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Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 Final
Wolfsburg – Real Madrid
Bayern – Benfica
Barcelona – At. Madrid
Paris St.-Germain – Manchester City
Os jogos da primeira mão serão disputados nos próximos dias 5 e 6 de Abril de 2016. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 12 e 13 de Abril.
Liga Europa – 1/8 final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Anderlecht - Shakhtar Donetsk 0-1 1-3 1-4 Sevilla – Basel 3-0 0-0 3-0 Bayer Leverkusen - Villarreal 0-0 0-2 0-2 Valencia - Athletic Bilbao 2-1 0-1 2-2 Manchester United - Liverpool 1-1 0-2 1-3 Lazio - Sparta Praha 0-3 1-1 1-4 Tottenham - Borussia Dortmund 1-2 0-3 1-5 Sp. Braga - Fenerbahçe 4-1 0-1 4-2
Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Wolfsburg - Gent 1-0 3-2 4-2 Real Madrid – Roma 2-0 2-0 4-0 Chelsea - Paris St.-Germain 1-2 1-2 2-4 Barcelona - Arsenal 3-1 2-0 5-1 Bayern - Juventus 2-2 (4-2 a.p.) 2-2 6-4 At. Madrid - PSV 0-0 0-0 (8-7 gp) 0-0 Zenit - Benfica 1-2 0-1 1-3 Manchester City - D. Kyiv 0-0 3-1 3-1
Liga Europa – 1/8 final (1ª mão)
Shakhtar Donetsk – Anderlecht – 3-1
Basel – Sevilla – 0-0
Villarreal – Bayer Leverkusen – 2-0
Athletic Bilbao – Valencia – 1-0
Liverpool – Manchester United – 2-0
Sparta Praha – Lazio – 1-1
Borussia Dortmund – Tottenham – 3-0
Fenerbahçe – Sp. Braga – 1-0
Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Zenit – Benfica
Zenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin, Aleksandr Anyukov (58m – Igor Smolnikov), Nicolas Lombaerts, Luís Neto, Yuri Zhirkov, Axel Witsel, Maurício (82m – Artur Yusupov), Hulk, Danny, Aleksandr Kokorin (58m – Oleg Shatov) e Artem Dzyuba
Benfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Victor Lindelöf, Andreas Samaris, Eliseu, Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (73m – Salvio), Nico Gaitán, Jonas (90m – Anderson Talisca) e Konstantinos Mitroglou (67m – Raúl Jiménez)
1-0 – Hulk – 69m
1-1 – Nico Gaitán – 85m
1-2 – Anderson Talisca – 90m
Cartões amarelos – Konstantinos Mitroglou (36m) e Pizzi (49m); Hulk (90m)
Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)
Chegando à Rússia com uma tão preciosa quão magra vantagem de um único golo, da primeira mão, o Benfica visava replicar o desfecho da eliminatória – em análoga fase da competição – que opôs ambas as equipas há quatro anos (e, assim reverter, a imagem que ficara dos dois desaires da temporada anterior, então ainda na “Fase de Grupos”).
Enfrentando este jogo da 2.ª mão com serenidade, a equipa portuguesa procurou posicionar-se de forma a jogar em todo o campo, encarando o Zenit sem excessivas cautelas defensivas – actuando com uma dupla de centrais improvisada, com o recuo do grego Samaris -, consciente da importância de marcar neste desafio.
Ainda no primeiro quarto de hora já Jonas testara, por duas vezes, o guardião contrário, Lodygin,tendo também a formação russa ameaçado a baliza benfiquista, numa fase em que Samaris se adaptava ainda à nova posição. Até final do primeiro tempo, apenas num livre de Hulk, os visitados conseguiriam criar nova situação de perigo.
Com o decorrer do tempo, e a manutenção do nulo, o Benfica começava a tornar-se mais conservador, ao mesmo tempo que, paralelamente, o Zenit arriscava mais, pressionando sobre o meio-campo português.
À passagem do quarto de hora da segunda metade, a turma benfiquista perdera o controlo do jogo, com os russos então bastante ameaçadores, por duas ou três ocasiões. Pouco depois de Jonas ter desperdiçado uma oportunidade perante Lodygin, Hulk chegaria mesmo ao golo, na sequência de um lance algo controverso, em que o defesa Nélson Semedo foi “abalroado” por um adversário.
Reagindo bem, o Benfica acabaria por ser premiado, já na fase derradeira da partida, com o ambicionado tento, que, praticamente, selava o desfecho da eliminatória, com Nico Gaitán, muito concentrado, a empurrar para a baliza uma bola devolvida pela trave, após excelente remate de Raúl Jiménez.
Tal como no Estádio da Luz, o conjunto português voltaria a ser feliz, chegando mesmo, já em período de compensação, ao golo da vitória. Um resultado que confirma a superioridade benfiquista no conjunto das duas mãos, voltando assim, quatro anos depois, a marcar presença nos 1/4 de final da “Liga dos Campeões”.
Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de final
Shakhtar Donetsk – Anderlecht
Basel – Sevilla
Villarreal – Bayer Leverkusen
Athletic Bilbao – Valencia
Liverpool – Manchester United
Sparta Praha – Lazio
Borussia Dortmund – Tottenham
Fenerbahçe – Sp. Braga
Os jogos desta eliminatória, em que avultam os confrontos entre duas equipas inglesas (Manchester United e Liverpool) e, também, entre dois clubes espanhóis (Athletic Bilbao e Valencia), serão disputados nos próximos dias 10 e 17 de Março.
Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Rapid Wien - Valencia 0-4 0-6 0-10 Tottenham – Fiorentina 3-0 1-1 4-1 FC Porto - Borussia Dortmund 0-1 0-2 0-3 Lokomotiv Moskva - Fenerbahçe 1-1 0-2 1-3 Olympiakos - Anderlecht 1-2 (a.p.) 0-1 1-3 Manchester United - Midtjylland 5-1 1-2 6-3 Liverpool - Augsburg 1-0 0-0 1-0 Krasnodar - Sparta Praha 0-3 0-1 0-4 Lazio - Galatasaray 3-1 1-1 4-2 Sp. Braga - Sion 2-2 2-1 4-3 Schalke 04 - Shakhtar Donetsk 0-3 0-0 0-3 Athletic Bilbao - Marseille 1-1 1-0 2-1 Molde - Sevilla 1-0 0-3 1-3 Bayer Leverkusen - Sporting 3-1 1-0 4-1 Napoli - Villarreal 1-1 0-1 1-2 Basel - St.-Étienne 2-1 2-3 4-4
Com a eliminação de FC Porto e Sporting no duplo confronto luso-germânico – somando quatro derrotas em outros tantos jogos disputados -, a representação portuguesa na competição fica exclusivamente a cargo do Sp. Braga, feliz no sorteio, e feliz nos dois jogos desta eliminatória.
Nos 1/8 de final destacam-se os contingentes de Espanha, com 4 equipas a avançar na prova (Sevilla, Valencia, Athletic Bilbao e Villarreal), de Inglaterra, com 3 clubes (Manchester United, Tottenham e Liverpool), e da Alemanha, com os dois vencedores face às equipas portuguesas (Borussia Dortmund e Bayer Leverkusen).
Tal como Portugal, também a Itália regista um único representante (Lazio), à semelhança aliás da Bélgica (Anderlecht), R. Checa (Sparta Praha), Suíça (Basel), Turquia (Fenerbahçe) e Ucrânia (Shakhtar Donetsk).
Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)
17.02.2016 – Gent – Wolfsburg – 2-3
17.02.2016 – Roma – Real Madrid – 0-2
16.02.2016 – Paris St.-Germain – Chelsea – 2-1
23.02.2016 – Arsenal – Barcelona – 0-2
23.02.2016 – Juventus – Bayern – 2-2
24.02.2016 – PSV – At. Madrid – 0-0
16.02.2016 – Benfica – Zenit – 1-0
24.02.2016 – D. Kyiv – Manchester City – 1-3
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão)
Valencia – Rapid Wien – 6-0
Fiorentina – Tottenham – 1-1
Borussia Dortmund – FC Porto – 2-0
Fenerbahçe – Lokomotiv Moskva – 2-0
Anderlecht – Olympiakos – 1-0
Midtjylland – Manchester United – 2-1
Augsburg – Liverpool – 0-0
Sparta Praha – Krasnodar – 1-0
Galatasaray – Lazio – 1-1
Sion – Sp. Braga – 1-2
Shakhtar Donetsk – Schalke 04 – 0-0
Marseille – Athletic Bilbao – 0-1
Sevilla – Molde – 3-0
Sporting – Bayer Leverkusen – 0-1
Villarreal – Napoli – 1-0
St.-Étienne – Basel – 3-2
Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão) – Benfica – Zenit
Benfica – Júlio César, André Almeida, Victor Lindelöf, Jardel, Eliseu, Andreas Samaris, Renato Sanches, Pizzi (71m – Mehdi Carcela-Gonzalez), Nico Gaitán, Jonas e Konstantinos Mitroglou (63m – Raúl Jiménez)
Zenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin; Aleksandr Anyukov, Ezequiel Garay, Nicolas Lombaerts, Domenico Criscito; Axel Witsel, Javi García, Oleg Shatov (81m – Yuri Zhirkov), Hulk, Danny (87m – Maurício) e Artem Dzyuba (74m – Aleksandr Kokorin)
1-0 – Jonas – 90m
Cartões amarelos – André Almeida (16m), Jardel (35m), Pizzi (43m) e Jonas (90m); Axel Witsel (32m), Javi García (59m) e Domenico Criscito (67m)
Cartão vermelho – Domenico Criscito (90m)
Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)
Encarando esta partida da 1.ª mão dos 1/8 de final com a necessária precaução, o Benfica privilegiou mais a segurança defensiva, na procura de manter a sua baliza inviolada, que, propriamente, uma acção continuada de ataque, em busca do golo.
Não quer isto dizer que não tenha sido dos benfiquistas a iniciativa maior de assumir o jogo, e o controlo / domínio, num desafio muito “fechado”, em que também o Zenit não pareceu disposto a correr riscos, pensando também, em primeira análise, em manter o nulo, e levar a decisão da eliminatória para S. Petersburgo.
Aliás, da parte da equipa russa, num balanço geral, nem sequer se pode considerar que tenha procurado explorar com efectividade o contra-ataque, tal a prudência e conservadorismo revelados, sem ameaçar a baliza contrária, apenas visada uma vez por Hulk.
Só na segunda parte a equipa portuguesa pareceu ter interiorizado, de forma mais convicta, a importância de se colocar em vantagem, atacando então com maior insistência. Nessa fase o Benfica construiria então algumas situações de perigo, em especial à passagem dos 70 minutos, quando Gaitán teve a maior oportunidade, negada pelo guardião da equipa russa.
Logo de seguida, também Jardel podia ter inaugurado o marcador. Mas, na verdade, notava-se alguma falta de discernimento por parte dos benfiquistas no momento da finalização, que impedia o concretizar do objectivo.
Pelo que acabaria por ser com alguma felicidade – pelo menos em termos de “timing” – que o Benfica conseguiria chegar ao golo, que consumaria o triunfo, num bom desvio de cabeça de Jonas, dando a melhor sequência a um livre apontado por Gaitán.
Um tento que poderá revelar-se precioso para o desfecho desta contenda… desde que o Benfica se consciencialize que, tão ou ainda mais importante que este golo, será marcar na Rússia…



