Archive for Fevereiro, 2013

Novo ciclo

Para que serve um blogue se “não podemos” nele escrever o que pretenderíamos?

Serve para dizer que se encerra hoje um ciclo, e, já amanhã, se abre um novo ciclo. Mas, o mais importante, sempre de “mão dada” contigo…

28 Fevereiro, 2013 at 8:53 pm 1 comentário

Filibuster!

Filibuster

26 Fevereiro, 2013 at 8:27 pm Deixe um comentário

Jornalismo “moldável”

Uneslequipe
As duas diferentes primeiras páginas do L’Équipe, de 25 de Fevereiro, a propósito do jogo Paris St.-Germain – Marseille, nas edições de Paris e de Marselha (duas principais cidades francesas).

(via Le Monde)

26 Fevereiro, 2013 at 6:31 pm Deixe um comentário

Óscares – 2013 – Vencedores


E os vencedores dos Óscares foram:

  • Melhor filme – “Argo”
  • Melhor realizador –  Ang Lee (“A Vida de Pi” – Life of Pi)
  • Melhor actor – Daniel Day-Lewis (“Lincoln”)
  • Melhor actriz – Jennifer Lawrence (“Guia para um final feliz” – Silver Linings Playbook)
  • Melhor actor secundário – Christoph Waltz (“Django Libertado” – Django Unchained)
  • Melhor actriz secundária – Anne Hathaway (“Os Miseráveis” – Les Misérables)

Consultar a lista completa aqui.

25 Fevereiro, 2013 at 7:50 am Deixe um comentário

O pulsar do campeonato – 21ª jornada

Templario - 21-02-2013

(“O Templário”, 21.02.2013)

Acabaram por revelar-se demasiado previsíveis os resultados da penúltima jornada da Divisão Principal, com os favoritos a vencerem com naturalidade… ao mesmo tempo que se registava uma igualdade no encontro que, à partida, se afigurava já como mais repartido.

No caso do União de Tomar, tal previsibilidade tornar-se-ia mesmo dolorosa, com a equipa a não conseguir evitar a goleada (0-5) na deslocação ao terreno de um dos guias da competição, Riachense, notoriamente mais poderoso. Depois de ter resistido durante quase todo o primeiro tempo às investidas adversárias, viria a sofrer o primeiro tento na sequência de um lance infeliz, por via de um auto-golo. Como tantas vezes acontece, inaugurado o marcador, as coisas facilitar-se-iam decisivamente para a turma de Riachos.

Não obstante os também esperados desaires do Benavente, no campo do outro co-líder, Mação (repetindo o desenlace do jogo da passada semana, a contar para a Taça Ribatejo, mas, desta feita, pela margem mínima, consentindo apenas um solitário golo), e da U. Abrantina em Ourém, face ao At. Ouriense (0-2), a formação nabantina fica assim, desde já, virtualmente afastada da possibilidade de atingir ainda a última vaga no grupo dos seis primeiros classificados. Efectivamente, à entrada para a última ronda, mantendo os três pontos de atraso em relação ao grupo abrantino, tendo perdido em Abrantes por 0-1 e vencido em Tomar por 2-1, e com uma desvantagem global de 17 golos (em termos de diferença de golos) em relação à U. Abrantina, não é objectivamente possível inverter a situação.

O que não significa, porém, que o clube de Abrantes tenha já garantido tal posição nos seis primeiros. Dispondo de apenas um ponto a mais que o Benavente, necessitará de, pelo menos, empatar, na derradeira jornada, no seu terreno, frente ao vizinho Mação, para estar a salvo de poder eventualmente vir a ser ultrapassado pelos benaventenses, teoricamente com tarefa mais facilitada, recebendo o “lanterna vermelha” Moçarriense, que necessitarão vencer, de forma a poder manter as suas aspirações.

Resumida que está assim a questão da disputa do 6.º lugar a estas duas equipas (U. Abrantina e Benavente), com o Fazendense a continuar a sua autêntica “corrida por fora” – vencendo na Moçarria por 4-2, mantém-se a sete pontos do 4.º classificado, dilatando para seis pontos o avanço sobre U. Abrantina, tendo matematicamente confirmado nesta jornada a presença no tal grupo dos seis primeiros – continua bem acesa a disputa entre os quatro primeiros.

Tendo também triunfado, não sem alguma dificuldade, em Pontével (que inaugurou o marcador), por 3-1, o Amiense dá mostras de não querer “descolar”: mantém-se a apenas dois pontos do At. Ouriense e a quatro pontos do duo que partilha a liderança (Riachense e Mação).

Com as expectáveis derrotas de Pontével e Moçarriense (tal como, por outro lado, de U. Abrantina, Benavente e U. Tomar, conforme já antes referido), a única evolução no que respeita às equipas que ocupam a segunda metade da tabela decorre do empate entre Glória do Ribatejo e Coruchense (1-1), que, desta forma, somaram mais um “pontinho”, contudo sem melhoria relevante, tendo em atenção o respectivo atraso face às equipas que as precedem – e que, caso venham a perder na última ronda, não lhes proporcionará aliás qualquer benefício.

Num primeiro balanço ao desempenho da turma unionista neste campeonato, o facto de se ver remetida para a disputa dos lugares da segunda metade da tabela, acaba por revelar-se um desfecho lógico e de alguma forma justificado, face às contrariedades com que a equipa se vem debatendo ao longo da prova, assim como traduz cabalmente o desfecho dos confrontos com os clubes integrantes de cada uma das metades da pauta classificativa.

De facto, dos 26 pontos somados pelo União de Tomar, nada menos de 22 (!) foram obtidos com as cinco equipas da parte de baixo da tabela (contra as quais regista 7 vitórias, 1 empate e 2 derrotas), apenas tendo alcançado 4 pontos nos 11 jogos já realizados com as formações que ocupam os seis primeiros lugares (1 vitória, com a U. Abrantina; 1 empate, com o Fazendense; e 9 derrotas). De outra forma, caso a U. Abrantina venha eventualmente ainda a perder a 6.ª posição em favor do Benavente, tal relação passaria então a ser de 24 pontos (obtidos contra os cinco clubes posicionados na segunda parte da classificação), face a apenas 2 pontos (com as primeiras seis equipas, nesse caso os empates com Fazendense e Benavente)!

O que pode também ser demonstrativo que será porventura mais favorável ao União integrar este segundo grupo, onde terá maiores possibilidades de continuar a somar pontos de forma regular, que lhe permitam acabar por obter uma posição tranquila na classificação final.

Para a última ronda estão agendados os seguintes encontros: Benavente-Moçarriense, U. Abrantina-Mação, U. Tomar-At. Ouriense, Coruchense-Riachense, Amiense-Glória do Ribatejo e Fazendense-Pontével, com expectável favoritismo das formações classificadas nos lugares da frente, com a maior incógnita na partida de Abrantes.

Uma última referência à Divisão Secundária, com a sua fase inicial entretanto já concluída, e em que se se qualificaram para a fase de apuramento do Campeão (e de disputa das três equipas a promover): Assentiz, Caxarias, Pego, U. Chamusca, Samora Correia e Empregados Comércio.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 21 de Fevereiro de 2013)

24 Fevereiro, 2013 at 10:30 am Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)

                                 2ª mão     1ª mão      Total
Fenerbahce - BATE Borisov          1-0        0-0        1-0
CFR Cluj - Inter                   0-3        0-2        0-5
Olympiakos - Levante               0-1        0-3        0-4
Liverpool - Zenit                  3-1        0-2        3-3
Bordeaux - D. Kyiv                 1-0        1-1        2-1
Benfica - Bayer Leverkusen         2-1        1-0        3-1
Metalist Kharkiv - Newcastle       0-1        0-0        0-1
Genk - Stuttgart                   0-2        1-1        1-3
Rubin Kazan - At. Madrid           0-1        2-0        2-1
Steaua - Ajax                      2-0        0-2(4-2gp) 2-2
Dnipro - Basel                     1-1        0-2        1-3
Hannover - Anzhi                   1-1        1-3        2-4
Chelsea - Sparta Praha             1-1        1-0        2-1
Lazio - B. Monchengladbach         2-0        3-3        5-3
Lyon - Tottenham                   1-1        1-2        2-3
Viktoria Plzen - Napoli            2-0        3-0        5-0

Numa eliminatória com algumas surpresas, como as eliminações do actual detentor do troféu, At. Madrid, e do Napoli (esmagado pela equipa checa que tinha vencido o Grupo da Académica… precisamente à frente do At. Madrid) – tendo o Tottenham evitado a eliminação no último minuto, tal como o Chelsea conseguiu evitar o prolongamento, já em período de descontos, frente a outra equipa checa – realce ainda para a eliminação de equipas de grande tradição, como Liverpool, Ajax, Lyon, Olympiakos e D. Kyiv, assim como do Bayer Leverkusen, num excelente desempenho competitivo do Benfica.

De entre as equipas que avançam para a eliminatória seguinte, destaque para os contingentes da Inglaterra e Rússia (ambas com três clubes cada, respectivamente Chelsea, Tottenham e Newcastle; e Zenit, Rubin Kazan e Anzhi – com as equipas russas a surgirem em grande forma neste seu novo arranque de temporada), mantendo a Itália dois emblemas em prova (Inter e Lazio); Portugal, Espanha, Alemanha, França, R. Checa, Roménia, Suíça e Turquia contam apenas com um único representante.

Ao invés, a Alemanha (com as eliminações de Bayer Leverkusen, B. Monchengladbach e Hannover) e a Ucrânia (D. Kyiv, Metalist Kharkiv e Dnipro) foram os maiores perdedores desta eliminatória.

Ainda duas curiosidades finais: das oito equipas que haviam transitado da Liga dos Campeões, apenas Benfica, Chelsea e Zenit conseguiram qualificar-se; por outro lado, dos 12 vencedores de Grupo da fase inicial da competição, foram agora já afastados Liverpool, Dnipro, Genk (que triunfara no Grupo do Sporting), Lyon, Metalist Kharkiv e Hannover.

Os 1/8 Final, a disputar já nos próximos dias 7 e 14 de Março, têm o seguinte alinhamento:

Viktoria Plzen – Fenerbahce
Benfica – Bordeaux
Anzhi – Newcastle
Stuttgart – Lazio
Tottenham – Inter
Levante – Rubin Kazan
Basel – Zenit
Steaua – Chelsea

21 Fevereiro, 2013 at 10:03 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão) – Benfica – Bayer Leverkusen

BenficaBenfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Garay, Melgarejo, Carlos Martins (53m – Eduardo Salvio), Enzo Pérez, Nemanja Matić, Nico Gaitán, Ola John (90m – Jardel) e Óscar Cardozo (64m – Lima)

Bayer LeverkusenBayer Leverkusen – Bernd Leno, Daniel Carvajal, Philipp Wollscheid, Omer Toprak, Sebastian Boenisch, Gonzalo Castro, Stefan Reinartz (74m – Arkadiusz Milik), Simon Rolfes, Lars Bender (57m – Jens Hegeler), André Schürrle e Stefan Kiessling

1-0 – Ola John – 60m
1-1 – André Schürrle – 75m
2-1 – Nemanja Matić – 77m

Cartões amarelos – Enzo Pérez (54m), Ola John (61m) e Nemanja Matić (90m); Bender (28m) e Carvajal (45m)

Árbitro – Pavel Kralovec (R. Checa)

Num arriscado exercício de equilibrismo, visando a gestão da equipa, com legítimas ambições em várias competições, mas com ênfase particular no campeonato nacional (para além da Taça de Portugal e da Taça da Liga, em que, em ambos os casos, marca presença nas 1/2 finais), o Benfica jogou forte e ganhou.

Para tal teve de começar por sofrer, com a forte equipa alemã a entrar melhor no jogo, de forma pressionante, criando uma ou outra ocasião de perigo.

O Benfica ia concedendo a iniciativa ao adversário, nem sempre conseguindo controlar da melhor forma o jogo, mas, pacientemente, procurou, no segundo tempo, crescer no terreno – depois de passar por mais alguns calafrios, com o Bayer Leverkusen a poder ter inaugurado o marcador, o que foi também soberbamente impedido por duas excelentes intervenções de Artur Moraes -, acabando por ver as suas iniciativas de contra-ataque coroadas de êxito com um golo de excelente execução de Ola John.

Poderia pensar-se que a eliminatória estaria decidida, mas o resultado continuava a ser muito perigoso. Bastaria um golo dos alemães, para relançar a disputa do apuramento. E o golo surgiria mesmo, numa falha da defesa benfiquista.

O momento determinante da partida surgiria, para felicidade do Benfica, apenas dois minutos decorridos, em mais um lance rápido, com Matić a conseguir surgir desmarcado frente à baliza e a não desperdiçar a soberana ocasião de golo que se lhe proporcionou.

Com a formação alemã a tentar arriscar ainda uma última cartada, seria o Benfica a dispor então de algumas oportunidades para ampliar o marcador.

Uma equipa realista e concentrada, premiada pelo seu esforço e eficácia, justifica plenamente – tendo triunfado em ambos os jogos, das duas mãos – o apuramento para a eliminatória seguinte, frente a uma equipa muito consistente e poderosa (que ocupa o 3º lugar do campeonato alemão, a um escasso ponto do Campeão em título  Borussia Dortmund), que nunca abdicou de discutir a eliminatória, assim valorizando o sucesso benfiquista.

Pela terceira vez consecutiva (depois das épocas 2009-10 e 2010-11), o Benfica cruza-se no seu caminho, nos 1/8 Final desta competição, com equipas francesas: depois de Marseille e Paris St.-Germain, será agora a vez do Bordeaux. Só podemos desejar que o desfecho se repita.

21 Fevereiro, 2013 at 10:01 pm Deixe um comentário

«Pegando de cernelha boicotes a Relvas»

Um grupo de rapazes marcou uma sessão num clube de Gaia para cantar Grândola. Cantaram mal. Não gostei mas guardei a viola no saco: os rapazes estavam no seu clube, organizaram aquela sessão. Tinham direito a desafinar à sombra de uma azinheira ou na sua sala de Gaia. Mas Miguel Relvas apareceu e boicotou a reunião, cantando maviosamente. Repudio, claro, a atitude do ministro: os rapazes cantadores da Grândola têm direito a desafinar, no dia e local que marcaram para o fazer. Cito a canção: “Em cada rosto igualdade.” Com rosto, o Zeca referia-se mais a garganta. “Em cada garganta igualdade” (bela ideia). Os gargarejos dos rapazes não podem ser abafados pelo ministro, lá porque ele canta melhor. Digo-o com a convicção de quem, se um dia a voz do ministro for calada, será o primeiro a defendê-lo. Cito outra vez: “Terra da fraternidade.” Quer isto dizer, ninguém cala ninguém. Ora, isso não entende Miguel Relvas, que, no dia seguinte, ontem, voltou à carga no ISCTE. Aqui, outro grupo de rapazes marcou uma sessão para mostrar cartazes e gritar palavras de ordem. Contumaz, Relvas apareceu e boicotou, com o seu silêncio, a liberdade de expressão dos gritadores. Volto a dizer, a liberdade de expressão de Relvas acaba onde começa a dos outros. E volto a repetir: fossem de Relvas as sessões em Gaia e no ISCTE, e delas ele tivesse sido expulso por intrusos, eu estaria aqui a defendê-lo. Aliás, é o que dizem as palavras de Grândola.

(Ferreira Fernandes, Diário de Notícias)

20 Fevereiro, 2013 at 10:17 pm Deixe um comentário

«A democracia e a liberdade de expressão»

Todavia, o que aconteceu no Clube dos Pensadores, em Gaia, e no ISCTE, em Lisboa, não pode merecer elogios. Uma coisa é manifestar-se desagrado público pela governação, algo perfeitamente legítimo e até elogiável em várias circunstâncias. Outra coisa diferente é utilizar uma manifestação para intimidar fisicamente uma pessoa ou impedi-la de exercer a sua liberdade de expressão. […]

Calar um homem porque se discorda dele, com o objectivo de “proteger a democracia”, é tão idiota quanto pretender extinguir o oxigénio do planeta para acabar com os fogos.

Sim, estou a parafrasear James Madison. Ele sabia muito bem que a liberdade de expressão não existe para que os tiranos sejam silenciados. Existe para que os tiranos falem e nós lhes possamos responder, denunciando as suas falácias. Isso – e não a limitação de uns para benefício de outros – é que é a democracia.

(José Gomes André, Delito de Opinião)

20 Fevereiro, 2013 at 9:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)

20.02.2013 – Galatasaray – Schalke 04 – 1-1
12.02.2013 – Celtic – Juventus – 0-3
19.02.2013 – Arsenal – Bayern – 1-3
13.02.2013 – Shakthar Donetsk – B. Dortmund – 2-2
20.02.2013 – AC Milan – Barcelona – 2-0
13.02.2013 – Real Madrid – Manchester United – 1-1
12.02.2013 – Valencia – PSG – 1-2
19.02.2013 – FC Porto – Málaga – 1-0

20 Fevereiro, 2013 at 9:36 pm Deixe um comentário

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