Archive for 19 Setembro, 2018

Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Monaco – At. Madrid – 1-2
Brugge – B. Dortmund – 0-1

1º At. Madrid e B. Dortmund, 3; 3º Monaco e Brugge, 0

Grupo B
Inter – Tottenham – 2-1
Barcelona – PSV – 4-0

1º Barcelona e Inter, 3; 3º Tottenham e PSV, 0

Grupo C
Crvena Zvezda – Napoli – 0-0
Liverpool – Paris St.-Germain – 3-2

1º Liverpool, 3; 2º Napoli e Crvena Zvezda, 1; 4º Paris St.-Germain, 0

Grupo D
Schalke 04 – FC Porto – 1-1
Galatasaray – Lokomotiv Moskva – 3-0

1º Galatasaray, 3; 2º FC Porto e Schalke 04, 1; 4º Lokomotiv Moskva, 0

Grupo E
Ajax – AEK – 3-0
Benfica – Bayern – 0-2

1º Ajax e Bayern, 3; 3º Benfica e AEK, 0

Grupo F
Shakthar Donetsk – Hoffenheim – 2-2
Manchester City – Lyon – 1-2

1º Lyon, 3; 2º Shakthar Donetsk e Hoffenheim, 1; 4º Manchester City, 0

Grupo G
Viktoria Plzeň – CSKA Moskva – 2-2
Real Madrid – Roma – 3-0

1º Real Madrid, 3; 2º CSKA Moskva e Viktoria Plzeň, 1; 4º Roma, 0

Grupo H
Valencia – Juventus – 0-2
Young Boys – Manchester United – 0-3

1º Manchester United e Juventus, 3; 3º Valencia e Young Boys, 0

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19 Setembro, 2018 at 9:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª jornada – Benfica – Bayern

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel, Alex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio (62m – Gabriel), Gedson Fernandes (75m – Andrija Živković), Pizzi (62m – Rafa Silva), Franco Cervi e Haris Seferović

BayernBayern München – Manuel Neuer, Joshua Kimmich, Jérôme Boateng, Mats Hummels, David Alaba, Arjen Robben, Javi Martínez (83m – Thomas Müller), Renato Sanches, Franck Ribéry, (62m – Serge Gnabry), James Rodríguez (79m – Leon Goretzka) e Robert Lewandowski

0-1 – Robert Lewandowski – 10m
0-2 – Renato Sanches – 54m

Cartões amarelos – Ljubomir Fejsa (22m) e Jardel (39m); Joshua Kimmich (18m) e Mats Hummels (52m)

Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)

Depois da boa imagem que tinha deixado no anterior confronto com o poderoso Bayern, nos 1/4 de final da Liga dos Campeões de há três anos, o Benfica voltava a encontrar o agora hexa-campeão germânico, numa partida de contornos algo diferenciados, uma vez que estavam agora em causa os pontos (em vez de se tratar de duas mãos de um confronto a eliminar).

Pelo que se compreende a ideia de um Benfica a procurar ser mais ousado, a jogar “olhos nos olhos” com o adversário.

Porém, da teoria à prática vai uma longa distância: perante o potencial díspar de ambas as formações, cedo foi notório que a formação alemã, muito pressionante desde os instantes iniciais, dificilmente deixaria escapar a vitória, beneficiando também do facto de ter inaugurado o marcador numa fase ainda bastante prematura do jogo (somente com dez minutos decorridos), por intermédio de um frio e eficaz Lewandowski, com um remate cruzado, na primeira vez que conseguiu libertar-se da marcação (após assistência de Alaba), como que a “desarmar” – desde logo – o adversário.

A turma portuguesa apercebeu-se que não seria possível assumir determinados riscos, os quais poderiam redundar em mais golos sofridos (quase de imediato, o Bayern teria outra ocasião para marcar…).

Já depois de outra situação de perigo – e de Vlachodimos ter mostrado concentração e bons reflexos -, só quando os alemães baixaram um pouco a intensidade de jogo, o Benfica – tendo conseguido de alguma forma equilibrar a toada de jogo – teria possibilidade de visar a zona defensiva contrária, com Salvio, próximo da meia hora, a “ameaçar” o seguro Neuer. Isto, antes de, outra vez, o guardião benfiquista ter negado o golo a Robben.

Só que, no segundo tempo, repetir-se-ia a tendência inicial, com o Bayern a chegar ao segundo tento ainda antes de volvidos os primeiros dez minutos, mercê de um lance de envolvimento, com início numa das características arrancadas de Renato Sanches, a progredir pela zona central do terreno, qual fera indomada, pleno de energia, e, depois de uma combinação com Alaba (outra vez muito activo nas tarefas ofensivas), a surgir isolado nas imediações da pequena área, onde só teve de desviar a bola para o fundo da baliza, sem hipóteses para Vlachodimos.

O gesto instintivo de Renato, de imediato pedindo desculpa pelo golo, teve a merecida retribuição dos adeptos benfiquistas, que o aplaudiram de pé, também inevitavelmente satisfeitos pelo seu reaparecimento ao mais alto nível – mesmo que, dolorosamente, conseguido à custa do “seu clube” desde menino.

Na meia hora final, o Benfica, muito lutador, não abdicou de procurar chegar ao golo, mas sempre procurando um equilíbrio precário com as missões de índole defensiva, perante mais algumas ameaças do Bayern – que há muito sentia ter o jogo “na mão” -, que, mesmo em cima do final do tempo de jogo, ainda poderia ter marcado de novo, uma vez mais por Robben.

No balanço geral, as estatísticas apontam para números não muito desequilibrados: 14 remates para cada lado, 7-10 em remates na área, 4-6 em remates à baliza, 5-4 em cantos, apesar dos 44%-56% em termos de posse de bola, num exemplo concreto em que tais indicadores não traduzem cabalmente a efectiva superioridade demonstrada pelo Bayern, que, com toda a naturalidade, somou os três pontos, obtendo o sexto triunfo em nove jogos ante o Benfica, que continua sem conseguir vencer os bávaros.

19 Setembro, 2018 at 9:52 pm Deixe um comentário


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