Archive for Setembro, 2019

Lituânia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Lituânia Lituânia – Ernestas Šetkus, Saulius Mikoliūnas, Markus Palionis, Edvinas Girdvainis, Vytautas Andriuškevičius, Domantas Šimkus, Vykintas Slivka, Modestas Vorobjovas, Mantas Kuklys (69m – Artūras Žulpa), Ovidijus Verbickas (77m – Donatas Kazlauskas)e Karolis Laukžemis (65m – Deimantas Petravičius)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Rúben Dias, José Fonte, Raphaël Guerreiro, Rúben Neves, William Carvalho, Bruno Fernandes (56m – Rafa Silva), Cristiano Ronaldo (79m – Gonçalo Guedes), João Félix e Bernardo Silva (89m – Pizzi)

0-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 7m
1-1 – Vytautas Andriuškevičius – 28m
1-2 – Cristiano Ronaldo – 62m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 65m
1-4 – Cristiano Ronaldo – 76m
1-5 – William Carvalho – 90m

Cartões amarelos – Não houve

Árbitro – Bas Nijhuis (Holanda)

Ter-nos-emos tornado demasiado exigentes?

Portugal ganha – em terrenos e frente a adversários em que, noutras ocasiões, por várias vezes, registava comprometedores resultados – e goleia (e, em concreto, no jogo desta noite, teve oportunidades para praticamente duplicar o resultado!)… mas não estamos satisfeitos.

Sobretudo porque a exibição não foi constante, nem sequer nivelada, ao longo dos noventa minutos, ao invés, denotando significativas oscilações.

E, desta vez, o que seria porventura o mais difícil – marcar o primeiro golo – até sucederia bem cedo, logo aos sete minutos, na conversão de uma grande penalidade.

Porém, ao invés de libertar a equipa para, tranquilamente, explanar a superior qualidade do seu futebol, a selecção portuguesa pareceu ter “desaparecido” do jogo, permitindo à Lituânia acreditar que – principalmente por via do recurso a lançamentos em profundidade – seria possível criar perigo. E não demoraria muito que a formação da casa chegasse mesmo ao golo, na sequência de um canto.

O conjunto nacional pareceu acusar o (inesperado) tento sofrido, denotando alguma ansiedade, pese embora João Félix tenha visto o guardião contrário negar duas boas ocasiões.

Fernando Santos também não estava satisfeito, mexendo na equipa pouco depois do início da segunda parte, fazendo entrar Rafa para o lugar de Bruno Fernandes, buscando maior mobilidade nas alas.

O tempo corria rápido e o golo não surgia… outra vez com João Félix (e também Bernardo Silva) a não conseguirem materializar em golos as oportunidades de que dispuseram.

Valeu então, já com mais de uma hora de jogo, um lance infeliz do guarda-redes – que vários “golos” salvara já antes -, a deixar a bola escapar-se para as suas redes, após um remate frouxo de Cristiano Ronaldo, a ressaltar no ombro de Šetkus, assim possibilitando, enfim, desbloquear uma partida que parecia complicar-se.

Sem dar tempo à Lituânia para se recompor, apenas três minutos volvidos, seria novamente Cristiano Ronaldo a sentenciar o desfecho da partida, com o seu terceiro golo. Chegaria ainda ao poker, atingindo a “estratosférica” marca de 93 golos apontados com a camisola das quinas.

A contagem seria encerrada, com William Carvalho outra vez a marcar (depois do oportuno golo apontado na Sérvia), já em período de compensação.

No final, a sensação foi a de dever cumprido (outra vez com um resultado amplo, porém, bem melhor que a exibição), na contagem decrescente para o apuramento, agora a três vitórias de distância (sendo que falta receber os dois últimos classificados, visitar o Luxemburgo… e a Ucrânia).

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         5     4     1     -    11 -  1    13
2º Portugal        4     2     2     -    10 -  4     8
3º Sérvia          5     2     1     2    10 - 12     7
4º Luxemburgo      5     1     1     3     5 -  8     4
5º Lituânia        5     -     1     4     4 - 15     1

6ª jornada

10.09.2019 – Luxemburgo – Sérvia – 1-3
10.09.2019 – Lituânia – Portugal – 1-5
(mais…)

10 Setembro, 2019 at 11:59 pm Deixe um comentário

Sérvia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Sérvia Sérvia – Marko Dmitrović, Nikola Milenković, Nikola Maksimović, Matija Nastasić, Aleksandar Kolarov, Nemanja Matić, Luka Milivojević (87m – Luka Jović), Darko Lazović (59m – Adem Ljajić), Dušan Tadić, Filip Kostić (83m – Aleksandar Katai) e Aleksandar Mitrović

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo (65m – João Cancelo), José Fonte, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, William Carvalho, Bruno Fernandes (85m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Gonçalo Guedes (70m – João Félix) e Bernardo Silva

0-1 – William Carvalho – 42m
0-2 – Gonçalo Guedes – 58m
1-2 – Nikola Milenković – 68m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 80m
2-3 – Aleksandar Mitrović – 85m
2-4 – Bernardo Silva – 86m

Cartões amarelos – Nikola Maksimović (10m) e Aleksandar Kolarov (65m); Rúben Dias (40m) e William Carvalho (89m)

Árbitro – Cüneyt Çakır  (Turquia)

Quer pela lógica dos “rankings”, quer pelos resultados até então averbados na presente fase de qualificação, o desafio de Belgrado adivinhava-se quase como uma “final”, no que à decisão de apuramento (reservado aos dois primeiros classificados de cada grupo) respeita.

Apesar de estarmos ainda numa ronda relativamente prematura – para a selecção portuguesa – desta disputa, os comprometedores empates cedidos em casa ante os dois principais rivais colocavam já uma pressão importante, sendo praticamente “proibido” perder.

Ciente também do seu superior potencial, a equipa nacional entrou em campo determinada a assumir a iniciativa do jogo, perante uma formação da Sérvia na expectativa.

Assim decorreram os primeiros vinte minutos, com Portugal a controlar o jogo e a posse de bola, mas, com baixa intensidade e a ritmo denunciado, aparentemente incapaz de contornar a bem escalonada defensiva contrária, assente num rigoroso posicionamento táctico e na compleição física dos seus defesas.

Passada essa fase inicial, a equipa visitada começou a conseguir fazer chegar a bola a zonas mais adiantadas, através de rápidas transições, a solicitar os extremos. Entre os 30 e os 40 minutos, por uma, duas, três ocasiões, Tadić e Mitrović, levando a melhor em velocidade, geraram perigo junto da baliza de Rui Patrício, obrigado a aplicar-se para manter o marcador em branco.

Adivinhava-se o golo… que, contra o que era então a tendência do jogo, surgiria para Portugal, de forma algo fortuita: na sequência de um lançamento de Bruno Fernandes, houve uma falha de comunicação entre o guardião Dmitrović e Milenković, os dois a tentar ir à bola, a chocar, e o esférico a sobrar para William Carvalho, em zona em que não é vulgar a parecer, oportuno, a empurrar a bola para o fundo da baliza.

Na segunda metade, o cariz do encontro seria radicalmente diferente, com a Sérvia a ser forçada a correr mais riscos, em busca do golo, o que, naturalmente, proporcionaria espaços à turma portuguesa. Já depois de ter ameaçado por duas vezes, ambas por Cristiano Ronaldo, Portugal ampliaria a contagem, numa excelente execução de Gonçalo Guedes, descaído sobre a esquerda, a conseguir isolar-se frente ao guarda-redes.

Quando se esperaria que Portugal conseguisse fazer serenar a partida, controlando a boa vantagem já adquirida, a Sérvia conseguiria mesmo marcar e até poderia ter igualado o “placard”, logo de seguida, não fosse a intervenção de Rui Patrício, perante Ljajić.

O jogo estava agora, aberto, bem vivo, dando oportunidade a uma notável abertura de Bernardo Silva para Cristiano Ronaldo, que, eficaz, apontaria o terceiro tento português. Faltavam dez minutos para o final e a vitória estava confirmada… ou talvez não…

Na zona intermediária, Bruno Fernandes teria um passe infeliz, para trás, a libertar a rápida progressão de Tadić, que ofereceu o segundo golo a Mitrović.

Num confronto repleto de cambiantes, Portugal colocava-se à mercê de uns potencialmente “infernais” cinco minutos derradeiros. Mas a incerteza seria de pouca dura: no minuto imediato, Bernardo Silva colocaria o ponto final no jogo, fixando o 4-2.

Contrariamente ao que tem sido a “imagem de marca” da selecção portuguesa, o sector defensivo pareceu, desta vez, ser o mais oscilante, incapaz de transmitir a segurança necessária, com a metade ofensiva, em contraponto, com grande eficácia – mesmo após as dificuldades que denotara em todo o primeiro tempo -, a conseguir alcançar uns notáveis quatro golos no “Marakana” (reduto do Crvena Zvezda), obtendo assim um triunfo que poderá ser determinante para o que falta disputar.

De facto, foi suficiente um único encontro para que a situação se invertesse, a favor de Portugal: “bastar-lhe-á” agora vencer os quatro desafios ante as duas selecções teoricamente menos cotadas (Luxemburgo e Lituânia) para, matematicamente, garantir o apuramento; disporá ainda, adicionalmente, da partida na Ucrânia para, eventualmente, disputar o 1.º lugar.

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         5     4     1     -    11 -  1    13
2º Portugal        3     1     2     -     5 -  3     5
3º Luxemburgo      4     1     1     2     4 -  5     4
4º Sérvia          4     1     1     2     7 - 11     4
5º Lituânia        4     -     1     3     3 - 10     1

5ª jornada

07.09.2019 – Lituânia – Ucrânia – 0-3
07.09.2019 – Sérvia – Portugal – 2-4
(mais…)

7 Setembro, 2019 at 9:40 pm Deixe um comentário

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4 Setembro, 2019 at 9:00 am Deixe um comentário


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