, mas que vale bem a pena ser lido e estudado, dada a dimensão sociológica e sócio-política com que é abordada a génese e desenvolvimento dos diversos clubes locais nos primórdios deste complexo fenómeno de massas em que se tornou o futebol, evoluindo – no que constitui um interessante traço da história do futebol português e da sua afirmação – a partir de um início elitista para um cariz popular… ou, no caso concreto, desde os militares (associados à Escola de Cavalaria), até aos operários.
Nele são afloradas questões pertinentes, de que é exemplo o declínio dos clubes representativos de grandes concentrações operárias (Setúbal, Barreiro), ou de cidades industriais do centro e sul do país, de mais pequena escala (Marinha Grande, Tomar, Olhão e Tramagal), no período pós-revolução – curiosamente, e de forma algo excepcional, uma tendência estrutural ontem mesmo “contrariada” pelo Olhanense, conseguindo, 34 anos depois, o regresso ao principal escalão do futebol português.
Ou vicissitudes tão comezinhas como a falta de um espaço para a prática da modalidade, que originou que não houvesse futebol de competição oficial em Torres Novas ao longo de mais de 10 anos, de 1934 a 1945.
Com curiosidades históricas dignas de menção, como a saga da (não) autorização para o corte de (uns poucos) eucaliptos, que levaria à mencionada suspensão da prática futebolística, ou a alteração das cores aquando da refundação do Clube Desportivo de Torres Novas, que, por motivos relacionados com a apropriação política pelo regime, obrigou à mudança do vermelho (cor do clube originário, Torres Novas Futebol Clube) para o amarelo…
E, também, necessariamente, com espaço para as inevitáveis rivalidades regionais, primeiro com o Tramagal, logo de seguida com o Sporting e União de Tomar – com cerca de uma centena de derbies disputados entre os 2 clubes neste período de 100 anos -, e também com os clubes da capital do distrito, Santarém.
Ou, ainda, para os maiores ídolos locais: Carlos Torres e José Torres, o “Bom Gigante”; assim como a referência a um Presidente cujo nome se confunde com a história do clube, cujos destinos dirigiu num período que cruza três décadas, desde 1945 a 1966, emprestando mesmo a actual identidade ao Estádio de Torres Novas: Dr. António Alves Vieira.
Uma iniciativa que constitui um exemplo a seguir, contribuindo para a indispensável preservação e enriquecimento da nossa memória colectiva.
Aguarda-se com expectativa o segundo volume, que cobrirá o período a partir do início da segunda metade do século passado.
Manchester, Inter e Barcelona Campeões

Manchester United, Inter e Barcelona (estes dois últimos mesmo sem jogar…) sagraram-se este sábado (16 de Maio) campeões nacionais, respectivamente de Inglaterra, Itália e Espanha, os três principais campeonatos da Europa.
Aproveitando a derrota do AC Milan frente à Udinese, a equipa treinada por José Mourinho sagrou-se tetra-campeã, enquanto que o clube onde militam Cristiano Ronaldo e Nani (empatando a zero em casa com o Arsenal) é tri-campeão; ambos igualaram os seus principais rivais (respectivamente Liverpool e AC Milan) no número de títulos de campeão nacional conquistados: 18 no caso das equipas inglesas, 17 para as italianas. Já o Barcelona, beneficiando da derrota do Real Madrid em Villarreal, reconquistou – três anos depois – o título, o 19º do seu historial.
Na Alemanha, o campeonato apenas será decidido na derradeira jornada, com os quatro primeiros separados por 3 pontos: o Wolfsburg (que receberá o Werder Bremen) lidera, com dois pontos de vantagem sobre Bayern e Stuttgart (que se defrontam em Munique!) e 3 sobre o Hertha de Berlim.
Em França, os hepta-campeões Lyon despediram-se do título… com uma vitória em Marselha, que coloca o Bordeaux – agora com 3 pontos de vantagem sobre os marselheses, a 2 jornadas do final – na senda do título.
Na Roménia, o D. Bucareste afastou um concorrente ao título, ao vencer o Poli Timişoara, agora já a 7 pontos, quando restam 3 jornadas. Na próxima ronda, um outro desafio ao líder, no jogo que pode valer um campeonato, com a deslocação ao terreno do Unirea Urziceni, segundo classificado, a apenas 2 pontos.
FC Porto – Tetra-Campeão
Ao vencer o Nacional por 1-0, o FC Porto sagrou-se hoje Campeão Nacional pela 24ª vez (1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09) – em 75 edições da prova –, alcançando, pela segunda vez na sua história, o tetra-campeonato, conquistando 6 campeonatos nos 7 últimos anos. Em paralelo, Jesualdo Ferreira torna-se o primeiro treinador português a conseguir sagrar-se tri-campeão nacional.





