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Portugal – Islândia (Euro-2012 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Rolando, Eliseu, Raul Meireles (60m – Miguel Veloso), Cristiano Ronaldo, Carlos Martins (72m – Rúben Micael), João Moutinho, Nani e Hélder Postiga (88m – Nuno Gomes)

Islândia Islândia – Stefán Magnússon, Solvi Geir Jonsson, Birkir Sævarsson, Kristján Sigurdsson, Johann Gudmundsson (81m – Kjartan Henry Finnbogason), Birkir Bjarnason, Gylfi Sigurdsson, Hjörtur Valgardsson, Aron Gunnarsson, Hallgrímur Jónasson (89m – Matthías Vilhjálmsson) e Rúrik Gíslason (89m – Arnór Smárason)

1-0 – Nani – 13m
2-0 – Nani – 21m
3-0 – Hélder Postiga – 45m
3-1 – Hallgrímur Jónasson – 48m
3-2 – Hallgrímur Jónasson – 68m
4-2 – João Moutinho – 81m
5-2 – Eliseu – 87m
5-3 – Gylfi Sigurdsson (pen.) – 90m

Cartões amarelos – Carlos Martins (60m) e Rolando (90m); Birkir Sævarsson (36m)

Árbitro – Bas Nijhuis (Holanda)

O futebol é fértil em jogos em que a lógica se torna absolutamente ilógica…

Defrontando uma frágil e amadora selecção da Islândia, ainda sem qualquer golo marcado fora da sua ilha – não obstante apenas ter sido derrotada na Dinamarca e na Noruega pela margem mínima, em ambos os casos, apenas no derradeiro minuto da(s) partida(s) -, surpreendentemente seriam os islandeses a surgir mais afoitos, conseguindo, logo nos minutos iniciais, uma sucessão de pontapés de canto a seu favor.

Atónito com o inesperado da situação, Portugal conseguiria, curiosamente, no seu primeiro lance de ataque, com Nani a dar a melhor sequência a um bom centro de Eliseu, inaugurar o marcador, ainda cedo, com um golo de excelente execução.

E, poucos minutos decorridos, aproveitando uma flagrante falha defensiva dos islandeses, Nani, muito oportuno, bisaria.

Com o jogo a entrar numa toda de maior normalidade, com Portugal a assumir o controlo da partida, o terceiro golo acabaria por surgir com naturalidade, dando, não obstante, uma ilusória expressão de grande superioridade portuguesa, que não se vira em campo.

Logo no reinício, Cristiano Ronaldo, num excelente remate, de longe, não teve contudo a fortuna do seu lado, com a bola a embater com estrondo na trave.

E, com a tal ilógica, seria a Islândia, também aproveitando uma falha de marcação na defesa portuguesa, a reduzir para 1-3. No imediato, a selecção portuguesa deu a sensação de não ter sido afectada por este golo, prosseguindo a sua toada de procura de construção de jogadas de ataque. E o quarto golo esteve à vista, por mais de uma vez.

Até que, a pouco mais de 20 minutos, em mais um lance confuso, a Islândia conseguiu o inimaginável: marcar um segundo golo, passando o resultado para 2-3, e colocando Portugal sob uma pressão nervosa de não ter mais margem de erro.

E, contudo, voltaria a errar logo de seguida, com Rui Patrício a sair em falso, e a defesa, atabalhoadamente, a despachar a bola da zona de perigo.

À mente de todos terá então assomado a memória do jogo inaugural desta campanha, com o absolutamente inacreditável empate, 4-4, com o Chipre.

A equipa portuguesa nunca mais teve a serenidade necessária para retomar as rédeas do jogo, que foi decorrendo lentamente, em toada arrastada. Só aos 81 minutos, Portugal sossegaria, com o golo de João Moutinho, a dar, já em plena área, a melhor sequência a um bom cruzamento da esquerda, novamente de Eliseu.

E seria também Eliseu que, coroando da melhor forma a sua estreia nesta qualificação, dilataria novamente a margem para 5-2, com um belo golo, com um remate em arco, sem hipóteses para o guardião islandês.

Porém, já no terceiro minuto de compensação, haveria ainda tempo para mais uma desconcentração defensiva, com Rolando a empurrar um adversário na área; convertendo a grande penalidade, a Islândia alcançava a inacreditável marca de 3 golos num único jogo fora de casa…

Sem evitar o susto, Portugal cumpria a obrigação de vencer, partindo para o derradeiro jogo desta fase de apuramento em posição de relativo privilégio: basta-lhe empatar na Dinamarca, na próxima terça-feira, para garantir a vitória no Grupo (o que implicará a necessidade de uma maior concentração do que a evidenciada esta noite no Estádio do Dragão); mesmo na eventualidade de uma derrota, Portugal poderia ainda alcançar o apuramento automático (como melhor de todos os 2º classificados, mas dependendo de outros jogos, nomeadamente de a Suécia não ganhar à Holanda); por fim, com 9 golos de vantagem face à Noruega, só uma catástrofe impediria Portugal de, na pior das hipóteses, aceder ao play-off de apuramento.

Entretanto, estão já qualificadas as selecções da Alemanha, Itália, Espanha, Holanda e Inglaterra, com a Rússia a ter o pro-forma de dever ainda ganhar a Andorra, e a França a ter também de disputar, em confronto directo com a Bósnia, a qualificação; por fim, Grécia ou Croácia, discutirão a vitória no seu Grupo, nos jogos que farão na última jornada.

GRUPO H                Jg   V   E   D     G     Pt
1º Portugal             7   5   1   1   20-10   16
2º Dinamarca            7   5   1   1   13- 5   16
3º Noruega              7   4   1   2    7- 6   13
4º Islândia             8   1   1   6    6-14    4
5º Chipre               7   -   2   5    6-17    2

9ª jornada
07.10.11 – Chipre – Dinamarca – 1-4
07.10.11 – Portugal – Islândia – 5-3

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7 Outubro, 2011 at 10:59 pm Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – 5ª jornada

Grupo A
09.09.11 – N. Zelândia – Tonga – 41-10
10.09.11 – França – Japão – 47-21
14.09.11 – Tonga – Canadá – 20-25
16.09.11 – N. Zelândia – Japão – 83-7
18.09.11 – França – Canadá – 46-19
21.09.11 – Tonga – Japão – 31-18
24.09.11 – N. Zelândia – França – 37-17
27.09.11 – Canadá – Japão – 23-23
01.10.11 – França – Tonga – 14-19
02.10.11 – N. Zelândia – Canadá – 79-15

1º N. Zelândia, 20; 2º França, 11; 3º Tonga, 9; 4º Canadá, 6; 5º Japão, 2

Grupo B
10.09.11 – Escócia – Roménia – 34-24
10.09.11 – Argentina – Inglaterra – 9-13
14.09.11 – Escócia – Geórgia – 15-6
17.09.11 – Argentina – Roménia – 43-8
18.09.11 – Inglaterra – Geórgia – 41-10
24.09.11 – Inglaterra – Roménia – 67-3
25.09.11 – Argentina – Escócia – 13-12
28.09.11 – Geórgia – Roménia – 25-9
01.10.11 – Inglaterra – Escócia – 16-12
02.10.11 – Argentina – Geórgia – 25-7

1º Inglaterra, 18; 2º Argentina, 14; 3º Escócia, 11; 4º Geórgia, 4; 5º Roménia, 0

Grupo C
11.09.11 – Austrália – Itália – 32-6
11.09.11 – Irlanda – EUA – 22-10
15.09.11 – Rússia – EUA – 6-13
17.09.11 – Austrália – Irlanda – 6-15
20.09.11 – Itália – Rússia – 53-17
23.09.11 – Austrália – EUA – 67-5
25.09.11 – Irlanda – Rússia – 62-12
27.09.11 – Itália – EUA – 27-10
01.10.11 – Austrália – Rússia – 68-22
02.10.11 – Irlanda – Itália – 36-6

1º Irlanda, 17; 2º Austrália, 15; 3º Itália, 10; 4º EUA, 4; 5º Rússia, 1

Grupo D
10.09.11 – I. Fiji – Namíbia – 49-25
11.09.11 – África Sul – País Gales – 17-16
14.09.11 – Samoa – Namíbia – 49-12
17.09.11 – África Sul – I. Fiji – 49-3
18.09.11 – País Gales – Samoa – 17-10
22.09.11 – África Sul – Namíbia – 87-0
25.09.11 – I. Fiji – Samoa – 7-27
26.09.11 – País Gales – Namíbia – 81-7
30.09.11 – África Sul – Samoa – 13-5
02.10.11 – País Gales – I. Fiji – 66-0

1º África Sul, 18; 2º País Gales, 15; 3º Samoa, 10; 4º I. Fiji, 5; 5º Namíbia, 0

O grande destaque desta fase de grupos foi a “escandalosa” derrota da França frente a Tonga, um resultado que ficará na história da modalidade.

Com consequências mais significativas, a nível do alinhamento dos jogos dos 1/4 Final (e, consequentemente, das fases posteriores), outra grande surpresa foi a vitória da Irlanda sobre a Austrália. Realce também para a vitória tangencial da Argentina perante a Escócia, decisiva na definição do apuramento, afastando os escoceses – pela primeira vez na história dos Mundiais -, dos 1/4 Final.

Por fim, para além dos sustos que as selecções da Argentina e Escócia infligiram à Inglaterra; e do País de Gales, perante a África do Sul (com o resultado a cifrar-se também na margem mínima de 1 ponto), e dos “serviços mínimos” dos sul-africanos frente a Samoa, nos restantes jogos imperou a normalidade, com as selecções mais poderosas a afirmarem a sua superioridade (tendo a N. Zelândia atingido a pontuação máxima, praticamente esmagando os adversários que foi defrontando) – sendo ainda de notar a curiosidade do empate do jogo entre o Canadá e o Japão.

Na sequência da conclusão desta fase inicial, de grupos, é já conhecido o alinhamento dos encontros dos 1/4 Final, com a particularidade de integrar 2 jogos envolvendo as quatro equipas do hemisfério Norte (Europa) apuradas, e outros 2 com as selecções do hemisfério Sul (África, América e Oceânia) – num equilíbrio perfeito a nível de países qualificados -, o que garante, desde já, uma Final entre um representante de cada um destes blocos (Norte e Sul):

08.10.11 – Irlanda – País Gales
08.10.11 – Inglaterra – França
09.10.11 – África Sul – Austrália
09.10.11 – N. Zelândia – Argentina

Com o 3º lugar obtido nos respectivos grupos, e pese embora a eliminação, asseguraram já a presença no próximo Mundial (para além dos 8 quarto-finalistas), as selecções de Tonga, Escócia, Itália e Samoa.

2 Outubro, 2011 at 10:20 am Deixe um comentário

Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – Final

Final – Espanha – Argentina – 5-4

3º / 4º lugar – Portugal – Moçambique – 9-2

5º / 6º lugar – Itália – Chile – 4-0

7º / 8º lugar – França – Brasil – 5-4

9º / 10º lugar – Suíça – Alemanha – 3-3 (4-3 a.p.)

11º / 12º lugar – Angola – Colômbia – 3-1

13º / 14º lugar – EUA – Holanda – 5-0

15º / 16º lugar – Inglaterra – África Sul – 7-4

Num Mundial que se revelou bastante equilibrado entre as 3 selecções do pódio, a Espanha, vencendo na Final a equipa da casa, Argentina (numa partida em que esteve sempre à frente no marcador, tendo inclusivamente conseguido garantir uma margem confortável ainda no início da segunda parte), conquistou o seu 15º título de Campeã Mundial de Hóquei em Patins – quarto consecutivo e quinto nas últimas 6 edições da competição (apenas tendo cedido em 2003, ano da última vitória portuguesa) –, assim igualando Portugal no número de triunfos em Campeonatos do Mundo, passando a partilhar a supremacia histórica na modalidade, tendo portanto as duas selecções vencido um total de 30 das 40 edições da prova (Argentina e Itália somam 4 títulos cada; a Inglaterra venceu as duas primeiras edições).

Depois da boa exibição no jogo das 1/2 finais, de “amarga” memória, a selecção portuguesa cumpriu hoje a sua obrigação, vencendo com naturalidade uma já muito desgastada equipa de Moçambique. Portugal obteve assim, pela 13ª vez no seu historial, a 3ª posição na classificação final (para além de 15 títulos de Campeão do Mundo, 9 vice-campeonatos, 2 quartos lugares e 1 sexto lugar).

Ao invés da excelente classificação obtida por Moçambique, com um muito honroso 4º lugar, decepcionantes foram as prestações de Angola – país que será o organizador do próximo Mundial, em 2013 –, apenas 11º classificada, depois da proeza do 6º lugar alcançado há dois anos, assim como do Brasil, a cair do 4º lugar de 2009 para a 8ª posição.

Foram despromovidas ao Grupo B do Campeonato do Mundo, as selecções posicionadas nos 3 últimos lugares da tabela final: Holanda (um país com historial prestigiante na modalidade, já vice-campeã do Mundo), Inglaterra (que dominou os primórdios do hóquei em patins, conforme referido, bi-campeã mundial nas duas primeiras edições, no final da década de 30 do século passado) e África do Sul (que fez neste campeonato a sua estreia entre a elite mundial).

1 Outubro, 2011 at 8:36 pm Deixe um comentário

Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1/2 Finais

Moçambique – Espanha – 3-3 (3-4 a.p.)
Portugal – Argentina – 3-4

Uma fortemente personalizada selecção de Moçambique obrigou os tri-Campeões do Mundo em título a aplicar-se a fundo, forçando mesmo o prolongamento, em que a Espanha acabaria por ser mais feliz, marcando o “golo de ouro” que lhe garante a presença na Final, ao fim de apenas 1 minuto.

Também a selecção portuguesa revelou grande personalidade perante a Argentina, a jogar em casa, com o apoio incansável de cerca de 12 000 espectadores, que lotavam por completo o pavilhão. Mantendo o nulo no marcador durante grande parte do primeiro tempo, Portugal seria mesmo o primeiro a marcar, a um minuto do intervalo.

Porém, com algumas decisões controversas da arbitragem, o minuto 29 (9º da segunda parte) seria fatal para as aspirações lusas, com a Argentina a dar a volta ao resultado, beneficiando de uma grande penalidade e de um livre directo. O terceiro golo da Argentina, a 6 minutos do termo do encontro, terá selado definitivamente o desfecho desta meia-final, relegando novamente Portugal para a disputa do 3º e 4º lugar, frente a Moçambique, com os argentinos a apurarem-se para a Final.

Até ao termo da partida, haveria ainda tempo para a Argentina ampliar o marcador para 4-1, com a equipa portuguesa, num último fôlego, de grande dignidade, a reduzir ainda até aos 3-4 (depois de ter visto o que teria sido então o seu segundo golo não validado pela dupla de arbitragem).

Apuramento do 5º ao 8º lugar:

França – Chile – 3-4
Brasil – Itália – 1-6

Apuramento do 9º ao 12º lugar:

Suíça – Colômbia – 6-0
Alemanha – Angola – 4-3

Apuramento do 13º ao 16º lugar:

África Sul – EUA – 9-11
Holanda – Inglaterra – 4-3

30 Setembro, 2011 at 11:43 pm 1 comentário

Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1/4 Final

Portugal – França – 6-3
Brasil – Moçambique – 6-9
Espanha – Itália – 5-2
Argentina – Chile – 12-3

Nas 1/2 Finais, a disputar amanhã, sexta-feira, Portugal defrontará a selecção da casa, a Argentina (23h30). Por seu lado, a selecção de Moçambique, conseguindo, de forma verdadeiramente sensacional, o apuramento para as 1/2 Finais (perdia 2-6 com o Brasil a 15 minutos do final, levando a cabo uma extraordinária reviravolta no marcador), terá como opositor o actual campeão em título, Espanha.

Resultados dos jogos de apuramento do 9º ao 16º lugar:

Suíça – África Sul – 3-2
Alemanha – Holanda – 3-2
Angola – Inglaterra – 7-1
Colômbia – EUA – 5-2

29 Setembro, 2011 at 9:47 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
Vaslui – Zurich – 2-2
Sporting – Lazio – 2-1

1º Sporting, 6; 2º Vaslui, 2; 3º Lazio e Zurich, 1

Grupo H
Braga – Brugge – 1-2
Maribor – Birmingham – 1-2

1º Brugge, 6; 2º Braga e Birmingham, 3; 4º Maribor, 0

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29 Setembro, 2011 at 8:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Bayern – Manchester City – 2-0
Napoli – Villarreal – 2-0

1º Bayern, 6; 2º Napoli, 4; 3º Manchester City, 1; 4º Villarreal, 0

Grupo B
Trabzonspor – Lille – 1-1
CSKA Moscovo – Inter – 2-3

1º Trabzonspor, 4; 2º Inter, 3; 3º Lille, 2; 4º CSKA Moscovo, 1

Grupo C
Manchester United – Basel – 3-3
Otelul Galati – Benfica – 0-1

1º Basel e Benfica, 4; 3º Manchester United, 2; 4º Otelul Galati, 0

Grupo D
Lyon – D. Zagreb – 2-0
Real Madrid – Ajax – 3-0

1º Real Madrid, 6; 2º Lyon, 4; 3º Ajax, 1; 4º D. Zagreb, 0

Grupo E
Valencia – Chelsea – 1-1
Bayer Leverkusen – Genk – 2-0

1º Chelsea, 4; 2º Bayer Leverkusen, 3; 3º Valencia, 2; 4º Genk, 1

Grupo F
Arsenal – Olympiakos – 2-1
Marseille – B. Dortmund – 3-0

1º Marseille, 6; 2º Arsenal, 4; 3º B. Dortmund, 1; 4º Olympiakos, 0

Grupo G
Zenit – FC Porto – 3-1
Shakhtar Donetsk – APOEL – 1-1

1º APOEL, 4; 2º Zenit e FC Porto, 3; 4º Shakhtar Donetsk, 1

Grupo H
BATE Borisov – Barcelona – 0-5
AC Milan – Viktoria Plzen – 2-0

1º Barcelona e AC Milan, 4; 3º Viktoria Plzen e BATE Borisov, 1

Nesta ronda, os destaques vão para o empate arrancado “a ferros” pelo Manchester United, não obstante jogar em casa, frente ao Basel, assim como para a vitória do Benfica na Roménia e do Inter em Moscovo, para além da goleada imposta pelo Barcelona na Bielorrússia.

Bayern, Real Madrid e Marseille são as únicas equipas que conseguiram bisar o triunfo nas duas primeiras jornadas. Entretanto, há dois líderes surpreendentes: os cipriotas do APOEL, no grupo do FC Porto, e o Trabzonspor.

28 Setembro, 2011 at 9:39 pm Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – 4ª jornada

Grupo A
N. Zelândia – França – 37-17
Canadá – Japão – 23-23

1º N. Zelândia, 15; 2º França, 10; 3º Canadá, 6; 4º Tonga, 5; 5º Japão, 2

Grupo B
Argentina – Escócia – 13-12
Geórgia – Roménia – 25-9

1º Inglaterra, 14; 2º Argentina e Escócia, 10; 4º Geórgia, 4; 5º Roménia, 0

Grupo C
Irlanda – Rússia – 62-12
Itália – EUA – 27-10

1º Irlanda, 13; 2º Austrália e Itália, 10; 4º EUA, 4; 5º Rússia, 1

Grupo D
I. Fiji – Samoa – 7-27
País Gales – Namíbia – 81-7

1º África Sul, 14; 2º País Gales e Samoa, 10; 4º I. Fiji, 5; 5º Namíbia, 0

28 Setembro, 2011 at 9:08 am Deixe um comentário

Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins – 1ª Fase – 3ª Jornada

Grupo A
24.09.11 – Espanha – Chile – 8-1
25.09.11 – Suíça – Holanda – 6-0
26.09.11 – Espanha – Holanda – 15-1
26.09.11 – Chile – Suíça – 3-1
27.09.11 – Chile – Holanda – 6-1
27.09.11 – Espanha – Suíça – 4-0

1º Espanha, 9; 2º Chile, 6; 3º Suíça, 3; 4º Holanda, 0

Grupo B
25.09.11 – África Sul – Itália – 0-11
25.09.11 – Alemanha – Argentina – 2-4
26.09.11 – Alemanha – Itália – 1-6
26.09.11 – Argentina – África Sul – 10-1
27.09.11 – Alemanha – África Sul – 9-2
27.09.11 – Argentina – Itália – 7-2

1º Argentina, 9; 2º Itália, 6; 3º Alemanha, 3; 4º África Sul, 0

Grupo C
25.09.11 – Moçambique – EUA – 10-1
25.09.11 – Angola – Portugal – 2-6
26.09.11 – EUA – Angola – 4-7
26.09.11 – Moçambique – Portugal – 3-7
27.09.11 – Moçambique – Angola – 4-3
27.09.11 – EUA – Portugal – 1-18

1º Portugal, 9; 2º Moçambique, 6; 3º Angola, 3; 4º EUA, 0

Grupo D
25.09.11 – Inglaterra – Colômbia – 1-5
25.09.11 – França – Brasil – 1-8
26.09.11 – Colômbia – França – 2-4
26.09.11 – Inglaterra – Brasil – 2-7
27.09.11 – Colômbia – Brasil – 2-9
27.09.11 – Inglaterra – França – 1-5

1º Brasil, 9; 2º França, 6; 3º Colômbia, 3; 4º Inglaterra, 0

Em função das classificações nesta fase de Grupos, é já conhecido o alinhamento dos encontros dos 1/4 Final, a disputar na próxima quinta-feira (em que se destaca o surpreendente apuramento da selecção de Moçambique, em detrimento da de Angola):

Portugal – França
Brasil – Moçambique
Espanha – Itália
Argentina – Chile

27 Setembro, 2011 at 9:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Otelul Galati – Benfica

Otelul GalatiOtelul Galati – Branko Grahovac, Nejc Skubic, Zoran Ljubinkovic, Liviu Antal, Sergiu Costin, Milan Perendija, Ioan Filip, John Ibeh (45m – Gabriel Viglianti), Laurentiu Bus (65m – Sorin Frunza), Gabriel Giurgiu e Marius Pena (69m – Bratislav Punosevac)

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Ezequiel Garay, Luisão, Emerson, Javi García, Bruno César (82m – Rúben Amorim), Axel Witsel, Nico Gaitán (77m – Rodrigo), Javier Saviola (63m – Nolito) e Óscar Cardozo

0-1 – Bruno César – 40m

Cartões amarelos – Milan Perendija (86m) e Sergiu Costin (88m)

Árbitro – David Fernández Borbalán (Espanha)

Perante a, teoricamente, mais débil equipa do grupo, o Benfica entrou em campo, disputado no novo Estádio de Bucareste, com disposição de chamar a si o controlo do jogo, assumindo a sua condição de favorito, procurando uma toada de futebol ofensivo.

Porém, a equipa romena, sem individualidades sonantes, mas bem organizada, foi retardando a criação de oportunidades de golo por parte do Benfica, conseguindo, mesmo, à medida que o tempo ia avançando, ir ganhando alguma confiança, procurando sair para o meio-campo adversário.

O Benfica ia dominando a partida, mas com um futebol algo denunciado, sem velocidade, não criando grandes ocasiões de perigo. Até ao golo que inauguraria o marcador, apenas um lance digno de nota, com Nico Gaitán a não ser egoísta, combinando com um colega – que, atrasado, acabaria por não chegar à bola -, quando poderia ter levado a jogada até ao fim, assumindo o risco do remate.

O mesmo Gaitán viria a estar no lance do golo, com uma boa abertura para Bruno César, que não desperdiçaria, materializando em golo a superioridade até então evidenciada pela equipa portuguesa.

Apenas à passagem da hora de jogo, mercê de uma desatenção da defesa benfiquista, a equipa do Otelul remataria à baliza, para a primeira defesa de Artur Moraes.

Numa segunda parte em que o Benfica ia “deixando correr o marfim”, somente aos 8o minutos, na sequência de mais uma jogada bem desenhada, a equipa portuguesa teria uma soberana ocasião para ampliar o marcador, bem detida pelo guardião da equipa romena.

Em cima dos 90 minutos, o Otelul Galati, já sem nada a perder, espevitou na procura do empate, com um duplo remate, obrigando Artur Moraes a evidenciar toda a sua concentração para garantir a vitória tangencial, consumada com a saída ao lado da recarga ao primeiro pontapé.

27 Setembro, 2011 at 9:34 pm Deixe um comentário

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