Archive for Maio, 2015

Benfica / FC Porto / Sporting – Títulos

SLB-FCP-SCP-Títulos3

31 Maio, 2015 at 7:15 pm 1 comentário

Taça de Portugal – Palmarés

           Vencedor Finalista  Épocas (Vencedor / Finalista)

Benfica        25      10   1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49;
                            1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55;
                            1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64;
                            1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80;
                            1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86;
                            1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04;
                            2013-14
                            1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71;
                            1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97;
                            2004-05; 2012-13
FC Porto       16      12   1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77;
                            1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94;
                            1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03;
                            2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11
                            1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64;
                            1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83;
                            1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08
Sporting       16      11   1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48;
                            1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73;
                            1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95;
                            2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15
                            1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70;
                            1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94;
                            1995-96; 1999-00; 2011-12
Boavista        5       1   1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92;
                            1996-97/ 1992-93
V. Setúbal      3       7   1964-65; 1966-67; 2004-05
                            1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66
                            1967-68; 1972-73; 2005-06
Belenenses      3       5   1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40
                            1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07
Académica       2       3   1938-39; 2011-12
                            1950-51; 1966-67; 1968-69
V. Guimarães    1       5   2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76;
                            1987-88; 2010-11
Braga           1       4   1965-66
                            1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15
Leixões         1       1   1960-61/ 2001-02
Beira-Mar       1       1   1998-99/ 1990-91
E. Amadora      1       -   1989-90
Atlético        -       2   1945-46; 1948-49
Marítimo        -       2   1994-95; 2000-01
Rio Ave         -       2   1983-84; 2013-14
Estoril         -       1   1943-44
Olhanense       -       1   1944-45
Torreense       -       1   1955-56
Covilhã         -       1   1956-57
Farense         -       1   1989-90
Campomaiorense  -       1   1998-99
U. Leiria       -       1   2002-03
Paços Ferreira  -       1   2008-09
Chaves          -       1   2009-10

31 Maio, 2015 at 7:06 pm Deixe um comentário

Finais da Taça de Portugal

Edição     Época     Vencedor     Finalista
LXXV     2014-2015   Sporting     Sp. Braga       2-2 (3-1 g.p.)
LXXIV    2013-2014   Benfica      Rio Ave         1-0
LXXIII   2012-2013   V. Guimarães Benfica         2-1
LXXII    2011-2012   Académica    Sporting        1-0
LXXI     2010-2011   FC Porto     V. Guimarães    6-2
LXX      2009-2010   FC Porto     Chaves          2-1
LXIX     2008-2009   FC Porto     Paços Ferreira  1-0
LXVIII   2007-2008   Sporting     FC Porto        2-0
LXVII    2006-2007   Sporting     Belenenses      1-0
LXVI     2005-2006   FC Porto     Setúbal         1-0
LXV      2004-2005   Setúbal      Benfica         2-1
LXIV     2003-2004   Benfica      FC Porto        2-1
LXIII    2002-2003   FC Porto     U. Leiria       1-0
LXII     2001-2002   Sporting     Leixões         1-0
LXI      2000-2001   FC Porto     Marítimo        2-0
LX       1999-2000   FC Porto     Sporting        1-1   2-0
LIX      1998-1999   Beira-Mar    Campomaiorense  1-0
LVIII    1997-1998   FC Porto     Sp. Braga       3-1
LVII     1996-1997   Boavista     Benfica         3-2
LVI      1995-1996   Benfica      Sporting        3-1
LV       1994-1995   Sporting     Marítimo        2-0
LIV      1993-1994   FC Porto     Sporting        0-0   2-1
LIII     1992-1993   Benfica      Boavista        5-2
LII      1991-1992   Boavista     FC Porto        2-1
LI       1990-1991   FC Porto     Beira-Mar       3-1
L        1989-1990   E. Amadora   Farense         1-1   2-0
XLIX     1988-1989   Belenenses   Benfica         2-1
XLVIII   1987-1988   FC Porto     V. Guimarães    1-0
XLVII    1986-1987   Benfica      Sporting        2-1
XLVI     1985-1986   Benfica      Belenenses      2-0
XLV      1984-1985   Benfica      FC Porto        3-1
XLIV     1983-1984   FC Porto     Rio Ave         4-1
XLIII    1982-1983   Benfica      FC Porto        1-0
XLII     1981-1982   Sporting     Sp. Braga       4-0
XLI      1980-1981   Benfica      FC Porto        3-1
XL       1979-1980   Benfica      FC Porto        1-0
XXXIX    1978-1979   Boavista     Sporting        1-1   1-0
XXXVIII  1977-1978   Sporting     FC Porto        1-1   2-1
XXXVII   1976-1977   FC Porto     Sp. Braga       1-0
XXXVI    1975-1976   Boavista     V. Guimarães    2-1
XXXV     1974-1975   Boavista     Benfica         2-1
XXXIV    1973-1974   Sporting     Benfica         2-1
XXXIII   1972-1973   Sporting     V. Setúbal      3-2
XXXII    1971-1972   Benfica      Sporting        3-2
XXXI     1970-1971   Sporting     Benfica         4-1
XXX      1969-1970   Benfica      Sporting        3-1
XXIX     1968-1969   Benfica      Académica       2-1
XXVIII   1967-1968   FC Porto     V. Setúbal      2-1
XXVII    1966-1967   V. Setúbal   Académica       3-2
XXVI     1965-1966   Sp. Braga    V. Setúbal      1-0
XXV      1964-1965   V. Setúbal   Benfica         3-1
XXIV     1963-1964   Benfica      FC Porto        6-2
XXIII    1962-1963   Sporting     V. Guimarães    4-0
XXII     1961-1962   Benfica      V. Setúbal      3-0
XXI      1960-1961   Leixões      FC Porto        2-0
XX       1959-1960   Belenenses   Sporting        2-1
XIX      1958-1959   Benfica      FC Porto        1-0
XVIII    1957-1958   FC Porto     Benfica         1-0
XVII     1956-1957   Benfica      Sp. Covilhã     3-1
XVI      1955-1956   FC Porto     Torreense       2-0
XV       1954-1955   Benfica      Sporting        2-1
XIV      1953-1954   Sporting     V. Setúbal      3-2
XIII     1952-1953   Benfica      FC Porto        5-0
XII      1951-1952   Benfica      Sporting        5-4
XI       1950-1951   Benfica      Académica       5-1
X        1948-1949   Benfica      Atlético        2-1
IX       1947-1948   Sporting     Belenenses      3-1
VIII     1945-1946   Sporting     Atlético        4-2
VII      1944-1945   Sporting     Olhanense       1-0
VI       1943-1944   Benfica      Estoril         8-0
V        1942-1943   Benfica      V. Setúbal      5-1
IV       1941-1942   Belenenses   V. Guimarães    2-0
III      1940-1941   Sporting     Belenenses      4-1
II       1939-1940   Benfica      Belenenses      3-1
I        1938-1939   Académica    Benfica         4-3

31 Maio, 2015 at 7:05 pm Deixe um comentário

«UEFA shows this FIFA the red card»

The UEFA Executive Committee met today in Warsaw and issued the following statement:

Today’s events are a disaster for FIFA and tarnish the image of football as a whole.

UEFA is deeply shocked and saddened by them.

These events show, once again, that corruption is deeply rooted in FIFA’s culture.

There is a need for the whole of FIFA to be “rebooted” and for a real reform to be carried out.

The upcoming FIFA Congress risks to turn into a farce and therefore the European associations will have to consider carefully if they should even attend this Congress and caution a system, which, if it is not stopped, will ultimately kill football.

The UEFA member associations are meeting tomorrow ahead of the FIFA Congress. At that point, the European associations will decide on what further steps need to be taken to protect the game of football.

In the meantime, the members of the UEFA Executive Committee are convinced that there is a strong need for a change to the leadership of this FIFA and strongly believe that the FIFA Congress should be postponed, with new FIFA presidential elections to be organised within the next six months.

(via site da UEFA)

27 Maio, 2015 at 8:47 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Final – Sevilla – Dnipro

SevillaNuma animada final, hoje disputada em Varsóvia, o Sevilla repetiu a vitória na Taça UEFA (que alcançara também já na época passada, então frente ao Benfica), ao ganhar ao Dnipro, da Ucrânia, por 3-2 (dois golos do colombiano Carlos Bacca, e o primeiro do polaco Grzegorz Krychowiak), confirmando o favoritismo e a sua teórica superioridade frente a uma equipa estreante em finais, mas só depois de ter começado por sofrer o primeiro tento, tendo ainda consentido o empate a dois golos a fechar o primeiro tempo.

O clube andaluz obteve assim o seu quarto troféu na competição, de que é agora recordista isolado. Paralelamente, com o triunfo desta noite, o Sevilla garante também o apuramento para a fase de Grupos da Liga dos Campeões da próxima temporada, na sequência de uma inovadora regulamentação estabelecida pela UEFA.

No Palmarés da prova, após as seis edições já disputadas sob o formato de Liga Europa, são os seguintes os vencedores: Sevilla (2014 e 2015), Chelsea (2013), At. Madrid (2010 e 2012) e FC Porto (2011).

Nas 51 edições anteriores, com a designação de Taça Cidade das Feiras (até 1971) e de Taça UEFA (de 1972 a 2009), foram vencedores: Valencia (1962, 1963 e 2004), Liverpool (1973, 1976 e 2001), Inter (1991, 1994 e 1998), Juventus (1977, 1990 e 1993) e Barcelona (1958, 1960 e 1966), com três títulos cada; Sevilla (2006 e 2007), Feyenoord (1974 e 2002), Parma (1995 e 1999), Goteborg (1982 e 1987), Real Madrid (1985 e 1986), Tottenham (1972 e 1984), Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979) e Leeds (1968 e 1971), cada um com dois troféus; Shakhtar Donetsk (2009), Zenit St. Petersburg (2008), CSKA Moscovo (2005), FC Porto (2003), Galatasaray (2000), Schalke 04 (1997), Bayern München (1996), Ajax (1992), Napoli (1989), Bayer Leverkusen (1988), Anderlecht (1983), Ipswich Town (1981), E. Frankfurt (1980), PSV Eindhoven (1978), Arsenal (1970), Newcastle (1969), D. Zagreb (1967), Ferencvaros (1965), Zaragoza (1964) e Roma (1961).

27 Maio, 2015 at 8:43 pm Deixe um comentário

I Liga / I Divisão – Historial de lugares de honra

 Época  Campeão           2º           3º           4º 
2014-15 Benfica      FC Porto     Sporting     Sp. Braga 
2013-14 Benfica      Sporting     FC Porto     Estoril      
2012-13 FC Porto     Benfica      P. Ferreira  Sp. Braga
2011-12 FC Porto     Benfica      Sp. Braga    Sporting
2010-11 FC Porto     Benfica      Sporting     Sp. Braga
2009-10 Benfica      Sp. Braga    FC Porto     Sporting
2008-09 FC Porto     Sporting     Benfica      Nacional
2007-08 FC Porto     Sporting     V. Guimarães Benfica
2006-07 FC Porto     Sporting     Benfica      Sp. Braga
2005-06 FC Porto     Sporting     Benfica      Sp. Braga
2004-05 Benfica      FC Porto     Sporting     Sp. Braga
2003-04 FC Porto     Benfica      Sporting     Nacional
2002-03 FC Porto     Benfica      Sporting     V. Guimarães
2001-02 Sporting     Boavista     FC Porto     Benfica
2000-01 Boavista     FC Porto     Sporting     Sp. Braga
1999-00 Sporting     FC Porto     Benfica      Boavista
1998-99 FC Porto     Boavista     Benfica      Sporting
1997-98 FC Porto     Benfica      V. Guimarães Sporting
1996-97 FC Porto     Sporting     Benfica      Sp. Braga
1995-96 FC Porto     Benfica      Sporting     Boavista
1994-95 FC Porto     Sporting     Benfica      V. Guimarães
1993-94 Benfica      FC Porto     Sporting     Boavista
1992-93 FC Porto     Benfica      Sporting     Boavista
1991-92 FC Porto     Benfica      Boavista     Sporting
1990-91 Benfica      FC Porto     Sporting     Boavista
1989-90 FC Porto     Benfica      Sporting     V. Guimarães
1988-89 Benfica      FC Porto     Boavista     Sporting
1987-88 FC Porto     Benfica      Belenenses   Sporting
1986-87 Benfica      FC Porto     V. Guimarães Sporting
1985-86 FC Porto     Benfica      Sporting     V. Guimarães
1984-85 FC Porto     Sporting     Benfica      Boavista
1983-84 Benfica      FC Porto     Sporting     Sp. Braga
1982-83 Benfica      FC Porto     Sporting     V. Guimarães
1981-82 Sporting     Benfica      FC Porto     V. Guimarães
1980-81 Benfica      FC Porto     Sporting     Boavista
1979-80 Sporting     FC Porto     Benfica      Boavista
1978-79 FC Porto     Benfica      Sporting     Sp. Braga
1977-78 FC Porto     Benfica      Sporting     Sp. Braga
1976-77 Benfica      Sporting     FC Porto     Boavista
1975-76 Benfica      Boavista     Belenenses   FC Porto
1974-75 Benfica      FC Porto     Sporting     Boavista
1973-74 Sporting     Benfica      V. Setúbal   FC Porto
1972-73 Benfica      Belenenses   V. Setúbal   FC Porto
1971-72 Benfica      V. Setúbal   Sporting     CUF
1970-71 Benfica      Sporting     FC Porto     V. Setúbal
1969-70 Sporting     Benfica      V. Setúbal   Barreirense
1968-69 Benfica      FC Porto     V. Guimarães V. Setúbal
1967-68 Benfica      Sporting     FC Porto     Académica
1966-67 Benfica      Académica    FC Porto     Sporting
1965-66 Sporting     Benfica      FC Porto     V. Guimarães
1964-65 Benfica      FC Porto     CUF          Académica
1963-64 Benfica      FC Porto     Sporting     V. Guimarães
1962-63 Benfica      FC Porto     Sporting     Belenenses
1961-62 Sporting     FC Porto     Benfica      CUF
1960-61 Benfica      Sporting     FC Porto     V. Guimarães
1959-60 Benfica      Sporting     Belenenses   FC Porto
1958-59 FC Porto     Benfica      Belenenses   Sporting
1957-58 Sporting     FC Porto     Benfica      Belenenses
1956-57 Benfica      FC Porto     Belenenses   Sporting
1955-56 FC Porto     Benfica      Belenenses   Sporting
1954-55 Benfica      Belenenses   Sporting     FC Porto
1953-54 Sporting     FC Porto     Benfica      Belenenses
1952-53 Sporting     Benfica      Belenenses   FC Porto
1951-52 Sporting     Benfica      FC Porto     Belenenses
1950-51 Sporting     FC Porto     Benfica      Atlético
1949-50 Benfica      Sporting     Atlético     Belenenses
1948-49 Sporting     Benfica      Belenenses   FC Porto
1947-48 Sporting     Benfica      Belenenses   Estoril
1946-47 Sporting     Benfica      FC Porto     Belenenses
1945-46 Belenenses   Benfica      Sporting     Olhanense
1944-45 Benfica      Sporting     Belenenses   FC Porto
1943-44 Sporting     Benfica      Atlético     FC Porto
1942-43 Benfica      Sporting     Belenenses   Unidos Lisboa
1941-42 Benfica      Sporting     Belenenses   FC Porto
1940-41 Sporting     FC Porto     Belenenses   Benfica
1939-40 FC Porto     Sporting     Belenenses   Benfica
1938-39 FC Porto     Sporting     Benfica      Belenenses
1937-38 Benfica      FC Porto     Sporting     Carcavelinhos
1936-37 Benfica      Belenenses   Sporting     FC Porto
1935-36 Benfica      FC Porto     Sporting     Belenenses
1934-35 FC Porto     Sporting     Benfica      Belenenses

Resumo:

Benfica – 34 vezes Campeão / 27 vezes 2º / 15 vezes 3º / 4 vezes 4º classificado
FC Porto – 27 vezes Campeão / 25 vezes 2º / 12 vezes 3º / 11 vezes 4º classificado
Sporting – 18 vezes Campeão / 20 vezes 2º / 26 vezes 3º / 12 vezes 4º classificado
Belenenses – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 14 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
Boavista – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 2 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
V. Setúbal – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 2 vezes 4º classificado
Sp. Braga – 1 vez 2º / 1 vez 3º / 11 vezes 4º classificado
Académica – 1 vez 2º / 2 vezes 4º classificado
V. Guimarães – 4 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
Atlético – 2 vezes 3º / 1 vez 4º classificado
CUF – 1 vez 3º / 2 vezes 4º classificado
P. Ferreira – 1 vez 3º classificado
Nacional – 2 vezes 4º classificado
Estoril – 2 vezes 4º classificado
Barreirense – 1 vez 4º classificado
Olhanense – 1 vez 4º classificado
Unidos Lisboa – 1 vez 4º classificado
Carcavelinhos – 1 vez 4º classificado

23 Maio, 2015 at 10:51 pm Deixe um comentário

I Liga – 2014-15 – Classificação final

      Equipa           J     V     E     D    GM   GS     P
 1.º Benfica          34    27     4     3    86 - 16    85
 2.º FC Porto         34    25     7     2    74 - 13    82
 3.º Sporting         34    22    10     2    67 - 29    76
 4.º Sp. Braga        34    17     7    10    55 - 28    58
 5.º V. Guimarães     34    15    10     9    50 - 35    55
 6.º Belenenses       34    12    12    10    34 - 35    48
 7.º Nacional         34    13     8    13    45 - 46    47
 8.º Paços Ferreira   34    12    11    11    40 - 45    47
 9.º Marítimo         34    12     8    14    46 - 45    44
10.º Rio Ave          34    10    13    11    38 - 42    43
11.º Moreirense       34    11    10    13    33 - 42    43
12.º Estoril          34     9    13    12    38 - 56    40
13.º Boavista         34     9     7    18    27 - 50    34
14.º V. Setúbal       34     7     8    19    24 - 56    29
15.º Académica        34     4    17    13    26 - 46    29
16.º Arouca           34     7     7    20    26 - 50    28
17.º Gil Vicente      34     4    11    19    25 - 60    23
18.º Penafiel         34     5     7    22    29 - 69    22

Campeão – Benfica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
3º classificado – Sporting – “Play-off” de acesso à Fase Grupos Liga dos Campeões
4º classificado – Sp. Braga – Entrada directa na Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – V. Guimarães – 3ª elimin. de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
6º classificado – Belenenses – 3ª elimin. de acesso à Fase Grupos da Liga Europa

Despromovidos – Gil Vicente e Penafiel
Promovidos – Tondela e U. Madeira

Melhores marcadores:
1. Jackson Martínez – FC Porto – 21
2. Jonas – Benfica – 20
3. Lima – Benfica – 19

23 Maio, 2015 at 10:34 pm Deixe um comentário

Benfica Bi-Campeão

Benfica

Palmarés – Campeões:

Benfica (34) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10; 2013-14; 2014-15

FC Porto (27) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12; 2012-13

Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02

Belenenses (1) – 1945-46

Boavista (1) – 2000-01

17 Maio, 2015 at 9:24 pm Deixe um comentário

«Os apátridas da língua que nos governam»

À memória do Vasco Graça Moura

Não sei se são válidos ou não os argumentos jurídicos que discutem a data da aplicação efectiva do Acordo Ortográfico [AO], se nestes dias, ou em 2016. Isso não me interessa em particular, a não ser para registar a pressa suspeita em o aplicar contra tudo e contra todos. Mas uma coisa eu sei ao certo: é que o desprezo concreto do bem que ele pretende regular, a língua portuguesa, é evidente nessa mistura sinistra de inércia, indiferença e imposição burocrática com que se pretende obrigar os portugueses a escrever de uma forma cada vez mais abastardada.

Na sua intenção original, o Acordo pretendia ser um acto de política externa, uma forma de manter algum controlo sobre o português escrito pelo mundo todo, como forma de garantir uma réstia de influência portuguesa num conjunto de países que, cada vez mais, se afastam da centralidade portuguesa, em particular o Brasil. Se é um “acordo” é suposto que seja com alguém. No entanto, desse ponto de vista, o AO é um grande falhanço diplomático, visto que está neste momento em vigor apenas em Portugal, com promessas do Brasil e Cabo Verde, esquecimento em Moçambique, Guiné Bissau, S. Tomé e Timor-Leste, e recusa activa em Angola. Nalguns casos há protelamentos sucessivos, implementações adiadas e uma geral indiferença e má vontade. Para além disso, nenhuma implementação do AO, vagamente parecida com a pressão burocrática que tem sido feita em Portugal, existe em nenhum país, a começar por aquele que parecia ser o seu principal beneficiado, o Brasil. Ratificado ele foi, aplicado, não.

Mas com o mal ou a sorte (mais a sorte que o mal) dos outros podemos nós bem, mas ele revela o absurdo do zelo português num AO falhado e que nos isolará ainda mais. Onde os estragos serão mais significativos é em Portugal, para os portugueses, e para a sua língua. É que o Acordo Ortográfico não é matéria científica de linguistas nem, do meu ponto de vista, deve ser discutido nessa base, porque se trata de um acto cultural que não é técnico, e como acto cultural em que o Estado participa, é um acto político e as suas consequências são identitárias. Não me parece aliás que colha o historicismo habitual, como o daqueles que lembram que farmácia já se escreveu “pharmácia”, porque as circunstâncias políticas e nacionais da actualidade estão muito longe de ser comparáveis com as dos Acordos anteriores.

É um problema da nossa identidade como portugueses que está em causa, na forma como nos reconhecemos na nossa língua, na sua vida, na sua história e na sua proximidade das fontes vivas de onde nasceu: o latim. Não é irrelevante para o português e a sua pujança, a sua capacidade de manter laços com a sua origem no latim e assim comunicar com toda a riqueza do mundo romano e, por essa via, com o grego, ou seja, o mundo clássico onde nasceu a nossa cultura ocidental. Esta comunicação entre uma língua e a cultura que transporta é posta em causa quando a engenharia burocrática da língua a afasta da sua marca de origem, mesmo que essas marcas sejam “mudas” na fala, mas estão visíveis nas palavras. As palavras têm imagem e não apenas som, são vistas por nós e pela nossa cabeça, e essa imagem “antiga” puxa culturalmente para cima e não para baixo. […]

A vitalidade do nosso português está nos seus grandes escritores, Miranda, Camões, Bernardes, Vieira, Herculano, Camilo, Eça, todos conhecedores do seu Virgílio, do seu Horácio, do seu Ovídio, mesmo do seu escolar Tácito, César ou Salústio. Todos lidos, estimados e estudados no Brasil, que por eles faz muito mais do que nós alguma vez fizemos, por exemplo, com Machado de Assis. E é também por isso, que a maioria dos escritores portugueses contemporâneos recusa o AO, como quase toda a gente que está na escrita e vive pela escrita e é independente da burocracia do estado. Todos sabem que o português permite todas as rupturas criativas, dos simbolistas ao Sena dos Sonetos a Afrodite Anadiómena – “E, quando prolifarem as sangrárias,/ lambidonai tutílicos anárias,/ tão placitantos como o pedipeste”, – ao “U Omãi Qe Dava Pulus” de Nuno Bragança. Criativamente a nossa língua vernácula suporta e bem tudo, menos que seja institucionalizada com uma ortografia pobre e alheia à sua história.

O futuro do português como língua já está há muito fora do nosso alcance, mas o português que se fala e escreve em Portugal, desse ainda podemos cuidar. É que é em Portugal que o português está em risco, está na defensiva, e o AO é mais uma machadada nessa defesa de último baluarte. É em Portugal que um Big Brother invisível, que se chama sistema educativo, retira todos os anos centenas de palavras do português falado, afastando das escolas os nossos escritores do passado e substituindo-os por textos jornalísticos. É em Portugal que uma linguagem cada vez mais estereotipada domina os media, com a substituição dos argumentos pelos soundbites, matando qualquer forma mais racional e menos sensacional de conversação. É em Portugal que formas guturais de escrita, nos SMS e nos 140 caracteres do Twitter, enviados às centenas todos os dias por tudo que é adolescente, ou seja também por muitos adultos, se associa à capacidade de escrever um texto, seja uma mera reclamação a uma descrição de viagem. É neste Portugal que, em vez de se puxar para cima, em nome da cultura e da sua complexidade, em nome da língua e da sua criatividade, em nome da conversação entre nós todos que é a democracia, se puxa para baixo não porque os povos o desejem, mas porque há umas elites que acham que a única pedagogia que existe é a facilidade.

E é neste Portugal que uma geração de apátridas da língua, todos muito destros em declamar que a “a nossa pátria é a língua portuguesa”, minimizam a nossa identidade e a nossa liberdade, que vem dessa coisa fundamental que é falar e escrever com a fluidez sonora do português, mas também com a complexidade da sua construção ortográfica. É como se estivéssemos condenados a escrever como se urrássemos em vez de falar.

(José Pacheco Pereira – Público)

16 Maio, 2015 at 11:20 am Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão)

                                  2ª mão     1ª mão     Total
Dnipro - Napoli                     1-0        1-1       2-1
Fiorentina - Sevilla                0-2        0-3       0-5

O detentor do troféu, Sevilla, garantiu a segunda presença consecutiva na final da competição. a disputar no próximo dia 27 de Maio em Varsóvia, na qual defrontará o estreante Dnipro, tendo estas equipas afastado os dois representantes italianos que subsistiam em prova.

14 Maio, 2015 at 9:22 pm 1 comentário

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